La mano de diós dises Adiós
Aos uísque vencido de rainha
Crucifique-a em encruzilhadas por simpatia
À um novo embate entre o leão e a batina de pérolas
Cadavérica festa
Em que minha carne embriagada seja embargo
Ao primeiro verme que ousar roer-me
A ovelha exemplar merece o corporis infirmum imaculado
A síndrome de Geisel
Explanara o amor a primeira vista,
Alguns torcicolos e o espasmo de pranto
E o arquétipo com filhos do rock
Fomentam-se tão católicos os seus amantes
Que atuavam como autores
Quiçá, termo universal de verdade absoluta
Porém, vim dizer-te que serás conhecido como fetiche do hedonismo
O bares tem cheiro de sangue
Os estabelecimentos fecham em luto
A bala triste desculpa-se com a mãe em prantos
O autor da guerra caminha em psicodelia e heroísmo
Dançaram com espantalhos na Vinte e Cinco De Março
À sonhar com vistas paradisíacas da Nove de Julho
Ora, pobre Paulista, tua regência lhe garantirá
A orla de Isabel que és, onde novamente a querida rainha dá as caras
Dissidente dos retalhos de teu dente
Vós declaro, nacionalismo de primeira instância
Em braços dados com escamas de botos multicolores
Pois, suas espinhas dorsais serviram ao propósito da rinha
As rosas poderão desparecer
Cabral dissecado no jardim
Suas costelas eram prazos de pássaros
Venhas beber do amargo descobrimento, enquanto estudam-te o hábito de consumo...