Desejo a todas inimigas do pop vida longa pra que eles possam a cada dia ver nossa vitória! Creio no poder do pop como religião das massas, transmissor de ideias, ideais, cultura e falta de cultura também, claro! E é por isso que tudo é mais lindo nesse mundo colorido, manipulado e artificialmente criado pra te seduzir. Tá liberado se deixar envolver... Dancem, macacos, dancem! Mas pensem também nos passos dessa dança!
Olar queridos, hoje eu tô praticando a lei do desapego e:
1. Tô vendendo um Album Autografado pelos cinco membros do Nu’est. O Album é face, que lançou essas cinco delicinhas ao mundo e nos apresentou a gatinha mais meiga do kpop, Renatinha. PS: vem com figurinha/card do Minhyun
Interessado ou interessada? Negociamos via Mercado Livre, ok? http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-733813172-nuest-face-autografado-inclui-card-minhyun-_JM
ATUALIZAÇÃO: ALBUM VENDIDO GRAÇAS A DEUS E AMÉM!
AND,
2. Tô DOANDO DVDs de doramas e dois filmes. Entre em contato comigo via inbox e eu só cobrarei o preço do envio pelos correios. É tudo piratex mesmo, mas como não tenho onde assistir DVDs mais na minha casa, tô doando ;)
De doramas temos:
-I am Sam - Drama escolar com T.O.P. fazendo papel de badass bad boy do bem.
-Gong - Romance no qual a fia se envolve com a realeza mas não sei muito bem da trama porque não cheguei a assistir nada porque fiquei sem aparelho de DVD antes de começar a assistir esse filme.
De filmes temos:
-No breathing - Filme bem simplesinho e juvenil que conta, porém com Lee Jong Suk e Seo In Guk sem camisa, de sunga e molhadinhos e uma membra do SNSD que não sei quem é, mas até me surpreendeu porque é razoavelmente boa atriz.
-Rough play - filme tenso e dramático com o carinha de anjo LeeJoon ex-Mblaq revelando não apenas sua bundinha em cenas de sexo tensas como também seu dote (oi?) dramático para interpretar personagens psicóticos doidos. Surpreenda-se com essa atuação leonardo dicapriesca.
Caso se interessem por um título, ok, mas dou preferencia pra quem quiser levar o pacotão da ilegalidade com dvds dos doramas e filmes tudo junto, ok?
PS: A doação é por ordem de chegada, viu? OFERECEU PRA LEVAR PRIMEIRO, RECEBE OS DVDS. E assim que forem sendo doados vou marcando aqui como indisponiveis.
olar migo por fora do kpop (que bom, inclusive!) aegyo é um jeito de agir “fofamente” não tem tradução. mas pode ser, por exemplo uma música cantada com voz irritantemente adorável ou fazer carinha de gato-de-botas quando quer alguma coisa.
Drama: My love from another star - Um amor que realmente só pode ser de outro mundo
Terminei My love from another star com um sentimento: incompreensão.
Um ET gato é seu vizinho e ele te protege contra vilões inexplicavelmente maus e dá um sentido pra sua vazia vida de celebridade. Ele te ama e te faz bem. Então, o que um ser humano normal faria? Se apaixonaria e iria querer viver plenamente esta paixão, com muitoos, beijos, abraços, horas de sexo e tal.
Certo?
Mas não é isso que acontece.
O cara é um alien que veio à Terra para uma expedição curta durante a era Joseon, mas acabou ficando preso por se envolver com uma novinha de 14 anos (mais um dorama me fazendo questionar o conceito de pedofilia na Coréia do Sul), o que acabou gerando complicações pra que ele pegasse o busãometeoro de volta pro seu planeta. 400 anos depois, ele se tornou um professor universitário rico e bem sucedido que acaba ganhando uma vizinha que se parece com a tal menina que ele salvou no passado. A mocinha é bem desastrada e azarada e acaba sendo vítima de um vilão sem noção que sai matando todo mundo a torto e a direito e claro que o Alien não escapa do padrão Sul-Coreano de bom mocismo ligeiramente machista e salva a donzela indefesa várias vezes. Daí, nasce uma paixão.
Mas um problema seríssimo impede que os dois se envolvam carnalmente: ele não pode trocar fluidos com humanos.
Beija e passa mal. Sexo, então, nem pensar.
Bem, estou acostumada com resoluções somente no último momento, então por mim, tudo bem tanto esforço pra ficarem juntos porque, no fim, os roteiristas iam encontrar uma solução pra esse problema, mas... Não. Eles lutam pra ficar juntos, e ainda de um jeito que continua exigindo esforço de ambos, pra no fim... Não vermos a solução pra esse problema essencial. Rolou um beijasso no fim da série sem mocinho passando mal, mas e aí? Ele passou mal na outra dimensão? Eles vão transar? Eles falaram em filhos, mas vão conseguir ter?
Fiquei inconformada.
Não engoli tanto erro de roteiro e bobeira pra no final eles só ficarem dormindo juntos abraçadinhos. Este romance só pode ser mesmo um amor de outro mundo, porque a meu ver, relacionamentos românticos têm como objetivo ou meio essencialmente sexo, reprodução, tchaca tchaca na butchaca, e não entendo como é que aceitam este final como uma solução decente para um dorama. Ainda bem que as atuações foram boas e que o suspense pra descobrir se eles vão conseguir resolver que os impedem de ficar juntos acaba prendendo um pouco à trama.
Ainda assim: Quero spin-off revelando se rola pegação ou não entre esses mocinhos!
Pra quem tá por fora dos projetos e subunidades da SM, a empresa tem um projeto chamado SM - The Ballad que serve pra juntar aquela galera treinada nos gritinho de Christina Aguilera pra cantar música de corno. Se a primeira versão do projeto, com meus dois gritadores favoritos de todo o Kpop Kyuhyun e Jonghyun deu certíssimo e fugiu do tipo de música que a galera da Coraya ama pra ressaltar vozeirões bem treinados, a segunda versão desandou. Juntaram um monte de gente que canta bem e até têm vozes bonitinhas, mas que, na minha opinião não chegam nem no mindinho de Jongão e Quiurriã. Pra piorar, ainda fizeram as faixas todas trabalhadas nas músicas que tornam o mais alegre dos seres num depressivo com tendencias suicidas. Pra vocês terem uma ideia, o álbum (divulgado com alguns clipes legais - alguns bem feitos e outros meia-boca padrão SM) soa tão tedioso e sonolento como o CD do Kyuhyun ou a trilha sonora de um drama bem sofrido, o que destoa bastante do R&Bzão gostoso e sensual que divulgou o projeto inicialmente. Até a baladona clássica e triste que também foi lançada na mesma época de Hot Times era mais espirituosa e menos sem sal, mas sempre tem quem goste de sofrer e acho até que SM - The Ballad reloaded deu certo.
No fim das contas, se a SM quer uma sugestão de projeto pra reunir artistas de grupos diferentes em um álbum só fazendo algo diferente do que fazem solo ou em seus grupos, aqui vai minha proposta: SM - The Covers.
Pra exemplificar a beleza que ia ser SM fazendo covers em línguas ocidentais (não que tenham que fazer isso, eu é que gostaria pra poder cantar junto, obrigada. De nada), aqui vão alguns covers sensacionais de artistas da concorrente da YG que seriam páreo duro pro projeto que gerou 2342898 versões diferentes de Eyes, Nose Lips. Só não digo que pode superar facilmente porque a qualidade dos covers da YG é realmente inegável e por que nada no mundo inteiro consegue superar a sofrência da versão do Tablo de Eyes, Nose, Lips.
Se o Music Bank não existisse e não tivesse viajado para o México, provavelmente não seria nessa vida que ouviríamos esses lindos oriundos do EXO fazendo esse cover delicinha de Sabor a Mi. Tenho um gosto particular pela sensualidade sutil da língua espanhola e pela dramaticidade suave de um bolero de Luis Miguel. Me julguem, mas acho boleros românticos, sensuais e fofos. As vozes são tão harmonizadas e o violão do Chanyeol dão um charme tão grande que é difícil respirar quando o mocinho que tanto amamos na guitarra põe sua voz grave pra jogo cantando, e não fazendo rap como estamos acostumados e acostumadas, e claro, sendo o lindo que ele é com essa piscadinha fofa!
Esse cover já figurou por aqui numa analise profunda de como essas cretina do SNSD são boas. Implicâncias à parte com vozes de racha, amo esse cover sensual, todo trabalhado na versão da Emeli Sandé pra trilha sonora de Great Gatsby. Aqui a música ganha um belo trabalho de vozes que se completa com figurinos e todo o clima burlesco. As TaeTiSeo ainda ganham pontos por terem EXO servindo de escravCOADJUVANTES, tocando e dançando com/para elas.
Se nas duas músicas anteriores tivemos uma quase ausência total de sotaques carregados, aqui não temos o mesmo, mas temos a voz do Kyuhyun fazendo maravilhas (como sempre) e fazendo jus ao tom incontestavelmente perfeito de Stevie Wonder. A gaita dá todo um charme e gosto também dessa música por ser um clássico. Amor define.
Quem é que poderia dizer que aquela coisinha meiga e fofa que é o Ryewook faria um solo sensual e energético de Moves Like Jagger? Pois é, eu não e fiquei de queixo caído com o carisma dançante nessa música de uma música das minhas bandas favoritas. Wook foi competente em dançar, aplicar sua voz nesse tom difícil (não que seja completamente ao vivo, né? Rysos) e ainda segurar a sexualidade da música.
Eu me derreto com isso, gente. A voz do D.O. é divina e dá toda uma áurea de amor angelical à música que por si só já é meiga e singela. A participação vocal do Chanyeol consiste de uns gemidinhos e uma segunda voz muito bem encaixada, mas que fazem toda a diferença pra acrescentar na doçura da música, até quando o grave contrasta com o tom do D.O. Digo ainda que é um dos melhores covers dessa música que já ouvi e compraria as 20 versões de Exodus se preciso fosse pra ouvir uma versão completa dessa maravilha.
Bônus: Nothing on you - Leeteuk e Sungmin - Sem palavras, só amor, porque Leeteuk não tem voz perfeita, mas é bias e esse arranjo de guitarra ficou divino. A transição repentina da música de lenta pra agitada e a volta pra suavidade inicial deram o tom necessário pra tornar isso um dos ‘solos’ (em dupla? haha) em inglês mais competentes do Suju. Ficou muito boa. Sungmin fazendo rap sempre, por favor, SM!
Quer ouvir mais covers? Continua lendo que tem mais!
DJ got us falling in love - Girls Generation (TaeTiSeo) e EXO
Gosto de Girls Generation quando se juntam ao Exo (calma que tem uma excessão lá embaixo!). As amapô combinam direitinho com os novinhos. O que mais gosto aqui é a harmonia das vozes femininas e masculinas e o rap dá um up que levanta a música bem quando ela tava ficando óbvia. Amo D.O. dançando nessa música, mas acho que fica bem claro que a voz dele abafa todas e ele consegue ser fofo fazendo hip thrusts por causa deste sotaque!
Give me everything tonight - Henry
Menino Henry fica subjugado a fazer musiquinhas pop básicas quando lança seus singles pela SM, mas quando tem liberdade criativa, usa todos os seus (muitos! e grandes!) talentos para dar luz à essa maravilha sensual e bem trabalhadíssima, que além de mostrar que ele canta e sabe mexer bem nas músicas, ainda tem o dom de fazer um belo de um mashup com Tonight, o que seria de um tom meigamente safadinho se ele de fato cantasse mais de Tonight, do Enrique Inglesias nessa música.
I love the way - Tiffay
Que essa racha faz alguma coisa certa na vida a gente já sabia, afinal não é pra qualquer uma namorar aquela delícia toda que é o Nichkhuaskhajum do 2pm (não sei escrever esse nome e não sou obrigada, de nada). Mas o que a gente não sabia é que a bicha tem um vozeirão desses que se compara, sem deixar nada a dever, à Ariana Grande, que chatices a parte é uma grande voz do pop ocidental de hoje em dia. De todos os covers, foi um dos que mais me deixou embasbacada e surpresa com o talento. Aceita que dói menos, por que eu já aceitei que a bicha fêcha!
I’m yours; I’ll be missing you; Hey, Juliet - Shinee
Onew tem uma voz rouca com um anasalado leve que incrivelmente dá certo em vários tons e estas características são cruelmente desperdiçadas no Shinee por questões de popularidade, o que acaba sendo muito injusto com o talento que ele tem e poderia estar mostrando se tivesse mais espaço. Todo mundo sabe que amo Jongão gritador, mas por favor, também deixem Onew brilhar com sua voz que acaricia os ouvidos também! Em I’m yours, a voz dele brilha do jeito que deveria ser sempre e isso é lindo. Acho que a sequência de músicas dá uma caída quando chegamos ao refrão de “I’ll be missing you” mas antes disso temos o rap do Key, desperdiçado também, já que cismam que Filé Minhão é que é o rap god do Shinee. Ok, ele tem uma voz imponente e gostosíssima, mas Key tem um ritmo muito bom também. Vamos rever isso daí, SM! Hey, Juliet é uma graça. Adoro essa vibe pop-rock leve com ares de high school musical que não só acho que combina com a jovialidade do Shinee (principalmente nessa época) como também ficou muito bem realçada com a voz de quem? Jonghyun. (Não consigo escapar do fanatismo por essa voz linda, Sorry Sorry!)
Bonus: Cover mais constrangedor da SM, que inclusive destrói minha afirmação de que SNSD e Exo combinam. Talvez os novinhos só combinem com as mina do TTS e por isso a música tenha ficado sem sal e a apresentação robótica e apática. Mas ainda assim é divertido ver meia dúzia de Girl Generation e Exo destruindo Marry You, que originalmente é tão alegremente singela. Bruno Mars, meu deus do pop ocidental, perdoem-nos, eles não sabem o que fazem! (Mesmo!)
Esqueci ou desconheço algum outro cover legal de artistas da SM? Fala aí nos comentários que podemos analisar juntos!
Coisas erradas, sujas e ruins me ajudam a escapar de mim mesma.
Estava refletindo sobre um possível vício ou talvez um gosto pessoal com uma forte inclinação para satisfação e sublimação de sentimentos difíceis de lidar com sexo. E aí me deu mais vontade de transar ainda (para compensar outros problemas da minha vida) e nisso nasceu essa playlist no 8 tracks.
Wrong, dirty, bad things.
É uma playlist com artistas bem variados e o tom é mais puxado pro pop rock. Aproveitem. E caso ouçam e façam coisas erradas, sujas e (relativamente) ruins (mas que sejam boas!) enquanto ouvem as músicas, compartilhem a experiência nos comentários!
P.S.: Eu amo Tyler Shields!
O que mais um comeback do Exo nos ensina sobre a SM
SM é genial na arte de vender seus produtos. Os cantores, girlbands e bobands são os produtos que a empresa tem vendido muito bem por anos. Como funciona o marketing e o sistema de gerar lucros dessa empresa? Vamos exemplificar com o EXO, mas notem que os passos são os mesmos seguidos por todos os grupos.
Simples:
1. Ela cria um grupo com um diferencial que o destaque em meio à enxurrada de artistas, girlgroups e boygroups do k-pop.
No caso do Exo, o que tornava os bonitinhos especiais é o fato de o grupo ser dividido em dois, M e K, sendo que ambos trabalham também em conjunto. Cada um se volta mais para um mercado (Nacional ou Chinês), mas temos todo o grupo trabalhado como um só. E claro, o fato de essa junção ter DOZE rapazinhos que dançam coreografias que podem ser mais elaboradas, já que eles são muitos e muito bem treinados.
O Super Junior tinha 13 integrantes, o Shinee tinha coreografias arrojadas e muito bem executadas, Girl Generation tinha toda aquela coisa de aegyo sexy sem ser vulgar e F(x) tinha a Amber.
2. O grupo faz sucesso, a SM soca eles em todos os programas de variedades, radios, doramas e tudo possível para que você passe a amar cegamente essas gracinhas. E bam! Temos um fandom. Exo teve reality shows, atores, e eis que as Exotics foram oficialmente rebatizadas de Exo-L, agora um fandom fiel e fanático que irá comprar e apoiar o grupo em todo tipo de empreitada.
O mesmo aconteceu com Super Junior, sempre inserido em vários realities e programas de variedade que conquistaram as ELFs e Shinee angariou fãs com Hello Baby, por exemplo. A única exceção é F(x), que não sei por qual feitiço, macumba ou coisa assim não tem nem nome oficial de fã-clube até hoje. Red Velvet tá passando na frente #CagadasDeArara.
3. Surgem escândalos. Saídas, barracos, namoros e todo tipo de tretas ameaçam esse amor doentio das Fãs, mas o que a SM faz? Faz o TOP e act like nothing’s wrong. Nem preciso fazer uma lista das tretas pelas quais o Exo passou desde seu surgimento, mas pra exemplificar, tivemos dois contratos rompidos com barraco judicial e ainda por cima causando discórdia entre os fãs. Beico namorar Teião foi fichinha perto disso.
Saída de membros do Super Junior e escapadas de uma certa mocinha namoradeida do f(x) não abalaram sua existência firmada por contrato de escravidão com a SM, porém os estremecimentos causados nas bases de fãs foram ignorados com sucesso.
4. E aí temos o próximo comeback. Teasers super elaborados e de fato provocativos são lançados. E aí é que caímos no mais do mesmo: os clipes são básicos, mesmo depois da grandiosidade prometida. Gente, eu tava esperando uma trama internacional pra Call me Baby, mas o que recebi? Dança na caixa. Ou isso ou recebo uma historinha bem simples. Conto nos dedos clipes da SM que me fizeram querer rever ou mesmo ouvir a música. Se gostei, foi por causa da música em si. Ou por que já fui conquistada no passo dois do plano padrão da empresa. Sou fã, logo vou querer ver e apoiar e é aí que o ciclo da SM funciona assim. Grupos talentosos são deixados de lado e às vezes dão sorte de conseguirem se manter em meio à tanto trabalho meia-boca em que acabam se metendo.
Super Junior está abandonado às moscas, Shinee idem, F(x) teve um único clipe diferente e maneiro que foi Red Light, mas que no fundo não passa de um clipe de dança com takes sensuais das cantoras. E bem, se até o Exo já anda assim, meia boca, com clipes que seguem o mesmo conceito e estilo de Swing do Super Junior-M, da última leva de clipes de take único (ou pseudo take único) do TVXQ e até mesmo do seus próprios sucessos anteriores (Overdose e Growl), só nos resta esperar o debut de mais um grupo que possa ser melhor atendido pela empresa.
Como isso tudo é genial? Gasta-se pouco com clipes, vende-se muito, já que as fãs estão aí pra sustentar qualquer trabalho que o grupo lance, mesmo que seja feito nas coxas. E a SM ainda vai viver muito e muito bem desse jeitinho, até que todos os contratos eternos se esgotem (mas aí já teremos outros novos escravos seguindo o mesmo plano).
Enquanto isso, ficamos com Kai G-Dragonizando os outros membros, recebendo destaque gratuito além dos colegas.
Sobre Call me baby, adorei a música, com um estilo anos 90 muito bem feito, mas a coreografia não me embasbacou como as de Overdose e Growl. Sobre os figurinos e certos cabelos, nem preciso comentar que Joan Rivers revira em seu túmulo equipado com ventiladores para ter cabelo de Beyoncé desfilando pela eternidade. Mas é claro que nada disso atrapalhará o sucesso do Exo, que já tem fãs para comprar todas as 20 versões do Exodus, novo álbum que vem aí.
Meu comeback (Ou “Não gosto de me explicar, por isso me explico antes que alguém me cobre explicações”)
Se você me perguntar como anda minha vida eu respondo numa boa: Ela não anda, ela desfila.
E desfila que nem a Beyoncé no palco quando a introdução de Crazy In Love começa a tocar.
É, meus queridos e minhas queridas, não estou dando muito as caras aqui, mas não abandonei o k-pop, ou o pop mesmo, não. É que a vida tá corrida, e o trabalho e as pirocas os relacionamentos estão tirando muito da minha energia que antes eu gastava para fangirlizar sobre o k-pop. Também tinha umas resoluções de ano novo a cumprir, como por exemplo, terminar de assistir séries que eu tinha começado a assistir e acabei parando para voltar a ter assunto com as pessoas com que convivo pesssoalmente, afinal, eu considero Secret Garden um must-see, mas nem todo mundo, de fato, viu isso para que eu eu possa comentar. E sabe, gosto de socializar também, então socializo falando sobre Game of Thrones que finalmente coloquei em dia depois de ter assistido só a primeira temporada, quando ela foi lançada, e depois ter largado todos aqueles bafões.
Esporadicamente aparecerei por aqui para comentar algum babado que eu julgue relevante, caso eu tenha tempo para escrever mais profundamente sobre o assunto. Não gosto de fazer post meia-boca (eu tento, pelo menos!), por isso meus posts demandam tempo, então sorry por falhar na frequência. Quando voltar para o mundo dos doramas (espero que seja em breve, por que to morrendo de saudade de shower scenes) postarei minhas impressões sobre o que assistir, por que acho que é um trabalho que não existe muito em português e mesmo que eu esteja fazendo a passos de formiga, acho importante fazer.
Caso tenham interesse, estou no twitter sob a alcunha de @annacaribe comentando de maneira mais informal - e provavelmente com mais frequência - alguns fatos do kpop (Recomendo olhar minhas mentions também, porque lá que o bicho pega!). E claro, vocês também poderão acompanhar minhas idas e vindas do amor e do sexo, political statements sérios que costumo fazer sobre os acontecimentos em voga e minha sofrência diária.
Caso queiram me seguir no insta, não sigo de volta, nem troco likes e elogios, a não ser que sejam sinceros, mas tô sempre lá postando foto de comida, paisagem e poema (pra mostrar pra sociedade que posso sim ser bobagenta and cult ao mesmo tempo), dos meus cachorros e de vez em quando umas selfies porque it’s all about me! Ocasionalmente vocês também encontrarão no meu perfil algumas das minhas aventuras e passeios ao redor do mundo. Divirtam-se!
Por todos os comentários, likes, reblogadas, follows e carinho agradeço sinceramente e deixo este singelo aegyo de Kai:
Eu sinceramente não sei escolher qual dos "episódios" da saga Reply + anos 90 é melhor. Cada um tem qualidades maravilhosas e únicas.
Posso dizer que a história de Reply 1994 consegue se aprofundar em vários aspectos que ficaram ótimos em Reply 1997, mas que, se comparados à história passada em 1994 não foram tão explorados quanto mereciam.
Com episódios mais longos, Reply 1994 acompanha um grupo de amigos iniciando a vida adulta dos anos 90 até o início dos anos 2000. O interessante é ver como apesar das diferenças tecnológicas e dos diferentes eventos, ainda passamos pelas mesmas questões existenciais, dúvidas e inseguranças no amor, no trabalho, e quanto ao nosso futuro. Por ter tido mais tempo para explorar tudo isto, pudemos nos identificar mais com estas questões e ao mesmo tempo estranhar (pra quem é novinho) ou nos reconhecer (pra quem já é véio tipo a gente) nas particularidades da época.
Minha única ressalva quanto ao drama é que você precisa ter uma boa noção de mundo para entender a profundidade de certos dramas e a comicidade de certas coisas, já que certas coisas são propositalmente muito datadas. Às vezes, mesmo que tenhamos uma boa ideia de mundo, precisaríamos ter vivido na época na Coréia do Sul para entendermos completamente o que os personagens estão passando e sentindo.
A trama se desenvolve a partir da pergunta: Quem vai ficar com a mocinha? E embora tudo se arranje no fim, ficamos realmente um pouco intrigados sobre quem vai se envolver com NaJung e acabamos torcendo por cada um, e no fim, aprendemos a aceitar que certos amores são melhores na forma de amizade.
Todas as tramas paralelas também se desenvolvem bem e na verdade, tenho minhas dúvidas se elas são realmente secundárias, porque sei tanto da vida de cada um quanto sei do casal principal e isso é muito legal. O crescimento de cada personagem na trama também engrandece a história.
O casal principal vive conflitos reais e que nos comovem profundamente por tocarem em pontos simples mas que são tratados de maneira muito delicada e singela. E, sinceramente, nunca vi um reencontro mais bonito que o de Trash e NaJung. Se eu viver um amor, gostaria que fosse grandioso e compreensivo como o deles.
Destaque especial para a participação especial do elenco de Reply 1997 em 1994 e como tudo isso se encaixou bem na história, sem que a aparição ficasse forçada demais.
No fim das contas, ficou tudo tão bem amarradinho que fica difícil falar aqui sobre uma coisa sem contar a história toda, então tudo que posso recomendar é que assistam e se divirtam com as emoções, casos engraçados e pontuais da época e ótimas atuações de todo o elenco maravilhoso de Reply 1994.
Geralmente quando escrevo estes textos de ano novo gosto de ser poética e esperançosa. Gosto de olhar pra frente e esperar o melhor para o ano que está começando.
Mas 2014 foi um ano diferente pra mim. Claro que houve muita coisa boa. Viagens, amizades fortalecidas, prioridades restabelecidas, shows maravilhosos, momentos divertidíssimos em ótimas companhias, surpresas agradáveis, laços resgatados do passado e que deram muito certo neste novo momento em que somos outras pessoas e muitas amizades novas que me fizeram muito bem. Tive sucesso em quase tudo que eu tentei (não consegui o francês fluente - ainda). Sou muito grata por isso tudo e por tudo que aprendi. Aprendi muito e muito poucas vezes pelo método indolor (mas foi por que eu quis, ingenuamente) e aprendi principalmente a falar o que penso e sinto, a ter paciência e a amar quem merece ser amado, ou ao menos a amar cada um na dose certa. Sou muito grata por este aprendizado e pelo amor que ganhei de amigos, colegas e principalmente da minha família.
Não vou ser poética e esperançosa. Vou ser um pouco egocêntrica e realista e olhar pra mim e pra realidade, mas meu desejo é pra todos.
Que em 2015 todos possamos crescer do jeito mais fácil e que aprendam muito pra serem cada vez melhores, que saibamos usar as lições aprendidas pra viver de forma leve e fácil. Que sejamos felizes, por que é este estado de espírito que me devolveu a esperança e a poesia aos meus olhos e à minha boca, que está cheia pra dizer: BEM VINDO, ANO NOVO!
Fui poética e esperançosa, no fim das contas, não fui?
Videos BTS da Ceci que são praticamente pornografia
Ceci, pra quem não sabe, é uma revista coreana que nos agracia com deliciosos photoshoots de nossos Oppars (e Unnies?) favoritos. Além de nos trazer imagens maravilhosas, a revista produz alguns videos pra mostrar o que acontece por trás das sessões de fotos. Este saboroso canal no youtube está recheado de pequenas amostras cinematográficas do céu, videos todos trabalhados no erotismo sutil e gratuito, que resolvi reunir neste post caso algum dia vocês enjoem do PornHub e estejam a fim de por um pouco mais de criatividade nas fantasias de vocês. Menores de idade, parem de ler por favor, obrigada, porque vai começar a putaria.
Pra fazer a abertura dos portões do paraíso, aqui estão três obras primas audio visuais protagonizadas por Lee Jong Suk, a estrela de lábios carnudos de dramas que caíram no gosto de crítica e público.
O que pouca gente sabia, mas que foi revelado neste video delicioso é que Lee Jong Suk além de usar esta boquinha suculenta pra beijar mocinhas e falar impecavelmente as falas dos doramas em que participa também sabe usá-la de outra maneira. Ele usa essa boca tão grande pra te seduzir melhor, novinha! Essas carinhas meio inocentes meio indecentes são puro sexo e esse strip-tease segue exatamente o seu propósito de provocar, já que esse ator e ex-modelo sabe muito bem como usar este smirk maldito e tentador de novinho que vai fazer a noona gritar oppa.
Como é que ele teve a capacidade de tornar uma coroa de flores sexy? A música deixou estas cenas melhores ou as cenas deixaram a música melhor? Ah, whatever, It's all about Lee Jong Suk.
Pra quem está na vibe comédia romantica teen porém com cenas de soft porn, temos outro video do mesmo mocinho.
Aqui Lee Jong Suk faz a linha descontraído, romântico que vai te beijar no meio de uma brincadeira (referências à arminha de paintball/água são uma cortesia de 10 Coisas que eu odeio em você) e vocês farão um sexo gostosinho e despretensioso. A trilha sonora sugere que vocês dormirão de conchinha e no dia seguinte ele vai trazer café da manhã e flores e começarão outra guerra/brincadeira que vai terminar em mais uma rodada deliciosíssima de sexo com amor.
O último pornô protagonizado por esse muso inspirador das fotos e videos de bastidores é esta tentação aqui:
Lee Jong Suk aqui interpreta este menino rico, mimado e meio cafa que provoca por esporte. Pra quem gosta de um amor bandido e hardcore e acha divertido explorar a fantasia do sexo em troca de favores, Lee Jong Suk tá sequestradinho, amarradinho e topa fazer sexo em troca de sua libertação. Rico, fino e safado, praticamente um Chuck Bass coreano.
E por falar em Lee Jong Suk, este outro delicioso modelo que virou ator e que é amantebrother de Jong Suk na vida real e em School 2013, veio dar o ar da sua graça!
Kim Woo Bin é mais bruto, tem traços e características mais masculinas e fortes e um olhar mais sombrio e menos doce e a revista Ceci teve a brilhante ideia de erotizar tudo isto em um photoshoot que inspira até as mentes menos obscuras a fantasiar com vampiros. Os tons de vermelho e branco e a seriedade na expressão do personagem de WooBin para as fotos exalam o tédio dos imortais. Um vampiro que já viveu e ainda irá viver muito já perdeu o sabor pela comida e pela bebida, e mais ainda pela vida. O olhar sedutor, porém, sugere que ele ainda tem esperanças de encontrar alguma diversão na monotonia de viver pra sempre. E você pode dar a ele uma noite que nem depois de toda a eternidade poderá ser esquecida.
Vampires suck, don't they? E nada mais sexy que um homem que precisa dar uma chupada para viver.
Que tal uma orgia?
A Seita SExo já tem doze jovens machos, mas precisa de uma fêmea donzela para realizar a cerimônia de hoje. Neste ritual de fertilidade vocês irão performar o ato sagrado do sexo como sacrifício à mãe natureza. Eles já trouxeram as flores que simbolizam a renovação da vida e estão ansiosos para começar o rito, recompensado pela natureza com o prazer do êxtase religioso sexual.
Então você se envolveu numa trama noir em que a adrenalina do perigo te excita?
Policiais, bandidos, todos suspeitos de um crime em que o seu corpo é a evidência e o quarto sujo de um motel barato é a cena do crime. Neste mundo, tudo tem seu preço e a moeda que circula nas mãos de bandidos e mocinhos é só uma: sexo. Com você.
Sei que to desaparecida e devendo minha terceira rodada de comentários sobre Coffee Prince e que não postei reviews já escritas e dos ultimos singles e babados (fortíssimos!) da Coraya, mas a correria não permitiu nada para mim além de voltar aqui pra postar essa review já pronta de Personal Taste.
Então vamos fazer um resumo simples e conciso de Personal Taste, este clássico recomendadíssimo
O que tem de bom: Lee Minho fingindo que é gay.
O que tem de ruim: Lee Minho fingindo que é gay.
Sério, uma premissa básica dessas e acabaram não explorando tão bem quanto podiam um um plot cheio de pontos cômicos ou sérios que nem esse. Apesar de ser uma série agradável de assistir, ela não me marcou tanto porque nem a comédia nem o drama são fortes o suficiente. Se tivessem explorado melhor Lee Minho fingindo que é gay poderia ter sido um drama muito melhor.
Pro lado da comédia, as coisas mais engraçadas foram os momentos em que Jinho passava por cima de seu orgulho hétero e não esclarecia os maus-entendidos que faziam parecer que ele era gay. Quando ele começou a viver com a mocinha, a suposta homossexualidade também trouxe situações engraçadinhas, mas nada que faça o espectador rolar de rir, afinal, cenas da mocinha dando de cara com o mocinho pelado e mocinha enrolada na toalha procurando as lentes de contato no chão terminavam descambando pro romance, o que é válido já que era uma comédia romântica, mas perdemos várias oportunidades de rir com este tipo de situação. Esse bom-mocismo coreano vetou a comédia, mas não foi esse o principal ponto defeituoso da trama com um todo. Haviam muitos pontos para focar e isso acabou tirando o foco da premissa básica do drama. No geral a parte cômica mostrou seu ponto alto com o timing cômico do Lee Minho na cena em que ele fica com vergonha de comprar absorvente pra mocinha. Mesmo todo sério, soube fazer rir. E já que a comédia era baseada nos maus entendidos, é válido ressaltar que souberam pesar a mão direitinho quando a comédia ia fazer graça com estereótipos homossexuais. Pra um país tão estritamente heteroafetivo, foram muito delicados ao tocar no assunto, o que é bom, mas talvez essa delicadeza tenha sido tanta que beirou o superficial.
Não sei se por um medo de entrar no assunto que é tabu ou se porque a história era só uma comédia romântica, a homossexualidade não foi discutida, mesmo tendo sido ela decisiva na história de muitas maneiras diferentes. O foco dramático acabou se tornando a história da construção da galeria de arte e, por fim, a inimizade entre JinHo e seu concorrente tomavam conta da trama, fazendo o atrativo básico do show se perder aí.
A trama acabou ficando muito superficial e não se aprofundou em nenhum aspecto psicológico de toda a situação. Tínhamos um heterossexual que se beneficiou profissionalmente por terem pensado que ele era gay, o que acabou despertando o interesse romântico do chefe, realmente homossexual. Achei essa relação mal explorada e o mocinho acabou ficando com uma imagem unidimensional, sem se comover o suficiente (pelo menos não o suficiente pra mim!) pela dor do diretor Choi, que inclusive se tornou um protetor dele e do casal. Este poderia ter sido um ponto de humanização do nosso herói, mostrando alguma comoção com o sofrimento pelo qual fez o chege passar já que ele esconde o fato de ser gay e ainda ama um colega que assume, depois, que não é gay nada. Todas as frustrações deste personagem ficaram de lado e acabaram sendo mais exploradas na amizade que ele construiu com a GaeIn do que na relação dele com o JinHo. E quando achei que o mocinho ia sentir na pele o preconceito por ter que se assumir, a história se detinha em uma briguinha entre ele e ChanRyul e pronto, não se discutia mais como é difícil ser homossexual naquela sociedade. Um prato cheio, mas mal executado
Como dito, não sei se é realmente superficialidade ou só excesso de histórias a se contar: o passado da família do Jinho, os traumas de infância da GaeIn se alternavam como foco da trama também, e acabaram tão mal explorados quanto os dilemas homossexuais ou a comédia. A resolução dos conflitos se dava com uma facilidade invejável. Dramas enormes se resolviam com pequenas soluções. Pra mim não colou muito.
Que beijo, viu Lee Minho! Que beijo!
Quanto ao casal, foram fofos e ai, como eu queria um Lee Minho "me fazendo mulher" e cuidando das minhas cólicas! Mas uma coisa me incomodou. A relação se construiu de uma maneira legal e fofa e o maior dilema deles quando começaram a se relacionar como homem e mulher (héteros!) foi a questão sexual. Como tradicional na Coréia, a mocinha é super conservadora e o mocinho é só um homem normal com desejos e vontades, mas sempre tratado como um pervertido e nunca vi mulher nenhuma nesses doramas cedendo aos desejos da carne de maneira fácil. GaeIn era a típica mocinha que não queria nada minimamente mais sexual do que uns beijinhos e Jinho, muito mais maravilhoso do que outros protagonistas insistentes, era muito compreensivo em relação a isso. No entanto, ele era feiro de carne, osso e a carne, meus amigos, é fraca! Vimos algumas tentativas de convencer GaeIn a liberar geral e parabéns a ela pela resistência às investidas de um cara interpretado por Lee Minho, mas parabéns ainda maiores pra ele, que nunca ultrapassou os limites do respeitável. Tudo ia bem (era sexualmente frustrante, mas aceitável) até o momento em que a mocinha desiste completamente de todas as suas convicções e motivos para não transar com o Lee Minho e só porque ele tá com febre (Curar febre com sexo, quem nunca?) e fez um projeto inspirado num presente que ela deu a ele ela vai lá e... resolve transar com ele. Nada contra o Lee Minho, pelo contrário, eu que não tenho convicção nenhuma contra transar quando se tem vontade teria transado logo na primeira vez que visse ele de toalhinha rondando pela minha casa, mesmo se eu achasse que ele era gay (foca na carne fraca!). Mas a mocinha tinha todos os motivos dela para não querer transar e ele, mesmo pensando o contrário viveria bem com a decisão dela, só que, de repente ela decide que a melhor maneira de selar a reconciliação é cedendo às investidas (bem sutis, por sinal) do JinHo. Gente, se lá os relacionamentos já são fadados ao casamento e ela logo logo foi pedida em casamento, porque não adiantaram o casamento e ela só transou depois de casada? Parece que é só aparecer um homem bonito e cheio de hormônios querendo comer seu kimchi que você esquece das suas convicções. Calma, gente!
Ok, tem também a teoria de que ela pudesse estar confusa desde o começo, sem saber se queria transar ou não e o JinHo ser um fofo delicioso e sarado só acabaram com as dúvidas dela, mas ainda assim, ele também ouviu os argumentos dela e no entanto quem é que teve que ceder? Ela, né? Nada de ele ficar na mão por uns tempos até casar. Achei uma pressão desnecessária sobre ela, transar é uma decisão pessoal e cada um deve respeitar a sua.
Até parece que eu sou essa conservadora toda, mas sou uma pessoa de convicções e sou a favor das pessoas defenderem as suas.
Fiz umas críticas meio sérias, mas não se deixem levar pelas minhas divagações filosóficas! Personal Taste é um drama bem legal e um ótimo entretenimento. E claro, tem Filé Minhão de toalhinha.