Fight Club (1998)

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Fight Club (1998)
It: The Thing
The Revenant (2016)
Eternal Sunshine of the Spotless Mind
Spider-Man: Homecoming (2017)
Stranger Things (2016)
Nocturnal Animals (2016), Tom Ford
Jurassic World (2015)
Jaws (1975), Steven Spielberg
Gravity (2013)
Her (2013), Spike Jonze
Interestelar (2014), Christopher Nolan
Fight Club (1998), David Fincher
Eternal Sunshine of The Spotless Mind
O Homem Elefante (1980) - Resenha
Enigmático, estranho, sutil: era o que eu achava que ia encontrar antes de assistir a essa obra prima. Porém, percebi que havia me enganado apenas por levar em conta o nome “Lynch” nos créditos. É totalmente maravilhoso.
Não sei qual o meu problema, mas a verdade é que filmes antigos assim, eu sempre presto mais atenção, não reclamo do tempo, não fico ansioso para que termine. É como se eu apreciasse mais a obra. Com “O Homem Elefante” não foi diferente das experiências que havia tido com “Psicose”, “O Iluminado” ou “Um Estranho no Ninho”.
Um filme bastante poético, baseando-se em um caso real ocorrido na Inglaterra do século XIX de um homem que nasceu com uma deformação nunca vista no mundo. Vivido por John Hurt, o personagem John Merrick passa por poucas e boas devido à sua aparência, sendo tratado como uma aberração, e, desse modo, tendo uma visão lucrativa pelo seu ‘proprietário’, Bytes. Até que o doutor Treves (Anthony Hopkins) - que, primeiramente, o utiliza como objeto de estudo - o conhece e muda a vida do desafortunado homem.
A obra passa por várias questões humanas vividas por Merrick, tratando os modos pelos quais ele sofreu abusos, como foi aproveitado de maneira lucrativa pelos outros, e ainda o preconceito pela sociedade embasado apenas na aparência de um ser. O longa ainda revela a delicadeza do ‘Homem Elefante’ em relação às mulheres e sua mãe, cuja é dita como culpada pelas deformidades corporais de John.
“Eu não sou um elefante. Eu não sou um animal. Eu sou um ser humano. Eu sou um homem.”
Este filme faturou algumas indicações ao Oscar, embora não tenha ganhado nenhuma destas nomeações.
Por fim, indico para aqueles que gostam de se inspirar para a vida, de refletir e de sorrir. Um belo filme e vale muito pelas duas horas!
“As pessoas ficam assustadas com o que elas não podem entender.”
Seven (1995), David Fincher
Mad Max: Fury of Road (2015), George Miller