𝐓𝐨 𝐛𝐞 𝐬𝐨 𝐋𝐨𝐧𝐞𝐥𝐲: 𝐂𝐚𝐩𝐢𝐭𝐮𝐥𝐨 2
❥Aviso: linguagem imprópria | os capítulos serão longos prepare-se!!!!
❥Nota Autora:Primeiramente obrigado a todos pelo apoio que estou recebendo💛🥺
Depois da noite no restaurante, dois dias atrás S/n não tinha dúvidas do quão sujo Harry podia ser, encurrala-lá daquela maneira, ela só queria esquecer-se que sentiu desejo de beijar seus lábios, odiou-se por ser tão estupida e deixar-se levar pelo momento, esquecendo de todo mal que ele causou. Mas se perguntou, o que Harry estaria ganhando com isso? Apenas era mais uma maneira de humilha-lá? Ou ele tinha algum plano para destruir sua carreia? Vingança? Ainda não sabia de fato à verdade, mas tinha a convicta certeza de que Harry não deixaria isto passar despercebido.
"Bom dia" S/n diz com tom de voz baixo, olhos cansados, arrastando seus pés ao passar pela porta de umas salas do enorme estúdio de seu pai, logo na segunda de manhã. O lugar tinha uma decoração vintage, aconchegante e rústica, com sofás de couro marrom, carpetes de veludo vermelho, luzes neutras, vários ambientes com isolamentos para que os músicos pudessem ter tranquilidade a criar seus versos. S/n suspirou fundo franzindo o rosto encarando o olhar rígido de seu novo e irritante parceiro de trabalho. Harry encontrava-se na sala Michael Jackson— Grandes nomes da música eram homenageados ganhando uma sala com sua temática. Harry sempre amou isto, achava que ajudavam a trazer inspiração estar rodeado de artefatos sobre seus ídolos e um dia sonhava em ter uma só dele.
"Atrasada, que novidade." Sua expressão mantinha-se fechada. "Mas o que podia esperar? Só porque é filha do dono se acha no direito de chegar quando bem entender. Está pensando que tenho tempo de sobra para te esperar o dia todo?." Bufou ele, dedilhando sua guitarra, jogado ao enorme estofado. "Nós combinamos ás 9:00!"
"Só foram 17 minutos de atraso, o trânsito estava horrível...." Tentou se defender, na tentativa falha de não ser interrompida.
"Foda-se, vai sentar aqui e começar logo ou vou ter que esperar mais meia hora pela senhorita perfeita?" Interrompeu- a rangendo os dentes logo que começou a ouvi-lá. Sua voz era tão irritante.
"Babaca." Murmurou ela, sentando ao seu lado.
"Está tudo uma merda." Harry amassava jogando mais um rascunho de escritas no chão de veludo vermelho escuro. Já faziam algumas horas que estavam ali, foi-se toda a manhã no estúdio apenas discutindo, frustados, ambos estavam fracassando em se entender sobre o que escrever. Eles estavam tão sem inspiração, tão enjoados e cansados.
"Você também não está colaborando." Ela Rebateu irritadamente. "Se realmente ouvisse minhas ideas no mínimo estaríamos em algum lugar." Tamborilou os dedos sobre a mesa.
"Ah! Com certeza, a suas ideias eram muito boas." Ele apontou ironicamente. "Não é a toa que é uma cantora de merda." Aquelas palavras fizeram o sangue dela ferver, Harry sabia que aquilo era mentira, mas seu estado irritadiço o deixavam ainda mais rabugento do que de costume.
"Uau!." Ela bateu palmas sarcasticamente. " Eu entrei nessa indústria musical não tem nem dois anos e consegui reconhecimento e sucesso muito maior do que seu primeiro álbum depois da One Direction e você sabe bem disso." S/n fez questão de olhar bem no fundo dos olhos dele. "Amor se isto é ser uma cantora de merda, eu sou a rainha dessa merda toda, o meu sucesso apenas começou ao contrário de você que está nó fim da carreira." Tentava manter-se calma."Teve que se esforçar muito pra ter um pouco de sucesso depois da banda, não é?." Fingiu tristeza.
"Não me chame assim! Caralho!." O tom grave e alterado de sua voz não a intimidava."Não vou pedir de novo." Bateu o punho a mesa e levantou-se, murmurando palavrões.
"De Amor?" Ela sabia, mas não se importava. "Por que? Lembra você de quando ainda tinha sentimentos?" Na verdade trazia uma certa satisfação ver aquela expressão de desprezo.
"Por que você sempre tem que ser uma vadia?"
"Eu vadia? Não sou eu que não consegue nem adimitir que um dia teve sentimentos." Arqueou as sobrancelhas. "Se é que você amou alguém ou alguma coisa! Porquê eu acho que há um buraco no lugar em que seu coração deveria estar." Suas palavras saíram tão rápidas que nem ao menos pensou nas consequências delas. Não que isso fizesse diferença para ela.
"Típico da vadia, louca e dramática." Riu amargamente. "Você se importa tanto que eu tivesse te amado?" Provocou-a, lambendo seus lábios.
"Você é um convencido de merda." Engoliu seco. "Acha que é melhor que todos, o dono da verdade, quando o traidor e desprezível é sempre você, não é atoa que é tão problemático e vazio por dentro."Seus lábios praticamente cuspiram-lhe cada palavra."Acha me importo? Querido você não é tão inesquecível quanto você pensa que é, consigo achar outro igual a você em um estralar de dedos." Usou o gesto para enfatizar suas falas. " Seu ego consegue ser maior que a porra do teu pau, que só pra constar não é lá grande coisa." Aquilo atingiu Harry de tantas maneiras, fazendo-o o respirar algumas vezes. Foi como uma dolorosa flechada em todo seu ego inflado, todas às vezes que S/n já disse a ele o quão grande, bom, inesquecível era o seu pênis pareceu uma mentira agora e Harry não queria acreditar nisto.
"S/n" Uma voz masculina apareceu na porta e ela não pôde deixar de suspirar aliviada, quando foram interrompidos.
"Desculpe mas aqui é um lugar restrito apenas para músicos." Harry rapidamente respondeu em um tom seco olhando diretamente para a mão do homem parado a porta e viu um buquê de flores, girassóis— iguais aos que lhe deu à ela no dia que beijou-a pela primeira vez.
"Nick, são lindas." Ela correu para abraçá-lo, deixando um beijo demorado em seus lábios que fizeram Harry sentir náusea. "Só vou pegar minha bolsa e já vamos." Sorriu gentilmente para ele.
"Oque? Vai me deixar aqui?" Indagou ofendido. "Nós não terminamos nossa conversa."
"Desculpe, mas tenho planos para o almoço, talvez eu volte mais tarde." Deu um tapinha em seu ombro antes de vira-se e ter sua cintura agarrada pela mão de Nick guiando-a para longe dali.
Sentado com seu violão nas mãos Harry percebeu que talvez não estava preparado para o que acabara de ver, não era porque ainda tinha sentimentos por ela, além de ódio e uma duvidosa excitação. Sinceramente, Harry nem se importava com quem à fode agora. Ele estava tão furioso, seus dedos mexiam em seus aneis freneticamente, se viu surpreso ao se sentir incomodado mais do que gostaria ao vê-la nos braços de outro depois da discussão. Ela olhou para aquele homem e parecia mais feliz, seu sorriso parecia que eram duas vezes maior que os quando estavam juntos. Será que ela o chamava de amor? Só de pensar, seu estômago revirava-se. Isto inundava em sua mente, seu pensamento narcisista jamais admitiria que sentia falta de ser chamado assim. Mas quem poderia culpá-la se pensasse ao contrário? Ou ter tanto ódio dele. Ninguém nunca à machucou como ele machucou, isso foi culpa de Harry, ele não tinha certeza se poderia consertar as coisas um dia, mesmo se pudesse ou quisesse, não tinha certeza se merecia, nem antes, nem agora, nem nunca. E não era fácil querer arrumar às coisas ou ser gentil com ela depois de tudo. Ser do tipo ciumento definitivamente tornava bem mais doloroso à ver com alguém enquanto ele ia pra casa todos os dias e se sentia tão sozinho.
"Ainda está aqui?" S/n encarava-o sobre os mesmos rabiscos de horas atrás. "Pensei que já havia desistido."
"Alguém tem que trabalhar né." Harry nem se deu ao trabalho de olhá-la de volta, ainda estava furioso.
"Gostei desse verso." Ela novamente tocou seu ombro mas ele recuou. "Você ao menos saiu daqui para ir ao banheiro ou comer algo?" Perguntou com um tom de preocupação.
"Não finja que se importa." Retrucou e ela entendeu que isto era um sim. Sempre soube o quanto ele era focado e se precisasse ficar dias trancafiado em um estúdio para sair uma boa música ele faria isto.
"Até as piores pessoas ainda precisam comer." Ela lhe entregou um pacote de papelão. "Na volta passei no seu restaurante favorito, sem cebola não se preocupe." Piscou para ele. "Vá ao banheiro, coma e descanse um pouco, vou dar uma olhada nisso, ainda temos muito trabalho e não quero ficar nada além do necessário com você" Um sorriso de canto surgiu em seu rosto quando recebeu um olhar confuso dele pelo ato de bondade repentina "Nem sempre eu sou uma vadia." Ironizou.
Na verdade ela sentiu-se um pouco mal por ter deixado Harry para ir almoçar com o ator Nick Robinson, um cara legal, gentil, lindo, havia o conhecido uns meses atrás no próprio estúdio de seu pai, ele era amigo de alguns cantores. Eles começaram a sair, estavam se conhecendo melhor e ela estava realmente amando isto. S/n percebeu que foi um pouco imatura e nada profissional ao ter falado aquelas coisas para o Harry. Eles tinham que ser apenas profissionais e não ficar remoendo dores do passado. Estava se permitindo estar com alguém, mesmo que tão recente, estava gostando de explorar o amor novamente, Nick era ao contrário de Harry, bastou um almoço com ele pra renovar suas energias e pensar sobre suas ações no caminho de volta , ela estava feliz, sentia-se generosa, poderia esquecer suas diferenças com Harry por algum tempo, ser melhor que isto, ser superior e não pagar todo mal que ele havia lhe feito com mais ódio. Como sua mãe sempre a alertava quando ainda podia ver o lindo sorriso dela.Por isto pensou em recomeçar, queria deixar sua mãe orgulhosa mesmo que ela não pudesse ver suas ações e nada melhor do que comida para começar uma boa trégua.
"Obrigada." Harry diz surpreso por ela ainda lembrar de detalhes tão pequenos de sua vida.
Quando Styles voltou do banheiro parou por uns instantes para observá-la pela enorme janela, ela havia tirado seus sapatos e seu casaco, seu cabelo agora estava um pouco bagunçado, seu pescoço mostrando sua tatuagem atrás da orelha, aquela que ficou segurando a mão dela enquanto o tatuador desenhava, sua camiseta transparente mostrando suas costas nua através do tecido.— Ela odiava usar sutiã e ele sempre adorou isso nela. Seu corpo estava pouco curvado sobre a mesa, tão concentrada, por um momento pensou em como seria fode-lá bem ali naquela mesa, suas mãos estariam cravadas a cintura dela, ela estaria um pouco mais curvada que agora, ela chamaria seu nome, chamaria-o de amor, diria o quanto ele era bom em foder com ela.
S/n virou-se pegando ele observando-a e fez uma expressão confusa, o tirando de seus pensamentos traiçoeiros, que o deixou com um volume entre às pernas e o fez fingir atender uma ligação para alguns minutos antes de entrar e praticamente devorar a comida que ela havia lhe trazido. Durante as próximas horas ali o clima foi realmente bom, puderam se concentrar em escrever, até algumas risadas sinceras foram dadas. Os pensamentos sujos de sexo com ela ainda vagavam de vez em quando, mas foi realmente agradável te-lá por perto. Harry ouviu as ideas dela, os olhos dela até brilharam quando ouviu-o cantar alguns versos escritos, fazia um longo tempo que não ouvira a voz dele pessoalmente, sua doce e rouca voz, seria mentira se dissesse que seu coração não se apertou ao lembrar das vezes que ele cantava para ela. Eles ao menos perceberam a foto que Jeff tirou deles rindo e aparentemente felizes do lado de fora da janela que anteriormente Harry à observava. Eles não pediram desculpas ou admitiram algo, mas sabiam que estarem em uma conversa amigável estava dizendo que estavam bem.
"Nossa já está bem tarde," Harry olhou para os olhos cansados dela enquanto dava uma olhada no relógio em seu pulso e já passava um pouco das três da manhã.
"Como o tempo passou rápido." Bocejou. " Mas conseguimos terminar a música em um dia, isto realmente é um recorde." Ela Riu fraco pegando as anotações de ambos. "Espero que eles gostem."
"É uma ótima música." Espreguiçou-se à cadeira. "Somos bons."
"Harry Styles admitindo que eu sou boa é isso que ouvi?" Retrucou risonha.
"Eu disse nós, juntos, sem mim você não seria."
"E onde está você estava esses quase dois anos em que ganhei um disco de platina e um Grammy? Ah é! Bem longe, acho que sou uma pessoa melhor sem você." Não conseguiu conter-se.
"Era uma brincadeira." Bufou erguendo os ombros.
"Isto aqui está uma bagunça." S/n Levantou-se um pouco sem jeito, mundanos de assunto. Haviam os rascunhos descartados amassados próximo à lixeira, embalagens de comida que pediram mais cedo, seus sapatos jogados perto do sofá e em cima tinha algumas peças de roupas à mais que se desfizeram pelo calor. "Levanta e me ajuda com isto e pare de brincar" Por mais estranho que parecesse Harry não reclamou ao ajudá-la.
"Quer que eu te leve para casa?" Harry sabia que S/n não dirigia mais, não depois do acidente. Resolveu retribuir o ato de bondade dela.
"Não se preocupe, vou pedir um Uber." Sorriu falsamente. "Pode ir."
"Não seja tola, para que pedir um uber se eu posso levá-la, é caminho." Afirmou.
" Tá bom." Rendeu-se a sua expressão de cachorrinho sem dono.
No caminho houve um silêncio embaraçoso, respirações pesadas, mãos soando, não sabiam muito o que fazer ou como agir sem xingamentos ou alfinetadas um perto do outro, quando não havia mais motivos para serem civilizados.
"Boa noite Harry." S/n o viu estacionar o carro em frente seu condomínio privado. "Muito obrigado pela carona." Desta vez seu sorriso foi sincero, pensou que talvez Harry estivesse mudando e não tinha dado à ele uma chance de mostrar isto.
"Sem problemas." Ele à observou lutar a tirar seu cinto de segurança. Aproveitou-se desse momento para aproximar-se dela, curvando-se o corpo em sua direção de forma que suas pernas se tocassem, molhou seus lábios antes de gentilmente tocar os labios dela, mesmo que por alguns segundo sentir aqueles doces lábios depois de tanto tempo, era uma sensação que nunca se esqueceu.
"Harry, o que está fazendo? Porra!" O empurrou.
"Pensei que queria isso!Caralho."
"E que merda te fez pensar que era o que eu queria?" Estava confusa e brava. Seus sentimentos bagunçando pela bebida era uma coisa, mas nunca em sã consciência e sóbria ela o beijaria, mesmo que seu corpo implorasse por isso.
"Por que queria me beijar lá no restaurante?" Falou como se fosse óbviu. " Você não me odiava? O que aconteceu lá?"
"Se você diz que uma garota bêbada, pressionada contra sua vontade na parede e coagida queria mesmo te beijar, você realmente tem problemas Harry." Falou cinicamente. "Eu estou com alguém."
"O que você tem a ver com isso." Retrucou.
"Fala sério S/n, ele nem é seu tipo e sei quando você está interessada, eu te conheço, você sempre achou atores meio esnobes." Apontou convencido. "Aquilo foi por minha causa? Diga, estava tentando me deixar com ciúmes"
"Você não me conhece Harry." Alterou-se empurrando o indicador contra o peito dele."Como pude pensar por um instante que não seria um babaca?! Mas tem coisas que nunca mudam né. Você sempre será um idiota" Disse irritada. "O mundo não gira ao seu redor Harry, quando vai entender isso? Que nem tudo é sobre você, eu realmente gosto do Nick." Seu sangue fervia." E foi você quem quis me beijar primeiro e você sabe disto! Por que?! Me diga por quê depois de tudo você ainda quis isto?". Exigiu-lhe uma resposta.
"Porquê eu quero! Eu quero tanto beijar a porra da sua boca, quero tanto foder você, pensei que não queria isso, mas aí você foi boazinha hoje, isso acabou comigo.Por que você foi boa comigo?" Ele lamentou-se. Ela não conseguia dizer nada, estava paralisada, tentando assimilar tudo o que ele estava dizendo. "Caralho! Você esta mais linda do que eu poderia imaginar, hoje e naquele dia em que nos vimos. Merda! S/n porquê você tem que ser tão gostosa complicando tudo." Suspirou como se tivesse tirado um peso de seus ombros, seu coração parecia mais aliviado do que nunca. "Eu sei que você também quer isso." Recuperou-se novamente de sua postura frágil e sincera.Os olhos dela se arregalaram surpresa, sua respiração presa na garganta, seu pensamentos bagunçados. Ela nunca pensou que ele diria isto.
"Não! Não quero." Recuou ao vê-lo se aproximando. "Harry, pare !" Inclinou-se mais ao banco do passageiro.
"Por que você está negando? Eu não vou fazer nada vê-la implorar para que eu te beije, para eu te foder, comer você do jeito que gosta, todo esse ódio bebê só nos faz foder tão gostoso e você sabe." Ele não tirava seu sorriso malicioso do rosto, seu pênis latejando em sua calça, preso, apartado a cueca e chegava a doer de tesão, Harry estava tão nessisitado. Tinha a certeza que depois dela sair ele teria que se aliviar no carro, gemendo seu nome para que conseguisse ir para casa.
"Harry." Sua voz estava trêmula, a cada impulso que ele dava mais perto de si, estava se segurando para não ceder.
"Porra! Admita, por favor." Seus dedos passaram pelos macios lábios dela, S/n fechou os olhos instintivamente e um sorriso saiu dos lábios dele. " Tão carente." Os Lábios dela ficaram entre-abertos, como se quisesse dizer alguma coisa mas sem fazê-lo. Ele queria beija-lá agora, como queria, mas precisava ouvi-lá suplicando por ele. Não estava sendo fácil pra ela, a voz autoritária dele à deixou com as pernas fraquejando. Céus! Ela queria gritar seu nome, pular em cima dele, mas não podia, não estava com ele. Não podia querê-lo tanto daquela maneira, que faziam suas coxas esfregarem entre si contendo sua excitação. Mas estava com Nick agora, ele era bom, honesto, gentil com ela, Harry só queria estragar mais uma coisa boa em sua vida para seu própria satisfação de vê-la estar tão fodida quanto ele.
"Não!" Juntou todas as forças que tinha. Retirou sua mão dela, seu coração estava acelerado, subindo e descendo em seu peito com o ar tenso em suas narinas, um suspiro aliviado saiu de seus lábios por ter resistido. Isto era o certo a se fazer.
"Eu não vou parar de tentar até ter você implorando para ter meu pau." Seus olhos brilhavam em excitação. Ele não aceitava ser rejeitado. Ele não está acostumado a não conseguir o que quer e ser menosprezado."Lembre-se disso, baby."
"Vá se fuder Harry." Abriu a porta com força. "Eu nunca faria isto." Olhou para ele inclinada com os olhos ardendo de raiva.
"É o que vamos ver." Ele contestou, passando sua língua nos lábios depois o prendendo nos dentes, dando um sorriso fodidamente bonito, com suas covinhas , Ela revirou os olhos enojada de como podia ser tão bonito mas tão desprezível. Suas mãos trêmulas fecharam a porta "É uma promessa." Ecoou alto o suficiente para que ela o tivesse ouvido, antes de cambalear de volta para casa.
Adoraria saber o que achou💕