drunk fucks are the best
KIROKAZE
Game of Thrones Daily
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Alisa U Zemlji Chuda
he wasn't even looking at me and he found me

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@queixasnoturnas
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Carta aberta II
todas as escadas da antiga escola que subi. a estrada de barro, o caminho do riacho — que enchia de janeiro a abril — e aquela ponte de madeira. o ano-novo na casa da sua tia. os fogos de artifício. o mousse de limão. você ouvindo Oceano, do Djavan, e lembrando de mim. os problemas com seus pais, a vontade de sair de casa. o raciocínio lógico, a mesma profissão. a história de novela adolescente que eu sempre quis viver.
os beijos na chuva, os risos trocados no banco da praça. o açaí no fim de tarde. o bombom crocante e o de paçoca. nossas fotos coladas no meu diário. páginas inteiras dedicadas a expressar o quanto eu te amava. os fins de tarde no banco de trás do carro, no estacionamento do shopping. a pizza queimada. na sala da casa dos seus pais, dançando If I Go, I’m Going, do Gregory Isakov — que eu te apresentei.
na sala. na garagem, com medo dos vizinhos escutarem. na cozinha. no banheiro. no seu quarto. no seu quarto. no quarto ao lado. na sua cama. meus olhos. sua boca. nossos corpos. muitas vezes. muitas noites, muitos sábados, muitos dias. e por muito tempo. com muita intensidade.
o ciúme descontrolado. o beijo desanimado. na casa dos seus pais, no interior. na sala, no banheiro, no quintal. tantas vezes no carro. o choro. as ligações. a sua insegurança. o silêncio das madrugadas. o perdão. os monólogos. a esperança.
o primeiro dia em que te vi. as mãos suadas.
nossas fotos coladas no meu diário. páginas inteiras — e fotos rasgadas — dedicadas a apagar o quanto eu te amava.
muitas vezes depois,
muitas tentativas depois,
o fim.
que saudade amor, estou sabendo que ai na espanha tudo é lindo
eu poderia começar dizendo que pensei bastante antes de escrever, mas seria só mais uma das minhas leves mentiras — daquelas que você não perceberia na hora, e que eu acabaria confessando minutos depois, porque eu sempre falo uma verdade logo após uma mentira. tudo o que escrevi aqui foi seguindo uma só linha de raciocínio, como uma via de mão única.
eu jurei que não fosse doer com você.
e olha, não tá doendo mesmo — não parece uma pancreatite aguda, mas incomoda. tipo um joelho ralado que arde quando encosta no lençol. não é grave, é só irritante o suficiente pra lembrar que alguma coisa aconteceu.
foram cinco encontros, todos bonitos como fins de domingo sem pressa.
tinha alguma coisa ali. você foi gentil, foi fofo, teve carinho, teve cuidado, teve doce na tpm — o que, sinceramente, foi mais eficaz que qualquer paracetamol. mas entre madrid e o meu sonho carioca, eu preferi tomar água de coco nas pedras do arpoador. não por te desprezar, e sim porque tem coisas em mim que nem o afeto mais promissor consegue negociar — e principalmente porque não suporto viagens sem um alto grau de planejamento.
sobre aquele sábado:
eu não podia dormir contigo.
não porque não quisesse — mas porque já estava a mise en place o domingo em que você decidiria me esquecer. eu senti o gosto agridoce. e dezesseis temporadas de masterchef me fizeram muito boa em reconhecer variados tipos de sabores. eu também não queria te dar o prazer de levar contigo essa memória. meu supremo tribunal julgou e setenciou ser injusto pra mim.
obrigada pela honestidade da última mensagem,
mas preciso te dizer que você temperou mal com uma elegância egocêntrica a frase "espero que você esteja bem solteira quando eu voltar”. você quis liberdade em outro continente, mas também quis guardar uma versão minha no armário de volta. confortável e conveniente — mas só pra você. me conhecendo, talvez fizesse igual... ainda assim, desagradável.
por fim, o joelho ralado — a única parte que realmente me doeu:
você me descartou como romance à distância, o que é totalmente compreensível, concordo em número, gênero e grau. porém, a caixinha da amizade não me cabe? nem uma conversa, um meme, um “oi, olha esse céu bonito da dinamarca”? eu devia ter te contado, mas como uma mulher de exatas é descofortável quando sou provocada a lidar com problemas menos algébricos.
se voltar e caso queira me encontrar, venha com os malas vazias de intenções românticas — te recebo com amizade.
se cuida.
também foi honesto o meu desejo escrito "aproveita a viagem".
O conto que não tem Simca Chambord
10:35:40 sexta-feira, 11 de agosto de 2017 (estou postando isso agr pq sim)
Obs: tudo o que estiver em itálico são censuras que eu precisei fazer para postar essa história no Tumblr
A história pode se passar em Oxford, o ano é 1878
Universo: 252830frtz0wra4992
-Eu quero ser uma Caçadora de Sombras!- disse Lizandra
-E eu quero ser o rei da Inglaterra!
-Mas papai, é sério, quero ser treinada para ser uma caçadora de sombras
-Você não é um caçadora de sombras, Lizandra, só caçadores de sombras podem ser treinados como tal- o ano era esse mesmo, 1878, e Lizandra tinha 15 anos (vocês devem imaginar o que era para ter aqui) , decidimos contar (novamente) a porra dessa história tudo de novo
O ano é 1863, (ué? Vocês vão entender) Will estava fugindo para o instituto, Tessa estava em Nova York, Rory ainda era alguém do futuro na guerra da secessão, e houvera reuniões com o objetivo de magia ser ensinada a uma mundana, que não era bem uma mundana, logo depois do jantar em que recebera Will, Charlotte conversava com Henry
-Ouvi falar que e o senhor Dodgson anda ensinando magia a uma criança mundana, Henry- disse ela preocupada- Isso é contra lei !
-Alice não é uma criança mundana, e qualquer coisa feita por ele não diz respeito a clave nem a ninguém que habite a órbita de sua magnitude – Henry era descendente de gente deixada pro lado de fora do País das Maravilhas após o feitiço de isolamento com Caçadores de Sombra, parece que não havia nada que impedisse um filho dessa união
-Alice é o quê então?
-Ela tem o espírito de Beatriz- essa lenda era conhecida desde que a senhora Liddell pariu Alice
-Uma fada?… sei não
-O melhor que podemos fazer é não nos metermos- Henry era curioso como seu (mais ou menos) recém-imperador, e sempre acaba trazendo alguma notícia sobre eles para o Instituto, Charlotte também acompanhavam, mas mantinha segredo de todos
-Você tem razão- disse ela, e tinha mesmo, até porque a notícia era, relativamente antiga, houvera reuniões para o ensino de magia, a fim de servir para essas conversas de Charlotte com Henry, de despistar curiosos, e claro, de Alice aprender magia, ela já sabia muita coisa desde que começara as aulas, mas as vezes, havia muito, sabe, de (então… tinha referências a Princesa Sofia), mas aí aconteceu o esperado (não o aguardado, aquela coisa que ninguém fica surpreso quando acontece, mas não quer dizer que queriam que acontecesse) conseqüência, e a percepção da mesma, ocorreu tarde demais, só havia uma coisa a ser feita, e ela foi feita, (informação desnecessária de se postar no tumblr)
-Senhores do Juri- gritou Ronan (por que reciclar personagens não é com a gente)- Eu estava lá, o chão estava limpo, o que mais você quer de mim, Roque?!- Roque deu um salto na cadeira, estava pegando um cochilo, já sabia de tudo e de todos
-Eu?..Bem… nada, eu só… você está mentindo
-Tenho cara de quem está mentindo?
-Não sei, mas está
-Estou falando a verdade, não havia ninguém
-Magia!- gritou alguém da platéia e todos começaram a formular sua teoria
-Ordem na corte!- gritou o juiz batendo martelo- Ronan Deathbell, tem certeza do que afirma?
-Claro que tenho, não havia ninguém, e o chão estava limpo
-Que espertinhos…- murmurou Wakeling, Martin já estava ciente de que esse era um comentário peculiar por parte dele, enquanto estavam todos no tribunal (quase todos), Rory estava em Withchapel procurando Stephan e chorando, Charlotte e Henry copulando, raramente o faziam, e nossa Biat…(alguém), quem foi até Withchpal comprar foi Carina, uma menina de 15 anos com cabelos de fogo e irmã mais velha de Sophie, a criada e futura caçadora de sombras.
-Vá até o covil do seu Buford e compre tudo isso em ópio- disse a velha
-Eita porra!
-é pra (alguém)- (informação desnecessária de se postar no Tumblr), Roque convocou todos a um julgamento por que errar a data e não encontrara os acusados (ele só queria esclarecer e ser justo, do tipo que da vontade de dar um tiro) a verdade é que ele queria era encontrar, e disseram para ele que o melhor a fazer era convocar um júri, seu estomago revirado também contribuiu, Nicole (agora transformada em alguém) achava uma pataquada, Sabrina estava com medo da reação do acusado e Lucas… bem, Lucas estava se divertindo com Magnus Bane, Dante Gabriel Rosseti passou passou por lá e Charles pulou em cima dele
-O que você está fazendo aqui, criatura?
-Atrás de Wolsley Scott, e tu?
-Magnus Bane, preciso de um serviço dele, e você?
-Pintá-lo, o cara é todo vaidoso
Aparece Dylan, um amigo do submundo (licantropo) de Charles
-Dodgson, eu preciso falar com você! É urgente!
-É melhor eu entrar- disse Dante e entrou na casa, mas Charles não pareceria muito interessado no que Dylan tinha para lhe dizer
-Agora não, Dylan
-É sobre (algo)
-O que (esse algo)?
-Eu (ele avistou esse algo)- Charles demorou uns trinta segundos para responder
-E… (o conjunto do algo está) aqui em Londres, (frase que eu tenho vergonha até hoje de ter escrito e nem a Isabela de 2014 teria escrito uma pataquada dessa)… por que está me dizendo isso?- a face de Dylan pareceria querer gritar uma coisa que sua boca não podia, ele escolheu com cuidado as palavras que achou necessária para a introdução daquela notícia
-Você… (”andou mexendo com” seria uma outra forma de colocar as coisas)… disfarce temporário de longo prazo?
-Sim, o o glamoure serve para isso, que é que tem?- havia um “que” de impaciência na voz de Charles
-Eu acho que (alguém fez merda com isso)…. a ocultar algo de você… mas acredito que não só de você- mais uma vez escolhia as palavras, Charles pressionou a ponte entre o nariz e os olhos e respirou fundo
-Vamos lá, o que você está me dizendo e aonde quer chegar?
-Quando eu (avistou uma cena lamentável)
-E daí, o que você viu?- seguiu-se um silêncio na qual Dylan testava caras e bocas para lhe dar uma super e boa notícia, mas ele sempre voltava a expressão de tensão, até parecer ter tido uma idéia e tirar do bolso uma caixinha, abriu, pegou um charuto e ofereceu um a Charles
-Eles são muito bons, pegue!
-Eu não quero charuto… eu quero que você me diga o que viu (censurado, mas não é palavrão)- Charles parecia se controlar ao máximo para não surtar
-Pegue um, de uma tragada e eu te direi, você terá de acreditar em mim- ouve uma pausa tensa, Charles pegou um charuto, Dylan o ascendeu, ele deu uma tragada e o tirou da boca, estava com a expressão fechada e muito tensa
-Ele é realmente muito bom- sua voz e o comentário saíram leves em contraste com sua postura rígida e sua cara carregada de apreensão e impaciência
-Eu não disse? São caribenhos
-Agora me diga de uma vez por todas- Dylan ainda deu outra tragada na cara de Charles e disse (não há nada censurado aqui, só que eu coloquei só que o Dylan tinha dito, não escrevi o quê, mas Dylan disse o que tinha para dizer). Dante saiu da casa de Wolsley, este estava em Luxemburgo, quando viu a cara com que estava Charles, quis rir, era um misto tempestuoso de pavor, incredulidade e choque
-Charles, precisa ver sua cara, é como se tivesse acabado de ver robôs alienígenas descendo a terra em vassouras de bruxas, cuspindo fogo cor de rosa ao som Sweet Dreams, kkkkkkkkkkk, você podia usar isso em suas histórias, o que acha?- mas ele se assustou ao ver Charles pálido como um vampiro, mais pálido do que De Quincey (que era uma vampiro) com a respiração presa, e a expressão de Choque e pavor congelada no rosto, ele inspirou o ar bruscamente e se apoiou na parede para não cair para trás
-N-não- Disse Charles com um fiapo de voz
-Eu acho que sim- disse Dylan
-O que você contou a ele?- perguntou Dante
-Nos dê licença, Rosseti, é algo pessoal
-Me desculpe- e se retirou, Charles piscou, respirou fundo, e de novo, seu peito subia e descia irregularmente, passou a mão pelo cabelo, tudo sem tirar os olhos agoniados de Dylan
-Está falando sério?- perguntou com uma voz que estava preste a chorar, Dylan olhou para rua sorrindo, depois olhou para ele
-Não, primeiro de abril- então Charles o olhou como um daqueles tweddles do filme do Tim Burton quando não entendiam alguma coisa- É claro que sim, seu idiota! Por que eu iria inventar uma história dessas?Eu realmente não sei por que está tão surpreso?- Charles parece ter saído do transe, respirou fundo mais uma vez, olhou em volta, e depois encarou os sapatos, tremia, tremia todo o corpo, mas sua voz saiu firme
-O que você acha (que estava de fato de acontecendo)?
-Não… olha, eu não entendo muito (sobre a questão colocada), mas.. (concluir), não?
-Onde você (viu)?- ele cortou com a voz ainda firme e decidida
-(Lugar que já citei e não vou citar de novo)
-(fica na East End)l?!- Charles se ouriçou como um gato arrepiando-se
-Sim, (esse lugar mesmo), posso te dar o endereço completo, Thung Streer, 58, gravei bem para você ir lá, caso achasse necessá…
-Quando?
-Agora a tarde, as 5- Charles se virou e andou em círculos, agitando a mão como se estivesse calculando algo mentalmente, mas pela expressão, parecia estar em outro plano
-Você conta em (eu queria deixar aqui essas unidades de tempo, mas ia me entregar na hora)? Você tem cara de quem conta em (unidade de tempo), eu só consigo contar em (unidade de tempo), é essa cara que você faz quando está calculando? Você está calculando?- Dylan não parava de tagarelar
-Martin!…. Martin Roque…. se ele estiver vendo isso, ele vai morrer lenta e dolorosamente
-Não pode culpar o garoto e ele só verá se você escrever
-Você acha que isso não deve ser escrito?
-Depende no quê e de que forma
-E em um jornal?- Charles perguntou de maneira radiante, como se estivesse (Era algo sobre ele ficar feliz com o que ouviu, mas eu não vou colocar a frase aqui)
-Por que estamos discutindo isso?
-Tem uma carruagem?
-Não, nenhuma forma de transporte, vim aqui a pé
Charles entrou correndo na sala do Juri, quase botando os bofe pra fora (e assim que se diz?)
-Ronan, eu preciso de um cavalo, agora, sem perguntas, é caso de vida ou morte!- todos olharam para ele surpresos e pasmos, até Martin arregalou os olhos, Ronan, apesar de tudo, apareceu meio impassível, como um pai interrompido da conversa com a visita pelos filho
-Um cavalo?Você sabe montar?
-Uma carruagem, uma charrete, uma carroça, um cabriolé, uma bicicleta, um Camelo, qualquer porra, eu preciso ir para (um lugar) agoooraaaa!!!!!!!!
-Vai a pé, porra!!
-Eu não tenho tempo!!! Preciso de um veículo de transporte
-Sabe o endereço exato, Charles?- perguntou Anna pegando as chaves
-Você não vai levar, ele vai?- perguntou Martin surpreso
-Sim
-eu vou junto- disse Cohen, simplesmente
-Eu também- disse Gardner (WTF????)
-Vamos Charles, vá me dizendo o endereço- apesar do burburinho quase inaudível, os quatros saíram da sala do júri,e foram até o estacionamento de carruagem onde Anna guardava o seu carro, Charles disse o endereço e todos entraram no carro
-O que caralhos você vai fazer em (nesse lugar)?- perguntou Anna
-Quando chegar lá, você vai ver, se não entender eu te explico
-Eu espero que não seja para comprar drogas
Se houvesse realmente uma lista, seria, como arranjar uma boa quadra
__________________________________________________________________
Alicinha no Paísinho das Maravilinhas
-Chlio (Chloe jogaria Charles da escada - Eu realmente escrevi essa merda? Eu vou deixar aqui kkkkkkkkk)-Anna, onde você estava?- cheirava a ópio, sua cara estava branca de mercúrio e ela estava meio aerea
-(Lugar)
-O que estava fazendo em (lugar)?
-Coisas
-Beeeem…. eu estava gravando um vídeo para o meu canal falando sobre Alice no País das Maravilhas, curiosidades… você pode contribuir… gente, essa é minha irmão, fanzassa de Alice no País das Maravilhas, ela pode nos dar alguma curiosidades, Anna, você sabe de alguma curiosidade de Alice no País das Maravilhas?
-A Alice é uma menina bem curiosa, tem bastante curiosidade nela, até demais….
-Ah… sim, mas, sobre a história, sobre o autor, você sabe me dizer alguma coisa sobre… sobre a história, você estudou tanto
-O autor, gostava de Shakespeare
-…..Legal…. ele lia Shakespeare
-Ele leu Segredo de Uma Noite de Verão….
-Isso influenciou alguma coisa em Alice
-Sim
-O quê?
-(ela ia dizer o quê, mas desistiu)………. deixa quieto, não estou me referindo ao livro
Londres, 1863, poucas horas depois de levar consigo (frase que começa com P e termina com “Ondo”)
-Senhorita Walterscott- essa era uma prima da Duquesa por parte de mãe, matrona boazinha na manga que fora instalada no palácio imperial, tinha sido chamada a velocidade do celular para um beco escuro e escondido em que se poderia abrir o portal sem chamar muita a atenção dos passantes, o tom da voz já carregava todo o pedido
-Meu Deus…- foi o que ela disse, já tinha ouvido rumores, imaginava que eram exagerados, agora via que exagerado era aquilo
-Faria essa enorme gentileza?- ela não conseguia acreditar no Imperador lhe sendo cortês, ela nem se quer havia feito uma mesura e o tratado por V. M. I. e R.
-C-Claro- ela disse, Gillene Walterscott era uma prima por parte de mãe da Duquesa, que solteira era a Marquesa das Tartarugas Falsas, nome de uma parte da praia do País das Maravilhas, seu pai era Marquês e viúvo, sua irmã mais nova tinha fugido para as terras superiores para ser uma prostituta de luxo. A Duquesa, sua prima por parte de mãe, era uma mulher horrorosa (devido a uma tentativa de assassinato com ácido) e com humor suscetível a comida, péssima mãe, sua irmã, outra prima de Gillene, seria muito bem cotada até mesmo pela facilidade de sua localização: Londres, mas ela era uma prostituta, restava a senhorita Walterscott, ela sabia dessa conjuntura muito antes, mas nunca imaginou que fosse mesmo acontecer, (fez a enorme gentileza), ela sempre soube, só não acreditou que fosse acontecer.
não sei se isso é uma pausa entre uma música e outra
ou se é o fim do disco.
Carta aberta I
Caso um dia tudo isso acabe, que fique aqui registrado - embora você nunca leia - pequenas coisas que eu não consigo contar pra ninguém, nem pra você. Quase todos os dias quando acordo pela manhã me vem pedaços de lembranças suas. Todo dia é uma batalha interna pra tentar pensar menos em você, o resultado tem sido até que positivo mas tem dias como hoje que eu choro e sinto muito a sua falta, sinto tanta que às vezes durmo chorando. Um dia desses comi sua sobremesa favorita, eu lembrei exatamente do seu sorriso e o local que estávamos juntos quando você me disse. Não esqueço que seus olhos se espremem fofinho quando ri. Semanas atrás eu entrei em uma perfumaria em busca de algum perfume e me vi me proibir de usar pelo menos três fragrâncias que foram por muito tempo minhas favoritas. Posso te culpar por esse desgosto?
Te desejo uma boa noite,
E que você esteja feliz exatamente neste momento em que te escrevo coisas tristes.
por ti eu peco
me ensaboa
minha garoa
me lava
me banha
se assanha
me leva pra cama
me arranca a calcinha
me descasca igual uma pinha
-metalversos
Não supero términos com recomeços, não funciono assim, não tenho essa habilidade. Supero términos com o tempo. Não consigo colocar alguém tão fácil em minha vida. Eu sinto a queda, sinto a falta, sinto tudo, pra depois não sentir mais nada.
A.M
certo dia eu o enviei uma última mensagem o conteúdo era pequeno eu só disse o quanto sentia inveja dessa habilidade dele de não sentir falta ou de sentir e simplesmente optar por não me falar.. porque eu nunca consegui eu ainda escrevo sobre ele e o vejo em todo lugar.
céu de júpiter em: tudo que eu poderia te dizer, mas você jamais entenderia