Wow! That's quite the Upgrade.
Get the whole story of Black Manta HERE.
seen from Russia
seen from United States

seen from United States
seen from Australia
seen from Canada
seen from United States
seen from South Korea
seen from China
seen from Russia

seen from United States

seen from Pakistan
seen from United States
seen from United Kingdom
seen from Pakistan

seen from United Kingdom

seen from Germany
seen from Poland
seen from United States
seen from Croatia

seen from South Africa
Wow! That's quite the Upgrade.
Get the whole story of Black Manta HERE.
Takamatsuzuka: o kofun circular com um mapa astronômico na vila de Asuka em Nara
Estive também pela segunda vez no monte funerário de Takamatsuzuka (que em japonês significa “Monte de enterro antigo de pinheiros altos”), um antigo túmulo (kofun) circular de duas camadas na vila de Asuka, dentro do Parque Histórico Nacional e Governamental de Asuka, na província de Nara, a capital do Japão durante o século 8.
Descoberta acidentalmente por um fazendeiro local na década de 1960 quando cavava um buraco para armazenar raízes de gengibre, a tumba de Takamatsuzuka foi construída em algum momento entre o final do século 7 e o início do século 8, dentro, portanto, do chamado período Asuka (de 538 a 710 d.C. ou 596 a 645 d.C.), que recebeu esse nome justamente da região de Asuka, a cerca de 25 quilômetros ao sul da atual cidade de Nara.
O período Asuka ficou marcado pelas suas significativas transformações sociais e políticas, pelo vicejamento das belas artes e da arquitetura, e por ter sido bastante influenciado pela chegada do budismo da China através da Península Coreana – os estudiosos sabem há muito tempo que o Japão antigo emprestou grande parte de sua filosofia, religião e tecnologia da China e da Coreia. Foi no período Asuka que o país mudou de nome de Wa (Yamato) para Nihon (Japão) e a filosofia de Confúcio se tornou predominante.
O kofun de Takamatsuzuka, com seus cerca de 5 metros de altura, uma camada inferior com 23 metros de diâmetro e uma superior com 18 metros de diâmetro, atualmente recoberto de grama, foi erigido com camadas alternadas de argila e areia.
Escavado na década de 1970 por uma equipe liderada pelo arqueólogo natural de Asuka, Aboshi Yoshinori (1927-2006), professor associado da Universidade de Kansai e pesquisador do Instituto Arqueológico de Kashihara em Nara, finas pinturas ricamente coloridas foram desveladas nas paredes de gesso da câmera funerária em 1972 e logo viraram uma sensação. Designadas como Tesouros Nacionais, a fim de protegê-las a tumba foi selada e somente se pode ver réplicas no vizinho Museu Mural Takamatsuzuka, construído especialmente para exibir as reproduções dos afrescos em larga escala da cripta, juntamente com vários artigos funerários, como um caixão de madeira lacado (medindo 199,5 cm de comprimento por 58 cm de largura), pregos de metal, um ornamento de florais de bronze e um espelho chinês da dinastia Tang. Alguns ossos também foram encontrados, e as análises atestaram que pertenciam a um homem em idade madura.
Não se sabe exatamente para quem o kofun Takamatsuzuka foi construído ou quem foi ali enterrado, já que foi saqueado, mas as decorações sugerem que teria sido para um membro da família real japonesa ou para um nobre de alto escalão, provavelmente para o príncipe Osakabe no Miko (data de nascimento desconhecido e falecido em 705), o nono filho do imperador Tenmu (631-686), o 40º Imperador do Japão (a partir de 672). Osakabe no Miko que ajudou a escrever o Código de Taihō em 681 d.C.), ao lado de Fujiwara no Fuhito. O Código foi essencialmente uma reorganização administrativa, que serviu como base para a estruturação governamental do Japão durante vários séculos. Especula-se ainda que pode ter sido na verdade o túmulo para o filho do último rei de Baekje, ou ainda para Isonokami Ason Maro (640-717), um importante oficial e parte do clã Mononobe.
Há quatro espíritos guardiões guardando as quatro direções pintados nas paredes da cripta, algo um tanto comum em túmulos desse período encontrados na China e na Coreia. Estes são Genbu, uma tartaruga-cobra preta no norte (Black Tortoise), Suzaku, um pássaro vermelho no sul (Vermilion Bird), Seiryu, um dragão azul no leste (Azure Dragon), e Byakko, um tigre branco no oeste (White Tiger).
As referências astronômicas são nítidas. Vêem-se imagens do sol (na parede leste), da lua (na parede ocidental) e de constelações (no teto). A imagem do sol está coberta de folhas de ouro e a imagem da lua, de folhas de prata. O mapa astronômico no teto da câmara de pedra de Takamatsuzuka foi afixado com círculos uniformes cortados de uma folha grossa de ouro para representar as estrelas, conectadas com linhas vermelhas para incluir constelações.
Na China antiga, o céu estrelado, que se move regularmente com o pólo celeste como centro, era considerado uma nação centrada no imperador. No centro da hoshijuku (constelação), está desenhado o “Recinto Proibido Púrpura”, que era considerado o lugar onde o imperador vivia na China antiga. É um grupo de constelações que não desaparece, com a Estrela do Norte no meio, em representação a figura do imperador. À noite, se você olhar para o céu ao norte de Takamatsuzuka da Praça Hoshijuku, poderá ver as várias constelações girando em torno da Estrela do Norte, bem na direção do topo do kofun, assim como as pessoas do período Asuka a viam!
Em cada caso, os desenhos foram feitos através de um processo de primeiro cobrir a superfície da pedra com gesso e, em seguida, desenhar os contornos preliminares com tinta fina, seguidos de uma coloração brilhante em azul, vermelho e verde, etc.
Desses murais emergem uma impressão vívida da cultura e da história japonesa daquele tempo: grupos de figuras humanas (quatro homens e, separadamente, quatro mulheres) da corte, ricamente vestidas com mantos coloridos no estilo Goguryeo (um dos Três Reinos da Coreia, juntamente com Paekche ou Baekje e Silla). As mulheres são vistas segurando leques, prendedores de cabelo e cetros, enquanto os homens seguram guarda-sóis de seda (kinugasa) de cabo longo, uma espada, uma lança, uma cadeira e um gitchō (item semelhante a um taco de hóquei). A mulher vestida de vermelho e carregando um cajado é chamada de “Asuka Bijiin“, ou “Beleza de Asuka”.
O povo de Asuka estabeleceu as fundações do Japão como um estado-nação, adotando as mais recentes influências culturais por meio de trocas com as nações do leste asiático. Os muitos túmulos, templos e estruturas de pedra restantes na área atestam a força dessas influências. O estilo Asuka incorporado pelos templos da cidade e pelas esculturas budistas, representa a base sobre a qual a cultura japonesa foi construída.
Um lugar de rica história e beleza natural, Asuka, centro político, econômico e cultural do país por cerca de um século, cercado pelos inúmeros palácios e templos budistas,é merecidamente conhecido como o lar espiritual do povo japonês.
Muito mais se poderia saber sobre os kofuns do Japão se a Agência Imperial do Japão, que controla rigorosamente a investigação dos mesmos, permitisse o acesso de mais arqueólogos e pesquisadores, sem os inconvenientes de praxe, alegadamente para preservar a santidade e a integridade dos locais. Pensemos no quanto ainda subjaz enterrado à espera de finalmente ser conhecido, aspectos de uma civilização tão avançada que nos deixa estupefatos.
Há um paralelismo transcontinental inegável entre o monte circular de Takamatsuzuka e as mamoas ou tumulus, o montículo artificial circular ou oval que cobre as câmaras dolmênicas europeias. Essas tanto podem ser de terra, revestida por uma couraça de pequenas pedras imbricadas, ou ser apenas constituída por pedras, sendo então designada usualmente por cairn, do escocês càrn (que se pronuncia ‘kern’). Na Escócia, os cairn encontram-se sobretudo sobre relevos de terreno e no alto das montanhas. E, como existe o costume de transportar uma pedra até ao alto da colina para a colocar sobre eles, estes vão ficando cada vez mais altos. Um ditado antigo escocês diz “Cuiridh mi clach air do chàrn”, ou seja “Colocarei uma pedra sobre o teu cairn”. É interessante que ainda hoje há uma tradição judia que recomenda que se ponham pequenas pedras em cima de um túmulo que se visite.
As mamoas (nome dado pelos romanos quando da sua chegada à Península Ibérica, que chamaram de mammulas a estes monumentos, pela sua semelhança com o seio de uma mulher), tinham a finalidade de esconder e proteger o dólmen ou a sepultura, recobrindo-o completamente e conferindo-lhe, ao mesmo tempo, maior monumentalidade. O dólmen, sob uma colina artificial (a mamoa), afigurava-se como um “útero” abrigado do olhar, onde se colocavam relíquias “no seio da terra”. Em termos de significação simbólica, essa deposição era como que um regresso de um humano ao útero do ventre materno da Terra Mãe.
As mamoas eram estruturas de tamanho variável, podendo atingir quarenta metros, e que tapavam completamente a câmara e o corredor, quando este existia. É possível que tivesse também, em certos casos, proporcionado um plano inclinado para o transporte da tampa da câmara até a sua posição definitiva.
A técnica de construção das mamoas demonstra geralmente uma hábil solução arquitetônica feita para durar, sem usar argamassa. Encontram-se pedras especialmente cortadas para melhor se inserirem no espaço que preenchem e interstícios preenchidos por pequenas pedras angulosas, partidas intencionalmente, para reforçar a estrutura.
Estas sepulturas megalíticas monumentais eram destinadas a abrigar antepassados importantes e não pessoas comuns, com cada grupo correspondendo aos antepassados míticos de uma determinada família ou linhagem.
Assista ao vídeo que fiz no local no meu canal no YouTube:
I love Jason from the good place so much. When people in the future ask me where my name comes from I'm gonna say him. Hes just such a fucking moron. An idiot. A beautiful fool hes me without anxiety or impulse control, a dumbass,,
Jason Momoa Lockscreens & Wallpapers
This was supposed to be a quick, minimal sketch with light shading. Close enough (definitely didn't take days on it or anything)
Another Mamoa Aquaman sketch cover commission.