Erykah Badu photographed by Marc Baptiste for The New Yorker, March 2008

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Aqua Utopia|海の底で記憶を紡ぐ
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Erykah Badu photographed by Marc Baptiste for The New Yorker, March 2008
Chart of Edible Japanese Mushroom Types , Early 20th Century
Ukiyo-e Japanese art
Woodblock, 6.25 x 3.75 in.
Rain drops on leaves.
can we all come together and agree that the saying “no one can truly love you until you love yourself” is trash. loving yourself takes time, and it isn’t always easy. Know that there are people out there who love you, even when you struggle to.
Uma Thurman as Venus The Adventures of Baron Munchausen (1989)
“Always Follow Your Mother’s Advice” / i-D Magazine Winter 2017
mas não se afoba não, viu saudade é só aquela certeza aguda de que o sentimento se estica.
madrugada:
depois da meia-noite o vazio é maior.
tua inquietação se iguala a minha quando, na calada da noite, um ronco se ouve, e, nem meu, nem seu ele é.
eu to cansada das suas negações, da sua teimosia em querer ferir os outros. Faz meses que eu já nem sei mais chorar, eu só dou uma boa tragada do ar e respiro fundo, bem fundo, que é pra me preencher. eu ia falar sobre esse tempo que não firma, e me lembrei de você. você não sabe estabilizar. você me olhava com os olhos de quem não sabe a miníma ideia do que tá fazendo e preferia fugir.
eu sinto raiva de você. mas também sinto outra coisa que não sei o que é. you’are the smallest of my problems, but you are still what i can’t ignore. i feel like my heart is gonna fall apart. you make me miserable, and you are so stupid, making all this shit. and i’m such a idiot because i believed in you. and i still miss you.
Sou um bloco de gelo que derrete e congela.
Instável. Complicada. Meteoro cinza e solitário que vagueia a anos luz. Luz só no nome. O espaço é escuro. As estrelas passam longe de mim. Hoje sinto tudo. Sinto a dor do mundo. Amanhã nada sinto. Instabilidade nos pés e na alma. Não acredito em alma, mas achei bonito. Coração? De tanto apanhar parou. Mas as vezes ele acorda e se sensibiliza com uma simples notícia do jornal de ontem. É estranho meu senhor. Sentir tanta coisa em certo dia, e outrora acordar sem sentir absolutamente nada!
teu maior problema sou eu
te liguei três vezes noite passada e amanheci deitado a tua porta. queimei as folhas das tuas rosas com meu cigarro. pisei na tua grama, arranhei a pintura do teu carro. voltei pra casa andando bêbado e lento no meio da avenida. quis foder com teu dia do jeito que tu fodeu com minha vida. se tu reclamar de algo hoje, torço que alguém te conte que a culpa é toda minha. a praga da tua vida sou eu.
Já passei por situações horríveis de gostar de alguém e não ter recíproca. Gostar demais, colocar a cabeça no travesseiro e chorar sem parar ou não conseguir fazer nada porque me lembrava da outra pessoa. Eu sou assim e não tenho vergonha de falar. Mas do mesmo jeito que eu sofri, eu sorri. Porque toda vez que o amor me dava uma porrada assim, a vida me deixava um tempo pensando em mim pra depois, com calma, colocar alguém novo no meu caminho. Mesmo que fosse só pra curar a saudade de ter alguém ou pra durar. Ou, ainda, que fosse uma paixão em combustão espontânea e sem freio nenhum. Não importa. Amor é algo que se encontra mais de uma vez na vida e eu provei disso. Há certos males que vem para o bem. Pode ser demorado, mas tudo que precisamos dar é tempo pra poeira baixar, assentar e, aí sim, deixar outra pessoa construir alguma coisa no nosso coração. Ou, até quem sabe, a mesma pessoa de antes. Tudo é momento, sintonia, vibe. Desesperar não adianta. É preciso saber viver e, principalmente, conviver com o que aparece pelo caminho - mesmo que se assemelhe a uma rua sem saída. Mentira. Tudo tem jeito.
Eu me chamo Antônio.