ᥕᥱᥣᥴomᥱ ⋆ 𝗆𝗒 u͟n͟i͟v͟e͟r͟s͟e͟!
sobre o blog ⋆ lista de leitura ⋆ sobre mim
Today's Document

Kiana Khansmith
ojovivo
Lint Roller? I Barely Know Her
Jules of Nature

Kaledo Art

oozey mess
Monterey Bay Aquarium
No title available
d e v o n
KIROKAZE
he wasn't even looking at me and he found me

No title available
No title available
Sade Olutola
dirt enthusiast
Misplaced Lens Cap
No title available
YOU ARE THE REASON

Janaina Medeiros
seen from Canada

seen from Spain
seen from Brazil
seen from Greece

seen from India
seen from United States

seen from Argentina
seen from United States
seen from United States

seen from United States
seen from United Kingdom
seen from United States
seen from United States
seen from Iraq
seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States

seen from United States
seen from United States
@wolvesland
ᥕᥱᥣᥴomᥱ ⋆ 𝗆𝗒 u͟n͟i͟v͟e͟r͟s͟e͟!
sobre o blog ⋆ lista de leitura ⋆ sobre mim
✶ 𝗠𝗨𝗟𝗛𝗘𝗥 𝗠𝗔𝗥𝗔𝗩𝗜𝗟𝗛𝗔
kim taehyung x fem!reader
warnings: pegação, sugestivo, br!au, em fevereiroooo tem carnaval
𝄞 mulher maravilha · dada boladão
O CARNAVAL era sua época preferida no ano, você contava os dias depois de cada fevereiro, ansiosa pra chegar logo no feriadão que animava o Brasil inteiro.
e você aproveitava muito a data.
o grupo que usava pra combinar os amigos chocolates, você transformava em lugar pra trocar idéias sobre rolês, fantasias, os melhores bloquinhos pra ir.
cada lojinha que passava, seria um ponto onde você iria entrar e verificar se havia ali algum adereço que você não tinha visto, uma roupa que podia compor sua fantasia.
você amava toda aquela preparação, te fazia sentir viva.
e dessa vez, não seria diferente.
já havia combinado com suas amigas a fantasia dos três dias que iriam, cada uma vestida de uma super-heroina que curtia
você havia escolhido a mulher maravilha, que apesar de ser um clichê dos carnavais, não perdia a graça, principalmente quando bem feito
e você sempre seguia o lema:
se é clichê, é porque é bom.
havia algo especial em sair junto com suas colegas por aí, procurando bloquinhos, parando em quiosques e pegando qualquer drink pra molhar a garganta, você só curtia e aquilo era mais do que o suficiente pra te fazer se sentir totalmente feliz.
❝ amiga, tá vendo aquele menino ali, dos olhos puxadinhos? ❞ — aquele foi o primeiro momento em que você olhou pra ele, e mais tarde agradeceria sua amiga por aquela observação
❝ sei bixa, o de ladrão? que que tem? ❞
❝ não para de te encarar.. parece que vai sair raio laser dos olhos dele ❞ — você riu, simplesmente riu porque achou graça da forma como sua amiga fazia tudo parecer mais engraçado
mas, deixando de lado o humor, você havia se sentido observada, e não era atoa
aquele "menino dos olhos puxadinhos" realmente te secava como se você fosse a mulher maravilha de verdade, ali, em carne e osso.
e talvez, você realmente fosse.
vamos lá, digamos que seu amor pelo carnaval te dava um ânimo a mais pra se dedicar na sua fantasia
e isso significava que qualquer detalhe "tosco" que podia deixar sua fantasia cômica, simplesmente não existia.
isso fazia com que aquele ladrãozinho simples, com uma boina preta, uma blusa branca com listas pretas, calças segundo o mesmo padrão, e uma máscara fajuta cobrindo um pouco do rosto, ficasse encantado com aquela sua fantasia
não só com a fantasia em si, obviamente
você estava muito gostosa com aquela roupa, o suficiente pra fazê-lo não tirar os olhos de você nem quando um dos colegas dele o cutucou querendo saber o porque de não estar bebendo mais de sua cerveja.
❝ irmão.. eu quero a mulher maravilha ❞ — ele afirmou, nem olhando pro rosto do seu colega.
❝ aquela ali? eu tô de olho naquela amiguinha dela, vestida de estelar, que mina! ❞ aquela altura, o menino se encontrava falando sozinho, pois o ladrãozinho fajuto se esgueirava pela multidão, se esforçando pra não te perder de vista
e quando ele finalmente chegou perto o suficiente de você, só conseguiu abrir um sorriso quando sentiu o cheirinho delicioso que você deixava no ar.
❝ a liga da justiça tá na minha casa, agora não tem mais saída! ❞ — ele te ouviu cantar junto da multidão, e por mais alto que estivesse o som, ele só conseguia escutar o barulho do coração batendo mais forte
e quando você se virou, e ficou cara a cara com ele, ele perdeu o fôlego
com certeza você era mais linda ainda de perto
e quando você abriu um sorriso charmoso, jogando o cabelo de lado, céus, ele quase desmaiou
❝ oi, bandidão! ❞ — você chegou no ouvido dele pra coneguir falar, e ele achou graça do tom que você usou
❝ oi! ❞ — foi tudo que conseguiu responder, se perguntando se seria demais falar que queria muito ficar com você
mas quando você se inclinou mais pra frente, sorrindo calma, ele perdeu o medo
❝ tava te vendo lá do outro lado, te achei mó gata, queria saber se não rola uns beijinhos ❞ — ele falava sorrindo, te deixando cada vez mais envolvida no papo dele, mesmo que com poucas palavras
❝ claro! te achei bonitinho também ❞
e só com isso, vocês foram parar numa contenção que havia ali perto
ele puxando sua cintura pra mais perto, se é que era possível, enquanto suas línguas batalhavam por um comando naquele beijo
cada vez que ele passava a mão na sua nuca, você se sentia mais entregue a ele
e quando você arfava baixinho durante os beijos, ele sentia o chão sumir
de qualquer forma, quando ele te chamou pra colar no barraco dele, que ficava ali pertinho, você só avisou sua amiga e foi
com certeza, não era a primeira vez que ficava com um carinha num carnaval
mas era a primeira vez que a mulher maravilha ia foder com um bandidão
៹taglist: @claraa777, @trulieber, @marsplath, @asfuckjuzzz, @quokkaine, @acucaradc, @nenethatgurlll, @haomywife, @scoupsjor, @riivkau, @ijustneedsomespacesblog, @twilliqhhts, @gigirassol-i, @sensooazie, @toryasb, @cheolsky, @gabzsun, @sailouu, @gyusju, @ifwallscouldtalk2, @ckwzy, @chwemiz, @valiantcascadestarlight, @bloozymoon, @hanniecoffee
─── 𝐄𝐃𝐆𝐄𝐋𝐎𝐑𝐃
→ Park Jimin x Leitora
→ Palavras: 2K
→ Sinopse: Ele para de beijar no final da trilha, tão perto do seu centro que você consegue sentir um calor na bochecha.
AVISOS: smut, algemas, provocações, cunilíngua, masturbação, sexo anal, sexo oral, controle da ejaculação, superestimulação, squirting.
📌 masterlist
© all rights reserved by @jjksblackgf
© tradução (pt/br) by @wolvesland
you can't resist it
sorry se não ficar bom, ainda estou aprimorando meus talentos em smut.
Changbin estava a exatos 10h seguidas trancado naquele estúdio, apenas tirava minutos de descanso comendo uma coisinha ou outra, mas ele sentia na obrigação de terminar aquela música para o bangchan.
Enquanto isso s/n estava em casa esperando o namorado que não chegava nunca, estava pensando em convidar ele para fazerem um jantar juntos e depois assistirem um filme, mas parecia que ele não voltaria mais para casa.
S/n não aguentou mais ficar sentado(a) mexendo no celular e esperando, levantou e decidiu ir na empresa do mesmo para ver se poderia ajudar em algo.
___
Bateu na porta do lugar umas duas vezes e escutou alguém pediu para entrar, quando deu o primeiro passo dentro, encontrou o menino com uma expressão de frustrado e cansado ao mesmo tempo, ele olhou para você e deu sorriso animadinho. Foi em direção do namorado e sentou no colo dele, deu um abraço e comentou sobre ele estar demorando para ir para casa.
Changbin sabia que não estava sendo muito presente nos últimos dias e sentia culpa por isso, você sempre foi tão compreensivo(a) com suas obrigações como artistas, nunca cobrou atenção dele, e ele sentia medo de você acabar se acostumando com essa distância e não sentir mais nada de amor.
O rapper contou sobre como seu bloqueio criativo estava dificultando uma composição que precisava deixar pronto para amanhã, não queria incomodar o chan do dia de descanso dele.
Enquanto o menino falava a frustação, você decidiu ajudar a “abrir” a mente dele, uma inspiração, então foi concordando com tudo falava e desbotoando a camisa dele, o mesmo já tinha parado de falar e estava com uma cara de confuso.
- Pode continuar, amor, quero escutar tudo - ele riu pelo nariz e deu de ombros, continuando a falar o que estava bloqueando a mente dele.
Quando abriu a camisa de botões, começou a dar uns beijos no peitoral malhado dele, foi subindo para o pescoço, chupões, até que olhou para ele concordando com o que fala e depois calou a boca com um beijo.
Minutos depois já estavam deitados no sofá do estúdio, changbin só de cueca e você com uma camiseta, em cima do colo dele, foi rebolando enquanto olhava nos olhos do mesmo, não deixou tocar você, pediu para ficar com braços retos e apenas observar.
- Sabe chagbin, fico impressionado(a) que você não consegui resistir a mim, nenhum por um segundo, posso estar simplesmente estar passando do seu lado e ainda assim não consegui manter suas mãos no seu corpo. - falou enquanto pegava o pênis dele e descia em cima, suas intimidade começou a apertar com envolta dele, e os dois gemeram.
- E seu ego não fica gigante quando percebi a minha submissão a você? - ele falou gemendo, não aguentando mais ficar com a mão reta, pegou na sua cintura e começou a mexer o quadril.
- É óbvio que sim, eu sempre soube que era tentação, mas você consegui me fazer me sentir mil vezes mais gostoso(a). - falou com um sorriso malicioso, subindo e descendo no colo dele, segurou a mão dele na sua cintura e pediu para ir mais rápido que conseguisse.
Nunca tinha visto tamanha velocidade, changbin batia com força e vontade, o barulho de seus corpo se batendo era alto, se alguém passasse no corredor com certeza escutaria, mas ele precisava daquele momento, todo o prazer físico se misturava com ideias enlouquecedoras na sua mente, um desbloqueio criativo surreal, tudo misturado com prazer.
Changbin deu mais algumas estocadas e os dois gozaram juntos, nem esconderam o prazer e gemeram alto. Caiu no peito do rapper cansada e comentou sobre a resistência dele parecer maior com o tempo, ele riu fraco e levantou rápido, se vestiu e disse que você tinha dado uma ideia avassaladora para ele.
Foi assim que nasceu Charmer.
meu propósito. — min yoongi.
avisos. dirty talk, creampie, gravidez planejada (acho chique).
A cólica fazia com que você perdesse a fome. Antes, o cheirinho de bulgogi que fazia seu estômago roncar, agora não te apetecia tanto. Você odiava com todas as forças aquela época do mês. Ainda mais — principalmente, quando calhava de mesclar com os dias em que Yoongi estava em casa.
Pelo menos ele podia te mimar.
Era isso que ele estava fazendo naquele momento, — deitado na cama, com você confortavelmente deitada no peitoral dele, ambos assistindo um filme de romance de época, enroscados na coberta.
Tang estava aos seus pés, tirando um cochilo preguiçoso. Você estava quase tomando o mesmo rumo que o gatinho, os olhos se fechando vagarosamente, mas a voz do moreno chama sua atenção. Você sobe o olhar, o encontrando como costuma: os cabelos cumpridos e negros caindo por seu rosto, as feições cansadas e sonolentas ali, enfeitando as bochechas gordinhas e saudáveis.
“Hm?”, você responde ao chamado, ele parece pensativo, o que acende uma luz em seu espírito curioso.
“Sabia que Namjoon e a namorada estão tentando engravidar?”, diz, despretensiosamente, aguardando uma reação sua.
“Sério? Que legal, Yoon. Fico feliz por eles, o Namjoon sempre quis ser pai.”, você sorri fraquinho, ele sorri também, mas há algo diferente ali. Você franze o cenho, antes mesmo de perguntar se havia algo errado, ele expõe:
“Acho que… Poderíamos tentar também, o que acha? Estamos juntos há anos, a vida anda mais tranquila com o fim da turnê, já cumpri o alistamento, e… Parece tudo tão certo, tão perfeito pra… Finalmente termos um bebê.”, ele diz. As bochechas alvas ruborizando levemente.
Yoongi estava te pedindo pra terem um filho.
Um filho.
“Yoon…”
“Se você achar que ainda não é o momento, tá tudo bem. Se você também achar que talvez nunca chegue esse momento, tudo bem também. Eu te amo e vou respeitar qualquer decisão sua. Só achei que seria bom você saber que… Se você quiser, eu tô preparado. E… Parece uma ideia muito boa ser pai.”, você sorri de levinho, quase tímida, pelo respeito e consideração dele por você.
Já haviam conversado sobre filhos há um tempo atrás, mas na época ainda parecia inviável. Mas naquele momento, Yoongi com 33 anos, você com a idade próxima, a vida mas pacata e ajustada, realmente parecia um bom momento.
Aquecia seu coração pensar que Yoongi imaginou uma família com você. Aquecia mais ainda imaginar um bebê em seus braços com a mesma características de seu amor.
“Eu quero.”, você murmura. “Acho que é o momento perfeito pra termos um bebê. Por mim, podemos começar a tentar.”
Ele nada diz por alguns segundos. O silêncio parece abraçar o momento, servindo apenas para reafirmar os desejos um do outro. O de Yoongi, com o coração transbordando, te imaginando gerando o bebê dele, e o seu, o imaginando como pai.
Os dias seguintes foram leves. Nenhuma correria, pressão, ou milhares de exames buscando pontuar quando seria o melhor dia para que você engravidasse. Não transavam apenas quando você estava ovulando, não era feito apenas com a intenção de gerar uma criança, não era mecânico, e não parecia algo que faziam por obrigação.
Era amor.
Sentiam vontade constantemente, e quando viam, estavam entrelaçados, com Yoongi entre suas pernas, metendo devagarinho, te beijando, te amando, até que goze dentro, com aquele quentinho no coração — que afirmava que o real propósito era te amar, e fazer o amor transbordar a ponto de trazer ao mundo uma junção dos dois.
Mas ele não deixava de pesquisar. Assim como você mudou sua alimentação para uma mais saudável, e introduziu o ácido fólico à sua rotina, ele parou de beber, e de fumar, porque havia lido no google que isso garantia a boa qualidade do esperma.
E era apenas isso.
O foco de Suga era te deixar o mais tranquila possível, sem neura. Estava acompanhando de longe a pane de Namjoon, por estar há meses tentando sem sucesso, e não queria passar aquilo para você. Se fosse pra ser, seria.
E foi. Pelas contas futuras de vocês dois, havia sido no dia em que ele estava em casa, em um feriado prolongado. Não era um dia especial, não tinha flores pela casa, nem um jantar caríssimo esperando vocês.
Era apenas vocês dois, em um sofá enorme, cheio de cobertas e travesseiros, um filme passando na tv, a sala escurinha, e Tang na poltrona da frente.
Tudo havia começado com risos frouxos, implicâncias, até que seu quadril se remexesse por demais no lugar certo. Em segundos você estava virada para ele, os dois se beijando, e sua mão em um desce e sobe preguiçoso no pau do namorado. Yoongi soltava suspiros entre os beijos, o coração parecendo palpitar a cada vez que você adicionava uma pressão maior na base do membro, pertinho das bolas.
“Não… Não precisa tirar a calcinha. Eu coloco pro ladinho.”, ele murmura em seus lábios, quando sente o movimento de sua mão tentando retirar o próprio short de pijama.
E ele realmente embola para o lado seu short, socando todo seu comprimento em seguida. Era lento, quente, tão torturante que beirava o insuportável. Ele era delicioso, e sabia como fazer da maneira certa para te enlouquecer.
Sempre soube alcançar o lugar certo, no ritmo certo.
“Yoon…”
“Goza no meu pau, princesa. Faz isso por mim, hm? Pra eu gozar gostoso e quentinho dentro de você…”
“Continua…”
“Caralho, gostosa…”
Entre beijos, declarações sussurradas, e suor, ele te desmancha dentro de ti, com o rostinho escondido em seu pescoço, envergonhado por tamanha entrega.
De corpo, e alma.
Os primeiros sintomas não foram usuais. Na realidade, achava que era mais uma tpm. Os seios doloridos, cólicas leves… Até que o cansaço e a fadiga atacaram.
Antes mesmo de perceber o atraso na menstruação, os enjoos matinais chegaram. Leves ainda, o suficiente para te fazerem evitar o café da manhã por pelo menos uns trinta minutinhos após acordar; todos os dias.
Yoongi sentia que havia algo. Não sabia dizer o que, mas sentia algo diferente. Uma necessidade maior de cuidar, uma preocupação estranha.
Até que um dia, chegando do estúdio, ouviu seu choro. Correu até o banheiro, em desespero, e te encontrou sentadinha na tampa do vaso, com o rosto para o teto. Bochecha molhada, olhos vermelhos, lágrimas ainda escorrendo por ali.
“Amor…”, ele murmurou preocupado.
Mas você sorriu. De leve, mas sorriu. Não disse nada, apenas olhou para cima da pia onde ele não havia percebido que repousava não só um — mas três testes de gravidez. Positivos. Os três.
“Não brinca…”, ele murmura desacreditado, pega os testes encarando um por um, depois inspeciona você, e seu olhar meio sapeca, meio emocionado.
“Amor… Você… Tá grávida?”
Ele ainda parecia preocupado, o sorriso não veio de imediato. Queria saber o porquê você estava chorando, já com medo de você ter se arrependido da decisão. Se agachou em sua frente, absorvendo sua expressão confusa, e acariciando suas coxas desnudas.
“Você tá bem? Por que você chorou? Você tá feliz, princesa? Preocupada? Tá tudo bem, eu tô aqui…”, a calma na voz dele se fez presente, e você o encarava com ternura. Ele parecia genuinamente preocupado.
“Yoon… Eu chorei porque… Não sei, eu fiquei emocionada. Não tô preocupada, sei que vamos dar conta, e… Eu tô muito feliz. Não sabia que era possível amar alguém que você nem conhece ainda.”
E ali estava. O sorriso gengival que você tanto amava. Ele sorriu, sorriu grande. Mas o sorriso foi se desfazendo aos poucos, à medida em que ele abaixava a cabeça e deitava ela em sua coxas. Você entendeu o que estava acontecendo no primeiro soluço que fez o corpo dele tremelicar. Yoongi estava chorando.
“Eu vou ser pai. Meu Deus, meu filho tá aqui dentro, pequenininho, amor. Você fez de mim o homem mais feliz do mundo. Vocês são minha família.”
E desta vez, quando as lágrimas voltaram a cair de seu rosto, os culpados não eram os hormônios, mas sim o coração. Grato, por saber que havia feito a escolha certa. Amado a pessoa certa.
𝑺𝒐 𝑭𝒖𝒄𝒌𝒊𝒏𝒈 𝑩𝒊𝒈...
(taehyung x você)
⤷ Você era ambiciosa demais pra desistir, mesmo mal aguentando o tamanho dele.
⋆ 𐙚 ̊. Avisos: oral masc, size kink, gagging, dacrifilia, dirty talk, menção a sexo, conteúdo 18+.
⋆ 𐙚 ̊. Notas: I love my boyfriend♡
- Você é tão ambiciosa, amor. - Ele sorri ladino. Lambe os lábios, jogando a cabeça pra trás enquanto você tenta incansavelmente colocá-lo na garganta, mas não consegue. - Sempre querendo mais...Tsc. - Passa a língua nos dentes superiores, faminto. - Nem aguenta o meu tamanho.
Franze as sombrancelhas, irritada. Seus cílios já estavam molhados, pelas lágrimas insistentes. Abocanha a cabecinha inchada, deslizando pelo comprimento, mas engasga de novo. Taehyung ri, feito zombasse da sua situação. Então larga o pau rígido, balançando os ombros, pirracenta. A extensão era grande demais pra sua boquinha pequena, e suas mãozinhas mal se fechavam ao redor quando tentava punhetar.
- Fica assim não, meu amor - Ele coloca a mão na sua cabeça, como se te confortasse. - Coloca só até onde você aguentar. - Faz o que ele pede, mesmo contrariada. Coloca na boca somente até onde suporta. Chupa sem passar do limite imposto por si própria. Sem ser ambiciosa demais. - Isso... não precisa forçar, gatinha, ou vai acabar ficando sem voz.
O problema era que você queria que machucasse. Porra, queria engasgar todinha no pau grande de Taehyung. Tira da boca, apenas pra lamber a extensão, baba por todo ele. Taehyung grunhe, joga a cabeça pra trás no encosto do sofá. O peito subindo e descendo descontroladamente. As veias nos braços fortes completamente saltadas. Ele lambe os lábios, os mordendo em seguida, a olha como se estivesse prestes a devorar uma refeição. Sabia que quando quisesse, era só ligar pro Tae. Ele nunca deixava a menina dele esperando. Mas a menininha dele era tão insaciável, mal esperou ele passar pela porta do apartamento e já pulou encima dele, pedindo pra tê-lo na boquinha, com tanta manha.
- Tae...fode a minha boquinha? - Você pede, doce.
- Tem certeza? - Ah ele fica extasiado com o pedido. Sabe que não vai aguentar muito tempo e pedir pra parar, mas isso o deixa com tanto tesão. Você assente, deslizando a língua por toda a extensão. O corpo do maior treme. Poderia até não aguentar o seu tamanho, e nem mesmo conseguir engoli-lo sem forçar, mas mamava com vontade, sem passar dos limites. - Então a minha menininha quer que eu acabe com a garganta dela, hm?
- Ah...sim. - Geme, extasiada. - Deixa eu te babar todinho, Tae.
Taehyung geme. Desliza o dedo pelos seus lábios macios, a fazendo abrir a boca instintivamente. Acaricia a língua molhada com o dedão.
- Pôe a linguinha pra fora, pôe. - Arfa. - Faz isso pro seu Tae, hm?
Obedece. Ele segura a base do próprio pau, brilhando com sua saliva, as veias grossas pulsavam pela base, leva a cabeça rosada em sua direção, esfregando-se no músculo babadinho, delicioso. Taehyung solta o ar com força ao mesmo tempo em que bate a cabecinha na sua língua alguma vezes antes de enfiar-se por completo. Esfrega as perninhas, excitada e ansiosa. Podia sentir o tecido da calcinha encharcando.
- Vou foder essa boquinha gostosa. - Ele sussura, rouco. Sai quase por inteiro, apenas pra meter com mais força e ter o prazer de vê-la engasgar no cacete dele. Sentia as veias pulsarem e espasmar na sua língua. - E depois, vai sentar no meu pau até ele abaixar.
Droga...os olhinhos reviram em excitação.
A BELA VENCE O SABIO - TEN
“até o homem mais sábio foi reduzido a animal pela luxúria e artimanhas de uma mulher”
esse “conto” de Aristóteles e filis me deu essa idéia boba.
Já fazia dias em que você havia percebido a influência de Ten em Shotaro, o professor de dança do seu namorado tinha sido claro “você precisa se afastar um pouco "dela”, focar nos seus estudos e trabalho", e você conseguia ouvir a voz melodiosa de Ten sendo incisiva.
Chittaphon, como você preferia chamar, tinha a mania chata de meter-se onde não é chamado, com aquela máscara de bom profissional, aqueles belos olhos e a pose de bom moço conseguiu convencer Shotaro a fazer o que ele disse, se afastar de você.
Mas você era ardilosa, vingativa demais pra aceitar tal coisa, se Ten tinha Shotaro nas mãos, então você teria Chittaphon, faria o homem perceber que ninguém pode recusar você, nem o mais inteligente, nem o mais esforçado e muito menos o mais sábio.
E o plano se desenrolava da seguinte forma, naquele dia de sol escaldante você fez uma visita inocente a companhia de dança, vestiu aquela sainha jeans curtinha, um blusa transparente que não deixava tanto pra imaginação, os cabelos bem enrolados de babyliss e muito gloss de morango.
Através dos espelhos da sala Ten podia te observar, as pernas bonitas cruzadas apertadas, os olhos atentos nos movimentos do mesmo, a boca machucando o lábio inferior. Suor escorria das temporadas do homem, tentando a todo custo se manter focado no treino, Chittaphon não entendia bem o motivo da visita, nem mesmo era dia do treino de shotaro, e mesmo que fosse ele havia deixado claro que a sua presença não era bem vinda.
— achei que já que não posso ver Shotaro dançar, eu poderia vir aqui ver você – os seus lábios se curavam em um sorriso tímido — sabe eu sou interessada em dança. – faz charme, tentando convencer o mesmo.
Ten te observa, tentando te ler, ele sempre foi bom nisso, entretanto agora frente a frente com uma das mulheres mais bonitas que os olhos dele já viram, ele entendia o motivo da obsessão de Shotaro, ele entende que o mistério e o charme fazem parte dessa personalidade mística que prende.
— mas você tem que ficar quietinha, não pode me atrapalhar. – você fez sinal de zíper na boca, e ele não pode evitar sorrir com a sua ação, achando encantador seu jeitinho.
Por semanas a fio Chittaphon achou que fosse enlouquecer, a cada encontro as roupas diminuem, o gloss aumenta e a intimidade vem junto. Ten já não tinha mais tanta restrições, gostava dos seus comentários sobre as performances de dança dele, tinha um enorme e pecaminoso tesão em você, daqueles que nem mesmo ele conseguia explicar direito.
E no exato momento em que você entrou usando um vestidinho floral fresquinho com o biquinho dos mamilos marcando ele já sabia que seria o fim, não foi capaz de se concentrar em nenhum dos passos de dança, a atenção do homem estava voltada exclusivamente pra mulher que o observava.
— você parece distante – você alertou, chegando pelas costas de Ten, massageando os ombros do homem que te observa pelo grande espelho da sala.
— e não é como se você não soubesse o motivo – ele seca o suor da testa com as costas da mãos, jogando os cabelos molhados para longe dos olhos.
Meticulosa você da o sorriso mais sem graça para ele, não deixando transparecer que entendeu sobre o que ele estava se referindo.
Sem rodeios Ten se vira, cobrindo sua cintura com as mãos, os dedos longos apertando seu quadril, te trazendo “pra” mais perto dele. Boca colada ao pé do ouvido, confidenciando coisas que ele jamais diria a outra pessoa.
— eu ardo de tanto desejar você. – a língua dele envolve seu lóbulo da orelha – e não é como se você não soubesse.
Suspira derrotada, se envolvendo nos carinhos do homem, nas mãos que agora rodeiam sua bunda, no corpo que se impulsiona contra você para te mostrar o quão duro ele está.
– Ten - você chama por ele manhosa.
— o que, gracinha? – os beijos molhados se depositam em seu pescoço, fazendo uma trilha nada segura para seu colo quase desnudo pela falta de pano do vestido.
— sabe – você empurra um pouco o homem, tendo então a atenção dele — eu quero muito você, mas eu tenho minhas condições.
— e que condições são essas? – a essa altura do campeonato Chittaphon não seria capaz de negar nada a você, ele tinha a plena certeza que qualquer proposta sua valeria a pena.
— você tem que deixar eu te “montar” e eu gosto de bater um pouquinho.
Determinado a te ter o homem não nega, te segura pela quadril, envolvendo tuas pernas na cintura dele, indo em direção ao sofá, se põe sentando contigo no colo.
Os corpos se esfregando, umidade já escorrendo do homem manchando a bermuda de tecido fino.
O primeiro tapa pega Ten de surpresa, você agarra o maxilar dele obrigando te olhar nos olhos, o rosto queimando onde sua mão bateu, a dor causando umidade no canto dos olhos dele.
— olha pra você – você lambe a bochecha marcada — me fazendo sua distração. – debocha em tom ácido, tentando captar pelos espelhos se seu “espectador” especial já se encontra no local.
Rola os quadris no volume do homem, arrancando um gemido sofrido.
— eu preciso – ele gagueja ao te ter se pressionando cada vez mais nele.
Uma das suas mãos pequenas envolvem o pescoço dele, enquanto a outra puxa o pau para fora da bermuda, a facilidade da sua falta de roupa íntima possibilita o primeiro contato cru dos corpos, os sucos se misturando, a cabeça quente do pau dele entrando em contato com a sua boceta, te deixando mole por alguns segundos, te fazendo gemer em coro com ele.
— vai ser meu bom menino? – Chittaphon concorda em desespero – e vai aceitar tudo que eu te oferecer? Vai deixar eu fazer o que bem entender com você? – os olhos miúdos se apertam em ansiedade — Ten Chittaphon você é um homem tão manipulável.
O pau se abarrota por entre as suas dobras molhadas, você desce duro nele, segurando um gemido na garganta, mantendo os olhos abertos pra não perder nenhuma parte do show particular que você estava dando. Ten com os olhos fechados, cabeça escorada na guarda do sofá, uma mão pequena em volta do pescoço impossibilitado passagem de ar, boca aberta babando pornograficamente…
A medida que os dois se acostumam com os corpos juntos, seus movimentos aumentam, você quica no pau dele produzindo sons eróticos, os gemidos de Ten se alinham com os seus, suas mãos vagam por baixo da camisa dele apertando os mamilos do homem, fazendo o orgasmo se aproximar cada vez mais, entretanto a cereja do bolo ainda estava pra vir.
— abre a boca, amor – você pede. Os olhos dele então se abrem pra te observar, um misto de confusão e luxúria. Ele não te nega o pedido, abrindo a boca imediatamente.
Um fio de cuspe escorre da sua boca, deslizando pela língua do homem, Chittaphon prontamente engole e o orgasmo do homem acompanha, ele goza chamando pelo teu nome, pedindo por mais, te dizendo que você é a única nos pensamentos dele e que ele tá perdidamente louco por você.
E no canto da sala, como planejado desde de o início, Shotaro observa toda a cena, lembrando cada palavra sua “nem ele, nem Chittaphon conseguiria resistir a mim, nem você e nem ele.”
( ✶. ) 𝗠𝗔𝗚𝗜𝗖 𝗪🔮𝗥𝗗: “𝐄𝐒𝐂𝐑𝐈𝐓𝐎𝐑𝐀𝐒!”
( ✶. ) 𝘁𝗵𝗲 𝘀𝗽𝗲𝗹𝗹 ── “𝐅𝐀𝐕𝐎𝐑𝐈𝐓𝐀𝐒! [🤍]”
Escritoras que eu leio e amo de coração. Essa lista será atualizada 𝗲𝘀𝗽𝗼𝗿𝗮𝗱𝗶𝗰𝗮𝗺𝗲𝗻𝘁𝗲, então recomendo que esse post seja acessado pelo 𝗳𝗶𝘅𝗮𝗱𝗼 sempre que vocês estiverem em busca de recomendações.
Alguns blogs estão 𝗶𝗻𝗮𝘁𝗶𝘃𝗼𝘀, mas os recomendo em razão dos posts que ainda estão disponíveis por lá.
( ✶. ) ── 𝗖𝗢𝗡𝗧𝗔𝗚𝗘𝗠: 40 blogs (04/04/2026).
LIGHTS, CAMERA, ACTION!
JEON JUNGKOOK! cof cof, tá gravando? 🌶️ blowjob, semi público, pegação.
A luz dificultava sua visão. Era forte, quente. Mas você já estava acostumada. Haviam dezenas de pessoas olhando para você, aguardando que você não desse nenhum deslize. Todos exaustos, aguardando sempre o próximo take.
Seu parceiro de cena era Jeon Jungkook, o idol. Estrelavam juntos um filme de comédia romântica com uma pitada de pimenta. Era leve, divertida, e todas as cenas fluíam bem. Até a talvez mais difícil cena do roteiro.
A de sexo.
Não seria totalmente explícita, mas seria sugestiva o suficiente para te deixar meio nervosa. Ele era um cara muito bonito. Era um fato.
Cabelos negros em um corte curto, com uma franja pequena jogada na própria testa, deixando um ar despojado em seu rosto juvenil. Os olhos tão negros quanto traziam um brilho luminoso, quase ingênuo, que constrastava com os piercings nos lábios carnudos. Mas o que mais te chamava atenção era o combo sorriso de coelho + covinhas. Ele era perfeito. Em cada detalhe.
“Beleza, gente! Vocês lembram da coreografia? Vamos recapitular, começamos com vocês deitados na cama se olhando. Pararam na parte em silêncio, certo? Mas pra pegar um gancho certo, podem usar as falas se forem melhor. Vocês se beijam, e o clima começa a esquentar. Jungkook tira a camisa, e você, minha linda, tira a sua e fica só com o sutiã. Você vai sentar no colo dele, vão continuar se beijando. Jungkook, já que ela vai estar no seu colo, você vai gemer, fazer uma feição mais sôfrega, pode morder os lábios que fica bem bacana… E quero ouvir de vocês, tem algum limite que vocês tenham? Alguma duvida ou pedido?”
“Não, de boa.”, você diz simples, já se acomodando na cama do set que seria seu quarto.
“De boa também.”, Jungkook diz, te olhando sorrindo tranquilizador, e se deitando ao seu lado.
“Perfeito. Como é uma cena que exige contato físico, vamos entender caso vocês precisem dar uma pausa, caso precisem respirar, dar um tempo. E é super normal, gente. Não precisam ficar nervosos, não precisam ficar tímidos caso aconteça do corpo reagir de alguma maneira. Acontece mais do que vocês imaginam, beleza? Podemos iniciar?”, a coordenadora de intimidade repassa as recomendações necessárias, e vocês concordam.
Seria simples.
Você sabia o que tinha que fazer, já havia escutado os passos da coreografia de cór.
Era como uma dança.
Mas às vezes as coisas saiam do controle.
Decidiram realmente começar de onde pararam. O silêncio. A troca de olhares. Você o encara, deitada no peitoral forte dele, o rosto direcionado para cima. Ele tem uma pintinha no nariz. Nunca havia reparado.
Uma cicatriz na bochecha, e… Uma pintinha bem de baixo do lábio inferior. Esse era o gancho. Focar o olhar nos lábios dele. Natural. Sútil. Suave.
Ele se aproxima, os olhos fechando devagar, e os seus também. Encosta os lábios nos dele, e até então não havia nada de novo. Já haviam dado alguns beijos técnicos, já que existiam outras cenas no filme em que vocês se beijavam. Mas essa era mais intensa.
“Atenção…”, escutam a voz da coordenadora, mas continuam a se beijar. “Pode sentar no colo dele…”, ela guia a cena com um mega fone.
Você apoia a destra na cama, e encaixa os joelhos um de cada lado da cintura dele, posicionando o quadril em cima do dele. Em nenhum momento ele sai do personagem. Continua com aquela carinha de perdido, realmente sôfrega como lhe foi pedido, esperando por mais beijos.
Você torna a beijá-lo, um beijo técnico que tenta trazer o máximo de desejo contido. Agarra a nuca dele, finca as unhas no pézinho do cabelo dele, e sente as mãos dele em sua cintura.
“Jungkook… Pode tirar a camisa…”, a coordenadora diz, e imediatamente você o auxilia a retirar a camisa dele. Em seguida ele retira a sua, te deixa só de sutiã.
Definitivamente não estava no roteiro aquela pausa de segundos, dele segurando firme em sua cintura nua, encarando seus seios ainda cobertos pelo pano da peça íntima. Só que agora o rosto dele parecia mais… Real. Jungkook sobe o olhar para o seu rosto novamente, e encara seus lábios com algo intrínseco ali, escondido sob os cílios curtos.
Devagar, quase provocante, ele retoma seus lábios, desta vez com uma grata surpresa que traz efetividade ao momento: a língua dele deslizando por seus lábios. Quente, molhada, em contraste com o piercing frio esfregando em sua boca. Ele suspira entre o beijo, você retribui com vontade, e ali a cena se desata.
A mão dele escorrega de seu quadril para a curva de sua bunda, ainda hesitante em meio à um aperto leve, que consequentemente faz com que seu quadril se projete para frente, esfregando no dele. Até que…
Ele geme.
Geme em sua boca, manhoso, arrastado, mas você lembra que estava no roteiro. Timing perfeito. Jungkook sente as orelhas esquentarem, provavelmente já estavam vermelhas, mas mesmo sendo apenas uma cena, era difícil controlar seus instintos biológicos com uma garota gostosa sentada em cima do pau dele só de sutiã, beijando ele tão gostoso.
Perdido. Era isso que ele estava. Com uma mão agarrou seu cabelo, a outra permanecia em sua bunda, pressionando seu corpo para baixo.
Você tenta abraçá-lo, acariciá-lo, estar perto, trazer veracidade. Morde a boquinha dele, bem do lado do piercing, e ele suspira agoniado. Algo errado. A respiração dele está errática, acelerada, a pele quente, suada. Era nítido e óbvio: ele estava com tesão. Se tornou mais claro ainda quando resvalou novamente o quadril no dele, e o sentiu. Duro, firme, pulsante, quente. Ele estava de pau duro. E completamente sem graça.
“Eu… Desculpa.”, ele murmura baixinho, o rosto ainda bem pertinho do seu. Sabe que você percebeu. Engole a seco reparando seu rosto ainda, e mesmo que você sinta — assim como ele, que um clima foi criado, a coordenadora o corta.
“Algo errado, pessoal? Querem dar uma pausa? Tá tudo bem?”, ela invade o espaço do quarto no set, e Jungkook fica mais vermelho ainda.
“Acho que precisamos de um tempinho, beber uma água. Pode ser?”, você pergunta, ainda sentada no colo dele.
Jungkook queria apenas se enfiar debaixo daquela cama. O rosto queimando, vermelho como um pimentão. Vários pares de olhos em vocês, e assim que você saísse do colo dele, perceberiam que ele estava de pau duro. Ótimo. Foi-se a época em que o idol tinha uma dignidade. O pior era que qualquer, mesmo que mínimo, contato, era suficiente para que um gemido quisesse subir por sua garganta. Travado antes de sair.
Você sai do colo dele, ele rapidamente tampa a ereção com a própria blusa, e se levanta rapidamente, murmurando algo incompreensível, se dirigindo ao seu camarim. Você olha para a coordenadora, que oferece um sorriso simpático, já imaginando o que havia acontecido.
“Voltamos em vinte!”, ela diz alto para que todos escutem.
Logo a multidão de funcionários se dispersa, cada um buscando por um café e um pequeno descanso.
E você também.
Mas seu descanso se encontra no camarim número 7, com o nome “Jeon Jungkook” escrito embaixo em letras garrafais. Dá umas batidinhas na porta, e ele que está lá dentro andando de um lado para o outro tentando acalmar o próprio corpo, se assusta.
Na cabeça dele o embate era: tomo um banho gelado e penso na minha avó, ou bato uma pensando nela e acabo logo com isso? Mas quando escutou as batidas na porta, e a abriu, ainda nervoso, e ainda excitado, deu de cara com você.
Tão fodidamente linda.
“J-já voltaram?”, ele gagueja. Merda, merda, merda! Pensa.
“Ainda não. Vim ver como ‘cê tava.”, diz com um sorrisinho provocante nos lábios. Ele olha pros dois lados do corredor, antes de te raptar para dentro do camarim, trancando a porta em seguida.
“Desculpa.”, murmura derrotado. “Eu tô de verdade com muita vergonha, não pensei que isso fosse acontecer. Ainda mais com tanta gente olhando, eu… Merda. Desculpa.”
“JK. Tá tudo bem, sério. Acontece, é normal.”, você dá de ombros, se aproximando dele, que emana calor. “A vantagem de ser mulher nesses momentos é que não deu pra ninguém perceber o quanto eu fiquei molhada.”
“Ah, isso é verdade, é muito ma-“, ele para imediatamente quando percebe finalmente o que você disse. Te olha com os olhos arregalados, você dá um sorrisinho. “Hein?”
“É.”, você concorda com a cabeça, meio sem graça, mas atenta. “A coordenadora deu vinte minutos de pausa. Já se passaram cinco. Acho que dá tempo.”, você murmura distraída, prendendo o cabelo em um rabo de cavalo.
“Dá tempo? De que?”, pergunta exasperado, os olhos carregados de um desejo implícito, os lábios sendo maltratados por seus dentes.
“Ué. Pra te aliviar.”, você diz sorrindo doce, mas com intenções ardentes. Se agacha na frente dele, um dos joelhos no chão mantendo seu equilíbrio.
Ele recosta o quadril na penteadeira do camarim, e não resiste à você descendo a calça de moletom dele, junto com a cueca apertada.
E sério, puta que pariu. Que garoto gostoso.
A linha que marcava de seu abdômen até o pau era profunda, bem desenhada. As coxas torneadas, fortes, contraídas, com uma leve penugem preta, quase inexistente, assim como a penugem que cobria sua virilha. A cabecinha estava avermelhada, carecia de atenção. A sua atenção.
“Porra…”, é o que ele geme assoprado quando você o coloca na boca sem cerimônia.
Respira fundo para abrir bem a garganta, e o tem até a base, ou até quase ela, em movimentos repetidos, intensos. Acaricia o curso das veias que o enfeitam algumas vezes, o sente se arrepiar.
Ele joga a cabecinha para trás, perdidinho, já suado, apenas aproveitando o momento. Dá suspiros leves, a mão carinhosa em sua cabeça empurrando de levinho para o encontro de sua pelve. E ele rebola, ondula o quadril, mexe pra frente, pra trás, como uma onda, em êxtase.
“Calma, calma…”, ele murmura quando sente calafrios por seu corpo, aquela sensação familiar que sobe por todos os nervos, a tensão presente em cada célula de seu corpo.
Ele iria gozar.
Mas como não poderia? A parceira de cena dele, bonita, gostosa, ali, abaixada em sua frente, com seu pau na boca, mamando com tanto gosto que a saliva escorria pelo canto da boca.
“E-eu vou gozar, calma…”, ele sabia que não tinham tempo. Mas mesmo assim, queria prolongar a sensação o máximo possível. Você o tomava tão bem.
“Eu vou gozar. Vou gozar..”, repete algumas vezes baixinho, tentando alertá-la, como se o que você quisesse não fosse a situação presente.
Mas era. Como era.
Sente ele pulsar em sua língua, os jatos quentinhos e espessos descendo por sua garganta enquanto ele tenta maneirar na altura dos gemidos. Ele puxa o ar entre os dentes, todo arrepiado, ficando na ponta dos pés para garantir que você tome até a última gotinha dele. E quando termina, parece cansadinho. Quase desmaiado recostado na penteadeira, deixando você arrumar a roupa dele de volta para o lugar. Ele suspira te olhando, os olhos brilhantes carinhosos e curiosos, enquanto você limpa a saliva do rosto, e tenta se ajeitar minimamente.
“Você é doida.”, ele murmura sem graça, olhando fixamente pra você.
“Sou?”, sorri abertamente, feliz pelo resultado de sua estripulia: um Jungkook totalmente arruinado.
“Agora que eu vou ficar duro na gravação. Já sei o que essa boquinha é capaz.”, sorridente, ele desvia o olhar do seu para o chão.
“Se a boca já é boa, imagina o restante.”
com todo respeito, vai tomar no cu essas meninas que criam uma conta no twitter pra ficar espalhando coisas romantizando distúrbio alimentar, passando dietas malucas, métodos PERIGOSOS de emagrecimento. postaram fotos de idols que são MAGRAS, chamando elas de gordas, e outras que obviamente estão passando por algum distúrbio falando que o corpo era lindo.
caralho, cadê a mãe, cadê o pai dessas adolescentes??? cadê o responsável pra filtrar o que essas crianças ficam consumindo na internet? essa magreza extrema só é bonita na bolha dessa gente, pq na vida real não é assim não. crl isso é uma coisa que me revolta muito
── .✦ totalmente entregue.
jeon jungkook.
avisos: jungkook papai, sexo sem proteção, dirty talk, insegurança no “puerpério”. ps; falei que ia conseguir descobrir de uma maneira romântica e literária como era o orgasmo masculino kkkkkk espero que eu tenha conseguido passar pras minhas palavras. 🩵 espero que goste, anon.
Você massageava suas pernas com o creme com cheirinho de lavanda, enquanto se observava no espelho. Se sentia estranha. Sabia que seu corpo mudaria, adaptando-se para ser o lar da sua bebê por 9 meses, mas imaginava que voltaria ao corpo de antes mais rápido. Erro seu. Malee estava com quatro meses, uma neném de bochechas rechonchudas, e sorriso fácil. Os cabelos eram negros, assim como os olhos. Puxou o pai.
Jungkook estava nas nuvens. Estava realizando um sonho sendo pai, e se sentia grato demais pela saúde da pequena, e da esposa. Naquele exato momento, estava com Malee no colo, a ninando, para que ela dormisse, enquanto você finalizava seu banho, e seus cuidados consigo mesma. Quando se certificou que a bebê estava em sono profundo, a colocou no bercinho, com o mosqueteiro a protegendo. A naninha estava ao lado dela, com o cheirinho dos pais, e o quarto todo climatizado para que ela não sentisse frio, ou calor. Deixou a luz do abajur bem baixinha, e o ruído branco embalava a bebê.
Finalmente deixou o quarto. O peito desnudo com o cheirinho de mamãe e bebê da própria filha, antes ninada ali. Na parte de baixo, apenas uma calça de moletom velha, é confortável.
Te encontra na frente do espelho, com aquela maldita camisolinha vermelha minúscula, que deixava sua popa da bunda aparecendo. Reparou a maneira como você se avaliava, deslizando as mãos com creme pela perna. Era um olhar de julgamento. Já o dele, era de paixão. Subiu os olhos de suas pernas para os seios fartos e ligeiramente inchados coberto por aquele decote de rendinha. Desde a gravidez seus seios haviam aumentado, para felicidade dele. Ficou alguns minutos recostado no batente da porta até você perceber sua presença, e se assustar.
“— Que susto! Malee dormiu?” — diz meio risonha, ele concorda com a cabeça, se aproximando de você.
“— Dormiu pesado. Coloquei no bercinho.” — diz se aproximando de ti, finalmente te abraçando por trás, olhando para você pelo espelho. “— Você fica muito gostosa com essa camisola.”
“— Amor…” — você resmunga sem graça. Não estava satisfeita com o corpo. “— Eu tô me sentindo tão inchada ainda. E aquela linha da barriga não quer sumir por nada. Tô me odiando.”
Você desabafa, e ao invés de te julgar, ou brigar com você, ele beija sua bochecha, ainda te abraçando por trás, compreensivo.
“— Eu sei, amor. Eu sei. Mas essas mudanças foram necessárias pra nossa neném caber aqui.” — ele acaricia sua barriga, por cima da camisola. “— E se faz com que você se sinta melhor, meu pau ‘tá muito duro só de te olhar. Por mim eu meteria outro filho em você essa noite.” — ele diz, e você ri pela brincadeira. Ele vai caminhando com você até a cama, até que ele se deite por cima de ti. “— Tá rindo? Eu te juro. Meu saco tá até doendo já. Eu te acho linda amor. Sempre achei, sempre vou achar. Hummmm…. Linda e cheirosa.”
Ele passa a deixar beijinhos leves por seu pescoço, sentindo seu perfume gostoso. Ele não estava brincando quando disse que já estava excitado. Se sentia extremamente sensível. Sabia seus limites em relação ao puerpério, então tentou não tomar iniciativa, com medo de que você se sentisse pressionada a transar com ele.
No fim das contas, isso ajudou em sua insegurança. Achava que ele não te desejava mais. Quando na realidade, basicamente todas as noites no escritório dele, ele batia uma vendo vídeos antigos de vocês, que mantinham muito bem guardados.
“— Eu tô com vergonha.” — você murmura baixinho. Ele para de beijar seu pescoço, e olha em seus olhos. Você está tão molhada, que chega a umedecer a calça de moletom dele, em contato constante com sua pelve.
“— Se você não quiser, se não estiver preparada pra voltar a transar, tudo bem. Eu espero. Espero o tempo que for, não quero que se sinta obrigada. Mas também quero que saiba que eu tenho vontade de você todos os dias. Todos. Os. Dias. Te ver nessa porra desses pijamas curtinhos, desfilando com essa bunda gostosa, amor…” — começa com seriedade, se tornando manhoso no final de sua declaração. A cabecinha de Jungkook já estava melada, pré gozo saindo, já que aquilo era o mais próximo de sexo que ele tinha desde mais ou menos seis sete meses de gravidez. Ele era totalmente obcecado por você.
“— Eu quero. Quero muito.” — você sussurra contra os lábios dele. Selinhos dengosos, lentos, tornam a moldar o momento íntimo.
“— Então me deixa te aliviar. Deixa eu te fazer gozar. Prometo que vou fazer bem gostoso pra você.” — a voz de Jungkook já estava totalmente afetada. Ele estava quase implorando, a voz em um fio, o quadril moendo o seu afim de aliviar a si próprio, mas só conseguia sentir mais tesão. Não duraria quase nada, gozaria rápido como um virgem, sabia disso.
“— Me come, Gguk.”
“— Puta merda.” — é o que ele diz antes de te beijar com volúpia, como se pudesse engoli-la. Aperta sua bunda com força, a ponta dos dedos tornam-se brancas devido o desespero que usa. Gemidos abafados são ouvidos, e não se lembra nem em qual momento ele abaixou a calça para entrar em você com desespero.
Ambos molhados, escorregadio, o barulho despudorado dele indo até o talo grosso e voltando a estocar com força. Sempre apreciou a maneira que ele não se envergonhava de gemer, de demonstrar tesão, prazer.
Você apertava suas paredes em torno do comprimento dele, o fazendo franzir o cenho cada vez que ia mais fundo. Mais rápido. Mais forte.
Jungkook sentia o próprio corpo amolecer, esquentar demais. Das duas uma, ou iria morrer naquele momento, ou gozaria gostoso como nunca antes. A segunda opção foi a correta.
Naquele instante o tempo falhou, seu pensamento se calou, e tudo em Jungkook se tornou pulso, vivido, correndo por suas veias. Era uma entrega honesta, se tornando vulnerável aos seus toques. Os testículos se contraem, sente o gozo subir, sabe que é inevitável.
Os jatos saem contínuos, uma quantidade abundante em seu interior. Cada contração, cada jato expelido, uma sensação diferente de prazer, um gemido manhoso, quase sôfrego.
Você vem em seguida, atordoada pelo quão entregue e sensível seu marido está. Jura até ter visto algumas lágrimas beirando os olhos dele, mas preferiu ignorar, e deixá-lo descansar a cabeça em seu pescoço, retomando a respiração.
“— Te amo, amor. Te amo, te amo, te amo.” — ele sussurra baixinho no seu ouvido. A voz rouca só pode querer dizer uma coisa: ele está com sono, e vai dormir ali, em cima de você. “— Obrigado por nos dar a Malee. Obrigado por ser minha mulher. Obrigado por me amar. Eu me sinto tão amado por você.”
Você sorriu. Sorriu com muito amor, e desta vez as lágrimas foram para os seus olhos. Porque você realmente o amava demais. E se sentia tão amada por ele, quanto.
morro de ódios dessas histórias em que o jk é o mafioso, ou o bandido mau, ou o sugar daddy perigoso
SENDO QUE ESTE AQUI É O JUNGKOOK
(🫧) . ݁₊ você e o jungkook terminaram.
e agora?
{❄️} headcanon sobre como seria o término/possível volta, entre você, e seu namorado jungkook.
— você namorava com o cara mais desejado mundialmente atualmente. você tinha plena consciência disso.
— mas seu ciúme era intenso demais, e por isso acabaram terminando.
— provavelmente se sentiria super culpado, porque a fama já havia tirado demais dele, tirar você também foi demais pra ele.
— iria ser super privado em relação ao término. até sair pra beber com os abençoados…
— “sério, nonu, ela me mandou embora da casa dela, me tirou pra merda, eu lá pedindo pra ela ficar comigo, chorando igual um babaca”. choro, e mais choro.
— apareceria bêbado na sua casa algumas vezes.
— até serenata iria rolar.
— iria entrar em pânico só de te imaginar ficando com outro cara. descobriria algum encontro seu, e iria no restaurante só pra estragar.
— “pra que você quer ter encontro com outro? porra, você sabe que o certo é nós dois juntos, linda…”
— em uma dessas idas até sua casa bêbado, você acabaria deixando ele dormir no sofá.
— e aí seria sua fraqueza. ver ele com aqueles olhinhos de jabuticaba vermelhos, inchados de tanto chorar, as covinhas na bochecha a cada vez que ele apertava a boquinha para não chorar novamente.
— “não termina comigo, eu não sei ficar sem você. você é minha garota, e eu sou só seu”.
— até ele se recompor, ficaria deitadinho no seu peito recebendo carinho no cabelo, como o bom maknae manhosinho que ele é.
— assim que ficasse melhor, ele iria te beijar, e você perceberia o quanto sentiu falta daquele piercing geladinho em sua boca.
— seria o sexo mais carinhoso da sua vida, com um aftercare digno de milhões.
— depois você pegaria ele no telefone com o eunwoo: “a gente voltou, seu boboca. pode zoar, pode falar que eu sou o cachorrinho dela, porque eu sou mesmo. eu amo ela pra caralho… de verdade mesmo.”
— e seu coração se derreteria.
gnt acho q pode ser uma opinião polêmica mas preciso compartilhar qualquer coisa apagarei
so eu que acho a sexualização que mulheres fazem com os homens (maiores de idade, claro) uma coisa bem reparação histórica (?) n me julguem mas as mulheres já foram e são taooooo sexualizadas que n vejo mal em comentar um "gostoso" na foto de algum homem desconhecido (assim como eles fazem com mulheres desconhecidas 😊), claro que tudo tem limite mas fazer fic, chamar de gostoso/delícia/etc. e imaginar um homem ideal pra mim é mais "normal"
AUTOCRÍTICA
• Poema autoral • WC 384 •
Ó, pobre criatura és tu
Não sentes o peso podre de tua existência?
Não te envergonhas da carne exposta,
Das vísceras que despejas ao menor corte?
Tu, que nem ao menos sabes o que é o amor,
Mas te atiras a qualquer resquício moribundo dele,
Sempre da forma errada — sempre patética.
Tola. Fútil. Jovem imunda.
Tu não desejas o amor, mas a aprovação,
como um cão sarnento.
O que queres não é amar.
O que queres não é curar-te.
É algo entre o alívio da lâmina abrindo tua pele
E o gosto amargo de tuas próprias lágrimas.
É a necessidade do castigo —
A súplica para que alguém, alguém, qualquer um,
Declarar que és digna
— Mas é claro que tem que ser da pessoa errada.
Então grite!
Berre tua miséria aos ventos sujos,
Corra, tropece, role na lama de tua própria degradação!
Vamos, rasgue-se um pouco mais!
Implore, suplique, ajoelhe-se diante de tua própria vergonha,
Besta ridícula, repugnante!
Acabe esse verso como não consegues acabar com sua vida.
Abrace tua nova fantasia medíocre,
Essas ilusões que cultivas sozinha.
Porque o que realmente é belo te cega,
E tu preferes apodrecer no escuro.
Exalta essa merda de borboletas apodrecendo em teu estômago,
Essa sonolência que te acomete perto de quem julgas seguro.
Mesmo com as mãos geladas,
mesmo que quando realmente precisa,
o sono te negue repouso.
Esquece. Esquece de cada espasmo grotesco,
Da sufocante falta de ar,
Do tremor pútrido em tuas pernas,
da visão obscurecida.
Vamos! Rasga-te mais um pouco!
Seja putamente inocente!
Doe cada pedaço fraturado de teus ossos,
Esvazia-te como todos aqueles antes de ti,
Cuspa essas emoções intensas como se fossem veneno,
E finja que elas algum dia foram reais, e não vazias.
Tu és uma criança zumbi,
Insaciável, roendo até os ossos dos próprios pais.
Nunca estarás saciada
— Choramingarás, espernearás, arrancarás os cabelos,
Tudo por aquele único doce
Que não conseguiste devorar.
Tu és um gato medroso,
enroscando-se no desespero.
Escalando árvores com garras quebradiças,
Arranhando quem tenta salvar-te,
Vomitando restos podres do lixo que escolheu comer.
Caia. Afunde. Esmague-se sob teu próprio peso.
Eu? Eu estou exausta demais para segurar-te.
Como se impede um corpo em queda livre?
Como se salva um ser que sequer sabe
Não... sabe
Nem ao menos como terminar este verso?
. : Merece seu like & reblog?
o evento que é homens descobrindo que pressão estética também se aplica a eles
sim, você tá descobrindo depois de velho um bagulho que me foi enfiado garganta abaixo desde que eu tinha sete anos... handle it like a man.
Mark Tuan × Reader // Sugestivo // W.C.: 0.4k
Notinha da Sun: Eu prometi pra mim mesma que, quando escrevesse pela primeira vez com o Mark Tuan, ia fazer piadinha com o Mark Lee. Então tá aí!! KKKKKK
Obs: Eu falei que ia escrever pedido, mas tudo que eu escrevia tava ruim (não que isso não esteja também KKKKK) aí falei dane-se e escrevi isso.
Honestamente? Mark não conseguia se concentrar. Prometeu que faria uma live naquela sexta-feira, mas não imaginou que estaria na sua casa, no seu quarto. Foi você quem o convenceu com jeitinho, jeitinho esse que envolvia seu olhar do Gato de Botas, uns beijinhos e se fazer de carente. Ele teve que improvisar os equipamentos, mas, nos últimos minutos, praticamente se contorcia na cadeira rosa da escrivaninha porque desviava o olhar involuntariamente pra você.
Distraída, uma mão no celular, rolando provavelmente o feed do Instagram com o polegar, enquanto sua mania insuportável te fazia contornar os próprios lábios com as pontinhas dos dedos. Deitada na cama de casal, as pernas irrequietas, nem percebia o que estava fazendo, mas certamente estava o afetando.
Você cansou do celular, virou-se, admirando-o, no exato momento em que Mark retirou os fones pra arrumar os cabelos, escovando-os pra trás. Você sorriu, se apoiando no cotovelo, a mão segurando a bochecha, obcecada pelo seu namorado gostosinho.
— Se eu tô distraído? — ele provavelmente respondeu a uma mensagem do chat, e você ergueu a sobrancelha divertida. Mark encontrou teu olhar por dois segundos pra não dar muita bandeira e sorriu pra webcam. — Acho que eu só tô cansado.
Uma despedida rápida e ele já estava diante de você. Depois, engatinhando sobre você. Você sorriu, se fazendo de desentendida. Óbvio que não via a hora dele ser, enfim, só seu novamente. Estava só de calcinha e blusa larga exatamente pra isso.
— Você é ridícula — ele afirmou, te encarando de lado, o corpo sob o seu, pesando, quente. Podia senti-lo, e aquilo era uma dádiva. A mão masculina, palma maior que a tua, acariciava sua pele exposta, subindo pra cintura, expondo mais. — Só tava fingindo que tava no celular, né? Na real, queria me secar esse tempo todo.
— Tava só te admirando... — você soa inocente, mas a mordidinha na pontinha do seu indicador, juntamente com o sorriso safado, são o bastante pra fazê-lo afastar sua mão e te beijar, de levinho.
— Que coincidência... — Mark sussurra pertinho da sua boca, sorrindo com a mesma malícia fingida de inocência que você estampava no rosto. — Eu também tava pensando… que merda de sorte que eu tenho de ter uma mulher linda me esperando desse jeitinho...
A mão serpenteou teu corpo, as camisas de ambos desaparecendo, ao passo que o silêncio do quarto era preenchido por estalinhos de beijos e respiração acelerada.
— Eu quase disse — ele admitiu, tirando o rosto do seu pescoço, o cabelo bagunçado.
— O quê?
Você questionou, as unhas arranhando-o de leve, fazendo-o estremecer e fechar os olhos de prazer.
— Que eu tinha que desligar pra te fazer gemer.
Aí, sinceramente?? Eu preciso de um homem mais velho, que droga 😭