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Aquela paradinha.
Aquela paradinha que passa, que transmuta nossos pensamentos, que cura nossos corações, renova nossas esperanças, traz coisas, leva pessoas, traz gente e leva matéria. Pode parecer que ele é rápido, pode até parecer que é devagar, mas não é nada disso, é a velocidade ideal que nunca muda e nem nunca mudará, se mudar um dia, pode ter certeza de uma coisa: Fodeu.
Ele nos ensina sem saber, ele é leve, suave, é difícil de sentir, são tantos adjetivos, tantos detalhes e proezas que é bom parar de mensurar, já esta gay para caralho essa merda. Porém tenho que completar e dizer que é o melhor remédio para todas as coisas, peço hoje que seja breve, mas que em breve tenha calma.
(Não me pergunte o que Londres tem haver com o texto.)
Se você ainda não sabe do que estou falando, você não é burro, só retardado, até bem mais do que eu, que escrevo um texto sobre essa paradinha que adjetivei e não falei o nome. Mas caso há de fato algum retardado lendo isso, tenho que dizer sobre o que escrevo, portanto pratico aqui inclusão social em quanto disserto a respeito do tempo. Agora eu posso voltar a encher ele de elogios sem que fique gay, pois já revelei a face do assunto. Ah o tempo… Não o tempo de fenômeno natural, na verdade sim, mas não tempo de que “Ah hoje vai chover”, não, é o tempo.Não é tempo verbal também…É só o tempo.
(Eu estou no tumblr, tinha que por uma foto de um Cupcake cara.)
É o tempo, o tempo do “Ae caralho, hoje é sexta”, do “Puta que pariu amanhã é segunda”, do “Nossa o ano já ta acabando”, do “Caramba, passou tão rápido”, do “Amanhã faço 30 anos”, do “Amanhã meu filho nasce” do "Pega uma cerveja lá pro tio", do “Já estou velho” e do finalmente “Eu me arrependo de não ter tentado” A única coisa que o tempo não cura é o arrependimento. A vida vem em ondas, já dizia o poeta Lulu Santos, e se a vida vem em ondas, o mar é o tempo. E não há tempo para não ser feliz. Continue com fome, continue tolo. E um abraço ex professoras de português, eu repito tempo quantas vezes eu quiser, suas vagabunda do caralho.
(Só pra fazer sentido com alguma paradinha aí.)
O final de Californication.
Acabou, terminou, se completou, se encerrou, finalizou, são tantos sinônimos para esta palavra que eu não sei por qual escolher, eu quero apenas dizer que chegou ao fim, não teremos mais Californication meus caros amigos, Hank Moody? Ele não existe mais, morreu, Charlie Runkle? Muito menos, personagens de alto gabarito como estes acabaram de morrer, a história ja foi contada.
Terminei a 7º temporada de Californication há algumas semanas em um dia só, estava cada vez mais ansioso para saber que merda que ia dar. Eu nunca soube de verdade do que se tratava Californication ao contrário de outras séries onde a percepção de sua essência é muito mais rápida, posso citar aqui, algumas séries, como por exemplo Breaking Bad, é uma série sobre pessoas, seus pensamentos, os seus limites, House of Cards, é uma serie sobre aprendizado, evolução mental e por aí vai muitos outros seriados de TV. Até a 7º temporada de Californication eu não fazia ideia do real significado desta obra. Foi então que assistindo insanamente que eu cheguei a definição de que Californication não é nada mais do que uma serie sobre: MERDAS! As merdas acontecem, como muito dito na série "Shit happens", é sobre se ferrar, é sobre tomar no cu, se foder, sobre as coisas darem errado! Mas acima de tudo, não desistir. Não desistir, é o que Hank faz até o final, em momento algum ele desistiu de seu amor, Karen, no começo pode parecer ser uma série extremamente romântica, não deixa de ser, é um história de amor fascinante, mas ao olhar os seus anais, veremos que tudo isso é muito maior. É a melhor série que eu já assisti e afirmo isso contando o emocional, talvez tecnicamente não, há series muito melhores, mas o que eu aprendi, as lições que eu tirei de Californication são coisas que nem meus familiares podem me ensinar. A principio, parece uma série que não vai te lecionar nada, o que sexo, drogas, merdas e loucuras ensinam a uma pessoa? Eu respondo: ENSINAM COISA PARA CARALHO! Foi assistindo Californication que eu aprendi que não existe o certo e nem o errado, apenas consequências, aprendi também que somente se corre atrás da mulher que você realmente ama, assim como Hank, nunca correu atrás de outra mulher que não fosse a Karen, aprendi também que cartas são impactantes para caralho! E um dos meus maiores aprendizados, foi "Saber ser um cavalheiro", era assim que Hank conquistava todas as mulheres, independente de questões fisiológicas, há sempre um coraçãozinho batendo e querendo ser amado. Não quis analisar tecnicamente, nem dar spoilers, nem nada neste texto, apenas expressar o meu sentimento final, eu estou feliz, a série acabou, mas na real ela não acabou, assim como a metalinguagem usada por Tom Kapinos na carta que Hank faz bem ao finalzinho. "Isso. Eu não soube como terminar. Porque não acabou. E nunca acabará, enquanto houver você, enquanto houver eu, enquanto houver esperança e graça".
Acabou, mas na verdade, não acabou, nunca acabará, merdas continuarão acontecendo, pessoas continuarão sofrendo, nós continuaremos não desistindo, e o tempo continuará passando. Sinto que não me expressei o suficiente, sinto que não disse o que tinha pra dizer, isso acontece com o ser humano quando ele gosta muito de algo ou de alguém. É a situação tipica de querer dizer tudo aquilo que sente para aquela pessoa, entretanto você sente que é impossível se expressar quando o sentimento é demais, infelizmente não há palavras para descrição, apenas afeto. É vida que segue, a serie deixou um gosto de: "E agora? O que eu faço da minha vida?" Como eu viverei sem escutar um Motherfuuuuuucka do Hank, ou um "I have an offer for you?" do Runkle? Simplesmente, sem resposta. Apenas termino dizendo para assistirem essa série caso você não a conheça, termine-a, e não a olhe como apenas uma serie de putaria desenfreada, essa é uma das obras mais bem feitas de Hollywood, e pode der certeza que merdas acontecem. Obrigado Hank Moody, Charlie Runkle, Karen, Marcy... Obrigado Tom Kapinos. Termino do mesmo jeito que vi em um texto sobre os aprendizados de californication.
“Para a porra do todo o sempre, querida”.
Não somos pessoas boas, somos humanos porra!
Vivemos dilemas, o mundo preza por nós sermos boas pessoas, talvez por influencias religiosas, presume-se, é muito obvio que todos nós somos inspirados a fazer o bem, ser certo, ser justo, nunca abandonar os outros, sempre ajudar o próximo, jamais pensar só em si mesmo, amar, sorrir, desejar o bem, mas é aí que eu quero chegar: Nem sempre é assim.
Eu não sou assim, eu não sou uma pessoa boa, muito menos tento ser, e talvez nem quero me tornar, eu sou apenas o que sou, você também não é, as vezes tenta ser, as vezes não, nós somos apenas o que somos. Mas as pessoas julgam as outras "Fulano fez algo para alguém" "Ciclano é um filho da puta", "Fulano só pensa em si mesmo", "Ciclano esquece dos outros" e por aí vai. Muitos dizem que julgar é errado, que não devemos julgar ninguém, mas a vida é um julgamento, e ao final dela, não tem uma parada que chamam de julgamento final? onde nós seremos sentenciados? E se caso der merda iremos para o inferno, ou ficamos no limbo, ou se formos boas pessoas, vamos para o paraíso? Não sou um grande conhecedor de religião, como vocês podem perceber, mas talvez isso faça algum sentido. O que eu quero dizer é que julgar e ser julgado faz parte, e essa palavra está sendo muito utilizada no meu texto, julgar, julgar, julgar, minhas ex-professoras de português iriam com certeza apontar este erro, porém ficará assim pois eu não quero abrir o Google e procurar um sinônimo para "julgar", alias já fiz isso no "sentenciados" lá em cima, mas deixando o julgar, julgar e julgar de lado, sabemos que há pessoas boas em arbitrar (sim, eu fui no Google de novo) e outras péssimas, o futebol é uma prova disso. Mas como havia dizendo, eu não sou uma pessoa boa, e nem tento ser, sou apenas o que sou, nós somos apenas o que somos. Agora o que me faz pensar é a dificuldade que muitos tem em não admitir que ela não é a melhor pessoa do mundo! Admita, que você é um filho da puta, caso você não admitir, é apenas hipócrita, afinal há apenas dois tipos de pessoas no mundo, não concorda?
Por isso eu reitero, não sou uma boa pessoa, e nem tento ser, sou apenas o que sou, muitas vezes vou agir por puro interesse, muitas vezes eu perco interesse e abandono, outras vezes esquecerei como algumas coisas são importantes, e assim sou eu. Assim somos nós, a maioria das vezes. Não devemos ter medo de admitir e nem defender com argumentação para se explicar, apenas devemos admitir que somos a porra do humano errado do jeito que ele se desenvolveu. E a única coisa que podemos fazer para as pessoas que entraram nos nossos caminhos, é pedir desculpas. Como aqui assim eu peço, minhas sinceras desculpas! Peço clemencia por todos estarem se relacionando com um humano e não um personagem da Disney. Mas tudo é ponto de vista, eu sou uma boa pessoa, para a sociedade, para pessoas da minha família, para muitos amigos, para pessoas que vejo na rua, sacas? Talvez essa seja a prova de que o mundo não está perdido. Somos apenas humanos,e humanos são humanos não boas pessoas.
Formato mínimo.
Começou de súbito, a festa estava mesmo ótima, sorrisos estridentes assim como a música que tocava, música boa por sinal, nas baladinhas dos dias atuais é muito díficil encontrar algo que realmente valha a pena. Ao fundo tocava The Smiths e regia uma vibe romantizada dos anos 80 que contagiava o lugar, e lá estava ele, caiu ali por súbito, sem querer mesmo, empurrado por seus amigos depois de um chopp degustado à ligeiras goladas que desciam pela garganta acariciando suas cordas vocais como se fossem anjos lhe dando tratamentos mais do que especiais.
Ela também estava ali de súbito, empurrada por suas amigas, mas de uma forma muito diferente, ela meio nerd, preferia saborear grandes livros pela noite ao invés de tentar algo mais ousado e se divertir, assim como boa parte das pessoas com sua idade. Para ela era super normal, porém as vezes sentia falta de ter histórias para contar que não fossem páginas já escrita de algum livro. Após uma envolvenvente conversa persuasiva de suas amigas, do nada, lá estava ela. Ela procurava o príncipe, assim como nos seus livros, procurava o principe pois esperava parar de ter que se submeter a sair de sua casa para uma noite onde homens e mulheres se degladiam por amassos, um principe de fato resolveria tudo isso, ela viveria histórias, aprenderia muito, seus problemas seriam de fato resolvidos. Já ele, ah...Ele procurava a próxima. E lá estavam os dois: Ele e Ela. Ao som de "Heavens Knows I'm misarable now" música da qual ela se indentificava muito, talvez, representava o atual momento dela, não sei, ela fechava os olhos e compreendia a letra perfeitamente, era boa de inglês, o copo de plástico em sua mão com uma bebida levemente esverdiada balançava com o seu suíngue fazendo com que o liquido ficasse a ponto de cair, perto de molhar o chão iluminado por luzes de neon. Ele não compreendia a música, seu inglês não era tão rebuscado, mas era fã de Smiths, e curtia a vibe, o balançar do rock inglês. Logo, ele reparou no óculos. Ela terminava sua bebida da qual se desfazia na lixeira mais próxima, pensou ele que talvez esse seria o momento certo de fazer a investida. E então aconteceu: - Oi, prazer, meu, nome, é - A música alta fez a incompreensão de sua graça. Ela reparou nas virgulas e sorriu mesmo sem entender nada do que ele tinha dito. Ele, sem alternativas lhe ofereceu a bebida da qual degustava, ela achou aquilo o máximo, com um simples gesto ele pensou que tinha ganhado a garota, e por apesar de ter estado tímido no inicio de sua frase, agora as palavras começam a fluir, sua falácia e confiança começam a avançar e o papo a se desenvolver para algo da qual os dois se beneficiarão no final. As amigas, olhavam felizes se aliviavam com um ar de "Puta que pariu, até que enfim". Elas sabiam, que ela procurava um príncipe, mesmo que apenas por uma noite. Assim, os lábios se tocaram asperos, porém deslumbrantes, beijos de tirar o fôlego, lingua que se movia da direita para esquerda e da esquerda para direita em uma velocidade relaxante. A madrugada cada vez mais se adentrava, e ele estava com o seu objetivo claro, estava conseguindo cumpri-lo até então, e em um flash de bebidas conversas e beijos ácidos os dois já não se aguentavam mais de tanto tesão.Ele a levou para um Motel, experiente, ela era realmente a próxima, e tímidos transaram trôpegos e àvidos gozaram rápido. Foi uma transa estranha, não chegou ao seu ponto ideal, mas a madrugada também é uma criança, e para ele e para ela havia tempo para mais umas cinco daquelas, que mesmo sendo estranhas a sensação final era ainda algo que nunca poderia ser taxado como ruim. E algum tempo depois, na segunda, ele procurava o alibis, e suas linguas se entrelaçavam, mas desta vez não nos lábios, em um outro lugar que você sabe qual é, e ali tentou fazer do trôpego algo mais contagioso, algo que não tivesse apenas um final de prazer, algo que fosse um prazer ao todo. E ela flutuava lépida. Ele sucúmbia ao pânico, todo homem sabe que ao fazer este tipo de serviço não fazer a mulher chegar ao ponto ideal não só seria uma frustração para ela mas também para ele. Já ela neste estado descansava lívida, tinha sido algo fenomenal, uma sensação melhor do que os livros a transmitiam em milhares de emoções passadas em milhares de histórias vividas, é incrível como o mundo é. O medo redigiu-se infimo para ele, e ali se atracavam, o contato mais do que presente, em uma cama completamente desarrumada, ele acariciava, a penetrava, e sentia em sua mão os pequenos impussinhos de prazer que era transmitido, ele percebeu a dádiva, declarou-se dela o súdito e assim desenhou-se a história mágica, ali ela acabara de encontrar seu príncipe,pelo menos em sua cabeça. E foi assim que ele enfim dormiu apático nesta noite segredosa e cálida. Ao amanhecer ela despertou-se tímida, tinha caído na real, as pessoas costumam cair na real de uma hora para a outra, talvez seja como ganhar na lotería, você demora para acreditar, mas no final acredita. Estava ela ali, feita do desejo a vítima, fugiu dali o mais rápido que pôde, sem deixar rastros, sem despertar uma mosca, forma ninja de se esvaír. Caminhava passos tétricos, o amor assim como nos seus livros contos e romances, na sua mente algo épico acabara de se trasnformar em um jogo cínico. Para ele, uma transa típica, o amor em seu formato mínimo, o corpo somente se expressando de uma forma clínica. Dá triste solidão A rubríca.
Um desabafo sobre Californication.
Daqui a alguns dias minha seria favorita estará de volta! Estou animado porém triste também, é a última temporada para se encerrar a maravilhosa história de Hank Moody. Californication está de volta, Hank, Karen, Charlie, Marcie, foram personagens fantásticos que me ensinaram muitas coisas, não vou me prolongar muito pois quando a série acabar eu pretendo fazer um texto sobre ela, mas como havia dizendo, o que sinto é uma mistura de alegria e tristeza, alegria por quê está voltando, tristeza por quê tudo isso vai se acabar! É de fato como perder um grande amigo, sabe, talvez eu tenha um grande apreço por Californication por quê em um dos piores momentos da minha vida essa série estava lá comigo, caralho, eu disse que não ia me prolongar muito, mas é impossível, eu só não quero que esse texto seja um adeus a essa série, de resto tá beleza. Como havia dizendo, Californication estava lá comigo, me ensinando muitas coisas que eu vou deixar para o texto de despedida, mas a questão é além disso, se liga como isso é bizarro, como uma obra de televisão, uma obra fictícia pode afetar tanto em sua vida, eu gosto muito de escrever, mas isso só veio se aflorar mesmo depois de eu descobrir a história de Hank Moody e o seu inicial bloqueio criativo, eu queria ter criatividade para escrever todos os dias, mas não dá, existe um bloqueio criativo que as vezes dura 1 semana, 2 semanas, ou no caso do Hank dura pra caralho! E é interessante saber, ver de uma forma como uma outra pessoa sofre com isso, é um personagem fictício? É...Mas foda-se pra mim tudo aquilo existe, não é possível que lições tão valiosas para não sejam reais, claro que nunca serão atoa pois os criadores, os produtores colocam muito de si na trama. O diretor de Californication alegou que para a história não se estragar, tinha que terminar ali, eu compreendo, pois o Hank ficar correndo atrás da Karen todo esse tempo, se durasse mais 15 temporadas ele tentando voltar pra ela e sempre fazendo merda, sería horrível, primeiro que nenhum homem corre atrás tanto tempo de uma mulher assim e segundo que nenhum homem faz tanta merda por tanto tempo assim. Mas houve uma redenção, o Hank vem ficando mais de boa ao longo das temporadas, mothafuuuuuuuuucka.
Bom consegui não deixar o texto como um adeus, mas deixarei aqui minhas expectativas para essa última temporada: FINAL FELIZ. Creio que o Hank, como já vem de uma redenção vem se dando bem, haverá um final feliz, mas haverá um puta de um final feliz, ao melhor estilo Hank Moody, um final feliz diferente, não um clichê "Karen você é tudo pra mim", mas um parada inovadora, assim como sempre foi em todas as temporadas dessa magnífica série.Eu espero que as lições continuem sendo passadas nessa última temporada e que me emocione como me emocionou muitas vezes, e que venha outras séries que nos façam pensar e rir desta forma.
Termino com uma das passagens mais fodas que a série tem, ao final de uma das temporadas, não me lembro qual...Mas sobe um Rolling Stones magnífico com um "you can't always get what want" E é algo que eu levo muito pra minha vida, por mais que você tente, há coisas que você não irá conseguir, não adianta vir com aquele discurso moralistinha de que é só acreditar, é só correr atrás, isso é desculpa para o fracasso, você vê uma pessoa bem sucedido falando isso, você sabendo que é mentira, usa essa porra como conforto, nem sempre assim, as vezes é, as vezes não. "VOCÊ NÃO PODE TER SEMPRE O QUE QUER". Como por exemplo o próprio Hank, até agora ele não conseguiu o que ele queria, e se não conseguisse, também não seria um final ruim, nada seria um final ruim, mesmo se o Hank morresse.
Bom, esse foi um desabafo sobre Californication, vou terminar meu House of Cards e acompanhar novamente a história do melhor escritor do mundo, Hank fucking Moody! Quando acabar escreverei um puta texto sobre o que a série mudou em mim e o que me ensinou, esse é o grande papel social de uma obra cinematográfica afinal... Enfim, estou me alongando pra caralho! Até a próxima mothafuckaaaaa e tchau!
Como dizia o Rei - Ep#01
Era um reino lastimoso, as rosas murcharam e seu perfume se tornara enxofre, o céu que era azul na qual os corvos transitavam trazendo as boas e as más novas passara a ser cinza, não havia sol, o semblante alegre da população passara a ser fatigado, a chuva que um dia chegou a molhar os campos e as pradarias do reino não cai a meses...Tudo se tornara seco, tudo parece morto neste lugar. Há alguns meses atrás crianças se banhavam no rio próximo a muralha local, os moradores que ainda sobrevivem de seus sustentos não se divertem mais, a taverna não é mais sinônimo de alegria, a econômia ainda é a mesma porém tudo parece desolado, de fato é um lugar melancolico. E quem diria era ali que ficava o reino mais explendido de Galarar? Agora, neste isolado lugar boa parte da população deseja ir embora, mas poucos podem, parte da burguesia que ainda acredita no rei insiste em ficar na cidade mantendo assim o comercio ativo, outra parte dela não titubeou em sair, se há dinheiro e a há vontade, para quê viver em Diwrnod? Não queria a vida por quê a vida não lhe queria e cozinhando sua alma quebrada, tudo se foi dando por perdido, como dizia o rei: "nec sit amet". Uma frase que nem seus lordes compreendiam porém sabiam que seu significado era o lema do reino, um lema que trazia uma mensagem forte, apesar de não compreender a línguagem todos sabiam que aquilo nada mais era uma mensagem que dizia: "Vamos ser felizes". Isto estava estampado em todos os lugares do reino entretanto não mais no semblante da população e muito menos da alta cúpula de Diwrnod, ninguém mais praticava, o lema da cidade passara a ser falho. Um lema escolhido pela finada Rainha Hud, a mulher mais pura que provavelmente já existiu, a mulher mais linda que provavelmente já passeou pelas estreitas vielas de Diwrnod, seus cabelos louros, sua pele macia e seus olhos azuis faziam com que seu carisma encantasse até os mais desgraçados prisioneiros da região, sua fala era uma magia, ninguém conseguia descrever a exuberância de Hud, inclusive seu cônjugue, Rei Adfer, que a amava mais do que a si próprio, Adfer acredita que a magia daquele lugar era Hud e que sem ela tudo se tornara o que se tornou. O que não deixa de ser verdade, depois da morte de Hud a cidade se transformara no que é atualmente, e não foi aos poucos, de um dia para o outro tudo passara a mudar, o reino não é mais como antes. O lema que foi escolhido por Hud, Adfer tomou para si após sua morte, e não parava de repetir: "nec sit amet", em seus discursos, em suas reuniões com lordes, ao falar com sua ainda jovem filha Cariad todas as frases eram terminadas com um suave "nec sit amet". Talvez seja uma forma de lembrar a Rainha, a forma mais constante que ele talvez tenha encontrado, assim há todo momento ele vivia a repetir, repetia como uma forma de voltar com o tema do reino a boca do povo, porém não conseguia, não havia mais "nec sit amet" em Diwrnod, ninguém se lembrava mais, apenas Adfer, um homem triste e desolado por perder a esposa tão cedo. É dia de solsticio de verão, é a primeira vez que o reino comemora um dia desses após o cinzento céu que tomou a região, o rei quer uma comemoração pois tem de lembrar Hud! Era o seu dia preferido, Hud saia pela cidade convidando a todos para comparecer a praça central onde havia uma grande festa com muita música bebida e diversão, certamente era um dos dias mais felizes do ano. Foi assim que Adfer decidiu estrear uma nova estátua no Reino, era a imagem de Hud, segurando um lindo e dourado "Nec sit amet", acreditava que era assim, trazendo a tona novamente o lema da cidade junto com uma imagem de Hud que os céus voltariam a ser azuis e as crianças novamente a sorrir de forma indefectível. Lordes e vassalos ajudaram a preparar a comemoração, o Rei estava ansioso, estava esperando que tudo voltasse ao normal, iria dar um discurso, tentaria ali trazer a alegria ao povo novamente, Rei Adfer não era a melhor pessoa para fazer isso talvez, nos últimos meses estava mais triste do que nunca, bebendo vinho e gastando muito em regalias exacerbadas, mas em uma de suas epifânias descobriu estava errado e deveria reerguer este povo em honra a Hud! Ela não iria gostar de ver o reino triste daquele jeito, era vergonhoso, o legado de Hud por agua a baixo. Rei Adfer estava disposto, acordou logo cedo e fez seu desjejum com Cariad , Adfer era muito querido pelos Lordes e vassalos, a população o admirava, não tanto quanto Hud que vinha de um linhagem muito antiga na Região, coisa que Adfer nem imaginava para si próprio, mas estava confiante, "a população vai comparecer e eu vou encoraja-los" pensava ele. Lordes espalharam as noticias no reino, de forma não tão animada, não botavam muita fé nisso, porém gostavam da idéia de uma estátua de Hud na praça central, inclusive a estátua já estava no seu devido local, coberta por uma grande lona de seda, por baixo ela era linda, quando Rei Adfer a viu pronta, caiu em lágrimas, a beleza de Hud era ainda mais linda desta forma, os detalhes de seu rosto, a estátua era colorida assim como um ela dia vestiu-se, parecia até real, "Nec sit amet" escrito em um tamanho destacável, frase que estava toda banhada por ouro, era uma obra magnifica, deixava Adfer e seus lordes sem palavras. Acreditava ser um grande presente ao reino e algo que voltaria a trazer felicidade ao povo.
Infelizmente o Rei estava enganado, pouquissimas pessoas compareçeram a praça central, a maioria eram pessoas que passavam fome e foram lá para comer, não havia diversão, Adfer desistiu de discursar pois sabia que aquelas pessoas não iriam prestar a mínima atenção no que ele tinha a indagar, queriam apenas comer, levar comida para seus abrigos para quem sabe sobreviver mais alguns meses. Triste, Adfer caminha até o lençol de seda que cobria a estátua, mandou os guardas que iriam puxar a lona se retirar, e devagar foi puxando, puxando vagarosamente, olhando para o céu, ele sabia que ela estava lá em algum lugar, a seda escorregou e caiu deslizando sobre a estátua mostrando uma linda e colorida Hud, camponeses que estavam comendo pararam para olhar, e de boca aberta deixaram o que estavam em suas mãos cair, a estátua era mágica assim como a rainha. Adfer olha fixo para o céu pedindo aos novos e aos velhos deuses que aquela maravilha fosse proferida a trazer a felicidade de volta a Diwnord. Logo após enxugar suas lágrimas, Adfer pede a seu vassálo para que traga o seu alaúde, queria ali tocar uma música que compôs para sua amada. Um alaúde lindo, todo decorado e cordas que brilhavam ao longe, o vássalo o trouxe em uma caixa aberta, por dentro um veludo vermelho fazia aquele instrumento ficar cada vez mais lindo. Adfer pega o instrumento e diz: - Muito obrigado, pode parar de olhar por hora, apenas escute. E foi ali que ele tocou uma das canções mais lindas que seus vassálos e guardas poderiam escutar, uma fineza músical incrível, ninguém olhava para o Rei, nem seus vassalos nem seus guardas, apenas escutavam o som maestral que o ele compôs, poucas pessoas que restaram no local olhavam para Adfer, o admiravam muito, mas não se importavam tanto assim, não eram pessoas felizes, nem sequer o comprimentaram ou vieram falar com ele. Sentado a um banco de pedra Adfer tocou e adoçou os ouvidos de quem escutava, foi quando em em um piscar de olhos há um contra-ataque de algo que também adoçou seus ouvidos: - Por quê vossa majestade não discursou no dia de hoje? - Era a voz de uma mulher. Adfer vira-se para trás e avista uma mulher encantadora. Continua...
Um sorriso da vida.
Escrevo isto às 4 horas da manhã, o sono foge da minha pessoa, o vento quase forte do ventilador bate nas minhas pernas que é parcialmente coberta por um lençol que não enxergo a cor, um fone de ouvido está preso a minha orelha porém não transmite nenhum tipo de som. Com um pouquinho de atenção, pela minha visão periférica consigo ver as luzes de um modem que sustenta uma das coisas que me sustenta. O pensamento é constante, não é algo com que me livro com facilidade e nem quero que isso aconteça, porém ele me faz ir aos mais diversos lugares da minha mente, chego a lugares que pretendo um dia alcançar, outros que me envergonho de ter passado e até mesmo aquele lugar no qual eu sinto saudades. Quando nem tudo dá dando certo bate uma típica tristeza que é descrita pela seguinte analogia: Imagine que você é uma pessoa feliz, sorridente e comunicativa, é assim que encara seus desafios, nem sempre faz o que deve ser feito, tenta dar o seu melhor (nós sabemos que nem todo dia é possível) você está sempre lá, se esforçando, as vezes tira um dia ou outro pra relaxar porém mantem sempre os seus valores na linha. Agora pense que a vida é uma pessoa que você gosta muito, mas que quando você sorri para ela, ela olha de maneira estranha não devolvendo o sorriso, nosso sentimento? Eu me sinto rejeitado, e tu?... Não só pela vida, mas a partir de agora por todos os fatores que compõem ela, e nós sabemos muito bem quais são. A verdade é que é muito ruim sorrir e não ter reciprocidade, nos faz pensar, será que temos dentes tortos, será que eu não sei sorrir? Meu sorriso é falso? Eu sou falso? Por quê isso, hein vida? Sorri para mim, você não vai se decepcionar, pode ter certeza, só um sorrisinho, vai. Um sorrisinho já basta. Ou pelo menos mostre que meus dentes estão tortos para eu corrigir essa porra. Como dizia Chaplin: "um dia sem sorrir é um dia perdido" e eu sinto que cada vez que você não sorri pra mim que estou perdendo tempo. Definitivamente não estou vivendo. Mas eu sigo a filosofia "stay hungry stay foolish" E sei lá, quem sabe, se um dia ela sorrir para minha pessoa eu estarei pronto para parar de perder tempo. Boa noite.
Balada para João & Joana.
João tinha 21 anos e tinha acabado de entrar na universidade, pensava ele que seu ingresso era tardio e que havia perdido muito tempo se preocupando mais em ganhar dinheiro do que em realmente estudar, decidiu fazer música, pois na maior parte do seu tempo livre gostava de compor, tocar piano e coisas do tipo, seus pais sempre foram contra e queriam que ele cursasse algo mais "normal", algo mais "garantido" e que desse algum futuro profissional. Mas João colocou que colocou na cabeça que tinha que fazer aquilo e quando instalava algo em sua mente, era dificil alguém tirar, inclusive sua ex-namorada, não a tirava da cabeça nem fodendo e olha que já havia se separado dela a 4 meses...Mas nos últimos meses seu esforço tem sido grande, João tem saído constantemente com seus amigos, hoje é sexta-feira, mais um dia comum onde João sai em busca de uma nova aventura. Enquanto isso no outro lado da cidade Joana, capricorniana, 19 anos, estudante de engenharia, fã de sertanejo universitário já está no seu 2 ano de faculdade, carrega consigo uma federal nas costas e sonha em conhecer um rapaz que não a trate como um caso de apenas uma noite, apesar de Joana facilitar, os rapazes nunca ligam pra ela na semana seguinte, nesse ano, ela decidiu fazer diferente, disse que não vai facilitar,não quer que ninguém a largue no dia seguinte sem ao menos um café da manhã na cama. Joana tinha acabado de voltar de viagem, foi conhecer a Disneyland, adorou, voltou renovada e pronta para um ano cheio de novidades. É a primeira noite que ela sai após sua viagem, está linda como nunca com um sorriso no rosto e suas amigas nos braços. A festa começa, João está em busca de sua presa, como qualquer homem está quando quer diversão, o animal feroz que existe dentro dele está pronto para se lambusar de uma linda donzela. Já Joana, quer apenas diversão, não dá a minima pra nem um homem, já tinha dado fora em uns 5 e ninguém tentava mais se aproximar dela, por um instante titubeou, mas balançou a cabeça e seu pensamento saiu rapidamente da sua mente, já estava tocando seu estilo de música preferido. Olhou para um lado, olhou para o outro, ué? Cadê suas amigas? Se deparou sozinha e de repente, com um pouquinho mais de foco conseguiu avistar suas companheiras aos beijos com outros rapazes. Sentiu uma leve melancolia, mas não ligou...estava ali só pra se divertir! João ainda em busca de sua presa ainda não tinha chegado em ninguém, ele é daqueles tipos que precisa beber pra se "soltar".No seu 3 copo de Whisky decide sair de seu habitat natural para ver se acha alguém que se encante, tinha observado bem a pista e as pessoas em quanto bebia seu Whisky, não havia encontrado ninguém que o fizesse mexer seus músculos. Mas independentemente decidiu sair andando...Já não tocava mais sertanejo universitário, era a hora das músicas eletrônicas e um show de luz e pirotecnia, ficou assustado por um momento, imagina se isso aqui pega fogo? Mas logo sossegou, sabia que havia varias saídas de emergência, era meio paranoico com essas coisas. Bate uma leve tristeza em Joana, sua especialidade, o sertanejo já não toca mais, apesar de gostar muito de música eletrônica, mas já que suas parceiras não estavam por perto decidiu se locomover até o bar e pegar algumas bebidas para aprimorar a diversão. Foi no exato momento em que não havia música tocando, era uma pausa do DJ, queria ouvir todos cantando o refrão de Titanium, era apenas vozes humanas e um grande breu que duraram apenas alguns segundos, mas foi o bastante para os dois se encontrarem na escuridão. -Me desculpe... - Disse joão - Ah, não foi nada - Respondeu simpaticamente Joana. - Pera aí, desculpa o caralho, foi de propósito. Joana olhou com uma cara de quem não entendeu nada porém gostou da sinceridade que tal pessoa passava, não conseguia ver seus olhos mas o neon que batia no rosto de João fez com que ela ficasse fixada. - Posso te pagar uma bebida? - Indagou joão pretensiosamente. "Ah, mais uma daquelas cantadas pré programadas" pensou Joana. Ao perceber em seu rosto esse pensamento João disse: -É, essa é uma cantada que todos os homens usam, eu sei, mas foda-se, eu to semi bêbado. Joana deu uma longa risada, apesar do barulho, conseguiu escutar com tamanha nitidez que até ficou impressionada. E Com um sorriso no rosto respondeu: - Não era pra eu aceitar, mas você é tão sincero que gostei de você, eu aceito seu convite. - Aeeeee caralho! Gritou João fazendo um movimento com as mãos como se tivesse comemorando. Joana cai na gargalhada mesmo sem entender nada do que ele disse, achou a cena engraçada. Foram até o bar e João lançou sua proposta: - A gente toma uma dose de tequila, e se você fizer cara feia tu vai ter que ir la fora tomar uma caipirinha comigo, caso eu faça cara feia eu compro qualquer bebida que você quiser e ainda te deixo em paz. Joana concordou dizendo: - Acho justo. " que otário, por quê ele ta fazendo essa proposta estupida?" Pensou. - Isso não faz muito sentido mas foda-se - disse João. - Percebi - Mas não ligo... João tomou a dose sem mover sequer um músculo de sua face. Joana aplaudiu, ela era especialista em não fazer careta, a única bebida que a faria mexer os músculos de sua face era a desvalorizada 51. Porém fez a maior careta que conseguiu fazer na sua vida, tinha gostado de João e não queria que ele desaparecesse ali. Ele comemorou como se fosse o Pelé em seu milésimo gol. Os dois foram para um barzinho próximo ao local da festa, tocava uma música alta porém não atrapalhava a conversa dos dois que estavam sentados em um balcão e assim como na noite, ela com os pés no chão e ele não. Seu destino cego a lhes conduzir, sua sorte a solta a lhes indicar um caminho. Começaram a dançar, em pleno barzinho, e dançavam, em meio a tanta gente, eles se encontraram ali.Dançavam como loucos, na verdade, dançavam como estavam os dois: Bem loucos, e foi no meio desta dança que tudo aconteceu, quando as mãos se tocaram quando os olhos nem viram, quando a madrugada chegou, foi então que ele tiveram a convicção, feitos um por outro, mas por exclusão...Dançavam, dançavam e dançavam.Caí um temporal lá fora, onde irão João e Joana agora? Mas não davam a miníma, suas mãos se tocando, a respiração de João arrepiando o pescoço de Joana com um barulho de chuva fazendo com que os dois apreciassem cada vez mais aquele momento mágico. E foi quando tudo estremeceu, as paredes do bar, os telhados das casas, a cidades e até mesmo o céu, eram os dois avessos aos normais, ela com os pés no chão e o chão se abriu, um abismo, e dançavam ainda em meio a tanta gente, se perderam ali, nada para nada espera, que o destino assim quisera. Uma nova escuridão, um susto e um grito, João acorda no quarto que não consegue identificar, bem caro por sinal, olha para lado e sente um grande alívio em saber que lá está a mulher que ele encontrou noite passada. Joana dorme como um anjo com uma respiração leve. João para, e pensa por um instante..."O que realmente aconteceu naquele barzinho? E como viemos parar aqui? Não faço a minima ideia, mas essa moça, que alias, eu nem sei o nome me fez sentir algo que apesar de parecer clichê, é inexplicável". João sai do quarto, e imagina que possa estar na casa dela, provavelmente mora com os pais ainda e são bem ricos,mas não foi por isso que aparentemente ele se apaixonou, foi pela noite de ontem. E com uma alegria imensa dentro de si decide preparar um café da manhã para aquela linda moça, decidiu que será romântico e que por nada nesse mundo vai perder essa mulher. Joana acorda pela primeira vez com um café da manhã na cama e com um sorriso que a convidava para ser feliz. E sabe o que é o mais intrigante de tudo? Ela também não sabia o nome dele.
Dissertando a foda #2 - Brasil: Um pais com cota e sem pobreza.
Nos dias de hoje as classes sociais são bem divididas desde os mais pobres até os mais milionários todos pensam em se formar em uma boa universidade para ter melhores condições trabalhistas, uma boa casa, um bom salário e uma boa vida, mas quem consegue pagar uma boa escola tem um ensino melhor, e quem consegue pagar uma boa escola consegue provavelmente pagar uma boa faculdade, nessa desigualdade é aonde entra as cotas das universidades que visam diminuir essa disparidade.
Todos sabem que nós vivemos num país solenemente desigual, onde as oportunidades não são justas, um estudante de escola publica não recebe uma educação digna o suficiente para prepará-lo para o vestibular, o que dificulta muito seu sonho de fazer o seu tão desejado curso, mas não é por preguiça que boa parte da classe baixa brasileira não consegue realizar este sonho, e sim por que o sistema de ensino público deixa muito a desejar.
Em agosto de 2012 a presidente Dilma Roussef sancionou a lei de cotas que reserva 50% das vagas das universidades federais para alunos oriundos de escolas publicas, isso demonstra que o governo tenta diminuir a desigualdade social, fica claro que é um boa medida, quem se forma tem as chances de conseguir um bom emprego, aumentando o número de pessoas “profissionalmente qualificadas” é evidente que mais pessoas passariam a ter um salário melhor fazendo assim uma sociedade mais linear. Nessa divisão social, os mais pobres devem sim receber um privilégio, para compensar as falhas nos sistemas públicos, diminuindo a desigualdade social aumenta-se a chance de pessoas terem boas moradias, bons empregos, e uma boa vida, o que o governo deve fazer para que não precise “privilegiar” ninguém, é melhorar o ensino público, hoje em dia há escolas públicas melhores do que muitas particulares, mas isso deve acontecer em todos os cantos do Brasil, não apenas em lugares isolados, com este esforço fazemos assim de verdade “um país rico e sem pobreza”.
Dissertando a foda #1 - Ponto em comum entre coisas distintas
A diferença é o fenômeno que mais acontece no mundo, copias podem ser iguais, mas elas se modificarão para serem distintas, seja um computador sendo mais sujo do que o outro ou não, seja ele envelhecendo mais do que o outro ou não, se modificaram, mudaram, mas ainda há um ponto em comum, continuam sendo computadores. O que ocorre no mundo atual é justamente a diferença entre nós, que são muitas vezes tratadas de maneiras erradas, a igualdade racial, social, deve ser ajustada para que tudo possa funcionar com harmonia. O que diferencia um ser humano do outro é a forma de pensar e a sua aparência, no mercado de trabalho, na rua, na escola, em qualquer lugar, pessoas são julgadas pela sua aparência, as raças humanas, sim, são diferentes, mas o que se deve visar é que, apesar de diferentes, elas podem fazer o mesmo, podem pensar do mesmo jeito, podem funcionar o do mesmo jeito, assim como duas maquinas, um computador vermelho e o outro azul, tem os mesmo potenciais, o “racismo” é um grande desafio, mas basta pensar em que a divergência que há entre as raças é irrelevante, não vai mudar absolutamente nada. Deve-se observar que em alguns países, as mulheres são tratadas de formas altamente incrédulas por as julgarem equivocadamente, também deve-se frisar que pessoas tratam com desprezo outras por causa de um simples sotaque, o ser humano se incomoda com a diferença, mas também se incomodaria se todos fossem iguais, o que há de melhor no mundo é a diversidade. Este fenômeno deve ser tratado com cuidado, as pessoas devem olhar e perceber que tudo é diferente, e que nada se inferioriza perante a outra, principalmente, quando há um ponto em comum, como nós, seres humanos, por exemplo, ajustar e fazer com que o mundo tenha igualdade racial é um grande desafio, mas desde cedo colocando na cabeças das pessoas, conscientizando, fazendo leis que mostrem que nada deve ser inferiorizado, dentro de anos, as diferenças passarão despercebidas, pois afinal de contas, todos nós somos homo sapiens sapiens do planeta terra.
Hoje a noite não tem luar - #1 Prefacio.
Ela passou do meu lado...
- Oi amor, eu lhe falei.
- Você está tão sozinha. Ela então sorriu para mim.
Foi assim que a conheci, naquele dia junto ao mar, as ondas vinham beijar a praia o sol brilhava de tanta emoção, um rosto lindo como o verão e um beijo aconteceu.
Na verdade, quem estava “tão sozinho” era eu, e sinceramente, não sei por que eu fiz aquilo, confesso que foi uma atitude um tanto quanto louca, mas naquele sábado de sol eu não podia ficar sozinho, eu não aguentava mais ficar sozinho, eu precisava de alguém para amar, dizem que se um homem fica muito tempo sem se apaixonar, ele pode acabar ficando louco, será? Bom, não sei, mas eu já estava ficando chateado, pois eu queria alguém que me fizesse sorrir, que me fizesse acreditar que tudo vale à pena e que aquele momento simples de estar em pé olhando o mar se tornasse algo de muito valor, mas para isso eu precisava de alguém que eu pudesse compartilhar meus sonhos.
Amor a primeira vista? Talvez... Vocês acreditam? Eu não acreditava até esse dia, e eu nem sei se eu acreditava de verdade no amor! O amor a primeira vista pode ser sim algo muito raro de se acontecer, mas ele existe, quando eu olhei aquele rosto eu percebi que minha vida iria mudar, não fazia a menor idéia de como ela ia mudar, e aonde ela ia parar, mas eu me joguei de braços abertos, era minha única opção! Ou eu passava todos os meus anos olhando o mar sem ninguém, ou eu passava todos os meus anos olhando o mar com o amor da minha vida, mas não é fácil achar um, se você achou, dê valor.
Hoje ao relembrar esta história, sinto-me feliz, mas ao mesmo tempo triste, se é que dá pra se sentir assim, mas... Eu me lembro de tudo como se fosse ontem, cada detalhe, cada fala, cada palavra, cada olhar e cada sorriso, foi um momento muito feliz, mas que deixou marcas, sinto-me outra pessoa depois disso, sinto bem mais experiente. Tudo bem que não faz muito tempo, mas creio que isso é algo que aos meus 80 anos de idade eu vou me lembrar e contar para todos os membros da minha família, em todas as reuniões, em todos os natais, em todos os carnavais, em todos os feriados, eles vão estar lá e mesmo que eles já saibam, vou estar contando minhas histórias para eles, inclusive essa que eu vou compartilhar aqui com vocês, mas apenas essa, não sou muito de escrever, mas espero que gostem.
Hoje, dia 10 de fevereiro de 2013, em pleno carnaval, estou sozinho em casa, paro, penso, então caminho até a geladeira e pego uma cerveja, volto até minha sala, abro a janela, o sol é forte e entra fazendo um clarão, mas o vento estava a favor e também entrava pela janela assim batendo no meu rosto, fecho os olhos, e tudo em volta começa a girar, penso comigo mesmo, será que já estou bêbado? E então percebo que estou voltando ao passado... Começo a me lembrar daqueles tempos, não tão distantes, fazem apenas 10 anos, em 2003, neste mesmo verão, neste mesmo carnaval, tudo isso me aconteceu, fecho os olhos com o vento ainda batendo no meu rosto e começo a me lembrar de tudo.
Meu nome é Renato e assim começa a minha história.
Continua...
Aquele de tudo sobre nada, nada nada nada nada ♫...
E aí? Faz tempo que eu não escrevo nada... Sei lá, ficar sem escrever muito tempo é ruim, não fique muito tempo sem escrever, na moral, é zuado, percebi isso agora enquanto estou escrevendo isso, não tenho nenhum assunto especifico pra falar, mas é assim, às vezes não temos mesmo o que falar às vezes isso acontece em um momento ruim, não ter um rumo, não ter o que falar é algo muito comum da vida e falando em vida, o Tenente Dan me ensinou que na vida, a gente é como uma peninha levada pelo vento, de um lado para o outro, e nunca agente sabe pra que lado vai à pena, mas mamãe disse que cada um tem um destino ou será que agente fica só flutuando por acaso, na brisa? Eu não sei quem estava certo, Mamãe ou tenente Dan, talvez os dois estejam certos e ambos estejam acontecendo ao mesmo tempo (quem entendeu a referência me add). Mas como havia dizendo, não tenho mesmo o que falar, alias é bizarro eu disser que eu não tenho o que falar e estou aqui falando e falando.
Falando em referências falando em filmes... Esses dias eu assisti um filme muito bom! Chama-se Mary and Max, é um drama todo feito em Stop Motion, tem com uma genialidade fantástica, recomendo todos vocês assistirem, é um dos melhores filmes que já vi, passa uma puta mensagem, e é uma experiência incrível! Assistam, e depois me contem o que acharam.
Ai ai...Acho que é hora de eu parar de falar tudo sobre nada, apesar que é legal ficar falando tudo sobre nada, assim são as conversas mais interessantes, você começa em ponto A e terminar em um ponto B, mas os pontos da conversa são completamente distintos, você começa falando de futebol e termina falando sobre AIDS, o que tem haver os assuntos?Absolutamente nada, mas isso acontece muito, perceba isso enquanto estão conversando com seus amigos, eu tentei fazer isso nesse texto, começar em um assunto A e terminar em um assunto B que não tenha nada haver, mas a verdade é que eu comecei falando sobre nada e ainda estou falando sobre nada, OU SERÁ QUE NÃO? (voz do cosmo)
Falando em Cosmo, tenho saudades dos desenhos que eu assistia quando era criança! Era tudo tão engraçado hoje se eu for assistir provavelmente alguns eu não vou achar graça em praticamente NADA, bom, mas isso é assunto para outra hora.
Mas já que eu to falando sobre nada, eu acho que falar sobre nada, pode se considerar um tema né? Eu falei sobre nada mas falei coisas legais que podem ser considerada nada, então whatever, fica aí a duvida:
Um texto sem assunto é um texto de tudo sobre nada?
Eu nem sei mais pra onde eu estou indo...
Ah que saber?
Não vou falar mais nada, até mais.
Stay hungry, stay foolish.
Eu digo Charlie vocês dizem Brown.
O que o chorão me ensinou? Ele me ensinou a nunca desistir, nem ganhar nem perder mais procurar evoluir, ele também me ensinou a dar valor as coisas simples, e que só o amor constrói pontes indestrutíveis, me ensinou também que devemos viver a vida com coragem, viver para ser feliz sabe? Nada de viver em vão... Ah ele também me ensinou que o Impossível é só questão de opinião, e muitas outras lições que professores e pessoas da família não me ensinaram, por incrível que pareça.
Se eu for escrever tudo o que o chorão, tudo que o Charlie Brown jr me ensinou eu vou ter que passar horas e horas e horas, e ainda eu não vou ter dito aquilo que eu aprendi completamente, as letras do chorão além de acalmar os seus ouvidos, são um aprendizado, podemos chamar tudo isso de “Professor Chorão” e a escola Charlie Brown Jr, tenho certeza que é uma boa definição.
Eu tenho certeza que não era um jeito comum de escrever, não era um jeito comum de passar aquilo que sentiam aquilo que eles viveram aquilo que eles trouxeram de suas raízes, e realmente não era, era o jeito Charlie FUCKING Brown Junior de fazer musica era ao jeito de emocionar a musica brasileira, era o jeito malandro de quem esteve nas ruas, de quem viveu como muitos de nós!
Eu tenho certeza que você assim como eu, cantava muitas musicas do Charlie Brown e ao prestar atenção na letra parava por algum instante e pensava: “Caralho cara, isso é verdade, isso aconteceu comigo, isso está aconteceu comigo, ISSO É BEM EU”
“Menina linda eu quero morar na sua rua” Quem nunca quis morar perto daquela menina linda só pra ganhar o coração dela?
Só por uma noite, “Eu procurei em outros corpos encontrar você, eu procurei um bom motivo pra não, pra não falar, eu procurei me manter afastado, mas você me conhece eu faço tudo errado”
Não preciso nem comentar, eu sei que vocês entendem.
Ele era como nós, andava de skate pelas ruas, falava palavrão e tudo mais, talvez por isso a musica desse cara seja tão próxima, eu não conheço nem um outro artista que me faça me identificar tanto como tal.
Você se foi, mas o que você deixou ecoara pela eternidade dos FODAS.
Chorão, como você mesmo dizia “Vamos viver nossos sonhos temos tão pouco tempo”, eu tenho certeza que você viveu eles no seu pouco tempo, 43 anos né cara? Realmente, temos tão pouco tempo...Mas eu fico feliz em saber que você fez aquilo que gostou e deixou uma geração marcada! Parabéns, parabéns mesmo.
Sinto que eu falei muito pouco sobre esse cara, mas eu posso escrever um livro que eu JAMAIS conseguirei expressar o que esse cara representou para mim, e para uma geração inteirinha.
OBRIGADO CHORÃO
Descanse em paz.
Inabalavelmente...EU SIGO EM FRENTE!
Aquele bem WHATEVER com milhares erros de português.
Eu ando pelas ruas, eu sinto a brisa do vento batendo em meu rosto, sinto o vento acariciar-me como se fosse alguma força acariciando e dizendo: Isso ae meu rapaz, viva! Então eu paro, encosto no muro (naquele mesmo muro daquele mesmo dia) e olho pro céu, não tem estrelas e muito menos é azul, pois já é noite, e então eu vejo alguma coisa brilhar, não pode ser o sol pois é noite, não é a lua por motivo do qual eu desconheço, será talvez as nuvens a cobrindo? Mas ao interpretar dobrando a atenção eu vejo duas, talvez três luzes piscando, analiso, não é um OVNI e sim um avião passando bem no cantinho dos meus olhos com suas luzes piscando. Então eu resolvo acompanhar sua rota, ele está no canto do meu olho direito e eu o vendo, ele passa lentamente aos meus olhos mas lá em cima ele está incrivelmente veloz seguindo sua rota, então eu desvio meu olhar e por alguns instantes vejo um bar se fechando e pessoas saindo de lá felizes, torno a olhar para o céu e me pergunto? Oque será que aquelas pessoas la em cima estão fazendo, para onde ela estão indo? São pessoas felizes? Algo que talvez não seja muito comum de se pensar, mas tentando olhar ainda mais pra cima, não consigo, pois não posso ver o espaço, mas posso imaginar como ele deve ser e o que ele nos proporciona! Se há pessoas aqui, viajando, outras sendo felizes tomando umas nos bares, será que há outros seres lá fora, fazendo as mesmas coisas ou semelhantes? Mas eu acabo percebendo, que fui muito longe, e comecei por um assunto completamente whatever nesse momento, e tentando voltar para aquele assunto eu pergunto do que que eu estava falando mesmo?
Bom, mecho a cabeça rapidamente e torno a olhar pro avião, ele está no meio dos meus olhos esquerdos, e continua indo, até que eu não conseguir mas vê lo, e ele ainda não saiu da minha visão, mas infelizmente tem um poste na minha frente, por alguns segundos eu não verei aquele lindo avião que cruzava o céu, talvez o voo do aivão seja igual a vida, nós começamos como quem não quer nada, mas nós temos um grande potencial e podemos cruzar barreiras muito mas muito difíceis de se cruzar, o avião consegue voar e fazer quilômetros em poucos minutos, ele é muito eficiente assim como somos na vida, como podemos ser! Alguns aviões caem no meio de suas rotas, isso é uma tragédia que em minha mente é semelhante a morte de pessoas.
O avião assim como a vida, LEVA E TRÁS SAUDADES! Pessoas podem ir para longe, pessoas podem voltar para perto, e pessoas podem chegar para perto, e as vezes assim como a vida, ele some assim como nós perdemos o chão as vezes, mas ele aparece de volta. E então, ele já vai aparecendo bem no cantinho do meu olho esquerdo, pois enquanto pensava nisso eu dei uma leve desviada do meu olhar para direita, e quando voltei o avião estava lá, quase indo embora, até que finalmente ele foi! Meus olhos já não podem mais ver assim como a nossa morte, mas é algo genial do mesmo jeito, pois ele passa, vai embora, para gerar outras possibilidades que virão, assim como outros aviões na vida são outras pessoas, mas creio que esse voo para muitas pessoas significará MUITA, MAS MUITA coisas para PESSOAS, assim como a nossa vida também significará, se é que você está me compreendendo.
Passou alguns segundos nesse momento que em que eu estava olhando o avião, mas meu pensamento foi tão longe que parece que ali tinha ido horas.
"Em algum lugar além do arco-íris,
Bem lá no alto
E os sonhos que você sonhou
Uma vez em um conto de ninar"
Stay hungry, Stay foolish
Minha jóia.
Atenção: Este texto não é de minha autoria (@lucasgem) e sim de um grande amigo que não quis ser citado. Desfrute desta leitura :)
4 de fevereiro de 2013 Noite chuvosa, e mais uma vez, me pego pensando na vida...
Me pego pensando em amores, em aventuras, no passado, no presente... Sabe aquela saudade que você sente de alguém, aquela que te toma por inteiro, que não deixa que nenhum pensamento use o mesmo espaço? Sua mente é ocupada por um sentimento, uma vontade de ver alguém, de abraçar alguém, só assim então sua vontade é saciada, e finalmente você relaxa ficando aliviado, pois precisava muito daquilo, mesmo que ninguém entenda, você sabe, e só isso já é o bastante. Todo mundo sente saudade, é algo que é inevitável na vida, e ela as vezes vai te fazer até sofrer e se isso acontecer, parabéns, você tem o sentimento mais lindo e verdadeiro dentro de você, o amor, algo que nem os maiores filósofos da história e nem a ciência foram capazes de explicar, e não sou eu quem vai conseguir haha.
Estou sentindo saudade de alguém neste momento, e sei que você que está lendo isso também deve estar, nós sempre estamos sentindo ela. E são nessas horas que você imagina o futuro, ou imagina o momento que gostaria de estar vivendo nesse exato momento. Eu me imagino com ela em uma praia, sentados na areia vendo o sol baixar e sumir aos poucos no horizonte... a brisa do vento passando entre nós, mexendo nos cabelos dela, então ela me olha, sorri pra mim, e seus olhos são a coisa mais linda que eu já vi, dou um beijo na testa dela pra demonstrar meu sentimento, ela sorri pra mim, e então nos beijamos, eu a abraço forte, com vontade de nunca mais sentir saudades, para que ela nunca mais se vá e fiquemos juntos por uma eternidade, porque é ela que aquece e acalma meu coração e fala comigo, ouvindo sua voz eu fico em paz, ah que saudade do meu amor... a saudade nos faz ir longe não é?
Me pego então pensando em como vou viver, se vou viver com quem eu amo, se terei a vida que sempre sonhei, e do futuro a gente nunca sabe, sei que quero estar do lado dela sempre, fazer ela feliz sempre, e se ela estiver feliz, eu sempre vou estar assim terei uma família, terei um bom emprego, terei a vida que sempre sonhei. Penso em tudo isso enquanto fumo meu cigarro na janela do meu quarto, vendo a chuva cair, em uma noite de saudade, uma noite solitária, e então eu olho pro céu, não vejo estrelas nem a lua, apenas um céu escuro, vazio, como eu sem meu amor... Mas um dia eu sei que não será mais assim, sinto que vai ser tudo melhor, que vai dar tudo certo, a saudade pode te fazer mal um pouco, mas será recompensando em dobro de sorrisos e felicidade.
Aquele que vai de volta para o futuro
Pensar no futuro é uma parada legal, sinceramente, eu gosto de imaginar que daqui a uns 20 anos eu estou financeiramente muito bem, estou feliz, estou fazendo o que eu sempre sonhei e estou sendo aquela pessoa que na minha infância eu sempre sonhei em ser, isso é importante, chegarmos a nossa velhice ou ao nosso ápice da fase adulta e olhar pra trás se perguntando: Aquele adolescente que sonhava com o futuro, que pensava nas conseqüências, é o adulto que ele sempre sonhou em ser? Pode ser difícil se tornar a pessoa que você sonhava em ser, mas não é impossível, pensando no futuro e planejando, seremos felizes. Somos sonhadores, apenas sonhadores, dizem que os sonhadores não correm atrás do seus sonhos e ficam apenas parados, não é verdade, para realizar os nossos sonhos temos que correr atrás, os sonhadores de verdade são aqueles que se tornam aquilo que sonhavam.
But, you can’t always get what you want mothafucka.
Como cantam os nossos veteranos da boa musica, nem sempre podemos ter o que nós queremos, é normal, por exemplo: Um dos meus sonhos é ter uma casa em Malibu Beach em frente ao mar, se eu vou conseguir? Eu não sei, eu estou sonhando, estou fazendo o possível para um dia eu chegar lá, as conseqüências virão, se eu não conseguir com certeza eu terei algo de que eu sei que vou me orgulhar!
O importante é sempre sonhar, é sempre imaginar o seu futuro de uma maneira boa sem deixar de correr atrás!
Se fuder? Ah, como eu sempre digo: vamos muito! A vida tem um tijolo como menciona Steve Jobs em sua brilhante carreira, um dos meus grandes ídolos, um cara que sonhou, sempre fez aquilo que gostava e nunca abandonou o seu amor pela tecnologia apesar de muitos acontecimentos perturbadores, ele já não está mais entre nós, mas tudo o que ele fez se perpetuará, Jobs sim soube cuidar do seu futuro, tenho certeza que ele sonhava em ter uma empresa desse porte, e fazer tudo o que ele fez, ele só não esperava que realmente isso ia acontecer, nós nunca sabemos quando coisas boas vão acontecer e é por isso que não devemos parar.
Essa porra tá parecendo um texto de auto-ajuda né?
Bom, whatever! Quando eu estou meio sem idéia do que escrever, dão nessas coisas, se são boas ou ruins eu não sei, mas eu estou tentando.
E esse final ficou meio "Legendários"
~NÓIS PODE NÃO MUDA O MUNDO MAIS TÂMO TENTANO MEU~
Stay hungry, stay foolish.