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â â â â â â â â â A BARRACA DO BEIJO...
mente vazia oficina de nerdsung!nordestino âșïž nem amo
â â â â essa Ă© parte de uma sĂ©rie, leia mais do #arraialcoral clicando na tag, vida đ«¶đ» FLUFF, crush de universidade (nĂŁo recomendo), palavrĂ”es, bobices, homens incompetentes (jisung), a vida universitĂĄria em sua forma mais irrealista e distorcida, referĂȘncias nerds sĂł que exageradamente recorrente, curtinho. random information do dia: Espessa Ă© um doce de caju, nĂŁo sei se ele tem outro nome, mas aqui na PB chama assim!
â â â â. â han jisung đ leitora
Jisung, o nerd que assim como mais da metade da prĂłpria turma preferia estar em casa jogando valorant e assistindo anime do que estar ajudando naquela gincana furada de festa junina do campus, que em teoria servia pra socializar e juntar dinheiro pra formatura: duas coisas que ele, e sua turma de Tecnologia da Informação nĂŁo fariam porque 1. Quem iria querer socializar com esse rebanho de psicopatas? E 2. Que chances eles tinham contra qualquer barraquinha, quando ninguĂ©m ali era excepcional com culinĂĄria ou sequer capaz de entreter em uma barraquinha de jogos â como os desgraçados de pedagogia e de artes, que pareciam ter um fodendo arsenal de materiais (e provavelmente tinham mesmo) a seu dispor, de modo que a solução da reitoria foi deixar cada curso em um extremo do campus pra nĂŁo entrarem em guerra por clientes?
Jisung, o nerd idiota que foi mesmo assim porque ele Ă© tĂŁo fĂĄcil de se comprar que chega a ser patĂ©tico. Felix apelou pra pressĂŁo emocional e ele ficou com dor de cabeça de tanta culpa. Essa loira odonto desgraçada nem sonha que foi o efeito borboleta do que veio depois: Jisung, quase infartando no meio do pĂĄtio e sĂł se mantendo inteiro porque tem certeza que nĂŁo faria uma travessia pacĂfica se morresse de vergonha no meio de tanta gente e viraria um fantasma junino.
Culpa sua, aliĂĄs, por estar se sujeitando a ficar ali na barraca do beijo que a sua turma montou. NĂŁo que fosse a Ășnica presepada que o pessoal do seu curso fez, ano passado foi um correio elegante, e vocĂȘ nunca ganhou tantos sonhos de valsa com bilhetinhos anĂŽnimos ou nĂŁo em um mĂȘs. Fazer o que se vocĂȘ Ă© a Doce de Carolina do campus, nĂ©?
LĂłgico que Han tambĂ©m tinha uma quedinha por vocĂȘ, ou melhor, ou melhor, uma cratera. Mas era tipo um buraco de rua que a prefeitura prefere fingir que nĂŁo existe pelo prĂłprio bem, aliĂĄs, essa era meio que o plano dele. VocĂȘ nunca vai levar um fora se nunca se declarar!
Tå bom, vamos supor que Felix tenha trazido ele com o propósito de bancar o cupido. No momento que ele percebe o pùnico tomando conta de Jisung pela sua simples presença debruçada nos pallets da barraca, retocando o gloss com o indicador e a cùmera frobtal como espelho, ele pode ou não sugerir que Han deveria aproveitar a oportunidade com alguma piadinha boba.
âââ NĂŁo mesmo! Tu Ă© doido? âââ Han engasgou, em choque com a prĂłpria prontidĂŁo, sentia seu cĂ©rebro superaquecendo tentando se justificar âââ Isso Ă© tipo um degrau acima da prostituição, tipo, nĂŁo posso colaborar com isso, e alĂ©m do mais, nĂŁo Ă© nada romĂąntico, eu vou estragar tudo... âââ Felix balançou a cabeça, incrĂ©dulo com o que ouvia. Meu deus, ele Ă© um desastre.
Felix estå a isso aqui de deixar Jisung falando sozinho e ir pegar outro copinho de espessa na barraquinha de Contåbeis quando seu bom senso o trai e ele menciona ao outro coitado da silva que sendo ele ou não alguém vai acabar "contribuindo" em seu lugar.
Ă tiro e queda.
No momento em que Jisung vĂȘ outro cara na sua barraca puxando papo com vocĂȘ e te fazendo rir, ele fica revoltado da vida como s estivessem xingado a avĂł dele.
VocĂȘ se despede da outra vĂtima com um aceno de deboche e joga o nĂșmero de telefone que ele deixou no lixo embaixo da barraquinha, junto com os outros. Era ajudar a montar a sala ou uma humilhação misteriosa, e bom, vocĂȘ nunca foi fĂŁ de trabalho braçal.
Jisung se materializa no outro lado da mesinha tal qual um furacĂŁozinho do tazmania. Nervoso, inquieto e com o rosto meio avermelhado como quem correu uma maratona (nĂŁo correu), mas adorĂĄvel.
âââ Oi âââ A voz dele Ă© quase um sopro, um fiapo assustado de olhos vidrados. VocĂȘ tem que conter a vontade de rir do jeito perdido dele; Oi, vocĂȘ responde de volta, debruçando-se na direção dele. Apoiando o queixo nas mĂŁos.
Jisung tem que se esforçar muito pra nĂŁo ficar encarando sua boca, cruza os braços pra esconder as mĂŁos tremendo. VocĂȘ acha o nervosismo dele fofo. Ele acha patĂ©tico.
âââ Quanto Ă©? âââ Ele pergunta, depois de um tempinho tentando fazer o cĂ©rebro dele sair da tela azul do Windows. Tenta soar despreocupado, mas parece mais com um adolescente comprando drogas pela primeira vez.
VocĂȘ ri, encarando o de cima abaixo e ele tem certeza que vai receber o maior e mais humilhante fecho da vida dele e ele vai morrer de vergonha logo depois. Mas tudo bem, ele vai morrer feliz se a Ășltima coisa que vir forem os seus olhos em cima dele.
âââ Cinco reais âââ NĂŁo Ă© nĂŁo, Ă© menos se vocĂȘ olhar a plaquinha de tabela colada no extremo da mesa com a chave pix. Alan brigou com vocĂȘ umas trĂȘs vezes naquele dia dizendo que ninguĂ©m ia pagar 5 reais num beijo sĂł porque vocĂȘ era bonita. VocĂȘ tomou como missĂŁo pessoal provar que iam sim. Com uma taxinha de 10% a mais vocĂȘ adicionava no insta, tinha brincado. Alan fingira nĂŁo ter ouvido.
De qualquer forma, Jisung parece bem conformado com o preço. Quer dizer, ele nĂŁo questiona, e se fica incomodado guarda pra ele; vamos lĂĄ, jĂĄ Ă© um milagre ele estar falando com vocĂȘ sem ter tido um piripaque. A probabilidade dele beijar vocĂȘ tambĂ©m Ă© um por si sĂł, ele nĂŁo se acha em posição de reclamar. VocĂȘ precisa chamĂĄ-lo de volta a terra com um cutucĂŁo pra que ele saia de seu mundinho espiritual e perceba que ele ainda estĂĄ plantado ali na sua frente.
âââ JĂĄ decidiu? âââ VocĂȘ provoca com um sorrisinho bobo, e Jisung sente seu coração derreter dentro da caixa torĂĄcica com isso.
Ele pisca, assentindo meio sem jeito e vocĂȘ toma a iniciativa de aproximar o rosto do dele. Muito provavelmente vocĂȘ ouviu ele soltar um gritinho agora, o que ele vai negar atĂ© a morte.
Jisung nĂŁo faz nenhum movimento brusco, como se se aproximar fosse fazer vocĂȘ se desintegrar igual o Homem de Ferro em Ultimato e deixĂĄ-lo ali sozinho. Ele estĂĄ usando toda força de vontade que tem pra se forçar a ficar parado atĂ© seus lĂĄbios encostarem nos dele em um selinho.
De repente Ă© como se uma corrente elĂ©trica tivesse passado pela espinha dele. As mĂŁos de Jisung vĂŁo pra base do seu pescoço, inseguras, mas como vocĂȘ nĂŁo se afasta ele ousa subir uma delas atĂ© seu rosto, acariciando-o.
VocĂȘ se afasta um pouco e ele sente o formigamento tomando conta de seu rosto junto de uma tristeza certa. Ele estragou tudo, fudeu. VocĂȘ nunca mais vai falar com ele, vai casar com o prĂłximo cara da fila, ter trĂȘs filhos e um cachorro enquanto ele Ă© o cara de TI que passa o dia assistindo Ordem Paranormal e os vlogs do Alanzonka na Twich.
Mas aĂ vocĂȘ retoma o beijo, mais determinada dessa vez, abrindo passagem com a lĂngua e liberando o demĂŽnio que ele Ă©. Desajeitado, apressado, choramingando baixinho, como se quisesse devorar vocĂȘ viva diante de uma platĂ©ia, te deixar sem ar pra reinvindicar a quem ousasse pensar o contrĂĄrio.
E minha nossa senhora, que cena vergonha alheia Ă© o estado dele depois que vocĂȘs finalmente param. Ele fica um coitado, parece que vocĂȘ tirou o chĂŁo dele e nĂŁo o contrĂĄrio.
VocĂȘ ri sem emitir som, observando o estado sem fĂŽlego que ele te deixou enquanto ele volta a ficar daquele jeito envergonhado e bobo de antes, balbuciando alguma coisa (provavelmente um obrigado misturado a 30 desculpas diferentes) que vocĂȘ nĂŁo entende, mas assente mesmo assim porque Ă© uma graça. VocĂȘ se aproxima dele outra vez, pegando o pelo pulso e Jisung sente que vai desencarnar ali mesmo; que perdeu a sensibilidade das mĂŁos, sĂł nota um formigar quente enquanto vocĂȘ risca sigilos diabĂłlicos na palma e pisca pra ele antes de acenar e chamar algum outro coitado da fila.
Jisung, que parece um pimentão quando Felix volta a encontrå-lo. Com o coração na boca e o cérebro derretendo.
Jisung, o nerd, que agora perambula no campus tocando o prĂłprio rosto pra ter certeza que os Ășltimos minutos foram reais.
AtĂ© Felix que apesar de sua santa paciĂȘncia estĂĄ de saco cheio da incapacidade do amigo de contar uma histĂłria e começa a notar as manchas escuras em sua mĂŁo meio suada e pergunta o que Ă© isso aĂ, fazendo Jisung baixar os olhos na direção e soltar um grito assumido agora, com os olhos marejados como se tivesse ganhado um prĂȘmio.
E na opiniĂŁo dele, ganhou mesmo. Afinal, como ele estĂĄ abanando agora, todo feliz da vida, a paixĂŁo dele lhe passou o prĂłprio nĂșmero e ainda deixou um recadinho em baixo: "Nada mal. Se quiser praticar mais de graça, me liga ;3"
â¶ đ đšđđđđ„ đ đđ„đđ©đđđđ
kim taehyung x fem!reader
warnings: pegação, sugestivo, br!au, em fevereiroooo tem carnaval
đ mulher maravilha · dada boladĂŁo
O CARNAVAL era sua Ă©poca preferida no ano, vocĂȘ contava os dias depois de cada fevereiro, ansiosa pra chegar logo no feriadĂŁo que animava o Brasil inteiro.
e vocĂȘ aproveitava muito a data.
o grupo que usava pra combinar os amigos chocolates, vocĂȘ transformava em lugar pra trocar idĂ©ias sobre rolĂȘs, fantasias, os melhores bloquinhos pra ir.
cada lojinha que passava, seria um ponto onde vocĂȘ iria entrar e verificar se havia ali algum adereço que vocĂȘ nĂŁo tinha visto, uma roupa que podia compor sua fantasia.
vocĂȘ amava toda aquela preparação, te fazia sentir viva.
e dessa vez, nĂŁo seria diferente.
jĂĄ havia combinado com suas amigas a fantasia dos trĂȘs dias que iriam, cada uma vestida de uma super-heroina que curtia
vocĂȘ havia escolhido a mulher maravilha, que apesar de ser um clichĂȘ dos carnavais, nĂŁo perdia a graça, principalmente quando bem feito
e vocĂȘ sempre seguia o lema:
se Ă© clichĂȘ, Ă© porque Ă© bom.
havia algo especial em sair junto com suas colegas por aĂ, procurando bloquinhos, parando em quiosques e pegando qualquer drink pra molhar a garganta, vocĂȘ sĂł curtia e aquilo era mais do que o suficiente pra te fazer se sentir totalmente feliz.
â amiga, tĂĄ vendo aquele menino ali, dos olhos puxadinhos? â â aquele foi o primeiro momento em que vocĂȘ olhou pra ele, e mais tarde agradeceria sua amiga por aquela observação
â sei bixa, o de ladrĂŁo? que que tem? â
â nĂŁo para de te encarar.. parece que vai sair raio laser dos olhos dele â â vocĂȘ riu, simplesmente riu porque achou graça da forma como sua amiga fazia tudo parecer mais engraçado
mas, deixando de lado o humor, vocĂȘ havia se sentido observada, e nĂŁo era atoa
aquele "menino dos olhos puxadinhos" realmente te secava como se vocĂȘ fosse a mulher maravilha de verdade, ali, em carne e osso.
e talvez, vocĂȘ realmente fosse.
vamos lĂĄ, digamos que seu amor pelo carnaval te dava um Ăąnimo a mais pra se dedicar na sua fantasia
e isso significava que qualquer detalhe "tosco" que podia deixar sua fantasia cĂŽmica, simplesmente nĂŁo existia.
isso fazia com que aquele ladrãozinho simples, com uma boina preta, uma blusa branca com listas pretas, calças segundo o mesmo padrão, e uma måscara fajuta cobrindo um pouco do rosto, ficasse encantado com aquela sua fantasia
nĂŁo sĂł com a fantasia em si, obviamente
vocĂȘ estava muito gostosa com aquela roupa, o suficiente pra fazĂȘ-lo nĂŁo tirar os olhos de vocĂȘ nem quando um dos colegas dele o cutucou querendo saber o porque de nĂŁo estar bebendo mais de sua cerveja.
â irmĂŁo.. eu quero a mulher maravilha â â ele afirmou, nem olhando pro rosto do seu colega.
â aquela ali? eu tĂŽ de olho naquela amiguinha dela, vestida de estelar, que mina! â aquela altura, o menino se encontrava falando sozinho, pois o ladrĂŁozinho fajuto se esgueirava pela multidĂŁo, se esforçando pra nĂŁo te perder de vista
e quando ele finalmente chegou perto o suficiente de vocĂȘ, sĂł conseguiu abrir um sorriso quando sentiu o cheirinho delicioso que vocĂȘ deixava no ar.
â a liga da justiça tĂĄ na minha casa, agora nĂŁo tem mais saĂda! â â ele te ouviu cantar junto da multidĂŁo, e por mais alto que estivesse o som, ele sĂł conseguia escutar o barulho do coração batendo mais forte
e quando vocĂȘ se virou, e ficou cara a cara com ele, ele perdeu o fĂŽlego
com certeza vocĂȘ era mais linda ainda de perto
e quando vocĂȘ abriu um sorriso charmoso, jogando o cabelo de lado, cĂ©us, ele quase desmaiou
â oi, bandidĂŁo! â â vocĂȘ chegou no ouvido dele pra coneguir falar, e ele achou graça do tom que vocĂȘ usou
â oi! â â foi tudo que conseguiu responder, se perguntando se seria demais falar que queria muito ficar com vocĂȘ
mas quando vocĂȘ se inclinou mais pra frente, sorrindo calma, ele perdeu o medo
â tava te vendo lĂĄ do outro lado, te achei mĂł gata, queria saber se nĂŁo rola uns beijinhos â â ele falava sorrindo, te deixando cada vez mais envolvida no papo dele, mesmo que com poucas palavras
â claro! te achei bonitinho tambĂ©m â
e sĂł com isso, vocĂȘs foram parar numa contenção que havia ali perto
ele puxando sua cintura pra mais perto, se Ă© que era possĂvel, enquanto suas lĂnguas batalhavam por um comando naquele beijo
cada vez que ele passava a mĂŁo na sua nuca, vocĂȘ se sentia mais entregue a ele
e quando vocĂȘ arfava baixinho durante os beijos, ele sentia o chĂŁo sumir
de qualquer forma, quando ele te chamou pra colar no barraco dele, que ficava ali pertinho, vocĂȘ sĂł avisou sua amiga e foi
com certeza, nĂŁo era a primeira vez que ficava com um carinha num carnaval
mas era a primeira vez que a mulher maravilha ia foder com um bandidĂŁo
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âââ đđđđđđđđ ÖȘ
â Park Jimin x Leitora
â Palavras: 2K
â Sinopse: Ele para de beijar no final da trilha, tĂŁo perto do seu centro que vocĂȘ consegue sentir um calor na bochecha.
AVISOS: smut, algemas, provocaçÔes, cunilĂngua, masturbação, sexo anal, sexo oral, controle da ejaculação, superestimulação, squirting.
đ masterlist
© all rights reserved by @jjksblackgf
© tradução (pt/br) by @wolvesland
you can't resist it
sorry se nĂŁo ficar bom, ainda estou aprimorando meus talentos em smut.
Changbin estava a exatos 10h seguidas trancado naquele estĂșdio, apenas tirava minutos de descanso comendo uma coisinha ou outra, mas ele sentia na obrigação de terminar aquela mĂșsica para o bangchan.Â
Enquanto isso s/n estava em casa esperando o namorado que nĂŁo chegava nunca, estava pensando em convidar ele para fazerem um jantar juntos e depois assistirem um filme, mas parecia que ele nĂŁo voltaria mais para casa.Â
S/n nĂŁo aguentou mais ficar sentado(a) mexendo no celular e esperando, levantou e decidiu ir na empresa do mesmo para ver se poderia ajudar em algo.Â
                            ___
Bateu na porta do lugar umas duas vezes e escutou alguĂ©m pediu para entrar, quando deu o primeiro passo dentro, encontrou o menino com uma expressĂŁo de frustrado e cansado ao mesmo tempo, ele olhou para vocĂȘ e deu sorriso animadinho. Foi em direção do namorado e sentou no colo dele, deu um abraço e comentou sobre ele estar demorando para ir para casa.Â
Changbin sabia que nĂŁo estava sendo muito presente nos Ășltimos dias e sentia culpa por isso, vocĂȘ sempre foi tĂŁo compreensivo(a) com suas obrigaçÔes como artistas, nunca cobrou atenção dele, e ele sentia medo de vocĂȘ acabar se acostumando com essa distĂąncia e nĂŁo sentir mais nada de amor.Â
O rapper contou sobre como seu bloqueio criativo estava dificultando uma composição que precisava deixar pronto para amanhĂŁ, nĂŁo queria incomodar o chan do dia de descanso dele.Â
Enquanto o menino falava a frustação, vocĂȘ decidiu ajudar a âabrirâ a mente dele, uma inspiração, entĂŁo foi concordando com tudo falava e desbotoando a camisa dele, o mesmo jĂĄ tinha parado de falar e estava com uma cara de confuso.Â
- Pode continuar, amor, quero escutar tudo - ele riu pelo nariz e deu de ombros, continuando a falar o que estava bloqueando a mente dele.Â
Quando abriu a camisa de botĂ”es, começou a dar uns beijos no peitoral malhado dele, foi subindo para o pescoço, chupĂ”es, atĂ© que olhou para ele concordando com o que fala e depois calou a boca com um beijo. Â
Minutos depois jĂĄ estavam deitados no sofĂĄ do estĂșdio, changbin sĂł de cueca e vocĂȘ com uma camiseta, em cima do colo dele, foi rebolando enquanto olhava nos olhos do mesmo, nĂŁo deixou tocar vocĂȘ, pediu para ficar com braços retos e apenas observar.Â
- Sabe chagbin, fico impressionado(a) que vocĂȘ nĂŁo consegui resistir a mim, nenhum por um segundo, posso estar simplesmente estar passando do seu lado e ainda assim nĂŁo consegui manter suas mĂŁos no seu corpo. - falou enquanto pegava o pĂȘnis dele e descia em cima, suas intimidade começou a apertar com envolta dele, e os dois gemeram.Â
- E seu ego nĂŁo fica gigante quando percebi a minha submissĂŁo a vocĂȘ? - ele falou gemendo, nĂŁo aguentando mais ficar com a mĂŁo reta, pegou na sua cintura e começou a mexer o quadril.
- Ă Ăłbvio que sim, eu sempre soube que era tentação, mas vocĂȘ consegui me fazer me sentir mil vezes mais gostoso(a). - falou com um sorriso malicioso, subindo e descendo no colo dele, segurou a mĂŁo dele na sua cintura e pediu para ir mais rĂĄpido que conseguisse.Â
Nunca tinha visto tamanha velocidade, changbin batia com força e vontade, o barulho de seus corpo se batendo era alto, se alguĂ©m passasse no corredor com certeza escutaria, mas ele precisava daquele momento, todo o prazer fĂsico se misturava com ideias enlouquecedoras na sua mente, um desbloqueio criativo surreal, tudo misturado com prazer.Â
Changbin deu mais algumas estocadas e os dois gozaram juntos, nem esconderam o prazer e gemeram alto. Caiu no peito do rapper cansada e comentou sobre a resistĂȘncia dele parecer maior com o tempo, ele riu fraco e levantou rĂĄpido, se vestiu e disse que vocĂȘ tinha dado uma ideia avassaladora para ele.Â
Foi assim que nasceu Charmer.Â
meu propĂłsito. â min yoongi.
avisos. dirty talk, creampie, gravidez planejada (acho chique).
A cĂłlica fazia com que vocĂȘ perdesse a fome. Antes, o cheirinho de bulgogi que fazia seu estĂŽmago roncar, agora nĂŁo te apetecia tanto. VocĂȘ odiava com todas as forças aquela Ă©poca do mĂȘs. Ainda mais â principalmente, quando calhava de mesclar com os dias em que Yoongi estava em casa.
Pelo menos ele podia te mimar.
Era isso que ele estava fazendo naquele momento, â deitado na cama, com vocĂȘ confortavelmente deitada no peitoral dele, ambos assistindo um filme de romance de Ă©poca, enroscados na coberta.
Tang estava aos seus pĂ©s, tirando um cochilo preguiçoso. VocĂȘ estava quase tomando o mesmo rumo que o gatinho, os olhos se fechando vagarosamente, mas a voz do moreno chama sua atenção. VocĂȘ sobe o olhar, o encontrando como costuma: os cabelos cumpridos e negros caindo por seu rosto, as feiçÔes cansadas e sonolentas ali, enfeitando as bochechas gordinhas e saudĂĄveis.
âHm?â, vocĂȘ responde ao chamado, ele parece pensativo, o que acende uma luz em seu espĂrito curioso.
âSabia que Namjoon e a namorada estĂŁo tentando engravidar?â, diz, despretensiosamente, aguardando uma reação sua.
âSĂ©rio? Que legal, Yoon. Fico feliz por eles, o Namjoon sempre quis ser pai.â, vocĂȘ sorri fraquinho, ele sorri tambĂ©m, mas hĂĄ algo diferente ali. VocĂȘ franze o cenho, antes mesmo de perguntar se havia algo errado, ele expĂ”e:
âAcho que⊠PoderĂamos tentar tambĂ©m, o que acha? Estamos juntos hĂĄ anos, a vida anda mais tranquila com o fim da turnĂȘ, jĂĄ cumpri o alistamento, e⊠Parece tudo tĂŁo certo, tĂŁo perfeito pra⊠Finalmente termos um bebĂȘ.â, ele diz. As bochechas alvas ruborizando levemente.
Yoongi estava te pedindo pra terem um filho.
Um filho.
âYoonâŠâ
âSe vocĂȘ achar que ainda nĂŁo Ă© o momento, tĂĄ tudo bem. Se vocĂȘ tambĂ©m achar que talvez nunca chegue esse momento, tudo bem tambĂ©m. Eu te amo e vou respeitar qualquer decisĂŁo sua. SĂł achei que seria bom vocĂȘ saber que⊠Se vocĂȘ quiser, eu tĂŽ preparado. E⊠Parece uma ideia muito boa ser pai.â, vocĂȘ sorri de levinho, quase tĂmida, pelo respeito e consideração dele por vocĂȘ.
JĂĄ haviam conversado sobre filhos hĂĄ um tempo atrĂĄs, mas na Ă©poca ainda parecia inviĂĄvel. Mas naquele momento, Yoongi com 33 anos, vocĂȘ com a idade prĂłxima, a vida mas pacata e ajustada, realmente parecia um bom momento.
Aquecia seu coração pensar que Yoongi imaginou uma famĂlia com vocĂȘ. Aquecia mais ainda imaginar um bebĂȘ em seus braços com a mesma caracterĂsticas de seu amor.
âEu quero.â, vocĂȘ murmura. âAcho que Ă© o momento perfeito pra termos um bebĂȘ. Por mim, podemos começar a tentar.â
Ele nada diz por alguns segundos. O silĂȘncio parece abraçar o momento, servindo apenas para reafirmar os desejos um do outro. O de Yoongi, com o coração transbordando, te imaginando gerando o bebĂȘ dele, e o seu, o imaginando como pai.
Os dias seguintes foram leves. Nenhuma correria, pressĂŁo, ou milhares de exames buscando pontuar quando seria o melhor dia para que vocĂȘ engravidasse. NĂŁo transavam apenas quando vocĂȘ estava ovulando, nĂŁo era feito apenas com a intenção de gerar uma criança, nĂŁo era mecĂąnico, e nĂŁo parecia algo que faziam por obrigação.
Era amor.
Sentiam vontade constantemente, e quando viam, estavam entrelaçados, com Yoongi entre suas pernas, metendo devagarinho, te beijando, te amando, atĂ© que goze dentro, com aquele quentinho no coração â que afirmava que o real propĂłsito era te amar, e fazer o amor transbordar a ponto de trazer ao mundo uma junção dos dois.
Mas ele nĂŁo deixava de pesquisar. Assim como vocĂȘ mudou sua alimentação para uma mais saudĂĄvel, e introduziu o ĂĄcido fĂłlico Ă sua rotina, ele parou de beber, e de fumar, porque havia lido no google que isso garantia a boa qualidade do esperma.
E era apenas isso.
O foco de Suga era te deixar o mais tranquila possĂvel, sem neura. Estava acompanhando de longe a pane de Namjoon, por estar hĂĄ meses tentando sem sucesso, e nĂŁo queria passar aquilo para vocĂȘ. Se fosse pra ser, seria.
E foi. Pelas contas futuras de vocĂȘs dois, havia sido no dia em que ele estava em casa, em um feriado prolongado. NĂŁo era um dia especial, nĂŁo tinha flores pela casa, nem um jantar carĂssimo esperando vocĂȘs.
Era apenas vocĂȘs dois, em um sofĂĄ enorme, cheio de cobertas e travesseiros, um filme passando na tv, a sala escurinha, e Tang na poltrona da frente.
Tudo havia começado com risos frouxos, implicĂąncias, atĂ© que seu quadril se remexesse por demais no lugar certo. Em segundos vocĂȘ estava virada para ele, os dois se beijando, e sua mĂŁo em um desce e sobe preguiçoso no pau do namorado. Yoongi soltava suspiros entre os beijos, o coração parecendo palpitar a cada vez que vocĂȘ adicionava uma pressĂŁo maior na base do membro, pertinho das bolas.
âNĂŁo⊠NĂŁo precisa tirar a calcinha. Eu coloco pro ladinho.â, ele murmura em seus lĂĄbios, quando sente o movimento de sua mĂŁo tentando retirar o prĂłprio short de pijama.
E ele realmente embola para o lado seu short, socando todo seu comprimento em seguida. Era lento, quente, tĂŁo torturante que beirava o insuportĂĄvel. Ele era delicioso, e sabia como fazer da maneira certa para te enlouquecer.
Sempre soube alcançar o lugar certo, no ritmo certo.
âYoonâŠâ
âGoza no meu pau, princesa. Faz isso por mim, hm? Pra eu gozar gostoso e quentinho dentro de vocĂȘâŠâ
âContinuaâŠâ
âCaralho, gostosaâŠâ
Entre beijos, declaraçÔes sussurradas, e suor, ele te desmancha dentro de ti, com o rostinho escondido em seu pescoço, envergonhado por tamanha entrega.
De corpo, e alma.
Os primeiros sintomas não foram usuais. Na realidade, achava que era mais uma tpm. Os seios doloridos, cólicas leves⊠Até que o cansaço e a fadiga atacaram.
Antes mesmo de perceber o atraso na menstruação, os enjoos matinais chegaram. Leves ainda, o suficiente para te fazerem evitar o café da manhã por pelo menos uns trinta minutinhos após acordar; todos os dias.
Yoongi sentia que havia algo. Não sabia dizer o que, mas sentia algo diferente. Uma necessidade maior de cuidar, uma preocupação estranha.
AtĂ© que um dia, chegando do estĂșdio, ouviu seu choro. Correu atĂ© o banheiro, em desespero, e te encontrou sentadinha na tampa do vaso, com o rosto para o teto. Bochecha molhada, olhos vermelhos, lĂĄgrimas ainda escorrendo por ali.
âAmorâŠâ, ele murmurou preocupado.
Mas vocĂȘ sorriu. De leve, mas sorriu. NĂŁo disse nada, apenas olhou para cima da pia onde ele nĂŁo havia percebido que repousava nĂŁo sĂł um â mas trĂȘs testes de gravidez. Positivos. Os trĂȘs.
âNĂŁo brincaâŠâ, ele murmura desacreditado, pega os testes encarando um por um, depois inspeciona vocĂȘ, e seu olhar meio sapeca, meio emocionado.
âAmor⊠VocĂȘ⊠TĂĄ grĂĄvida?â
Ele ainda parecia preocupado, o sorriso nĂŁo veio de imediato. Queria saber o porquĂȘ vocĂȘ estava chorando, jĂĄ com medo de vocĂȘ ter se arrependido da decisĂŁo. Se agachou em sua frente, absorvendo sua expressĂŁo confusa, e acariciando suas coxas desnudas.
âVocĂȘ tĂĄ bem? Por que vocĂȘ chorou? VocĂȘ tĂĄ feliz, princesa? Preocupada? TĂĄ tudo bem, eu tĂŽ aquiâŠâ, a calma na voz dele se fez presente, e vocĂȘ o encarava com ternura. Ele parecia genuinamente preocupado.
âYoon⊠Eu chorei porque⊠NĂŁo sei, eu fiquei emocionada. NĂŁo tĂŽ preocupada, sei que vamos dar conta, e⊠Eu tĂŽ muito feliz. NĂŁo sabia que era possĂvel amar alguĂ©m que vocĂȘ nem conhece ainda.â
E ali estava. O sorriso gengival que vocĂȘ tanto amava. Ele sorriu, sorriu grande. Mas o sorriso foi se desfazendo aos poucos, Ă medida em que ele abaixava a cabeça e deitava ela em sua coxas. VocĂȘ entendeu o que estava acontecendo no primeiro soluço que fez o corpo dele tremelicar. Yoongi estava chorando.
âEu vou ser pai. Meu Deus, meu filho tĂĄ aqui dentro, pequenininho, amor. VocĂȘ fez de mim o homem mais feliz do mundo. VocĂȘs sĂŁo minha famĂlia.â
E desta vez, quando as lågrimas voltaram a cair de seu rosto, os culpados não eram os hormÎnios, mas sim o coração. Grato, por saber que havia feito a escolha certa. Amado a pessoa certa.
đșđ đđđđđđđ đ©đđ...
(taehyung x vocĂȘ)
‷ VocĂȘ era ambiciosa demais pra desistir, mesmo mal aguentando o tamanho dele.
â đ Ì. Avisos: oral masc, size kink, gagging, dacrifilia, dirty talk, menção a sexo, conteĂșdo 18+.
â đ Ì. Notas: I love my boyfriendâĄ
- VocĂȘ Ă© tĂŁo ambiciosa, amor. - Ele sorri ladino. Lambe os lĂĄbios, jogando a cabeça pra trĂĄs enquanto vocĂȘ tenta incansavelmente colocĂĄ-lo na garganta, mas nĂŁo consegue. - Sempre querendo mais...Tsc. - Passa a lĂngua nos dentes superiores, faminto. - Nem aguenta o meu tamanho.
Franze as sombrancelhas, irritada. Seus cĂlios jĂĄ estavam molhados, pelas lĂĄgrimas insistentes. Abocanha a cabecinha inchada, deslizando pelo comprimento, mas engasga de novo. Taehyung ri, feito zombasse da sua situação. EntĂŁo larga o pau rĂgido, balançando os ombros, pirracenta. A extensĂŁo era grande demais pra sua boquinha pequena, e suas mĂŁozinhas mal se fechavam ao redor quando tentava punhetar.
- Fica assim nĂŁo, meu amor - Ele coloca a mĂŁo na sua cabeça, como se te confortasse. - Coloca sĂł atĂ© onde vocĂȘ aguentar. - Faz o que ele pede, mesmo contrariada. Coloca na boca somente atĂ© onde suporta. Chupa sem passar do limite imposto por si prĂłpria. Sem ser ambiciosa demais. - Isso... nĂŁo precisa forçar, gatinha, ou vai acabar ficando sem voz.
O problema era que vocĂȘ queria que machucasse. Porra, queria engasgar todinha no pau grande de Taehyung. Tira da boca, apenas pra lamber a extensĂŁo, baba por todo ele. Taehyung grunhe, joga a cabeça pra trĂĄs no encosto do sofĂĄ. O peito subindo e descendo descontroladamente. As veias nos braços fortes completamente saltadas. Ele lambe os lĂĄbios, os mordendo em seguida, a olha como se estivesse prestes a devorar uma refeição. Sabia que quando quisesse, era sĂł ligar pro Tae. Ele nunca deixava a menina dele esperando. Mas a menininha dele era tĂŁo insaciĂĄvel, mal esperou ele passar pela porta do apartamento e jĂĄ pulou encima dele, pedindo pra tĂȘ-lo na boquinha, com tanta manha.
- Tae...fode a minha boquinha? - VocĂȘ pede, doce.
- Tem certeza? - Ah ele fica extasiado com o pedido. Sabe que nĂŁo vai aguentar muito tempo e pedir pra parar, mas isso o deixa com tanto tesĂŁo. VocĂȘ assente, deslizando a lĂngua por toda a extensĂŁo. O corpo do maior treme. Poderia atĂ© nĂŁo aguentar o seu tamanho, e nem mesmo conseguir engoli-lo sem forçar, mas mamava com vontade, sem passar dos limites. - EntĂŁo a minha menininha quer que eu acabe com a garganta dela, hm?
- Ah...sim. - Geme, extasiada. - Deixa eu te babar todinho, Tae.
Taehyung geme. Desliza o dedo pelos seus lĂĄbios macios, a fazendo abrir a boca instintivamente. Acaricia a lĂngua molhada com o dedĂŁo.
- PĂŽe a linguinha pra fora, pĂŽe. - Arfa. - Faz isso pro seu Tae, hm?
Obedece. Ele segura a base do prĂłprio pau, brilhando com sua saliva, as veias grossas pulsavam pela base, leva a cabeça rosada em sua direção, esfregando-se no mĂșsculo babadinho, delicioso. Taehyung solta o ar com força ao mesmo tempo em que bate a cabecinha na sua lĂngua alguma vezes antes de enfiar-se por completo. Esfrega as perninhas, excitada e ansiosa. Podia sentir o tecido da calcinha encharcando.
- Vou foder essa boquinha gostosa. - Ele sussura, rouco. Sai quase por inteiro, apenas pra meter com mais força e ter o prazer de vĂȘ-la engasgar no cacete dele. Sentia as veias pulsarem e espasmar na sua lĂngua. - E depois, vai sentar no meu pau atĂ© ele abaixar.
Droga...os olhinhos reviram em excitação.
A BELA VENCE O SABIO - TEN
âatĂ© o homem mais sĂĄbio foi reduzido a animal pela luxĂșria e artimanhas de uma mulherâ
esse âcontoâ de AristĂłteles e filis me deu essa idĂ©ia boba.
JĂĄ fazia dias em que vocĂȘ havia percebido a influĂȘncia de Ten em Shotaro, o professor de dança do seu namorado tinha sido claro âvocĂȘ precisa se afastar um pouco "delaâ, focar nos seus estudos e trabalho", e vocĂȘ conseguia ouvir a voz melodiosa de Ten sendo incisiva.
Chittaphon, como vocĂȘ preferia chamar, tinha a mania chata de meter-se onde nĂŁo Ă© chamado, com aquela mĂĄscara de bom profissional, aqueles belos olhos e a pose de bom moço conseguiu convencer Shotaro a fazer o que ele disse, se afastar de vocĂȘ.
Mas vocĂȘ era ardilosa, vingativa demais pra aceitar tal coisa, se Ten tinha Shotaro nas mĂŁos, entĂŁo vocĂȘ teria Chittaphon, faria o homem perceber que ninguĂ©m pode recusar vocĂȘ, nem o mais inteligente, nem o mais esforçado e muito menos o mais sĂĄbio.
E o plano se desenrolava da seguinte forma, naquele dia de sol escaldante vocĂȘ fez uma visita inocente a companhia de dança, vestiu aquela sainha jeans curtinha, um blusa transparente que nĂŁo deixava tanto pra imaginação, os cabelos bem enrolados de babyliss e muito gloss de morango.
Através dos espelhos da sala Ten podia te observar, as pernas bonitas cruzadas apertadas, os olhos atentos nos movimentos do mesmo, a boca machucando o låbio inferior. Suor escorria das temporadas do homem, tentando a todo custo se manter focado no treino, Chittaphon não entendia bem o motivo da visita, nem mesmo era dia do treino de shotaro, e mesmo que fosse ele havia deixado claro que a sua presença não era bem vinda.
â achei que jĂĄ que nĂŁo posso ver Shotaro dançar, eu poderia vir aqui ver vocĂȘ â os seus lĂĄbios se curavam em um sorriso tĂmido â sabe eu sou interessada em dança. â faz charme, tentando convencer o mesmo.
Ten te observa, tentando te ler, ele sempre foi bom nisso, entretanto agora frente a frente com uma das mulheres mais bonitas que os olhos dele jĂĄ viram, ele entendia o motivo da obsessĂŁo de Shotaro, ele entende que o mistĂ©rio e o charme fazem parte dessa personalidade mĂstica que prende.
â mas vocĂȘ tem que ficar quietinha, nĂŁo pode me atrapalhar. â vocĂȘ fez sinal de zĂper na boca, e ele nĂŁo pode evitar sorrir com a sua ação, achando encantador seu jeitinho.
Por semanas a fio Chittaphon achou que fosse enlouquecer, a cada encontro as roupas diminuem, o gloss aumenta e a intimidade vem junto. Ten jĂĄ nĂŁo tinha mais tanta restriçÔes, gostava dos seus comentĂĄrios sobre as performances de dança dele, tinha um enorme e pecaminoso tesĂŁo em vocĂȘ, daqueles que nem mesmo ele conseguia explicar direito.
E no exato momento em que vocĂȘ entrou usando um vestidinho floral fresquinho com o biquinho dos mamilos marcando ele jĂĄ sabia que seria o fim, nĂŁo foi capaz de se concentrar em nenhum dos passos de dança, a atenção do homem estava voltada exclusivamente pra mulher que o observava.
â vocĂȘ parece distante â vocĂȘ alertou, chegando pelas costas de Ten, massageando os ombros do homem que te observa pelo grande espelho da sala.
â e nĂŁo Ă© como se vocĂȘ nĂŁo soubesse o motivo â ele seca o suor da testa com as costas da mĂŁos, jogando os cabelos molhados para longe dos olhos.
Meticulosa vocĂȘ da o sorriso mais sem graça para ele, nĂŁo deixando transparecer que entendeu sobre o que ele estava se referindo.
Sem rodeios Ten se vira, cobrindo sua cintura com as mĂŁos, os dedos longos apertando seu quadril, te trazendo âpraâ mais perto dele. Boca colada ao pĂ© do ouvido, confidenciando coisas que ele jamais diria a outra pessoa.
â eu ardo de tanto desejar vocĂȘ. â a lĂngua dele envolve seu lĂłbulo da orelha â e nĂŁo Ă© como se vocĂȘ nĂŁo soubesse.
Suspira derrotada, se envolvendo nos carinhos do homem, nas mĂŁos que agora rodeiam sua bunda, no corpo que se impulsiona contra vocĂȘ para te mostrar o quĂŁo duro ele estĂĄ.
â Ten - vocĂȘ chama por ele manhosa.
â o que, gracinha? â os beijos molhados se depositam em seu pescoço, fazendo uma trilha nada segura para seu colo quase desnudo pela falta de pano do vestido.
â sabe â vocĂȘ empurra um pouco o homem, tendo entĂŁo a atenção dele â eu quero muito vocĂȘ, mas eu tenho minhas condiçÔes.
â e que condiçÔes sĂŁo essas? â a essa altura do campeonato Chittaphon nĂŁo seria capaz de negar nada a vocĂȘ, ele tinha a plena certeza que qualquer proposta sua valeria a pena.
â vocĂȘ tem que deixar eu te âmontarâ e eu gosto de bater um pouquinho.
Determinado a te ter o homem não nega, te segura pela quadril, envolvendo tuas pernas na cintura dele, indo em direção ao sofå, se pÔe sentando contigo no colo.
Os corpos se esfregando, umidade jĂĄ escorrendo do homem manchando a bermuda de tecido fino.
O primeiro tapa pega Ten de surpresa, vocĂȘ agarra o maxilar dele obrigando te olhar nos olhos, o rosto queimando onde sua mĂŁo bateu, a dor causando umidade no canto dos olhos dele.
â olha pra vocĂȘ â vocĂȘ lambe a bochecha marcada â me fazendo sua distração. â debocha em tom ĂĄcido, tentando captar pelos espelhos se seu âespectadorâ especial jĂĄ se encontra no local.
Rola os quadris no volume do homem, arrancando um gemido sofrido.
â eu preciso â ele gagueja ao te ter se pressionando cada vez mais nele.
Uma das suas mĂŁos pequenas envolvem o pescoço dele, enquanto a outra puxa o pau para fora da bermuda, a facilidade da sua falta de roupa Ăntima possibilita o primeiro contato cru dos corpos, os sucos se misturando, a cabeça quente do pau dele entrando em contato com a sua boceta, te deixando mole por alguns segundos, te fazendo gemer em coro com ele.
â vai ser meu bom menino? â Chittaphon concorda em desespero â e vai aceitar tudo que eu te oferecer? Vai deixar eu fazer o que bem entender com vocĂȘ? â os olhos miĂșdos se apertam em ansiedade â Ten Chittaphon vocĂȘ Ă© um homem tĂŁo manipulĂĄvel.
O pau se abarrota por entre as suas dobras molhadas, vocĂȘ desce duro nele, segurando um gemido na garganta, mantendo os olhos abertos pra nĂŁo perder nenhuma parte do show particular que vocĂȘ estava dando. Ten com os olhos fechados, cabeça escorada na guarda do sofĂĄ, uma mĂŁo pequena em volta do pescoço impossibilitado passagem de ar, boca aberta babando pornograficamenteâŠ
A medida que os dois se acostumam com os corpos juntos, seus movimentos aumentam, vocĂȘ quica no pau dele produzindo sons erĂłticos, os gemidos de Ten se alinham com os seus, suas mĂŁos vagam por baixo da camisa dele apertando os mamilos do homem, fazendo o orgasmo se aproximar cada vez mais, entretanto a cereja do bolo ainda estava pra vir.
â abre a boca, amor â vocĂȘ pede. Os olhos dele entĂŁo se abrem pra te observar, um misto de confusĂŁo e luxĂșria. Ele nĂŁo te nega o pedido, abrindo a boca imediatamente.
Um fio de cuspe escorre da sua boca, deslizando pela lĂngua do homem, Chittaphon prontamente engole e o orgasmo do homem acompanha, ele goza chamando pelo teu nome, pedindo por mais, te dizendo que vocĂȘ Ă© a Ășnica nos pensamentos dele e que ele tĂĄ perdidamente louco por vocĂȘ.
E no canto da sala, como planejado desde de o inĂcio, Shotaro observa toda a cena, lembrando cada palavra sua ânem ele, nem Chittaphon conseguiria resistir a mim, nem vocĂȘ e nem ele.â
( â¶. ) đ đđđđ đȘđźđ„đ: âđđđđđđđđđđ!â
( â¶. ) đđ”đČ đđœđČđčđč ââ âđ đđđđđđđđ! [đ€]â
Escritoras que eu leio e amo de coração. Essa lista serĂĄ atualizada đČđđœđŒđżđźđ±đ¶đ°đźđșđČđ»đđČ, entĂŁo recomendo que esse post seja acessado pelo đłđ¶đ đźđ±đŒ sempre que vocĂȘs estiverem em busca de recomendaçÔes.
Alguns blogs estĂŁo đ¶đ»đźđđ¶đđŒđ, mas os recomendo em razĂŁo dos posts que ainda estĂŁo disponĂveis por lĂĄ.
( â¶. ) ââ đđąđĄđ§đđđđ : 40 blogs (04/04/2026).
LIGHTS, CAMERA, ACTION!
JEON JUNGKOOK! cof cof, tĂĄ gravando? đ¶ïž blowjob, semi pĂșblico, pegação.
A luz dificultava sua visĂŁo. Era forte, quente. Mas vocĂȘ jĂĄ estava acostumada. Haviam dezenas de pessoas olhando para vocĂȘ, aguardando que vocĂȘ nĂŁo desse nenhum deslize. Todos exaustos, aguardando sempre o prĂłximo take.
Seu parceiro de cena era Jeon Jungkook, o idol. Estrelavam juntos um filme de comĂ©dia romĂąntica com uma pitada de pimenta. Era leve, divertida, e todas as cenas fluĂam bem. AtĂ© a talvez mais difĂcil cena do roteiro.
A de sexo.
NĂŁo seria totalmente explĂcita, mas seria sugestiva o suficiente para te deixar meio nervosa. Ele era um cara muito bonito. Era um fato.
Cabelos negros em um corte curto, com uma franja pequena jogada na prĂłpria testa, deixando um ar despojado em seu rosto juvenil. Os olhos tĂŁo negros quanto traziam um brilho luminoso, quase ingĂȘnuo, que constrastava com os piercings nos lĂĄbios carnudos. Mas o que mais te chamava atenção era o combo sorriso de coelho + covinhas. Ele era perfeito. Em cada detalhe.
âBeleza, gente! VocĂȘs lembram da coreografia? Vamos recapitular, começamos com vocĂȘs deitados na cama se olhando. Pararam na parte em silĂȘncio, certo? Mas pra pegar um gancho certo, podem usar as falas se forem melhor. VocĂȘs se beijam, e o clima começa a esquentar. Jungkook tira a camisa, e vocĂȘ, minha linda, tira a sua e fica sĂł com o sutiĂŁ. VocĂȘ vai sentar no colo dele, vĂŁo continuar se beijando. Jungkook, jĂĄ que ela vai estar no seu colo, vocĂȘ vai gemer, fazer uma feição mais sĂŽfrega, pode morder os lĂĄbios que fica bem bacana⊠E quero ouvir de vocĂȘs, tem algum limite que vocĂȘs tenham? Alguma duvida ou pedido?â
âNĂŁo, de boa.â, vocĂȘ diz simples, jĂĄ se acomodando na cama do set que seria seu quarto.
âDe boa tambĂ©m.â, Jungkook diz, te olhando sorrindo tranquilizador, e se deitando ao seu lado.
âPerfeito. Como Ă© uma cena que exige contato fĂsico, vamos entender caso vocĂȘs precisem dar uma pausa, caso precisem respirar, dar um tempo. E Ă© super normal, gente. NĂŁo precisam ficar nervosos, nĂŁo precisam ficar tĂmidos caso aconteça do corpo reagir de alguma maneira. Acontece mais do que vocĂȘs imaginam, beleza? Podemos iniciar?â, a coordenadora de intimidade repassa as recomendaçÔes necessĂĄrias, e vocĂȘs concordam.
Seria simples.
VocĂȘ sabia o que tinha que fazer, jĂĄ havia escutado os passos da coreografia de cĂłr.
Era como uma dança.
Mas Ă s vezes as coisas saiam do controle.
Decidiram realmente começar de onde pararam. O silĂȘncio. A troca de olhares. VocĂȘ o encara, deitada no peitoral forte dele, o rosto direcionado para cima. Ele tem uma pintinha no nariz. Nunca havia reparado.
Uma cicatriz na bochecha, e⊠Uma pintinha bem de baixo do lĂĄbio inferior. Esse era o gancho. Focar o olhar nos lĂĄbios dele. Natural. SĂștil. Suave.
Ele se aproxima, os olhos fechando devagar, e os seus tambĂ©m. Encosta os lĂĄbios nos dele, e atĂ© entĂŁo nĂŁo havia nada de novo. JĂĄ haviam dado alguns beijos tĂ©cnicos, jĂĄ que existiam outras cenas no filme em que vocĂȘs se beijavam. Mas essa era mais intensa.
âAtençãoâŠâ, escutam a voz da coordenadora, mas continuam a se beijar. âPode sentar no colo deleâŠâ, ela guia a cena com um mega fone.
VocĂȘ apoia a destra na cama, e encaixa os joelhos um de cada lado da cintura dele, posicionando o quadril em cima do dele. Em nenhum momento ele sai do personagem. Continua com aquela carinha de perdido, realmente sĂŽfrega como lhe foi pedido, esperando por mais beijos.
VocĂȘ torna a beijĂĄ-lo, um beijo tĂ©cnico que tenta trazer o mĂĄximo de desejo contido. Agarra a nuca dele, finca as unhas no pĂ©zinho do cabelo dele, e sente as mĂŁos dele em sua cintura.
âJungkook⊠Pode tirar a camisaâŠâ, a coordenadora diz, e imediatamente vocĂȘ o auxilia a retirar a camisa dele. Em seguida ele retira a sua, te deixa sĂł de sutiĂŁ.
Definitivamente nĂŁo estava no roteiro aquela pausa de segundos, dele segurando firme em sua cintura nua, encarando seus seios ainda cobertos pelo pano da peça Ăntima. SĂł que agora o rosto dele parecia mais⊠Real. Jungkook sobe o olhar para o seu rosto novamente, e encara seus lĂĄbios com algo intrĂnseco ali, escondido sob os cĂlios curtos.
Devagar, quase provocante, ele retoma seus lĂĄbios, desta vez com uma grata surpresa que traz efetividade ao momento: a lĂngua dele deslizando por seus lĂĄbios. Quente, molhada, em contraste com o piercing frio esfregando em sua boca. Ele suspira entre o beijo, vocĂȘ retribui com vontade, e ali a cena se desata.
A mĂŁo dele escorrega de seu quadril para a curva de sua bunda, ainda hesitante em meio Ă um aperto leve, que consequentemente faz com que seu quadril se projete para frente, esfregando no dele. AtĂ© queâŠ
Ele geme.
Geme em sua boca, manhoso, arrastado, mas vocĂȘ lembra que estava no roteiro. Timing perfeito. Jungkook sente as orelhas esquentarem, provavelmente jĂĄ estavam vermelhas, mas mesmo sendo apenas uma cena, era difĂcil controlar seus instintos biolĂłgicos com uma garota gostosa sentada em cima do pau dele sĂł de sutiĂŁ, beijando ele tĂŁo gostoso.
Perdido. Era isso que ele estava. Com uma mĂŁo agarrou seu cabelo, a outra permanecia em sua bunda, pressionando seu corpo para baixo.
VocĂȘ tenta abraçå-lo, acariciĂĄ-lo, estar perto, trazer veracidade. Morde a boquinha dele, bem do lado do piercing, e ele suspira agoniado. Algo errado. A respiração dele estĂĄ errĂĄtica, acelerada, a pele quente, suada. Era nĂtido e Ăłbvio: ele estava com tesĂŁo. Se tornou mais claro ainda quando resvalou novamente o quadril no dele, e o sentiu. Duro, firme, pulsante, quente. Ele estava de pau duro. E completamente sem graça.
âEu⊠Desculpa.â, ele murmura baixinho, o rosto ainda bem pertinho do seu. Sabe que vocĂȘ percebeu. Engole a seco reparando seu rosto ainda, e mesmo que vocĂȘ sinta â assim como ele, que um clima foi criado, a coordenadora o corta.
âAlgo errado, pessoal? Querem dar uma pausa? TĂĄ tudo bem?â, ela invade o espaço do quarto no set, e Jungkook fica mais vermelho ainda.
âAcho que precisamos de um tempinho, beber uma ĂĄgua. Pode ser?â, vocĂȘ pergunta, ainda sentada no colo dele.
Jungkook queria apenas se enfiar debaixo daquela cama. O rosto queimando, vermelho como um pimentĂŁo. VĂĄrios pares de olhos em vocĂȘs, e assim que vocĂȘ saĂsse do colo dele, perceberiam que ele estava de pau duro. Ătimo. Foi-se a Ă©poca em que o idol tinha uma dignidade. O pior era que qualquer, mesmo que mĂnimo, contato, era suficiente para que um gemido quisesse subir por sua garganta. Travado antes de sair.
VocĂȘ sai do colo dele, ele rapidamente tampa a ereção com a prĂłpria blusa, e se levanta rapidamente, murmurando algo incompreensĂvel, se dirigindo ao seu camarim. VocĂȘ olha para a coordenadora, que oferece um sorriso simpĂĄtico, jĂĄ imaginando o que havia acontecido.
âVoltamos em vinte!â, ela diz alto para que todos escutem.
Logo a multidão de funcionårios se dispersa, cada um buscando por um café e um pequeno descanso.
E vocĂȘ tambĂ©m.
Mas seu descanso se encontra no camarim nĂșmero 7, com o nome âJeon Jungkookâ escrito embaixo em letras garrafais. DĂĄ umas batidinhas na porta, e ele que estĂĄ lĂĄ dentro andando de um lado para o outro tentando acalmar o prĂłprio corpo, se assusta.
Na cabeça dele o embate era: tomo um banho gelado e penso na minha avĂł, ou bato uma pensando nela e acabo logo com isso? Mas quando escutou as batidas na porta, e a abriu, ainda nervoso, e ainda excitado, deu de cara com vocĂȘ.
TĂŁo fodidamente linda.
âJ-jĂĄ voltaram?â, ele gagueja. Merda, merda, merda! Pensa.
âAinda nĂŁo. Vim ver como âcĂȘ tava.â, diz com um sorrisinho provocante nos lĂĄbios. Ele olha pros dois lados do corredor, antes de te raptar para dentro do camarim, trancando a porta em seguida.
âDesculpa.â, murmura derrotado. âEu tĂŽ de verdade com muita vergonha, nĂŁo pensei que isso fosse acontecer. Ainda mais com tanta gente olhando, eu⊠Merda. Desculpa.â
âJK. TĂĄ tudo bem, sĂ©rio. Acontece, Ă© normal.â, vocĂȘ dĂĄ de ombros, se aproximando dele, que emana calor. âA vantagem de ser mulher nesses momentos Ă© que nĂŁo deu pra ninguĂ©m perceber o quanto eu fiquei molhada.â
âAh, isso Ă© verdade, Ă© muito ma-â, ele para imediatamente quando percebe finalmente o que vocĂȘ disse. Te olha com os olhos arregalados, vocĂȘ dĂĄ um sorrisinho. âHein?â
âĂ.â, vocĂȘ concorda com a cabeça, meio sem graça, mas atenta. âA coordenadora deu vinte minutos de pausa. JĂĄ se passaram cinco. Acho que dĂĄ tempo.â, vocĂȘ murmura distraĂda, prendendo o cabelo em um rabo de cavalo.
âDĂĄ tempo? De que?â, pergunta exasperado, os olhos carregados de um desejo implĂcito, os lĂĄbios sendo maltratados por seus dentes.
âUĂ©. Pra te aliviar.â, vocĂȘ diz sorrindo doce, mas com intençÔes ardentes. Se agacha na frente dele, um dos joelhos no chĂŁo mantendo seu equilĂbrio.
Ele recosta o quadril na penteadeira do camarim, e nĂŁo resiste Ă vocĂȘ descendo a calça de moletom dele, junto com a cueca apertada.
E sério, puta que pariu. Que garoto gostoso.
A linha que marcava de seu abdĂŽmen atĂ© o pau era profunda, bem desenhada. As coxas torneadas, fortes, contraĂdas, com uma leve penugem preta, quase inexistente, assim como a penugem que cobria sua virilha. A cabecinha estava avermelhada, carecia de atenção. A sua atenção.
âPorraâŠâ, Ă© o que ele geme assoprado quando vocĂȘ o coloca na boca sem cerimĂŽnia.
Respira fundo para abrir bem a garganta, e o tem até a base, ou até quase ela, em movimentos repetidos, intensos. Acaricia o curso das veias que o enfeitam algumas vezes, o sente se arrepiar.
Ele joga a cabecinha para trĂĄs, perdidinho, jĂĄ suado, apenas aproveitando o momento. DĂĄ suspiros leves, a mĂŁo carinhosa em sua cabeça empurrando de levinho para o encontro de sua pelve. E ele rebola, ondula o quadril, mexe pra frente, pra trĂĄs, como uma onda, em ĂȘxtase.
âCalma, calmaâŠâ, ele murmura quando sente calafrios por seu corpo, aquela sensação familiar que sobe por todos os nervos, a tensĂŁo presente em cada cĂ©lula de seu corpo.
Ele iria gozar.
Mas como nĂŁo poderia? A parceira de cena dele, bonita, gostosa, ali, abaixada em sua frente, com seu pau na boca, mamando com tanto gosto que a saliva escorria pelo canto da boca.
âE-eu vou gozar, calmaâŠâ, ele sabia que nĂŁo tinham tempo. Mas mesmo assim, queria prolongar a sensação o mĂĄximo possĂvel. VocĂȘ o tomava tĂŁo bem.
âEu vou gozar. Vou gozar..â, repete algumas vezes baixinho, tentando alertĂĄ-la, como se o que vocĂȘ quisesse nĂŁo fosse a situação presente.
Mas era. Como era.
Sente ele pulsar em sua lĂngua, os jatos quentinhos e espessos descendo por sua garganta enquanto ele tenta maneirar na altura dos gemidos. Ele puxa o ar entre os dentes, todo arrepiado, ficando na ponta dos pĂ©s para garantir que vocĂȘ tome atĂ© a Ășltima gotinha dele. E quando termina, parece cansadinho. Quase desmaiado recostado na penteadeira, deixando vocĂȘ arrumar a roupa dele de volta para o lugar. Ele suspira te olhando, os olhos brilhantes carinhosos e curiosos, enquanto vocĂȘ limpa a saliva do rosto, e tenta se ajeitar minimamente.
âVocĂȘ Ă© doida.â, ele murmura sem graça, olhando fixamente pra vocĂȘ.
âSou?â, sorri abertamente, feliz pelo resultado de sua estripulia: um Jungkook totalmente arruinado.
âAgora que eu vou ficar duro na gravação. JĂĄ sei o que essa boquinha Ă© capaz.â, sorridente, ele desvia o olhar do seu para o chĂŁo.
âSe a boca jĂĄ Ă© boa, imagina o restante.â
com todo respeito, vai tomar no cu essas meninas que criam uma conta no twitter pra ficar espalhando coisas romantizando distĂșrbio alimentar, passando dietas malucas, mĂ©todos PERIGOSOS de emagrecimento. postaram fotos de idols que sĂŁo MAGRAS, chamando elas de gordas, e outras que obviamente estĂŁo passando por algum distĂșrbio falando que o corpo era lindo.
caralho, cadĂȘ a mĂŁe, cadĂȘ o pai dessas adolescentes??? cadĂȘ o responsĂĄvel pra filtrar o que essas crianças ficam consumindo na internet? essa magreza extrema sĂł Ă© bonita na bolha dessa gente, pq na vida real nĂŁo Ă© assim nĂŁo. crl isso Ă© uma coisa que me revolta muito
ââ .⊠totalmente entregue.
jeon jungkook.
avisos: jungkook papai, sexo sem proteção, dirty talk, insegurança no âpuerpĂ©rioâ. ps; falei que ia conseguir descobrir de uma maneira romĂąntica e literĂĄria como era o orgasmo masculino kkkkkk espero que eu tenha conseguido passar pras minhas palavras. đ©” espero que goste, anon.
VocĂȘ massageava suas pernas com o creme com cheirinho de lavanda, enquanto se observava no espelho. Se sentia estranha. Sabia que seu corpo mudaria, adaptando-se para ser o lar da sua bebĂȘ por 9 meses, mas imaginava que voltaria ao corpo de antes mais rĂĄpido. Erro seu. Malee estava com quatro meses, uma nenĂ©m de bochechas rechonchudas, e sorriso fĂĄcil. Os cabelos eram negros, assim como os olhos. Puxou o pai.
Jungkook estava nas nuvens. Estava realizando um sonho sendo pai, e se sentia grato demais pela saĂșde da pequena, e da esposa. Naquele exato momento, estava com Malee no colo, a ninando, para que ela dormisse, enquanto vocĂȘ finalizava seu banho, e seus cuidados consigo mesma. Quando se certificou que a bebĂȘ estava em sono profundo, a colocou no bercinho, com o mosqueteiro a protegendo. A naninha estava ao lado dela, com o cheirinho dos pais, e o quarto todo climatizado para que ela nĂŁo sentisse frio, ou calor. Deixou a luz do abajur bem baixinha, e o ruĂdo branco embalava a bebĂȘ.
Finalmente deixou o quarto. O peito desnudo com o cheirinho de mamĂŁe e bebĂȘ da prĂłpria filha, antes ninada ali. Na parte de baixo, apenas uma calça de moletom velha, Ă© confortĂĄvel.
Te encontra na frente do espelho, com aquela maldita camisolinha vermelha minĂșscula, que deixava sua popa da bunda aparecendo. Reparou a maneira como vocĂȘ se avaliava, deslizando as mĂŁos com creme pela perna. Era um olhar de julgamento. JĂĄ o dele, era de paixĂŁo. Subiu os olhos de suas pernas para os seios fartos e ligeiramente inchados coberto por aquele decote de rendinha. Desde a gravidez seus seios haviam aumentado, para felicidade dele. Ficou alguns minutos recostado no batente da porta atĂ© vocĂȘ perceber sua presença, e se assustar.
ââ Que susto! Malee dormiu?â â diz meio risonha, ele concorda com a cabeça, se aproximando de vocĂȘ.
ââ Dormiu pesado. Coloquei no bercinho.â â diz se aproximando de ti, finalmente te abraçando por trĂĄs, olhando para vocĂȘ pelo espelho. ââ VocĂȘ fica muito gostosa com essa camisola.â
ââ AmorâŠâ â vocĂȘ resmunga sem graça. NĂŁo estava satisfeita com o corpo. ââ Eu tĂŽ me sentindo tĂŁo inchada ainda. E aquela linha da barriga nĂŁo quer sumir por nada. TĂŽ me odiando.â
VocĂȘ desabafa, e ao invĂ©s de te julgar, ou brigar com vocĂȘ, ele beija sua bochecha, ainda te abraçando por trĂĄs, compreensivo.
ââ Eu sei, amor. Eu sei. Mas essas mudanças foram necessĂĄrias pra nossa nenĂ©m caber aqui.â â ele acaricia sua barriga, por cima da camisola. ââ E se faz com que vocĂȘ se sinta melhor, meu pau âtĂĄ muito duro sĂł de te olhar. Por mim eu meteria outro filho em vocĂȘ essa noite.â â ele diz, e vocĂȘ ri pela brincadeira. Ele vai caminhando com vocĂȘ atĂ© a cama, atĂ© que ele se deite por cima de ti. ââ TĂĄ rindo? Eu te juro. Meu saco tĂĄ atĂ© doendo jĂĄ. Eu te acho linda amor. Sempre achei, sempre vou achar. HummmmâŠ. Linda e cheirosa.â
Ele passa a deixar beijinhos leves por seu pescoço, sentindo seu perfume gostoso. Ele nĂŁo estava brincando quando disse que jĂĄ estava excitado. Se sentia extremamente sensĂvel. Sabia seus limites em relação ao puerpĂ©rio, entĂŁo tentou nĂŁo tomar iniciativa, com medo de que vocĂȘ se sentisse pressionada a transar com ele.
No fim das contas, isso ajudou em sua insegurança. Achava que ele nĂŁo te desejava mais. Quando na realidade, basicamente todas as noites no escritĂłrio dele, ele batia uma vendo vĂdeos antigos de vocĂȘs, que mantinham muito bem guardados.
ââ Eu tĂŽ com vergonha.â â vocĂȘ murmura baixinho. Ele para de beijar seu pescoço, e olha em seus olhos. VocĂȘ estĂĄ tĂŁo molhada, que chega a umedecer a calça de moletom dele, em contato constante com sua pelve.
ââ Se vocĂȘ nĂŁo quiser, se nĂŁo estiver preparada pra voltar a transar, tudo bem. Eu espero. Espero o tempo que for, nĂŁo quero que se sinta obrigada. Mas tambĂ©m quero que saiba que eu tenho vontade de vocĂȘ todos os dias. Todos. Os. Dias. Te ver nessa porra desses pijamas curtinhos, desfilando com essa bunda gostosa, amorâŠâ â começa com seriedade, se tornando manhoso no final de sua declaração. A cabecinha de Jungkook jĂĄ estava melada, prĂ© gozo saindo, jĂĄ que aquilo era o mais prĂłximo de sexo que ele tinha desde mais ou menos seis sete meses de gravidez. Ele era totalmente obcecado por vocĂȘ.
ââ Eu quero. Quero muito.â â vocĂȘ sussurra contra os lĂĄbios dele. Selinhos dengosos, lentos, tornam a moldar o momento Ăntimo.
ââ EntĂŁo me deixa te aliviar. Deixa eu te fazer gozar. Prometo que vou fazer bem gostoso pra vocĂȘ.â â a voz de Jungkook jĂĄ estava totalmente afetada. Ele estava quase implorando, a voz em um fio, o quadril moendo o seu afim de aliviar a si prĂłprio, mas sĂł conseguia sentir mais tesĂŁo. NĂŁo duraria quase nada, gozaria rĂĄpido como um virgem, sabia disso.
ââ Me come, Gguk.â
ââ Puta merda.â â Ă© o que ele diz antes de te beijar com volĂșpia, como se pudesse engoli-la. Aperta sua bunda com força, a ponta dos dedos tornam-se brancas devido o desespero que usa. Gemidos abafados sĂŁo ouvidos, e nĂŁo se lembra nem em qual momento ele abaixou a calça para entrar em vocĂȘ com desespero.
Ambos molhados, escorregadio, o barulho despudorado dele indo até o talo grosso e voltando a estocar com força. Sempre apreciou a maneira que ele não se envergonhava de gemer, de demonstrar tesão, prazer.
VocĂȘ apertava suas paredes em torno do comprimento dele, o fazendo franzir o cenho cada vez que ia mais fundo. Mais rĂĄpido. Mais forte.
Jungkook sentia o próprio corpo amolecer, esquentar demais. Das duas uma, ou iria morrer naquele momento, ou gozaria gostoso como nunca antes. A segunda opção foi a correta.
Naquele instante o tempo falhou, seu pensamento se calou, e tudo em Jungkook se tornou pulso, vivido, correndo por suas veias. Era uma entrega honesta, se tornando vulnerĂĄvel aos seus toques. Os testĂculos se contraem, sente o gozo subir, sabe que Ă© inevitĂĄvel.
Os jatos saem contĂnuos, uma quantidade abundante em seu interior. Cada contração, cada jato expelido, uma sensação diferente de prazer, um gemido manhoso, quase sĂŽfrego.
VocĂȘ vem em seguida, atordoada pelo quĂŁo entregue e sensĂvel seu marido estĂĄ. Jura atĂ© ter visto algumas lĂĄgrimas beirando os olhos dele, mas preferiu ignorar, e deixĂĄ-lo descansar a cabeça em seu pescoço, retomando a respiração.
ââ Te amo, amor. Te amo, te amo, te amo.â â ele sussurra baixinho no seu ouvido. A voz rouca sĂł pode querer dizer uma coisa: ele estĂĄ com sono, e vai dormir ali, em cima de vocĂȘ. ââ Obrigado por nos dar a Malee. Obrigado por ser minha mulher. Obrigado por me amar. Eu me sinto tĂŁo amado por vocĂȘ.â
VocĂȘ sorriu. Sorriu com muito amor, e desta vez as lĂĄgrimas foram para os seus olhos. Porque vocĂȘ realmente o amava demais. E se sentia tĂŁo amada por ele, quanto.
morro de Ăłdios dessas histĂłrias em que o jk Ă© o mafioso, ou o bandido mau, ou o sugar daddy perigoso
SENDO QUE ESTE AQUI Ă O JUNGKOOK
(đ«§) . Ęâ vocĂȘ e o jungkook terminaram.
e agora?
{âïž} headcanon sobre como seria o tĂ©rmino/possĂvel volta, entre vocĂȘ, e seu namorado jungkook.
â vocĂȘ namorava com o cara mais desejado mundialmente atualmente. vocĂȘ tinha plena consciĂȘncia disso.
â mas seu ciĂșme era intenso demais, e por isso acabaram terminando.
â provavelmente se sentiria super culpado, porque a fama jĂĄ havia tirado demais dele, tirar vocĂȘ tambĂ©m foi demais pra ele.
â iria ser super privado em relação ao tĂ©rmino. atĂ© sair pra beber com os abençoadosâŠ
â âsĂ©rio, nonu, ela me mandou embora da casa dela, me tirou pra merda, eu lĂĄ pedindo pra ela ficar comigo, chorando igual um babacaâ. choro, e mais choro.
â apareceria bĂȘbado na sua casa algumas vezes.
â atĂ© serenata iria rolar.
â iria entrar em pĂąnico sĂł de te imaginar ficando com outro cara. descobriria algum encontro seu, e iria no restaurante sĂł pra estragar.
â âpra que vocĂȘ quer ter encontro com outro? porra, vocĂȘ sabe que o certo Ă© nĂłs dois juntos, lindaâŠâ
â em uma dessas idas atĂ© sua casa bĂȘbado, vocĂȘ acabaria deixando ele dormir no sofĂĄ.
â e aĂ seria sua fraqueza. ver ele com aqueles olhinhos de jabuticaba vermelhos, inchados de tanto chorar, as covinhas na bochecha a cada vez que ele apertava a boquinha para nĂŁo chorar novamente.
â ânĂŁo termina comigo, eu nĂŁo sei ficar sem vocĂȘ. vocĂȘ Ă© minha garota, e eu sou sĂł seuâ.
â atĂ© ele se recompor, ficaria deitadinho no seu peito recebendo carinho no cabelo, como o bom maknae manhosinho que ele Ă©.
â assim que ficasse melhor, ele iria te beijar, e vocĂȘ perceberia o quanto sentiu falta daquele piercing geladinho em sua boca.
â seria o sexo mais carinhoso da sua vida, com um aftercare digno de milhĂ”es.
â depois vocĂȘ pegaria ele no telefone com o eunwoo: âa gente voltou, seu boboca. pode zoar, pode falar que eu sou o cachorrinho dela, porque eu sou mesmo. eu amo ela pra caralho⊠de verdade mesmo.â
â e seu coração se derreteria.
gnt acho q pode ser uma opiniĂŁo polĂȘmica mas preciso compartilhar qualquer coisa apagarei
so eu que acho a sexualização que mulheres fazem com os homens (maiores de idade, claro) uma coisa bem reparação histĂłrica (?) n me julguem mas as mulheres jĂĄ foram e sĂŁo taooooo sexualizadas que n vejo mal em comentar um "gostoso" na foto de algum homem desconhecido (assim como eles fazem com mulheres desconhecidas đ), claro que tudo tem limite mas fazer fic, chamar de gostoso/delĂcia/etc. e imaginar um homem ideal pra mim Ă© mais "normal"
AUTOCRĂTICA
âą Poema autoral âą WC 384 âą
Ă, pobre criatura Ă©s tu
NĂŁo sentes o peso podre de tua existĂȘncia?
NĂŁo te envergonhas da carne exposta,
Das vĂsceras que despejas ao menor corte?
Tu, que nem ao menos sabes o que Ă© o amor,
Mas te atiras a qualquer resquĂcio moribundo dele,
Sempre da forma errada â sempre patĂ©tica.
Tola. FĂștil. Jovem imunda.
Tu não desejas o amor, mas a aprovação,
como um cĂŁo sarnento.
O que queres nĂŁo Ă© amar.
O que queres nĂŁo Ă© curar-te.
Ă algo entre o alĂvio da lĂąmina abrindo tua pele
E o gosto amargo de tuas prĂłprias lĂĄgrimas.
Ă a necessidade do castigo â
A sĂșplica para que alguĂ©m, alguĂ©m, qualquer um,
Declarar que és digna
â Mas Ă© claro que tem que ser da pessoa errada.
EntĂŁo grite!
Berre tua miséria aos ventos sujos,
Corra, tropece, role na lama de tua própria degradação!
Vamos, rasgue-se um pouco mais!
Implore, suplique, ajoelhe-se diante de tua prĂłpria vergonha,
Besta ridĂcula, repugnante!
Acabe esse verso como nĂŁo consegues acabar com sua vida.
Abrace tua nova fantasia medĂocre,
Essas ilusÔes que cultivas sozinha.
Porque o que realmente Ă© belo te cega,
E tu preferes apodrecer no escuro.
Exalta essa merda de borboletas apodrecendo em teu estĂŽmago,
Essa sonolĂȘncia que te acomete perto de quem julgas seguro.
Mesmo com as mĂŁos geladas,
mesmo que quando realmente precisa,
o sono te negue repouso.
Esquece. Esquece de cada espasmo grotesco,
Da sufocante falta de ar,
Do tremor pĂștrido em tuas pernas,
da visĂŁo obscurecida.
Vamos! Rasga-te mais um pouco!
Seja putamente inocente!
Doe cada pedaço fraturado de teus ossos,
Esvazia-te como todos aqueles antes de ti,
Cuspa essas emoçÔes intensas como se fossem veneno,
E finja que elas algum dia foram reais, e nĂŁo vazias.
Tu és uma criança zumbi,
Insaciåvel, roendo até os ossos dos próprios pais.
Nunca estarĂĄs saciada
â ChoramingarĂĄs, espernearĂĄs, arrancarĂĄs os cabelos,
Tudo por aquele Ășnico doce
Que nĂŁo conseguiste devorar.
Tu és um gato medroso,
enroscando-se no desespero.
Escalando årvores com garras quebradiças,
Arranhando quem tenta salvar-te,
Vomitando restos podres do lixo que escolheu comer.
Caia. Afunde. Esmague-se sob teu prĂłprio peso.
Eu? Eu estou exausta demais para segurar-te.
Como se impede um corpo em queda livre?
Como se salva um ser que sequer sabe
NĂŁo... sabe
Nem ao menos como terminar este verso?
. : Merece seu like & reblog?
o evento que é homens descobrindo que pressão estética também se aplica a eles
sim, vocĂȘ tĂĄ descobrindo depois de velho um bagulho que me foi enfiado garganta abaixo desde que eu tinha sete anos... handle it like a man.