Felicitas, fizera-me automobilístico Doei-me à vitrine de acontecimentos Como labuta, arrancavam-me o estômago Deslizando cimento em enxertos O sal do mar Escorre em maresias de paulista Vívido espinho colecionara Anéis e brincos em oferenda aos amores Desamor e rancor Rimando em outros poemas Como bolsos e bênçãos Para que a cozinha o sirva em outros almoços Admira um dos dez reinos no dorso E alguns sóis na vista Vestindo-se de incompleto Apenas para divagar-se entre virtudes e abelhas Feriado embaralhado Contra o feitiço estético Assoprando louvores aos meus ouvidos Por paixão induzida, escolha o meu insulto O amor áspero traga-me em voz alta No correr do dia suspenso em acento circunflexo Intimo-me em outro risco, atravesso-te as vidas sem pedir perdão Lamento, mesmo derretido, tive o vício de ser subversivo O céu lastimara outra de minhas quedas Sabidos de minha notória desistência Estaria a um passo mais distante de seus anjos Pois o óleo atravessa a pureza homogênea da água Justiça, teu transtornos tragicômicos Influenciam-me ao delírio de outros sóis Menos apáticos e despir-me sob a virose que propagas Prendam-no, pois o mesmo não me dera bom dia...
Futuro-Fortaleza-Fortificante, Pierrot Ruivo











