#Repost @thebeerpadawan ・・・ Taiwan Craft Beer Pub crawl destination no. 2: Driftwood! Probably the best pub I have visited in Asia in terms of ambience. Very chill beach vibe with a bookshop on one side and the streets of Taiwan on the other! They mostly carry brews from @taihubrewing with a few selections of imported bottles. Check out my live video here on IG for the complete review of the brews I tried. Cheers 🍻 #thebeerpadawan #ratebeer #beeradvocate #beergeeknation #cicerone #sommelier #pintplease #untappd #worldcraftbrews #worldofbeer #foodie #photography #beerstagram #instabeer #beersofinstagram #craftbeer #craftbeerph #beer #fanaticbeer #driftwood #taiwan #taipei #travel #wanderlust #ilovecraftbeer #bier #birru #cerveja #maekju
Nome: Ryu Bongju
Faceclaim: Goopy (solista)
Data de nascimento: 17 de novembro de 1996
Gênero: masculino
Nacionalidade e etnia: Coreia do Sul, coreano
Ocupação: Proprietário/atendente no Maekju
Moradia: Usadan-ro 14-gil, apto. 168, 5° andar
TW: tentativa de suicídio, menção a depressão, tráfico de drogas, violência doméstica, negligência parental
Há um velho provérbio que diz que você não pode escolher sua família. Você pega o que o destino te dá. Digamos que você foi convocado para um time que não foi sua primeira escolha. Você sabe, você não gosta dos jogadores. Você odeia a maneira como eles jogam o jogo. Você até acha que o quarterback é um babaca completo. O quarterback é um pé no saco a quem você não deve nada, ele não acrescenta em nada é só faz com que vocês passem raiva. Falando em raiva, você já viu ele até gritando com a treinadora. Mas é a sua equipe.
Você não desiste. Você não fala com a imprensa. Você não reclama com a treinadora, ela está cansada demais de cuidar de três crianças e de um quarterback inútil. Você só vai lá todos os dias, faz os bloqueios e recebe os golpes. Você joga para ganhar porque foi isso que sua treinadora te ensinou. Você aparece, se veste e joga, porque é a porra do seu time. E goste deles ou não, ame-os ou não, entenda-os ou não, você lida com isso.
Você não pode escolher sua família… É o que Bongju dizia para si mesmo quando começou a entender o caos em que vivia.
De um ventre frutífero em solo coreano nasceu um rapazinho de olhos tão escuros quanto a noite. Em novembro de 1996, o primogênito da família Ryu veio ao mundo. A ideia de abrir um negócio foi do marido, que dizia que teriam como dar uma vida melhor para Bongju e para o outro bebê que já habitava o ventre da mãe. Com um sonho e uma criança de cinco anos no colo, o casal foi até o banco em busca de uma vida melhor e juros com números tão exorbitantes que os assustavam. Eles conseguiram abrir um pequeno restaurante com as economias que tinham e o empréstimo, se viravam como dava para mantê-lo em pé, tendo que morar em um cubículo para se manter.
O sonho de ascender com a comida coreana em busca de uma oportunidade de vida melhor era lindo, mas a realidade não era tão gentil quanto eles gostariam. Principalmente quando se tem um homem que se recusou a crescer como pai e uma mãe que acreditava em tudo que ele falava. Com a abertura do negócio sem nenhum preparo, muita coisa mudou. Bongju deixou de ser filho único aos seis anos, piorando a situação financeira da família que não era das melhores. Aos poucos viraram três filhos amontoados em um ambiente nada aconchegante, fazendo o caos no restaurante da família.
Mas Bongju se esforçava para ser um bom menino. Quando não estava na escola, tentava ajudar na cozinha com a louça e a olhar os irmãos mais novos. O pai não gostava nada disso, enchia a boca pra falar que aquele país estava transformando o filho em um invertido. Com mais uma boca para alimentar, as brigas (que já existiam) se tornaram mais constantes e feias. Antes eles tentavam se conter na frente das crianças, mas com o tempo os gritos e barulho de vidro quebrando não eram nada discretos. A vizinhança toda sabia o que Joohyuk fazia com Sohee, mas em briga de marido e mulher não se mete a colher. Bongju tinha o costume de pegar os irmãos pela mão e se esconder dentro do quarto, mesmo não tendo muito para onde fugir.
Na escola era um aluno disperso e medíocre. Muitas vezes se via lutando contra a reprovação, era basicamente um sem futuro no quesito acadêmico. Gostava de desenhar, mas sabia muito bem que era só um hobby. Não tinha muitos amigos, por conta do bullying e a diferença de preocupação entre ele e as crianças normais, que brincavam de pega pega enquanto ele recolhia vidro para que não machucassem o pé, para que seu pai não tentasse machucar sua mãe. Tentava resolver tudo com um sorriso e uma piada boba, nunca deixava com que essas coisas lhe afetasse ao ponto de parecer triste. Isso ele sentia sozinho, embaixo das cobertas quando estava para pegar no sono.
Assim foi a infância e adolescência de Bongju, que tentava ao máximo ser o alívio cômico do caos em que vivia. Ele pegou esse papel para si junto com o que os garotos medíocres faziam quando não tinham futuro na escola: o trabalho. Trabalhava desde os quinze anos para ajudar em casa. Quando não era em empregos de meio período, era no restaurante dos pais.
Mas quando completou dezoito anos, quando ele finalmente estava começando a criar vínculos com os clientes, tiveram que fechar o restaurante. Com a falência batendo na porta, a família decidiu dar o fim no lugar onde as crianças tinham crescido e tentar abrir um bar modesto. Maekju nasceu com uma ideia do pai de Bongju em ter algo para se ocupar e tentar limpar o nome, já que as dívidas bancárias não diminuíram com os anos.
Como não tinha vocação para fazer faculdade, Bongju aos poucos foi voltando para a sua rotina de diversos trabalhos. Conseguiu um emprego temporário de garçom, fez alguns eventos, trabalhou como entregador e até gari ele já foi. Era difícil se manter em algum lugar quando se recusava a largar o estilo alternativo que todos abominam. Ele parecia estar tomando um rumo na vida, mesmo que não tivesse algo fixo ainda. Seus irmãos eram diferentes de si, todos tinham ambição para o futuro e os avós ajudaram eles a sair do ambiente conturbado para que estudassem em Seul e fossem alguém.
Lidava com o pai por causa do amor que sua mãe tinha por ele. Por mais que ele fosse metido em coisas ilegais, Sohee fingia que não enxergava os roxos no corpo do homem quando ele chegava com o bolso cheio de dinheiro e as garrafas de bebida nas mãos. Bongju sabia muito bem que o pai traficava e era o babaca que socava as pessoas que pediam dinheiro para agiota e não conseguiam pagar, uma vez até tentou denunciar o pai anonimamente. Sabia também que Maekju estava envolvido até o pescoço com coisas ilegais e por isso aos poucos foi tendo movimento. Mas quem tem dinheiro e é de tudo por dinheiro fácil, consegue o que bem quiser das autoridades.
E uma tragédia assombrou a família já amaldiçoada no final de 2023, levando a caçula da família. Aos poucos, Sohee ia se desmanchando e preocupando o filho mais velho, que fazia de tudo para protegê-la após ter voltado do exército. E no mesmo ano, meses após a morte da filha, Joohyuk sumiu sem nem dar explicações. Meses depois Bongju entendeu o motivo do desaparecimento do pai quando o agiota bateu na sua porta, apontando uma arma na sua cabeça, dizendo que ele devia uma boa quantia de grana por causa do pai.
O garoto teve que lidar com tudo isso e a tentativa de suicídio da mãe. No desespero em manter o que restava da família viva, assumiu o Maekju, mesmo com a procedência duvidosa e sem ter nenhum contato prévio com administração de negócios.
Mesmo não sendo nenhum lobo de Usadan-ro, tentou manter o bar enquanto se acostumava com a clientela duvidosa e os negócios que tinha que fazer para o tal traficante, que mantinha o bar de pé.
Quem vê Bongju sorrindo por aí e esbanjando bom humor sequer imagina a bagagem que o garoto de cabelo cacheado carrega consigo. Ele não gosta de reclamar dessas coisas, tentando sempre ver o lado positivo e tentando disfarçar a parte podre com o bom e velho sorriso. Morando no mesmo lugar, na mesma casinha caindo aos pedaços, ele tenta pagar a dívida que não é dele e a internação recente da mãe no hospital psiquiátrico após outra tentativa de suicídio. Em meio a esse caos, tenta ser um homem normal (na medida do possível) de vinte e oito anos, torcendo pra conseguir sair da bosta que se enfiou.
Não importa o quão duros sejamos, o trauma sempre deixa uma cicatriz. Isso nos segue para casa, muda nossas vidas. O trauma atrapalha todo mundo. Mas talvez esse seja o ponto. Toda a dor, o medo e a porcaria. Talvez passar por tudo isso seja o que nos mantenha avançando. É o que nos empurra. Talvez tenhamos que ficar um pouco confusos, antes de podermos avançar. E o máximo que podemos esperar é que um dia tenhamos a sorte de esquecer.
OOC
TW: estupro (mídia e escrita)
Temas de interesse: angst, crack, fluffy, friendship, hostility, romance, smut, violence
Conflitos: sim, mas me comunique com antecedência
Disponibilidade: tarde, noite e aleatório
Maek-Ju (맥주, Beer) is the korean word for beer. Top 3 selling Korean Beer are Cass (카스), Max (맥스), Kloud (클라우드) and type of beer is Lager. Some Korean food is s