Vidros
Museu Nacional Soares dos Reis
Porto/Portugal
Fotos Carlos J. Martins Nobre
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Vidros
Museu Nacional Soares dos Reis
Porto/Portugal
Fotos Carlos J. Martins Nobre
Super Dragon Ball Heroes Episode 50
The finale of the Supreme Kai of Time arc finally came out a few weeks ago, so let's wrap up my liveblog of it.
Tijolo de Vidro: +83 Ideias e Dicas de Como Usar na Decoração
✨Hisoka✨
Título: Remédio Nankin sobre Papelão Nankin on Cardboard 29,7↔ x 42↕ cm
D,
vejo você andar descalça e cambaleante nesse caminho cheio de pedaços de vidro, desafiando seu próprio equilíbrio, como se teu corpo já não tivesse repleto de marcas e as voltas de 360° que seu planeta deu não tivessem lhe testado o suficiente, e por mais que eu queira te arrancar daí de uma só vez não seria o mesmo que arrancar um curativo e deixar sangrar. você precisa ir saindo as poucos, com calma, eu sei. eu sei. ando todos os dias te observando e ao mesmo tempo sentindo as algemas se apertarem em meus pulsos aos poucos enquanto tudo o que me resta é esperar. eu nunca fui boa em esperar, D., me perdoe. o cheiro do sangue sempre sobe às minhas narinas e quando alcança o chão tem som de desistência. eu simplesmente odeio ver sua energia vital se esvair e sempre acreditei que o amor é uma troca - às vezes a gente confunde com roubo e esse é o maior dos nossos erros. acho que nós só resistimos porque sabemos que não é sua culpa não é minha culpa e a gente acaba por detestar História por se escrever de uma forma tão injusta. irônico, D. a gente sempre amou História.
queria que o mundo revertesse o movimento e eu sei que você também quer porque teu universo ta desordenado e oceanos não sobrevivem muito tempo poluídos. tu, mais do que ninguém, sabes o quanto somos suficientes porque existe um motivo para a natureza ter nos feito só.
e estou certa de que sozinha vais correr daí e eu sinto muito porque vai doer. mas eu tô aqui fora, D. e trouxe os band-aids.
- g.s.
ps: para minha querida D. (@resignedmemory): lhe amo, irmã.
As oferendas faunas Foram condensadas Em uma única fileira de dentes Os teus mais bélicos caninos Natureza em coma Espetáculo eloquente da vista Para a convincente jornada Sempre precisada celebrar a recompensa explícita A carne artística Banha-te em azeites de Olivia Em outros retornos de mercúrio Antevê-se espirituosíssima Filo destoa-se do substantivo Agrega-se o mesmo sobrenome francês de seu realiziador Se sou cria, porque não deveria tê-lo como nome? Não me amas o suficiente, pai? Ou sou bastarda? Somos todos o estudo imaginário Do artista que ainda não fomos Famintos em celebrar o infinito Baco bebe de nosso pranto no jantar no final do mês Paisagismo caricato humano Idealiza rosas e lírios Recebes cravos enviados de si mesmo Diretamente do futuro como prova que não há acaso Primazia vidros temperados Vês além, decora e invoca Narcisos e visitas os tens à seus pés Mais admirado do que ondulações em vitrais Amam-lhe com o toque Com a língua áspera coçando a fissura Leiloam inseticidas água com açúcar Para afastar-se de todas as formigas que já estão em teus lábios...
Bustos, Pierrot Ruivo
Arquivo Solar 🦏🌎