El sistema, una cruel proyección de la imperfección de su creador.

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@ludmonaco
El sistema, una cruel proyección de la imperfección de su creador.
Carta A Um Amigo Navegante
Parece que cada vez o discurso se torna mais difícil,
Não de dizer, mas de convencer...
Já te disse tantas vezes...
Porém não me renderei ao que queres ouvir,
não encontrarás tua tristeza em mim.
Eu quero é te contar minha alegria
E dizer que acordo às 7 cada dia,
E que abro os olhos e saio correndo por ruas vazias
Que me dão prazer de por elas correr...
Talvez busque o ar cedo e o vigor dos 90,
Quando ainda tinha menos de 10 anos,
Quando ainda não me cansava
E achava que perdia tempo quando dormia.
Eu quero é te contar a alegria que me dá
Ao chegar em casa com a camisa encharcada,
E que já não perco tempo secando pranto nela,
Minha camisa agora visto.
Eu quero é te contar que quando alcanço o final da rua vazia,
Ladra de lágrimas, assassina do meu bem-estar,
Olho pra trás e grito:
Não regarei teu impérvio asfalto!
E esse discurso não é para desencorajar teu chouro, chore!
Chore bastante,
Chore um rio!
Mas não te metas em um barco e saia remando por ele!
Eu sofro, tu sofres, nós sofremos, portanto,
Não glorifique tua tristeza porque ela é VULGAR!
Todos nasceram chorando,
Quem não chorou é porque estava MORTO!
Eu quero é te contar que leio suicídas,
Mas os meus heróis são os que VIVERAM!
Não vejo glória em encher o bolso de pedras e se atirar ao mar...
Depois nasce com pedra no rim e acredita que é caso raro...
Já não quero crer na ciência,
Eu quero é fumar e pensar e te dizer que ninguém escapa da eternidade!
Esse é o meu juízo,
No entanto, já matei e já roubei,
Morri no Brasil e na Europa,
Mas agora moro na Itália.
Se vieres de visita,
com prazer te receberei por terra.
Mas se vieres em barco,
Ah...............
Eu já te disse tantas vezes...
Um sonho de minha adolescencia Baiana
Em 2003, morava em Salvador, no bairro do Canela, em frente ao Colégio Marista, onde estudava. Odiava as quartas-feiras, aula de matemática dobrada me dava até falta de ar. E como fruto dessa "asfixia", um desejo brotou dentro de mim...
Há 10 anos, meu sonho era numa quarta não ir à aula, mas ainda assim acordar cedo e me arrumar. Logo, passar na frente da escola sem uniforme, mas de bermuda floral e regata. E por fim, ao invés do caderno, ter minha prancha embaixo do braço.
As semanas passavam e o desejo aumentava. A consumação do sonho já era uma necessidade. Então decidi e combinei com minha vizinha. Lhe expliquei que na quarta daquela semana precisava ir à casa dela de manhã cedo.
Estava tudo certo.
Terça à noite mal consegui dormir. Meu corpo era um depósito de ansiedade...
Na manhã seguinte, às 07:30 eu tocava a campainha da vizinha, devidamente uniformizada. Às 07:55 me debruçava em sua janela para confirmar a saída de minha mãe para o trabalho. Às 08:07 eu voltava para minha casa e dizia à faxineira "Fique na sua!", então entrava, me trocava, pegava a prancha e saía.
Sim! O sonho estava se realizando...
Na porta da escola, não havia quase ninguém, a maioria já estava em aula. Porém, apenas uma testemunha me confortou, era o porteiro. Olhei-o nos olhos e lhe disse com o olhar "É amigo, hoje estou indo fazer o que tenho vontade!". O porteiro sorriu.
Fui para o ponto, peguei o Barra Avenida" e desci no Barravento. Mas ao chegar me espantei...O mar estava digno de uma maré de março. Comecei a atravessar a arrebentação e após muitas ondas na cabeça cheguei no fundo.
Lá, simplesmente recusei todas as ondas que se formaram e me frustrei. Não me reconheci, mas depois de um tempo, reconheci o medo dentro de mim. Nunca tinha me acidentado, porém naquele dia, especificamente, eu estava totalmente proibida de me acidentar. E quando me dei conta, já não era tão livre quanto pensava...
Refleti toda a manhã, encima da prancha, em meio ao mar, isolada do ruido da cidade, enquanto meus colegas extraíam raízes quadradas. Pensei no uniforme, na casa da minha vizinha, em mim, debruçada na janela, na minha mãe saindo, no professor de matemática, no que eu disse à faxineira, no olhar do porteiro, no trajeto e onde havia chegado, e ao final me perguntei: "Valeu a pena?"
Seria uma tola se pensasse que não...
Crise do Tempo
Hoje,
distraida no ônibus,
tive minha atenção captada pela
televisão "educativa" do transporte público de SP.
Fiquei muito surpresa com um spot que dizia:
"É preciso equilibrar o trabalho com a vida pessoal.
Reserve tempo para os seus familiares e amigos".
...Como se a "Crise Do Tempo" que vivemos,
fosse culpa da nossa má administração do mesmo.
Talvez,
a nossa parcela de culpa
esteja na aceitação de viver afogados
em plena terra.
São Paulo não é lugar pra criança.
Sin Título
Y uno acaba sentado en la repetida posición,
en el mismo sillón,
en un recinto con media iluminación.
Ahí se cruza las piernas en cuatro,
y sostiene la cabeza con el puño:
“¿Que posesión de locura me ha tomado,
que me trae aquí a remoler el estómago?”
Te dejas llevar,
tienes la mente abierta como una puta,
ahora aguanta el indigesto malestar.
Mientras te abres,
ellos pasan como hormigas,
sin ni mirarte,
se preocupan apenas por la hoja que llevan en la cabeza…
La cómoda levedad del ser.
Y tú,
tú que eres fuerte,
y te llevas no solo la hoja,
pero todo el campo encima,
lloras al ver a las hormigas partieren,
y a tu pradera
convertirse en desierto.
And we carry on,
round and round,
I guess the solution is out of the circle,
but I don't want to step out,
I don't want it to be past.
What a pain.
I just want to live something with you,
but there is no point.
You think we've lived already.
And what we haven't lived,
we still can live in the future.
Never now.
Now, it's impossible.
You say let's keep it all in the past.
What a suffering.
I can't stand when things are away from present.
What a divergence.
I don't share your philosophy,
because in it,
happiness is an utopia,
and I don't want to remember I was happy,
neither expect that one day I'll be.
I want to live,
and it can only be done now.
Ante la piscina de amor y dolor,
me quedo afuera,
en el borde,
estático,
un masoquista al margen,
hasta que el tiempo seque todo el amor...
Solo así decidiré arrojarme,
arrojarme al dolor,
el dolor del fin del amor...
Y entonces saldré corriendo,
en mi estado insano,
buscando el culpable,
dando vueltas en torno a mí mismo...
Érase una vez, un hombre y una mujer que tenían una secreta complicidad de sentimientos. La mujer era casada. El hombre no. Ambos tenían una intensa amistad, pero el sentimiento que había entre los dos, jamás era compartido literalmente. Y entonces, ellos se veían cada día y acababan entrando en un juego, que ganaba el que mejor conseguía esconder su amor por el otro. Pasaron días, meses y hasta un año, y la verdad que había entre ellos, no pasaba de una gran explosión contenida, disfrazada de tristes sonrisas...Hasta que, el hombre ya harto, decidió quitarse la cobija, y no solo la cobija, pero su piel también, y entonces invitó a la mujer a su habitación secreta. Él tenía miedo y entusiasmo. Ella estaba apenas preocupada. Los dos irrumpieron en el recinto. Nada fue dicho. Una jarra fue rota y el silencio también. Y cuando el hombre preguntó qué sentía la mujer, ella contestó: "No deberías sentir esto por mí." Enseguida, cogió una lámina y desesperadamente abrió una ventana, por la cual huyó, dejando y llevando dolor. El hombre le había invitado a su corazón, pero la mujer no tenía ovários.
Ensaio sobre uma solução anti-lágrimas
E certo dia,
filosofando com amigos sobre as decepções,
concluímos a conversa com a seguinte idéia:
E se,
a cada pessoa que conhecêssemos,
nos apresentássemos como,
por exemplo,
"Olá, prazer, sou Ludmila, não me decepcione."
Creio que a sutil mensagem ao final da apresentação,
poderia ter algum efeito sobre
o inconsciente do próximo.
Vale lembrar:
Antes chorar por nossos equívocos,
que pelos dos demais.