Vamos parar pra pensar sobre vontade própria... Cristo afirma que o Seu discípulo é reconhecido pela cruz que ele carrega, a qual não é uma enfermidade, um sofrimento, ou uma circunstância da vida que lhe cause dor, mas, sim, uma conduta constante de mortificação do eu, de suas próprias vontades para que somente a vontade de Cristo seja realizada em sua vida (Mateus 10:37-39). Devemos ficar atentos para não cairmos no grave erro de pensarmos que nossos sofrimentos por causa de Cristo é que nos garantem a vida eterna. O único sacrifício que nos garante essa bem-aventurança é o de Cristo somente. Contudo, aqueles que são realmente discípulos de Cristo terão imenso prazer, mesmo em meio aos sofrimentos decorrentes da abnegação por amor a Cristo, pois, como disse o salmista “agrada-me fazer a tua vontade, ó Deus meu; dentro do meu coração, está a tua lei” (Sl 40.8). O discípulo de Cristo precisa entender que nem a sua própria vida lhe é mais valiosa do que Cristo, e, por isso mesmo, aquele que desiste de sua própria vontade para fazer somente a vontade de Cristo nesta vida, ainda que pareça ser uma perca irreparável aos olhos do mundo, haverá de ser recompensado na Glória Eterna. Rev. Olivar Alves Pereira















