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Love stories are like butterflies: you can see them, you can even touch them, but if you try to keep one to yourself it simply dies. You have to know how to admire them from afar.🦋
Histórias de amor são como borboletas: você consegue ver, pode até tocar, mas se você tentar guardar uma pra você ela simplesmente morre. Tem que saber admirar de longe.🦋
931- قصص الحب مثل الفراشات: يمكنك رؤيتها، ويمكنك حتى لمسها، ولكن إذا حاولت الاحتفاظ بواحدة لنفسك فإنها تموت ببساطة. عليك أن تعرف كيف تعجب به من بعيد.🦋
Witzy, Witzy Araña...
Aprendizados que talvez um dia sirva pra alguém:
Lembro exatamente de ser impactada por um homem puxando lentamente um carrinho dê recicláveis, andava lento num sol escaldante, cruel.
E logo vi um bolsa de colostomia balançando.
Alguns momentos que muitos fingem não ver, eu tenho visão de águia.
Nessas horas você não tem água, nada na porra na bolsa ou carro, porquê se eu tiver vai tudo mesmo!
O máximo que eu poderia ofertar a ele não foi nada perto do que ele me deu!
Foi uma porrada, das que uma maioria merece receber, e dez triplex na minha mente!
No mundo onde uma maioria anda devagar quando vê um carro de luxo ao lado com um playboy no volante, como se estivessem vendo uma obra de arte!
Eu que trabalhei em projetos com pessoas extremamente negligenciadas, respirei fundo pra não chorar junto a mulher grávida em situação de rua, implorando uma vaga no projeto. Penso eu que faltou apenas ela falar uma palavra que colocaria ela no perfil. Naquele momento éramos triagem, se tivesse uma brecha ou a cabeça que tenho hoje, com toda certeza absoluta aquela mulher sofreu diversas violências, mas no ato desesperado esqueceu de citar, mirou na vaga e esqueceu que a vaga era exatamente para essas pessoas!
O homem, com o carrinho e a bolsa balançando.
E tantos outros, esses me param o tempo, esmagam meu peito! Foda-se o argumento dos moralistas de plantão que criam histórias prováveis e precárias pra não se comprometer: “ ele deve ter sido uma pessoa ruim, ou fez por merecer”. Existem milhares de crianças em creches públicas e em abrigos públicos neste momento e nem pauta política é!
Forte são eles que não saltaram de um prédio, não arrumaram um jeito de sair daqui, mesmo quando o mundo não os enxerga! Quando precisam revirar lixo pra comer e pra ganhar centavos sob o sol escaldante!
Esses sim, são pessoas que ensinam muito até sem um oi, ou no projeto bsb invisível que se ouve ( narram) histórias, eles tem a oportunidade de para além do rosto contar sua história. Uns já estão com o cérebro comprometido. Mas…
Se até o meu está! E não usei essas coisas que se usa pra sair daqui pelo menos por frações de segundos! O mito da droga barata e do vício instantâneo que o um Dr. Americano quebrou, o que faz alguém querer sair e se manter escapando é sempre a dor!
-deixando-me, pedaços meus de uma mente que pensa muito e por vezes falou de menos!
No haber aprendido a poner límites me está costando lágrimas.
Es tan difícil.
-XcatX
Muitas pessoas que procuram um psicólogo, ou mesmo aquelas que conversam comigo sem saber que sou um, compartilham uma característica marcante: uma crueldade implacável contra si mesmas. Essa autoagressão, muitas vezes inconsciente, as leva a carregar culpas, medos e inseguranças que não lhes pertencem de fato. Essa observação me remete a um pensamento de Zygmunt Bauman, em que ele destaca que, frequentemente, as pessoas que têm medo da noite são justamente aquelas que não a exploram.
Este fenômeno pode ser interpretado como um reflexo de como lidamos com nossos próprios medos e inseguranças internas. Evitamos confrontar ou entender essas sombras, aumentando o poder que elas têm sobre nós. É como se vivêssemos em um constante estado de alerta, temendo um perigo que, na maioria das vezes, está dentro de nós.
O passo crucial nesse processo de autocura é o perdão. Perdoar-se não significa negar ou desculpar erros, mas sim reconhecer que somos seres em constante aprendizado e evolução. A autocompaixão é um caminho para aliviar as cargas que nos impomos, permitindo que vejamos nossas falhas e medos sob uma luz mais compreensiva e menos punitiva.
Esse ato de perdão é, em muitos aspectos, um ato de liberação. Ele permite que nos libertemos das correntes do autojulgamento e da autopunição, abrindo espaço para uma vida mais plena e equilibrada. Como Bauman sutilmente sugere, enfrentar nossas "noites" internas pode ser assustador, mas é somente através dessa coragem que podemos dissipar os medos e encontrar a paz que tanto buscamos.
Todo es aprendizaje.