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@erodaparis
Hallow's Eve ~ l.s (+18 conteúdo sexual e sensível a alguns públicos)
"É véspera de Halloween e o jovem Harry esta sozinho em casa, aproveitando que sua família foi viajar para assistir séries e filmes de terror, assar biscoitos temáticos de seu feriado favorito e quem sabe estudar um pouco para as provas de final de ano, isso é, claro até uma presença maligna se mostrar presente em sua pacata residência suburbana."
(ltops, hbottom, bdsm, demon, dubious consent, fearplay, halloween, knifeplay, larry, oneshot, humilhação, pornwithoutplot)
One Shot
- Querido, você tem certeza que vai ficar bem? - A mãe de Harry pergunta pela milésima vez quando já esta quase saindo na varanda da casa, seu tom calmo e carinhoso.
Ela o abraça e aperta suas bochechas fofinhas em um ato de ternura, antes de fitá-lo ainda um pouco receosa em deixar o filho sozinho por um final de semana inteiro.
- Sim mãe eu tenho. Por favor, não se preocupe. - Harry responde retribuindo o abraço e sorrindo aliviado.
- Tem certeza? Ainda pode arrumar suas malas e vir conosco para a casa de seus tios, eles adorariam te ver antes do natal. - Ela pergunta uma última vez mesmo sabendo que a resposta seria não.
- Mãe, eu tenho que estudar para as provas de final de ano e quero aproveitar esse tempo sozinho pra me concertar melhor. - Ele diz encontrando as melhores palavras para fazer sua mãe se acalmar e convencê-la de que realmente era isso que planejava fazer.
Harry já havia se despedido de sua irmã e padrasto que esperavam sentados dentro do carro estacionado na calçada, as bagagens todas postas no porta malas e agora apenas faltando sua mãe terminar de o apertar e paparicar para entrar no banco do passageiro ao lado do marido.
- Certo, eu confio em você Harry. Serão apenas alguns dias, se comporte. - Ela fala de novo como se já não tivesse dado todas as regras diversas vezes e até colocado um papel com elas escritas na porta da geladeira.
- Sim, eu prometo. - Harry responde ansioso em vê-la finalmente atravessando a varanda de casa.
Ele ganha um beijo singelo na testa e então a progenitora esta agarrando a alça de sua bolsa fortemente, descendo os degraus na pequena escada decorada com algumas abóboras em volta e fazendo seu caminho pelo pequeno jardim na frente da casa, também decorado com algumas coisas de Halloween, ela entra no carro fechando a porta atrás de si e olha para o filho na varanda uma última vez acenando juntamente com sua filha mais velha pela janela.
Harry esta sorrindo de orelha a orelha, o carro dando partida e seguindo seu rumo pela rua pouco movimentada, era a primeira vez que seus pais o deixavam sozinho por tanto tempo, ele estava animado. Seu olhar paira brevemente no outro lado da rua e por alguns segundos ele jura ter visto o formato de uma silhueta escura parada logo após o veículo de seus pais passar pelo local, ignorando tal fato por conta das inúmeras decorações em todas as moradias ao redor, deveria ser apenas impressão ou algum tipo novo de aparato para o Halloween.
Batendo a porta da frente atrás de si, aliviado em ter toda a casa apenas para ele, se dirige até a espaçosa sala de estar e se prepara para ligar a TV, deixando em algum canal qualquer enquanto mexe distraidamente em seu celular, Harry não era um adolescente muito popular, possuía alguns poucos amigos próximos que o convidavam para festas de vez em quando, mas até agora nada havia aparecido em suas mensagens privadas, ele queria fazer algo diferente neste fim de semana e havia tanto tempo para planejar que nem estava se preocupando ainda, era apenas sexta-feira e poderia muito bem se divertir sozinho se este acabasse sendo o caso.
Resolve selecionar alguma música no aplicativo do Youtube na TV e a deixa tocando, mais alto do que o normal é claro, afinal era apenas ele agora. Harry não iria mentir, queria realmente estudar para as provas finais do colégio, mas havia tempo e quem iria duvidar de suas promessas? Era um garoto muito comportado, tinha excelentes notas e nunca havia dado nenhum tipo de trabalho para a mãe, tanto que ela chegou ao ponto de confiá-lo a casa inteira neste fim de semana, era véspera de Halloween e o jovem de 18 anos amava esse feriado, tinha até salvado algumas receitas temáticas para tentar fazer e mesmo não sendo lá muito bom na cozinha adorava tentar coisas novas.
Certamente ele também tinha planos para a noite, queria abrir uma das garrafas caras de vinho do padrasto e assistir algum filme de terror, seu gênero favorito, gostava muito de todo o suspense e adrenalina que envolviam as produções, a cada susto e cena cheia de sangue ou tripas o fazendo vibrar de medo juntamente com os personagens. Não curtia tanto as produções com fantasmas ou seres sobrenaturais, no entanto, gostava de ficar assustado, mas tudo tinha um limite e era difícil para ele pegar no sono depois, imaginando todas as possibilidades desconhecidas que o mundo dos mortos poderia revelar.
Eram aproximadamente 4 da tarde quando Harry se cansa de ficar na sala e resolve ir preparar seus biscoitos de Halloween, ele pega um dos aventais da mãe para evitar sujar seu suéter vermelho sangue e as calças de moletom com pequenos fantasminhas que vestia, alguns poderiam achar um exagero, mas ele adorava as roupas com estampas de Halloween e essa era a única época do ano em que usar elas não seria considerado um assassinato a moda.
A música continuava tocando ao fundo e Harry ia separando os ingredientes que sabia precisar, diferente da maior parte dos outros garotos de sua idade ele adorava cozinhar e sentia orgulho em ter aprendido algumas coisas com sua mãe, desde novo a ajudando no preparo das refeições, no natal que estava por vir queria muito aproveitar o tempo com sua tia para aprender novas receitas e enfeitar a mesa da ceia de natal juntamente com a mãe e a irmã mais velha. Era ele na verdade que sempre se empenhava em colocar todas as decorações para cada época do ano, natal, páscoa e afins.
Com o Halloween não fora diferente, procurou nas melhores lojas no centro da cidade os enfeites mais bonitos e assustadores, é claro, para encher a casa com o tema de dia das bruxas, seu quarto ganhou teias de aranha falsas em alguns cantos das paredes e luzinhas de abóboras decorando o topo de sua cama, adesivos de fantasmas que brilhavam no escuro foram colados por toda a parte e até encontrou um jogo de lençóis roxo com preto, repleto de bruxinhas voando em suas vassouras como estampa, completando assim um visual fofo e temático para o cômodo onde dormia. O jardim da frente seus pais resolveram montar, o que faziam todo ano, mas desta vez colocando um pouco mais de esforço para competir com as casas vizinhas, que sempre tinham exuberantes decorações em todas as épocas do ano, se fosse por Harry eles decorariam a cada passagem de estação.
Os inúmeros recortes e adesivos ''assustadores'' se espalhavam pelo interior da sala, alguns esqueletos de plástico decoravam as estantes e as luzinhas de natal já estavam sendo colocadas em uso nos corredores, as aboboras reais decoravam um pouco da varanda e as escadas na frente da moradia suburbana, algumas até com lanternas ou velas dentro para iluminar a sua volta.
Depois de preparar a massa e passar bons minutos a batendo e misturando na grande tigela, pegou os moldes para biscoitos, todos na temática de Halloween, derramou a massa no balcão coberto de farinha e começou a cortá-la com os moldes de metal que possuíam as mais diversas formas, fantasminhas, abóboras e chapéus de bruxa. Já na forma própria para o forno colocou-os para assar, ajustando o timer no tempo correto que a receita pedia e como havia bastante tempo, Harry resolveu ir tomar uma ducha rápida, esperando que não acabasse os queimando.
Selecionou uma longa playlist de suas músicas favoritas para deixar tocando enquanto ia para o quarto, subindo rapidamente as escadas de madeira, sentiu alguns degraus frouxos rangerem abaixo de seus pés. Tudo parecia estar no clima perfeito para a noite de Halloween, Harry não se assustaria facilmente, pelo menos não com essas pequenas coincidências, já em seu quarto despiu-se das roupas confortáveis que ainda iria vestir depois e pegou seus produtos de beleza juntamente com a toalha felpuda que iria usar para se secar, foi em direção ao banheiro no final do corredor, colocando tudo na bancada da pia e abriu o chuveiro no quente.
Durante o banho, cobriu seu corpo com a espuma do sabonete líquido de maçã verde, lavou seus cachos com shampoo de morango e hidratou no final com um creme de baunilha que deixava os fios bem macios, Harry adorava se cuidar, talvez outros garotos de sua idade não se importassem tanto em manter uma pele bonita ou bem cuidada, mas para ele era essencial, ainda mais quando no auge da puberdade as espinhas atrapalhavam muito de sua autoestima, a irmã, no entanto, o ajudava achar os melhores sabonetes e hidratantes para cuidar de seu rosto. Às vezes ele até passava escondido um pouco das bases e corretivos dela, não querendo ter de se explicar para os pais.
Harry estava quase terminando quando ouviu a porta do banheiro, que havia deixado encostada, se abrir lentamente, rangendo baixinho em meio ao vapor branco que se instalara no ambiente por conta da água quente do chuveiro. Levemente assustado, ele dá um pequeno salto virando em direção a saída do cômodo.
- Tem alguém ai? - Perguntou em um primeiro impulso, ainda dentro do boxe e prestes a fechar o registro.
Talvez seus pais tivessem voltado porque esqueceram algo ou talvez fosse apenas um pouco de vento que fez a porta se mover, não estando bem fechada de qualquer maneira. Sem obter resposta Harry desliga o chuveiro e se enrola na toalha, pronto para sair do recinto lentamente.
Ele agarra a porta abrindo-a completamente quando já esta fora do boxe, observando o corredor e notando a escuridão que já começava a se formar lá fora, o anoitecer alaranjado que aparecia apenas na beirada de uma janela ao fundo. Harry tem uma sensação estranha, um arrepio parece percorrer por sua espinha, como se houvesse algo atrás de si, mas ele está tão vidrado no cenário atípico que se apresenta a sua frente que não tenta se mover, a casa escura e vazia com os últimos raios de luz desaparecendo ao longe no lado de fora, toda a fumaça de seu relaxante banho dissipando ao redor.
Ele quer terminar sua rotina pós banho antes do timer na cozinha apitar, então tenta deixar tudo isso de lado ao desenrolar a toalha da cintura e passar pelo corpo, secando cada centímetro da pele sedosa que possuía, quando esta espalhando um creme de lavanda pelos braços e coxas, olha de relance para o espelho ainda meio embaçado a sua frente e que parece mostrar um reflexo além do seu, Harry estava com a perna apoiada em cima do vaso sanitário então na tentativa de se virar rapidamente acaba se desequilibrando, por sorte quando ele consegue olhar atrás de si não há nada lá e suas mãos se apoiam na bancada da pia, evitando que acabe no piso molhado.
No caminho para seu quarto, Harry acende todas as luzes que pode pelo corredor, ainda abalado com os acontecimentos anteriores, talvez ele estivesse apenas se deixando levar pela imaginação, estava sempre acostumado a dividir toda casa com sua família, de repente era estranho estar tão sozinho assim, nunca havia percebido os rangeres da escada antes ou como a janela do corredor dava para apenas árvores, ou como a porta do banheiro mexia-se com facilidade, de qualquer maneira ele ainda conseguia ouvir o som das músicas tocando na TV do andar debaixo e isso trazia certo conforto para sua cabeça agitada. Procurava agora uma boxer para vestir em suas gavetas, encontrando sem querer um de seus segredos mais íntimos, uma calcinha rendada com detalhes em preto e vermelho, Harry sorri para si mesmo, havia esquecido que tinha isso, bom talvez ele tenha há comprado algum tempo atrás por curiosidade, mas nunca realmente teve coragem de usar, quem sabe algumas vezes para dormir, pois era muito mais confortável, mas ninguém realmente precisava saber disso.
Ele quer relaxar e se sentir mais seguro na própria pele, então o que seria melhor do que usar a peça de maneira espontânea, nunca gostaria de ter de admitir, mas sim se sentia muito bem nela, a maneira como se agarrava a sua bunda e era tão macia tocando em sua pele, apertando nos lugares certos e o fazendo se sentir bonito, delicado de uma maneira pouco explorada até então. Harry pensa que talvez fosse um pouco estranho e certamente ninguém o entenderia, mas ele não se importa, estava sozinho e usaria o tempo todo calças por cima de qualquer forma.
Terminando de se vestir, ele desce as escadas bem a tempo de ouvir os biscoitos ficando prontos, correndo para a cozinha retira-os do forno e vai em busca do glacê que já havia preparado deixando-o resfriar na geladeira, Harry queria decorá-los nos mínimos detalhes então adiciona um corante diferente para cada punhado do conteúdo, havia comprado diferentes confeitos e saquinhos plásticos para auxiliar na aplicação, os biscoitos em forma de abóbora são pintados de laranja, os chapéus de bruxa em roxo e os fantasmas de branco. Orgulhoso de seu trabalho, ele lambe o que sobrou do glacê e coloca-os para refrigerar, esperando assim que fiquem mais firmes, enquanto lava toda a louça e organiza a bagunça da cozinha, Harry dança descontraidamente ao som das músicas que começam a tocar aleatoriamente depois de playlist acabar.
Algum tempo depois Harry está secando e guardando algumas das coisas que utilizou, do lugar onde está consegue ver os clipes tocando na TV da sala, de repente alguma interferência faz a tela ficar cinza e o som se torna distorcido, ele larga tudo que está fazendo e corre para abaixar o volume, encontrando o controle no meio das almofadas jogadas no sofá, mas mesmo apertando todos os botões nada parece funcionar, tenta desligar no botão, mas não consegue encontrá-lo, malditos eletrônicos de última geração. Desesperado em tentar fazer os sons terríveis pararem ele procura a tomada, puxando o fio que mantinha o aparelho conectado e finalmente desligando-o.
- Que merda foi essa? - Harry pergunta a si mesmo, ainda desconcertado com o susto que havia tomado.
Com receio de ter estragado o aparelho ele procura no navegador de seu celular, possíveis causas para o tal acontecimento, encontrando apenas histórias sobre poltergeists e demônios, sem querer acreditar em nada daquilo volta a ligá-la, esperando que possa ser apenas algum tipo de curto-circuito. Tudo esta funcionando normalmente, aliviado Harry se joga no sofá e assiste alguns canais aleatórios pelos próximos minutos, seus biscoitos estavam gelando e em breve iria preparar pipoca para assistir ao mais novo lançamento do gênero slasher, não queria ver nada muito sério ou assombroso, admitindo secretamente ser pelos recentes acontecimentos em sua residência.
Talvez tivesse se empolgado demais para o feriado e o universo estaria pregando uma peça em sua imaginação fértil, afinal era o melhor que se poderia pensar sobre tudo até agora. Mantendo-se otimista, ele tenta relevar o sentimento sinistro que se fazia presente no fundo de sua mente, o começo de uma crescente paranoia que definitivamente não o ajudaria a dormir mais tarde.
Então, apesar de tudo, são quase 11 horas da noite quando Harry está enrolado em um cobertor fofinho, já em sua quarta taça de vinho e comendo pipoca da grande tigela de plástico em seu colo. Um filme sangrento e cheio de suspenso passa na TV, neste ponto ele já assistiu a alguns longas satíricos que aliviaram o clima e tensão deixando-o bem menos preocupado, pronto para se assustar novamente, seus olhos verdes fitam a tela atentamente, observando cada cena e movimento dos protagonistas, as luzes estão apagadas na maior parte da casa trazendo assim o clima quase perfeito de uma sala de cinema.
O volume alto do filme se perde entre alguns barulhos irritantes que ele ouve vindos da cozinha, tendo certeza de que fechou todas as janelas e trancou bem as portas, não consegue imaginar o que pode ser. Sua pipoca esta quase acabando então teria que ir lá de qualquer maneira, Harry não se incomoda em pausar o filme, preguiçosamente se desenrolando do casulo de almofadas e cobertor.
Poderia se dizer que até certo ponto Harry não acreditava em nada sobrenatural, que todos os sustos levados ao longo do dia foram explicados de maneira rápida e condizente, afetando-o pouco comparado a sensação alarmante que tomou conta de si ao adentrar a cozinha e encontrar todos os armários abertos com as portas escancaradas.
- Que caralhos? - Ele xinga em um sussurro, a tigela em suas mãos cai no chão com um baque.
A primeira coisa que consegue pensar é que deve haver alguém na casa, de alguma maneira, um invasor escondeu-se assim que seus pais foram embora e esta pregando peças nele, talvez seja um de seus amigos Niall ou Liam, ou alguma criança da vizinhança, mas Harry também sabe a resposta óbvia que se espreme entre os caminhos de seu cérebro, quebrando as barreiras de descrença que tanto lutou para construir. Algum tipo de presença maligna, espírito, ou seja lá o que for, ele não quer ficar mais tempo sozinho para descobrir.
Com tudo isso correndo por sua mente tenta pegar seu celular na sala, ligaria para seus pais ou mandaria mensagens para Niall, chamando-o para dormir ali de última hora. Prestes a desbloquear o telefone, Harry sente aquele mesmo arrepio de antes subir por suas costas, as luzes do corredor e cozinha que foram deixadas acesas piscam, as mãos trêmulas não ajudam nenhum um pouco quando algo parece arrancar o objeto delas e derrubá-lo para longe no tapete da sala.
Por alguns segundos Harry se sente tonto, talvez tivesse abusado um pouco da garrafa de vinho que pairava agora sob a mesinha de centro, assustado observa o corredor onde a lâmpada piscava incessantemente e no final consegue ver uma escura silhueta, aproximando-se a cada vez que a luz desaparece, a TV desliga em um piscar de olhos e tudo parece silencioso demais de repente. Queria poder correr para seu quarto e esconder-se embaixo das cobertas, mas para isso teria de passar pelo corredor, suas pernas, no entanto estão congeladas e nada mais pode fazer a não ser proferir tremulamente as próximas palavras.
- Tem alguém ai? - Ele pergunta mesmo esperando com toda sua alma não obter nenhuma resposta.
A sombra do homem no fundo do corredor desaparece como um sopro, a casa fica totalmente escura e Harry anda de ré, movendo-se em direção a porta da frente como pode. O ambiente se torna inexplicavelmente gelado fazendo assim sua pele arrepiar-se da ponta dos pés até o topo de sua cabeça, de repente o vulto preto aparece em sua frente, aproximando-se lentamente e ele não sabe mais para onde ir.
- Você é muito difícil de assustar, não é mesmo? - Um tom rouco e obscuro se faz presente, a figura a sua frente estende os braços para prendê-lo contra a parede onde se apoiava.
Os joelhos de Harry estão trêmulos e uma de suas mãos tenta estender-se para a maçaneta da porta, mesmo sabendo que esta se encontrava trancada e que não teria maneira nenhuma de alcançar as chaves no aparador de madeira, estando a poucos passos dele, mas completamente longe em relação a sua posição ao lado esquerdo da porta.
- Como entrou aqui? - Harry pergunta gaguejando com um tom embaraçosamente fino em sua voz.
Uma risada baixa pode ser ouvida vindo da criatura, e mesmo sem nenhuma luz iluminando sua visão o adolescente consegue notar o canto de seus lábios se curvando de maneira perversa, olhos acinzentados parecem o observar profundamente, a silhueta é rápida em pressionar-se contra ele e a carne supostamente coberta por tecidos parece queimar contra si. Uma de suas mãos sobe para seu rosto, unhas afiadas podem ser sentidas trilhando um caminho leve pela bochecha de Harry.
- Está começando a ficar realmente assustado agora, não é? - Ele pergunta inalando perto demais de seu rosto. - Sua pele é tão macia. - O tom de deleite escorrendo por suas palavras.
O que Harry imagina ser um homem prensa os quadris aos seus, a mão que acaricia por sua bochecha é quente como o inferno e logo está agarrando seu queixo, firmando sua proximidade ainda mais e fazendo seus lábios formarem um beiço ridiculamente infantil. A janela da sala tem as cortinas um pouco abertas e com isso a luz da lua cheia entra aos poucos para lhe proporcionar uma visão melhor do invasor, ele jura que a segundos atrás aquelas orbes não eram vermelhas, mas agora encontram-se em um tom flutuante entre bordo e preto cintilante, era assustadoramente mágico e Harry esta hipnotizado pelas cores.
- O que você quer? - Ele sussurra, os membros de seu corpo se tornando moles com a presença ameaçadora que o assola.
- O que eu quero? A eu quero muitas coisas... Mas de você, bom temos a noite toda para descobrir. - A boca de lábios pálidos responde em tom divertido, caninos afiados podem ser vistos de relance.
Ele está tão próximo e sua respiração pode ser sentida nas bochechas de Styles, que arrepia ainda mais com as mãos descendo por suas laterais, uma se encaixa em seu pescoço e a outra agarra sua cintura, forçando suas virilhas a roçarem uma contra a outra. Harry sente o sangue vibrando em suas veias, enchendo seu peito de batimentos fortes e o medo tomando conta de seus sentidos, não queria ter de admitir, mas aquele ser definitivamente não era desse mundo.
- Você não é humano, é? - Pergunta sem certeza do que realmente quer dizer, suas palavras assustadas sendo proferidas depois de engolir em seco.
Em poucos segundos o invasor se move em alta velocidade para o sofá da sala, sentando com as pernas abertas e os braços ocupando mais espaço do que o necessário na guarda atrás de si. É difícil de compreender com olhos humanos o tamanho poder que exalava.
- Depende do que você considera humano... Posso tomar diversas formas, mas decidi que hoje à noite esta seria a mais apropriada, não acha? - O demônio explica vangloriando cada palavra com seus requintes de malícia.
Harry tenta não olhar fixamente para a assombrosa figura sentada em seu sofá, como se fosse dono de tudo, mas é impossível não se perder na aura obscura que ele transmite, na maneira como seus ombros são perfeitamente esculpidos ou como suas pernas esticam o tecido preto da calça social que veste, agora o adolescente consegue notar os detalhes da presença inexplicável que se fez presente em sua noite de Halloween e seu tronco descola-se da parede onde havia sido preso anteriormente, tentando fazer os poucos passos até chegar ao meio da sala.
- Seja educado, Harry e sente comigo. - O timbre exigente comanda de forma educada.
Styles arrasta as longas pernas até o sofá, sentando incerto ao lado do demônio, seus joelhos bambos com a iminência do que poderia acontecer em seguida.
- Como sabe meu nome? - Ele fala tentando não soar tão assustado quanto realmente está por dentro.
- Ah, eu sei muitas coisas sobre você... - Profere de forma tentadora, os dedos de uma das mãos tocam de leve a ponta dos cachos do adolescente, mesmo com certa distância seu braço alcança em boa medida. - Como o que está usando por baixo dessas calças de moletom e quais sensações faz você sentir.
Harry engole em seco novamente, sendo analisado em ímpeto pelo semblante sério e sedutor que lhe observa de longe, suas coxas se apertam tentando esconder um pouco do que lhe resta de dignidade. A mão que brinca com a ponta de seus cabelos vai para a parte de trás de seu pescoço, apertando e puxando-o mais perto.
- Fiquei te assistindo durante toda a noite e agora quer ser frio comigo? Isso não é a maneira certa de tratar um convidado. - As unhas pontiagudas se enterram em sua epiderme e o som da voz arrogante toma todo o ar de seus pulmões.
Harry geme de dor com o aperto em seu pescoço, se pudesse olhar tem certeza que encontraria hematomas se formando no local, ele morde o lábio inferior tentando reprimir um pouco dos sons que produz e seus braços desconcertados buscam pela coberta que usava antes para se cobrir, seu corpo sente frio mesmo que em seu interior chamas cresçam tentando fazer caminho para fora e no fundo precisa muito cobrir sua virilha antes que revele algo íntimo demais.
- Não seja tímido, Harry. Eu já sei o que você quer esconder. - O homem diz sorrindo ironicamente e arrancando em seguida o pouco do cobertor que tapara as pernas do cacheado.
- Me deixe ir, por favor. - Ele pede receoso, sua voz um alento baixo e frustrado.
O demônio havia o movido consideravelmente perto, segurando sua cabeça no processo e arrastando-o pelo sofá, o cacheado faz todos os esforços possíveis para não chegar perto demais, mas é extremamente difícil quando a figura obscura tem tamanha força que poderia o levantar no ar como uma pluma. A mão de unhas afiadas agora massageia por seus cachos apertando-os entre os dedos e Harry tem medo de pensar que se sente um pouco reconfortado pelo ato.
- Oh, mas você não quer isso, quer? - Condescendente e sedutor ele pergunta mesmo não esperando receber nenhuma resposta.
A outra mão vai para sua coxa raspando em cima do tecido e incitando arrepios ferozes por baixo do moletom, Harry não consegue realmente compreender o que se passa com seu corpo, mas seja lá o que essa criatura está fazendo funciona muito bem para deixá-lo na borda da excitação. Seu pau dentro da calcinha rendada cresce de volume quando sua cabeça é forçada para trás, um aperto forte puxando os fios castanhos com rapidez e revelando a palidez de sua garganta.
- É? Quer que eu vá embora? Desapareça da sua frente deixando você duro e sedento pelo resto da noite? - Ele continua sibilando as palavras inocentemente.
Aproxima a boca de sua garganta e passa a língua lentamente pela região, saboreando o gosto divino de uma alma tão jovem, o demônio tinha certa preferência por presas novas e ingênuas, mesmo que Harry não seja exatamente a personificação mais pura que tenha encontrado gosta do quão tímido ele é, sem poder respondê-lo com todas as palavras o que deseja de verdade.
A respiração do cacheado esta acelerando a cada minuto e não faz ideia do que fará se o homem continuar provocando-o assim, desiste de segurar a parte da coberta que ainda matinha em seus dedos para pousar a mão na dele que se encontra em cima de seu joelho e então ele arrasta-a para o meio de suas pernas criando coragem para dizer a próxima frase.
- Não, você não pode me deixar assim.. - Resmunga fechando os olhos e aproveitando o alívio do contato.
- Que garoto levado... E pode me chamar de Louis. - Ele diz sorridente, massageando a carne ereta por baixo dos tecidos.
O cacheado geme baixinho tentando mover os quadris para mais perto, mas Louis não o deixa livre o suficiente para fazer isso. De repente a criatura solta todos os pedaços que segurava do jovem a sua frente e reclina-se contra o sofá novamente, como se não tivesse sofrido efeito nenhum das tais interações.
- Por que você não me serve um pouco de vinho, hm? - Pede serenamente mesmo soando na realidade como uma ordem.
Styles é deixado com a boca aberta, perplexo pela repentina mudança de assunto e desejando por mais toques quentes do ser misterioso. Recuperando-se minimamente ele se inclina para frente e alcança a taça que utilizava anteriormente, mas antes que consiga pegar a garrafa para servi-lo é interrompido por um estralar de língua vindo do outro.
- Não assim, Harry. Eu quis dizer em uma nova taça. - Explica balançando a cabeça negativamente, como se estivesse falando com alguém estúpido.
- Okay... - Suspira derrotado e levanta-se indo em direção a cozinha.
Louis raspa os dedos em suas pernas quando passa por ele, colocando também o pé propositalmente na frente de seus passos. Styles tropeça inutilmente no sapato brilhante que se apresenta a sua frente, de alguma forma ele sabe que poderia ter desviado, mas talvez alguma parte profunda de seu ser goste de parecer um idiota na presença do outro, goste da pequena humilhação que se forma na boca de seu estômago quando sente as orbes avermelhadas julgando-o silenciosamente.
No escuro do pequeno corredor até a cozinha ele sente que essa poderia ser uma boa hora para fugir, esconder-se em algum canto da casa ou quem sabe se trancar em seu quarto, ou talvez até tentar escapar pela porta dos fundos, mas também tem noção de que seriam atos inúteis dado a maneira como a criatura o assolou durante todo o dia e ainda mantém toda a casa na penumbra, então se conforma em pegar uma taça num dos armários abertos da cozinha e voltar rapidamente para a sala. Quando se senta novamente ao lado de Louis e termina de servir o vinho resolve servir um pouco mais para si também, afinal precisaria de algum tipo de ajuda enfrentando o que quer que esteja por vir ao longo da noite.
- Hmm, bom garoto. - Ele diz pegando a taça das mãos de Harry quando lhe é oferecido.
O garoto beberica um pouco de seu próprio vinho e tenta relaxar contra o acento, já não tem mais tanto receio de aproximar-se e por mais que seus instintos gritem para tentar ficar longe seu desejo e curiosidade falam mais alto.
Os olhos escurecidos do demônio trilham caminhos pelo corpo dele, enquanto bebe do recipiente de vidro e leva uma das mãos em sua coxa novamente, firmando o contato as unhas se enterram no tecido e quase chegam perto demais de sua epiderme, Styles choraminga tentando puxar a perna para longe e Louis ri debochadamente.
- Me desculpe apenas gosto muito de ver como reage à dor. - Ele fala com um sorriso cretino crescendo em seus lábios.
Styles não consegue deixar de observar profundamente as orbes que lhe encaram cheias de malícia, ele sente seu corpo fervilhando por dentro, talvez a criatura tivesse algum tipo de poder que parece aumentar a excitação em todo seu interior, pois se deixa afundar ainda mais no acento e a pegada forte em sua perna não parece mais lhe incomodar tanto.
Louis está pensando em todas as coisas que pode fazer com o garoto, em todos os cenários que o deixariam sedento e implorando por mais, ele quer começar devagar e tomar seu tempo em fazê-lo se submeter as suas vontades, mas ao mesmo tempo também quer empurrar aquela cabeça cacheada em direção a própria virilha e fazê-lo engolir todo o seu pau sem cerimônias. Então fingindo estar distraído leva a taça para frente e a vira minimamente sabendo que um pouco do líquido irá derramar na ponta de seu sapato.
- Oops! - Exclama com um tom falsamente inocente e olha para baixo ao sentir os pingos quase tocando o tapete abaixo de seus pés, há uma bela porção pairando magicamente exatamente onde esperava. - Por que você não limpa para mim, Harry? - Pergunta educadamente, aquele som condescendente raspando no final de sua sentença.
O jovem larga o próprio vinho na mesa de centro e se levanta, pronto para buscar algo para limpar os sapatos do demônio, ele sabe que provavelmente foi de propósito, mas o que ele pode fazer se sua maior vontade no momento é ser bom o suficiente para o intruso? Esperando receber em troca algum tipo de misericórdia. Antes que consiga sair da sala, no entanto, ouve a voz rouca pronunciar ao seu lado.
- Eu quero dizer com a sua língua.
Harry congela, o olhar frio e aterrorizante do ser em seu sofá segurando-o fixo no lugar, ele não tem realmente uma escolha mesmo que pondere por longos segundos se realmente vai fazer isso, hesitantemente se abaixa para ficar de joelhos olhando uma última vez na direção de Louis apenas como confirmação de que era realmente isso que deveria fazer. O sapato preto social está bem a sua frente agora e se inclinar um pouco mais, sabe que conseguirá lamber a mancha de vinho ali, suas mãos começam a suar e as posiciona no chão em volta dos pés de Louis em busca de suporte.
- Sem ajuda, mãos para trás Harry. - A maneira como ele arranha o nome em sua garganta e comanda exatamente o que deixará tudo ainda mais difícil deixa o cacheado se sentindo como um estúpido animal de estimação.
É humilhante estar nessa posição, mas ele segura os próprios pulsos atrás das costas porque não via sentido em tentar desafiá-lo a essa altura, algo bem pior poderia lhe acontecer caso tentasse.
Styles abre a boca e coloca a língua para fora, tocando a ponta do calçado e rapidamente tentando lamber todo o líquido dali, ele faz um bom trabalho para todos os nervos que correm em sua mente nesse momento, mas o que mais lhe surpreende é quão fácil realmente foi, o quão mais duro ficou dentro de suas calças e o gosto meio amargo que habita sua boca, um pouco de vinho e o couro do calçado de Louis.
- Estava bom? Lamber meu pé como um cachorrinho sedento? - Louis pronuncia agarrando os cabelos de Styles com uma das mãos e trazendo-o para cima novamente.
- Sim.. - Responde sem perceber em um suspiro.
O aperto forte em seu couro cabeludo deixava seus sentidos desnorteados, poderia ser manipulado e arrastado como o outro bem entendesse e não teria maneira nenhuma de se afastar, já não se importava mais se estava soltando pequenos gemidos em forma de suplica e se admitia em voz alta ter aproveitado lamber o calçado da criatura. Dedos ásperos e finos agarram suas bochechas, para mantê-lo ainda mais preso no lugar e Louis se aproxima traçando com a ponta da língua seu lábio inferior.
- Estive esperando a noite toda para provar o seu gosto... - Sussurra antes de selar suas bocas totalmente.
As respirações profundas se sincronizam, carne macia se chocando contra a boca do demônio, que rapidamente aproveita a abertura mínima de um Harry desesperado para enfiar sua língua e dominar seus sentidos mais ainda, dentes pontiagudos raspam pela pele do jovem, é um beijo obsceno e fervoroso sugando todas as partes de sua boca com um ímpeto antes nunca visto. Ele quase acha que seria totalmente devorado.
Depois de cessar o contato, deixando Styles ofegante em uma névoa de necessidade, empurra o rosto dele contra as próprias coxas, arrastando-o ali para que possa sentir todo o seu cheiro e lentamente encaixa sua bochecha para perto de sua virilha já endurecida. Styles fecha os olhos novamente nadando no tecido que esfrega por seu rosto, as pernas dele parecem tão grossas, um pensamento sórdido corre por sua mente de quão excitante seria tê-las apertando em volta de seu pescoço.
- Você quer, não é? - Louis murmura acariciando a bochecha rosada que se encontra para cima em seu colo, o jovem agora abre a boca lentamente e contorna o membro rígido abaixo de si.
Seus olhos verdes olhando para cima são resposta suficiente, mas o demônio quer brincar só mais um pouquinho com seu jantar.
- Me responda. - Em um rápido movimento levanta o rosto de Harry apenas o suficiente para que possa acertar sua bochecha esquerda com um estralado tapa.
Não tem certeza do que veio primeiro o tapa ou a fala de Louis, mas o que ele sabe é que sua face arde e seus olhos enchem de água ao final do impacto. Merda, ele é realmente muito forte.
- Sim, sim... Por favor, eu quero o seu pau. - Choramingando resmunga em tom fraco.
Louis desfaz o próprio cinto e liberta seu cacete para fora das vestimentas, antes que o outro consiga retomar o fôlego completamente está sendo empurrado para baixo de novo, dessa vez sua boca se encaixa perfeitamente na glande molhada que vazava pré gozo, o demônio segura a própria base com a mão livre guiando-a para auxiliar Harry que ainda não se atreveu a soltar seus braços de trás das costas, que garoto obediente.
Com os dedos massacrando seu couro cabeludo e forçando-o para baixo cada vez mais, a única coisa que pode fazer é tentar relaxar sua mandíbula e engolir mais do pau que se encontra em sua língua, ele tenta lamber em volta e salivar o quanto pode para facilitar a descida brusca que sabe estar por vir, mas pouco resultado obtém quando Louis é impetuoso não o deixando encontrar nenhum tipo de ritmo próprio. Harry estaria mentido se dissesse que não gosta, há algo tão quente em ter sua boca usada dessa forma, como se fosse apenas um brinquedo.
- Sua boca é tão macia quanto sua pele, cachorrinho. - Geme as palavras que em qualquer outro contexto poderiam soar até carinhosas, não fosse por seu tom arrogante.
Styles vibra a garganta no membro dele ao ser chamado daquele jeito, como se pudesse ficar ainda mais duro e humilhado, tendo sua boca fodida enquanto os quadris do outro estocam para cima atingindo-o profundamente e sem piedade, se esforça para respirar pelo nariz não querendo se engasgar, mesmo que sons ridículos façam caminho para fora de si. O demônio adora ver o quão destruído deixa o garoto, saliva escorre em seu queixo e sua testa franze em concentração para tentar ir o mais profundo que consegue, na verdade talvez seja um pouco por conta da dor, mas ele gosta dessa ideia também, alguns movimentos de vai e vêm depois, gemidos roucos arranhando para fora de seus pulmões e Harry perdendo-se completamente em engolir todos os seus longos centímetros ele está gozando quente, espesso e diretamente na cavidade apertada que é a garganta do cacheado.
- Engole. - Comanda segurando os cabelos e o rosto dele ainda de encontro com seu pau.
O cacheado não teria como cuspir nem se tentasse para ser honesto, visto que o membro estava fodendo tão profundamente em sua boca que toda a porra desceu quase imediatamente para seu estômago, ele faz o melhor que pode olhando para cima e piscando seus cílios molhados buscando aprovação da criatura de olhos totalmente escurecidos. Louis consegue sentir o medo cruzando o semblante do jovem ao perceber sua expressão perversa, quando seres como ele estavam em êxtase ou prazer seus olhos ficavam ainda mais escuros, fascinando de maneira assustadora qualquer um que os encarasse por muito tempo.
- Deixe eu ver. - Retira o jovem de seu cacete puxando-o lentamente e sua voz agora fica cada vez mais rouca.
Ele mantém a boca aberta mostrando a língua ao demônio, sem se importar com o pouco de gozo e saliva que escorrem por seu rosto.
- Bom garoto. - Louis elogia e recolhe com os dedos tudo que sujava seu queixo, em seguida enfiando-os em sua boca.
Ele não tem que adivinhar antes de começar a chupá-los com vontade, sugando tudo que lhe é dado. Um gemido manhoso é solto pelo garoto ao ter os dígitos retirados para longe de si, estava tão perdido e sedento que mal percebe o outro soltando sua cabeça para em seguida o jogar contra o sofá ficando por cima de seu corpo, pressionando contra sua pélvis de forma obscena.
- Por que você não me mostra, hm? - Começa perguntando tentador enquanto espalha beijos e chupões em seu pálido pescoço, os lábios finos salivando por sua epiderme e os dentes afiados mordendo-o para deixar marcas. - Me mostra o quão desesperado você está, cachorrinho.
Harry geme com os hematomas deixados por toda aquela região, alguns doem mais do que deveriam, mas a este ponto realmente não se importa, seus quadris circulam empinando-se para cima, buscando alívio e seus braços correm para apertar as costas do outro contra si.
- Por favor, por favor... - Implora como um mantra e a respiração acelera dentro de seus pulmões.
O demônio deixa de lado o trabalho que fazia no pescoço do cacheado para aproximar-se de sua orelha e sussurrar o próximo comando.
- Eu quero ver como você faz quando pensa que não tem ninguém assistindo. - Nisso suas mãos passeiam pelas laterais de seu corpo, encaixando na delicada cintura e livrando-a dos tecidos.
Aos poucos Styles tenta voltar a raciocinar, Louis se afasta sentando na ponta oposta do sofá e mesmo demorando alguns segundos para processar o que deveria fazer termina de retirar seu suéter, no ambiente meio escuro em que se encontram seria difícil ver toda a vermelhidão que cresce por seu torso, o ar gélido arrepiando seus mamilos e a expressão tímida tomando conta de seu semblante, mas a criatura nota tudo que acontece apenas com a luz da lua banhando sua forma trêmula.
- As calças agora, Harry. Quero ver sua peça favorita. - Ele profere reverente, provavelmente o tom mais educado que usou até agora e ainda assim beirando a condescendência.
Agora não era o momento para se tornar encabulado então ignora o fervor em suas bochechas para agarrar o elástico do moletom e abaixá-lo para fora de suas pernas, nunca havia se mostrado dessa maneira para alguém antes e talvez seja melhor que fosse para o ser assombroso que havia invadido sua residência do que para um humano cheio de possíveis ignorâncias.
- Nunca fiz isso antes.. Não sei por onde começar. - Sussurra mais fracamente do que pretendia, os dedos trêmulos terminando de jogar a roupa ao chão.
- Por que não começa se tocando para mim? - O demônio sugere roucamente, uma das mãos massageando o próprio pau.
Os dedos de Styles trilham levemente o peitoral exposto, apertando e beliscando seus mamilos enrijecidos, mantém o olhar fixo na expressão luxuriosa do ser a sua frente enquanto desce pela área do abdômen até chegar na ereção latejante que mantinha entre as pernas, era tão bom finalmente ter algum estimulo na região que gemidos escapam de seus lábios avermelhados, queria poder parecer contido e não tão afetado como estava em seu interior, mas assim que aperta o próprio pau dentro do tecido rendado seus quadris arqueiam livremente e antes que possa pensar sobre está levando dois dedos até a boca, molhando-os o máximo que pode e trazendo-os para seu traseiro. Desajeitado e manhoso consegue posicionar uma das pernas para cima, segurando a calcinha para o lado e encontrando o buraco que tanto desejava preencher, com os dedos empurra na borda de seu anel, saliva melando a entrada apertada que tentava penetrar e seu pau é libertado para fora ao trabalhar mais avidamente a outra mão em se estimular, sabia que não deveria retirar a peça e merda, como isso fazia tudo mais quente, dificultava a chegada em todos os ângulos que costumava usar, elásticos apertavam certos pontos em sua virilha e suas bolas ainda mantinham-se dentro da renda, enquanto se esforçava para ir mais fundo em cuzinho, tesourando e abrindo-se com os dígitos a palma de sua mão livre deslizava em rápidos movimentos no próprio membro.
Louis está encantado, os sons obscenos que o garoto produz são tudo que seus ouvidos precisariam ouvir até o fim dos tempos, o jeito que se perde completamente atrás do prazer, apertando os olhos quando finalmente esquece ter alguém o assistindo e simplesmente entrega-se para as sensações, se este fosse seu plano adoraria vê-lo gozando agora mesmo, mas ainda existem algumas coisinhas para experimentar.
- Não é tão tímido quanto eu imaginei, Harry... - Leva uma das mãos para o pulso do jovem, parando seus movimentos frenéticos de vai e vem. - Tá gostoso, não é? Mas não pode gozar ainda.
Estando quase no limite o cacheado é pego de surpresa tendo sua punheta interrompida, os dígitos em sua bunda também param, já cansados de foder no mesmo ritmo e ângulo, ele geme frustrado, choraminga ao ter o corpo do outro se inclinando mais para perto de si.
- Não, eu quero... Por favor, eu preciso gozar. - Sua respiração ofegante fica presa na própria garganta, as palavras que geme para fora se perdem entre os sons esganiçados que produz.
- Tem certeza cachorrinho? Acha que consegue aguentar, nós estamos só começando... - Explica encaixando-se entre as pernas dele e ainda segurando seu pulso entre os dedos ásperos.
- Sim, eu consigo...
Mesmo não tendo total certeza do que se refere responde com confiança e seus movimentos são lentamente devolvidos pela criatura, ditando o ritmo cruelmente ele aperta em volta da pegada que mantinha em sua extensão, as mãos dos dois encaixando-se entre pré gozo e suor, produzindo pequenos barulhos molhados. Em prol de facilitar a satisfação do cacheado, para de apalpar o próprio membro e leva o outro braço embaixo dele, empurrando seu punho com leves movimentos assim fazendo-o estocar seu cuzinho como bem entende, Styles geme e se desespera sem saber para qual direção deve focar o ímpeto em busca de prazer, a mão que o masturba simultaneamente ou os dedos que entram devagar em seu traseiro, tenta aumentar qualquer uma das velocidades inutilmente, já que Louis trabalha meticulosamente para fazê-lo ir o mais lento que consegue.
- Devagar, Harry... - Dita roucamente perto de seu rosto, o hálito frio causando arrepios na epiderme fervorosa de sua face. - Aproveite cada segundo, cada contração.
Suas frases são pontuadas por mudanças mínimas de velocidade, hora deixando-o quase livre para perseguir a liberação outra o restringindo a se manter parado. O jovem de olhos verdes pisca sentindo lágrimas escorrerem por suas bochechas é tão tortuoso ter os toques do outro perto assim e não o estimulando propriamente, apenas guiando-o cruelmente para a borda e antes que consiga perceber completamente seu ventre está vibrando, borbulhando com o começo de um orgasmo, o demônio controla os dígitos em seu cuzinho estocando-os profundamente e sua próstata é atingida, uma onda certeira passa por sua virilha e ele está gozando como nunca antes, porra branquinha pintando seu abdômen, os quadris tremendo em meio a respiração acelerada e um gemido manhoso soando alto demais.
Preso em meio à névoa de sensações que se formaram dentro de si, sua mente luta para voltar a realidade, seja lá qual esta for, pois agora Louis esta recolhendo a goza de sua barriga e levando-a para seus lábios que involuntariamente já esperam abertos pelos dígitos do outro, ele lambe todos deixando-os limpos e seu corpo amolece contra o acento sem forças para tentar levantar ou se recompor.
- Isso foi lindo, cachorrinho. - O demônio diz deleitado na cena que acabara de presenciar.
De todas as coisas que imaginava fazer o garoto sentir, esta sem dúvidas fora uma das melhores, seu pau ainda pingava e contraía-se com a recente ejaculação, rubro e pronto para ser usado novamente, ele conseguia sentir todos os hormônios de satisfação correndo pelo cérebro do adolescente e absorvia-os como se fossem seu néctar, assim como havia feito durante os momentos de medo também. Tendo agora uma conexão mais próxima depois de Harry se entregar dessa forma, precisava urgentemente provocar os outros demais sentimentos nele.
- O que você acha de facas?
Levanta-se em seguida retirando de um dos bolsos da calça seu canivete favorito, depois se despindo das vestimentas e sapatos, tudo que recebe em resposta do cacheado são pequenos resmungos e pálpebras abrindo-se lentamente. Sabendo que não receberá uma resposta exatamente coerente, agarra as pernas do garoto e o vira para ficar de bruços no sofá, logo ajoelhando-se atrás dele novamente.
Mãos gélidas passeiam pela parte interna das coxas de Styles, ajeitando sua bunda a ficar inclinada para cima, com certo esforço consegue se manter na posição desejada e seus braços são puxados para trás o que o deixa ainda mais vulnerável, um gemido é solto ao que sente suas polpas serem abertas e dedos molhados adentrarem seu cuzinho, estando devidamente sensível quase tem o instinto de afastar-se, ele não sabe o que Louis planeja, mas ouviu algo sobre facas e agora a lâmina pontiaguda trilhando caminhos por sua pele apenas confirma suas suspeitas.
- O que vai fazer, Lou? - Gagueja com um tom rouco e cansado, sua face pressionada contra as almofadas não o ajuda em tentar enxergar o que acontece atrás de si.
- Lou? Eu ganho apelidos agora, é isso mesmo que ouvi? - Pergunta debochadamente e o canivete arranha levemente por suas nádegas.
A ereção dele roça contra a lateral dos quadris esbranquiçados, denotando o quão duro e vigoroso já se tornara. O adolescente respira entre os dentes antecipando algum tipo de corte em sua delicada epiderme, mas nada acontece.
- Desculpe.. Eu não... - Começa querendo poder desfazer o termo usado anteriormente, mas sua mente cansada mal consegue formar sentenças.
Os dígitos da criatura se afundam dentro de si, abrindo-o com facilidade, entram e saem apenas o suficiente para fazê-lo contorcer-se de agonia. Sente o peso do tronco musculoso inclinando-se sobre suas costas e lábios finos beijando sua nuca.
- Você é meu, não é Harry? De agora em diante pertence todo a mim. - Sussurra em seu ouvido e a faca raspa por suas coxas, subindo e descendo perigosamente.
Louis encontra os olhos esverdeados, as pupilas dilatadas devido às sensações crescentes dentro de si, os lábios rosados abertos em pequeno desespero e seu pau contrai com o tamanho desejo que cresce em seu interior, de possuir completamente aquele ser angelical, de fazê-lo uma bagunça maior ainda e deixá-lo completamente sem fôlego.
- Sim, por favor Lou. - Choraminga tendo seu corpo totalmente dominado pelas vontades do outro.
O demônio empurra mais um dedo no buraco apertado do cacheado, gemidos de dor e alívio ecoam pelas paredes da sala, quase esqueceu que ainda se encontravam ali e certa vergonha toma conta de sua mente, antes que consiga pensar muito sobre sente ele se afastar e o metal passeia por suas costas. Não tem mais como fugir, seu corpo treme sentindo os dígitos em seu interior serem substituídos pela cabecinha pegando em sua entrada e Louis o puxa impetuoso contra o próprio cacete, gemendo satisfeito em finalmente estar sendo engolido pelo calor daquele cuzinho.
A mão que não segura a faca aperta o quadril do cacheado, mantendo-o em posição e aos poucos enterra-se dentro dele, estocando minimamente até sentir seu pau deslizar com pré porra e as bordas avermelhadas piscarem em volta de si, tudo que pode ser ouvido são os gemidos dolorosos de Styles encontrando-se preso entre tentar satisfazer o demônio e acostumar-se com todas as ardências em seu corpo, segurando os pulsos para mantê-los no lugar, o suor desce frio na região de sua coluna pois qualquer movimento brusco e a lâmina poderia acabar o cortando, a excitação correndo por suas veias mais uma vez e sem saber se irá conseguir controlar-se.
- Porra! - Geme exacerbado a medida que as estocadas aumentam de velocidade, certeiras em sua próstata.
Enquanto fode o cacheado ameaça o pescoço pálido com a ponta da faca, vez ou outra a arrastando por suas costas, poderia muito bem o cortar a qualquer momento e talvez com tudo que está acontecendo nem fosse sentir propriamente, isso provavelmente também aumentaria todas as endorfinas correndo por seu cérebro e consequentemente seu prazer, mas mais do que essas coisas o demônio adora o deixar na fase de antecipação, brincar com seus sentidos e nunca realmente fazer o que lhe é esperado. A cada movimento sente o cacheado engolir e apertar seu cacete como se estivesse faminto, os dois gemem em sincronia ao que seus corpos esforçam-se para manter o ritmo, indo de encontro um com o outro em golpes violentos, carregados de uma luxúria fervorosa, provocando mais sensações do que qualquer um dos dois poderiam imaginar e Harry sente-se tonto, perdido em uma forte neblina que insiste tomar seu cérebro podendo focar somente no prazer estonteante correndo por sua virilha.
- É tão apertado, cachorrinho... - Arrasta as palavras entre um grunhido.
Direciona a ponta da lâmina para o pescoço pálido, levantando-o do estofado aos poucos ao puxá-lo mais para trás e fazendo assim ficar a mercê total de seu controle. Gemidos altos são proferidos por ele tendo o cacete grosso do demônio tão profundo dentro de si, o calor sobe por seu ventre, as coxas roliças tremem perto de cederem e seus braços precisam desesperadamente tocar o próprio pau.
- Você quer tocar, não é? Vá em frente, como uma cadelinha desesperada.
É impressionante tamanha força e poder que o ser viril exala ao continuar o fodendo, segurando maior parte do peso de seus quadris com uma das mãos e ameaçando sua garganta com o canivete, mantendo-se preciso nos movimentos de vai e vem. Styles choraminga com as frases do outro, era impossível não se sentir completamente submetido quando referido assim, ao esticar um dos braços para o meio das pernas, sente o quanto de pré gozo escorre de sua ereção e aperta a base querendo poder extrair o máximo de alívio que puder.
- Merda, eu não consigo... - Ofega o xingamento, não conseguindo compreender como pode estar tão excitado e exausto simultaneamente.
- Consegue sim, Harry. - Dita firmemente atrás de si, o tom rouco e exacerbado fazendo arrepios crescerem por sua coluna.
Louis o fode cada vez mais rápido e profundo, acertando todos os pontos necessários em seu cuzinho a fim de levá-lo o máximo possível para a borda, queria empurrá-lo de lá e assistir sua queda lentamente, saboreando cada espasmo de seu frágil corpinho e o deixando descer pelo abismo de sensações que se aproximavam. O cacheado geme manhosamente no estado de frenesi que se encontra, deixando-se cair no ímpeto fervente que era ser fodido pela criatura, todos os centímetros de sua pele suam ardentemente ao se jogar contra as estocadas dele, seu interior contraindo-se com sensibilidade ao ter sua próstata surrada repetidamente e finalmente seu ventre vibra em erupção para mais um orgasmo, correndo linear os ângulos obscuros de sua mente e corpo, jorrando gozo na superfície abaixo de si, punheta avidamente seu membro cavalgando entre as ondas de liberação.
O demônio também não esta muito longe, esporrando em seu interior com um alto gemido fugindo de seus lábios, no meio de tudo isso um brusco movimentar de troncos, pescoço e mãos acabam fazendo a lâmina do canivete deslizar cortando uma leve linha da garganta ao queixo do jovem, de primeiro momento não a notando propriamente, mas depois de suas formas ofegantes tombarem uma contra a outra e descerem de suas altas nuvens de prazer, gotículas de sangue são sentidas escorrendo para fora da ferida.
- Tão perfeito, cachorrinho. - Deleitoso em sua sentença, encontra os lábios carnudos para tomá-lo mais uma vez.
Depois descendo com a língua para lamber e chupar onde seu sangue escorria, saboreando todo o caos deixado no jovem, seu novo gosto preferido agora sendo o líquido viscoso que corria pelas veias de Harry.
Completamente inebriado não registra exatamente tudo que acontece depois, mas na manhã seguinte quando acorda inexplicavelmente já em seu quarto, debaixo dos lençóis de sua cama, como se tudo não passasse de um sonho fantasioso e com apenas memórias quentes rodeando por sua cabeça, sabe pelo estado de seu corpo extremamente dolorido e a marca do corte em seu pescoço que os acontecimentos de ontem a noite foram reais.
Espero que tenham gostado, perdoem a demora! ~Ari
Hallow's Eve ~ l.s (+18 conteúdo sexual e sensível a alguns públicos)
"É véspera de Halloween e o jovem Harry esta sozinho em casa, aproveitando que sua família foi viajar para assistir séries e filmes de terror, assar biscoitos temáticos de seu feriado favorito e quem sabe estudar um pouco para as provas de final de ano, isso é, claro até uma presença maligna se mostrar presente em sua pacata residência suburbana."
(ltops, hbottom, bdsm, demon, dubious consent, fearplay, halloween, knifeplay, larry, oneshot, humilhação, pornwithoutplot)
One Shot
- Querido, você tem certeza que vai ficar bem? - A mãe de Harry pergunta pela milésima vez quando já esta quase saindo na varanda da casa, seu tom calmo e carinhoso.
Ela o abraça e aperta suas bochechas fofinhas em um ato de ternura, antes de fitá-lo ainda um pouco receosa em deixar o filho sozinho por um final de semana inteiro.
- Sim mãe eu tenho. Por favor, não se preocupe. - Harry responde retribuindo o abraço e sorrindo aliviado.
- Tem certeza? Ainda pode arrumar suas malas e vir conosco para a casa de seus tios, eles adorariam te ver antes do natal. - Ela pergunta uma última vez mesmo sabendo que a resposta seria não.
- Mãe, eu tenho que estudar para as provas de final de ano e quero aproveitar esse tempo sozinho pra me concertar melhor. - Ele diz encontrando as melhores palavras para fazer sua mãe se acalmar e convencê-la de que realmente era isso que planejava fazer.
Harry já havia se despedido de sua irmã e padrasto que esperavam sentados dentro do carro estacionado na calçada, as bagagens todas postas no porta malas e agora apenas faltando sua mãe terminar de o apertar e paparicar para entrar no banco do passageiro ao lado do marido.
- Certo, eu confio em você Harry. Serão apenas alguns dias, se comporte. - Ela fala de novo como se já não tivesse dado todas as regras diversas vezes e até colocado um papel com elas escritas na porta da geladeira.
- Sim, eu prometo. - Harry responde ansioso em vê-la finalmente atravessando a varanda de casa.
Ele ganha um beijo singelo na testa e então a progenitora esta agarrando a alça de sua bolsa fortemente, descendo os degraus na pequena escada decorada com algumas abóboras em volta e fazendo seu caminho pelo pequeno jardim na frente da casa, também decorado com algumas coisas de Halloween, ela entra no carro fechando a porta atrás de si e olha para o filho na varanda uma última vez acenando juntamente com sua filha mais velha pela janela.
Harry esta sorrindo de orelha a orelha, o carro dando partida e seguindo seu rumo pela rua pouco movimentada, era a primeira vez que seus pais o deixavam sozinho por tanto tempo, ele estava animado. Seu olhar paira brevemente no outro lado da rua e por alguns segundos ele jura ter visto o formato de uma silhueta escura parada logo após o veículo de seus pais passar pelo local, ignorando tal fato por conta das inúmeras decorações em todas as moradias ao redor, deveria ser apenas impressão ou algum tipo novo de aparato para o Halloween.
Batendo a porta da frente atrás de si, aliviado em ter toda a casa apenas para ele, se dirige até a espaçosa sala de estar e se prepara para ligar a TV, deixando em algum canal qualquer enquanto mexe distraidamente em seu celular, Harry não era um adolescente muito popular, possuía alguns poucos amigos próximos que o convidavam para festas de vez em quando, mas até agora nada havia aparecido em suas mensagens privadas, ele queria fazer algo diferente neste fim de semana e havia tanto tempo para planejar que nem estava se preocupando ainda, era apenas sexta-feira e poderia muito bem se divertir sozinho se este acabasse sendo o caso.
Resolve selecionar alguma música no aplicativo do Youtube na TV e a deixa tocando, mais alto do que o normal é claro, afinal era apenas ele agora. Harry não iria mentir, queria realmente estudar para as provas finais do colégio, mas havia tempo e quem iria duvidar de suas promessas? Era um garoto muito comportado, tinha excelentes notas e nunca havia dado nenhum tipo de trabalho para a mãe, tanto que ela chegou ao ponto de confiá-lo a casa inteira neste fim de semana, era véspera de Halloween e o jovem de 18 anos amava esse feriado, tinha até salvado algumas receitas temáticas para tentar fazer e mesmo não sendo lá muito bom na cozinha adorava tentar coisas novas.
Certamente ele também tinha planos para a noite, queria abrir uma das garrafas caras de vinho do padrasto e assistir algum filme de terror, seu gênero favorito, gostava muito de todo o suspense e adrenalina que envolviam as produções, a cada susto e cena cheia de sangue ou tripas o fazendo vibrar de medo juntamente com os personagens. Não curtia tanto as produções com fantasmas ou seres sobrenaturais, no entanto, gostava de ficar assustado, mas tudo tinha um limite e era difícil para ele pegar no sono depois, imaginando todas as possibilidades desconhecidas que o mundo dos mortos poderia revelar.
Eram aproximadamente 4 da tarde quando Harry se cansa de ficar na sala e resolve ir preparar seus biscoitos de Halloween, ele pega um dos aventais da mãe para evitar sujar seu suéter vermelho sangue e as calças de moletom com pequenos fantasminhas que vestia, alguns poderiam achar um exagero, mas ele adorava as roupas com estampas de Halloween e essa era a única época do ano em que usar elas não seria considerado um assassinato a moda.
A música continuava tocando ao fundo e Harry ia separando os ingredientes que sabia precisar, diferente da maior parte dos outros garotos de sua idade ele adorava cozinhar e sentia orgulho em ter aprendido algumas coisas com sua mãe, desde novo a ajudando no preparo das refeições, no natal que estava por vir queria muito aproveitar o tempo com sua tia para aprender novas receitas e enfeitar a mesa da ceia de natal juntamente com a mãe e a irmã mais velha. Era ele na verdade que sempre se empenhava em colocar todas as decorações para cada época do ano, natal, páscoa e afins.
Com o Halloween não fora diferente, procurou nas melhores lojas no centro da cidade os enfeites mais bonitos e assustadores, é claro, para encher a casa com o tema de dia das bruxas, seu quarto ganhou teias de aranha falsas em alguns cantos das paredes e luzinhas de abóboras decorando o topo de sua cama, adesivos de fantasmas que brilhavam no escuro foram colados por toda a parte e até encontrou um jogo de lençóis roxo com preto, repleto de bruxinhas voando em suas vassouras como estampa, completando assim um visual fofo e temático para o cômodo onde dormia. O jardim da frente seus pais resolveram montar, o que faziam todo ano, mas desta vez colocando um pouco mais de esforço para competir com as casas vizinhas, que sempre tinham exuberantes decorações em todas as épocas do ano, se fosse por Harry eles decorariam a cada passagem de estação.
Os inúmeros recortes e adesivos ''assustadores'' se espalhavam pelo interior da sala, alguns esqueletos de plástico decoravam as estantes e as luzinhas de natal já estavam sendo colocadas em uso nos corredores, as aboboras reais decoravam um pouco da varanda e as escadas na frente da moradia suburbana, algumas até com lanternas ou velas dentro para iluminar a sua volta.
Depois de preparar a massa e passar bons minutos a batendo e misturando na grande tigela, pegou os moldes para biscoitos, todos na temática de Halloween, derramou a massa no balcão coberto de farinha e começou a cortá-la com os moldes de metal que possuíam as mais diversas formas, fantasminhas, abóboras e chapéus de bruxa. Já na forma própria para o forno colocou-os para assar, ajustando o timer no tempo correto que a receita pedia e como havia bastante tempo, Harry resolveu ir tomar uma ducha rápida, esperando que não acabasse os queimando.
Selecionou uma longa playlist de suas músicas favoritas para deixar tocando enquanto ia para o quarto, subindo rapidamente as escadas de madeira, sentiu alguns degraus frouxos rangerem abaixo de seus pés. Tudo parecia estar no clima perfeito para a noite de Halloween, Harry não se assustaria facilmente, pelo menos não com essas pequenas coincidências, já em seu quarto despiu-se das roupas confortáveis que ainda iria vestir depois e pegou seus produtos de beleza juntamente com a toalha felpuda que iria usar para se secar, foi em direção ao banheiro no final do corredor, colocando tudo na bancada da pia e abriu o chuveiro no quente.
Durante o banho, cobriu seu corpo com a espuma do sabonete líquido de maçã verde, lavou seus cachos com shampoo de morango e hidratou no final com um creme de baunilha que deixava os fios bem macios, Harry adorava se cuidar, talvez outros garotos de sua idade não se importassem tanto em manter uma pele bonita ou bem cuidada, mas para ele era essencial, ainda mais quando no auge da puberdade as espinhas atrapalhavam muito de sua autoestima, a irmã, no entanto, o ajudava achar os melhores sabonetes e hidratantes para cuidar de seu rosto. Às vezes ele até passava escondido um pouco das bases e corretivos dela, não querendo ter de se explicar para os pais.
Harry estava quase terminando quando ouviu a porta do banheiro, que havia deixado encostada, se abrir lentamente, rangendo baixinho em meio ao vapor branco que se instalara no ambiente por conta da água quente do chuveiro. Levemente assustado, ele dá um pequeno salto virando em direção a saída do cômodo.
- Tem alguém ai? - Perguntou em um primeiro impulso, ainda dentro do boxe e prestes a fechar o registro.
Talvez seus pais tivessem voltado porque esqueceram algo ou talvez fosse apenas um pouco de vento que fez a porta se mover, não estando bem fechada de qualquer maneira. Sem obter resposta Harry desliga o chuveiro e se enrola na toalha, pronto para sair do recinto lentamente.
Ele agarra a porta abrindo-a completamente quando já esta fora do boxe, observando o corredor e notando a escuridão que já começava a se formar lá fora, o anoitecer alaranjado que aparecia apenas na beirada de uma janela ao fundo. Harry tem uma sensação estranha, um arrepio parece percorrer por sua espinha, como se houvesse algo atrás de si, mas ele está tão vidrado no cenário atípico que se apresenta a sua frente que não tenta se mover, a casa escura e vazia com os últimos raios de luz desaparecendo ao longe no lado de fora, toda a fumaça de seu relaxante banho dissipando ao redor.
Ele quer terminar sua rotina pós banho antes do timer na cozinha apitar, então tenta deixar tudo isso de lado ao desenrolar a toalha da cintura e passar pelo corpo, secando cada centímetro da pele sedosa que possuía, quando esta espalhando um creme de lavanda pelos braços e coxas, olha de relance para o espelho ainda meio embaçado a sua frente e que parece mostrar um reflexo além do seu, Harry estava com a perna apoiada em cima do vaso sanitário então na tentativa de se virar rapidamente acaba se desequilibrando, por sorte quando ele consegue olhar atrás de si não há nada lá e suas mãos se apoiam na bancada da pia, evitando que acabe no piso molhado.
No caminho para seu quarto, Harry acende todas as luzes que pode pelo corredor, ainda abalado com os acontecimentos anteriores, talvez ele estivesse apenas se deixando levar pela imaginação, estava sempre acostumado a dividir toda casa com sua família, de repente era estranho estar tão sozinho assim, nunca havia percebido os rangeres da escada antes ou como a janela do corredor dava para apenas árvores, ou como a porta do banheiro mexia-se com facilidade, de qualquer maneira ele ainda conseguia ouvir o som das músicas tocando na TV do andar debaixo e isso trazia certo conforto para sua cabeça agitada. Procurava agora uma boxer para vestir em suas gavetas, encontrando sem querer um de seus segredos mais íntimos, uma calcinha rendada com detalhes em preto e vermelho, Harry sorri para si mesmo, havia esquecido que tinha isso, bom talvez ele tenha há comprado algum tempo atrás por curiosidade, mas nunca realmente teve coragem de usar, quem sabe algumas vezes para dormir, pois era muito mais confortável, mas ninguém realmente precisava saber disso.
Ele quer relaxar e se sentir mais seguro na própria pele, então o que seria melhor do que usar a peça de maneira espontânea, nunca gostaria de ter de admitir, mas sim se sentia muito bem nela, a maneira como se agarrava a sua bunda e era tão macia tocando em sua pele, apertando nos lugares certos e o fazendo se sentir bonito, delicado de uma maneira pouco explorada até então. Harry pensa que talvez fosse um pouco estranho e certamente ninguém o entenderia, mas ele não se importa, estava sozinho e usaria o tempo todo calças por cima de qualquer forma.
Terminando de se vestir, ele desce as escadas bem a tempo de ouvir os biscoitos ficando prontos, correndo para a cozinha retira-os do forno e vai em busca do glacê que já havia preparado deixando-o resfriar na geladeira, Harry queria decorá-los nos mínimos detalhes então adiciona um corante diferente para cada punhado do conteúdo, havia comprado diferentes confeitos e saquinhos plásticos para auxiliar na aplicação, os biscoitos em forma de abóbora são pintados de laranja, os chapéus de bruxa em roxo e os fantasmas de branco. Orgulhoso de seu trabalho, ele lambe o que sobrou do glacê e coloca-os para refrigerar, esperando assim que fiquem mais firmes, enquanto lava toda a louça e organiza a bagunça da cozinha, Harry dança descontraidamente ao som das músicas que começam a tocar aleatoriamente depois de playlist acabar.
Algum tempo depois Harry está secando e guardando algumas das coisas que utilizou, do lugar onde está consegue ver os clipes tocando na TV da sala, de repente alguma interferência faz a tela ficar cinza e o som se torna distorcido, ele larga tudo que está fazendo e corre para abaixar o volume, encontrando o controle no meio das almofadas jogadas no sofá, mas mesmo apertando todos os botões nada parece funcionar, tenta desligar no botão, mas não consegue encontrá-lo, malditos eletrônicos de última geração. Desesperado em tentar fazer os sons terríveis pararem ele procura a tomada, puxando o fio que mantinha o aparelho conectado e finalmente desligando-o.
- Que merda foi essa? - Harry pergunta a si mesmo, ainda desconcertado com o susto que havia tomado.
Com receio de ter estragado o aparelho ele procura no navegador de seu celular, possíveis causas para o tal acontecimento, encontrando apenas histórias sobre poltergeists e demônios, sem querer acreditar em nada daquilo volta a ligá-la, esperando que possa ser apenas algum tipo de curto-circuito. Tudo esta funcionando normalmente, aliviado Harry se joga no sofá e assiste alguns canais aleatórios pelos próximos minutos, seus biscoitos estavam gelando e em breve iria preparar pipoca para assistir ao mais novo lançamento do gênero slasher, não queria ver nada muito sério ou assombroso, admitindo secretamente ser pelos recentes acontecimentos em sua residência.
Talvez tivesse se empolgado demais para o feriado e o universo estaria pregando uma peça em sua imaginação fértil, afinal era o melhor que se poderia pensar sobre tudo até agora. Mantendo-se otimista, ele tenta relevar o sentimento sinistro que se fazia presente no fundo de sua mente, o começo de uma crescente paranoia que definitivamente não o ajudaria a dormir mais tarde.
Então, apesar de tudo, são quase 11 horas da noite quando Harry está enrolado em um cobertor fofinho, já em sua quarta taça de vinho e comendo pipoca da grande tigela de plástico em seu colo. Um filme sangrento e cheio de suspenso passa na TV, neste ponto ele já assistiu a alguns longas satíricos que aliviaram o clima e tensão deixando-o bem menos preocupado, pronto para se assustar novamente, seus olhos verdes fitam a tela atentamente, observando cada cena e movimento dos protagonistas, as luzes estão apagadas na maior parte da casa trazendo assim o clima quase perfeito de uma sala de cinema.
O volume alto do filme se perde entre alguns barulhos irritantes que ele ouve vindos da cozinha, tendo certeza de que fechou todas as janelas e trancou bem as portas, não consegue imaginar o que pode ser. Sua pipoca esta quase acabando então teria que ir lá de qualquer maneira, Harry não se incomoda em pausar o filme, preguiçosamente se desenrolando do casulo de almofadas e cobertor.
Poderia se dizer que até certo ponto Harry não acreditava em nada sobrenatural, que todos os sustos levados ao longo do dia foram explicados de maneira rápida e condizente, afetando-o pouco comparado a sensação alarmante que tomou conta de si ao adentrar a cozinha e encontrar todos os armários abertos com as portas escancaradas.
- Que caralhos? - Ele xinga em um sussurro, a tigela em suas mãos cai no chão com um baque.
A primeira coisa que consegue pensar é que deve haver alguém na casa, de alguma maneira, um invasor escondeu-se assim que seus pais foram embora e esta pregando peças nele, talvez seja um de seus amigos Niall ou Liam, ou alguma criança da vizinhança, mas Harry também sabe a resposta óbvia que se espreme entre os caminhos de seu cérebro, quebrando as barreiras de descrença que tanto lutou para construir. Algum tipo de presença maligna, espírito, ou seja lá o que for, ele não quer ficar mais tempo sozinho para descobrir.
Com tudo isso correndo por sua mente tenta pegar seu celular na sala, ligaria para seus pais ou mandaria mensagens para Niall, chamando-o para dormir ali de última hora. Prestes a desbloquear o telefone, Harry sente aquele mesmo arrepio de antes subir por suas costas, as luzes do corredor e cozinha que foram deixadas acesas piscam, as mãos trêmulas não ajudam nenhum um pouco quando algo parece arrancar o objeto delas e derrubá-lo para longe no tapete da sala.
Por alguns segundos Harry se sente tonto, talvez tivesse abusado um pouco da garrafa de vinho que pairava agora sob a mesinha de centro, assustado observa o corredor onde a lâmpada piscava incessantemente e no final consegue ver uma escura silhueta, aproximando-se a cada vez que a luz desaparece, a TV desliga em um piscar de olhos e tudo parece silencioso demais de repente. Queria poder correr para seu quarto e esconder-se embaixo das cobertas, mas para isso teria de passar pelo corredor, suas pernas, no entanto estão congeladas e nada mais pode fazer a não ser proferir tremulamente as próximas palavras.
- Tem alguém ai? - Ele pergunta mesmo esperando com toda sua alma não obter nenhuma resposta.
A sombra do homem no fundo do corredor desaparece como um sopro, a casa fica totalmente escura e Harry anda de ré, movendo-se em direção a porta da frente como pode. O ambiente se torna inexplicavelmente gelado fazendo assim sua pele arrepiar-se da ponta dos pés até o topo de sua cabeça, de repente o vulto preto aparece em sua frente, aproximando-se lentamente e ele não sabe mais para onde ir.
- Você é muito difícil de assustar, não é mesmo? - Um tom rouco e obscuro se faz presente, a figura a sua frente estende os braços para prendê-lo contra a parede onde se apoiava.
Os joelhos de Harry estão trêmulos e uma de suas mãos tenta estender-se para a maçaneta da porta, mesmo sabendo que esta se encontrava trancada e que não teria maneira nenhuma de alcançar as chaves no aparador de madeira, estando a poucos passos dele, mas completamente longe em relação a sua posição ao lado esquerdo da porta.
- Como entrou aqui? - Harry pergunta gaguejando com um tom embaraçosamente fino em sua voz.
Uma risada baixa pode ser ouvida vindo da criatura, e mesmo sem nenhuma luz iluminando sua visão o adolescente consegue notar o canto de seus lábios se curvando de maneira perversa, olhos acinzentados parecem o observar profundamente, a silhueta é rápida em pressionar-se contra ele e a carne supostamente coberta por tecidos parece queimar contra si. Uma de suas mãos sobe para seu rosto, unhas afiadas podem ser sentidas trilhando um caminho leve pela bochecha de Harry.
- Está começando a ficar realmente assustado agora, não é? - Ele pergunta inalando perto demais de seu rosto. - Sua pele é tão macia. - O tom de deleite escorrendo por suas palavras.
O que Harry imagina ser um homem prensa os quadris aos seus, a mão que acaricia por sua bochecha é quente como o inferno e logo está agarrando seu queixo, firmando sua proximidade ainda mais e fazendo seus lábios formarem um beiço ridiculamente infantil. A janela da sala tem as cortinas um pouco abertas e com isso a luz da lua cheia entra aos poucos para lhe proporcionar uma visão melhor do invasor, ele jura que a segundos atrás aquelas orbes não eram vermelhas, mas agora encontram-se em um tom flutuante entre bordo e preto cintilante, era assustadoramente mágico e Harry esta hipnotizado pelas cores.
- O que você quer? - Ele sussurra, os membros de seu corpo se tornando moles com a presença ameaçadora que o assola.
- O que eu quero? A eu quero muitas coisas... Mas de você, bom temos a noite toda para descobrir. - A boca de lábios pálidos responde em tom divertido, caninos afiados podem ser vistos de relance.
Ele está tão próximo e sua respiração pode ser sentida nas bochechas de Styles, que arrepia ainda mais com as mãos descendo por suas laterais, uma se encaixa em seu pescoço e a outra agarra sua cintura, forçando suas virilhas a roçarem uma contra a outra. Harry sente o sangue vibrando em suas veias, enchendo seu peito de batimentos fortes e o medo tomando conta de seus sentidos, não queria ter de admitir, mas aquele ser definitivamente não era desse mundo.
- Você não é humano, é? - Pergunta sem certeza do que realmente quer dizer, suas palavras assustadas sendo proferidas depois de engolir em seco.
Em poucos segundos o invasor se move em alta velocidade para o sofá da sala, sentando com as pernas abertas e os braços ocupando mais espaço do que o necessário na guarda atrás de si. É difícil de compreender com olhos humanos o tamanho poder que exalava.
- Depende do que você considera humano... Posso tomar diversas formas, mas decidi que hoje à noite esta seria a mais apropriada, não acha? - O demônio explica vangloriando cada palavra com seus requintes de malícia.
Harry tenta não olhar fixamente para a assombrosa figura sentada em seu sofá, como se fosse dono de tudo, mas é impossível não se perder na aura obscura que ele transmite, na maneira como seus ombros são perfeitamente esculpidos ou como suas pernas esticam o tecido preto da calça social que veste, agora o adolescente consegue notar os detalhes da presença inexplicável que se fez presente em sua noite de Halloween e seu tronco descola-se da parede onde havia sido preso anteriormente, tentando fazer os poucos passos até chegar ao meio da sala.
- Seja educado, Harry e sente comigo. - O timbre exigente comanda de forma educada.
Styles arrasta as longas pernas até o sofá, sentando incerto ao lado do demônio, seus joelhos bambos com a iminência do que poderia acontecer em seguida.
- Como sabe meu nome? - Ele fala tentando não soar tão assustado quanto realmente está por dentro.
- Ah, eu sei muitas coisas sobre você... - Profere de forma tentadora, os dedos de uma das mãos tocam de leve a ponta dos cachos do adolescente, mesmo com certa distância seu braço alcança em boa medida. - Como o que está usando por baixo dessas calças de moletom e quais sensações faz você sentir.
Harry engole em seco novamente, sendo analisado em ímpeto pelo semblante sério e sedutor que lhe observa de longe, suas coxas se apertam tentando esconder um pouco do que lhe resta de dignidade. A mão que brinca com a ponta de seus cabelos vai para a parte de trás de seu pescoço, apertando e puxando-o mais perto.
- Fiquei te assistindo durante toda a noite e agora quer ser frio comigo? Isso não é a maneira certa de tratar um convidado. - As unhas pontiagudas se enterram em sua epiderme e o som da voz arrogante toma todo o ar de seus pulmões.
Harry geme de dor com o aperto em seu pescoço, se pudesse olhar tem certeza que encontraria hematomas se formando no local, ele morde o lábio inferior tentando reprimir um pouco dos sons que produz e seus braços desconcertados buscam pela coberta que usava antes para se cobrir, seu corpo sente frio mesmo que em seu interior chamas cresçam tentando fazer caminho para fora e no fundo precisa muito cobrir sua virilha antes que revele algo íntimo demais.
- Não seja tímido, Harry. Eu já sei o que você quer esconder. - O homem diz sorrindo ironicamente e arrancando em seguida o pouco do cobertor que tapara as pernas do cacheado.
- Me deixe ir, por favor. - Ele pede receoso, sua voz um alento baixo e frustrado.
O demônio havia o movido consideravelmente perto, segurando sua cabeça no processo e arrastando-o pelo sofá, o cacheado faz todos os esforços possíveis para não chegar perto demais, mas é extremamente difícil quando a figura obscura tem tamanha força que poderia o levantar no ar como uma pluma. A mão de unhas afiadas agora massageia por seus cachos apertando-os entre os dedos e Harry tem medo de pensar que se sente um pouco reconfortado pelo ato.
- Oh, mas você não quer isso, quer? - Condescendente e sedutor ele pergunta mesmo não esperando receber nenhuma resposta.
A outra mão vai para sua coxa raspando em cima do tecido e incitando arrepios ferozes por baixo do moletom, Harry não consegue realmente compreender o que se passa com seu corpo, mas seja lá o que essa criatura está fazendo funciona muito bem para deixá-lo na borda da excitação. Seu pau dentro da calcinha rendada cresce de volume quando sua cabeça é forçada para trás, um aperto forte puxando os fios castanhos com rapidez e revelando a palidez de sua garganta.
- É? Quer que eu vá embora? Desapareça da sua frente deixando você duro e sedento pelo resto da noite? - Ele continua sibilando as palavras inocentemente.
Aproxima a boca de sua garganta e passa a língua lentamente pela região, saboreando o gosto divino de uma alma tão jovem, o demônio tinha certa preferência por presas novas e ingênuas, mesmo que Harry não seja exatamente a personificação mais pura que tenha encontrado gosta do quão tímido ele é, sem poder respondê-lo com todas as palavras o que deseja de verdade.
A respiração do cacheado esta acelerando a cada minuto e não faz ideia do que fará se o homem continuar provocando-o assim, desiste de segurar a parte da coberta que ainda matinha em seus dedos para pousar a mão na dele que se encontra em cima de seu joelho e então ele arrasta-a para o meio de suas pernas criando coragem para dizer a próxima frase.
- Não, você não pode me deixar assim.. - Resmunga fechando os olhos e aproveitando o alívio do contato.
- Que garoto levado... E pode me chamar de Louis. - Ele diz sorridente, massageando a carne ereta por baixo dos tecidos.
O cacheado geme baixinho tentando mover os quadris para mais perto, mas Louis não o deixa livre o suficiente para fazer isso. De repente a criatura solta todos os pedaços que segurava do jovem a sua frente e reclina-se contra o sofá novamente, como se não tivesse sofrido efeito nenhum das tais interações.
- Por que você não me serve um pouco de vinho, hm? - Pede serenamente mesmo soando na realidade como uma ordem.
Styles é deixado com a boca aberta, perplexo pela repentina mudança de assunto e desejando por mais toques quentes do ser misterioso. Recuperando-se minimamente ele se inclina para frente e alcança a taça que utilizava anteriormente, mas antes que consiga pegar a garrafa para servi-lo é interrompido por um estralar de língua vindo do outro.
- Não assim, Harry. Eu quis dizer em uma nova taça. - Explica balançando a cabeça negativamente, como se estivesse falando com alguém estúpido.
- Okay... - Suspira derrotado e levanta-se indo em direção a cozinha.
Louis raspa os dedos em suas pernas quando passa por ele, colocando também o pé propositalmente na frente de seus passos. Styles tropeça inutilmente no sapato brilhante que se apresenta a sua frente, de alguma forma ele sabe que poderia ter desviado, mas talvez alguma parte profunda de seu ser goste de parecer um idiota na presença do outro, goste da pequena humilhação que se forma na boca de seu estômago quando sente as orbes avermelhadas julgando-o silenciosamente.
No escuro do pequeno corredor até a cozinha ele sente que essa poderia ser uma boa hora para fugir, esconder-se em algum canto da casa ou quem sabe se trancar em seu quarto, ou talvez até tentar escapar pela porta dos fundos, mas também tem noção de que seriam atos inúteis dado a maneira como a criatura o assolou durante todo o dia e ainda mantém toda a casa na penumbra, então se conforma em pegar uma taça num dos armários abertos da cozinha e voltar rapidamente para a sala. Quando se senta novamente ao lado de Louis e termina de servir o vinho resolve servir um pouco mais para si também, afinal precisaria de algum tipo de ajuda enfrentando o que quer que esteja por vir ao longo da noite.
- Hmm, bom garoto. - Ele diz pegando a taça das mãos de Harry quando lhe é oferecido.
O garoto beberica um pouco de seu próprio vinho e tenta relaxar contra o acento, já não tem mais tanto receio de aproximar-se e por mais que seus instintos gritem para tentar ficar longe seu desejo e curiosidade falam mais alto.
Os olhos escurecidos do demônio trilham caminhos pelo corpo dele, enquanto bebe do recipiente de vidro e leva uma das mãos em sua coxa novamente, firmando o contato as unhas se enterram no tecido e quase chegam perto demais de sua epiderme, Styles choraminga tentando puxar a perna para longe e Louis ri debochadamente.
- Me desculpe apenas gosto muito de ver como reage à dor. - Ele fala com um sorriso cretino crescendo em seus lábios.
Styles não consegue deixar de observar profundamente as orbes que lhe encaram cheias de malícia, ele sente seu corpo fervilhando por dentro, talvez a criatura tivesse algum tipo de poder que parece aumentar a excitação em todo seu interior, pois se deixa afundar ainda mais no acento e a pegada forte em sua perna não parece mais lhe incomodar tanto.
Louis está pensando em todas as coisas que pode fazer com o garoto, em todos os cenários que o deixariam sedento e implorando por mais, ele quer começar devagar e tomar seu tempo em fazê-lo se submeter as suas vontades, mas ao mesmo tempo também quer empurrar aquela cabeça cacheada em direção a própria virilha e fazê-lo engolir todo o seu pau sem cerimônias. Então fingindo estar distraído leva a taça para frente e a vira minimamente sabendo que um pouco do líquido irá derramar na ponta de seu sapato.
- Oops! - Exclama com um tom falsamente inocente e olha para baixo ao sentir os pingos quase tocando o tapete abaixo de seus pés, há uma bela porção pairando magicamente exatamente onde esperava. - Por que você não limpa para mim, Harry? - Pergunta educadamente, aquele som condescendente raspando no final de sua sentença.
O jovem larga o próprio vinho na mesa de centro e se levanta, pronto para buscar algo para limpar os sapatos do demônio, ele sabe que provavelmente foi de propósito, mas o que ele pode fazer se sua maior vontade no momento é ser bom o suficiente para o intruso? Esperando receber em troca algum tipo de misericórdia. Antes que consiga sair da sala, no entanto, ouve a voz rouca pronunciar ao seu lado.
- Eu quero dizer com a sua língua.
Harry congela, o olhar frio e aterrorizante do ser em seu sofá segurando-o fixo no lugar, ele não tem realmente uma escolha mesmo que pondere por longos segundos se realmente vai fazer isso, hesitantemente se abaixa para ficar de joelhos olhando uma última vez na direção de Louis apenas como confirmação de que era realmente isso que deveria fazer. O sapato preto social está bem a sua frente agora e se inclinar um pouco mais, sabe que conseguirá lamber a mancha de vinho ali, suas mãos começam a suar e as posiciona no chão em volta dos pés de Louis em busca de suporte.
- Sem ajuda, mãos para trás Harry. - A maneira como ele arranha o nome em sua garganta e comanda exatamente o que deixará tudo ainda mais difícil deixa o cacheado se sentindo como um estúpido animal de estimação.
É humilhante estar nessa posição, mas ele segura os próprios pulsos atrás das costas porque não via sentido em tentar desafiá-lo a essa altura, algo bem pior poderia lhe acontecer caso tentasse.
Styles abre a boca e coloca a língua para fora, tocando a ponta do calçado e rapidamente tentando lamber todo o líquido dali, ele faz um bom trabalho para todos os nervos que correm em sua mente nesse momento, mas o que mais lhe surpreende é quão fácil realmente foi, o quão mais duro ficou dentro de suas calças e o gosto meio amargo que habita sua boca, um pouco de vinho e o couro do calçado de Louis.
- Estava bom? Lamber meu pé como um cachorrinho sedento? - Louis pronuncia agarrando os cabelos de Styles com uma das mãos e trazendo-o para cima novamente.
- Sim.. - Responde sem perceber em um suspiro.
O aperto forte em seu couro cabeludo deixava seus sentidos desnorteados, poderia ser manipulado e arrastado como o outro bem entendesse e não teria maneira nenhuma de se afastar, já não se importava mais se estava soltando pequenos gemidos em forma de suplica e se admitia em voz alta ter aproveitado lamber o calçado da criatura. Dedos ásperos e finos agarram suas bochechas, para mantê-lo ainda mais preso no lugar e Louis se aproxima traçando com a ponta da língua seu lábio inferior.
- Estive esperando a noite toda para provar o seu gosto... - Sussurra antes de selar suas bocas totalmente.
As respirações profundas se sincronizam, carne macia se chocando contra a boca do demônio, que rapidamente aproveita a abertura mínima de um Harry desesperado para enfiar sua língua e dominar seus sentidos mais ainda, dentes pontiagudos raspam pela pele do jovem, é um beijo obsceno e fervoroso sugando todas as partes de sua boca com um ímpeto antes nunca visto. Ele quase acha que seria totalmente devorado.
Depois de cessar o contato, deixando Styles ofegante em uma névoa de necessidade, empurra o rosto dele contra as próprias coxas, arrastando-o ali para que possa sentir todo o seu cheiro e lentamente encaixa sua bochecha para perto de sua virilha já endurecida. Styles fecha os olhos novamente nadando no tecido que esfrega por seu rosto, as pernas dele parecem tão grossas, um pensamento sórdido corre por sua mente de quão excitante seria tê-las apertando em volta de seu pescoço.
- Você quer, não é? - Louis murmura acariciando a bochecha rosada que se encontra para cima em seu colo, o jovem agora abre a boca lentamente e contorna o membro rígido abaixo de si.
Seus olhos verdes olhando para cima são resposta suficiente, mas o demônio quer brincar só mais um pouquinho com seu jantar.
- Me responda. - Em um rápido movimento levanta o rosto de Harry apenas o suficiente para que possa acertar sua bochecha esquerda com um estralado tapa.
Não tem certeza do que veio primeiro o tapa ou a fala de Louis, mas o que ele sabe é que sua face arde e seus olhos enchem de água ao final do impacto. Merda, ele é realmente muito forte.
- Sim, sim... Por favor, eu quero o seu pau. - Choramingando resmunga em tom fraco.
Louis desfaz o próprio cinto e liberta seu cacete para fora das vestimentas, antes que o outro consiga retomar o fôlego completamente está sendo empurrado para baixo de novo, dessa vez sua boca se encaixa perfeitamente na glande molhada que vazava pré gozo, o demônio segura a própria base com a mão livre guiando-a para auxiliar Harry que ainda não se atreveu a soltar seus braços de trás das costas, que garoto obediente.
Com os dedos massacrando seu couro cabeludo e forçando-o para baixo cada vez mais, a única coisa que pode fazer é tentar relaxar sua mandíbula e engolir mais do pau que se encontra em sua língua, ele tenta lamber em volta e salivar o quanto pode para facilitar a descida brusca que sabe estar por vir, mas pouco resultado obtém quando Louis é impetuoso não o deixando encontrar nenhum tipo de ritmo próprio. Harry estaria mentido se dissesse que não gosta, há algo tão quente em ter sua boca usada dessa forma, como se fosse apenas um brinquedo.
- Sua boca é tão macia quanto sua pele, cachorrinho. - Geme as palavras que em qualquer outro contexto poderiam soar até carinhosas, não fosse por seu tom arrogante.
Styles vibra a garganta no membro dele ao ser chamado daquele jeito, como se pudesse ficar ainda mais duro e humilhado, tendo sua boca fodida enquanto os quadris do outro estocam para cima atingindo-o profundamente e sem piedade, se esforça para respirar pelo nariz não querendo se engasgar, mesmo que sons ridículos façam caminho para fora de si. O demônio adora ver o quão destruído deixa o garoto, saliva escorre em seu queixo e sua testa franze em concentração para tentar ir o mais profundo que consegue, na verdade talvez seja um pouco por conta da dor, mas ele gosta dessa ideia também, alguns movimentos de vai e vêm depois, gemidos roucos arranhando para fora de seus pulmões e Harry perdendo-se completamente em engolir todos os seus longos centímetros ele está gozando quente, espesso e diretamente na cavidade apertada que é a garganta do cacheado.
- Engole. - Comanda segurando os cabelos e o rosto dele ainda de encontro com seu pau.
O cacheado não teria como cuspir nem se tentasse para ser honesto, visto que o membro estava fodendo tão profundamente em sua boca que toda a porra desceu quase imediatamente para seu estômago, ele faz o melhor que pode olhando para cima e piscando seus cílios molhados buscando aprovação da criatura de olhos totalmente escurecidos. Louis consegue sentir o medo cruzando o semblante do jovem ao perceber sua expressão perversa, quando seres como ele estavam em êxtase ou prazer seus olhos ficavam ainda mais escuros, fascinando de maneira assustadora qualquer um que os encarasse por muito tempo.
- Deixe eu ver. - Retira o jovem de seu cacete puxando-o lentamente e sua voz agora fica cada vez mais rouca.
Ele mantém a boca aberta mostrando a língua ao demônio, sem se importar com o pouco de gozo e saliva que escorrem por seu rosto.
- Bom garoto. - Louis elogia e recolhe com os dedos tudo que sujava seu queixo, em seguida enfiando-os em sua boca.
Ele não tem que adivinhar antes de começar a chupá-los com vontade, sugando tudo que lhe é dado. Um gemido manhoso é solto pelo garoto ao ter os dígitos retirados para longe de si, estava tão perdido e sedento que mal percebe o outro soltando sua cabeça para em seguida o jogar contra o sofá ficando por cima de seu corpo, pressionando contra sua pélvis de forma obscena.
- Por que você não me mostra, hm? - Começa perguntando tentador enquanto espalha beijos e chupões em seu pálido pescoço, os lábios finos salivando por sua epiderme e os dentes afiados mordendo-o para deixar marcas. - Me mostra o quão desesperado você está, cachorrinho.
Harry geme com os hematomas deixados por toda aquela região, alguns doem mais do que deveriam, mas a este ponto realmente não se importa, seus quadris circulam empinando-se para cima, buscando alívio e seus braços correm para apertar as costas do outro contra si.
- Por favor, por favor... - Implora como um mantra e a respiração acelera dentro de seus pulmões.
O demônio deixa de lado o trabalho que fazia no pescoço do cacheado para aproximar-se de sua orelha e sussurrar o próximo comando.
- Eu quero ver como você faz quando pensa que não tem ninguém assistindo. - Nisso suas mãos passeiam pelas laterais de seu corpo, encaixando na delicada cintura e livrando-a dos tecidos.
Aos poucos Styles tenta voltar a raciocinar, Louis se afasta sentando na ponta oposta do sofá e mesmo demorando alguns segundos para processar o que deveria fazer termina de retirar seu suéter, no ambiente meio escuro em que se encontram seria difícil ver toda a vermelhidão que cresce por seu torso, o ar gélido arrepiando seus mamilos e a expressão tímida tomando conta de seu semblante, mas a criatura nota tudo que acontece apenas com a luz da lua banhando sua forma trêmula.
- As calças agora, Harry. Quero ver sua peça favorita. - Ele profere reverente, provavelmente o tom mais educado que usou até agora e ainda assim beirando a condescendência.
Agora não era o momento para se tornar encabulado então ignora o fervor em suas bochechas para agarrar o elástico do moletom e abaixá-lo para fora de suas pernas, nunca havia se mostrado dessa maneira para alguém antes e talvez seja melhor que fosse para o ser assombroso que havia invadido sua residência do que para um humano cheio de possíveis ignorâncias.
- Nunca fiz isso antes.. Não sei por onde começar. - Sussurra mais fracamente do que pretendia, os dedos trêmulos terminando de jogar a roupa ao chão.
- Por que não começa se tocando para mim? - O demônio sugere roucamente, uma das mãos massageando o próprio pau.
Os dedos de Styles trilham levemente o peitoral exposto, apertando e beliscando seus mamilos enrijecidos, mantém o olhar fixo na expressão luxuriosa do ser a sua frente enquanto desce pela área do abdômen até chegar na ereção latejante que mantinha entre as pernas, era tão bom finalmente ter algum estimulo na região que gemidos escapam de seus lábios avermelhados, queria poder parecer contido e não tão afetado como estava em seu interior, mas assim que aperta o próprio pau dentro do tecido rendado seus quadris arqueiam livremente e antes que possa pensar sobre está levando dois dedos até a boca, molhando-os o máximo que pode e trazendo-os para seu traseiro. Desajeitado e manhoso consegue posicionar uma das pernas para cima, segurando a calcinha para o lado e encontrando o buraco que tanto desejava preencher, com os dedos empurra na borda de seu anel, saliva melando a entrada apertada que tentava penetrar e seu pau é libertado para fora ao trabalhar mais avidamente a outra mão em se estimular, sabia que não deveria retirar a peça e merda, como isso fazia tudo mais quente, dificultava a chegada em todos os ângulos que costumava usar, elásticos apertavam certos pontos em sua virilha e suas bolas ainda mantinham-se dentro da renda, enquanto se esforçava para ir mais fundo em cuzinho, tesourando e abrindo-se com os dígitos a palma de sua mão livre deslizava em rápidos movimentos no próprio membro.
Louis está encantado, os sons obscenos que o garoto produz são tudo que seus ouvidos precisariam ouvir até o fim dos tempos, o jeito que se perde completamente atrás do prazer, apertando os olhos quando finalmente esquece ter alguém o assistindo e simplesmente entrega-se para as sensações, se este fosse seu plano adoraria vê-lo gozando agora mesmo, mas ainda existem algumas coisinhas para experimentar.
- Não é tão tímido quanto eu imaginei, Harry... - Leva uma das mãos para o pulso do jovem, parando seus movimentos frenéticos de vai e vem. - Tá gostoso, não é? Mas não pode gozar ainda.
Estando quase no limite o cacheado é pego de surpresa tendo sua punheta interrompida, os dígitos em sua bunda também param, já cansados de foder no mesmo ritmo e ângulo, ele geme frustrado, choraminga ao ter o corpo do outro se inclinando mais para perto de si.
- Não, eu quero... Por favor, eu preciso gozar. - Sua respiração ofegante fica presa na própria garganta, as palavras que geme para fora se perdem entre os sons esganiçados que produz.
- Tem certeza cachorrinho? Acha que consegue aguentar, nós estamos só começando... - Explica encaixando-se entre as pernas dele e ainda segurando seu pulso entre os dedos ásperos.
- Sim, eu consigo...
Mesmo não tendo total certeza do que se refere responde com confiança e seus movimentos são lentamente devolvidos pela criatura, ditando o ritmo cruelmente ele aperta em volta da pegada que mantinha em sua extensão, as mãos dos dois encaixando-se entre pré gozo e suor, produzindo pequenos barulhos molhados. Em prol de facilitar a satisfação do cacheado, para de apalpar o próprio membro e leva o outro braço embaixo dele, empurrando seu punho com leves movimentos assim fazendo-o estocar seu cuzinho como bem entende, Styles geme e se desespera sem saber para qual direção deve focar o ímpeto em busca de prazer, a mão que o masturba simultaneamente ou os dedos que entram devagar em seu traseiro, tenta aumentar qualquer uma das velocidades inutilmente, já que Louis trabalha meticulosamente para fazê-lo ir o mais lento que consegue.
- Devagar, Harry... - Dita roucamente perto de seu rosto, o hálito frio causando arrepios na epiderme fervorosa de sua face. - Aproveite cada segundo, cada contração.
Suas frases são pontuadas por mudanças mínimas de velocidade, hora deixando-o quase livre para perseguir a liberação outra o restringindo a se manter parado. O jovem de olhos verdes pisca sentindo lágrimas escorrerem por suas bochechas é tão tortuoso ter os toques do outro perto assim e não o estimulando propriamente, apenas guiando-o cruelmente para a borda e antes que consiga perceber completamente seu ventre está vibrando, borbulhando com o começo de um orgasmo, o demônio controla os dígitos em seu cuzinho estocando-os profundamente e sua próstata é atingida, uma onda certeira passa por sua virilha e ele está gozando como nunca antes, porra branquinha pintando seu abdômen, os quadris tremendo em meio a respiração acelerada e um gemido manhoso soando alto demais.
Preso em meio à névoa de sensações que se formaram dentro de si, sua mente luta para voltar a realidade, seja lá qual esta for, pois agora Louis esta recolhendo a goza de sua barriga e levando-a para seus lábios que involuntariamente já esperam abertos pelos dígitos do outro, ele lambe todos deixando-os limpos e seu corpo amolece contra o acento sem forças para tentar levantar ou se recompor.
- Isso foi lindo, cachorrinho. - O demônio diz deleitado na cena que acabara de presenciar.
De todas as coisas que imaginava fazer o garoto sentir, esta sem dúvidas fora uma das melhores, seu pau ainda pingava e contraía-se com a recente ejaculação, rubro e pronto para ser usado novamente, ele conseguia sentir todos os hormônios de satisfação correndo pelo cérebro do adolescente e absorvia-os como se fossem seu néctar, assim como havia feito durante os momentos de medo também. Tendo agora uma conexão mais próxima depois de Harry se entregar dessa forma, precisava urgentemente provocar os outros demais sentimentos nele.
- O que você acha de facas?
Levanta-se em seguida retirando de um dos bolsos da calça seu canivete favorito, depois se despindo das vestimentas e sapatos, tudo que recebe em resposta do cacheado são pequenos resmungos e pálpebras abrindo-se lentamente. Sabendo que não receberá uma resposta exatamente coerente, agarra as pernas do garoto e o vira para ficar de bruços no sofá, logo ajoelhando-se atrás dele novamente.
Mãos gélidas passeiam pela parte interna das coxas de Styles, ajeitando sua bunda a ficar inclinada para cima, com certo esforço consegue se manter na posição desejada e seus braços são puxados para trás o que o deixa ainda mais vulnerável, um gemido é solto ao que sente suas polpas serem abertas e dedos molhados adentrarem seu cuzinho, estando devidamente sensível quase tem o instinto de afastar-se, ele não sabe o que Louis planeja, mas ouviu algo sobre facas e agora a lâmina pontiaguda trilhando caminhos por sua pele apenas confirma suas suspeitas.
- O que vai fazer, Lou? - Gagueja com um tom rouco e cansado, sua face pressionada contra as almofadas não o ajuda em tentar enxergar o que acontece atrás de si.
- Lou? Eu ganho apelidos agora, é isso mesmo que ouvi? - Pergunta debochadamente e o canivete arranha levemente por suas nádegas.
A ereção dele roça contra a lateral dos quadris esbranquiçados, denotando o quão duro e vigoroso já se tornara. O adolescente respira entre os dentes antecipando algum tipo de corte em sua delicada epiderme, mas nada acontece.
- Desculpe.. Eu não... - Começa querendo poder desfazer o termo usado anteriormente, mas sua mente cansada mal consegue formar sentenças.
Os dígitos da criatura se afundam dentro de si, abrindo-o com facilidade, entram e saem apenas o suficiente para fazê-lo contorcer-se de agonia. Sente o peso do tronco musculoso inclinando-se sobre suas costas e lábios finos beijando sua nuca.
- Você é meu, não é Harry? De agora em diante pertence todo a mim. - Sussurra em seu ouvido e a faca raspa por suas coxas, subindo e descendo perigosamente.
Louis encontra os olhos esverdeados, as pupilas dilatadas devido às sensações crescentes dentro de si, os lábios rosados abertos em pequeno desespero e seu pau contrai com o tamanho desejo que cresce em seu interior, de possuir completamente aquele ser angelical, de fazê-lo uma bagunça maior ainda e deixá-lo completamente sem fôlego.
- Sim, por favor Lou. - Choraminga tendo seu corpo totalmente dominado pelas vontades do outro.
O demônio empurra mais um dedo no buraco apertado do cacheado, gemidos de dor e alívio ecoam pelas paredes da sala, quase esqueceu que ainda se encontravam ali e certa vergonha toma conta de sua mente, antes que consiga pensar muito sobre sente ele se afastar e o metal passeia por suas costas. Não tem mais como fugir, seu corpo treme sentindo os dígitos em seu interior serem substituídos pela cabecinha pegando em sua entrada e Louis o puxa impetuoso contra o próprio cacete, gemendo satisfeito em finalmente estar sendo engolido pelo calor daquele cuzinho.
A mão que não segura a faca aperta o quadril do cacheado, mantendo-o em posição e aos poucos enterra-se dentro dele, estocando minimamente até sentir seu pau deslizar com pré porra e as bordas avermelhadas piscarem em volta de si, tudo que pode ser ouvido são os gemidos dolorosos de Styles encontrando-se preso entre tentar satisfazer o demônio e acostumar-se com todas as ardências em seu corpo, segurando os pulsos para mantê-los no lugar, o suor desce frio na região de sua coluna pois qualquer movimento brusco e a lâmina poderia acabar o cortando, a excitação correndo por suas veias mais uma vez e sem saber se irá conseguir controlar-se.
- Porra! - Geme exacerbado a medida que as estocadas aumentam de velocidade, certeiras em sua próstata.
Enquanto fode o cacheado ameaça o pescoço pálido com a ponta da faca, vez ou outra a arrastando por suas costas, poderia muito bem o cortar a qualquer momento e talvez com tudo que está acontecendo nem fosse sentir propriamente, isso provavelmente também aumentaria todas as endorfinas correndo por seu cérebro e consequentemente seu prazer, mas mais do que essas coisas o demônio adora o deixar na fase de antecipação, brincar com seus sentidos e nunca realmente fazer o que lhe é esperado. A cada movimento sente o cacheado engolir e apertar seu cacete como se estivesse faminto, os dois gemem em sincronia ao que seus corpos esforçam-se para manter o ritmo, indo de encontro um com o outro em golpes violentos, carregados de uma luxúria fervorosa, provocando mais sensações do que qualquer um dos dois poderiam imaginar e Harry sente-se tonto, perdido em uma forte neblina que insiste tomar seu cérebro podendo focar somente no prazer estonteante correndo por sua virilha.
- É tão apertado, cachorrinho... - Arrasta as palavras entre um grunhido.
Direciona a ponta da lâmina para o pescoço pálido, levantando-o do estofado aos poucos ao puxá-lo mais para trás e fazendo assim ficar a mercê total de seu controle. Gemidos altos são proferidos por ele tendo o cacete grosso do demônio tão profundo dentro de si, o calor sobe por seu ventre, as coxas roliças tremem perto de cederem e seus braços precisam desesperadamente tocar o próprio pau.
- Você quer tocar, não é? Vá em frente, como uma cadelinha desesperada.
É impressionante tamanha força e poder que o ser viril exala ao continuar o fodendo, segurando maior parte do peso de seus quadris com uma das mãos e ameaçando sua garganta com o canivete, mantendo-se preciso nos movimentos de vai e vem. Styles choraminga com as frases do outro, era impossível não se sentir completamente submetido quando referido assim, ao esticar um dos braços para o meio das pernas, sente o quanto de pré gozo escorre de sua ereção e aperta a base querendo poder extrair o máximo de alívio que puder.
- Merda, eu não consigo... - Ofega o xingamento, não conseguindo compreender como pode estar tão excitado e exausto simultaneamente.
- Consegue sim, Harry. - Dita firmemente atrás de si, o tom rouco e exacerbado fazendo arrepios crescerem por sua coluna.
Louis o fode cada vez mais rápido e profundo, acertando todos os pontos necessários em seu cuzinho a fim de levá-lo o máximo possível para a borda, queria empurrá-lo de lá e assistir sua queda lentamente, saboreando cada espasmo de seu frágil corpinho e o deixando descer pelo abismo de sensações que se aproximavam. O cacheado geme manhosamente no estado de frenesi que se encontra, deixando-se cair no ímpeto fervente que era ser fodido pela criatura, todos os centímetros de sua pele suam ardentemente ao se jogar contra as estocadas dele, seu interior contraindo-se com sensibilidade ao ter sua próstata surrada repetidamente e finalmente seu ventre vibra em erupção para mais um orgasmo, correndo linear os ângulos obscuros de sua mente e corpo, jorrando gozo na superfície abaixo de si, punheta avidamente seu membro cavalgando entre as ondas de liberação.
O demônio também não esta muito longe, esporrando em seu interior com um alto gemido fugindo de seus lábios, no meio de tudo isso um brusco movimentar de troncos, pescoço e mãos acabam fazendo a lâmina do canivete deslizar cortando uma leve linha da garganta ao queixo do jovem, de primeiro momento não a notando propriamente, mas depois de suas formas ofegantes tombarem uma contra a outra e descerem de suas altas nuvens de prazer, gotículas de sangue são sentidas escorrendo para fora da ferida.
- Tão perfeito, cachorrinho. - Deleitoso em sua sentença, encontra os lábios carnudos para tomá-lo mais uma vez.
Depois descendo com a língua para lamber e chupar onde seu sangue escorria, saboreando todo o caos deixado no jovem, seu novo gosto preferido agora sendo o líquido viscoso que corria pelas veias de Harry.
Completamente inebriado não registra exatamente tudo que acontece depois, mas na manhã seguinte quando acorda inexplicavelmente já em seu quarto, debaixo dos lençóis de sua cama, como se tudo não passasse de um sonho fantasioso e com apenas memórias quentes rodeando por sua cabeça, sabe pelo estado de seu corpo extremamente dolorido e a marca do corte em seu pescoço que os acontecimentos de ontem a noite foram reais.
Espero que tenham gostado, perdoem a demora! ~Ari
Did you see a ghost, bunny?
" Harry medroso que é, começa a viver seu sonho de terror. O ghostface só queria brincar com a coelhinha. "
avisos!: hinter, ltops, cnc(consensual non-consent), established agreement, primal play/roleplay, knife play(leve/sem sangue), bondage, restrição sensorial, oversimulation, spanking/impact play, degradation, marking, creampie/breeding, dacrifilia, safeword.
𖣠 ✦ Run Little Girl ✦ 𖣠
Avisos: h!inter; Ltops; relação bdsm; CNC; Prey/predator kink; humilhação kink; exibicionismo; spanking; knife play; dacrifilia (prazer em ver o parceiro chorando); fear kink (prazer ao sentir medo); daddy kink; dirty talking; desuso de preservativo; harry com pronomes femininos
plot original
SE ALGUM TÓPICO TE INCOMODE. NAO LEIA!
Word count: +4k
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- Lou, por favor? Prometo que vai ser só uma vez. Tô com tanta saudade de você, papai. Não aguento mais esperar. - Harry suplicava para o mais velho do outro lado da linha.
Louis estava já a duas semanas, viajando à negócios. Foi um trabalho árduo do mais velho convencer a menor de que era necessário tal viagem. Harry não é de agir como uma mimada, mas quando Louis a informou sobre a tal viagem, ficou surpreso ao ver sua menina chorar em ansiedade de não tê-lo por perto por algumas semanas, e quase ligou para o trabalho no mesmo momento para cancelar. Mas ele tinha responsabilidades a cumprir, e com muito custo conseguir acalmar sua garota.
E naquele momento estava os dois conversando por ligação, enquanto Harry estava em sua tentativa de conseguir a permissão de Louis.
- Princesa, você sabe as regras. Papai promete que quando chegar em casa, eu cuido direitinho de você. - Louis explicou para a mais nova.
- Papai, não seja maldoso comigo. Eu fui tão obediente pra você. Mas eu estou com muito tesão, papai. Deixa eu brincar um pouquinho, já até peguei aquele dildo que você gosta de brincar comigo. - Harry insistia, com a voz manhosa. Louis poderia não ver seu rosto no momento, mas ele já conseguia imaginar o biquinho nos lábios de sua menina.
- Harry, não insista. Espera só mais um pouco, papai sabe que você aguenta. Você não é a única que está com saudade. Você não imagina quantas vezes meu cacete ficou duro só de lembrar em você, princesa. E mesmo assim não me aliviei porque estou deixando minha porra quentinha guardada só pra você. - Louis responde com sua voz baixa e rouca beirando à tesão, já sentindo seu membro dar sinais ao pensar em sua garota.
- Eu não ficaria chateada se você batesse uma punheta pensando em mim, papai. Não precisa se segurar. - a mais nova responde, quase soltando um gemido ao sentir o incomodo entre suas pernas aumentar.
- Não, princesa. Estou sendo justo, diferente de maldoso como você disse que estou sendo. Se você fica sem gozar, eu também. Entendeu, amor? - questiona o mais velho.
- Sim, papai. Me desculpe. Vou esperar você chegar. Por favor não demora. - Harry pede, ainda com o biquinho sem deixar seus lábios.
- Prometo, princesa. Só mais três dias, okay? Agora vou desligar porque vou entrar em uma reunião. Beijos, amor. Te amo. - Finaliza Louis, e sorrindo ao ouvir Harry respondendo que o ama também, desligando a ligação logo em seguida.
- Velho, porque não conta logo pra ela que você já chegou na cidade? Para de ser sádico pelo menos um pouco, cara. Fazendo a sua menina sofrer desse jeito. - disse Matt, seu amigo e companheiro de negócios, o qual estava ao seu lado durante sua ligação com Harry.
Estava os dois no aeroporto de Nova York, já com suas bagagens, aguardando um táxi para levá-los para suas casas.
- Você falando que eu sou sádico, até parece que você também não é. Quanto à Harry, apenas queria fazer uma surpresa à ela. Estou morrendo de saudades da minha princesa, e ela não está muito diferente. Está tudo bem mentir um pouco se for pra deixá-la mais feliz. - finalizou Louis com um sorriso orgulhoso, ao imaginar o quão feliz Harry iria ficar ao ver que seu papai voltou antes do esperado.
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Harry após finalizar a ligação com Louis, permaneceu com seu bico manhoso em seus lábios, enquanto tentava controlar e esquecer o tesão que ainda estava sentindo. Deitada na cama a qual dividia com Louis, fechou os olhos decidida a tirar uma soneca.
O que foi em vão, entre roladas na cama, na tentativa de pegar no sono, já se passara mais de uma hora, e sua mente ainda levava seus pensamentos ao namorado. Imaginando as mãos dele brincando com seu corpinho do jeito que ele amava. Harry fechou suas pernas ao sentir sua bucetinha molhar mais. Já rendida levou sua mão para sua calcinha, começando uma massagem devagar por cima de seu grelinho.
- Hmm...papai. - gemeu Harry ao sentir a fricção gostosa que sentia em contato com o tecido de sua calcinha.
Mas logo se despertou , parando os movimentos e tirando seus dedos do local. Se reprimindo por cair na tentação de se tocar, desobedecendo a ordem do mais velho.
"Ele não precisa saber." - o pensamento invadiu sua mente. "Foda-se! Não vou ficar na vontade". Pensou, e levantou-se para buscar seu dildo e um lubrificante na gaveta da mesa de cabeceira. Decidida a matar seu tesão.
Depois de pegar o dildo, o posicionou no chão ao lado da cama. A menina estava com tamanho tesão que nem se deu o trabalho de retirar sua roupa, apenas afastou a calcinha para o lado, se aproximando do dildo, com a facilidade de estar vestindo uma saia. Ansiosa para aliviar seu tesão, já sentou com força no dildo, se esquecendo de lubrificá-lo antes, gemendo alto com a invasão do brinquedo em sua xotinha:
- Ai...papai. - cada vez gemendo mais alto, imaginando cavalgar no cacete que ela ama. Sentando no dildo de silicone com uma velocidade absurda. Mas Harry ainda não se sentia completamente satisfeita, pois a sensação de sentar no cacete de Louis ainda era incomparável. Mas ela iria se contentar com aquele dildo por hora, sem ter a ideia de que seu namorado já estava chegando em casa.
Louis que no momento já estava dentro do elevador, rumo à cobertura a qual morava com Harry, seu coração doendo em saudade e ansiedade em ver sua princesa. Soltando a respiração aliviado ao ver o elevador parar em seu andar. Não aguardando mais um momento para entrar no hall de entrada do apartamento.
- Princesa! Adivinha quem chegou mais cedo? - disse Louis em voz alta, ainda com seu sorriso que doía em suas bochechas, mas logo o diminuindo ao não ouvir resposta e estranhando ao ver a cobertura deserta. Direcionando seu olhar para o corredor, quando ouviu os gemidos que saia de seu quarto. Logo soltando uma risada irônica ao imaginar o que Harry estava fazendo.
- Vadia desesperada por pau. - disse Louis para si mesmo, se direcionando ao quarto para encontrar Harry.
Harry em sua nuvem de prazer, olhos fechados, cada vez mais perdida entre seus gemidos, não ouviu os passos do mais velho em direção ao quarto, que estava com a porta aberta. Desesperada em busca de seu orgasmo, levou seus dedinhos para seu grelinho endurecido, gemendo alto ao sentir aquela massagem gostosa.
Louis como uma habilidade admirável, silenciosamente entrou no quarto, e se sentou na poltrona em frente à Harry, que ainda permanecia de olhos fechados, sentando daquele dildo como se sua vida dependesse daquilo. Mas logo depois a mesma abriu os olhos se assustando com a presença do mais velho ali, a fazendo parar os movimentos.
- Tá gostoso, princesa? - perguntou o mais velho, e rindo irônico ao ver a expressão de Harry ainda assustada.
- P-papai, o que você...- Harry tentou falar, gaguejando ao sentir a vergonha de ter sido pega do flagra, mas logo sendo interrompida pelo mais velho:
- Mandei você parar de cavalgar nessa porra de borracha? Mostra pro papai como você é uma puta desobediente, tão desesperada pra ter um pau te preenchendo. Não consegue obedecer uma ordem minha. Então vamos, continua, meu amor.
- Me de-desculpa, papai. - disse Harry, já sentindo lágrimas encher seus olhos na possibilidade de ter chateado o mais velho.
- "Me desculpa papai!" - imitou, a debochando. - Mandei você continuar sentando! Abre essa sua boquinha de puta só quando eu pedir. - finalizou com voz rouca e autoritária, logo vendo Harry obedecer e voltar a cavalgar no brinquedo.
Harry sentindo mais prazer ao sentir os olhos do mais velho sobre si, sentava cada vez mais forte, voltando a brincar com seu grelinho, já vermelho pela sensibilidade. Se embriagando cada vez mais naquele tesão, incentivada pelo olhar de luxuria no mais velho, sentindo a sensação em seu ventre, em um orgasmo próximo.
- Papai, eu vou gozar, tá muito gostoso. - disse a menina, com a voz fraca devido o prazer.
- Goza pro papai, princesa. Vem pra mim. - ordenou, quase sussurrando, mas com a voz ainda firme.
Harry ao ouvir a permissão de Louis, não esperou mais e gozou, sentindo suas pernas tremerem, soltou seu corpo no chão, ainda com o dildo dentro de si, tentando regular sua respiração, enquanto assistia o namorado levantar da poltrona e ir em sua direção.
Louis, já em frente a Harry, levou sua mão acariciando os cabelos da menor. Mas logo a surpreendendo ao puxar fortemente seus cabelos, ignorando o gemido de dor.
- Está feliz, princesa? Matou sua fome de pau? - disse entredentes, e deixando um tapa forte em seu rosto. - Eu vou acabar com você, sua puta! Usar esse seu corpinho, te espancar, não parar até você gritar sua palavra de segurança.
- NÃO PAPAI! - gritou a menina, com medo da futura punição, mas em contradição, sentiu sua bucetinha contrair com a fala do mais velho. - Papai, por favor, não me puna. Eu não vou fazer isso mais. Eu imploro!
- Calada! Não quero ouvir mais uma palavra sua, a menos que eu peça. Deveria ter pensado antes de agir como uma vadia. - disse o mais velho, enquanto levava suas mãos para o cinto de sua calça, retirando em um só movimento. - Levante a sua saia! Você vai levar esse cinto na sua buceta quinze vezes. Qual a sua cor?
- V-verde, papai. - disse Harry, já levantando sua saia pela barra, com certa dificuldade ao sentir suas mãos tremerem.
Louis se aproximou de Harry, ao ver a buceta gordinha, com a pele ainda vermelha pelo orgasmo recente, passou seus dedos delicadamente. Traçando seu indicador como um artista pintando a sua mais bela pintura. Continuou, até massagear levemente o grelinho que já se encontrava duro novamente, sorrindo ao ver Harry prender os lábios com os dentinhos, segurando para não gemer. E então, em um movimento rápido, acertou o cinto fortemente em cima da buceta da menina.
Sem dar intervalos longos entre uma cintada e outra, Louis continuou maltratando da bucetinha da garota. Com um sorriso de canto em seus lábios, satisfeito ao ver as lágrimas grossas descer pela bochecha da menor, a qual se segurava a todo momento para não gritar para que o papai parasse.
Após alguns golpes, Harry já tinha certeza que já tinha ultrapassado as prometidas quinze cintadas. Sentindo que não conseguia aguentar mais o misto de dor e prazer, em um pulo se afastou do mais velho, logo abaixando sua saia.
- Papai, você falou que era quinze! - exclamou a mais nova, irritada.
- É mesmo, princesa? Você prometeu que iria se comportar enquanto eu estivesse viajando e cá estamos nós. Você não é a única que pode descumprir a sua palavra. - disse Louis, com um sorriso beirando a deboche em seus lábios. - Agora volte aqui, que eu ainda não terminei com você.
Harry, sem ao menos pensar em seu ato, correu de Louis. Sem olhar para trás, saiu do quarto, e foi em direção ao elevador particular da cobertura, mas bufando irritada ao não ver as portas metálicas se abrirem logo após apertar o botão. Adrenalina corria por suas veias, com o pensamento que Louis pudesse a pegar e a castigar, fez com que a decidisse sair daquele apartamento de qualquer forma. Logo se desesperando ao ver o mais velho vindo em direção a ela. Então fez o que veio primeiro em sua mente: correu para as escadas de incêndio.
Após vários lances de escadas, e algumas quase-quedas no meio do caminho. Harry já se encontrava no térreo e saguão do prédio. Se assustando ao ver Louis tranquilamente sentado, em uma das poltronas da recepção, olhando em direção à ela. "Merda." - pensou, e novamente correu. Dessa vez para as portas do fundo. Ficando aliviada ao ver a multidão de pessoas na quinta avenida de Nova York, facilitando a ela dispersar do Louis.
A garota já caminhava, ainda em ritmo acelerado, a todo momento olhando para trás para tentar ver algum sinal do mais velho. E então viu a estação de metrô próxima, decidindo se esconder ali.
Harry já dentro da estação, andando sem rumo, mas sentia a sensação como se alguém estivesse a observando. A fazendo olhar para os lados procurando aquele a qual ele estava fugindo. Mas não o encontrando, apenas vários rostos desconhecidos. Um próximo trem a fez despertar de seu breve transe, então decidiu entrar no vagão. Se sentando na cadeira vazia mais próxima. Aliviada por ter conseguido pensar em uma forma mais fácil de fugir, mas ainda atenta ao seu redor.
- Procurando por alguém, amor? - a voz em seu pé do ouvido a surpreende, a fazendo quase engasgar devido ao susto.
- Louis, vai embora por favor. - Disse Harry já suplicando, vencida mais uma vez, sentindo seus olhos lacrimejarem ao ver que não teria como fugir dessa vez, e assustando mais uma vez ao ver o mais velho usando uma ghost face. - Porque você está usando isso?? - questionou, já sentindo cada vez mais medo, Louis sabia o quanto esse tipo de caracterização a assustava.
- "Louis"? O que houve com papai? - disse Louis com o tom de voz em falsa chateação, ignorando seu outro questionamento, e sem se incomodar com as outras pessoas o vendo usar a máscara. Nova York é uma cidade louca, ninguém está preocupado com o que adorna em seu corpo ou rosto, quando a maior preocupação da maioria é não perder tempo, na cidade que nunca dorme.
- Se eu fosse você, pensaria duas vezes antes de tentar fugir novamente. - Louis sussurra no ouvido de Harry, enquanto deixa um aperto em uma das coxas do menor.
- Lou, por fa-favor, não. - Clama Harry, com a voz falhada, ao sentir a adrenalina e o pavor apossar de seu corpo.
- Shiu! Quietinha. Agora seja bem obediente pro papai e abre as pernas. Deixa o papai checar se a sua buceta já está molhadinha pra mim. - Decreta, Louis. Mas ao ver Harry fechando as pernas, contrariando sua ordem, deixa um beliscão forte em sua coxa interna, e sorri ao ouvir o gemido de dor do menor, chegando mais perto do cacheado, falando com a voz calma:
- Abre a porra das pernas, Harry. Não me faça falar mais uma vez. Você sabe que se for preciso eu sou capaz de arrancar sua roupa aqui no meio desse metrô, e te foder que nem uma puta barata. Até você decidir parar com essa sua atitude de pirralha desobediente! E não importa quem estiver vendo. Fui claro?
Harry sentia o poros de sua pele exalarem pânico. Mas sabia que não iria clamar por sua palavra de segurança, pois apenas ao ouvir a fala do mais velho, sentiu sua xotinha se molhar. Logo obedecendo a ordem, abriu as pernas levemente, permitindo que a mão de Louis acomodasse ali. Segurando o gemido ao sentir os dedos de Louis acariciar seu grelinho, e abaixando seu dedo para a entrada de sua buceta.
- Porra, princesa. Sempre tão molhada pro papai. - Louis gemeu baixo em seu ouvido. E então levantou seu olhar para os assentos à sua frente, percebendo que eles estavam sendo observados por um homem, que sorria quase que assustadoramente para a cena. Louis sorriu para ele de volta, com uma piscada de olho, logo o dirigindo à palavra.
- Tá vendo essa putinha aqui? Ela é minha, meu senhor. Mas ela está sendo tão malcriada pra mim. Quer me ajudar à colocar ela no devido lugar? Pode fazer dela seu brinquedinho. Essa vadia vai amar! - disse Louis, com um sorriso em seus lábios. Não se surpreendendo ao sentir Harry se levantar do assento rapidamente.
Harry agradeceu às divindades pela sorte de poucos segundos depois as portas do metrô se abrirem, e então correndo para fora, sem olhar para trás. Nem se preocupando em pedir desculpas pelos esbarrões nas pessoas, enquanto fugia dali. Saindo da estação, respirou aliviada ao ver que o metrô não viajou tão longe da região de Manhattan. Decidiu voltar caminhando, em direção à casa de alguma amiga que morasse perto.
Após 30 minutos de caminhada, cruzando o Central Park, um atalho para o apartamento de sua amiga, já via a luz da lua aparecer, acelerando mais seus passos para poder chegar em seu destino, com medo pela escuridão da noite.
"Você é uma idiota, Harry. Se tivesse obedecido nada teria acontecido!" - pensava consigo mesma, já arrependida de seus atos. Mas logo um farfalhar de folhas, e uma risada tão conhecida, à fez acordar de seus pensamentos, e a paralisar no caminho, procurando em volta pela pessoa que ela mais temia no momento.
- Você já está bem grandinha pra ficar brincando de pega-pega com o papai, não acha? - Louis a surpreende em sua frente, ainda usando a ghost face, e agora segurando um facão em sua mão direita. Não dando tempo para a mesma correr, ao puxá-la pelo braço, e cobrindo sua boca com a lâmina afiada do facão, para evitar a mesma gritasse.
- Quietinha, bebê! Papai vai cuidar de você. Se você se comportar direitinho, papai não te machuca, okay? - disse em seu ouvido, a puxando para caminhar entre a escuridão do parque. Se perdendo no amontoado de árvores, já distante de qualquer outro ser humano. Quando Louis decidiu ser o suficiente, empurrou o corpo da menina bruscamente para o chão, logo a avançando em cima de seu corpo.
- Papai, por favor, vamos pra casa. Não me puna, papai. Eu prometo ser boazinha. - Harry disse entre um soluço e outro. Sentindo um misto de medo e tesão ao sentir a ponta da lâmina passear por seu rosto, logo descendo para seu pescoço e entre seus peitos.
- Você pode ser boazinha pro papai agora, bebê. Abre as pernas que o papai já está morrendo de saudades de socar fundo na bucetinha que pertence a mim. - disse Louis, com sua voz mansa, em contradição à seus atos e mascara que amedrontava Harry.
Harry sentia sua xotinha molhar mais, e contrair-se à menção de sentir o cacete que ela sentia tanta falta nesses últimos dias.
- Promete ser carinhoso, papai? Tô tão apertadinha por não ter sido fodida nessas semanas, acho que vai doer, papai. - disse Harry com um bico manhoso em seus lábios.
- Sim, coisinha do papai. Eu prometo. - disse Louis, enquanto abria sua fivela, colocando apenas seu cacete duro para fora da calça, enquanto sua outra mão arrastava a calcinha de Harry para o lado. Não aguardando mais um momento para posicionar seu cacete e meter dentro da xotinha, sem aviso.
- PAPAI! - gritou Harry ao ser invadida, e gemendo em alívio e saudades daquele caralho em sua buceta.
- Shiu, bebê. Não seja barulhenta, alguém pode nos ouvir. Seja uma boa menina do papai e fique quietinha. - disse o mais velho, enquanto começava a estabelecer um ritmo em suas socadas.
- Mas tá doendo, papai. - disse Harry com lágrimas em seu rosto.
- Eu sei, amor. Mas é isso que putas desobedientes como você merece. Agora cale a boca, que eu quero gozar. Brinquedinho de foda só do papai, é isso que você é! - finalizou Louis, com palavras duras para a menina sob si. Pegando novamente o facão que estava jogado na grama ao lado deles, levando a lâmina sobre o grelinho inchado da menina, começando uma massagem com o objeto cortante.
- Papai! Você vai me machucar! Vai doer, papai. - clamou a mais nova, sentindo a adrenalina apossar cada vez mais de seu corpo, com o perigo de ter a lâmina gelada sobre seu grelinho, sua xotinha contraiu em ansiedade em volta do cacete que socava fundo dentro de si.
- Isso, princesa. Aperta mais o cacete do papai. Eu amo quando você faz isso. - disse o mais velho entre gemidos, acelerando mais seus movimentos dentro da garota, com mais rapidez e dureza. - Você gosta do papai abusando do seu corpinho, bebê? Papai vai ser bonzinho hoje e deixar te gozar. Vem pra mim, amor.
Harry ao ouvir aquilo foi o estopim. Gozando com o pedido, sem esperar por mais. Mas ao ver que Louis ainda não tinha gozado, e continuava socando cada vez mais forte em sua buceta, a fez tentar se desvencilhar do maior.
- P-papai, chega. T-tá doendo, papai. - disse Harry com dificuldade em resposta à alta estimulação que recebia. E logo gemendo em dor ao sentir um tapa ardido em sua buceta, e se assustando com a lâmina do facão encostar seu pescoço.
- Cala a boca, puta! Eu ainda não terminei com você! - disse entredentes, segurando firme no facão que a cada socada de seu cacete na menina, a lâmina se afundava mais na pele do pescoço da mesma, ameaçando a qualquer movimento brusco pudesse a cortar.
- Não me machuca, por favor, papai. - disse Harry em um sussurro, com medo de uma nova reação do mais velho. Respirando aliviada ao ver Louis retirar a lâmina de si, jogando o objeto para longe na grama. E logo sentindo as duas mãos fortes do mesmo apertar em sua cintura, ambos gemendo mais alto, perdidos de prazer.
- Eu vou gozar nessa bucetinha de puta! - disse o mais velho com dificuldade, sentindo sua respiração engatada. E assistindo a menina abaixo de si gozar novamente, não esperando mais um momento para esporrar toda sua porra quente dentro da menor. - Porra de buceta gostosa! - finalizou com um tapa fraco em cima do grelinho, soltando uma leve risada ao ver a menina dar um pulinho com a sensibilidade.
- Vamos pra casa, coisinha? - o mais velho disse, assistindo a imagem da menor, cansada, acenar com a cabeça que sim.
❀•°•═════ஓ๑♡๑ஓ═════•°•❀
Estava os dois aguardando já no hall de entrada do prédio de casa, aguardando o elevador chegar para irem para casa. Harry incomodada, o disse:
- Lou? Porque não tira essa mascara? Já está começando a me assustar de novo. - questionou Harry depois de um tempo que tomou coragem, estranhando que mesmo após finalizarem no parque, permaneceu com sua ghost face.
Louis permaneceu calado, com as mãos atrás de seu corpo.
- Papai? Porque está sendo mal de novo? Pensei que já tinha cumprido seu castigo. - disse Harry chateada, beirando à uma irritação ao ver Louis a ignorando. Bufando ao continuar sem resposta, cruzou seus braços, e logo que as portas do elevador se abriram, ela caminhou para dentro, com o olhar para o chão, ouvindo as portas fecharem novamente. E então ela percebeu que estava sozinha naquele elevador. Não entendendo o por que Louis não subiria com ela. Mas decidiu ignorar por ora, imaginando que talvez Louis precisasse ir no estacionamento antes. Vendo as portas do elevador se abrirem, no hall de entrada de sua cobertura, entrando logo em seguida.
- Oi, princesa! Você demorou. Eu já ia te ligar, estava preocupado.
Harry arregalou seus olhos, e quase que em câmera lenta direcionou seu olhar para a voz que saia da cozinha, visualizando Louis atrás da bancada da cozinha americana, enquanto preparava algo no fogão, com roupas totalmente diferentes das quais usava. A menina, abriu a boca, mas ainda sem um som sair de seus lábios. Louis estranhou ao ver a expressão assustada da garota.
- Tá tudo bem, amor? Você parece pálida. Cadê suas sacolas? Você me disse que iria no shopping fazer compras. - disse Louis, deixando o fogão e se aproximando da imagem paralisada de Harry.
- Você quer me enlouquecer, não é?? - disse Harry implorando por uma resposta.
- O quê? - disse Louis sem entender o motivo do questionamento de Harry.
- Você estava viajando a quase duas semanas! Depois chegou em casa me vendo o que não deveria estar fazendo. Então eu fugi, mas você me encontrou e me puniu, papai! Que porra está acontecendo? Isso é uma brincadeira de mal gosto sua?! Eu já aprendi a lição! Para de brincar comigo! - disse a garota irritada, atropelando suas palavras, aguardando por uma resposta do mais velho.
- Princesa? Estou preocupado, você não me parece bem. Não sei do que você está falando. Eu estava em casa esperando você voltar do shopping.
- VOCÊ ESTAVA VIAJANDO! - gritou a garota enfurecida, observando Louis com sua sobrancelhas franzidas a encarar, como se estivesse falando as maiores loucuras, e preocupado, Louis disse:
- Amor? Faz mais de 6 meses que eu não viajo.
Fim.
❀•°•═════ஓ๑♡๑ஓ═════•°•❀
ʟᴇᴛ ᴍᴇ ᴄᴏᴍᴇ, ᴘʟᴇᴀꜱᴇ 🦇 ݁ ˖ִ ࣪
Onde Louis é um calouro virgem na universidade um pouco perdido entre os dormitórios e encontra um veterano de Gastronomia que o ajuda a se encontrar.
Ltops;
Hbottom;
Não há uso de preservativos!
Vampirismo;
Powerbottom;
Asfixiofilia;
Overstimulation;
Dupla penetração;
Sadomasoquismo;
Edging;
Virgindade;
Belly bulge
🩸Caso não se sinta completamente satisfeito com os avisos acima, não se force a ler. Me digam se houver qualquer errinho, estou com uma pequena dificuldade na correção! Boa leitura, mwa
🦇 ݁ ˖ִ ࣪
Tomlinson não havia imaginado que sua vida na universidade seria tão complicada. Não como um pretexto para dize-lo que é menos inteligente que os outros estudantes, mas realmente se tornou um grande empecilho quando tomou as rédeas da própria vida e saiu da casa dos pais para morar em um país desconhecido e por conta própria.
O moreno é natural de uma cidadezinha pacata no interior da Inglaterra, então tem sido um pouquinho complicado lidar com a nova rotina, mas nada que não consiga superar. No entanto, há algo pior que Tomlinson pode caracterizar como 'complicada' na sua integração no campus da universidade.
As presas afiadas apareciam de vez em nunca entre os lábios fininhos e vermelhinhas do moreno, apesar de conversar o mínimo possível e esconder os lábios assim que o integravam em alguma conversa. E tem se tornado difícil tentar esconde-los. As aulas de cálculo geral eram melhores neste quesito. Não era necessário falar muito. Apenas arrumava os óculos retangulares que escorregavam para a ponta do nariz pontudinho e realizava anotações importantes.
Seu porte não tão musculoso. Era algo que aparentemente chamava muita atenção dos estudantes ao seu redor. Ainda, a atenção que recebia era descomunal.
Louis não se considerava alguém com uma beleza surpreendente ou algo como Damon Salvatore para chamar os olhares de todos garotos e garotas que passavam por ele. Mas por algum motivo acontecia. Então, precisou se acostumar a usar roupas mais grossas e casacos de lã quentinhos quando seu período coincidia com o inverno, ao tentar se esconder. Até que ao menos conseguisse tomar as rédeas e controlar seus instintos por mais tempo.
Nessa noite de novembro, o moreno carregava alguns cadernos pequenos de anotações e seu tablet em uma das mãos enquanto bebericava um copo de chá de limão ao andar de volta para seu quarto individual no grande campus da universidade. Torceu o nariz algumas vezes devido ao cheirinho forte que os outros alunos exalavam e abaixou a cabeça para não lidar com suas pupilas dilatadas. Sua barriga roncava de tanto tempo sem comer com o dia atarefado e se sentia exausto, completamente.
Tomlinson fez uma careta incomoda quando começou a se aproximar da porta de madeira que integrava o grande corredor com todos os dormitórios.
O som estava alto e não esperava algo diferente vindo do campus de exatas. O cheiro de álcool e maconha ardia seu nariz. Torceu para quando se deitasse na cama o cheiro de sangue dos universitários ao redor não o atingisse também, levando em consideração que no fim destas festas sempre aconteciam imprevistos e brigas entre jovens idiotas, ou algum tarado com fetiche em sangue.
O som alto e as sensações causavam calafrios em seu corpo não treinado enquanto continuava a caminhar de cabeça baixa pelos corredores até a porta de seu dormitório individual.
Apertou os olhinhos azuis algumas vezes sentindo a visão embaçar e o corpo querer cambalear um pouquinho por estar tão estimulado e sentir tudo tão intensamente.
Não havia ninguém que soubesse sobre sua 'condição'. Tomlinson acredita fielmente nisso e espera que continue por todo o tempo que precise para graduar.
–Tomlinson, cara.–Sentiu uma mão o sacudir nos ombros, o parando no meio do caminho e tirando um pouco da sua concentração no piso de madeira decorado, quando finalmente olhou para cima pela primeira vez ao entrar na fraternidade integrada.–Já esta bêbado, porra? A festa começou agora.–Niall o olhava animado com duas garrafas de vidro na mão, quase vazias. As pupilas dilatadas nos olhos azuis um tanto menos intensos mostrava como ele estava tão altinho também, assim como o resto dos estudantes que rodeavam a porta aberta com um som alto e muitas vozes agitadas. Niall o tocou no ombro novamente com um sorriso ladino no rosto esperando uma resposta. Achava que o amigo estava bêbado e talvez fosse o motivo de estar meio tonto enquanto andava.
–To' bem, cara. Obrigado, mas não bebo.–O moreno respondeu dando um sorriso amigável enquanto tentava respirar fundo e retomar sua consciência para continuar o caminho. Ajeitou os fios lisinhos que caiam na testa a todo custo e o óculos que escorregou na pontinha do nariz.
–Desde quando não bebe?
–Horan, você pergunta isso toda vez, cara. Não tomo álcool.– O moreno riu, um pouco mais aliviado com a distração da conversa apesar do cheiro forte que vinha do loiro.
–Poxa, é verdade.– A expressão de Horan mudou drasticamente, enquanto entortava os lábios e parecia um tiquinho chateado por não ter lembrado disso do melhor amigo. Louis riu com a expressão dele. Eles tinham a mesma conversa todas as vezes que encontrava Niall em alguma festa do seu curso.
–Tá' tudo bem, amigo. Aproveita aí. Amanhã saímos para tomar um café ou alguma coisa. Vai ser bom pra sua ressaca e preciso terminar a lista de questões de cálculo.– Tomlinson alisou o ombro do amigo gentilmente e sorriu reconfortante enquanto escondia os lábios por trás das mãos disfarçadamente ao sentir um cheiro forte metálico vendo uma ruiva se aproximar de Horan.
A garota usava um vestido castanho e coladinho no corpo, marcando os seios fartos e aparentava estar igualmente alterada como o loiro. Debbie se encostou em Niall se esfregando e cochichando algo indecente no ouvido dele.
O moreno torceu os lábios novamente para o que escutou -e prefere não dizer em voz alta-, tentando esconder os caninos aparentes pelo cheiro forte de sangue vindo da garota, que provavelmente estaria menstruada, e as bochechas carmesim pelas coisinhas ditas. Relaxou os ombros quando encontrou a brecha perfeita para continuar o caminho até seu dormitório, vendo o quanto Niall pareceu se entreter com a ruiva na sua frente, apesar de mais tonto que antes.
Parava no caminho algumas vezes, olhando para o chão e respirando fundo para controlar os instintos. Louis deu mais uma bufada aliviado quando finalmente sentiu as presas um pouquinho menores. Os cabelos castanhos estavam bagunçados e caíam em sua testa pela agitação.
Andava um pouquinho mais devagar, não notando quando passou direto pela porta do seu dormitório, abrindo novamente outra porta de madeira que integrava o restante dos quartos de dentro da grande fraternidade. Não havia uma divisão exata de competição de fraternidades ou algo do tipo como em universidades americanas. A faculdade apenas integrava uma grande fraternidade para todos os cursos e alunos que possuíam a chance de se alojarem nos dormitórios, era fácil acesso para qualquer um dos outros quartos e poderia trombar com um estudante de qualquer outro curso a qualquer instante.
Os barulhos e cheiros diminuíram drasticamente, o que, apesar de aliviar o peso nos seus ombros deixou Louis um pouco incomodado pelo estranhamento. E então notou um cheiro diferente dos provenientes da festa.
O cheiro de comida. Que era tão tão forte, e mesmo que desta vez um pouco mais reconfortante, o fez cambalear mais um pouquinho novamente.
–Obrigado pelo pouquinho de trigo. O meu havia acabado e eu não me atentei. Prometo retribuir. – O moreno escutou uma voz doce e carinhosa vindo de dentro de um dos quartos. Rapidamente levantou a cabeça para a porta a sua frente. Ela era toda decoradinha com pequenas camélias de adesivo em volta da maçaneta violeta e ele acreditaria ser um dormitório feminino se a voz que escutou de dentro não soasse masculina, apesar do tom doce e carinhoso.
O cheiro de queijo grelhado ficava cada segundo mais forte quando misturado com a colônia adocicada que a pessoa atrás dela usava no momento.
As pupilas dilataram novamente e Louis coçou com a ponta dos dedos a barba rainha e ruiva olhando atentamente para a porta.
Por algum motivo estava enfeitiçado pelo cheirinho que dissipava no ar, quando em abrupto a porta abriu e Louis pode ver o rosto que acompanhava voz doce e carinhosa.
–Oops. Merda. – O moreno ralhou baixinho ajustando as mangas do suéter azul enquanto tentava desviar o olhar do garoto a sua frente quando seus olhares se encontraram.
–Oi– O garoto pendeu para o lado apoiando o quadril em uma das pernas e sorriu dócil com as covinhas fundas mas bochechas vermelhinhas a mostra. –Você está bem?– Perguntou com a voz ainda mais dócil e melancólica -se possível-. Se aproximando delicadamente do homem a sua frente e o deixando encarar por mais tempo.
Tomlinson finalmente pode notar e admirar com mais cuidado os cachos castanhos que caiam um pouquinho na testa na tentativa de um rabo de cavalo bagunçado. Os olhos verdes e que tinham as pupilas igualmente dilatadas, juntamente com os lábios grossinhos e brilhosos que acompanhavam as covinhas bonitas nas bochechas.
E, porra. O garoto é lindo.
Usava uma blusa de manga longa preta de gola alta e justinha em todo seu tórax e braços por baixo do avental branco, que não aparentava a sujeira de farinha de trigo como as dobras das mangas da blusinha mostravam em seus cotovelos.
Não era um avental profissional, como utilizado em aulas da faculdade ou em restaurantes renomados por chefes de cozinha, mas ainda bonito. Louis acredita que o acessório talvez nem fosse tão bonito assim, o garoto que era.
As fitinhas que amarravam em torno da sua cintura delineavam a parte do corpo, mostrando o quão fininha e curvilínea ela era. Havia também um paninho pendurado em um dos lados da fitinha, e provavelmente utilizava alguma calça de malha ou moletom como ele estava usando por baixo, mas não notou a tempo suficiente de ser chamado atenção.
As bochechas de Louis coraram pelo tempo que passou observando o garoto com afinco, quase o secando. Dilatou as narinas novamente e respirou fundo o cheirinho bom que conseguiu reconhecer como uma colônia frutada com alguns tons florais.
–Ei, suas pupilas estão grandes, gatinho. Está passando mal? – O menino se aproximou um pouquinho mais se possível para o olhar mais de pertinho, sorrindo igualmente maior ao observar as maçãs do rosto fundinhas, os olhos azuis e chamativos e sua barba ralinha ruiva que completamente chamava a atenção.
O garoto de olhos azuis coçou a barba com a ponta dos dedos novamente olhando para o lado numa tentativa de desviar o olhar mais uma vez. Já foram incontáveis. Fazendo o cacheadinho sorrir o secando um pouquinho mais discreto e lambendo os lábios com a pontinha da língua ao observar as mãos do homem completamente coberto, e como as veias nela se destacavam com tanto afinco nos dedos tatuados e bonitos.
–Meu nome é Harry. Por que não me responde?
–Perdão, foi falta de educação da minha parte. Estou um pouco tonto. Não quis ser mal educado ou te atrapalhar, mas acho que me perdi nos dormitórios. Sou Louis Tomlinson.
–Bem, senhor Tomlinson. – Pigarreou divertido. –Acho que seja calouro para ter se perdido nos dormitórios e vir parar na porta de um estudante de gastronomia.
–Porra, fui tão longe assim? – Louis pestanejou, finalmente se dando conta da diferença da aparência do corredor que estava. —Me desculpe mesmo, Harry. Sou calouro e o cheiro e barulho das festas no meu corredor estavam insuportáveis, não quis te incomodar. –Deu um passo para trás ao mesmo tempo que Styles se aproximou dele.
–Se os barulhos estão tão ruins e altinhos, não tem problema ficar aqui! Desde que não incomode os outros estudantes. –Harry limpou os dedos longos na toalhinha que tirou do avental branco o olhando com um sorriso cafajeste.
—Eu sou quieto, acredite. —Harry soltou uma risadinha pela frase enquanto o moreno torcia a sobrancelhas para tentar entender o que tinha de tão engraçado nisso.
Estava o caçoando?
–Não quer entrar, Louis? Pode ficar aqui um tempinho. Até as festas pararem, ao menos. Festas de calouros são realmente um porre, mas se acostuma com um tempinho. –Suspirou.– Mas me parece um pouquinho tonto, posso te pegar um remédio e preparar algum chá para se acalmar, gosta de canela ou lavanda? –O cacheadinho sugeriu carinhoso.
–Me parece papo de psicopata que vai me torturar dentro do seu dormitório, chefe. – Tomlinson riu um pouquinho, tentando soar mais amigável.
E honestamente, o sorriso do garoto bonito era tão contagiante que estava cogitando realmente fazer aquilo. Afinal, seriam só alguns minutinhos até que arrumasse um lugar para passar aquela noite como fez diversas vezes.
Louis tinha um fundo onde guardava dinheiro para possíveis imprevistos, e mamãe era muito gentil e carinhosa quando se tratava de situações como essa. Quando se mudou, sabia que situações assim viriam acontecer e estava completamente disposta a o ajudar como for.
–A menos que queira ser morto e torturado com uma caçarola italiana e um pouquinho de chá. Eu não colocaria veneno, não posso estragar minhas receitas assim, gatinho. Que coisa feia pensar isso de mim. –Fez um biquinho dramático apesar de estar feliz do garoto azulado estar um pouco mais a vontade e distraído. –Vamos, entre. Só até estar um pouquinho melhor. E não me engane, senhor Tomlinson. Pude escutar sua barriga roncando de longe!
–Tudo bem. Mas apenas um pouquinho, não quero te atrapalhar. Até me estabilizar, sim? – O moreno sorriu pequenininho ainda envergonhado do garoto bonito ter o convidado para entrar.
Qualquer ser humano com algum senso crítico teria recusado a oferta, mas analisando a situação, quem realmente estaria em perigo seria o Styles. E Louis espera realmente que o cheiro de dentro do quarto com uma pequena cozinha ao lado não seja tão mais forte a ponto de suas presas aparecerem novamente.
Louis estava errado.
Ao que Harry abria melhor a porta para que ele pudesse entrar e acompanhava para dentro guardando o paninho em suas mãos e desamarrando o pequeno laço do avental atrás da sua cinturinha. Tomlinson dilatou as narinas para a mistura de cheiros que o acoitou de inicio. E com toda certeza, o cheirinho de Harry estava tão mais forte dentro do pequeno alojamento.
Notou a pequena mesa de estudos com um notebook apoiado em cima e uma pilha de livros, algumas fotos e anotações grudadas na parede a sua frente e tudo devidamente organizadinho. A cama do cacheado aparentava ser um pouco maior que uma de solteiro convencional, com o edredom rosa e arrumadinha com algumas almofadas. Tomlinson sorriu ao perceber o perfeccionismo do cacheadinho. E mesmo que sendo um dormitório estudantil, seu espaço era individual e se parecia muito com Harry. Exalava delicadeza, organização e o principal, seu cheiro gostoso.
Andou um pouquinho para frente da bancada com algumas cadeiras onde o garoto provavelmente fazia suas refeições e notou a pequena cozinha com os utensílios que com toda certeza era primordial para suas aulas praticas e receitas feitas em casa.
Tamborilava a pontinha dos dedos na bancada de madeira, ainda desviando o olhar do cacheado para que o outro não notasse seus olhos quase assustadores pela pupila grande.
–Seu quarto é bonito. –Sorriu gentil tampando os dentes com os lábios fininhos. –É você nas fotos? –Apontou com a outra mão para as pequenas polaroides, ainda torcendo o nariz de vez em quando após fungar fundo.
Harry terminava de dobrar o avental e deixar em cima da bancada oposta a Louis, buscando uma luva para retirar a caçarola de dentro do forno sem se queimar. Desviou do objetivo, vestindo a luva e andando ate a frente de Louis.
–Sim. Quando era pequenininho. –Sorria carinhoso com a lembrança.
–Está usando perfume? – Tomlinson corta o assunto, se assustando com a pergunta que até o pegou desprevenido.
–Está te incomodando? Me desculpe, não era para estar tão forte. –Se afastou novamente do moreno para abrir o forno e retirar o utensílio de vidro com cheirinho de coco e queijo ralado da sobremesa.
Apoiou o refratário perto da pia, tirando a luva térmica novamente e retornou o assunto. –E para saber, não uso perfume ou algo do tipo, gatinho. O cheiro me deixa enjoado. –Deu uma pausa. –Não gosto de perfumes em mim.
Tomlinson apertou os olhos ao saber que aquele cheiro gostoso vinha diretamente e naturalmente do cacheadinho.
–Pode se sentar na cama, é mais confortável. Estou terminando de dar os últimos toques na receita, e pode comer se quiser. Tire o casaco, o calor vai te deixar mais enjoado. Quer algum chá? Posso te dar um com todo prazer.
–Não, obrigado. Vou me sentar um pouquinho até conseguir melhorar e ligo pra dormir na casa do meu amigo. – O moreno comentou previamente, aceitando a oferta de retirar o casaco grosso de lã e pendurou em cima de uma das cadeiras, mostrando seu fisico um pouco musculoso na camiseta de gola baixa e de alguma banda hippie desconhecida. –Não se importa mesmo que eu me sente na sua cama?
–Não mesmo.
O cacheado o observou atentamente quando Tomlinson se sentou na pontinha da cama, o viu virar a cabeça um pouquinho para o lado e sorriu maior ao notar a cicatriz em sem pescoço.
Tão sutil mas não conseguiu passar despercebido. Mordendo o lábio inferior com a pontinha dos dentes e um sorrisinho travesso pela recém descoberta, o cacheado deixou a tarefa de terminar a receita de lado quando caminhou para frente da cama e do moreno. Harry não era bobinho, e também não era como se seres místicos ou fantasiosos fossem realmente ficção como os livros costumam demonstrar de maneira exagerada. Eles existiam de uma maneira completamente camuflada entre os seres comuns. Ser algo do tipo não é algo que se deva exibir por ai.
Algo que Styles saberia lidar muito bem, eram com vampirinhos. E não seria necessário que lesse livros e grimórios antigos para que entendesse do assunto. O cacheadinho tinha certeza do que aquela marquinha já cicatrizada no pescoço do moreno com carinha de nerd significava.
Louis finalmente percebeu o quão mais delineado o corpo de Harry era sem aquele avental quando se acomodou na pontinha da cama e direcionava o olhar tímido para o garoto bonito, era quase como se seu corpo o puxasse unicamente para o garoto bonito.
A blusa gola alta apertadinha demais para sua sanidade na cintura delineada do outro universitário, e marcando os mamilos pontudinhos dos peitos proeminentes e aparentemente inchadinhos. A calça moletom que caia em baixo do umbigo de cintura baixa, mas apertavam um pouco nas suas coxas grossinhas, como um fodido modelo.
Styles fez o melhor biquinho que pode, de forma teatral antes de iniciar o assunto.
–Essa marca no seu pescoço...
–Porra. –Tomlinson se assustou com a citação e tentou esconder a todo custo a cicatriz com a mão, mesmo sendo tarde demais. –E-eu não vou fazer nada, eu j-juro. Posso ir embora, me desculpe mesmo. Cacete. –Respondeu rápido demais com um semblante preocupado no rosto e um pouco de chateação ao perceber que pode ter perdido uma possível amizade ou uns beijinhos trocados que poderiam dar por um descuido seu de deixar aquilo aparecer, imaginando que provavelmente estaria assustando o cacheadinho naquele ponto.
–Eu não mordo, gatinho. Quem morde é você. –Harry sorriu ladinho, andando com os quadris de um lado para o outro em direção do moreno, quase rebolando dentro da calça justinha, fazendo Louis perder o ar com a maneira que Styles parecia tão dominante simplesmente com o jeitinho que falava. E não precisaria de muito para o ter na pontinha do dedo, ele tem certeza disso. –Não precisa ir embora. Não tenho medo.
Tomlinson torceu a sobrancelha em confusão mais uma vez.
–Louis, posso te perguntar uma coisinha?
–Talvez.
–Está namorando? –Louis corou com a pergunta, se sentindo sem saída a cada segundo que se passava e Harry se aproximava mais dele devagarinho. Parando em pé entre suas pernas afastadas, em uma postura que soaria dominante se não fosse o olhar baixo e o jeitinho que mordiscava o lábio inferior, escondendo o máximo seus dentes proeminentes. Se pudesse classificar Styles em alguma caixinha, certamente ele seria uma loba.
–Não. – O garoto respondeu rápido e desesperadinho. A pontinha do dedo empurrando o óculos que escorria no nariz pontudinho.
–Você me beijaria se eu fizesse?
–Achei que era só uma pergunta, chefe Styles.
–Eu posso te perguntar mais essa, então! Ainda não me respondeu, meu bem. –Se aproximou mais um pouquinho, se possível.
A canela batendo no box da cama e inclinando seu corpo para mais pertinho do de Louis enquanto se abaixava lentamente. Tomlinson, em resposta, começava a se apoiar nos cotovelos na cama com tanta aproximação. Suas bochechas se tornando quase violeta de tão vermelhas e as narinas largas para respirar bem fundo o cheiro gostosinho que Harry exalava como um maldito pecado, assim como o dono.
Tomlinson definitivamente não se importaria de ir ao inferno se Styles fizesse o pecar.
Louis apenas acenou com a cabeça, parecendo desesperado suficiente para que Harry desse o próximo passo. E ele o fez.
O cacheadinho se aproximou finalmente, juntando seus lábios em um selinho dócil e carinhoso. Sentindo a barba crescendo na palma das mãos quando acariciou o rosto do moreno com afeição.
Tomlinson suspirou baixinho com o selinho e se deleitou quando iniciaram um beijo lento e envergonhado ainda por sua parte, se deitando completamente na cama e deixando apenas o tronco um pouquinho levantado para que o cacheadinho pudesse subir em cima dele. Harry sorriu quando suas línguas se encontraram e começou a ser um pouquinho mais afoito, explorando a boca do moreninho com os lábios vermelhos. Subiu mais um pouquinho em cima dele se possível, com os joelhos em cada lado das coxas abertas para sentar-se em cima delas, manhoso.
Soltou um gemidinho com o jeitinho delicado que Tomlinson o beijava o imitando. Sentindo o cheirinho de perfume floral do garoto e esfregando um pouco nas coxas musculosas do moreno.
Soltou um ofego baixinho, separando o beijo com uma mordidinha no lábio fininho de Louis e o lambendo logo a seguir. Encarou Louis, os olhos azuis brilhantes, e riu baixinho quando o outro tentou juntar suas bocas novamente para continuar se beijando.
—Tá' animado, gatinho? -- Louis concordou afoito com a cabeça tentando novamente voltar o beijo gostoso, mas Harry o segurou no lugar com a palma da mão, ainda acariciando a barba ralinha. —Faz tempo que não beija ou me quer tanto assim?
—E-eu te quero.
—E a outra pergunta?
Tomlinson desviou o olhar pela primeira vez depois daqueles longos minutos.
—Eu nunca beijei.
Harry sorriu maior, exibindo os dentinhos de coelho e mordendo o lábio com a informação nova. Se ajeitou sentando um pouquinho mais para frente no colo de Tomlinson e sentindo seu pau durinho por baixo do pano moletom com tão pouquinho. As bochechas do bumbum gordinho quase que instantaneamente abrigando o volume longo que sentia pulsar gostosinho perto do seu cuzinho.
Sua pupila dilatou, quase consumindo complentamente as íris verdinhas do cacheadinho, enquanto suas covinhas apareciam mais fundinhas com o sorrisinho que dava.
— E está assim com tão pouquinho, Tomlinson?
—Desculpa. N-não era para-
–Shh, eu quero. Seu beijo é uma delicia, gatinho. Mas eu posso fazer muito mais, sabe...— Tirou uma das mãos do rosto de Tomlinson, levando a pontinha dos dedos para a barra da calça do moreno e riu baixinho quando escutou um ofego vindo dele, sem nenhuma hesitação. —Você parece tão grosso, Lou. Será que sabe só morder ou me comer gostoso também, vampirinho?
—Porra. —Louis revirou os olhos azuis com o palavreado, sentindo a calça apertar com o cacete durinho ardendo em baixo da boxer e juntou seus lábios novamente em um ato de impulso. Feliz que Harry retribuiu ele muito muito bem.
Styles voltou a o beijar com mais afinco. Se encontraram agora de maneira desesperada um pelo outro, as línguas enroladas e se esfregando rapidinho de uma maneira que quase soaria vergonhosa, acompanhando Harry dando gemidinhos manhosos na pontinha da sua língua em cima do caralho gostoso, o apertando. Tomlinson sentia a cabecinha dolorida no tecidinho mole pulsar deliciosamente e revirando os olhos desta vez tão fortemente ao sentir Styles sentar mais forte e apertar seu membro entre as bochechas do bumbum enquanto tinha a barba ralinha na palma da mão do outro.
E ele tinha certeza que gozaria vergonhosamente rápido com o jeitinho que o cacheado conseguia o dominar.
Harry mordeu o lábio inferior dele, expondo os dentes afiados do moreno e sorrindo ladino quando escutava o nerdzinho gemer extremamente alto. Retirou os óculos retangulares do rosto do moreno, jogando em qualquer canto da cama, o dando mais liberdade de beijar gostoso o moreno.
Deu mais uma lambidinha em cima da boquinha rosada de Tomlinson, apertando suas bochechas fundas com a palma da mão e não deixando de olha-lo nos olhos por um segundo sequer quando desceu um pouquinho os dedos da mão livre.
A pontinha do indicador delineando seu maxilar e descendo lentamente pelo peitoral magro até que pudesse acariciar os pelinhos ralos em baixo do umbigo do vampiro, se afastando um pouquinho e perdendo o contato do seu cuzinho tão perto do caralho grosso. Desceu o olhar enquanto passava a pontinha do indicador, delineando o contorno do pau duro por cima da malha fininha.
Contraindo o cuzinho ao sentir Tomlinson gemendo na sua língua conforme retornavam o beijo desengonçado e seu próprio pau pulsando dentro da calcinha fininha, completamente molhadinho e gemendo manhoso com o leve toque da pontinha do dedo se lambuzando de pré-gozo.
A pontinha do polegar e indicador com as unhas pintadas de um lilás brilhante e tão delicadinho como o cacheado, contornavam a cabecinha inchada, sentindo a boquinha carnuda salivar com a grossura que conseguia sentir, apertando delicadamente a pontinha gostosa e rodeando onde sentiu ser a fendinha, já que sentia sua ponta do dedo mais molhadinho ao apertar naquele ponto.
Tomlinson gemia audível e manhosinho na boquinha do cacheado, mas arregalando os olhos abruptamente quando sentiu perder o contato gostosinho e ao mesmo tempo preguiçoso do garoto em seu colo.
—Você pode gozar comigo rebolando no seu colo, gatinho? — Harry perguntou baixinho e com um biquinho para ele quando se desencaixou do beijo molhado, apertando as sobrancelhas e com um olharzinho pidão, mas que não conversava com seu impulso ao voltar a se sentar em cima do cacete pulsando do moreno. Apertando a bunda gorda no seu colo e girando os quadris gordinhos em movimentos circulares, como se estivesse o cavalgando.
—H-Harry-, eu — Tomlinson jogou a cabeça para trás, expondo as veias tortuosamente grossas no pescoço bronzeadinho e arrancando um sorrisinho maior de Styles. As mãos ainda espalmadas do lado do seu corpo no colchão, envergonhado de segurar na cintura delineada e bonita. —Eu vou v-vir rápido, e depois não v-vou conseguir, oh, isso.
Harry rebolava mais forte em seu colo com afinco, girando o bumbum cheio de um lado para o outro, mas mudando o ângulo para se esfregar para frente e trás, como se o vampiro fosse seu cavalo e ele estivesse o cavalgando deliciosamente.
Sentia o pau longo e pulsante esfregando entre as suas bochechas abertinhas e tão próxima do seu buraquinho o fazendo sentir a pré-porra encharcar sua própria calcinha através do tecido da calça. O suor escorrendo e grudando alguns cachos rebeldes no seu rostinho e pele leitosa que se tornava avermelhada.
O próprio pau esfregando na renda da calcinha igualmente lilás e sentindo os poucos músculos do abdômen de Louis roçarem sua glande, molhando a malha fina da camiseta do nerdzinho e aumentando os movimentos, ficando cada vez mais rapidinho ao que sentia Louis respingar e sentir seu pré-semen em todo seu cuzinho, mesmo com tanto tecido. Seu próprio pênis estocando e esfregando por cima do abdomen contraído e delicioso.
—Essa será a primeira vez, amor. Quero fazer muito mais com você, vampirinho. Não estamos nem perto de acabar. —Levou a própria mão para a sua cabecinha inchada, levantando a camiseta de Tomlinson para acariciar a pontinha melada nos gominhos enquanto se esfregava mais forte, rebolando como uma maldita putinha. Com a outra mão, largou de apertar as bochechas vermelhinhas do mais novo, descendo a ponta das unhas por seu pescoço e simulando apertar o pescoço bonito, o segurando levemente para testar o limite do garoto. —Goza gostosinho pra’ mim, gatinho- oh porra. — Revirou os olhos com o gemido muito mais escandaloso dos que Tomlinson estava soltando, o sentindo esporrar em toda cueca apenas com os dois se esfregando gostosinho.
— Porra, porra, porra, O-oh Hazz. —Abria a boquinha bonita, sem vergonha de soltar sons deliciosos com o garoto gostoso o dando prazer.
Ele praticamente se sentia no paraíso.
— Gozou tão rapidinho, amor. — Harry se sentou para trás, em cima das coxas grossas e torneadas de Tomlinson. O pau durinho ainda dentro da calcinha apertada naquele ponto e sentindo a renda arranhar sua cabecinha deliciosamente.
Passava a palma da mão em cima do membro ainda duro do moreno, olhando pra bagunça que tinha em sua calça e ansioso para finalmente tirar aquele tecido que atrapalhava sua visão.
Apertou o caralho grosso e pulsante, mal fechando a palma em torno dele e levantando o olhar novamente para encara-lo com as pupilas dilatadas. Lambendo os dentes superiores com a pontinha da língua e sorrindo maior do que já fez ao mostrar suas presas aparecendo, igualmente as de Tomlinson, apesar de bem mais afiadas e grandes do que do universitário, arrancando um suspiro surpreso do outro.
— Harry. Você também… — Suspirou pesado, torcendo a sobrancelha grossa e sentindo o pênis voltar a endurecer, mesmo que sensivelzinho por ter gozado vergonhosamente rápido.
— Foi um garoto tão bom me obedecendo, Lou. Nem preciso te estimular para ficar durinho pra mim novamente, não é? Já está latejando na minha mão, gatinho, tão obediente. Bom menino. —O apertou mais fortemente, quase próximo de o machucar mas ao observar as expressões do moreno, percebeu que ele amava a dorzinha tanto quanto ele. — Deixa seu pau livre pro seu Harry, meu bem. Quero te mamar agora, mhm?
E Tomlinson então, tão rápido como sentiu a mãozinha de Styles o apertando deliciosamente, sentiu o contato se dissipar, não largando o olhar dos movimentos delirantes do cacheado e a forma bonita que ele conseguia performar cada passo que dava.
Descendo a calça e a boxer até o meio das coxas, o suficiente para sentir o peso do caralho longo encostar em seu umbigo por cima da camiseta e expor suas bolas inchadas, ansioso para o que viria a seguir.
Styles se levantou, virando de costas para o moreno parcialmente deitado na sua cama ainda, puxando a camiseta de gola alta por sua cabeça e bagunçando um pouco mais seus cachos chocolate que retirou o elástico o prendendo, e expondo a cintura delineadinha de costas.
As unhas lilás rodeando a barra da calça e descendo ela lentamente pelos quadris e coxas grossinhas enquanto virava o pescoço e olhava para o membro grosso e arrocheado de Louis por cima dos ombros, empinando para trás ao descer o tecido por seu bumbum em exibir a calcinha fininha que mal cobria seu cuzinho piscante para o calouro.
Sentiu o buraquinho contrair quando observava o moreno de canto rodear o próprio pau com a mão, punhetando o caralho devagarinho e gemendo baixinho pela visão gostosa do cacheado empinadinho na sua direção, não largando os olhos do cuzinho apertado e sentindo que poderia gozar novamente apenas observando o cacheado assim, como um maldito punheteiro.
—Vai gozar tão gostoso dentro de mim, não é, Lou? Vai esporrar todinho dentro de mim e vai durar bastante quando eu sentar forte em você. — Passou a calça finalmente pelas suas canelas, andando para a pequena mesinha próxima a cama e retirando um vibrador grande de dentro, para voltar a cama e joga-la ao lado de Louis, o vendo arregalar os olhos com o brinquedinho.
Mas o dildo grosso do seu lado no lençol não seria nada obsceno comparado com a visão de Harry caminhando e rebolando os quadris para ele, ainda vestido naquela maldita calcinha. O pau de Styles esturricado dentro da renda com pequenos desenhos de corações por toda ela e que mal conseguia cobrir sua protuberância em um volume delicioso, aumentando o movimento preguiçoso da punheta que Tomlinson fazia unicamente para o cacheado.
E porra, Louis tem certeza que poderia observar o garoto por toda eternidade.
Harry chegou finalmente pertinho dele, mordendo o lábio inferior de um jeito safadinho e deixando alguns filetes de de sangue escorrerem pelo seu queixo ao que suas presas machucavam ali, deliciosamente.
A coxas grossas bateram no box acolchoado novamente, posicionado entre as pernas grossas de Louis que estavam abertas, o fazendo parar a punheta imediatamente, observando os movimentos do cacheadinho.
—Vem mais pra pontinha da cama, Lou. Quero te mamar gostoso. Quer isso?
—Porra, sim. — Engoliu em seco, obedecendo o garoto bonito prontamente e disposto a fazer absolutamente qualquer coisinha que ele quisesse fazer a partir do momento que seus olhares se cruzaram.
A mão quentinha do cacheado circulou o membro espesso de Tomlinson, agora, devidamente sem qualquer peça o impedindo.
Sentindo a boquinha salivar com a espessura e as veias grossas e pulsantes com o pouquinho toque. O caralho tão duro como se estivesse para gozar pela primeira vez e não tivesse feito isso anteriormente.
Começou com movimentos delicadinhos, punhetando o membro grosso quando se ajoelhou no chão, empinando bem a bunda gorda e lambendo os filetinhos de sangue que escorriam dos próprios lábios, desviando o olhar de Louis que tinha as pupilas dilatadas e bonitas em sua direção para focar unicamente no cacete.
Observava o jeitinho que a cabecinha do pênis inchado ficava esporadicamente mais rubra em um vermelho escuro e sentindo saliva descer pelo seu queixo. A glande sumindo deliciosamente na punheta e deixando o prepúcio completamente coberto e voltando a mostrar a fenda jorrando uma quantidade grande de pré-porra.
—Quer que eu te chupe, Lou? —Apertou o punho em volta da grossura gostosa. Girando o pulso e continuando a masturbação preguiçosa, acompanhando os gemidos manhosos que saíam da boca fininha de Tomlinson que acenou freneticamente para a pergunta.
—Implora.
—H-Harry, mhm, cacete-
—Implora, caralho. — Parou abruptamente com a punheta, s0ltando o membro e sentindo o seu próprio pingar enquanto apertava as coxas grossinhas, com os joelhos um pouquinho doloridos por cima do tapete felpudo. Recolheu com a pontinha do polegar a lubrificação do vampirinho, levando para seu próprio pau esturricado no meio das coxas e provocando a cabecinha sensível, enquanto o olhava esperando que Louis o obedecesse.
E ele o fez.
— Por favor, por favor, por favor, Harry. Por favor, eu- oh. Harry eu quero sua b-boca, por favor.
— Assim que eu gosto, gatinho. — Sorriu ladino para o moreno, esticando a língua e voltando a fechar a mão em volta da grossura. Deixando um pouquinho da saliva acumulada pingar em cima da fenda melada e escorrer pelos lados do membro e suas bolas. Com lambidinhas de gatinho na ponta grossa, o gosto salgado tomando conta do seu paladar e gemendo manhosinho na cabecinha inchada somente em sentir a grossura do homem e como ele gemia desesperado, soltando muxoxos desconexos e desesperado para sentir o aperto quente da boca de Styles.
Harry percebeu que o garoto não duraria tanto com as suas provocações, tomando início de rodear a cabeça grossa inteira nos lábios cheinhos, espalmando as mãos nas coxas de Louis e gemendo em seu caralho quando sentiu os pelinhos finos de Tomlinson se arrepiarem com a boquinha quente e apertada em volta dele.
O cacheadinho apertava cada vez mais forte o cuzinho pulsante, querendo se acabar no membro de Louis o mais rápido possível, mas tão tão satisfeito de ter Tomlinson se acabando de gemer com pouco tempo que o colocou na sua boca quentinha e apertada.
Os lábios grossinhos tentavam ao máximo proteger as presas para que não o machucasse naquele momento. As unhas se agarrando nas coxas do moreno enquanto seus movimentos com a boca aumentavam. Lambendo e mamando Louis, com a cabeça se movimentando para cima e baixo. Gemia manhosinho na pontinha do caralho pulsante na sua boca.
—H-harry, eu, cacete, gatinho. —O moreno gemia mais audível do que havia feito, e suspeitava que naquele ponto sua garganta arranharia na manhã seguinte, mas Harry não parecia se importar nem um pouquinho com os sons altos. Ele amava um homem gostoso gemendo daquele jeitinho pra ele. —Eu vou gozar, eu, mhm.
As presas de Styles ficaram mais aparente do que estavam antes, de quando estava tentando esconder, levando o calouro ao limite com as pontinhas dos dentes afiados arranhando sua carne grossa e sensível.
Sentiu os músculos das coxas sob suas palmas endurecerem, percebendo que o moreninho realmente estava pertinho de gozar.
Tirou o membro babado da boca inchadinha e quase tão rubra quando o caralho delicioso de Tomlinson com um barulho audível, em uma linha fininha da sua saliva ainda conectando sua língua habilidosa na cabecinha gorda, quando usou uma das mãos para o rodear novamente e apertar a fenda da cabecinha com força, o impedindo de esporrar novamente.
—Shhh, gatinho. Você não vai gozar agora, mhm? Vai esporrar só quando estiver dentro do meu buraquinho, meu bem. —Apertou o polegar mais firmemente, observando o membro se tornar um tom arroxeado e gemendo juntamente com Tomlinson ao que levou a pontinha da língua para lamber os filetes de sangue que escorreram dos arranhões que saiam da coxa de Louis. Aumentando suas pupilas dilatadas e sorrindo ao que o caralho pulsou mais firmemente na sua palma, o soltando rapidamente para perder o contato.
— Você não vai se tocar. – Ordenou.
Styles se levantou de onde estava ajoelhado, sentindo os joelhos avermelhados e doloridinhos. Subiu devagarinho em cima do moreno, de quatro e engatinhando em sua direção. A palma da mão molhadinha empurrou o peitoral de Louis comprimido e contraído por ter sido impedido de gozar, o forçando para que se deitasse completamente na cama.
O cacheadinho então se sentou em cima do quadril do outro, sentindo seu próprio membro durinho e negligenciado se esfregar deliciosamente e delicado sob o membro do outro, se empinando um pouquinho para que aproximasse seus rostos mais uma vez. As duas mãos, desta vez, acariciando a barba ralinha de Tomlinson, delineando com carinho o rosto avermelhado por se segurar tanto, deixando selinhos delicados sob os lábios fininhos e machucados enquanto era igualmente retribuído. Iniciando mais um beijo calmo, para que Louis regulasse a respiração enquanto esfregavam as línguas lentamente.
Tomlinson finalmente tomando coragem de segurar e acariciar os cachos suados de Styles em um carinho delicado, movimentando suas cabeças de um lado para o outro e deixando Harry chupar a pontinha da sua língua em um certo ponto, com selinhos estalados entre os beijos cortados e calminhos, gemendo extremamente manhoso com o garoto empinadinho em cima dele.
— Está sendo um garoto tão bonzinho para mim, Lou. É meu bom garoto, não é? —Apertou os fiozinhos da sua nuca, os cabelos castanhos e escorridos ainda suados como seu pescoço, sentindo a respiração do moreno se regular um pouco mais, apesar do membro arroxeado e sem qualquer toque ali continuar pingando, com um olhar pidão é completamente submisso.
— Sim, sim, eu sou seu bom garoto, Hazz.
— Uhum, você é, meu vampirinho. Quero sentar bem gostosinho no seu caralho, Lou. Você quer?
— Sim sim, hmpf, por favor. —Deixou um selinho novamente, carente dos toques do cacheadinho e finalmente quebrando o contato de olhar os olhos bonitos e verdinhos do garoto quando o observou de canto Harry recolher o vibrador esquecido ao lado deles na cama e o lançar um olharzinho inocente, deixando Tomlinson sem imaginar qual seria seu próximo passo para prosseguir com aquilo.
— Sei que vai gozar rapidinho quando eu sentar em você, Lou. Mas vai me deixar usar seu pau como brinquedinho pra mim. Não é?
— Eu sou seu. Faço o que você quiser. —Soltou uma lufada forte de ar quando via o mais velho delinear o vibrador com a pontinha dos dedos, torcendo as sobrancelhas curioso sobre o que Harry faria ali.
Sem perder mais um minuto, Harry segurou o membro inchado de Tomlinson com a outra mão assim que largou o toque em suas bochechas fundas. Rodeando a cabecinha no seu cuzinho pulsante ao levantar o quadril mais que necessariamente costumava fazer pelo tamanho do mais novo, introduzindo e sentando no cacete e Louis de uma vez.
O pescoço branquinho e leitoso jogado para trás, junto com seus cachos bagunçadinhos e formando um biquinho ao gemer escandaloso como era, pela grossura dentro do seu cuzinho tão apertadinho.
— Caralho, Harry. Que cuzinho gostoso. Mhm. — Louis apertava as sobrancelhas apertando os dentes afiadinhos com o olhar grudado no pau meladinho de Harry roçando em seu abdômen contraído. Ainda segurando o vibrador grossinho com a outra mão branquinha enquanto mantinha a palma espalmada sob o peitoral de Tomlinson, sentando com força no caralho grosso.
Subia as coxas grossinhas e descia sentando forte sob as bolhas inchadas e prestes a gozar de Tomlinson, contraindo o buraquinho guloso e rebolando em círculos lentamente. Gemia escandaloso com o tamanho e grossura do calouro, mas tão ansioso por mais, porque sabia que aguentaria e levaria Louis igualmente a loucura, que não deixava de intercalar os olhos azuis brilhantes da cabecinha inchada e rosadinha pingando sob seu umbigo; as sentadas gostosas do cacheadinho, observando o jeito que seu caralho entrava quase explodindo de prazer no cuzinho apertado e era esmagado pelas paredes quentinhas; e a outra mão de Harry ainda segurando o vibrador grosso, quase como se o provocasse a pensar o que fariam com aquilo.
— Q-que boquinha afiada, amor. Mhm. Seu caralho me come tão bem. — Circulou o quadril, com um grito e soluço engasgado ao que sentiu a cabeça gorda apertar no seu pontinho sensível quando finalmente o achou e se levando ao limite. Contraindo tão mais forte que havia feito antes e arranhando o peitoral magro do moreno, arrancando filetinhos de sangue dele. Observou o abdômen dele se contrair sob seu próprio pau negligenciado, sorrindo pequenininho entre os gemidinhos.
—Vai gozar pra mim, gatinho?
— Eu OH. Porra, Harry. M-me desculpa, eu não v-vou aguentar.
— Vai gozar tão rapidinho, não é? — Tomlinson acenava freneticamente para a pergunta de Styles, completamente submisso para qualquer coisa que o outro vampiro quisesse fazer com ele. Absolutamente qualquer coisa.
E Harry estava feliz em testar todos os limites possíveis do moreno. Ele ama um nerdzinho sob a palma da sua mão.
Mas então o mundo de Louis desabou.
Harry saiu rapidamente do seu colo ao que os gemidos se tornavam mais grossos e as veias grossas de Tomlinson ficavam mais estufadas ao que estava pertinho de gozar.
Levantou os joelhos, sentindo o membro grosso deslizar para fora do seu cuzinho e despencar na própria barriga de Louis sob a poça de pré-porra que Styles havia deixado ali.
O polegar do cacheadinho rodeou a cabecinha de Louis novamente, apertando a fenda com firmeza e rindo sarcástico com o desespero do moreno em baixo de si.
— Não, não, não, não. Por favor, n-não. —Apertou os dedos no lençol bagunçado, levantando o tronco um pouco e revirando os olhos brilhantes pelas lágrimas que ameaçavam cair, retorcendo o rosto magro por ter sido impedido de gozar mais uma vez.
— Shhh, gatinho. Você vai gozar em mim. Mas quero você esporrando bem forte no meu cuzinho, sim?
Louis engoliu em seco, tentando controlar a respiração aos poucos e acenando para o cacheadinho.
— Bom garoto. Agora deita. — Harry comandou, e sendo obedecido prontamente enquanto finalmente levava o vibrador em frente ao seu corpo, soltando o polegar da glande de Louis no pau arroxeado e inchadinho, ligando o brinquedinho para brincar e massagear a própria glande. Sentado sob as coxas grossas de Tomlinson e sentindo crescer as presas ao lado dos seus dentinhos de coelho. Gemendo dengosinho e formando um biquinho por finalmente ter algum estímulo no pau negligenciado, mas que não durou muito porque seu objetivo era outro. —Está mais calmo, Lou?
—Uhum. —Respondeu preguiçosamente, lambendo os filetes de sangue da sua boca machucada e se deliciando com o gosto no seu paladar.
Styles ligou o vibrador do dildo, apertando um pouquinho sob a sua fenda meladinha e gemendo manhoso enquanto buscava o membro de Louis com a outra mão, voltando a enfiar no seu cuzinho, sentando lentamente nele e contraindo o buraquinho em volta dele.
Tirou o vibrador do próprio pau durinho, se deixando cair sob o abdômen do calouro novamente e se empinando ao espalmar a mão no peitoral de Louis novamente. Subindo um pouquinho mais a mão para perto do pescoço bronzeadinho e levando o brinquedo grosso, mesmo que não tanto quando o caralho de Tomlinson, para perto do seu buraquinho, introduzindo de uma forma grosseira e gritando um gemido engasgado ao que sentiu o cuzinho dilatado por ser rasgado pelos dois ao mesmo tempo, sem qualquer preparação, se deliciando com a dor.
O gemido que acompanhou o grito delicioso de Louis, arregalando os olhos em estado de choque com a sensação deliciosa de dividir o espaço apertadinho com o brinquedo e sentir a vibração por toda sua extensão negligenciada.
— Pode gozar quando q-quiser, mhm, Lou. — Arranhou o pescoço bronzeado com a pontinha das unhas pintadas, ainda empinadinho para que pudesse enfiar o dildo no próprio buraquinho tão tão tão aberto e gulosinho.
Tomlinson gritou mais um gemido engasgado, soltando lágrimas pelos olhos brilhantes e as sobrancelhas apertadinhas ao esporrar jatos grossos imediatamente, como um cachorrinho que obedece os comandos do seu dono.
E seu dono era completamente Harry.
A visão se tornando turva enquanto esporrava pelo que pareciam horas a fio, sem parar um segundo sequer e tornando o buraquinho do cacheado em uma bagunça melada, facilitando o deslizar do vibrador que Harry socava forte e gritava gemendo para ele também.
— M-mas eu só vou parar quando eu gozar no seu abdômen t-todinho Oh, Lou. Mhm. —Sorriu sapeca, soluçando os gemidos e se empinando mais, se possível, em cima do moreno quando sentia o caralho dele continuar duro apesar de ter acabado de gozar e sentindo melar ainda mais sua barriga com a expressão desesperada de Louis, ao que ele aumentou os movimentos do vibrador e rebolava mais forte em seu colo.
— Ha-Harry, p-para. E-eu não vou oh, caralho. — Gemeu entre-cortado, revirando os olhos ensopado de lágrimas. —Eu não vou a-aguentar. Por favor.
— Shh, gatinho. Eu tô’ quase vindo, o-oh. —Apertou o cuzinho mais forte ao redor dele, babando por todo seu queixo ao sentir os dois o rasgando completamente em uma dor extremamente deliciosa, sentindo ser deliciosamente arrombado. Mas deu uma risadinha sarcástica quando sentia o desespero de Tomlinson. — Como tem coragem de dizer que não vai aguentar se é você quem está me comendo, Lou? Olha como você está empurrando seu caralho no meu cuzinho. Mhm, porra, que delicia.
— Harry, Harry, Harry. Caralho. — Gemeu, a garganta rasgando por tanto estímulo no pau sensível, sentindo Harry se deitar um pouco mais em cima dele e rodear sua traqueia completamente, desta vez com a mão que antes estava em seu peitoral, ao mesmo tempo que sentava mais forte sob suas bolas doloridas, o enforcando e fazendo de um jeitinho que Tomlinson nunca imaginou sentir quando sua visão escureceu com a respiração cortada pela forma que o cacheadinho o enforcava. Gozando mais uma vez e esporrando pouquinhos jatos dentro do cacheado juntamente com Harry, completamente super estimulado pelo pau sensível, enquanto contraia o cuzinho e gozava pela primeira vez, ambos juntos e sensíveis.
Harry parou com os movimentos aos pouquinhos, soltando o pescoço de Tomlinson e o deixando respirar finalmente. Retirou o brinquedinho de dentro dele, jogando em qualquer canto da cama e saindo devagarinho de cima do pau do calouro, observando admirado como Louis parecia tão acabadinho em baixo dele.
Buscou uma das mãos de Louis, que continuava obedientemente espalmadas no colchão, juntando dois dedos dele e levando para o seu cuzinho, enfiando devagarinho para manter a porra grossa dentro dele.
Se deitou sobre o corpo de Louis delicadamente, ainda mantendo os dois dedos tatuados e grossinhos de Tomlinson dentro do seu buraquinho, controlando a respiração juntamente com ele.
— Respira fundo pra mim, gatinho. —Deixou beijinhos delicados no pescoço vermelhinho, subindo para seus lábios fininhos em um selinho carinhoso. — Estou aqui, mhm?
— Caralho, Harry. —A voz saiu fininha através da garganta arranhada, soltando um sorriso completamente satisfeito quando conseguiu finalmente controlar a respiração e sentindo toda sua porra na pontinha dos dedos dentro do buraquinho do cacheado.
—E dizem que vampiros são imortais, Lou. Espero que tenha gostado. Quero sentar no seu pau gostoso pelo resto da nossa eternidade.
🦇🦇🦇🦇
oioi, amores! Me sigam o que acharam e me perdoem qualquer errinho de escrita. Estou um tiquinho insegura pois me sinto enferrujada em escrever, mas me digam por favorzinho o que acharam! Aceito sempre críticas construtivas e ideias do que gostariam que eu escrevesse!! Amo vocês, mwa mwa 💋💋
ngm entenderia o quanto eu esperei essa
lista de ones - tops das tops ✧
- minhas contas: wattpad e AO3
egg hunt… and hazzy too!
he shares me, he grabs me, he loves me
go back to sleep, princess, daddy is here
imgonnagetyouback
got me spinning like a ballerina // you're the bad boy that i always dreamed of
you know what they say about us
queenteex, latex, i'm your wonder maid
you're so sensitive, you're a fucking crybaby
solving problems with ted bears
it's okay, baby! mommy's got you...
Boas Meninas
go ahead and cry, little girl (2)
Be Quiet, Hazza
at the library
My Daughter's Milk
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i'm sorry that i'm misbehaving
lt mamando nos peitões do hs
My Little Fairy (2)
Cuckold
Boas Meninas
Pretty When You Cry
dono da boca (2)
milk farm
dirty dreams
louis addicted to harry's pussy (AO3)
indomitable (AO3)
book smut (wtt)
the relentless barrister (AO3)
want your heart, officer (AO3)
dirty dreams
acabei de ver essa foto no twitter com a seguinte legenda "ele tem cara de que transa tão bem" e SIM.
Ele facilmente se encaixa em todos os personagens de One's e Fanfic's que as autoras escrevem dele, ele com certeza fode bem pra caralho, fala uma porrada de palavrão, te olha no fundo da alma, segura no pescoço e faz questão de ficar colocando em todo fim de frase um "Ah é!?" com aquela carinha de puto dele. Tem carinha de que bate forte com aquela mãozona tatuada dele e principalmente, carinha de quem aperta a bochecha pra formar biquinho enquanto ""humilha"" a outra pessoa.
🩰♡ྀི ₊ Pick me, please
"Harry nunca pensou que seu melhor amigo pudesse ter algum tipo de interesse nela. Até descobrir que Louis gostava de foder garotas parecidas com ela.... e postar na Internet"
warnings: reencontro, amigos de infância, desejo sexual, fluff, apelidos, smut, flertes, Enzo meio babaquinha, sexo sem camisinha (não pode não caralho), size kink, dirty talk, não revisado, oneshot GIGANTE(na minha opinião), reader com a faceclaim da Ana Paula Arósio com o cabelinho cacheado dela (mas podem imaginá-la da forma que quiserem 🫶)
↳ Do lado de fora do restaurante, você esperava ansiosamente pela chegada do uruguaio, sentindo a ansiedade e o nervosismo tomar conta do seu corpo. Olhava o celular constantemente achando que teria alguma nova mensagem dele, mas nunca tinha, tendo como a única mensagem a dele dizendo que chegaria em cinco minutos.
Quartoze anos sem ver seu melhor amigo de infância, quartoze anos sem te ver e sem notícia alguma sua e ainda assim ele te tratava da mesma forma, como se nada tivesse mudado. Seu cabelo cacheado voava na direção do vento te fazendo ter que o colocar atrás da orelha para não ficar tão bagunçado, seus olhos percorriam toda a rua, olhando em volta na esperança de ver ao menos a silhueta do moreno, mas nada viu.
Cobriu seus braços com a mão com medo da idéia de ter levado um bolo. Se entristeceu ao ver que já havia passado dos cinco minutos e a idéia dele não ir realmente começou a te assombrar. Realmente achou que reveria seu amigo depois de tantos anos, havia feito a reserva no restaurante e até comprado um vestido...
Se virando para ir à entrada do restaurante e desfazer a reserva, você sentiu duas mãos grandes cobrindo seus olhos. Dando um pequeno pulo causado pelo susto, você passou os dedos pelas mãos sem as reconhecer, mas a risadinha atrás de você entregou tudo te fazendo sorrir no mesmo instante.
Agora, a ansiedade e o nervosismo não estavam mais presentes no seu corpo, suas mãos já não tremiam e o frio que percorria seu estômago havia desaparecido. Quando as mãos livraram seus olhos você se virou vendo aquele homem que antes era menor que você, agora sendo quase um gigante.
Vendo um sorriso de orelha a orelha no rosto dele e os olhos...aqueles olhos...
Poderia os reconhecer em qualquer lugar, aqueles olhos castanhos claros que agora estavam escuros pela falta de iluminação certa no lugar, aqueles olhinhos de pobre coitado que ele tinha com um brilho inconfundível.
Seus olhos se fecharam um pouco ao sorrir, jogando os braços em torno do pescoço dele você o abraçou forte, sentindo os braços dele te envolvendo em um aperto enquanto o rosto do uruguaio se afundava no seu pescoço.
Tinha que ficar nas pontas dos pés para o abraçar, não conseguia acreditar que isso realmente estava acontecendo. Estava realmente abraçando seu melhor amigo, sua alma gêmea, tudo depois de tantos anos sem ter uma notícia se quer dele.
O cheiro dele estava vívido ali, o cheiro amadeirado do perfume que te agradava mais do que o normal. Se afastando dele você pôs suas mãos dos dois lados do rosto dele, analisando com atenção cada detalhe daquele rostinho mudado.
Era tão estranho, era o mesmo Enzo de sempre mas agora tão diferente, tão... adulto. Não foi só a altura dele que mudou, muita coisa mudou, tinha um rosto mais maduro, estava mais forte, tão diferente e tão igual...Enzo não fazia diferente de você, ria enquanto te olhava, ficando hipnotizado por você.
Você não tinha muitas fotos no Instagram, a única que você aparecia era em uma casa antiga, abraçada a uma senhorinha e sorrindo para a câmera. Era tão estranho o jeito que você era diferente da foto, não de um jeito ruim, você era divina aos olhos dele, sempre foi.
Mas algo tinha mudado, você não era mais uma adolescente de dezessete anos e sim uma adulta já formada, mas os olhos...os olhos e o seu sorriso permaneciam os mesmos. Já não tinha mais os dentinhos tortos e o aparelho, nem alisava seu cabelo por medo de comentários ruins, parecia tão bem consigo mesma, tão mais leve.
— Achei que você não viria — a voz, sua voz havia mudado e Enzo notou isso
Não era mais infantil, era uma voz madura mas ainda assim suave e doce. Ouviria você falando por horas.
— Achou mesmo que eu perderia a chance de ver a minha melhor amiga depois de anos? — soprou ar, rindo
Suas mãos saíram do rosto dele e inclinando a cabeça, você sorriu de lado.
— Senti sua falta, abelhinha
— Eu ainda odeio esse apelido — riu, empurrando o ombro dele de leve
O uruguaio revirou os olhos rindo fraco, entrando no restaurante sabendo que você estava logo atrás. Enquanto ele andava até a mesa reservada você reparava mais nele.
Vestia uma camisa vermelha com um tipo de pochete jogada pelo pescoço, uma calça jeans preta e um tênis branco que ele provavelmente não limpava desde que comprou, o que te fez rir discretamente.
O cabelo dele estava menor e jogado um pouco para o lado, parecia ter sido cortado recentemente o que te fez pensar se ele havia cortado apenas para te ver. Enzo arrastou uma das cadeiras para você sentar, fazendo reverência a você como se fosse alguém da realeza.
Realmente, só a aparência mudou.
— Dios mio... — disse um pouco constrangida, o vendo se sentar a sua frente
— O que? Não posso mais ser um cavalheiro?
— Você não mudou nada, sabia? Só ficou adulto mesmo
Viu Enzo dar o dedo do meio para você quase que escondido embaixo da mesa, te fazendo rir e fazer o mesmo gesto.
— Isso é tão estranho, sabe? Tanto tempo que a gente não se ver e do nada, puff...a gente tá aqui em um restaurante juntos
— É realmente estranho — você virou o rosto, brincando com o pano branco da mesa — Tanta coisa aconteceu dentro desses anos, achei que nunca mais fosse ver você
A conversa já não era mais animada ou alegre, ambos haviam parado de sorrir um para o outro e agora estavam sérios e até um pouco sem graça de estar ali. Era esquisito, não estavam desconfortáveis, mas também não estavam se sentindo seguros.
— Posso te perguntar uma coisa? — pediu ele, te fazendo o olhar
Você assentiu, aguardando.
— Por que nunca me procurou? Eu sei que nossos pais ainda mantinham contato depois que você foi embora e mesmo que tenha durado pouco tempo, em nenhum momento você quis saber de mim...por que?
A voz dele estava pesada, implorando por uma explicação. Teve essa dúvida durante anos e agora, enfim, teria sua chance de obter uma resposta diretamente de você. Te viu suspirar e abaixar a cabeça, brincando com um dos anéis em seus dedos.
— Fiquei com raiva de você durante anos, Enzo
O moreno franziu o cenho ficando confuso com a sua revelação, não tinha memória de qualquer coisa que havia feito para te deixar brava durante anos com ele.
— Brava comigo? Por que?
— Por que? Enzo... você me expulsou do seu quarto quando eu te falei que teria que ir embora e nem se quer quis ir com os seus pais no aeroporto 'pra se despedir de mim — seus lábios estavam entreabertos e o olhava indignada por ele não lembrar disso
Se lembrava exatamente das duas coisas, ele nem te deixou explicar o por quer de ir embora. Já Enzo, lembrou disso assim que você falou, lembrou do porquê de ter feito isso e fechou os olhos com força, soprando ar pelos lábios se julgando por ter agido daquela forma.
— 'Tá lembrado agora?
Ele assentiu, te olhando com culpa.
— Eu sinto muito...e-eu não...— falhou, não sabia o que dizer naquele momento, não tinha justificativa para aquilo ou muito menos uma desculpa — Eu fiquei tão bravo com você naquele dia, senti que você tava me abandonando, sabe? Porra, você tava indo embora 'pra outro país no dia seguinte e veio me contar só de noite. Eu...eu fiquei tão chateado e não queria que a última lembrança minha de você fosse você indo embora 'pra sempre
— Se tivesse me deixado explicar...
— Eu teria — te interrompeu, segurando sua mão — Hoje em dia eu teria e eu sinto muito por não ter deixado naquela época
Enzo te olhava com as sobrancelhas curvadas, te hipnotizando com aqueles olhinhos tristes que ele tinha.
— Tá tudo bem, já passou e além disso nós éramos dois adolescentes idiotas, acho que eu teria reagido da mesma forma...ou pior — você riu o fazendo sorrir
— E você mudou bastante né? Já não usa mais o cabelo liso preso num coque, nem aquele aparelho estranho — zombou, rindo
— Ei! Estranho é você! — o chutou por debaixo da mesa, o fazendo gemer de dor
— Ah para, era estranho sim
Revirou os olhos, o olhando esfregar a perna com o intuito de para a dor.
A mesa onde vocês se sentavam era mais afastada das outras, não foi uma escolha proposital, era a única que tinha e você não queria ter que remarcar. Mas agora via a vantagem de ter escolhido essa, podiam ser vocês mesmos sem medo de alguém acabar se incomodando.
— Vou fingir que você não fez isso, 'pro seu próprio bem — ele ergueu o dedo indicador, te olhando sério
— Que medo, nossa
— Mas é sério, você mudou muito. Gostei que adotou seu cabelo natural, eu era todo apaixonadinho por ele, sabia?
— É sério? — você riu surpresa, apoiando o rosto na mão com seu cotovelo na mesa
— É, eu amava quando a gente ia tomar banho de piscina por que aí a chapinha saía e eu podia ver ele, amava o jeito que os seus cachinhos caíam no rosto — a mão dele foi até seu cabelo, enrolando uma mecha no dedo e soltando
— Por que nunca me disse isso?
Ele deu ombros, se recompondo.
— Não faço idéia. Tem tantas coisas que eu queria ter te dito naquela época...
— Pode me dizer agora, sabe disso... não é? — ergueu as sobrancelhas, esperando uma confirmação
Mas apenas o viu rir e dar ombros.
— Deve ter arruinado corações depois que cresceu né? — falou, mudando de assunto
— Eu?! — colocou a mão no peito, fingindo indignação
— Vai dizer que não? Deve dar um trabalho e tanto 'pro seu namorado — murmurou, abrindo o cardápio
Você conhecia a peça, sabia que ele apenas queria uma confirmação de se você tinha ou não alguém.
— Se eu parti corações foi por que o que sentiam por mim não era recíproco e eu não tenho namorado
— Não tem? — falou ainda passando o dedo pelo cardápio, fingindo estar escolhendo algum prato — Não acredito em você
— E por que não?
— É muito linda 'pra estar solteira. É que, vamos ser sinceros, você parece um anjo. Sempre pareceu
Sentiu seu rosto queimar com as palavras dele, o que era estranho já que nunca ficou assim antes ao ouvi-lo te elogiar.
— Um anjo? — sua voz saiu mais baixa, envergonhada
— Um dos mais bonitos que poderia existir
Enzo largou o cardápio, apoiando os braços na mesa e se inclinando um pouco para frente. Estava dando em cima de você descaradamente e só você não percebia, ele não podia negar que sempre teve uma quedinha por você desde os doze anos, quando ele começou a ter uma pequena paixão por você.
O que só cresceu com o tempo, aos dezessete, meses antes de você partir, ele te achava a garota mais linda do mundo. Podia não admitir, mas achava você a coisa mais preciosa do mundo mesmo com os dentinhos tortos, o aparelho e o cabelo que vivia preso em um coque tal como o de uma bailarina.
Achava incrível como você conseguia ficar bonita fazendo absolutamente nada. Pensava que talvez esse fosse o motivo de realmente ter ficado tão chateado com a sua partida.
Agora, com ambos crescidos e maduros, os pensamentos dele não haviam mudado. Era louco pelos seus olhos, podia ficar horas e horas te olhando como se fosse a obra de arte mais linda do mundo. Te ver agora com os cachos soltos, o sorriso lindo e radiante, o coração doía dele doía só de lembrar que você o odiou por anos.
— Você diz isso, mas é você que cresceu e virou um galã de cinema — disse com graça, sendo a vez dela de pegar o cardápio e fingir estar o lendo
— Não, pode parando — ele riu envergonhado — Eu não sou um galã de cinema!
— Ah você é sim — sorriu vendo o rosto dele ficar vermelho — Você sempre foi bonito, mas não sei, você cresceu e agora parece até aqueles modelos de revista
— Você tá exagerado
— Eu tô? — sorriu, mordendo os lábios e erguendo as sobrancelhas
Largou o cardápio, voltando para mesma posição de antes, apoiando o rosto na mão. Se divertiu ao vê-lo engolir seco e tossir, chamando o garçom.
Quando o homem chegou, Enzo disse o que iria querer e agora os dois aguardavam você.
— Hum...eu sempre começo pela sobremesa, então...eu vou querer esse sorvete de baunilha com esses pedacinhos de chocolate, por favor
Sorriu para o garçom como agradecimento e estranhou o sorriso que recebeu de volta, não era o mesmo que o seu, era o mesmo que recebia de todos os outros homens que sentiam alguma atração por você, te fazendo desfazer o sorriso na mesma hora.
Enzo notou isso, mas não disse nada, apenas ignorou e te observou olhar o lugar cheio. As sobrancelhas e os cílios cheios, as bochechas e os lábios, o cabelo cobrindo uma parte do rosto...se perdia em você.
— Aqui é bem cheio, né? — falou, o fazendo cair na realidade
— É sim... você ainda começa às refeições pela sobremesa? É sério?
O olhou de lado com graça, rindo.
— Ah, qual o problema? Sempre gostei de comer a sobremesa primeiro
— Você não mudou quase nada
— Já você...
Ambos se olharam com um sorriso nos lábios, o jantar ocorreu da forma mais perfeita que poderia ocorrer, se atualizaram das coisas que fizeram durante todo o tempo em que ficaram longe um do outro, disse a ele que assistiu "A sociedade da neve" e que ficou em choque quando descobriu que era ele quem interpretava Numa Turcatti, o disse que estava muito orgulhosa dele e feliz por ele ter seguido a carreira que ele queria seguir desde os quinze anos. Viu os olhinhos dele se encherem de lágrimas ao ouvir sua confissão, significava tanto para ele e saber que você estava orgulhosa dele fez o mesmo se sentir realizado.
Enxugando as lágrimas que acabaram por descer dos olhinhos dele, Enzo mudou de assunto te perguntando qual carreira você seguiu e ao falar que foi a de psicóloga infantil, ele sentiu o mesmo que você sentiu por ele; orgulho.
Na hora de irem embora, Enzo teve a idéia de te chamar para o apartamento dele se surpreendendo ao ver que você aceitou. Caminharam com calma até o apartamento dele, um do lado do outro, suas mãos se esbarravam de vez em quando, te deixando um pouco tímida pois parecia que o que ele queria mesmo era segurar a sua mão.
O que te fez lembrar da infância de vocês, viviam andando de mãos dadas para não se perderem um do outro, era fofo na sua opinião, te fez pensar como seria segurar a mão dele agora.
A mão de Enzo era enorme comparada a sua, ele todo era. Não que ele fosse muito alto, o problema era você que era muito baixa. Se fosse segurar a mão dele, a sua provavelmente sumiria. Tudo nele era grande, os olhos, a boca, o nariz, os braços, os ombros — que também eram largos —, as mãos, as coxas...tudo.
Seu lado pervertido te fez imaginar se o pau dele seguia nessa regra, não era errado pensar isso, certo? Eram dois adultos agora, apesar de ainda serem apenas amigos. Já ele, não pensava coisas tão diferentes, se sentia atraído por você.
Sempre se sentiu, mas agora era diferente, não era uma paixãozinha de um menino de doze anos, era a atração que um homem de trinta e um anos sentia por uma mulher. Uma mulher tão baixinha e delicada, tão linda e com seios que pareciam ser tão macios...Se perguntava como seria tocá-los, prová-los...
— E então, você veio 'pra ficar ou vai embora de novo? — ele perguntou, saindo dos pensamentos dele e te tirando dos seus
— Vou embora daqui duas semanas — o olhou, forçando um sorriso rápido
Enzo parou de andar, franzindo o cenho completamente decepcionado.
— Você vai mesmo embora de novo?!
Seu coração doeu ao ouvir a voz dele, saiu como um sussurro dolorido, te fazendo parar de andar e ir até ele. Suas mãos como antes foram até o rosto dele, segurando e o fazendo olhar bem nos seus olhos.
— Escuta, não vamos nos separar de novo, okay? Não vou abandonar você pois sei que é isso que você tá pensando que vai acontecer. Somos adultos agora, bem resolvidos...podemos nos ver ainda, você pode ir para Portugal assim como eu posso vir para o Uruguai ver você
As mãos dele foram até a sua cintura, não deixando de te olhar com um olhar triste. Os lábios dele estavam entreabertos, abrindo e fechando em busca das palavras certas.
— Achei que fosse ficar aqui...
— Ei, eu vou ficar aqui. Esquece que eu vou embora daqui a duas semanas, esquece isso. Foca no agora, eu tô aqui não tô?
Ele assentiu, descendo os olhos para os seus lábios e percebendo isso você se afastou em um passo, acariciando o rosto dele com uma só mão, subindo para o cabelo onde fez um carinho gostoso.
— Vamos? — continuou — Quero conhecer a sua casa
Um suspiro derrotado fugiu dos lábios dele, assentindo e voltando a caminhar ao seu lado. Sabia que ele estava chateado, não queria vê-lo assim e te doía saber que você era a causa disso.
Em um mini surto de coragem, segurou a mão dele entrelaçando seus dedos nos dele e como você imaginou, a mão dele cobria a sua totalmente.
Enzo não fez nada sobre isso, apenas aceitou o toque e continuou a caminhar em silêncio.
[...]
Chegando na porta do apartamento dele, você o via pegar a chave no bolso, estava atrás dele com as mãos dadas atrás nas costas, esperando. Enzo não tinha dito nada até agora e isso estava te matando. Quando entrou no apartamento dele se encantou com a decoração ignorando a pequena bagunça na sala, o sofá verde escuro se destacava nas paredes bege e fazia um belo contraste com o piso de madeira maciça, o ambiente era iluminado pela lâmpada amarela, Enzo odiava lâmpadas brancas que deixavam os lugares parecendo cômodos de hospitais.
Sua atenção foi tomada para ele quando o ouviu jogar a chave na mesinha de centro, o vendo jogar a suposta pochete no sofá e ir direto para a cozinha, pegando uma jarra de água e um copo no armário. Tirou os sapatos os colocando no cantinho da porta e foi até ele, se apoiando na bancada.
Ele estava de costas para você, enchendo o copo de água novamente e bebendo. As costas dele eram largas e marcavam bem na camisa vermelha, te fazendo apertar as pernas e esquecer por um momento que ele poderia estar bravo com você.
Enzo odiava despedidas, odiava a idéia de te ver indo embora de novo e por isso, sem perceber, estava agindo como agiu aos dezessete anos.
— Você tá bravo comigo? — era evidente a insegurança na sua voz e ele notou isso, deixando o copo dentro da pia e largando a jarra do lado, se virando para você e cruzando os braços ao te olhar
— Não estou bravo com você, é só que...eu queria que tivesse me dito isso antes — a voz dele estava mais grossa e baixa, te olhava com decepção
— Me desculpa
— Tá tudo bem, esquece. É como você disse não é? A gente ainda pode se ver, viajando pra lá e pra cá toda hora
O uruguaio pegou a jarra de água novamente, a colocando dentro da geladeira.
— Enzo, desculpa tá? Eu sinto muito por não ter te contado, mas você também nem me perguntou
— Já não falei que é pra esquecer essa merda? Que saco!
Enzo bateu a porta da geladeira com força, indo até a sala se jogando no sofá e pegando o celular dentro da pequena bolsa que ele carregava, mexendo em qualquer aplicativo.
Você respirou fundo esfregando o rosto, tentando não se irritar com o comportamento dele. Sabia que ele era assim, não tinha nada que você pudesse fazer para mudar isso, se manteve no mesmo lugar brincando com um dos anéis em seus dedos, ignorando o olhar dele queimar nas suas costas. O ouviu se levantando do sofá e caminhar até você, tentando se manter em pé após perder completamente a habilidade de deixar as pernas firmes no chão. O sentiu abraçando seu corpo por trás e repousando o queixo no seu ombro.
— Me desculpa pelo jeito que falei com você, eu só não quero passar por isso de novo — sussurrou no seu ouvido, te deixando arrepiada
— Eu sei, tá tudo bem
O moreno grudou seu corpo no dele, dando alguns beijos leves no seu pescoço. Podia sentir um pouco do membro dele pela forma que ele prensava o corpo no seu, te fazendo suspirar e jogar a cabeça para o lado.
— Deixa eu me desculpar com você da maneira certa, por favor — murmurou entre os beijos que dava na pele quente do seu pescoço — Deixa?
— Enzo — sua voz quase falhou — eu não sei se isso é certo
O uruguaio gostou do seu tom, a voz saindo em um sopro, baixa e quase contradizendo você mesma. Pressionando cada vez mais o pau já um pouco duro contra a sua bunda, Enzo levou as mãos até a bordinha do seu vestido, o subindo de pouco a pouco.
— Estoy bastante seguro de que no hay nada malo en eso, nena
A voz dele estava rouca e podia sentir o ar que saía da boca dele bater contra a sua pele, te fazendo sentir um calor imensurável entre as pernas. Levantou o vestido até a sua cintura e se afastando do seu pescoço ele teve a visão da sua bunda coberta pela calcinha branca de renda, o que a deixava ainda mais linda na humilde opinião dele.
Passou a mão pela carne macia dando um tapa estalado nela, te fazendo dar um pulinho e sentir a pele ardendo. Os dedos dele desceram até a sua intimidade molhada sentindo como se fosse um choque percorrer seu corpo ao sentir o toque dos dedos dele que se esfregavam contra o tecido úmido.
— Tão molhadinha...vai deixar eu me desculpar com você, amor?
— Uhum...
Um gemido escapou dos seus lábios quando o mais velho pôs a calcinha para o lado, passando o dedo entre seus lábios e tocando o clitóris necessitado de atenção. Um gemido gostoso que só deixou o pau dele mais duro, pulsando e fazendo com que a calça que ele usava ficasse apertada demais.
— Vai deixar eu meter meu pau nessa bucetinha carente, vai? — sussurrou no seu ouvido, te masturbando lentamente
Sua mão foi até o cabelo dele, virando o rosto e ficando com ele quase colado no dele, seus olhos foram para os lábios dele os tomando em um beijo calmo, sentindo o gosto do vinho branco que ele havia tomado.
Isso apenas foi uma confirmação para ele, que levantou mais o seu vestido e com a sua ajuda o tirando do seu corpo. Sorriu ao ver que você não usava mais nada para cobrir os seios e ao os tocar, teve sua confirmação.
Realmente eram macios como aparentavam ser.
A mão grande dele apalpava seus seios dando atenção aos dois, brincando com o biquinho enrijecido. Os abandonou para tirar o cinto, abaixando o zíper e enfim livrando o pau dele daquele aperto, levou as suas mãos até o cós da calcinha onde foi se abaixando junto com ela.
Outro tapa foi dado na sua bunda, sentindo o pau dele roçar em você. Sentir Enzo o segurar e o esfregar na sua buceta necessitada, te fez mexer os quadris indo até ele, implorando para que te comesse logo.
O uruguaio puxou seu cabelo com a mão livre, enrolando os cachos na mão e puxando com força te obrigando a se inclinar um pouco para trás. Sentiu ele enfiar devagarinho o pau dele na sua buceta carente, só a cabecinha já foi o suficiente para você morder os lábios — o que não foi o suficiente para segurar os gemidos.
Pouco a pouco ele foi colocando te deixando sentir cada centímetro dele te alargando, Enzo puxou ar entre os dentes sentindo sua buceta apertar ele ao pôr tudo. Metendo lentinho ele te deixava louca, indo fundo a ponto de o sentir chegar no seu ventre, ouvia os gemidos dele atrás de você te deixando ainda mais excitada.
Nunca imaginou que depois de quartoze anos distantes um do outro, estaria agora na cozinha do apartamento dele sendo fodida por ele. E não podia negar, era uma delícia.
A mão dele largou seu cabelo e foi até a frente do seu pescoço, apertando e aumentando a velocidade, passando a te comer mais rápido e mais forte. Podia ouvir seus quadris se chocando um no outro, suas costas encontraram o peitoral dele podendo ouvir mais de perto os suspiros e gemidos dele. Sua cabeça se encostou no ombro dele e sua mão foi até a cintura do uruguaio, a deixando ali.
Estava burrinha de tanto levar pica, mal podia manter seus olhos abertos e Enzo amava isso, amava te ver assim totalmente entregue a ele. Sentiu sua bucetinha se contrair contra o pau dele em um sinal de que estava perto de gozar, o aperto só o deixou ainda mais duro e você podia sentir o pau dele pulsando dentro de você.
Um gemido mais alto saiu da sua boca, sentindo suas pernas ficarem fracas e seu corpor tremer um pouco. Enzo tinha a boca um pouco aberta se deliciando com os seus gemidos, apertando agora seu seio com força, sem medo de machucar. Fodeu sua buceta com maestria, te pondo de quatro apoiada na bancada, infelizmente, perdendo a chance de ver você revirando um pouco os olhos. Estava cansada, realmente com metade do corpo deitado na bancada apenas sentindo o pau dele indo e vindo rápido, deixando sua buceta toda arrombadinha.
Sem nenhum aviso prévio você o ouviu gemer um pouco mais alto, com a voz mais rouca e arrastada, sentindo os jatos de esperma dele serem jorrados dentro de você. Foi inevitável não gemer com isso, tão gostoso sentir a porra dele escorrendo da sua buceta quando o pau dele já não estava mais lá. Cansada e ofegante assim como ele, sentiu seu cabelo ser puxado te fazendo se levantar e virar de frente para ele, o vendo suado com algumas mechas do cabelo grudadas na testa.
— Tô perdoado, bebita? — questionou em um sussurro, apertando suas bochechas fazendo seus lábios formarem um biquinho
— Uhum
— É, é? — soltou uma risada nasalada
Com as mãos já na sua cintura ele te beijou, descendo depois para o seu pescoço onde deixou alguns chupões e mordidas leves, enquanto te deixava sentindo a porra dele escorrendo pela sua coxa e o pau dele entre as suas pernas.
eu assim vendo o textão que vcs leram😝😝😝
HE SAYS: YOU'RE MY BEST FRIEND
+18!!!!! avisinhos: friends to lovers, conteúdo sexual, dirty talk, dacryphilia, penetração vaginal, oral sex (f), squirt, rough sex ???, reader meio inexperiente, mts pet names, size kink, reader menor que o pipão, body worship, nipple play, sexo desprotegido (NÃO FAÇAM! o bicho papão vai puxar o pé de vocês), um pouquinho de breeding kink, reader fogosa demais, consumo de bebida alcoólica, reader é uns 3-4 anos mais nova que ele, espanhol fajuto pq não estudo faz tempo, Felipe skin lady in the streets freak in the sheets.
notinha: primeira vez que eu escrevo algo, pfvr não me joguem tomates. eu sou estudante de exatas, logo usarei essa desculpa caso tenha muitas palavras repetidas e erros bobos🤐😛 esse one shot era algo que eu só queria tirar da cabeça mesmo. also, descrevi a reader com cabelo cacheado (eu quando faço um self insert) e se você não tem, é só uma partizinha msm, tá?
apesar do título ser da taylor, escrevi isso escutando a ministra mundial do tesão: tove lo.
edit: fiz a colagem de fotos só hj pq fiquei mt ocupada ontem kkkk
___________________________________________
Sinopse: Você e Felipe são melhores amigos até que uma brincadeira faz ele revelar tudo que sente por você. ☆
Felipe Otaño x leitora
Era o quarto shot de tequila que você virava naquela noite. Desde que você foi selecionada para finalizar sua graduação em uma universidade renomada em Buenos Aires a sua vida social tinha mudado de forma drástica. Sendo colega de apartamento de um ator ampliou muito seu círculo social. Antes as suas noites de sábado eram repletas de seriados medíocres ou ficar jogando até lagrimar de tanto tempo de tela. Não que você tenha largado totalmente a rotina mais reservada, mas agora, quase todo fim de semana seus novos amigos tentavam te levar pra conhecer algum lugar badalado da cidade ou experimentar coisas novas, todos sempre falavam como devia aproveitar mais sua juventude e buscar novas experiências.
Todos tinham um lugar no seu coração, porém tinha um garoto especial que fazia questão de você sempre estar confortável e bem cuidada. Lembra como conheceu ele em barzinho perto do apartamento que você compartilhava com valentino e teve a impressão que ele era meio chatinho, sempre fazendo piadinhas de tudo com os outros meninos do grupo.
Sorry Priest! ²
"Mais profano que o inferno somente as paredes desta igreja que presenciaram os atos sujos de Harry e seu Padre favorito."
leia a parte um aqui!
— MASTERLISTS જ⁀➴
Florelia for my soul°❀⋆.ೃ࿔*:・ He is an artist, she is his muse 🪷๋࣭ ⭑
FAQ 💬
como colocar legenda nos filmes?
como faz pra assistir?
como funciona pra fazer pedidos aqui?
consegue disponibilizar legenda em todos os filmes?
identificar material sensível em filmes.
“número de reproduções foi excedido”, o que fazer?
boo, você tem letterboxd?
qual filme favorito da boo?
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louis peaky blinders fode minha bucetinha
Uma one onde o Louis é contratado pra trabalhar como capataz na fazenda dos Styles, ele todo bruto e cafajeste, mas com alguns meses já tem a confiança do patrão. O Harry é filho dos patrões dele mas estava estudando em um internato religioso e vem morar na fazenda do pai, que é superprotetor com ele...
O Louis fica todo encantado com a princesinha dos Styles quando conhece ela e o Hazz todo bobinho e inocente sem perceber o que causa nele, mas como o Louis não é nenhum santo sempre aproveita o tempo que os pais dele vão pra cidade pra se aproveitar da inocência do Harry provocando ele, até ele tá tão vulnerável que nem perceba o quanto tá se deixando levar pelo Lou. Louis todo manipulador falando pro pai do Hazz que vai ensinar ela a andar a cavalo porquê ela ama os animais e o senhor Styles deixando o homem de confiança dele se aproximar da filhinha sem saber das intenções do Louis. Ele montando atrás do Hazz no cavalo e segurando a cinturinha dela bem pertinho dele como desculpa pra ela não cair, pressionando ela nele e deixando ela bem empinada com a bucetinha roçando na cela, o Harry sem entender o que tá sentindo e só deixando o Louis guiar ela pra ela "aprender a montar" soltando gemidinhos e virando os olhos... Depois desse dia o Hazz sempre queria aula de montaria, quase chorando pra sentir aquilo de novo e o Louis observando como ele já tava ficando depravado com tão pouco, Harry usando sainha pra montar pq o Lou falou que é mais gostoso aprender assim, Lou masturbando ele com a calcinha. O Louis quase enlouquecendo mas sem se deixar levar, só provocando o Harry e se fazendo de bobo até ele ficar desesperado sem saber nem porquê tá daquele jeito e implorar pedindo ajuda pro Louis já que ele prometeu ensinar e ajudar ela sempre.
Bastante manipulação, Louis todo bruto apertando o pau por cima da calça tendo que se segurar enquanto deixa o Harry todo burrinho, ele se tocando vendo o Harry dormir, degradação (ele humilhando o Harry bastante, dizendo que agora ela vai ser o depósito de porra dele), o Harry que foi ensinado no internato a sempre querer agradar fazendo tudo pela aprovação do Louis (praise kink), ela dizendo que só pode na bucetinha depois do casamento e o Louis falando que ela já é dele, tapas na buceta, louis gozando dentro do Hazz e fazendo ela andar com a porra dele escorrendo, Hazz todo cansadinho mas viciado nele pedindo pra ele continuar metendo enquanto cai no sono (somnophilia)...
Amo tua escrita aí me viciei em mandar plot 🥺💜
obg pelo final amg 💕
plot bem dlç esse 🥴
pingando 🥴