Christ’s appearance to his disciples.
Aparición de Cristo a los apóstoles.
Oil on canvas.
Óleo sobre tema.
40*50 cm.
2026.

seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from Saudi Arabia

seen from United States
seen from United States

seen from United States
seen from Singapore
seen from Canada
seen from United States
seen from United States
seen from Germany
seen from United States
seen from United States
seen from Thailand
seen from United States
seen from United States
seen from United States

seen from Canada

seen from New Zealand
Christ’s appearance to his disciples.
Aparición de Cristo a los apóstoles.
Oil on canvas.
Óleo sobre tema.
40*50 cm.
2026.
«Nacemos débiles, tenemos necesidad de fuerza; nacemos desprovistos de todo, tenemos necesidad de asistencia; nacemos estúpidos, tenemos necesidad de juicio. Todo lo que nosotros no poseemos por nuestro nacimiento y de lo que tenemos gran necesidad al ser mayores, nos es dado por la educación.
Esta educación nos viene de la naturaleza, o de los hombres o de las cosas. El desarrollo interno de nuestras facultades y de nuestros órganos es la educación de la naturaleza; el uso que se nos enseña a hacer de este desarrollo es la educación de los hombres; y la adquisición de nuestra propia experiencia sobre los objetos que nos afectan es la educación de las cosas.
Por tanto, cada uno de nosotros está formado por tres clases de maestros. El discípulo en el que sus diversas lecciones se contraríen está mal educado y jamás estará de acuerdo consigo mismo; aquel en el que ellas caigan todas en los mismos puntos, y tiendan a idénticos fines, camina sólo a su objetivo y vive consecuentemente. Éste es el único bien educado.»
J. J. Rousseau: Emilio o De la educación. Editorial EDAF, S. A., págs. 36-37. Madrid, 1985.
TGO
@bocadosdefilosofia
@dias-de-la-ira-1
Si alguien quiere ser mi discípulo, que se niegue a sí mismo, lleve su cruz cada día y me siga— Lucas 9:23
Vamos parar pra pensar sobre vontade própria... Cristo afirma que o Seu discípulo é reconhecido pela cruz que ele carrega, a qual não é uma enfermidade, um sofrimento, ou uma circunstância da vida que lhe cause dor, mas, sim, uma conduta constante de mortificação do eu, de suas próprias vontades para que somente a vontade de Cristo seja realizada em sua vida (Mateus 10:37-39). Devemos ficar atentos para não cairmos no grave erro de pensarmos que nossos sofrimentos por causa de Cristo é que nos garantem a vida eterna. O único sacrifício que nos garante essa bem-aventurança é o de Cristo somente. Contudo, aqueles que são realmente discípulos de Cristo terão imenso prazer, mesmo em meio aos sofrimentos decorrentes da abnegação por amor a Cristo, pois, como disse o salmista “agrada-me fazer a tua vontade, ó Deus meu; dentro do meu coração, está a tua lei” (Sl 40.8). O discípulo de Cristo precisa entender que nem a sua própria vida lhe é mais valiosa do que Cristo, e, por isso mesmo, aquele que desiste de sua própria vontade para fazer somente a vontade de Cristo nesta vida, ainda que pareça ser uma perca irreparável aos olhos do mundo, haverá de ser recompensado na Glória Eterna. Rev. Olivar Alves Pereira
Quem discipula não o faz só com ensino, mas também com procedimento, fé, intenção e integridade.
- Pr. Luiz Hermínio
Que vocês possam ver e conhecer mais quem foi Judas, e que pecado ele cometeu, que sentimento que o levou a trair Jesus, que possamos ver e reconhecer o perdão de Deus em nossas vidas e nos permitir um recomeço agora ao lado de Deus.
“De fato, vocês se tornaram nossos imitadores e do Senhor, pois, apesar de muito sofrimento, receberam a palavra com alegria que vem do Espírito Santo”. 1 Tessalonicenses 1:6
Luo Binghe from Sizhun.
By: me