“Eu queria que em um dia qualquer, você chegasse de fininho, me abraçasse apertado e dissesse: Senti sua falta.”
— Caio Fernando Abreu.

Janaina Medeiros
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“Eu queria que em um dia qualquer, você chegasse de fininho, me abraçasse apertado e dissesse: Senti sua falta.”
— Caio Fernando Abreu.
Chorei ao lembrar de tudo ao sentir tudo e perceber que mais nada voltaria.
Um dia você irá entender, mas será tarde demais.
Elisa L.
“Dê uma boa olhada ao seu redor. Como é a vista? Você gosta do que vê?”
— Grey’s Anatomy.
Hoje eu acordei com o teu sabor impregnado em minha alma.
Meu coração bate junto ao teu. (via nobroke)
“E mesmo sorrindo por aí, cada um sabe a falta que o outro faz. É fácil porque os dias passam rápido demais, e é difícil porque o sentimento fica, vai ficando e permanece dentro deles. E todos os dias eles se perguntam o que fazer. E imaginam que no momento certo se reencontrarão e que nada, nada seja por acaso.”
— Tati Bernardi.
Em noites de insônia,
me esbarro em teu cheiro
ele ainda perambula os cômodos
como se seu corpo
ainda vivesse aqui.
tragédia de erros
“E se você tiver um tempinho sobrando quando for dormir, sonha comigo.”
— Adrielle Alves.
“Ela gosta mesmo é do inverno. Gosta do frio. Gosta da neve. Gosta de tudo relacionado a essa sensação que causa arrepios. Mas o motivo é muito óbvio. É pra combinar com o seu interior. Frio. Sombrio … Se soubessem o que se passa por dentro daquele coração, também sentiria arrepios, igual sente quando o vento gelado toca à pele. Mas ela é assim mesmo. Toda estranha. Toda ao contrário. Toda ao avesso. Toda eu. Com um buraco no peito, um vazio, um vácuo. Uma dor profunda que nunca passa, nunca se cura. Na verdade já passou. Passou quando eu conheci você. Passou quando éramos nós. Passou quando você estava ao meu lado. Porém você me deixou. Você foi embora sem se preocupar com o vazio que deixou aqui dentro. Sem se importar com a dor que eu iria sentir, com a falta que tu iria fazer aqui dentro. Tal motivo que se encontra tudo frio, congelado e doloroso. Como o inverno.”
— Nevada, 1994.
“A gente precisa sorrir e chorar bastante e descobrir o lado bom e o ruim de cada um. Precisa andar na chuva e no sol e sentir qual o melhor solo para se pisar. Precisa tomar uma boa taça de vinho e se lembrar de que é isso que os italianos fazem para viver mais. Precisa aprender a jogar algum jogo de cartas para, quem sabe, passar o tempo com os amigos na falta de luz. Precisa passear por alguns parques e ver os passarinhos namorando em árvores. Precisa comprar presentes e fazer os próprios cartões de felicitações. Precisa sentir a pele arrepiando com o outro entrando pela porta ou gostar de muita gente e amar apenas um. Precisa saber que é inocente, mas não se deixar ser a vítima. Precisa ter bom humor para o celular que acabou a bateria, o chaveiro que sumiu, a manhã que começou ou o amigo chamando no telefone. Precisa ler livros, dar livros de presente, sentir as palavras e até escrever um livro, se assim for. A gente precisa sentir os impactos, mas levantar do terremoto. Precisa lembrar sempre que há alternativas na vida, mas que a morte não tem saída. Precisa ter paciência no fim da festa, calma no domingo em família e atrevimento na oportunidade de emprego. Precisa ter um bocado de roupas coloridas e passar o verão de pés descalços. Aliás, precisa pisar na neve, na areia e na água. A gente precisa deixar uns entrarem e outros saírem. Precisa cozinhar ouvindo uma boa música e tomar menos remédios. Precisa fazer piadas sem graça e não entender outras tantas. Precisa rir do amigo que tropeçou e dar a mão para rirem juntos. Precisa tirar uma moça para dançar ou deixar um rapaz enlouquecido de paixão. Precisa deixar a lágrima cair e a garganta destravar. Precisa ser o momento triste e o momento feliz. A gente precisa arrumar a vida, deixar ela se desarrumar e tentar tudo outra vez. A gente precisa de muita coisa, de uma lista imensa, de um abraço apertado, de um beijo calado, de ver desenhos nas nuvens e carregar crianças no pescoço… A gente precisa ser o que for, vivendo.”
— Camila Costa.