Feliz Dia dos Namorados <3

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@wellington-almeida
Feliz Dia dos Namorados <3
Casais: amanhã é dia de furunfá <3
AHAHAHAHA
“gay marriage is legal, what more do YOU PEOPLE want????”
so many things, thanks for asking!
an end to conversion therapy for gay and trans youth
repeal of laws which legalize discrimination against lgbt+ people if it’s derived from “sincerely held religious beliefs”
recognition and protection for lgbt+ people on the international stage
reduction in the rates of suicide, depression, and homelessness among lgbt+ people
to be able to google ‘lesbian’ without seeing pornography
an end to the sexualization and fetishization of lgbt+ people in general, particularly wlw and transwomen
legislation to add workplace protections for trans and gay people in all 50 states
repeal of “bathroom bills” that bar trans folk from using the appropriate rest rooms
recognition and remembrance for the countless individuals who died from HIV/AIDS and repartitions for the survivors
an end to the “gay panic” and “trans panic” defenses
media representation that doesn’t end with the characters’ deaths
marriage equality was not the finish line.
30 homens, 1 menina Porque diabos devo me sentir segura ao lado de um homem? Porque diabos devo achar que um principe deve me salvar? Quando no meio de trinta, TRINTA fucking machos, um não foi capaz de agir como um animal racional. Ou melhor, como um animal irracional, levando em conta que o ser humano é o único ser vivo que cultua a maldita cultura do estupro. O que posso dizer pra essa garota? Não posso nem dizer que quando isso aconteceu, todas fomos violadas juntos, porque não é verdade. A dor dela é indizível assim como das milhares de mulheres que sofrem com o mal do machismo diariamente e tem seus corpos violados. Eu que sou do time da empatia, que sempre tento me colocar no lugar dos outros. Hoje sou incapaz, porque nada que eu faça diminuirá o estrago que foi feito na vida dessas mulheres. A culpa não é da vítima e isso deve parar. Precisamos falar sobre a cultura do estupro. Precisamos protegermos umas às outras, não podemos esperar por homens, porque eles não sabem o que é ter seus corpos violados e mesmo que nem todos sejam estupradores. Hoje sabemos que a cada 30 nenhum se salva.
I never know what to do with my hands...
Achtung Berlin - Dia 2
A nossa maratona começou com o melhor filme da noite, o drama familiar Treppe Aufwärts (“As escadas lá de cima” numa tradução literal). O filme de estreia da alemã Mia Maariel Meyer. O filme, financiado por uma campanha de crowdfunding, conta uma história de três gerações: avô, pai e filho vivendo na mesma casa e com histórias do passado que ficaram por resolver. Hanno Koffler (o galã de Queda Livre) faz o filho que tenta controlar o vício do pai nos jogos e que agora também tem de lidar com o seu próprio filho adolescente que acabou de se juntar à família. Três homens atormentados por um passado que teima em fazer sombra sobre suas vidas, e que dita as regras das suas vidas no presente. Mia Maariel Meyer exibe uma segurança impressionante para uma estreante, criando uma espiral de tensão e negrume em crescendo mas sem nunca perder o controle da situação. A sua câmera é clássica e sofisticada e, por vezes, até faz lembrar Michael Mann. Estamos apenas no primeiro dia do festival, mas Treppe Aufwärts é uma bela surpresa na competição e tem grandes chances de sair com o prêmio.
O segundo filme do dia ficou por conta da pequena produção Lotte (competição), filme de estreia de Julius Schultheiß. Lotte (a carismática jovem atriz Karin Hanczewski) é uma jovem que não tem residência fixa, vive perambulando pelas ruas de Berlim a procura do próximo lugar para dormir e que trabalha em part-time como enfermeira num hospital local. Um dia, do nada, uma menina de 15 anos dá entrada no hospital por causa de um acidente e descobrimos, com alguma surpresa, que a garota é a filha dela, abandonada no passado. Fato esse, aliás, um pouco inverossímel dado que ambas as atrizes parecem ser da mesma idade; mas ultrapassado essa estranheza fica um filme curioso, realizado com pouco dinheiro mas que vive do desempenho do seu elenco. O filme tem o mérito de nunca julgar as suas personagens (a cena de sexo e das drogas no banheiro da discoteca, por exemplo) mas essa isenção também custa ao filme um pouco mais de substância e responsabilidade e por isso mesmo, depois de algum tempo, ele nos perde por completo. O filme teve a sua estreia na Berlinale desse ano (Perspektive Deutsches Kino) e apesar das críticas favoráveis, acredito que tem poucas chances de sair vencedor por aqui.
A noite fechou com uma curiosa e bizarra experiência visual, Back To Nothing, o segundo filme do fotógrafo Miron Zownir (que contam as más línguas, ficou furioso por seu filme não ter sido selecionado para a competição). O filme é um espetáculo visual (em primoroso preto & branco) de auto celebração - o star system alemão, que já dava as caras no terrível Mann im Spagat, está quase todo no filme - encabeçado pelo quase sex symbol Timo Jacobs. Mesmo assim, é impossível perder o interesse pelo filme de Zownir ao longo da sua hora e meia de loucura vampirística. Mal comparando, é uma espécie de Sin City berlinense, com um grupo de freaks em busca de significado para as suas insignificante existências, proferindo frases de ordem e filosofia de pacotilha numa Berlim abandonada e estilizada. O filme integra a seção Berlin Highlights e tem cara de que já nasceu com o carimbo de filme cult.
Mãe, olha eu na revista Exberliner!
Horace and Pete, ou o que acontece quando um autor brilhante tem liberdade criativa
Com quase trinta anos de carreira, Louis CK ascendeu nos últimos dez pra se tornar hoje um dos maiores comediantes dos EUA. Com um humor que mistura uma afiada crítica social com pitadas de escatologia, CK lota arenas pelo país e mais: consolida-se como um dos grandes autores da cultura estadunidense atual. Chego a compará-lo a Woody Allen.
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AHAHAHAH
Dear Donald Trump, I’m Proud That My Parents Are Immigrants
(Video by EmergingUS)
weekend! yaaaaay!
Aguenta aí, Dilmão!