Not a day goes by where I wish we got to see Soundwave mourn Ravage fully 😔 that little moment of Soundwave shown feeling Ravage dying was pretty impactful but I really think he should’ve been allowed to go thru it more, saying as he got to mourn a human more than he got to more her 😭 PLEASE give Soundwave super ultra depression he needs the depth
Não consegui desviar de um pequeno buraco. O chacoalhão um pouco mais forte que o carro deu acordou Bianca. Ela já é resmunguenta sem motivo. E sempre fica pior com fome ou quando tem o sono entrecortado. Minha pequena imperícia ao volante não ficaria impune, já que entrecortei o sono da prima-dona e, ainda por cima, ela acordou com fome.
Estávamos na estrada há bem mais tempo do que o planejado. Acabei dando umas erradas no caminho (admito). Mas é culpa da presbiopia — aquele problema básico de quem viveu a vida toda só com um tipo de óculos e descobre, depois dos 40, que a idade agora vai obrigar a usar dois ou se render ao multifocal... Teimoso como sou, achei que ia me adaptar melhor ao esquema de dois óculos. Esquecido como sou, claro que esqueci de trazer o óculos de longe para a viagem.
— Eu não acredito que a gente ainda tá no meio do nada, Silas! — esbravejou Bianca.
— Pois é, amor.
Ela fez que ia continuar brigando, mas só bufou e virou o corpo do jeito que deu, querendo pegar, no banco de trás, a bolsa com as comidas.
— Ai, meu Deus! Não tem mais salgadinho?!
— Come outra coisa aí, mulher. Já acabou os sanduíches de queijo também? — falei, tentando espiar para dentro da bolsa preta de Neoprene. Acho que eu estava com fome também.
— Vai ter que parar, Silas. Não tem quase nada mais aqui. Eu dormi, e você comeu tudo.
— Tá doida? Eu tô só dirigindo aqui. Eu só como quando você tá acordada pra me dar. Senão, não rola.
— Então como que acabou tudo? Vai dizer que tem um encosto no banco de trás?
— Nesse modelo de carro, tem três, na verdade.
Ela fez cara de que não entendeu minha piada. Mas pode ser que ela entendeu e só não gostou. De todo jeito, achei melhor explicar.
— Sabe? Esse encosto aqui, pra apoiar a cabeça. Chama apoio de cabeça. Mas tem quem chame de encosto de cabeça, sabe? — A expressão dela só piorava. E desisti de brincar: — Ah, deixa pra lá...
— Melhor eu deixar mesmo. Pode achando um lugar pra parar, Silas. Eu preciso comer. Eu tô com frio. Preciso esticar as pernas. E você precisa de luz pra dirigir direito sem seu óculos!
— Espera. Mas então... Você quer parar mesmo? Pra dormir?
— Lógico! O que mais vai ter de opção? Vou ficar de olho aqui nas plaquinhas.
Ela mal terminou de falar e de apoiar a cabeça no vidro para tentar ver melhor as placas, e já emendou um leve grito:
— Ali! Já vi! Demos sorte. Reduz! Tem placa ali na frente falando de hotel.
— Aff, meu senhor... Deve ser uma pocilga que só por Deus. A gente precisa entrar na primeira cidadezinha que aparecer, amor. Hotel de beira de estrada é meio...
— Vai ser esse mesmo. Vai bandeando aqui pra direita, porque a gente vai ficar nesse.
— Tá bom. Depois, se for uma coisa horrível, não vem reclamar. — Tentei combinar isso com ela. Mas não tinha real esperança.
Chegamos ao lugar. E o contraste entre o luxo do meu carro e a garagem do local só não foi maior, porque meu carro é considerado “popular” (embora eu ache ele bem chique). Mas, estivesse eu com uma SUV de verdade, das marcas japonesas... Coitado do lugar. Que humilhação seria para aqueles quatro paus com uma lona em cima que eles chamavam de garagem. Ou a humilhação seria para o carro? Ou isso era somente eu, preocupado demais com o carro (como a maioria dos homens)?
— Você devia ter parado de ré, Silas! Como vou pegar meu travesseiro agora, com a bunda do carro encostada aí nesse muro?
— Mas eu estacionei de ré, Bianca. Por isso mesmo que a traseira está lá pra trás...
— Eu falo que precisava ter ficado com a bunda aqui. Do nosso lado...
— Vai ficar assim mesmo. Não tá vendo que não tem nem espaço direito aqui pra manobrar? E já ficou na posição boa pra gente sair amanhã. Lá dentro, vai ter travesseiro.
— Credo, deve estar tudo sujo.
— Você que quis parar em pocilga...
— Ah, vem logo! Está frio! — disse ela, já dando as costas para a batalha de argumentos.
Na recepção, um rapaz de boné mexia no celular. Tenho certeza de que ele nos viu entrando, mas foi preciso esperar aquele tempinho até ele terminar de escrever a mensagem e arrastar a cabeça pra cima e olhar para nós. Ele disse:
— Oi, família... E aí? Quarto pra dois ou tem mais alguém saindo do carro?
— Segundo ele, — começou Bianca, apontando para mim — tem três encosto no banco de trás. Daqui a pouco eles chegam...
Confuso, o rapaz perguntou (antes que eu pudesse explicar a brincadeira):
— Eita, dona. Como assim? São os filhos ou é encosto mesmo, de assombração?
— Calma, rapaz — disse eu, enfim. — Nem um nem outro. Vai ser um quarto pra dois mesmo. Vê aí o melhor que você tiver.
— Nada disso! — interrompeu Bianca. — Um quarto pra cada.
— O quê?! — perguntei, um pouco enérgico demais.
No silêncio das 11h da noite, minha voz subiu bem mais do que eu imaginava. Mas era isso. Bianca era campeã em me fazer perder a compostura.
— Não quero ficar no mesmo quarto que você. Estou puta com você. Ai, desculpa, moço... o palavrão — disse ela, batendo de leve na boca. E fez que ia falar mais, porém, foi minha vez de interrompê-la.
— Nada disso, mulher. Fica o dobro do preço. Totalmente sem motivo. Nada a ver.
— Ué? Você não pediu o melhor quarto que tem? Então, em vez de pegar o melhor que tem, pega dois do pior que tem. Mas não durmo com você hoje!
Vi logo que não ia adiantar discutir. O rapaz me olhou com uma cara que eu não soube decifrar... Talvez pena, vontade de rir, compreensão (pode ser que ele tivesse uma namorada mandona também).
Nessas horas, minha saída era usar o humor para fingir que eu estava bem, que não estava me sentindo contrariado. E falei:
— Tudo bem, minha Rainha. O súdito obedece. Vê dois quartos, por favor. Mas pode ser os melhores que tiver...
— Os quarto aqui é tudo igual, moço. Fica em paz. — E, após a frase que, na cabeça dele, era para ter sido consoladora, o jovem me entregou as duas chaves. Ou melhor, tentou me entregar, pois Bianca foi logo pegando uma delas com tudo e subiu a escada do sobrado, decidida a achar o lugar sozinha (mesmo porque, a pocilga era pequena. Não seria difícil).
***
O quarto me surpreendeu muito quando descobri algo que eu nunca apostaria: era uma suitezinha. Sim, tinha um banheirinho sem vergonha. Mas tinha! Não sei se o de Bianca também era assim. Mas, pelo comentário do rapaz, devia ser.
Ah, como era difícil admitir... mas, no fim, Bianca estava certa. Eu estava mesmo precisando parar, tomar um banho, dormir, comer... E Bianca também tinha acertado de pedir quartos separados, porque, se ela estivesse ali comigo, já estaria jogando tudo isso na minha cara.
Eu amava aquela mulher. Meu Deus, como eu amava. Quem já teve vontade de dar uma voadora na mulher, mas nunca deu e, ainda por cima, continua com ela todo santo dia, sendo fiel e tudo o mais... só pode amar muito! E era o meu caso. Eu sabia que sim. Aquela ruiva linda podia reclamar o quanto fosse, resmungar o quanto fosse, encher meu saco até quase ele estourar. Mas eu ainda ia continuar amando aquela desgraça de mulher.
Daí, o celular tocou e me deu um leve susto. Estava meio alto o toque, achei. Mas não, não era isso, o lugar é que era muito silencioso mesmo. Era Bianca.
“Tem coberta aí no seu quarto?”, perguntou ela assim que eu atendi.
— No seu, não tem?
“Tem só uma. Bem vagabunda. Não dá pra nada. Tô com frio. Vou aí pegar uma das suas.”
— Espera aí, que eu vou ver quantas tem. — Após verificar, expliquei: — Virgi, amor. Aqui só tem uma também.
“Mas é tamanho maior? É queen? Ou king?”
— Como é? Você tá doida, mulher? Achou que ia ter cobertor queen size aqui?!
“Sei lá! A minha aqui é de casal. Mas achei minúscula. Daí, talvez a sua fosse maiorzinha e a gente podia trocar. Daí, eu dobrava duas vezes.”
— Sei, daí eu, que tenho 1,90m, ia ficar com a pequena, e você, uma coisinha de 1,57m e meio, ia ficar com a grandona. Você é sempre tão boazinha, né, Bianca...
“Vê aí na etiqueta! A sua mede quanto?”
Creio que, a essa altura, ela ainda mantinha as esperanças de que haveria um cobertor queen ou king num lugar como aquele. Óbvio que não olhei etiqueta alguma. Só bati o olho na coberta desdobrada e (embora tenha parecido um pouco grande, sim), respondi apenas que era normal.
Ela deu a bufadinha característica e aproveitei para perguntar:
— Tem banheiro aí no seu?
“Tem.”
— Já tomou seu banhozinho?
“Já. Bem rápido. E liguei pro menino e perguntei o que tinha pra comer. Ele trouxe aqui um sanduíche natural. Muito bom. Já comi. Vou pedir outro. Mas tô preocupada com essa coberta. E a minha televisão não tá ligando. Nem achei que ia ter TV aqui, então, deixa pra lá... E também, eu tô com sono, então, o negócio acho que é comer outro lanche e dormir. Mas eu queria outra coberta, amor...”
Quando aquela infeliz falava um monte de coisas desconexas e me chamava de “Amor...” esticando o finzinho, eu já sabia que seria melhor eu dar um jeito de resolver o problema. Mas, naquela situação, só tinha uma solução: eu ia ter que passar o carão de pedir mais cobertores pro rapaz, como se desse pra exigir muito de um pernoite tão barato. Porém, antes, comentei:
— No seu tem televisão? Impressionante mesmo. Tudo bem que não liga. Mas pelo menos tem... Isso porque o menino falou que os quartos eram “tudo igual”.
“Você comeu? Eu vou lá embaixo pegar mais lanche pra mim. Você quer? O menino disse que pode pegar e a gente acerta amanhã. Quer também? Daí, eu te levo.”
— Quero.
***
Dali uns minutos ela chegou. E veio com a coberta. Devia estar querendo mesmo comparar os tamanhos e, se a minha fosse minimamente maior, ela iria trocar. Mas... não. Ela me entregou os lanches. Esticou a coberta dela por cima da minha. Depois, sentou na cama comigo, pegou um dos lanches, começou a comer ali quietinha... e assim foi indo.
Dali mais um pouco, ela terminou de comer. Eu também terminei. Ela se ajeitou na cama comigo, puxou o par de cobertas para cima do ombro, virou de lado, com o rosto no travesseiro de fronhas vagabundas porém macias, e me disse:
— Boa noite, amor.
E eu... o tempo todo tentando entender, né? E eu quieto, só tentando entender, né? Ela não queria quarto separado e tudo o mais? Ela não estava brava comigo? Ela não tinha feito eu pagar por dois quartos? O que ela estava fazendo aqui agora?
Mas... quem reclamava de tudo era ela. Eu não ia reclamar. Eu não queria reclamar. O que fiz foi um carinho nela por debaixo das duas cobertas. Sem eu perguntar, ela decidiu explicar, já com a voz sonolenta, em meio a um bocejo:
— Se só tem duas cobertas, tem que juntar as duas, né, amor. É o jeito...
Continuei quieto... Era muito raro eu ter vontade de brigar. Mas algo em mim estava fazendo a vontade crescer. Só que não era vontade de brigar, não. Ah, não era mesmo.
Ela se aconchegou em mim e deu um gemidinho que eu adoro. E eu perguntei bem baixo, fazendo carinho na orelha dela:
— Amor, você tá acordada ainda? Eu tô com uma fome aqui...
Ela respondeu com a voz mole e quase sumida, sem abrir os olhos:
— Você não comeu, não?
— Não. Eu só como quando você tá acordada pra me dar... Lembra?
Ela abriu os olhos no mesmo minuto e ficou me olhando. Dessa vez, no contexto certo, ficou claro, em seu olhar, que a frase tinha soado para ela tão safadinha como tinha sido para mim aquela hora, no carro. (Só não comentei.)
Esperei pelo pior. Ela costumava odiar minhas brincadeiras. Só que, ninguém conhecia aquele traste melhor do que eu. Alimentada, quentinha, numa cama até que confortável, ela virava outra pessoa. Ela abriu a boquinha pra responder. Fez charme antes. Deu pra ver que estava pensando numa frase de efeito. Não achou nenhuma. A boca continuou aberta por um tempo. Aproveitei o raro momento em que palavra nenhuma estava saindo dali de dentro e dei foi um beijo bem gostoso nela.
Não precisou de mais nada.
Em meio aos risinhos que eu tinha gostado tanto, desde a nossa primeira vez, ela foi me dando de comer, bem gostosinho. E nossa única preocupação foi disfarçar os sons, num lugar tão quieto.
Eu já ia apertando o botão de “Enviar”. Mas fiquei com medo daquele “Restando qualquer dúvida, permaneço à disposição.” ao final da mensagem.
De repente, minha mente me levou a um cenário que, talvez, fosse maluco, talvez nunca se realizasse. Mas a vida é feita de coisas malucas. Em boa parte, pelo menos.
E se, ao ler aquilo, ele pensasse que eu estava à disposição para qualquer coisa? E não apenas para dúvidas formais ligadas ao assunto?
Eu queria que ele pensasse mais alguma coisa além do que estava escrito?
E se eu deixasse apenas “Permaneço à disposição.”? Seria ainda pior essa vaguidão? À disposição para quê?
Sei que estava sendo paranoica. Mas quem não fica quando escreve um e-mail de resposta, tratando de um assunto delicado, com um superior hierárquico e que, ainda por cima, tinha me dado uma cantada muito bem-sucedida na noite anterior no jantar de confraternização pelo negócio fechado?
A pior parte era essa... Será que homens de negócios como ele sempre eram bem-sucedidos em tudo? Por que será que a cantada caiu tão bem aos meus ouvidos? Por que raios eu gostei tanto?
Talvez fosse só aquela aura dele. Aqueles ternos tão bem ajustados que ele usa, feitos em alfaiatarias de verdade, não essas coisas ridículas, compradas prontas, que alguns pensam ser alfaiataria. As camisas que ele comprava deviam ter alguma magia também. Deviam estar vivas ou algo assim. Não deixavam ele ficar feio de jeito nenhum. Não amassavam, não encardiam, não ficavam com rodas de suor debaixo do braço nem no calor infernal do verão carbonizado de São Paulo.
Como eu saí do fecho do e-mail e vim parar nos fechos das roupas dele? Devia ser porque eu queria fechar logo aquele assunto chato do e-mail e abrir todas as peças de roupa que ele estivesse usando agora...
Um susto esfumou meus devaneios. Flávia tinha se levantado da workstation xingando baixinho como sempre fazia quando recebia algum e-mail que significasse mais trabalho em cima das tarefas que ela ainda nem tinha começado.
Olhei enquanto ela se afastava pelo corredor, indo em direção à copa tomar o sexto cafezinho do dia para “energizar”... (Alguém devia avisar as pessoas que, se café realmente fosse bom para isso, não seria preciso beber tantos por dia.)
Flávia olhou para trás de repente. Dizem que o olhar da gente atrai o olhar alheio. É verdade, né? Basta ficar olhando para alguém no metrô fixamente por sete segundos, e a pessoa vai sentir que está sendo observada e olhar de volta. E, na hora que os olhares se cruzam, dá uma vergonha, né? É por isso que todo mundo usa fone de ouvido no metrô se estiver sozinho... Acho que é por isso.
O que sei é que Flávia voltou alguns passos e perguntou “O que foi?” de um jeito que soou preocupado. Mas eu já sabia que não era preocupação comigo, mas sim com a necessidade dela de saber se sua roupa estava retinha, se a saia não havia amarrotado muito... Pobrezinha, sempre tão ocupada com roupas e aparência.
E isso me fez saltar de volta ao devaneio gostoso em que eu estava antes de ela interromper minha vida interna. Por fora, respondi “Nada...” bem rápido, querendo que ela sumisse logo. E foi então que... ela me olhou daquele jeito... Aquela novinha danada me olhou como quem sabia exatamente no que (em quem) eu estava pensando. Mas deu as costas e foi, enfim, beber seu enésimo café.
E fui deixada sozinha... na sala cheia de vasos com jiboias e outras plantas que não se contentam em ficar só no vaso onde estão plantadas.
A audácia das jiboias me fez pensar se algum dia eu teria a coragem delas.
Deixada só, na sala que, felizmente, após a promoção, eu dividia apenas com minha assistente Flávia, fiquei pensando em tantas coisas que eu realmente gostaria de escrever ao meu chefe. Tantas coisas que eu faria por ele se me pedisse do jeito certo, com o sorriso safado que ele sabia disfarçar num sorriso gentil (só para quem não o conhecia).
Mas, pensar no sorriso dele me trouxe a lembrança dos dentes amarelados de Flávia. O amarelo na lembrança intrusa me fez olhar pela janela, pois, me fez ter curiosidade de ver se o sol já tinha terminado de se pôr.
Em pé, à beira da janela, com o e-mail ainda por finalizar, com o botão “Enviar” ainda por apertar, reparei nas pombas lá embaixo, na calçada da avenida, finalmente derrotadas pelo manejo ambiental recém-instalado, e que havia livrado a empresa das pequenas chateações que elas causavam ao pousar em nossos beirais. Reparei também em minha ousadia, por falar dos beirais do prédio da empresa como se fossem meus.
O que era meu ali? Se nem meus pensamentos ficavam onde eu queria?
Voltei à mesa. Olhei para a tela. Decidi como terminaria. Eu precisava tentar alguma coisa. Algo que me desse paz. E o fecho saiu assim: “Qualquer coisa, permaneço à disposição.”
Quebrei a formalidade um pouco com aquele “qualquer coisa”. Dei um jeito de parecer disponível, com aquele “qualquer coisa”. Tentei fazer daquele “qualquer coisa” o meu jeito de dizer que eu estava disposta a qualquer coisa por uma chance de estar com ele. E me arrependi segundos depois, sabendo que só estava soando desesperada. E homens como ele deixam mulheres assim esperando na fila da balada até a balada acabar.
Minha sorte (ou azar) é que inventaram o botão “Desfazer”.
TTRPGS ENJOYERS!!! (in central europe)
This Saturday, September 20th in beautiful Vienna, Austria I'll be doing a talk and Q&A at an indie Artist & TTRPG con! Will also table with @vivtanner, so we have... the goods.... 👀
Eliot Baum, an experienced freelance artist and up and coming art director talks about his journey from self taught illustrator to established Face within TTRPGS, books, video games, animations and more.
The talk will include a presentation with sketches and WIPs, as well as a Q&A section.
I'm helping out with the con a bit because I'd really love to see this kind of event thrive here! Please come and say hi 🙌