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"Conociendo el pub local" / "Getting to know the local pub"
Um Bar Qualquer e o Peso de Continuar
A primeira esquina sempre parece ser a mais promissora quando o peso do mundo está esmagando o peito. Foi por isso que parei ali, um bar qualquer, daqueles com azulejos desgastados nas paredes e uma jukebox que ninguém mais usava, exceto talvez algum bêbado nostálgico. A luz amarelada, quase fraca demais para iluminar as mesas de madeira lascada, parecia um refúgio.
Sentei no balcão, porque mesas pedem companhia, e eu não queria fingir sorrisos para ninguém. Uma mulher no canto me olhou de soslaio, talvez imaginando se eu era mais uma alma perdida ou apenas alguém que se perdeu no caminho para outro lugar.
O garçom trouxe a cerveja sem que eu precisasse pedir, como se houvesse um acordo silencioso entre quem trabalha em bares e quem chega com aquele olhar vazio. Dei o primeiro gole, esperando que servisse de borracha, não para apagar o que aconteceu, mas ao menos para desfocar as bordas da lembrança. Porque o amor dói, e isso eu já sabia. Mas nunca me disseram que a vida podia doer do mesmo jeito, só que sem a delicadeza de ser doce antes de despedaçar a alma.
Encerrei a cerveja com um certo desespero, como se quisesse que aquele bar qualquer me desse uma resposta que eu sabia que não viria. O garçom me olhou de longe, talvez esperando que eu pedisse outra. Não pedi. Apenas deixei algumas notas amassadas na mesa e me levantei, sentindo o peso dos meus próprios passos.
Lá fora, a cidade continuava a mesma, indiferente. As pessoas passavam apressadas, carregando suas próprias dores, suas próprias escolhas ruins, seus próprios sonhos que nunca saíram do papel. Por um momento, senti que estava exatamente onde deveria estar: no meio do caos, tentando encontrar algo que pudesse fazer sentido.
Saí do bar com a certeza de que nada tinha mudado, exceto talvez a maneira como eu via as coisas. Porque, no fim, é isso que nos resta: Continuar, mesmo que a vida nos leve a lugares que nunca planejamos estar. E talvez, só talvez, seja exatamente isso que nos faz tão incrivelmente humanos.
Hay días interminables. Días en que el silencio escucha el eco sin sentido de un soñar que se deshace poco a poco, tratando de absorber el amor que las estrellas derraman por las paredes del corazón.
Pero he venido a esta esquina a escribirte, a que oigas, en este murmullo silencioso que nos envuelve, las cuatro palabras que atan mi existencia a la tuya: solo somos ese instante. Ninguno más. Solo ese.
Buenas noches con amor
El amor está a la vuelta de la esquina
Ángeles desterrados -Anabel Botella
corner la esquina
Imagine an Eskimo leaning against the traffic sign in front of the corner shop, just chilling, enjoying an ice cream. ^1
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