Eterna luz do sol,
“Digamos que o que me disse é real, que o amor exista e que podemos senti-lo. Que a linha vermelha (akai ito) nos liga, e vez ou outra acaba nos puxando de volta em algum momento por uma força maior. Digamos que as circunstâncias nos fazem ignorá-la. E que mais do que nunca gostaríamos de cortá-la. Digamos que você não suporta conviver com isso devido a tudo que aconteceu, e que eu odiaria acreditar nisso como algo real.
Ainda sim, a última coisa que nossos planos permitiria seria estarmos juntos, ainda sim, o passado nos assombraria e todo o amor que já nos deram acabaria. O que significa valer mais ignorar que isso possa ser real e seguir acreditando que o amor romântico nem sempre nos cura, mas as vezes machuca quem amamos. E nessa vida de erros e acertos, digamos que uma ferida mal curada pode ser estancada com a fé. Digamos que meu coração é seu, mas só digamos.”











