Que imersão melhor pode haver,
Se não a de mergulhar no eu,
acolhido/a em diferente abraços?
Tecer uma teia entre nós no agora,
e reforça-la com a nossa ancestralidade.
Um cordão, um brinco, um pingente, um livro
histórias,
rodas de sinceridade...
ou deitar no chão e tentar se conhecer de verdade.
O soar de um sino que como iguais,
avisa-nos sobre a mudança.
ou compartilhar quem sou eu
refletido em grupo,
Enquanto lá fora a chuva faz sua dança.
Avistar um pavão que vem dizer,
vai irmã. vai irmão.
Porque a flecha é certeira quando estamos firmes da decisão.
Pisar descalça na grama,
Conversar, abraçar, fazer arte
ou até mesmo passar mais tempo na cama.
Pensar junto, fazer junto, andar junto,
Em grupo ou mesmo quando sozinho,
Por exercitar mais o eu, enquanto trilho o caminho.
Ser,
eu, eu no nós, o nós no meu eu.
e Sentir,
no perfume, no respirar, no mastigar;
andando ou parado, de pé ou deitado
Sozinho ou acompanhado.
e cuidar,
do eu, do presente, da ancestralidade;
do meu corpo, do entorno, do eu na sociedade.
Agir,
isso já fazemos,
muitas vezes e em nível máximo.
Mas agora com o Ser, Sentir e Cuidar
Para nos seguir acompanhando...