avisos: pra minha monbebe fav @mahteeez que sempre me inspira pra trazer coisinhas pra cá ☝🏻!!
— Boa leitura! 𝜗ৎ
A luz do monitor era a única coisa que iluminava parcialmente o quarto em um tom azul escuro.
Eu adentrei o cômodo, vestindo uma camiseta velha de Changkyun e uma calcinha fina. O ar-condicionado zumbia baixinho, em uníssono com o som das teclas sendo pressionadas rapidamente.
Changkyun tinha uma habilidade com os dedos que, sinceramente, era de outro mundo.
— Oi, baby. Tá tão concentrado que nem tá piscando — eu murmurei.
Ele riu em resposta, continuando focadíssimo, nem ao menos prestando atenção na forma como eu estava vestida. Me coloquei atrás dele, começando uma massagem em seus ombros largos e desnudos, sentindo seu corpo estremecer ao meu toque.
Ele sabia muito bem o que estava fazendo. Era como se eu, sem dizer em tons claros, pedisse para ele me tocar de alguma forma impura.
— Eu tô no meio de uma partida, gatinha — ele se moveu, me olhando por cima.
— Eu sei, não vou te atrapalhar.
Ele moveu a cadeira um pouco para trás, me dando espaço para sentar em seu colo. Como resposta, deu um pequeno gemidinho manhoso. Eu sabia exatamente o que ele queria. Me movi, esfregando minha bunda bem em cima de seu membro. Changkyun usava uma calça de moletom, sem nada por baixo, me dando livre acesso para que eu pudesse fazer o que quisesse.
Pude senti-lo endurecer em segundos. A ereção dele cresceu, pulsando contra minha buceta por cima da calcinha fina. Os dedos dele apertaram com força o mouse, errando alguns movimentos. E eu pude ouvir alguém no fone reclamar. Rapidamente, ele mutou.
— Sua putinha — murmurou, rouco, olhando para a tela. — Me fazendo errar no meio de uma ranqueada.
— Hmm — respondi, virando para beijar seu pescoço. — E daí?
Esfreguei mais forte, circulando os quadris, sentindo o comprimento dele crescer ainda mais abaixo de mim. Ele perdeu outro tiro e gemeu de frustração, mas não me empurrou. Pelo contrário — a mão livre desceu, apertou minha coxa e puxou-me mais contra ele.
— Você vai pagar por isso — ele ameaçou, mas sua voz estava longe de ser brava.
Desci das coxas dele devagar, roçando a glande pela parte interna da minha coxa. Ele gemeu alto e finalmente colocou os olhos em mim — olhos escuros, pesados, famintos.
— O que você tá fazendo, hein? — perguntou, mesmo já sabendo.
Não respondi. Foquei em puxar a cordinha do moletom, afastando o elástico da cintura. Sua ereção pulou, saltou livre, já melada de pré-gozo. A tela do computador mostrava seu personagem parado, já esquecido.
— Não para — eu pedi, quase ordenando. — Continua jogando, amor.
Ele não voltou a jogar. Ficou olhando para baixo, com os olhos o tempo todo em mim, enquanto eu pegava seu membro na mão, indo da base até a ponta, esfregando meu dedão na cabeça molhada em círculos frenéticos. Ele gemeu em resposta, arqueando as costas e deixando a cabeça cair para trás.
— Caralho — repetiu, a voz ficando mais rouca agora.
Abri a boca e desci até o fundo, até engasgar no membro grosso do meu namorado, até as lágrimas começarem a surgir nos meus olhos. Changkyun perdeu a partida — eu conseguia ver o reflexo em seu rosto —, mas não deu a mínima. A mão dele soltou a quina da mesa, indo para meu cabelo, apertando e guiando minha cabeça para ir mais fundo.
— Isso — suspirou, revirando os olhos, puxando minha cabeça para trás, me forçando a olhar para cima, para ele. — Olha pra mim. Quero ver essa sua boquinha cheia da minha porra.
Olhei no fundo de seus olhos, fazendo questão de lamber os lábios. Ele sorriu, desesperado, e empurrou meu rosto de volta para baixo. Eu abri a boca, o recebendo novamente, agora indo mais rápido, deixando-o estocar o fundo da minha garganta numa rapidez que eu nunca havia visto.
Cada investida era bruta e seca, arrastando minha língua. O som úmido e molhado ecoava pelo quarto, junto dos nossos gemidos alternados. Uma hora dele, uma hora meu.
— Tão gostosa — gemeu, mantendo os olhos em mim, alternando entre o monitor e minha boca. — Tão boa. Essa boquinha apertada foi feita pra mim.
A mão esquerda, que estava livre, encontrou a gola da minha camisa — ou melhor, da dele — e adentrou. Sua palma gelada contra minha pele quente foi o suficiente para me fazer gemer um pouco mais alto, um gemido abafado. Seus dedos brincavam com meu mamilo, apertando e puxando com força.
— Vou gozar — ele avisou, esticando as pernas grossas. — Não para. Não para. Eu vou encher essa boquinha gulosa.
Não parei. Ele enterrou o membro bem lá no fundo da minha garganta e, com as duas mãos, forçou minha cabeça, me mantendo lá, presa com a boca no seu membro grande. Jorrou jatos longos e quentes, enchendo minha boca e garganta, com o líquido doce escorrendo pelos cantos da minha boca. Engoli até a última gota, lambendo a ponta e, depois, limpando a extensão do membro dele só para provocá-lo mais.
Ele se jogou contra a cadeira, fechando os olhos, o peito subindo e descendo em movimentos rápidos.
— Sua cachorra.
Em um movimento rápido, segurou meu rosto, abriu minha boca com o dedão largo e, sem pensar, cuspiu em minha boca, fechando-a logo em seguida. Eu sorri, subindo de volta, parando na sua frente com as mãos em seu rosto, deixando um selar molhado em sua boca.
— Perdeu? — perguntei com ironia, sabendo a resposta.
— Foda-se — respondeu, com os braços em volta de mim, com uma mão descendo para apertar minha bunda.
A cadeira girou de novo. Ele me levantou sem dificuldade alguma e me colocou sentada em cima da mesa, sem se importar com o computador e os objetos ali em cima.
Suas pernas se encaixaram entre as minhas, seus dedos puxando minha calcinha de lado.
— Agora eu como você — ele disse, manhoso, já de joelhos. — E você não vai poder fugir.
como se fugir tivesse passado pela minha cabeça em algum momento.
𝜗ৎ: comecem a escrever com o monsta x e me marquem. essa tema de “bf game” ta sendo meu vício
ㅤ𖦹ㅤ 𐬹 ۫ ۪ 𝐀𝐕𝐈𝐒𝐎𝐒: MDNI, creampie, menção a cockwarming, breeding kink (?), conteúdo sexual explícito, sexo desprotegido (não façam né galerinha), linguagem imprópria.
ㅤ𖦹ㅤ 𐬹 ۫ ۪ 𝐍𝐎𝐓𝐀𝐒: Aparentemente eu e a @blondkiss somos as últimas monbebes do mundo então vamos nos mimar, né?
Pensando muito no Jooheon e na tara doentia que ele tem por gozar dentro. Pra ele, simplesmente não existe foder sem te deixar cheinha! Ele é viciado em sentir o caralho bem enterrado na sua bucetinha enquanto despeja aquela porra quentinha e pegajosa, como se você fosse o depósito dele.
É uma obsessão visceral mesmo. Jooheon pira até no barulho molhado do pau dele batendo no seu interior, no gemido que você solta quando tá tão bem preenchida. Como se, pra ele, a foda fosse só um pretexto para chegar nessa parte: te deixar toda sujinha, empanturrada com o leitinho dele.
Ah, e ele não deixa passar uma única chance. Seja numa rapidinha contra a parede mesmo, subindo sua sainha e te socando rápido e com força só pra conseguir o mais depressa possível jorrar tudo no seu úterozinho antes de você sair. Ou também naquela transa da madrugada, com ambos meio dormindo, tão preguiçosos, mas precisando tanto sentir seu quentinho interior o envolvendo enquanto ele goza tão manhoso. Despreocupados, vocês até voltam a dormir assim mesmo, inclusive com ele dentro. E nas noites planejadas é ainda pior, porque é aí que ele te fode por horas, te deixa moída, burrinha, e ainda assim tá bem longe de parar. te abre bem, te deixa toda arreganhadinha só pra gozar uma, duas, três vezes seguidas, sem nem sequer tirar o pau.
É eufemismo dizer que vocês gostam de uma foda bruta, animalesca. Jooheon espreme suas perninhas em direção aos seus peitos, as mãos grandes e calejadas seguram sua panturrilha com tanta força enquanto ele te soca num ritmo grotesco, tornando inevitáveis os solavancos que seu corpinho dá. Céus, ele ama como sua bucetinha fica tão escorregadia, a ponto de entrar e sair deslizando tão fácil assim a cada nova estocada. Ele sempre vislumbra o mesmo paraíso a cada vez que deposita mais da porra dele lá no fundo, cada gotinha, sem pressa nenhuma, com o único objetivo de te deixar toda entupida.
E depois que ele descarrega, Jooheon ainda tem o prazer de se afastar devagarinho só pra assistir a porra escorrendo de sua bucetinha. Caralho, ele fica hipnotizado ali, olhando o rastro viscoso vazar de sua entradinha inchada, escorrer superficialmente pelo cuzinho e sujar o lençol. Ainda te chama de putinha com o sorriso mais satisfeito do mundo nos lábios, coleta o que pingou com a língua mesmo e engole tão satisfeito, observando como sua bucetinha começa a piscar de novo. Você nem se atreve a ir se limpar ainda, primeiro porque você tem que ficar ali marinada na porra, sentindo toda essa lambança. segundo porque, de qualquer forma, ele vai te pegar de novo e te deixar lotadinha outra vez. E sinceramente, quanto mais, melhor.
Gostou? Dá uma forcinha aí! Uma curtida, um reblog ou um comentário são mais do que suficientes para eu saber que você se agradou com meu conteúdo :)
Nota IMPORTANTE: Tudo o que acontece foi combinado previamente entre os personagens, mesmo que não tenha sido escrito na oneshot, apesar da simulação de medo. Harry pode pedir muitas vezes pra parar e não vai parar, acima de tudo ele gosta e o parceiro tbm! Pf não repitam isso em casa.
Harry apesar de ter medo de filmes de terror, tem uma que ele gosta, mas nunca assistiu de verdade, pânico.
Bem, ele gosta porque quem é o vilão é um ser humano e não um mutante, ou coisa estranha, ou alien, ou qualquer coisa feia e desagradável para sustos.
Não tira o medo dele pelo filme, poderia ser qualquer um daqueles adolescentes, por mais que só tenha assistido pequenas cenas e recortes pelo celular, gostava da franquia.
Já era halloween, estava vestido com sua linda fantasia de coelhinha da playboy, ficou incrível em si o corset apertadinho no seu quadril e cintura por cima de um body preto, usava uma luva até seus cotovelos, uma bota preta até seus joelhos com a meia calça e claro, as orelhinhas e o rabinho de coelho grudado no final do corset.
Ela tinha se inspirado levemente na Regina George, em Meninas Malvadas, seu filme favorito.
Arrumava seus cachos no banheiro da casa onde estava a festa, tédio o definia agora, ele não era de beber muito e muito menos se interessou em algum cara pra ao menos dar uns beijinhos, suas amigas e amigos se trancaram em algum quarto e a pista de dança (o que Harry poderia dizer, mas era a sala de estar) estava impossível de dançar de tanta gente.
Já havia se assustado com muitas fantasias naquela noite, é uma pessoa sensível e muitos na universidade que conhecem seu medo de levar sustos, acabam fazendo isso para a irritar, mas isso não importa, já estava de saída daquele local alvoroçado.
Isso se seu celular não estivesse tocando, um número desconhecido, tinha acabado de abrir a porta do banheiro, e resolveu voltar, era impossível de escutar algo fora dali, trancou a porta e atendeu o telefone.
— Olá, Harry Styles. — a voz desconhecida do outro lado fala, a fazendo tremer inteirinha, como que sabia seu nome? Isso deveria ser outro trote! Outra pegadinha de mau gosto consigo. — Quer jogar um jogo?
— Por favor, quem quer que seja, pare de me assustar, eu tenho sofrido a semana inteira. — disse rápido, já decidido de desligar a chamada, mas a outra voz é mais rápida em responder
— Posso ver sua cara de assustado Harry, você pode se livrar de mim, é só jogar comigo. — a voz conseguia ser incrivelmente assustadora, ela até pensa um pouco, era um trote então não havia porque não entrar nas gracinhas. — Duas perguntas, coelhinha, qual é o nome do primeiro ghostface?
Com essa pergunta acaba notando só agora todas as semelhanças do filme pânico. Isso não iria acabar bem. Era isso, era seu fim, iria ter um assassinato hoje e seria Harry a contemplada.
— E-eu n-não sei, eu não vi-
— Resposta errada, coelhinha. — cortou a fala da garota playboy. — Tem mais uma chance, já tô te vendo tremer nesse banheiro.
Harry assustada olhou ao redor do banheiro, mesmo sabendo que só tinha ela ali, ficou na ponta dos pés em cima da banheira, olhando pela pequena janela alta que tinha, não conseguia ver ninguém, mas apressou de destrancar a porta e sair do banheiro, ouvindo a voz novamente em seu ouvido.
— Quem é o vilão em Sexta Feira 13? — ao menos essa harry talvez poderia saber a resposta, enquanto ouvia ia descendo as escadas, decidindo ir na cozinha e chamar por Louis seu melhor amigo que estava bebendo e paquerando uma garota vestida de mulher gato antes de ir ao banheiro.
— Uhm... uh! desculpe. — falou distante do celular enquanto passava trombando por várias pessoas. — Jason!
— Tsc tsc tsc, suas vidas acabaram coelhinha, aproveite enquanto ainda não te pego. — a espinha de Harry se arrepia inteira, a tal pessoa desconhecida estava atrás dela e não sabia quem era. — Saia de perto de Jack, ele não para de te comer com os olhos — Ao olhar ao redor de novo, pode ver Jack, jogador do time de basquete, com os olhos grudados em sua polpa da bunda que estava a mostra pelo body, tendo ainda mais medo pelo o ghostface estar tão próximo de si para conseguir ver isso. E então a ligação cai.
Harry iria achar qual daqueles era o ghostface que o ligou, e daria uma boa surra, mas era uma tarefa tão difícil! Haviam tantos ghostfaces, é um patrimônio do halloween, como iria adivinhar quem era quem, como poderia fugir sendo que estão em todos os lugares?
Como uma lâmpada acendendo, teve a ideia de se juntar ao amontoado de pessoas no meio da sala de estar, indo mesmo no meio, cheio de pessoas, era tão quente, Harry estava a um passo de enlouquecer de tantas luzes e o calor, quando viu Louis passando subindo as escadas, claramente não escutou os chamados altos de Harry. Saiu do meio das pessoas, correndo atrás de Louis, vendo-o entrar em um dos quartos, não sabendo direito em qual Louis entrou, abriu o primeiro que não estava trancado, achando que seu melhor amigo estaria lá, mas acabou que não tinha ninguém.
A porta do quarto de casal se fechou num baque alto, mas insignificante para quem estava embriagado lá embaixo. Olhar para trás foi um tormento no momento que viu um homem completamente vestido de preto, sendo as únicas coisas que destoavam a imagem, era a máscara do ghostface e um canivete na mão.
Iria morrer e ninguém poderia a ajudar, sem pensar muito correu até a janela do quarto, mas era muito alto e correria o risco de quebrar alguma parte do corpo, estava encurralado.
— Viu um fantasma, coelhinha?
— Porfavor, p-porfavor não me m-mate! — seus soluços já poderiam ser escutados, sua voz trêmula de medo e gaguejando, mesmo que a máscara cobrisse o rosto do garoto, poderia sentir o olhar do outro preso em si. — E-eu faço qualquer coisa! Quer dinheiro? N-não me machuque por f-favor.
Ela falava choramingando, olhando para a tal pessoa que se escondia com a máscara, cada passo que dava, mais o ghostface se aproximava de si, a fazendo recuar dois passos a cada um do outro, não tendo uma saída quando acaba caindo na cama, vendo o tal homem em pé na sua frente no meio de suas pernas abertas.
O canivete deslizava por suas coxas, a meia calça fina e barata se descosturando pela ponta fina da lâmina, deixando-a mais tensa, olhando tão chorona e com um bico nos lábios, mas sentindo aquela formigaçãozinha na sua bocetinha, se debatendo mentalmente por ficar levemente excitada nessas situações.
— Por favor — saiu num fio de voz, tão manhosa. Pela calça que o outro usava era capaz de ver o membro marcado, a fazendo imaginar centenas de coisas, e se fosse alguém que conhecia? E se quisesse que aquele homem acabasse com ela? Será que vai o matar mesmo?
— Quero respostas de duas coisas, querida. — falou o ghostface que tinha uma voz incrivelmente grossa e gostosa de ouvir, familiar...
— Mas eu não sei de nada de filmes de terror-
— Cala a boca! Eu ainda não perguntei, porra.
Ligeiramente fechou sua boca, tremendo de medo, esperando as perguntas.
— Ouvi dizerem que tinha uma bocetinha. — levou a lâmina do canivete que segurava para entre as pernas da cacheada, que tremeu inteira só de saber que a faca estava tão pertinho da sua intimidade, essa que expelia melzinho escutando a voz do homem em pé a sua frente. — Verdade?
— É verdade… — respondeu num fio de voz, engolindo em seco, tremendo o que iria acontecer consigo, e definitivamente molhada, não sabia o porquê de se sentir tão quente por algo tão assustador.
— Ela vai aguentar meu pau? — Harry olha com surpresa, entreabrindo a boca enquanto tenta observar por trás da máscara do homem na sua frente, tentando enxergar os olhos do outro, tentando reconhecer. Com a ausência da resposta, a lâmina dá duas batidinhas no body preto em cima da sua florzinha. A mão enluvada agarrando de forma bruta o seu queixo, mandando Harry começar a falar, o assustando ainda mais. — Responde.
Sem conseguir mexer a cabeça para responder com um aceno, Harry engoliu seco e abriu a boca novamente. — A-aguenta.
Ela poderia jurar que do outro lado da máscara tinha um sorriso largo, ela podia sentir a satisfação do desconhecido. E ele finalmente larga o rosto de Harry,
Harry respira fundo aliviado, olhando o fantasiado se erguer um pouco, tocando o interior de sua coxa ainda com o canivete na sua mão e puxando sua perna pra cima, entrelaçando ela na cintura. Ela conseguia sentir o cinto do outro roçando na sua coxa, provavelmente o seu body já estava com uma mancha mais escura, era tão humilhante. — Eu espero mesmo que me aguente. Eu tenho muito, muito pra te dar, gracinha.
Suas mãos agarravam os lençóis da cama, engolindo novamente sua saliva, escutando o homem mascarado enquanto ele falava. Por um momento ele se levantou da cama, olhando-a de cima, talvez pensando por onde começar. Num descuido rápido de olhar para trás quando bateram na porta, Styles agiu rápido, ainda assustada com tudo, virou-se de bruços correndo engatinhando para o outro lado da cama, para conseguir fugir.
Coisa que ela não consegue, porque foi agarrada pela cintura com mais rapidez, os edredons a atrapalharam se enrolando na sua bota. Soltou um gritinho pelo susto.
— Não posso tirar meu olho de você que já quer fugir? — ele pegou uma corda que tinha escondido, Harry não sabe de onde ele retirou aquilo, mas o seu medo aumentou, sentindo seus pulsos serem amarrados na sua frente, além de seus cotovelos também, seus braços totalmente imobilizados. Se o seu corset já apertava seus peitos, a forma como o ghostface o atou apertava ainda mais. — Vamos ver se ainda vai conseguir.
O canivete voltou para perto de si, seus olhos liberando lágrimas quando o corpo do mascarado descia sob seu, parando sua cabeça na frente da sua intimidade. Ela tentava fechar suas pernas, mas só de ver a ponta da lâmina escorregando levemente nas suas coxas e rasgando o tecido transparente de sua meia já era apavorante, mas não tanto que não a deixasse vibrando lá embaixo.
— O que você vai fazer? — falou baixinho, recebendo um aperto em sua coxa, forte, que a fez tremer. A ponta da lâmina para mesmo em frente no fundo do seu body, enganchando na peça preta que já estava úmida. — Não me machuque, por favor.
— Pelo visto você tá adorando isso, não é bonequinha? — o homem tira suas luvas, revelando mãos com veias salientes, isso fez Harry arfar baixo, ele pressiona dois dedos por cima da mancha de sua lubrificação quente, puxando o tecido preto e rasgando com ajuda do canivete, fazendo Harry arquejar, ela podia sentir mais do seu melzinho expelir, ficando cheia de vergonha. — Agora, sim.
Ele toca por cima da calcinha, da sua buceta, a meia calça, rasgando de uma vez, abrindo com as duas mãos um buraco no tecido tão frágil tal qual a garota que estava amarrada sentindo tudo. Os dedos do outro agora roçavam na sua buceta por cima da sua calcinha de renda preta.
— Pensei que nunca iria conseguir chegar aqui. — ele dá dois tapinhas na bucetinha molhada por cima da renda, vendo as reações de Harry que mal conseguia falar direito, só reagir com pequenos ofegos. — Não esperava por isso, coelhinha? Tive que cavar muito pra chegar nesse seu tesouro, hm? Ter essa bucetinha só pra mim.
Deslizou a renda preta para o lado, finalmente mostrando a bucetinha de Harry, os lábios abertos, molhados, rosinha, brilhando com tanta lubrificação, ele desejava tanto meter a boca ali, era um convite lindo para ser fodida e acabada. Ele pega o canivete outra vez, assustando Harry, ele queria exatamente isso, brincar com essa carinha confusa, ele fecha na frente dela e joga na cômoda, decidido no que iria fazer.
— Cuidado por favor, e-eu não.. — gagueja tentando fechar as pernas, o ar quente que saía do nariz do mascarado batia mesmo no seu clítoris, a deixando sensível.
— Você nunca deu pra ninguém, gatinho? — o homem enfia dois dedos dentro da bucetinha com metidas lentas, sentindo ela apertar pela invasão repentina, gemendo alto, afinal, eram dois dedos grossos entrando em si. — A única coisa que você vai aceitar depois é meu pau, vou te encher de porra, e você vai ser só minha, entendeu? — a voz saía abafada pela máscara, fazendo a garota prestar atenção tentando reconhecer. Apertava os dedos do outro pra tentar fazê-lo sair, mas nada adiantava, não conseguia se concentrar direito, tudo que o ghostface dizia a fazia ficar vulnerável, molhada, os dedos dentro dela eram tão bons, chegaram tão perto do seu pontinho. Mesmo que tudo a assustasse, ainda era bom.
Sentiu um tapa em sua florzinha de novo, fazendo ela dar um gritinho alto, ofegante e assentindo com a cabeça repetidamente.
— Se não for me responder, que grite bem alto o quão bem vou te foder. Putinha do caralho. — ele fica erguido, tirando o cinto da sua calça, o som da fivela acordando Harry de sua névoa temporária de excitação. Ainda querendo fugir, ela vai se afastando aos poucos com ajuda de suas pernas, - consequentemente seus movimentos estimulavam a sua bucetinha, seus lábios e coxas se roçando - tentando sair da cama escuta uma risada que a faz parar imediatamente. — Acha que eu sou idiota, porra?
— Não… — ghostface segura o maxilar de Harry, fazendo com que ela olhe pra ele, ao menos, o que conseguia enxergar dois olhos escuros, as pupilas dilatadas, conseguia ouvir a respiração ofegante por dentro da máscara. — Não quero nada, por favor.
— Calada. — o mascarado termina de abrir a calça, ele não usava uma cueca, mostrando o pau grosso, a glande era vermelhinha e estava babada de pré-porra, ela viu as veias salientes saltando no membro, e longo, talvez uns vinte centímetros, aquilo definitivamente não iria caber em si, ele ainda era virgem. — Vo-
— Não vai caber, não dá, por favor, nã- — um tapa foi dado em seu rosto, a mão agora descendo para seu pescoço, apertando sua pele branca e imaculada, prendendo o ar de chegar em seus pulmões gradativamente.
— Quando não fala, me interrompe, você gosta de desobedecer? Fica fugindo mas essa sua buceta não mente o quanto quer meu cacete aqui. — ele ia falando enquanto se aproximava, o quadril dele batendo nas coxas de Harry, a cabecinha melada do pau dele descansando nos lábios quentes e molhadinhos, sentindo o choque de temperatura. — Você é minha, essa buceta é minha e você não pode fazer nada contra. — ela olha pro outro abismada, o lábio tremendo, sentindo pau a invadir, uma dor lasciva por não prepará-la estava lá, um grito sai de seus lábios vermelhos, suas pernas se fechando ao redor do homem de preto de uma forma que ajuda ele ir mais fundo dentro dela, a fazendo gemer mais alto. — Abre as pernas.
Nega com a cabeça várias vezes, ela conseguia sentir o cacete inteiro dele pulsando forte, não conseguia relaxar, precisava de um tempinho pra se acostumar, então decidiu por grudar suas pernas ao redor dele para que ele não conseguisse se movimentar.
O que pode não ter sido sua melhor ideia. O homem segura nas cordas bem presas no pulso de Harry, solta o pescoço dela, agarra a coxa que tentou fincar na cintura do outro, abriu a perna e começou a estocar num ritmo rápido, sem dar tempo de se acostumar, ou de esperar a dor sair.
— Espera! Devagar… d-devagar! — suas súplicas são ignoradas pelo homem que não deixa de meter bruto na entradinha suculenta de Harry, que suspirava alto, soltando gritos curtos misturados de murmúrios sem sentido. — N-não seja tão bruto…
— Já é tarde, coelhinha. — o homem sai de dentro de Harry, o deixando atordoado, tentando entender o que acontecia ao seu redor, o homem desistiu de si? Não era mais interessante? Até ele a virar de bruços, abrindo as suas pernas e empurrando os joelhos para a cama, a bunda empinada, seus ombros e seu rosto encostados na cama por não conseguir se apoiar nos seus cotovelos que estavam amarrados. Então ele agarra seu pescoço puxando-a para cima ao mesmo tempo que volta a enfiar aquele caralho grosso dentro de si, estocando de maneira desenfreada, agilmente achando seu ponto g, usando sua buceta como um brinquedo, usando ela inteira como um brinquedo.
— Porra! M-minha nossa, porra… — murmurava a garota sem conseguir pensar em palavras que falassem o quão gostoso estava sendo pra si agora. Seu pontinho especial sendo surrado pela cabeça do pau, sendo maltratado até sentir sua polpa da bunda arder com o choque das peles.
Seu corpo inteiro se arrepiou, era tanta coisa acontecendo ao mesmo tempo.
Seu pescoço era apertado pela mão forte, dificultando sua respiração, sendo compartilhado com o corset que sufocava sua barriga e seus pulmões, complicando ainda mais, as cordas o prendendo, tudo a deixando presa, amarrada, totalmente vulnerável para fazerem o que quiserem com ela. Exatamente como esse homem mascarado fazia com ela.
A cada estocada forte, Harry ficava cada vez mais perto de vir, suas pernas tremendo, seu quadril não parando quieto, ela conseguia sentir sua lubrificação pingando em cada estocada, estava perdida de tesão. Um murmúrio baixo, uma lamúria pedindo, implorando para que o outro vá mais devagar, ela temia quebrar de tantos estímulos ao mesmo tempo que pedia um ritmo mais lento para tentar lidar com tudo, ela tinha medo de quebrar.
— Putinha gostosa do caralho, essa buceta é tão apertada. — ele aperta o pescoço branquinho que definitivamente ficaria com as marcas das mãos, metendo forte que se surpreende quando sente algo duro bater contra seu pau e o canalzinho molhado de Harry, que geme incrivelmente alto num soluço choroso. Ele mete ali de novo, sentindo de novo o local durinho, até ele perceber que era o corset super apertado, ou seja, aquele pau tava fodendo tão fundo que batia no espartilho justinho que Harry usava, isso o deixou louco, tão louco que fazia questão de sempre bater no mesmo local. — Caralho, que buceta boa, tá sentindo meu cacete te foder até o útero? Me sente batendo nesse corset apertadinho?
Harry não aguenta, tremendo suas pernas fechando elas de uma vez quando geme alto um palavrão, gozando pela primeira vez, ofegante, respirando tão fundo que seus peitos poderiam escapar do corset que comprimia todo seu corpinho, seu rosto descendo lágrimas mal conseguindo manter os olhos abertos.
— Não acredito que você gozou antes de mim. — ele segurou seus cabelos encaracolados puxando o corpinho trêmulo do recente orgasmo para apoiar a cabeça no seu ombro, a boca da máscara extremamente de seu ouvido, a voz grave, cheia de luxúria resmungando o quão inútil era. — Não vou deixar barato, coelhinha.
Tentava estabilizar sua respiração, sendo complicado com o corset e estar completamente ofegante. Sua buceta vibrava de tanto êxtase, nunca teve um orgasmo sem nem se tocar, ela não estava muito atenta quando ele pegou o cinto e chicoteou sob suas coxas que estavam juntinhas e trêmulas, soltou um grito assustado.
— Não! P-porfavor! Não me castigue.
— Você não tem direito em porra nenhuma aqui, quer fugir, não me responde, goza antes de mim, me desresepeita e acha que não vai ter punição? — ela geme baixo como um miado, não esperando outra lapada de cinto mesmo em cima da polpinha da sua bunda e sua entrada usada e gozada, a fazendo gemer alto num grito, arqueando seu corpo. — Só mais uma, e aí eu vou te amarrar, não aguenta ficar com as pernas abertas? Então vou deixar você como você tanto quer e vou te foder de novo.
— V-você vai me quebrar, eu não aguento. — outra chicotada em sua bunda que a pegou de surpresa, a fazendo choramingar, seu corpo tremendo com a ardência em sua pele. O homem a ignorando totalmente, rindo até do desespero dela. — Eu te imploro…
— Implorar não vai me fazer ir mais devagar só porque uma coelhinha não aguenta receber um caralho dentro dela. — ele vira ela de barriga para cima, juntando as coxas dela e prendendo agilmente com o cinto que usou para bater.
— Você vai acabar comigo. — não conseguia separar mais suas coxas, sentindo o homem ficar em pé depois de sair da cama e agarrar suas pernas juntinhas, deixando elas apoiadas nos ombros dele. — Vou ficar toda abertinha depois disso, p-por favor Lo-
O homem bate nas coxas de Harry com uma força descomunal com a palma da mão, ela dá um pulinho de susto, acordando novamente de seu estado de prazer, ele fez um pedido silencioso para calar sua boca.
Ele volta a enfiar o pau dentro de Harry, de uma vez, aquela buceta aquecia o seu cacete de uma forma tão gostosa que não conseguia pensar direito, além de apertar tanto que o deixava louco. Ele queria muito mais, e não perdeu tempo de meter gostoso, rápido, o corpinho pulando, tal qual os peitos cheinhos indo pra cima e pra baixo com o corset.
Harry estava chorando, seu rosto estava pintado de lágrimas, soluços, gemidos baixos e sem sentido. Todo seu corpo pulando, sua bunda doía pelo choque dos corpos e sua buceta extremamente sensível. Ela sentia toda vez a cabeça do pau do outro a abrir inteira por dentro, seu canal sendo aberto e arrombado pelo pau grosso. Cada estocada a fazendo morder os lábios, ou gritar quando batia de novo no seu corset. Suas coxas tremiam mesmo estando presas com o cinto do outro, suas costas arqueando, ficando totalmente arrepiada até a pontinha do pé toda vez que o cacete encostava no seu pontinho.
— Não existe bucetinha melhor que a sua. — ele escutava os soluços da outra, se divertindo com isso, indo mais lento, toda vez que saía esfregava sua glande no clitóris durinho e sensível, que ficava bem mais gostoso quando também fodia as coxas dela junto, seu caralho se esfregando nos lábios e nas coxas grossas da outra, depois enfiando tudo de uma vez. — Porra… Vai me fazer viciar nela, me aguenta tão bem, não para de ficar molhada. — ele começava a dar gemidos baixos, entrecortados, agarrando as coxas de Harry enquanto aumentava o ritmo das estocadas.
Ela mal parava de soluçar e chorar, ofegante, sentia a vibração familiar na sua bucetinha, tremeu-se inteira quando o outro agarrou sua cintura e se afundou em estocadas desengonçadas. Ela logo arregalou os olhos, sabia que ele estava perto, e fez um biquinho com os lábios vermelhos e maltratados de tanto mordiscar.
— D-dentro não! Vai me deixar cheia de filhotinhos. — ela procurou os olhos dele por debaixo da máscara, seu olhar sendo retribuído, parecia uma fera dominando tudo, ele não vai escutar ela. — Mhmm… p-para…
Suas súplicas em vão, ele a fode com mais algumas estocadas e geme alto, soltando toda a sua porra dentro, bem no fundo, de Harry, que gritou alto um gemido, soluçando não conseguindo se conter e acabar gozando junto do outro, sujando o pau dele com sua porra novamente, enquanto ele enchia ela do seu leite denso.
Ela não parava de tremer, sua bucetinha sentia tudo, estava tão tão sensível que cada pulsação do cacete dentro dela a deixava vulnerável. Sentia o seu interior quente, cheio, o pau ainda dentro dela. Mal conseguindo deixar seus olhos abertos, ela decide deixá-los fechados, respirando fundo, o corset ainda a sufocando, engolindo em seco, suas lágrimas caindo levemente. Estava tão cansada que decidiu relaxar enquanto o outro não se movimentava.
E tão rápido que fechou os olhos, abriu ao sentir as cordas de seus pulsos e cotovelos serem cortadas pelo canivete, o pau ainda fundo dentro dela.
— O q-que? — confusa, ela olha pra baixo, seus braços marcados pela corda, a pressão que o corset fazia em si sendo aliviado por cada corte que o canivete fazia nas fitas que prendiam, tirando de seu corpo. Ele torou o body que usava, literalmente, fez um corte pequeno com o canivete e rasgou em um puxão com suas mãos, o barulho do tecido se rasgando, sobrando somente sua meia calça toda furada e sua calcinha colocada de ladinho. — Obrigado. — falou num fio de voz, baixinho.
Tudo isso a deixou excitada de novo, ela não aguentava mais, mas ele era tão bom em tudo, o que a deixava confusa, atordoada, ela não deveria se sentir assim.
— Não acabei com você. — ele sai de dentro da grutinha molhada, ambos soltando um gemido baixo, não queria tirar de dentro dela, Harry fazendo uma carinha de coitadinha, um biquinho nos lábios e olhos pidões. Não demora muito pra ver sua porra descendo numa gotinha generosa, expulsando seu leitinho, Harry mal percebia por estar pulsando tanto.
Ele pega uma faixa preta, ou era uma gravata? Harry não se importou, e amarrou seus olhos, molenga demais para impedir ele de fazer alguma coisa, ela se deixa levar. Não conseguia ver nada então manteve seus olhos fechados, o cinto foi tirado de suas coxas, sentindo sua meia ser rasgada de uma vez e sua calcinha ser retirada com cuidado. Finalmente nua.
Sem conseguir ver o que acontecia ao seu redor, e depois de gozar duas vezes sem se tocar, tendo sua bucetinha toda arrombada e cheia de porra, qualquer suspiro batendo em sua pele a assustava. Ainda mais quando ele voltou a tocar sua bucetinha, esfregando seus dedos nela, espalhando a porra dele ao redor dos lábios cheinhos e inchados.
— De novo não! Por favor, e-eu não aguento. — falou numa súplica cansada, sua voz falhando, seu corpo tremendo. Harry tenta afastar o outro de si, mas tão fraca, o corpo tão forte do outro, era impossível, estava tão sensível.
Até uma coisa a surpreender. Uma boca quente beijando sua bucetinha, arqueou as costas com um gemido alto, suas mãos empurrando a cabeça para longe, se surpreendendo quando não sente a máscara, por isso estava vendada. A língua do outro passeava nos lábios meladinhos, sujos da porra de ambos, chupando com fome, introduzindo a língua, esfregando o clitóris de maneira lenta, quase torturando.
— N-não aguento, para… — num fio de voz Harry tenta avisar, empurrando ao mesmo tempo agarrando os fios de cabelo do homem. Suas pernas foram agarradas pelo outro e a boca logo saiu da grutinha molhada. — Por favor, obrigado. E-eu-
— Calada. — ele enfia dois dedos dele dentro da boquinha de Harry, além de não ver não podia falar. A garota soluçava sem parar, seu choro deixando suas bochechinhas rosadas assim como a ponta de seu nariz. — Você é minha, ouviu? Tudo isso é meu.
Ele volta a enfiar o membro duro dele de volta, estocando rápido, segurando a coxa pálida e marcada de Harry, tirando os dedos da boca dela só pra apertar os peitinhos que balançavam em cada investida. Ela não parava de gemer, murmurando súplicas pra ser devagar, parar, ter cuidado, mas o ghostface não dava a mínima, usava o corpinho da coelhinha que tinha à disposição.
Completamente destruída, rosto molhado, coxas e buceta meladas, corpo trêmulo, totalmente fraca, se agarrando nos lençóis, as vezes arranhando as costas do desconhecido, além de estar totalmente sensível, sua bucetinha doía com as investidas, mas vibrava de prazer toda vez que o pau surrava seu interior.
— Louis! — Tão extasiada, gritou num gemido o nome do seu melhor amigo, não conseguindo se conter, soluçando forte enquanto gozava, acontecendo algo que nunca aconteceu com ela antes, um squirt, melando todo o pau e pé da barriga do mascarado. — Porra, porra.. aahhnn…
— Deve ser o garoto sortudo que tem você, hm? — o ghostface fala baixo, perto de seu ouvido, gozando ao mesmo tempo, enchendo de novo sua buceta com a porrinha dele.
— Kiwi… — Harry fala num fio de voz, totalmente satisfeito do que passou, mas no seu limite, respirando fundo, seu lábio tremendo levemente querendo chorar mais de tanto prazer.
Não escuta mais nada quando sua mente e seus sentidos despencam, tudo fica mole, não consegue se mexer, nem abrir os olhos por baixo do tecido, nem fechar sua boca entreaberta, respirando ofegante, tremendo inteiramente. Ele se sentia distante de tudo, seu corpo ainda vibrando do seu recente orgasmo, umas mãos o acariciando, tirando sua venda, mas ela não liga, Harry não quer se mover, nem falar, quer dormir e é isso que faz.
Acordando no outro dia com Louis, seu melhor amigo, de seu lado na cama, estava embalado com o edredom, e seu conjuntinho de pijama favorito.
Onde Louis é um alfa acanhado nerd, físico teórico e tem um novo vizinho, e Harry é um ômega simpático, bonitinho e confeiteiro que muda de apartamento.
avisos!: É minha primeira oneshot entt pode n estar muito boa! Foi reescrita mas pode haver erros.
•°.* Bellybulge, creampie, hbottom, ltops, palavras de baixo calão, nudez, conteúdo totalmente sexual, omegaverse (abo), louis!alfa, harry!omega. Provavelmente esqueci algo mas é o principal.
De todas as formas, aquela era, de fato, a primeira vez deles.
Harry vestia uma daquelas camisas de turnê, de um tecido fino que abraçava suas curvas e possuía uma abertura estratégica até a cintura. Por baixo, apenas um short curto — que já havia sido descartado em algum canto do quarto — e suas meias. Louis, fiel ao seu estilo, usava nada mais que uma camiseta oversized do Lanterna Verde e uma calça de moletom cinza.
O contraste era hipnotizante. O peito do ômega, sutilmente marcado pelo tecido justo da blusa, fazia a libido de Louis atingir níveis astronômicos. Harry já estava entregue sobre a cama do mais velho, os cachos espalhados pelo travesseiro, em um estado de quase êxtase. Louis havia sido meticuloso: beijos no pescoço, mordidas precisas na glândula odorífera e uma atenção devota aos mamilos de Harry por cima do tecido, enquanto sua coxa pressionava com a força exata o centro das pernas do ômega.
Para um nerd, ele era perigosamente bom com a boca... e com as mãos.
Mas espere um pouco. Você sabe como eles chegaram aqui?
Deixe-me fazer as honras e narrar o desenrolar improvável entre um físico introvertido e um confeiteiro de mão cheia.
.•°*.*°•.
Harry mudou-se para o novo apartamento em um dia ensolarado, cercado por pilhas de caixas de papelão que pareciam se reproduzir sozinhas. A mudança foi exaustiva; a noite já havia caído e ele ainda lidava com o caos, ciente de que, no dia seguinte, a rotina na padaria seria pesada, com tortas, bolos e encomendas esperando por ele.
Exausto, Harry aguardava seu jantar na porta quando dois rapazes saíram do apartamento da frente. Eles pareciam tímidos, quase envergonhados, como se tivessem sido interrompidos em algo importante. O ômega sorriu, observando-os, até que seus olhos pousaram em um rosto familiar. Era Zayn! Seu amigo de infância, de quem a vida e a faculdade haviam acabado por afastar.
— Zayn Malik? — Harry exclamou, surpreso.
— Harry? — O rosto de Zayn iluminou-se. — Zee! Meu Deus, quanto tempo!
O abraço foi apertado, carregado de nostalgia. O outro alfa, que acompanhava Zayn em silêncio, ficou momentaneamente em segundo plano, observando a cena com uma curiosidade contida.
— Harry, este é o Louis — Zayn os apresentou. — Ele é físico teórico e meu melhor amigo.
— Prazer, Louis. Sou confeiteiro — Harry estendeu a mão, fixando o olhar nos olhos azuis intensos do alfa. Ele o achou inegavelmente atraente; uma mistura de intelecto e uma aura "quente" que não esperava encontrar em um acadêmico. — Acho que já sabe que me chamo Harry. Vai ser um prazer ter você como vizinho.
— O prazer será todo meu... em ter você por aqui — Louis respondeu, e o peso da palavra "prazer" pareceu vibrar no ar, instaurando uma tensão instantânea entre os dois.
.•°*.*°•.
Harry recebeu seu sushi, pagou o entregador e, num impulso de gentileza, convidou os dois para entrar. Embora tenham recusado a comida — para o alívio secreto de Harry, que estava faminto —, eles o ajudaram a carregar as últimas caixas pesadas para dentro, garantindo que nada fosse deixado no corredor.
— Muito obrigado pela ajuda. Eu não saberia como retribuir — Harry disse, recostado na porta.
— Você poderia aparecer no nosso apartamento amanhã — Louis sugeriu rapidamente. — É sexta, dia de pizza. O Zayn vem sempre, e acho que o Liam e o Niall iam adorar te conhecer.
— Oh, eu não queria incomodar...
— Não seria incômodo nenhum, Harry — Zayn reforçou. — Nós realmente queremos que você vá.
Harry pensou por um segundo, abrindo aquele sorriso de covinhas que fez o coração de Louis errar uma batida.
— Tudo bem. Vocês me convenceram.
Na noite seguinte, o cenário era composto por quatro alfas e um ômega, este último vestindo um vestido leve que atraía olhares discretos. Após a pizza, a atmosfera relaxou e, por sugestão de Zayn e Harry, o grupo começou a jogar "Eu Nunca" regado a doses generosas de álcool.
— Eu nunca tive dois paus me fodendo! — Alguém soltou, e o som dos copos batendo na mesa foi imediato.
A essa altura, três coisas eram certas:
Ninguém mais sabia quantas doses já tinham tomado.
O álcool estava ditando as regras.
A conversa tinha tomado um rumo irremediavelmente sexual.
— Eu nunca usei, ou fiz algum parceiro usar, fantasias de super-heróis no sexo! — disse Niall, o astrofísico irlandês, entre risos.
Apenas Harry não bebeu. Ele nunca tinha explorado esse fetiche. Todos o olharam com uma mistura de surpresa e interesse, especialmente Louis, que sorria como um golden retriever levemente embriagado. As confissões continuaram: dildos, recordes de orgasmos, preferências na cama... até que Harry tentou trazer o jogo de volta para águas mais calmas.
— Eu nunca deixei a toalha molhada em cima da cama — ele tentou.
Mas o destino — ou o álcool — tinha outros planos.
— Eu nunca recebi uma creampie — Harry soltou, quase num sussurro.
O silêncio foi imediato. Ele falou tão baixo que os outros pediram para repetir. Entrando em pânico e com as bochechas ardendo, ele reformulou rapidamente:
— Eu... eu nunca recebi um buquê de flores!
Apenas Liam bebeu, explicando que sua mãe sempre lhe dava uma flor no Dia dos Pais e que, "tecnicamente, se juntasse tudo, dava um buquê". Harry suspirou aliviado, embora soubesse que a primeira frase ainda pairava em algum lugar da mente de Louis.
.•°*.*°•.
Um mês se passou. A amizade entre Harry e Louis floresceu entre trocas de correspondências e jantares casuais. Louis, movido pela curiosidade científica e por uma vontade genuína de agradar, ficou com aquela palavra na cabeça: creampie.
Em sua mente literal de físico teórico, ele associou com o termo da culinária: torta de creme. Ele procurou na padaria de Harry e não encontrou. Questionou o ômega, que ficou vermelho como um tomate e disse que ainda estava "se aperfeiçoando na torta".
Decidido a fazer uma surpresa, Louis foi para a internet pesquisar receitas. Foi então que a internet o levou por um caminho... diferente. Três links de sites de pornô apareceram nos resultados. Curioso, ele abriu uma guia anônima e pesquisou ‘creampie pornô’. Sua visão pareceu embaçar ao descobrir o verdadeiro significado.
O choque inicial foi substituído por uma compreensão súbita do porquê de Harry agir de forma tão tímida. Mas Louis, apesar de nerd e introvertido, tinha seus 25 anos e uma dose considerável de audácia.
Harry o convidou para um chá em sua casa naquele sábado. Louis decidiu levar uma torta de creme real, da padaria local, mas com um plano B em mente. Se Harry estivesse falando da torta, ele seria apenas um vizinho gentil. Se ele estivesse falando de outra coisa... bem, Louis estava pronto para a aula prática.
.•°*.*°•.
Harry estava adorável em sua blusa de alcinhas branca e shorts folgados. Ele havia arrumado a mesa com biscoitos e chá de camomila quando a campainha tocou.
— Trouxe uma torta de creme — Louis anunciou, entrando no apartamento com uma sacola.
Harry quase engasgou com a própria saliva. Ele não sabe, ele com certeza não sabe, pensou o ômega, tentando manter a compostura enquanto Louis o observava atentamente.
— Quer experimentar? — Louis sugeriu, cruzando os braços e se aproximando. — Você disse que estava se aperfeiçoando, pode usar essa como referência.
Harry cortou uma fatia, sentindo o olhar do alfa queimar em sua pele.
— É boa... — Harry começou, a voz um pouco trêmula. — Só tem um pouco de chantilly demais e a massa está um pou...
— Eu sei o que é uma creampie, Harry.
O tempo pareceu parar. Louis se aproximou, tirando o prato das mãos de Harry e o colocando sobre o balcão, com o ômega o acompanhando no olhar.
— Louis...
— No começo, eu realmente achei que era a torta — Louis confessou, ficando frente a frente com o ômega, cujos feromônios de vergonha e excitação começavam a inundar a cozinha. — Mas depois eu pesquisei. E, para ser sincero... eu fiquei muito interessado no conceito.
Os cheiros de pinheiro, lavanda, baunilha e morango se fundiram em um coquetel inebriante.
— Você tem interesse... nisso? — Harry perguntou, os olhos verdes fixos nos de Louis.
— Tenho — Louis afirmou, a voz se tornando mais grave.
Harry olhou para baixo, notando o volume na calça de moletom cinza de Louis. Ele era um alfa atraente, inteligente e estava ali, confessando um desejo mútuo. Por que não juntar o útil ao agradável.
— Quer saber como que faz?... — Harry desafiou, com um sorriso audacioso.
Agora foi a vez de Louis perder o fôlego. Sem palavras, ele apenas assentiu, deixando que seus próprios feromônios de desejo respondessem por ele.
— Vem para o meu quarto. — Harry segurou sua mão, guiando-o com pressa.
Louis observou o balanço dos quadris de Harry e sentiu o sangue latejar. Puta merda, ele pensou, eu vou mesmo foder o Harry.
Louis agarrou os quadris de Harry, fazendo-o deitar-se na cama. Ao retirar o shortinho branco, revelou-se um membro já desperto sob a calcinha confortável. Um rosnado baixo escapou da garganta de Louis com a visão.
Ele uniu seus lábios aos de Harry, lábios cheios, em formato de coração, um convite irresistível. Suas mãos apertavam as coxas pálidas e macias, subindo pelos quadris de curvas suaves até a cintura definida. A blusinha justa, ainda presente, tornava tudo mais provocante ao marcar o peito do ômega.
Harry soltava suspiros deleitosos, sentia falta de ser tocado com aquela intensidade. Seu corpo já respondia ao toque, liberando o pré-gozo que começava a umedecer a peça íntima, acompanhando a lubrificação que já encharcava sua entrada.
Louis focou sua atenção no pescoço e na glândula de Harry, mordendo e lambendo cada pedaço de pele que exalava o aroma inebriante da excitação. O lobo dentro do alfa rugia em aprovação ao cheiro doce que dominava o quarto.
— Louis, eu quero agora... entra, por favor — Harry gemeu de forma arrastada quando os dedos do alfa brincaram com seus mamilos por cima do tecido. O atrito era delicioso, o fazendo arquear o corpo cheio de desejo. — Lou… Alfa!
Louis rosnou, tocando a pele leitosa com uma possessividade descomunal. Ele observou o ômega por alguns instantes, ele quer tanto tomá-lo com a roupa e tudo, manter a blusinha seria o toque final de luxúria que ele tanto precisava.
Libertando-se da sua calça de moletom, Louis pouco se importou com a camisa do Lanterna Verde que ainda vestia. Seu foco era total no ômega de íris brilhantes e verdes que o devorava com o olhar. Ele se abaixou, beijando cada lado do quadril de Harry antes de puxar a calcinha pelas pernas pálidas. Ao ver o fio de lubrificação se romper entre o tecido e a entrada avermelhada, Louis sentiu a própria boca salivar.
— Alfa! Por favor, me preencha... — o cheiro de pinheiro de Louis se intensificou, mergulhando Harry em um estado de necessidade absoluta, seu corpo pulsando só por sentí-lo.
— Calma, ômega. Vou te dar exatamente o que você precisa — Louis murmurou. Ele desceu a boca até a base do membro de Harry, distribuindo beijos úmidos enquanto massageava o que estava ao redor. — Você é delicioso, Harry.
Os dedos de Louis desceram para a entrada, que pulsava em expectativa. O aroma ali era tão forte que quase se podia sentir o gosto na sua língua. Louis usou sua boca para explorar o local, enquanto dois dedos preparavam o caminho, fazendo Harry segurar seus cabelos lisos e implorar por mais.
— Consegue chegar ao ápice apenas com minha boca e meus dedos, ômega? Quero sentir o seu gosto em mim — Louis questionou, enquanto uma mão apertava a coxa grossa de Harry e a outra trabalhava ritmadamente em sua entrada.
— Consigo, alfa... Sim! — Harry soltou um gemido alto. A mistura de sensações era avassaladora. Quando os dedos de Louis pressionaram o ponto certo, o estopim foi inevitável, e Harry atingiu seu primeiro orgasmo, rápido demais até, mas o cheiro, os dedos grossos de Louis, tudo era tão bom que não conseguiu se conter.
Louis saboreou o momento, limpando cada vestígio com a língua antes de se posicionar. Harry, ainda envolto na névoa do prazer, sentiu quando Louis finalmente afundou seu membro, grosso, com 17 cm e uma glande grossa, dentro dele. O movimento foi lento e firme, permitindo que Harry se acostumasse com o preenchimento. A cabeçinha do pau do alfa entrando com resistência, abrindo o ômega aos poucos, era tão bom que fez ambos soltarem um xingamento em uníssono.
Harry sentia cada centímetro de si sendo expandido. Louis levou os dedos, ainda úmidos, até a boca do ômega, que os chupou ansiosamente enquanto tentava processar a sensação de ter Louis tão fundo. O alfa pega as pernas de Harry entrelaçando as coxas ao redor de sua cintura, intensificando o contato, finalmente chegando até a base, com as bolas de Louis batendo na polpa da bunda do outro.
Pela sua posição, Louis conseguia ver o relevo de sua própria cacete contra o abdômen de Harry. A visão de um montinho feito por causa da cabeça grossa de seu pau, junto do seu membro pulsando dentro do ômega o deixou ainda mais excitado.
— Lou... eu,... uh! Eu sinto você tão fundo — Harry murmurou com gemidos, abrindo os olhos para ver a silhueta protuberante em seu ventre. — Tão grosso... você é tão bom… minha nossa.
— Puta merda, Harry — Louis rosnou, vendo a mão pequena do ômega tocar a superfície onde o membro o pressionava por dentro.
— Não é pra ter dó de mim, alfa.
Atendendo ao comando, Louis começou a estocar com força e precisão. O ritmo era frenético, a pele se chocando e o som da lubrificação densa preenchendo o ambiente. Harry já choramingava de prazer, chamando pelo nome do alfa enquanto seus corpos se moviam em perfeita sincronia.
Harry solta um gemido baixo, quase como um miado, suas mãos agarrando o pescoço e os ombros de Louis arranhando-o enquanto sentia cada estocada forte. O ômega tinha certeza que iria ficar muito abertinho, sua lubrificação descia entre suas pernas e melava Louis, tão escorregadio, quente, molhado.
Arqueou as costas quando o alfa achou sua próstata, gemendo alto, arranhando as costas do alfa que tremeu inteiramente sob si depois de apertar todo o membro grosso depois de uma estocada.
— Você vai acabar comigo… Porra. — cada vez que Louis retirava e colocava o cacete grosso dentro de si, era como se estivesse sendo partido ao meio de uma forma tão gostosa que não se importaria de deixar Louis o usar como um brinquedinho. Pensando bem, Harry queria isso. — Lou! Alfa! Hum! minha nossa, e-eu quero vir.
— Eu também — Louis respondeu, focando toda a sua energia em levar Harry ao limite. Ele diminuiu o ritmo por um segundo, apenas para forçar a glande mais fundo, buscando fuder o colo do útero do ômega.
Toda vez que metia ele sentia a pequena barreira batendo contra sua glande, ele sentia pequenos espirros de pré-porra saindo de si em cada estocada que batia. O alfa queria mais, muito mais, e se ele tinha como fazer, ele vai tentar.
O ômega tremeu inteiramente, sentindo a glande dentro de si pressionando mais e mais, sua respiração descompassada, seu corpo inteiro formigando, trêmulo, ele não sabia o que Louis estava tentando fazer, mas a sensação era terrivelmente deliciosa, mesmo que doesse.
Até Louis finalmente conseguir o que queria, meter a cabecinha do seu pau sendo sugado pelo colinho do útero do ômega, era tão fodidamente apertado, era quente, molhado. Seu corpo inteiro arrepiou-se, tremendo levemente. A visão de ver Harry tentando arquear o corpo, suas mãos empurrando o ventre de Louis de tantos estímulos que quase pedia para parar, sua barriga lisinha conseguindo mostrar o quão cheio estava foi o fim da sanidade de Louis.
— Veja o quão fundo eu consigo chegar, babe. Sente o meu pau te abrindo, te deixando pronto só pra ele te foder. — Ele passa a mão por cima do relevo pequeno no ventre de Harry, o vendo com a cabeça arqueada, tremendo, soltando murmúrios baixos, respiração ofegante.
Harry volta sua atenção em Louis, piscando lento, sendo torturado pela pequena dor gostosa de ser totalmente preenchido, seus cachos totalmente bagunçados enquanto viu o pau de Louis dentro de si. Nunca se sentiu tão cheio em sua vida, tremia de excitação.
Olhou para o alfa, que não parava de acariciar seu corpo, sua cintura, uma de suas mãos agora estimulava seu mamilo durinho, enquanto a outra apertava sua coxa branquinha. Num flash de rapidez, a pupila de Louis dilata, o cheiro se intensificando, o ômega por um momento achando que era o hut do alfa, mas simplesmente o seu lobo tomou as rédeas, falou mais alto.
Com uma estocada final forte e profunda, saindo do encaixe e voltando de uma vez, arrombando o colinho, o nó de Louis começou a se formar exatamente onde deveria. As pernas de Harry tremeram violentamente, lágrimas de puro êxtase rolaram por suas bochechas enquanto ele gritava o nome de Louis. Harry atingiu o ápice novamente pintando seu peitoral com as gotas de porra, ao mesmo tempo sentindo o útero jorrar seu melzinho contra o cacete grosso do alfa no instante em que Louis o preenchia com sua própria porra quente.
O nós prendendo-os um ao outro. O ventre de Harry estava visivelmente inchado, preenchido pelo alfa. O ômega estava exausto, com a boca aberta em um 'O' silencioso, sentindo cada pulsação de Louis dentro de si. Sentindo tudo, seus peitos agora sendo chupados por um alfa que arrancou sua blusinha.
— Vai aguentar tudo aqui dentro? Veja como sua barriguinha está, hmm... tão cheia de mim — Louis sussurrou, tremendo enquanto o nó finalizava o processo.
— Uhm… uhum… — Harry respondeu com um murmúrio baixinho, mal conseguindo abrir os olhos, mas quando os faz, brilhavam de satisfação. — E-eu… hmm.
Louis sorriu, beijando-o com carinho, sendo retribuído de maneira desajeitada por Harry, que ainda estava absorvendo tudo
— Eu sinto cada jato seu… em mim, uh alfa… — Harry confessou, já quase sendo tomado pelo sono. — Não sai… por favor, não… não tira.
Harry lutava fortemente para não dormir, mas seu corpo não o ajudava, choramingando, lágrimas caindo pelo seu rosto quando Louis se movimentou tentando procurar uma posição confortável.
— Prometo, meu bem. Eu cuido de você — o alfa deixa um último selinho antes que o ômega se entregasse ao descanso. Se arrumou levemente contra o corpo do ômega, ficando numa conchinha. Mesmo seu nó já desinchando, ele continuou dentro do outro, caindo em um sono junto do cacheado.
"Harry sempre pega o ônibus mais cedo para poder vestir sua sainha curta e se exibir para o motorista gostoso."
𖹭 Voltei, finalmente!
𖹭 Logo após postar a one vou soltar uma enquete para vocês decidirem a próxima! - Votem nesse link!
tags: hinter • desuso de camisinha • palavras de baixo calão como: bucetinha, cacete, pau, grelinho, xotinha • leve diferença de idade
𖹭 Se algo citado acima te incomoda, não leia e pule por favor.
𖹭 Word count: 5330
𖹭
"I know the driver sees it, I know he's peeking in the rearview mirror" - Wheels On The Bus, Melanie Martinez.
Harry estava estressado. Ele se encontrava no ponto de ônibus uma hora mais cedo, suas amigas haviam decidido fazer o trabalho antes da aula. Ele tentou protestar contra a ideia, mas no final todas votaram que era melhor assim. Claro, todas elas tinham carro e não levariam mais que trinta minutos para chegarem na faculdade. Harry sentia que poderia chorar de tanto sono. Obviamente ele não poderia deixar de se cuidar, acordou duas horas mais cedo que o habitual para poder tomar banho, arrumar seus cachinhos e se maquiar.
Realmente ponderou deixar aquele trabalho de lado quando avistou o ônibus se aproximando do ponto. Ele já estava lotado, com pessoas em pé até mesmo antes da roleta. Isso sem contar as pessoas que iriam subir no mesmo ponto que ela. Frustrante.
Ele não pode evitar revirar seus olhos quando subiu no veículo, tendo que se acomodar perto do banco do motorista. As pessoas não paravam de subir, ele se perguntava como todos caberiam ali dentro.
Após alguns minutos, -que pareceram horas- esperando todos subirem, o motorista fechou a porta e ônibus finalmente arrancou do lugar. O corpo de Harry deu um solavanco, ele não estava apoiada em nada e quase caiu para a frente. Então se virou para a frente, apoiando suas mãos na barra de ferro que separava o motorista dos passageiros. Foi quando o garoto viu.
Harry analisou cada pedacinho do homem. Seu rosto estava sério, os olhos azuis brilhavam como o céu e estavam focados no trânsito. Ele tinha uma barba por faze, com alguns cabelos brancos que contornava os lábios finos e rosados. Por um instante Harry imaginou como seria dar um beijo no homem. O uniforme da empresa grudada em seu corpo, as coxas marcavam na calça jeans e o garoto também podia perceber como os músculos de seu braço flexionavam quando ele virava para poder olhar pela janela. Harry então notou suas mãos. Caralho. Ele tinha tatuagens em uma das mãos, seus dedos apertavam o volante com força. O garoto poderia soltar um gemido somente com o pensamento que veio em sua cabeça ao imaginar aquela mão em seu pescoço ou até mesmo os dedos tatuados enfiados em si.
O cacheado estava tão focada em observar o homem que não percebeu que também estava sendo observada. O ônibus estava parado em outro ponto e então o motorista virou para olhar os passageiros subindo. Foi quando percebeu dois olhinhos verdes vidrados em si.
O homem não pode deixar de reparar em como o garoto a sua frente era tão lindo... E gostoso. Por alguns segundos ponderou se era mesmo um garoto, devido a suas roupas. Seu corpo estava coberto por um cropped branco, que marcava perfeitamente os mamilos eriçados. Na parte de baixo ela vestia uma saia roxa, que ia até o meio de suas coxas. Ele mordia os lábios vermelhinhos, totalmente perdido em seus pensamentos. O motorista salivou. A figura parada ali era a perdição em pessoa.
Os dois saíram de seus devaneios quando alguém gritou do fundo do ônibus, reclamando da demora. Só então Harry percebeu que o homem o olhava de volta, e isso fez suas bochechas corarem de vergonha. Qual é. Não é todo dia que se pode aproveitar uma volta no ônibus com um motorista gostoso.
Os dois trocaram olhares pelo resto da corrida, o motorista o observava pelo retrovisor e ele desviava todas as vezes, explodindo em vergonha. Mas não passou de olhares. Nenhum dos dois teve coragem de dizer nada. Estavam cada um perdidos em suas próprias fantasias.
Não demorou muito tempo para que Harry visse a fachada de sua faculdade. Por alguns segundos ele se esqueceu que deveria descer ali, mas o motorista foi muito solicito em perguntar. O garoto carregava uma mochila, provavelmente estava indo estudar.
- Você não desce aqui, boneca? - O sorriso ladino em seu rosto estava descarado. Harry sentiu seu corpo ferver por ter a atenção do homem totalmente em si e também pelo apelido. Ele concordou com um aceno, rapidamente tirando seu cartão da bolsa para poder passar na roleta.
- Obrigada... Louis... - Ele olhou o nome no crachá pendurado na camiseta. Um sorriso de lado apareceu em seu rosto, ela acenou para ele antes de rodar e então passar para trás no ônibus.
Louis o seguiu com os olhos por todo o trajeto que o garoto fez até sumir dentro do portão da faculdade. Sua língua molhou os lábios enquanto observava as coxas branquinhas, agora de costas, elas eram tão gordinhas que roçavam uma na hora a medida que o garoto andava. Ele tinha uma visão dos céus.
[...]
O dia havia sido tão corrido na faculdade, Harry se ocupou tanto com a faculdade que só teve tempo de pensar em qualquer coisa quando chegou em casa. Para terminar todo o trabalho, seu grupo ficou também depois da aula mas o garoto não protestou após uma de suas amigas dizer que o daria uma carona para casa.
Após tomar um banho relaxante, comer, e finalmente se deitar para dormir, foi quando as lembranças da manhã tomaram a cabeça de Harry. De repente, outro sentimento estava tomando o garoto. Ele sentia seu corpo quente enquanto lembrava do motorista, imaginando as situações mais eróticas possíveis. Harry estava frustrado, sem transar a tanto tempo e ainda fantasiando com um homem que havia visto apenas uma vez na vida.
Ele não resistiu em se virar na cama, estendendo seu braço para poder abrir a gaveta de seu criado mudo e pegar seu vibrador.
Aquele foi o primeiro dia que Harry meteu gostosinho em si mesmo enquanto pensava em Louis.
[...]
No manhã seguinte, apesar de todo o sono e cansaço, Harry estava de pé no ponto de ônibus uma hora mais cedo, como no dia anterior. Seu corpo queimava em excitação por saber que veria o homem mais velho mais uma vez. Ele sentia que todos os olhares estavam em si, como se todos soubessem que ele estava li apenas para ver Louis.
Quando o ônibus apareceu na esquina, o garoto sentiu seu corpo arrepiar. Se sentia como um bobo adolescente novamente, surtando por um crush no ensino médio. Mas ele não sabia que, dentro do ônibus, também havia um Louis ansioso por saber se veria o garoto novamente. Ele estava analisando cada terminal, afinal não havia visto em qual o garoto havia subido no dia anterior.
O homem parou o veículo no ponto, os olhos vidrados na porta querendo saber se final veria o cacheado. Um sorriso surgiu em seus lábios quando ele avistou a figura esbelta subindo a pequena escada do ônibus. Hoje ele estava com um vestidinho verde claro, coberto por desenhos de borboletinhas. O cabelo estava com os cachinhos perfeitos, prendidos de lado por uma presilha branca também de borboleta. Ele estava tão, tão lindo.
O sorriso no rosto de Louis aumentou quando o garoto se espremeu entre os outros passageiros para que me pudesse mais uma vez parar perto dele.
- Bom dia, Louis. - O garoto também sorria quando o cumprimentou. Os dois pareciam hipnotizados um com o outro.
- Bom dia, gracinha. - O motorista o respondeu, piscando para o garoto antes de se virar para frente e então voltar a dirigir.
Isso seguiu por dias.
Mesmo estando totalmente cansado e sofrendo para acordar cedo, Harry estava todos os dias as seis da manhã no ponto de ônibus. Ele entrava e ficava perto de Louis. O contato entre os dois não passava de bom dias e troca de olhares, mas a tensão sexual poderia ser sentida por qualquer um. Incontáveis foram as noites que Harry passou com seu vibrador enquanto sonhava em ser fodido por Louis. Ele estava a ponto de enlouquecer. O homem era simplesmente perfeito para ele. Alguns anos mais velho, e tão gostoso.
Foi quando ele tomou a decisão de que iria para cima de Louis. Ele acordou naquela quinta feira determinado. Seu banho levou mais tempo que o usual e ela também demorou para escolher sua roupa. Queria estar perfeito para Louis.
Faltando alguns minutos para sair de casa, parou na frente do espelho para dar mais uma checada. Estava novamente com um vestido, dessa vez rosa. O tecido era lido e com manguinhas curtas. O decote era mínimo, mas aconchegava perfeitamente os montinhos. Ele se sentiu confiante.
Mas, quando o ônibus parou em sua frente, a decepção tomou conta de Harry. Ao invés de Louis estar ali no banco do motorista, o esperando com um sorriso, estava outra pessoa. Harry se desesperou por alguns segundos. Louis havia mudado de linha? Sem o avisar? Ee se espremeu para poder chegar até o novo motorista.
- Bom dia, tudo bem? Você quem vai assumir essa linha agora? - Ele perguntou para o homem. A chateação estava por todo seu rosto. Ele estava tão animado para ver Louis naquele dia.
- Bom dia rapaz. - O homem o respondeu, o encarando pelo retrovisor. - 'Tô cobrindo o Tomlinson apenas hoje, ele teve um imprevisto mas amanhã 'tá aí.
Harry o agradeceu, sentindo um alívio o tomar. Ele iria ter que esperar mais um dia, mas pelo menos ainda teria Louis.
[...]
Na manhã seguinte ele estava mais uma vez arrumado para ver Louis. No fundo se perguntava se estava sendo idiota em levar aquilo a sério. Poderia não dar em nada, Louis poderia estar apenas sendo gentil, certo? Mas uma chama dentro do garoto apagava todas as dúvidas. Ele não iria desistir. Queria Louis e iria conseguir.
A chuva naquela manhã de sexta pegou Harry de surpresa. Ele estava no caminho para o ponto de ônibus quando foi tomado pelos pingos de água. Ele estava totalmente molhado quando alcançou o ponto. Por pouco, não perdeu o ônibus, que já estava parando. Ela esperou até que os outros estivessem entrado para poder subir. Felizmente, ou infelizmente, devido ao seu estado caótico, era Louis que estava sentado ali.
O homem sorriu ao ver o garoto, mas ele já estava chateado. Um biquinho se formava em seus lábios a medida que ele se aproximava de Louis. Agora que ele tinha Louis ali já estava totalmente arruinado, sua roupa molhada e penteado bagunçado. Louis, por outro lado, o achou extremamente adorável.
- Não ria, por favor. Estou péssimo. - Ele reclamou, se apoiando no ferro ao lado do motorista.
- Você não está péssimo, gracinha. Roupa seca, sabia? Aliás, eu adorei o vestido. - O elogio fez Harry sorrir. Claro que ele estava tentando chamar atenção de Louis, e era ótimo ver que estava funcionando.
- Obrigada, Louis... - O sorriso ainda estava em seu rosto. - Mas espero que não chova mais de volta na saída, odeio andar na chuva.
- Odeia a chuva, é? Você é feito de açúcar, por acaso? - O motorista também tinha um sorrisinho no rosto. Ele encarava o garoto pelo retrovisor. Apesar de gostar da companhia do garoto, odiava que seu único contato fosse apenas ali. Ele queria poder dar toda a sua atenção ao garoto sem ter que ficar ligado no trânsito ou nos passageiros.
- Sim, senhor.
- Então você é meu docinho de coco. - Louis jogou, vendo o garoto ficar ainda mais vermelho. Ele era simplesmente adorável. Mas, ainda assim, Louis podia ver que o biquinho ainda estava em seus lábios. - Você está tão birrento assim só por causa da chuva?
- Não! - Harry exclamou, negando rapidamente. - Você me deixou ontem, tive que ficar aqui sozinho... - O drama era certeiro, mas ele queria ver até onde podia levar Louis.
- Me desculpe, docinho. Tive um imprevisto com minha mãe, foi de última hora. - Ele se desculpou, parando no ponto e então se virando para o garoto. - Vou estar aqui para te levar todos os dias. Prometo que não vai mais acontecer.
- Espero que não, Lou. Minhas manhãs são melhores com você.
[...]
Harry tinha apenas uma certeza depois dele dia: Louis também o queria. Os dois estavam naquele flerte desgraçado a quase um mês. Harry sentia que poderia explodir de tanto tesão. Todas as noites ele tentava se distrair daquela tentação enquanto se masturbava, mas parecia nunca ser suficiente. Ele só iria estar satisfeito quando tivesse o pau de Louis indo fundo em sua buceta. E ele iria conseguir isso o mais rápido possível.
O próximo passo seria contar para Louis sobre o segredinho que tinha entre suas pernas. Aquilo não era um problema para o garoto. Mas ele sempre havia sido cuidadoso sobre a quem contar. Por isso não era sempre que o garoto estava com alguém. Mas sabia que podia confiar em Louis. Ele não iria ser um babaca como alguns dos garotos que havia saído. Louis era um homem. E, ah, que homem.
Harry passou todo o fim de semana ansioso. No domingo a noite, separou sua roupa. Fez questão de escolher uma saia vermelha, o pedaço de pano era o suficiente para cobrir sua bunda. Para a parte de cima, pegou um cropped branco, enfeitado com alguns corações vermelhos. Ia perfeitamente com a saia, com alcinhas finas e um decote mais puxado. Ele experimentou as peças antes de dormir. Estava ansioso para a manhã seguinte.
[...]
Harry sentia que todos olhares estavam em si. Se sentia como se todos soubessem o que ele estava prestes a fazer. O garoto se sentia uma perfeita vadia, vestindo as roupas mais curtas para se encontrar com o motorista de seu ônibus. Ainda mais quando lembrava que não estava vestindo nada por baixo da saia. Louis teria uma bela surpresa.
Sentiu seu coração bater forte quando viu o ônibus virar na esquina. Seus dedinhos apertavam a alça de sua mochila.
Como sempre, esperou que todos subissem antes de entrar. Era como se seu lugarzinho ao lado de Louis estivesse guardado. Talvez, apenas talvez Louis tivesse alertado todos os passageiros que pararam ali, dizendo que era perigoso. Apenas talvez.
O garoto subiu, seus olhos capturaram os de Louis no mesmo momento. Este, que parecia estar hipnotizado com a beleza do cacheado. Como todos os dias. Afinal, Harry sempre estava lindo. Tudo estava normal para Louis. Era Harry quem se sentia totalmente nervoso e ansioso.
- Bom dia, docinho. - Louis iniciou o contato, percebendo que o garoto estava um pouco aéreo. - Tudo bem?
Harry pareceu sair de seu transe ao escutar a voz de Louis. Ele sorriu de canto, se aproximando para se apoiar na barra de ferro e ficar perto de Louis. Esse, que já manejava o ônibus para fora do ponto.
- Bom dia, Lou. Estou muito bem, e você? - Toda a tensão parecia estar saindo de seu corpo ao que ele iniciou uma conversa com Louis. Harry realmente se sentia bem ao lado do homem.
- Com certeza estou melhor agora... Com uma coisinha linda dessas do meu lado... - O sorriso cafajeste estava em seu rosto. Harry sabia que Louis também tinha segundas intenções. Ele não estava sonhando ou vendo coisas.
- Que bom... Mas tenho certeza de que as coisas podem ficar bem melhores do que isso. - Ele sugeriu, encarando o homem.
- Ah, é mesmo? E como podem melhorar?
- Não seja tão apressado Louis, você vai ver... - Louis estava desconfiado de algo. Harry tinha um sorriso sapeca no rosto, mas não disse mais nada. O trajeto seguiu em mais puro silêncio, Louis estava curioso. Harry não tirava o sorriso do rosto. E não pareceu se importar quando perdeu o ponto que parava em sua faculdade. Ele estava aprontando, mas Louis não disse mais nada. Iria esperar para ver.
O ônibus esvaziou quase completamente após os alunos descerem na faculdade. Harry começou a se sentir mais confortável com o ambiente.
O garoto se virou de frente, apoiando suas duas mãos na barra para poder passar sua perna para o outro lado. Agora ele estava praticamente sentado no ferro. Ele sentiu o gelado tocar a parte interna de suas coxas e no mesmo instante seus lábios foram apertados pelos dentes branquinhos. A barra pressionava contra sua bucetinha, ele movimentou sua cintura levemente apenas para sentir seu clitóris ser apertado contra o pedaço de ferro. Naquele momento, ele não se importava com onde estava, ou se alguém estava o observando. Tudo que ele queria era a atenção de Louis.
- Hum, Louis? - Harry chamou pelo mais velho, que apenas murmurou para mostrar que estava ouvindo. Ele estava virando o ônibus em uma esquina, seus olhos estavam atentos no trânsito. - Tenho que te contar um segredo.
- O que, docinho? Louis o respondeu, rapidamente olhando pelo retrovisor. - Pode fa... - Sua fala foi interrompida pela visão que teve. Harry estava montado na barra, se esfregando como uma perfeita cadela. E, como se não bastasse, o garoto tinha a barra da saia levantada na frente, mostrando o tal segredinho.
Os olhos de Louis se prenderam ali, ele estava obcecado com a visão da xotinha molhada. Porra. Como Harry poderia ser mais perfeito?
- Caralho, Harry. - Ele murmurou baixinho, passando a língua por seus lábios. Ele queria tanto afundar seu rosto no meio das pernas do garoto comer a sua buceta.
Ele podia sentir seu pau ficando cada vez mais duro no meio de suas pernas. O olhar de Louis foi então para o rosto do garoto que o encarava de volta. Ele mordia os lábios com força, se segurando para não soltar um gemido. Ele estava tão molhado.
- Lou... - Ele sussurrou baixinho, forçando sua cintura a ir um pouco mais rápido. Louis estava hipnotizado, não conseguia desviar o olhar da cena. - Louis!
Ele saiu de seu transe com o grito alto de Harry, junto com alguns passageiros. Louis teve poucos segundos para segurar o volante e virar a direção do ônibus, antes que o veículo batesse em um carro na rua.
- Tá maluco, môto? - Uma mulher gritou do fundo. Louis sentia seu coração bater forte. O estrago que poderia ter causado aos passageiros e também ao ônibus era gigante.
- Porra! - Ele resmungou para si mesmo, olhando rapidamente para o rostinho agora assustado de Harry. Louis estava sério, claramente nervoso. Harry sentiu um arrepio correr por seu corpo com o olhar do mais velho. Ele se afastou da barra, ajeitando sua saia antes de sentar no banco atrás de Louis. Ele só queria chamar a atenção Louis e isso quase levou a uma tragédia.
Harry estava tão nervoso. Ele sabia que tinha feito besteira e sabia que Louis tinha motivo parra estar bravo. Conseguia observar sue rosto pelo retrovisor. O maxilar travado, os olhos focados no trânsito do lado de fora. Louis era um completo deus grego. Era tão errado que Harry estivesse ficando cada vez mais molhado ao pensar em Louis sendo agressivo com ele? Louis, por outro lado, dividia sua atenção entre dirigir e imaginar as coisas que poderia fazer com o garoto. Tudo que ele mais queria era seu pau indo fundo na buceta de Harry. Ele iria dar toda a atenção que queria.
Nenhuma palavra foi dita por nenhum dos dois até que o último passageiro desceu do ônibus.
Eles se aproximavam do ponto final, Louis parou o ônibus em uma rua vazia, afastada de qualquer movimento. O coração de Harry estava batendo na boca no minuto em que Louis virou a chave, desligando o ônibus. Agora o silêncio era total. Louis tomou impulso, saindo de seu banco e ficando agora em pé ao lado de Harry, que apenas o encarava.
- Você vai vir até aqui ou vai ficar apenas me olhando com essa carinha de cadela? - Seu tom era grosso. A calcinha de Harry estaria encharcada, se ele estivesse usando uma. Ele se levantou, parando de frente para Louis. Eles nunca haviam ficado tão próximos assim. O cacheado sentia agora de pertinho o cheiro do perfume forte.
Louis também estava encantado pelo garoto. Harry parecia ficar apenas mais lindo a cada vez que ele olhava. O garoto tinha os olhos pidões brilhando em sua direção. Louis sabia muito bem o que ele queria. Os lábios rosados pelo gloss eram maltratados por conta do nervosismo. Ele parecia uma perfeita bonequinha inocente. Exceto que, de inocente não tinha nada.
- Lou- eu... Sinto muito...- Harry murmurou, ele queria se desculpar pelo que havia feito. Mas não sabia se deveria falar muito naquele momento. Ele não conseguiu terminar sua frase.
O mais velho quem tomou a ação de se aproximar, levando sua mão até a saia do garoto. Ele levantou o tecido, expondo a bucetinha gostosa, que estava totalmente melada. Ele não resistiu em levar a outra mão ali, enfiando seus dedos entre os lábios grossos. Ela estava tão melada que Louis não tinha dificuldade em deslizar ali.
- Sente, Harry? Sente mesmo? - Ele perguntou olhando diretamente para o rosto do garoto, que fechava os olhos em prazer ao ter seu grelinho massageado. Ele havia sonhado tanto com as mãos de Louis... - Estou vendo o quanto você lamenta pelo que fez... Você queria tanto chamar a minha atenção, não é? Estava desesperado para que eu soubesse que você tem uma bucetinha, hum? Que gostosa, princesa.
Harry gemeu baixo, aprovando a forma que Louis o chamou. Ele gostava de ser tratado daquela forma.
- Olha como você me deixou, docinho... - Ele se afastou levemente para poder mostrar o volume em sua calça. Os olhos de Harry estavam grudados ali agora. Ele queria tanto, poder tocar ali. - Acho que você precisa me recompensar por toda a bagunça que você fez hoje, hum?
Louis não estava perguntando. Sua mão abandonou a xotinha melada, causando insatisfação nos dois. Seus dedos foram ágeis em abrir o zíper de sua calça e então descer a peça, junto com a cueca preta. O cacete duro balançou na frente de Harry, o fazendo salivar com a vista. Louis agora tinha seus olhos presos na boquinha gostosa. Ele levou a mão até o queixo do cacheado, o puxando para si. Eles estavam colados agora, a barba de Louis roçava na bochecha de Harry.
Os lábios cobertos pelo gloss de morango foram tomados pela língua do motorista, ele fez questão de provar o gostinho antes de iniciar um beijo molhado. Os dois estavam tão sedentos por aquilo, suas bocas se encaixaram da forma mais erótica possível.
Harry foi ágil em levar uma de suas mãos até o pau de Louis. Ele soltou um gemido baixo ao o sentir tão duro em sua mão. Sua mão se movimentava lentamente, batendo uma punheta gostosa para o mais velho. Ele aproveitava enquanto tinha sua boca sendo tomada pela de Louis, os lábios sendo chupados com força.
- Tá gostoso, hum? Quero ver se você aguenta ele na nessa boquinha gostosa. - Louis sugeriu, se afastando do beijo. - Ajoelha.
A ordem foi clara, mas Harry hesitou. Ele encarou o rosto de Louis.
- Mas, Lou... O chão 'tá sujo.. - Seus lábios formaram um biquinho. Sua mão ainda brincava com o pau de Louis quando ele teve seu rosto tomado pelos dedos do outro.
- Você não estava reclamando de sujo enquanto esfregava sua essa buceta ali igual uma vagabunda, não é? - Ele perguntou irônico, soltando uma risada sarcástica. - Ajoelha, porra.
A buceta de Harry molhou ainda mais com o tom rude do motorista. Ela ignorou totalmente seu pensamento anterior, se ajoelhando no chão do ônibus. Ela observou o homem de baixo, tendo agora o cacete duro e molhado bem em sua frente,
- 'Tá esperando o que? Chupa, princesa. - As mãos de Louis foram para os cachos do garoto. Ele tirou os fios do rostinho bonito, os prendendo em sua mão em um rabo de cavalo. Ele queria observar perfeitamente enquanto o garoto recebia seu pau.
Nada poderia ter preparado Louis. Nenhuma das vezes que tentou se distrair, batendo uma punheta gostosa pensando no cacheado. Nada se comparava ao ter os lábios macios tomando sua glande.
Harry pousou segurava seu pau dela base, os dedinhos passeando por sua extensão o causavam arrepios. Sua cabeça foi jogava para trás a medida que o garoto enfiava o pau todinho em sua boca.
- Caralho, docinho... Que boquinha perfeita, hum? Me chupando assim... - Ele murmurou em meio a suspiros, apertando seus dedos nos fios cacheados. Se sentia no céu. - Porra, isso!
Harry começou a mover sua cabeça rapidamente, ele babava todo o pau de Louis a medida que o enfiava até o final de sua garganta. O único barulho ali eram os gemidos baixos de Louis e o som de Harry se engasgando com o pau grosso. O garoto passava a língua pelas veias grossas, babando toda a extensão até chegar na glande avermelhada, onde sugava com vontade. O líquido branco e espesso tocava sua boca e ele era muito bonzinho em engolir.
Louis deixou que o garoto se acostumasse com seu cacete antes de apertar ainda mais sua mão em seus cachos. Harry sabia o que estava por vir, mas não protestou em momento algum. Ele sentiu a glande inchada batendo no fundo de sua garganta repetidas vezes quando Louis tomou o controle e passou a mover sua cintura, fodendo a boquinha gostosa.
O motorista não tirava os olhos dali, observando como seu caralho grosso era engolido pelo garoto, que apenas o recebia.
- Porra, Harry. Você tem uma boquinha de puta, que delícia princesa. - Ele gemeu arrastado, parando com os movimentos aos poucos ao perceber que o garoto precisava de ar. Somente quando tirou sua atenção dos lábios avermelhados e babados que então percebeu a situação em seus pés. O garoto estava sentado em seu sapato, se esfregando no couro todo aquele tempo. Ele puxou os ombros do cacheado para cima, vendo que seu sapato agora estava todo melado.
- Não podia esperar mais um pouquinho, doce? - Ele murmurou, virando o garoto de costas. Suas mãos pousaram nas costas do garoto, indicando que ele se inclinasse. Harry apoiou suas mãos na mesma barra que estava se esfregando minutos atrás. Agora ele estava empinadinho para Louis, dando uma visão perfeita de sua bucetinha vermelha, maltratada por ter sido esfregada repetidamente. Harry queria tanto gozar. - Você quer tanto que eu coma essa xotinha, não é? 'Tá tão desesperada assim pelo meu pau?
Harry estava delirando de tanto tesão. Ele apenas acenou com a cabeça, se empinando ainda mais em direção ao mais velho. Ele queria ser tocado por Louis novamente, mas tudo que recebeu foi um tapa estalado em sua buceta.
- Eu fiz uma pergunta. - O homem o repreendeu, se afastando para apenas observar como o cacheadinho estava tão lindo daquela forma, a sainha levantada, exibindo a xota gostosa ao que ele empinava a bunda.
- Sim, Lou! Por favor, me come gostosinho... Quero tanto o seu pau na minha bucetinha. - Ele choramingou, virando o rosto para poder observar o motorista. Ele estava apenas com a calça abaixada, sua mão agora punhetava o próprio pau.
- Com você pedindo me pedindo assim igual uma cadela, como eu posso negar? - O sorrisinho sacana estava em seu rosto. Ele se aproximou por trás, pousando a mão direta na bunda de Harry. Um tapa estalado foi deixado na pele branquinha. - Que rabo gostoso, princesa. Vou me divertir tanto com você...
Seus dedos apertaram a bunda do garoto, ele afastou lado apenas para poder observar com atenção. Harry contraia a xotinha ao redor do nada, estava tão ansioso para receber o pau de Louis. O último, que não hesitou em dar o que seu docinho queria. Ele enfiou apenas a cabecinha, sentindo o interior quente de Harry o tomar. E então foi aos poucos, querendo o sentir por inteiro.
Era muito melhor do que qualquer um dos dois haviam imaginado.
- Louis, porra! - Harry gemeu alto, rebolando levemente no pau do motorista. O cacete de Louis era grosso, fazia sua xotinha arder. - Vai, Lou... Fode a minha bucetinha... - Harry o provocou, rebolando agora com mais força. O pau de Louis foi fundo, o fazendo gemer ainda mais alto.
O motorista não estava diferente. Suas mãos apertavam agora a cintura do garoto, ele soltava murmúrios baixos sentindo seu pau ser esmagado no buraco apertado.
- Puta merda, Harry. Você é tão gostosa, caralho. - Sua cintura moveu até o final, sua pélvis agora encostada na bunda do garoto. Ele começou a se mover, dando estocadas rápidas e fundas. Ele adoraria aproveitar o momento com o garoto mas sabia que já estava atrasado para sair com o ônibus.
O gemidos de Harry eram altos, sendo cobertos apenas pelo som das peles se batendo ao que Louis metia fundo no garoto. O mais velho sentia o corpo do cacheado ficando mole, sabia que ele estava sendo estimulado a algum tempo e estava prestes a gozar, mas Louis queria fazer algo antes.
Ele se afastou do garoto, tirando seu pau de dentro do garoto a muito contragosto. Ele se sentou no banco da frente e então puxou o garoto para se sentar em seu colo.
- Vem cá, docinho. Quero te olhar enquanto gozo dentro de você. - Ele ajudou Harry a se sentar, passando as coxas grossas pernas ao redor de sua cintura. As mãos do homem então voaram para a blusa do garoto, abaixando a parte da frente apenas para ter certeza do que já pensava: sem sutiã. - Você faz de propósito, não é? Sempre andando por aí sem sutiã, me deixando maluco só de imaginar...
Harry tinha peitos lindos. Nem tão grandes, nem pequenos. Perfeitos. Os biqinhos amarronzados estavam arrebitados, mostrando quão excitado ele estava. As mãos grandes do homem apertaram os montinhos, que cabiam perfeitamente em suas mãos. Ele apertou os mamilos durinhos, torcendo a pele apenas para ver o rostinho de Harry se revirando em prazer. O garoto estava adorando aquela atenção. Ele adorava tanto brincar com seus próprios peitinhos, mas era muito melhor ter seu ponto sensível sendo estimulado por Louis.
O mais velho logo tirou uma de suas mãos, deixando que sua boca tomasse o lugar. Sua língua se enrolou no mamilo direito, ele chupava, lambia e mordia enquanto apertava o outro. O gemidos de Harry estavam ficando cada vez mais altos, ele iria gozar a qualquer momento.
Com sua mão livre, Louis segurou seu pau, o guiando novamente para o buraquinho do mais novo. Ele enfiou de vez, arrancando um grito alto de prazer dos dois. As estocadas estavam mais bruscas dessa vez, Louis empurrava sua cintura para cima, fodendo a xotinha enquanto sua boca trabalhava em deixar o outro seio também marcado. Ele mamava nos peitinhos do garoto como se fosse sua coisa favorita. E talvez fosse, a partir daquele momento.
- Louis! Assim, assim. Eu vou gozar, Lou... Porra! - O garoto gritou, cravando seus dentes no ombro de Louis enquando sentia uma confusão no pé de sua barriga. O mais velho não o respondeu, apenas levou um de seus dedos para a bucetinha, o pressionando contra o grelinho inchado. Foram poucos segundos até ele sentir seu pau sendo molhado. Ele parou com os movimentos por alguns segundos com garoto se desmanchou em seu colo, finalmente gozando. - Awn, Louis...
- Que delícia, amor... Você foi tão gostosinha, hum? Mas eu ainda quero gozar nessa buceta. - Louis se afastou dos peitos do garoto pousando suas mãs agora em sua cintura para poder pegar mais impulso, voltando a meter sem dó.
Harry pousou suas mãos no peitoral do homem, tentando se afastar.
- Para, Louis! - Ele se sentia tão sensível, sentia como se fosse explodir, mas Louis não parou com os movimentos até que finalmente sentiu seu orgasmo vindo. Ele acertou seu pau fundo uma última vez antes de derramar toda sua porra dentro da xotinha.
- Puta merda, princesa... - Ele gemeu alto, colando seus lábios nos do garoto pela mais uma vez. - Minha intenção era te chamar para sair antes de tudo isso, mas você não conseguiria esperar não é?
Os dois rieam, ainda presos em uma bolha de tesão e cansaço, eles estavam totalmente suados e acabados. Louis estava extremamente atrasado, mas demorou mais alguns segundos antes de se afastar do garoto, o ajudando a se limpar com uma blusa que tinha dentro de sua mochila e depois a colocar suas roupas. - Vamos, você vai voltar para casa. Nem fodendo que vai para a faculdade assim.
Ele murmurou ciumento, vendo Harry se sentar quietinho no banco atrás dele. Somente então Louis levantou o olhar, encarando fixamente a câmera que ficava ali. Assustado pegou seu celular para checar as mensagens. O nome de Zayn, o monitor das câmeras, brilhava na tela com uma mensagem o agradecendo pelo show.
• Harry e Louis casados, exibicionismo, voyerismo, privação de ar, dirty talk, sexo explícito e mais algumas coisas que eu não lembro.
Harry e Louis são casados a quase 3 anos, a história deles é o famoso clichê de amigos à amantes. Se conheceram no ensino médio, começaram a namorar na faculdade e se casaram quando terminaram a graduação. Atualmente moravam em um condomínio um tanto luxuoso, afinal, trabalhar como advogados tem suas regalias.
Sempre tiveram uma relação sincera e muito bem construída. Quando brigavam, era por bobeira, nunca deixando que isso afetasse o amor que sentiam.
Entretanto, possuíam um jogo entre si, no qual Harry provoca o marido até que este perdesse sua total paciência e descontasse a raiva o fodendo em todos os cômodos e posições possíveis. Sua maior forma de provocação sempre foi o ciúme (mesmo que Louis não o sentisse de fato, apenas entrava na brincadeira).
Sendo o exibicionista que é, Styles sempre tentava mostrar seu corpo, seja andando de cueca pela casa – a qual maior parte das paredes era composta por vidro –, usando seus shorts mais curtos quando iria fazer algo no jardim, ou então usando roupas apertadas demais para seu corpo cheio de curvas quando estava no escritório.
Ele era sutil, mas isso não significa que não chamava atenção. E ele chamava. Principalmente a de seu vizinho.
Calvin se mudou recentemente, mas logo percebeu que foi a melhor decisão de sua vida quando, em um dia qualquer, olhou pela varanda de seu quarto e viu um belo rapaz de cabelos cacheados fazendo yoga na sacada em frente à sua. O problema é que ele usava apenas um cueca box branca e não deixava quase nada para a imaginação.
Nesse dia, Harry sabia que estava sendo observado, por isso fez todas as posições que deixavam seu corpo ainda mais exposto e moldado. Sabia que tinha prendido a atenção do vizinho, principalmente quando isso se tornou uma rotina. Sempre no mesmo horário, com a mesma falta de roupa e a provoção sutil.
Depois de alguns dias, Louis começou a perceber os olhares que seu marido e vizinho trocavam, os sorrisos que Calvin dava eram tão suspeitos quantos os acenos amigáveis demais de Harry.
Por isso, quando teve a oportunidade, Tomlinson chegou mais cedo em casa. De forma sorrateira, subiu até o quarto que dividia com Harry e não ficou nada surpreso com a cena que viu: Harry fazendo seu Yoga diário na sacada, mostrando tudo que podia para seu vizinho, que se encontrava vidrado na outra casa.
O de olhos azuis sorriu, pronto para por em prática tudo que vinha pensando em fazer. Tirou o blazer calmamente, o deixando em cima da cama, para em seguida retirar a gravata e abrir os primeiros botões da camisa.
Caminhou lentamente até o cacheado, quem estava de costas para si, e assistiu com prazer os olhos de Calvin arregalarem quando puxou os cachos do marido com força, fazendo seus olhos verdes focarem no azul.
— Então é isso que faz quando estou fora? Se oferece para outro como uma cadela no cio?
Sua voz era calma e isso parecia deixar Harry mais desesperado ainda.
— Lou, não é isso que você está pensando, e-eu só estou-
— O que? Fazendo Yoga? Hum? Ou mostrando para o nosso vizinho como seu corpo é bonito e como sua mobilidade é boa o suficiente para fazer qualquer posição que ele queira quando fosse te usar?
— Não, amor, eu só estava-
— Shh, fica quietinho, bebê. Não precisa se explicar – Louis sorria enquanto afagava os cachos, pegando a gravata e colocando envolta do pescoço branquinho, como uma coleira. — Já que quer tanto mostrar como é bonito, por que não mostra também o quanto é bom? O quanto essa sua boquinha aguenta?
— E-eu não quero, Lou, aqui-
Tomlinson o interrompe com um tapa, forte e certeiro, em sua bochecha, fazendo seu rosto virar. Harry choraminga pela ardência, se ajeitando sentado sobre os calcanhares quando sente um puxão na gravata.
— Eu não quero ouvir sua voz, Harry – Louis diz rígido, segurando com força a mandíbula dele. – A única coisa que quero de você são os sons de quando estiver engasgando no meu pau, entendeu? Seja uma puta boa e obediente e eu penso se pego leve com você.
Dessa vez Harry apenas assente com a cabeça, abrindo a boca e colocando a língua para fora quando Louis começa a abrir a braguilha da calça.
De onde estava, Calvin conseguia assistir perfeitamente a cena. O casal estava de lado, deixando uma visão de camarote para o vizinho.
Com o pau fora da calça, Louis enrolou seus dedos nos cabelos do marido, fazendo um rabo de cavalo e o trazendo na direção de seu quadril, mas sempre que o cacheado tentava passar a língua na glande, ele o puxava para trás, repetindo esse processo até ter o rapaz choramingando.
— O que foi, amor? Estou te impedindo de brincar com seu brinquedinho favorito? — ele sorria sádico, gostando de ver os olhinhos verdes marejarem.
— Por favor, Lou, deixa eu botar ele na boca.
Harry sempre foi obcecado por ter sua boca preenchida, tão cheia que sua mandíbula doía pelo esforço. Amava ser fodido pelo pau do mais velho até ficar rouco, mal podendo engolir saliva sem sentir a garganta arder.
Por isso Louis sabia que deixa-lo de frente para seu pau sem poder fazer nada era uma tortura. Sua boca salivava, mas a mão em seus cabelos o impediam de saciar sua maior vontade.
— Implore —Tomlinson ordena.
— Por favor, papai, por favor, me dá, juro que serei um bom garoto, prometo te fazer se sentir bem — implorava com pequenas lágrimas descendo por sua bochecha. — Por favor, Lou, eu vou fazer direitinho.
— Acha que ele merece, Calvin? — perguntou alto, virando o rosto para seu vizinho.
O rapaz arregalou os olhos, não sabia se era um pergunta retórica ou se teria que realmente respondê-la.
— Olhe para ele bichinho — virou o rosto choroso de Harry para o outro. — Diga para ele me convencer.
Harry engoliu em seco.
— C-calvin, fala pro papai deixar eu brincar com ele, por favor. Diz que eu vou ser bom, eu prometo que sim — um pequeno soluço escapou de sua garganta. — Por favor, fala pra ele deixar.
— Louis, deixa ele brincar um pouco, depois você faz dele seu brinquedinho — sua voz saiu meio trêmula, mas suas palavras foram convincentes.
Louis sorriu, voltando a trazer a cabeça de Harry para seu quadril, dessa vez permitindo que ele brincasse com seu pau.
— Seja um bom garoto, Harry.
Styles concordou com a cabeça, lambendo a glande como se fosse um pirulito, limpando qualquer vestígio de pré-gozo existente.
Ele amava tanto aquele gosto. Se sentia nas nuvens sempre que podia provar o pau do seu dono.
Seus olhos estavam fechados, tamanho seu deleite em ter a boca preenchida. Ele descia aos poucos, até sentir seu nariz encostar na virilha de Louis, sentindo a cabeça do pau na sua garganta.
Era tão satisfatório assistir seu garoto com a boca cheia do seu pau. Tomlinson amava receber boquetes do marido, porque Harry fazia com tanta devoção que era simplesmente impossível desviar o olhar.
Entretanto, ele não estava com paciência dessa vez, por isso empurrou seu quadril para frente, fazendo Harry arregalar os olhos e engasgar, retirando o pau da boca para que pudesse tossir.
— Você não está sendo bom para o papai, será que terei que te ensinar como se faz? – ele puxou a gravata junto com o cachos em sua mão, fazendo Harry soluçar pela dor no couro cabeludo e pela privação de ar. – Vou ter que foder a sua boca e te adestrar como uma maldita cadela?
Harry não conseguia responder, a gravata apertava sua garganta o suficiente para que nenhum som saísse dele. Louis considerou o silêncio uma afirmativa, então começou a socar seu pau na boca do marido.
Ele entrava e saia com rapidez e força, a única coisa possível de ouvir eram os pequenos engasgos de Harry e o som molhado do boquete. O mais novo tinha os olhos fechados com força, pequenas lágrimas desciam por suas bochechas, seu rosto vermelho pela falta de ar.
Louis era implacável, segurando a cabeça de Harry e empurrando seu quadril o mais fundo que conseguia. Ele só deu uma trégua quando sentiu o marido perder as forças, mostrando que a falta de ar finalmente estava o nocauteando.
Ele deu uma última estocada, bem fundo, sentindo o nariz do outro em sua virilha, para soltá-lo, assistindo enquanto ele caia no chão respirando com força.
Calvin se encontrava duro e um pouco assustado com a violência, começando a repensar suas atitudes e se perguntando se Tomlinson era de fato tão agressivo.
Harry voltou para a realidade quando sentiu um puxão na gravata, obrigando a levantar o corpo e encarar os olhos azuis.
— Agora, sua vadiazinha do caralho, você vai se apoiar no parapeito e olhar para o seu querido vizinho enquanto eu fodo esse seu rabo, entendeu?
Styles ainda estava meio desnorteado, por isso recebeu um forte tapa no rosto, gemendo manhoso pela ardência.
— Eu perguntei se você entendeu!
— Entendi, senhor.
— Muito bem, agora levanta.
Se esforçando muito, ainda com o corpo fraco e trêmulo, Harry se pôs de pé, apoiando o corpo no aço que revestia o parapeito de vidro, afastando as pernas e empinando. Ficando à mercê de Louis.
— Bom garoto, uma boa putinha para mim – dizia enquanto acariciava sua bunda, antes de deixar um tapa ardido. – Eu vou te foder sem preparação e você vai gemer meu nome enquanto assiste nosso vizinho batendo uma pra toda essa cena que você me obrigou a fazer – sua voz causava arrepios em Harry, seu hálito quente tão perto de sua orelha o fazia perder as forças. Enquanto falava, ele se ajeitava atrás do marido, escorregando seu pau no meio de sua bunda em movimentos lentos e provocativos. – Que você é a porra de uma puta ele já sabe, então agora você vai mostrar que é a minha puta e somente minha.
Ele encaixou o glande na entradinha apertada de Harry, começando a empurrar e vencer a resistência. Styles tinha a boca aberta em um gemido silencioso de dor e prazer. Ardia como o inferno, Louis era extremamente grosso e, sem preparação, era como uma tortura. Mas ele amava. Sempre amou ser aberto apenas por ele, sem nenhuma outra ajuda.
— Não estou ouvindo você gemer, Harry – era fácil sentir o sorriso em sua voz, ele era um provocadorzinho de merda. – Você precisa de mais, amor? Então vou te dar mais.
Antes que pudesse raciocinar as palavras de Louis, um grito alto escapou da garganta de Harry quando, em uma única estocada, o pau do marido o preencheu por inteiro.
Tomlinson riu, assistindo com luxúria seu pau esticando a entrada do mais novo. Não se conteve em deixar um tapa de mão cheia na nádega branquinha, vendo seus cinco dedos ficarem marcados em tom de vermelho.
— Vamos, amor – enrolando os cachos em uma das mãos, ele puxou o rosto de Harry para trás, arqueando seu corpo. – Sei que você consegue dar um show melhor do que isso, seja um bom garoto e terá uma recompensa no final, eu prometo.
Ele começou com estocadas lentas, indo e vindo devagar, tentando diminuir a dor que o cacheado sentia.
— Louis...
— Isso, meu bem, agora mais alto, para o Calvin ouvir.
Como incentivo, ele deu uma estocada bruta, acertando a próstata de Harry.
— Louis!
— Isso, grita o nome do seu dono.
As estocadas se tornaram cada vez mais frenéticas, o barulho das peles se batendo era alto, quase tanto quanto os gritos de Harry.
Sua pele começava a ficar vermelha por causa da força de Louis, além do atrito entre seus corpos, Tomlinson fazia questão de deixar tapas espalhados pelo corpo do cacheado.
Calvin, na outra casa, tinha o pau para fora seguindo o ritmo do casal enquanto batia uma, os olhos focados no rosto de Harry.
O corpo de Styles dava solavancos contra o vidro, ele se segurava com toda a força que seus braços permitiam para não cair, suas pernas tremiam tanto, quase sem forças para aguentar o próprio corpo. Ele estava muito perto de gozar, e Louis sabia disso. Ele conseguia sentir.
Tomlinson soltou os cachos e segurou Harry pelo pescoço, trazendo seu rosto para trás, ficando perto o suficiente para sussurrar em seu ouvido:
— Você está doido para gozar, não é? – o cacheado choramingou, mexendo levemente a cabeça em concordância. – E o que está esperando? O papai dar permissão? Vamos lá, amor. É só olhar para como o Calvin movimenta a mão desesperadamente no próprio pau, olhando pra você, obcecado nessa sua carinha de puta levando pau. Goza pra ele, meu bem, aposto que o fará o homem mais feliz do mundo se o fizer.
Harry choramingou de novo, olhando fixamente para a mão do vizinho subindo e descendo de forma rápida, a respiração acelerada, o cenho franzido em prazer e os olhos focados no seu corpo. Mas ele negou, balançando as cabeças para o lado.
— Não? – Louis perguntou com falsa curiosidade, não diminuindo a velocidade e nem força de seus movimentos. – Por que não, meu amor?
— P-porque eu quer- – Harry tentava falar, mas os gemidos e ofegos involuntários interrompiam sua frase. – Eu q-quero gozar pra v-você, papai.
— Esse é meu garoto, tão bom pra mim, uma puta tão boa – como uma recompensa, Louis começou a dar beijos delicados pelo rosto do cacheado. – Todos os seus orgasmos são meus, não é bichinho? Você só goza para o papai e quando o papai quiser.
Styles gemeu em concordância, fechando os olhos e aproveitando o carinho.
— Então você só vai gozar quando eu gozar, certo? Vai esperar por mim, não é?
— S-sim, eu vou.
Então Louis aumentou a velocidade das estocadas, soltando o pescoço de Harry e segurando sua cintura, puxando seu corpo em direção ao seu pau, indo cada vez mais fundo.
Styles já não tinha forças, deitou sua cabeça sobre os braços apoiados no parapeito, apenas esperando Louis gozar e se concentrando para não vir antes da hora.
Ele quase soltou um suspiro aliviado quando percebeu os movimentos de Tomlinson ficarem erráticos e seu pau pulsar dentro dele.
— V-venha pra mim, p-papai – ele sussurrou baixinho e manhoso.
E Louis acatou seu pedido, gemendo rouco enquanto enchia o interior de Harry com sua porra. Sentindo o corpo do mais novo tencionar enquanto ele também gozava.
Tomlinson teve que segurar o corpo do cacheado antes que esse caísse no chão, sem forças nenhuma, nem mesmo para manter o olhos abertos. Aproveitou para pegar o marido no colo e levá-lo para dentro de casa, apenas parando um instante para olhar para a casa do vizinho, vendo Calvin relaxado na cadeira com gozo sujando sua barriga.
i’m sorry that i’m misbehaving 🧸🧴🫧 oneshot harry cis!girl
Descrição: Harriet é uma garotinha mimada do papai. Ela costuma fazer pequenas birras e beicinho e tende a conseguir exatamente o que deseja, só por ser tão boazinha e Louis não se sentir capaz de lhe recusar. Mas o que acontece quando essas pequenas birras extrapolam um pouco e o mau-comportamento fica cada vez em evidência?
Harriet sabe muito bem que garotas malvadas merecem ser punidas por não obedecerem. Mas ela ainda não descobriu o que acontece quando as lições de seu papai parecem não ser mais o suficiente e então precisa aprender novamente suas boas maneiras de uma vez por todas, antes que seja tarde e ela não seja mais amada por Louis – se é que isso é humanamente possível.
tag’s e avisos: essa one contém incesto (relação pai e filha) e se isso lhe for um tema muito incômodo, recomendo que não leia para não haver maiores choques futuramente. Todos os personagens desta obra são maiores de idade e todas as relações aqui descritas são de, certa forma, consentidas entre adultos. Os personagens principais claramente não são normais, tem sim problemas da cuca e não estou negando isso.
Além disso, haverá bastante manipulação, gaslighting, consensual não-consensual, anal forçado e punitivo, “jogo de impacto” com Harriet levando cintadas e tapas na bunda e buceta, breeding kink e somnophilia. Harriet será uma verdadeira chorona e brat (pirralha) que faz sim certas coisas pra ter determinado tipo de atenção e reação do Louis, mesmo de que forma inconsciente, além de fazer uso de chupetas.
E para finalizar, meus agradecimentos à @hellomel1 que enviou a ideia de “plot do mercado” nas minhas asks e sem ela todo esse plot não teria acontecido, mesmo que esse tenha fugido MUITO da curva e ido para outros caminhos HAHA! um beijo 🩷
(+1 adendo de que hoje é aniversário da @harryboneca fazendo dezoito anos!! feliz aniversário amada e sinta que essa é pra você especialmente. Daí se você ler e odiar, não se sinta pressionada e pode mandar mensagem que eu tiro sem chorar no banho (talvez eu não chore… talvez) beijos!!
🥀.
Já fazia alguns minutos que os dois estavam dentro do carro no mais absoluto silêncio. Harriet estava sentada no banco de trás com um beicinho inconfundível e os braços cruzados. Vez ou outra a garota não resistia e olhava para o retrovisor a fim de ver os olhos azuis muito frios de seu papai, esses muito atentos no movimento da rua, pois estava dirigindo.
Louis estava puto e ele realmente tinha motivos para estar. Já fazia pelo menos quatro dias que ele estava comentando em casa sobre a reunião importante que teria no trabalho e justo naquele dia Harriet tinha decidido ser uma garotinha má na escola, fazendo com que ligassem para ele informando sobre a discussão entre a filha e uma colega e que ele deveria ir para lá o quanto antes.
Assim como qualquer pai preocupado, Louis chegou se perguntando se tinha sido uma briga muito feia e se a filha estaria machucada. Mas quando chegou junto aos pais da outra garota envolvida na confusão para conversar sobre o que aconteceu com a coordenadora que viu tudo, se envergonhou ao descobrir que na verdade Harriet havia começado e ainda tinha chegado a machucar a menina quando a empurrou e essa bateu o cotovelo na parede quando caiu, por pouco não machucando a cabeça. Harriet tinha um tipo de arranhão no rosto, causado no momento em que a menina tentou se defender, mas tirando isso ela estava perfeitamente bem.
Bem até demais.
Louis, olhando de modo um pouco fuzilador para a filha – que permanecia quietinha sentada no canto da sala ouvindo tudo com um rostinho tranquilo – pediu desculpa para os pais da garota e disse que aquilo não voltaria a se repetir, ou de mais providências ele tomaria por conta própria. Aparentemente tudo sobre aquela conversa havia acabado da melhor maneira que poderia diante das circunstâncias, mas de qualquer modo Harriet pegou três dias de suspensão.
“Então é isso? Você não vai nem falar comigo?” Harriet perguntou quando voltou da sala de aula com a mochila nas costas, os cabelos presos em uma trança escocesa emaranhados consequentemente da briga, a blusa branca de manga comprida um pouco suja. Louis optou por ignorá-la, enquanto andava na frente em passos largos para sair da escola. “Você está sendo… está sendo bobo!” Harriet gritou furiosa quando estavam a poucos passos do carro, isso fazendo Louis parar e se voltar para ela, olhando em diferentes pontos do local antes de agarrar suas bochechas lhe apontando o dedo indicador.
“Veja a porra da sua atitude e fique quieta. Assim como não tinha o direito de atacar aquela garota, não tem o direito de falar assim comigo e achar que vai ficar por isso mesmo, garotinha mimada” Louis falava de modo grosseiro e Harriet olhava para ele com olhinhos de cachorro e se sentindo até meio ofendida. “Dessa vez eu não vou pegar leve com você. Então recomendo que cale a boca e pense duas vezes antes de me provocar. Tá entendendo, Harriet?”
“Sim.” Harriet respondeu à contragosto, ainda com aquela expressão irritada no rosto e sem olhá-lo nos olhos.
“Eu perguntei se você entendeu.” Louis voltou a perguntar cutucando sua bochecha, ainda naquele tom e mais próximo do rosto dela, daquela vez lágrimas escaparam de seus olhos muito verdes deslizando por suas bochechas coradas.
“Sim, papai.” Ela se corrigiu furiosa olhando profundamente em seus olhos azuis e então Louis a soltou, destravando as portas do carro e abrindo a porta de trás esperando ela entrar para bater com força.
Os dois estavam desde então sem falar um com o outro, Louis só voltando a dizer algo quando ligou para o escritório querendo saber como as coisas tinham se desenrolado sem ele no final da reunião, fazendo planejamentos de um novo encontro para terminarem de discutir as ideias um outro dia.
Enquanto estava na ligação, Louis de vez em quando olhava pelo retrovisor a filha com a testa encostada no vidro da janela, as lágrimas rolando pelo seu rosto em silêncio. Aquilo honestamente não afetou o homem nenhum pouco, porque sabia que sua dureza havia sido mais do que necessária naquele momento.
Por Harriet ser sua única filha, ele tendia a cumprir muito com seus caprichos e mimá-la um pouco, ele era capaz de reconhecer isso. Mas ele também sabia ser duro quando precisava ser, e fazia certo tempo que ele não fazia isso, porque sabia que Harriet estava passando por um momento um tanto difícil em relação a mãe distante.
Louis não havia estourado somente com o fato de precisar sair de uma reunião importante e descobrir que a filha começou uma briga na escola. Chegava até a ser ridículo essa ideia de ficar tão puto por algo do tipo, porque é isso que filhos fazem, eles enlouquecem a porra da sua cabeça e cabe a você ficar minimamente são.
Louis ter chegado naquele ponto foi por causa de uma junção de pequenas coisas que aconteceram ao longo da semana. Harriet estava parando de obedecê-lo daquele jeito bonzinho que sempre fazia. Ela parou de voltar para casa no horário certo e ainda ousava mentir para Louis, dizendo o contrário. Começou a entrar sem autorização no escritório de Louis quando esse estava fazendo algo importante, algo que nunca fez mesmo quando era pequena, e começava a fazer ceninhas desnecessárias na frente de seus sócios só para irritá-lo.
E como se não fosse o suficiente, quando chegava o final do dia e estavam prontos para dormir, Harriet aparecia em seu quarto daquele jeitinho meigo e tão doce com a intenção de bajular o pai um pouco com direito à muitos beijos e carinho, pois não era inocente e sabia o quanto ele deveria estar estressado após tudo que o fez lidar durante o dia. Mas então, quando as coisas estavam evoluindo e algo grande estava prestes a acontecer, a garota choramingava dizendo que estava cansada e que Louis deveria largá-la, pois queria dormir sozinha no próprio quarto aquela noite.
Honestamente? Louis tinha sido paciente até demais, e por isso ele não se sentia nenhum pouco culpado pela maneira que estava lidando com aquela nova situação. Harriet tinha escolhido ser a maior das putinhas mimadas com ele? Ótimo, então ela teria sua pior versão, até que resolvesse voltar a ser sua boa garota.
Quando estavam perto de chegar ao supermercado para comprar as coisas que estavam faltando em casa, Louis encerrou a ligação informando que ligaria mais tarde para discutirem sobre aquilo com mais aprofundamento. Ele estacionou o carro e pegou o celular junto a carteira no porta-luvas.
— Você fica. — Louis disse prestes a abaixar as janelas do carro, a garota imediatamente se movendo para ficar entre os dois bancos da frente, o olhando com uma expressão desacreditada.
— O quê? Por quê? — Harriet perguntou apertando um pouco seu ombro para ter sua atenção, o ouvindo murmurar com simplicidade “porque eu estou dizendo” ao que tirava o cinto de segurança. — Papai, não… isso é injusto. Fora que está um calor, seria insuportável ficar aqui esperando tanto tempo.
Nessa parte Louis reconhecia que ela tinha razão. Fora que ele não gostava muito do estacionamento daquele lugar, porque geralmente tendia a aparecer umas pessoas estranhas, e a garota ficar ali sozinha o trazia certa insegurança.
— Por favor. — Harriet voltou a falar baixinho quando Louis ainda não tinha respondido nada, ocupado em responder alguma mensagem no celular. — Por favor, por favor, por favor…
— Você não vai ter o direito de pedir absolutamente nada. Está entendendo bem, Harriet? — Louis perguntou olhando para ela pelo retrovisor do carro, vendo um sorriso crescer em seu rosto. — Harriet, estou falando.
— Tá! Tá bom. — Ela deixou a mochila cair no chão do carro e abriu a porta para sair em um pulo.
Louis respirou fundo com os olhos fechados pelo momento que subia as janelas e só então saiu, travando as portas do carro para se afastar na direção das portas de entrada, a mão na base das costas da filha para que acompanhasse seu ritmo.
Assim que os dois entraram, Harriet correu até onde estavam os carrinhos de compras e puxou um de tamanho maior, o empurrando até onde o pai estava para então pular dentro dele e sentar ali com as pernas dobradas juntas do corpo com um sorrisinho sapeca, antes de colocar na boca a chupeta lilás que levava consigo para todos os lugares que ia.
Louis fingiu que não estava prestando atenção nela e que não estava ligando nenhum pouco para sua presença, começando a empurrar o carrinho na direção do corredor de congelados. Durante todo aquele momento em que estava olhando os produtos e pegava o que lembrava estar precisando em casa, ignorava a maneira que Harriet sutilmente abria as pernas para si, fazendo a saia cinza do uniforme escolar levantar um pouco e expor sua calcinha rosa bebê. Em certo momento Harriet puxou seu celular do bolso frontal de sua calça e colocado em um aplicativo para assistir aqueles vídeos bobos, abrindo e fechando as pernas distraidamente ao que chupava a chupeta com pequenos barulhinhos estalados, Louis precisando ter muita força de vontade para ignorar quando alguns homens passavam e ficavam a observando sua bebê por tempo demais com sorrisinhos perversos.
Teve um momento que Louis estava empurrando o carrinho já com algumas coisas tranquilamente, acompanhando pelo relógio as notificações que chegavam de vez em quando no seu celular, mas nunca algo muito importante para precisar pegá-lo. Harriet, que até aquele momento estava dando toda a sua atenção para o que assistia, de repente se deu conta do setor em que estavam e os seus olhos brilharam.
Antes de abrir a boca para qualquer coisa, ela deu uma boa olhada nas coisas que já tinham dentro do carrinho, e simplesmente não encontrou nada que fosse de seu interesse. Então ela bloqueou o celular e o deixou sobre o colo, começando a prestar atenção no que tinha nas prateleiras.
— Papai. — Harriet chamou um pouco embolado por causa da chupeta e talvez Louis tenha fingido que não a escutou, porque sabia que coisa boa não vinha pela frente. — Ei, papai. — Harriet voltou a chamar com mais clareza quando tirou a chupeta da boca.
— Hum.
— Eu posso pedir só uma coisinha? — Ela pediu piscando os grandes olhos.
— Não, eu falei que você não ia ter direito a pedir nada e você concordou. — Louis disse em um tom tranquilo, realmente não querendo perder a linha na frente daquelas pessoas.
— Mas é só uma coisinha. — Harriet continuou em um choramingo, já olhando na direção do chocolate que gostava muito. — E não é tão caro assim. Faz tempo que eu comi.
— Harriet, não. — Louis viu que ela ia voltar a falar e parou de repente de empurrar o carrinho e andar, olhando sério na sua direção. — Harriet, eu já falei que não. Falei que não e acabou, encerra assunto. — Falou com firmeza e aquele bico voltou para os lábios dela, os olhos brilhando do modo que denunciava que ela iria chorar mais uma vez naquele dia.
Quando Harriet se calou diante de sua ordem, Louis realmente pensou que tinha se enganado e não foi tão ruim quanto havia imaginado. Pois bem…
— Primeiro você defende a idiota da Meredith que quem vê pensa que você é o pai dela. — Harriet começou com a birra daquele jeitinho familiar com os braços cruzados e a expressão fechada no rosto. — E agora tá sendo mal assim comigo por causa daquela bobagem. Por isso que não gosto de você! — Falou um pouquinho mais alto, atraindo a atenção de umas poucas pessoas que estavam no mesmo corredor.
Louis engoliu em seco de um modo, que parecia estar engolindo aquela vontade de fazer algo idiota em público. Ignorou aqueles olhares que estavam direcionados para os dois, tendo certeza de que Harriet continuava falando coisas, mas estava ocupado demais em se manter calmo durante todo o trajeto até o caixa e depois levar as compras até o carro para prestar a mínima atenção em sua tagarelice boba.
E foi quando Louis estava colocando as sacolas dentro do porta-malas com Harriet ainda chorando baixinho deitada de bruços nos três bancos de trás, que Louis a ouviu dizer no meio do choro:
— Eu não te amo mais, seu idiota. Eu vou embora morar em Paris com minha mãe e o namorado Pete dela.
Louis fechou o porta-malas com tamanha força que o barulho alto ecoou por toda parte no estacionamento, fazendo o carro balançar um pouco com o impacto. Ele empurrou o carrinho de compras e se afastou para entrar no carro pela porta de trás, encontrando Harriet surpresa com sua atitude repentina de entrar daquele jeito.
O mais velho não pensou muito quando puxou com força a filha para seu colo, a bunda dela ficando empinada para cima sobre suas coxas e levantou sua saia, começando a desferir tapas fortes e estalados em suas nádegas uma vez após a outra. Harriet tinha os olhos arregalados em choque e cheios de lágrimas, o rosto já totalmente corado e um pouquinho inchado por estar chorando por um tempinho.
Sua boquinha rosada estava aberta em ofegos e choramingos de dor, implorando para o papai parar, enquanto balançava o bumbum e as pernas tentando se desvencilhar da maneira que ele a segurava apertado para continuar atingindo sua bunda cada vez mais forte.
— Nunca mais diga isso. — Louis rosnava pausadamente a cada golpe desferido em seu bumbum, ouvindo Harriet chorar e tremer em seus braços, os dedos magros apertando o banco do carro. — Está ouvindo, Harriet?! Você é minha! Vai sempre ficar comigo, porque seu lugar é comigo. Eu quem cuido de você!
— Sim, papai! Sim! — Harriet gritava com as lágrimas caindo feito cascatas, respirando aliviada quando Louis parou por um momento, a mão apenas deslizando e massageando seu bumbum já tão vermelho àquela altura. — Desculpa! — Ela pediu chorosa, apertando os olhos com força quando mais tapas voltaram a atingir sua bunda e marcá-la ainda mais por tamanha força que seu papai aplicava.
— Não, eu não desculpo. — Louis parou por um momento e fez ela se erguer um pouco e se posicionar de quatro sobre seu corpo, agarrando os cabelos presos em uma trança para fazê-la olhar em seus olhos. — Em casa vamos continuar e você vai aceitar calada, está ouvindo? Você me tirou da porra do sério hoje. — A garota se limitou a balançar a cabeça em afirmação, ignorando o quanto ainda chorava aos montes e a bunda ardia de modo que não fazia há muito tempo.
Louis então, que ainda não estava de todo mal, alcançou a chupeta dela que estava largada sobre o banco e levou até seus lábios para silenciá-la e acalmar o seu choro, antes de fazê-la sentar corretamente no banco com o cinto de segurança e descer do carro para entrar pela porta do motorista e dirigir rumo para casa. Ignorou totalmente o choramingo dolorido que ela deixou escapar por estar sendo obrigada a sentar se sentindo dolorida de tal jeito.
O coração de Louis ainda estava batendo forte no peito e as mãos suando no volante pela euforia do que tinha acabado de acontecer. Já fazia um tempo que não tinha sido necessário ele acertar uns bons tapas em Harriet, porque, novamente, ele tinha uma filha boazinha que só estava escolhendo ser insolente nos últimos dias.
Durante todo o caminho para casa, ele tentou evitar olhar para o retrovisor a fim de ter uma vista do banco de trás e da garota sentada ali. Ela ainda soluçava e fungava baixinho, fazendo o possível para se manter o mais quietinha possível com a cabeça abaixada.
Quando chegaram em casa, Louis estacionou o carro na garagem e abriu o porta-malas para pegar o que tinha dentro, vendo Harriet descer do carro e andar devagarzinho arrastando a mochila para dentro de casa, provavelmente ainda sentindo o bumbum doer. Quando entrou com todas as sacolas, não viu a filha em lugar nenhum, supondo que ela tinha subido para o quarto e que precisaria ir atrás dela depois.
Com as compras guardadas e tudo em seu devido lugar, Louis subiu as escadas e se direcionou até o quarto da filha, vendo ela deitada no meio da cama e um pouco encolhida ainda usando as roupas da escola. No momento em que ela notou sua presença, já sabia o porque estava ali, e obedientemente sentou no meio da cama, desfazendo os primeiros botões da camisa branca para puxá-la sobre a cabeça, depois tirando o sutiã branco de renda que ainda mostrava um pouco o biquinho amarronzado de seus peitinhos.
Ela piscou os olhos um pouco amedrontada quando Louis, a observando com atenção e em silêncio, desafivelou o cinto de couro caro e se aproximou mais da cama com ele em mãos.
Harriet fungou um pouco e se aproximou mais da beirada da cama, deitando de bruços ali com a bunda já vermelhinha empinada e à mercê de qualquer coisa que seu papai fosse fazer. De imediato ela estremeceu assustada quando sentiu os dedos de Louis tocarem superficialmente sua bunda, sendo que ele ainda estava se ocupando em levantar sobre os quadris a saia que ainda usava e em abaixar sua calcinha até seus joelhos.
— Você me decepcionou tanto hoje. — Louis murmurou apertando com ambas as mãos o cinto, olhos muito atentos na bunda redondinha e lisa, já vermelha com o formato de suas mãos.
— Eu sei. — Harriet respondeu em um sussurro, sendo pega de surpresa quando o primeiro golpe cortante e seco veio, fazendo-a agarrar a beirada do colchão com força e apertar os olhos.
— Você falar que não me ama mais, que vai embora, não adianta absolutamente nada. — Acertou sua bunda mais duas vezes, vendo ela se encolher e choramingar agoniada. — Você acha que vai adiantar de algo, Harriet?! — Louis gritou acertando daquela vez um tapa estalado com a própria mão, antes de agarrar seus cabelos e fazê-la olhar para si com aqueles olhos brilhantes de boneca e um beicinho. — Acha que isso vai fazer eles te amarem? Ninguém vai te amar mais do que eu, Harriet, nunca. Nem mesmo sua mãe ou o idiota do namorado dela. Está entendendo?!
— Sim, papai. — Harriet fungou, voltando a chorar alto quando as cintadas voltaram uma atrás da outra, e ficaram simplesmente piores quando passaram a ter como foco aquela região abaixo das nádegas (local que na opinião de Harriet, era onde mais doía e tinha quase certeza de que Louis secretamente sabia disso). — Papai! Para, por favor! — Ela berrava chorosa, levando as mãos para trás do corpo, esfregando o local dolorido que ardia e queimava de modo insuportável quando Louis fazia pequenas pausas.
Louis só parou com a sessão de cintadas quando sentiu que o braço estava cansado e merecia parar um pouco, os olhos fechados com os sons de choro da filha ao fundo, uma mecha da franja puxada para trás com um gel acabando por cair em sua testa. Assistiu em silêncio ela se virar com dificuldade para deitar de costas e olhar em seus olhos com o rostinho vermelho e um pouco inchado, as costas da mão se esfregando ali para secar aquela bagunça de lágrimas.
— Eu sinto muito, papai. — Harriet disse fungando pelo choro.
— Eu não acredito mais em você. — Louis respondeu cortante e Harriet se encolheu um pouquinho. — Eu estive te desculpando ao longo da semana e tenho me decepcionado cada vez mais. Você me decepcionou, Harriet.
— Papai. — Harriet parecia um pouco chocada com o modo sério que Louis dizia aquelas palavras, chegando a sentar e engatinhar para pertinho dele, se apoiando nos joelhos para abraçá-lo apertado pelo pescoço, mesmo que esse não tenha retribuído e mantido os braços parados nos lados do corpo. — Não diga isso. Eu sei que fui boba falando aquilo antes, mas eu amo muito, muito você. Só tem vezes que eu me sinto- não sei, me sinto tão brava! Mas nada daquilo foi sério.
— Eu não ligo. — Louis a afastou e Harriet paralisou, esperando que em algum momento ele voltasse atrás, mas por sua expressão séria, ele realmente parecia irreversível com aquilo, pelo menos por ora. Ele voltou a segurar as bochechas de Harriet daquele modo já conhecido, indicando que queria ela prestando bem atenção em suas palavras. — Eu sou a única pessoa que ama você de verdade, que nunca deixaria você. Mas eu também tenho um limite e talvez chegue um dia que eu vou parar de querer você, assim como sua mãe fez… e então, Harriet? Quem vai restar no mundo pra amar você desse jeito?
Louis então a soltou e se afastou para pegar o cinto largado no chão, antes de sair do quarto deixando-a sozinha para trás sem ousar olhar uma outra vez para ela. No momento que fechou a porta, ficou parado ali por um momento e a escutou começar a chorar baixinho, só então se afastando para ir até o escritório, sabendo que parte do que precisava fazer para tratar daquele assunto já tinha sido feito.
✨
Já fazia horas que Louis estava no seu escritório em casa. Ele nem mesmo tinha saído para acompanhar a filha no jantar, mesmo que essa tenha vindo informar que ela mesma tinha preparado e queria comer junto a ele.
Louis continuava um pouco frio em relação a Harriet, mas também sabia os momentos certos para pegar um pouco mais leve e fazê-la se dobrar aos pouquinhos ao seu modo de querer as coisas. Quando, por exemplo, ela vinha até ele para mostrar algo que tinha feito em busca de sua atenção ou aprovação, Louis mostrava pouco interesse para depois dar um gesto muito pequeno de aprovação como “muito bem, bebê” o que conseguia ser mais que o suficiente para deixá-la em chamas buscando mais e mais.
Louis tirou a atenção dos papéis que estava lendo quando ouviu batidinhas na porta, sorrindo consigo mesmo para a pequena evolução, antes de murmurar um “entre”. Harriet apareceu já usando pijamas e prontinha para dormir, a mantinha rosa em mãos e a chupeta na boca.
— Tá na hora de dormir. — Harriet informou um pouco embolado por causa da chupeta e Louis a olhou sobre a armação dos óculos deslizando pela ponte de seu nariz.
— Hum. — Ele olhou rapidamente para o relógio de pulso e assentiu, se voltando para os papéis que ainda segurava. — Verdade. Boa noite, Harriet.
Louis tinha se voltado para aqueles papéis importantes que antes estava lendo, mas ainda era capaz de sentir o olhar confuso da filha queimando sobre si. Mesmo com aquele seu pouco caso, ela não tinha movido um passo para sair de onde estava, e até parecia que ainda estava digerindo tamanha indiferença.
— Papai não vai me colocar pra na cama? — Harriet finalmente perguntou quando tirou a chupeta da boca, a confusão gritando em sua voz. — O papai sempre me coloca pra dormir.
— É verdade. — Louis respondeu. — Mas depois de suas últimas ceninhas, o modo que tem me estressado tanto, comecei a pensar que já tem toda uma atitude de garotinha grande que pode se virar sozinha. Entende o que estou dizendo?
— Acho… acho que sim. — Ela falou claramente desapontada, mordendo o lábio. — Então boa noite… te amo, papai.
— Boa noite, Harriet. — Foi o que Louis se limitou a dizer, digitando algo no computador e só voltou a olhar na direção dela quando essa saiu fechando a porta lentamente atrás de si.
Claro que Louis não estava totalmente tranquilo sobre aquela decisão. Desde sempre ele tem sido aquele a proteger sua garotinha, amá-la e mimar com tanta atenção nunca vista, que com certeza aquela decisão estava doendo tanto nele quanto nela.
Mas claro que ele não se manteria 100% firme naquilo de forma tão intensa. Por isso que quando terminou o que precisava fazer do trabalho, desligou o computador e as luzes do escritório, saindo fechando a porta para andar silenciosamente pelo extenso corredor.
Louis parou em frente à porta do quarto de Harriet e girou a maçaneta lentamente, abrindo a porta para encontrar uma luz curiosa sob a coberta rosa bebê no quarto completamente escuro.
— Harriet? – Louis chamou baixo e viu ela abaixar o cobertor, mostrando que estava com uma lanterna e um livro no colo. — Pensei que já estivesse dormindo.
— Desculpa, eu não consegui. — Ela pediu com a vozinha baixa, a chupeta lilás na boca. A garota esfregou os pés na cama em clara empolgação quando Louis fechou a porta e se aproximou da cama, sentando ali tirando os sapatos para sentar bem ao seu lado. — Eu to lendo aquele livro que você sempre lê pra mim, oh. — Entregou o livro pra ele e Louis segurou, passando o outro braço sob sua cabeça para que ela deitasse juntinho de si.
Antes que Harriet pudesse perguntar qualquer coisa, suspirou aliviada quando o papai começou a ler a página que ela estava em um tom baixinho, usando a mão para acariciar gentilmente seus cabelos. Ela não se conteve e sorriu tolamente, passando o braço no abdômen dele para abraçá-lo apertadinho e esfregar o rostinho em seu peitoral, olhando pelo canto do olho na direção das ilustrações na página.
Os dois ficaram por minutos naquele mundinho e em determinado momento, Harriet até se sentiu confortável o suficiente para se esticar um pouquinho, tirar a chupeta da boca e deixar um beijinho bem molhado na bochecha de seu papai. Depois disso Louis interrompeu a leitura um pouco e olhou por alguns segundos para ela, sendo pego de surpresa quando ela avançou de modo apressado e deixou mais um beijinho, desta vez sobre seus lábios entreabertos.
— Obrigada, papai. — Ela agradeceu baixinho voltando a colocar a chupeta na boca.
— Dormir, Harriet. — Louis largou o livro fechado sobre a mesinha de cabeceira e a soltou para que deitasse sozinha, vendo seus olhinhos de cachorro. — Você sabe que é hora de dormir.
— E-Eu sei… tudo bem. — Ela deixou claro que ainda queria dizer algo, mas que não queria deixar seu papai irritado, então se encolheu sob as cobertas. Louis reconheceu a filha se esforçando para ser boazinha e não deixou de ficar orgulhoso.
— O que está pensando? — Louis perguntou, curioso para saber o que tinha se passado por sua cabeça e ela queria lhe falar.
— É que… eu estou me sentindo um pouco inquieta e não consegui dormir. Mas eu juro que vou ficar quieta e vou tentar muito, papai. — Harriet garantiu imediatamente, temendo que seu papai entendesse tudo errado e ela levasse uma bronca.
— Inquieta? Sobre o que está pensando? — Louis perguntou, começando a fazer um carinho sutil em sua barriguinha sob o tecido macio de seu pijama, a ponta dos dedos deslizando com cuidado para dentro do shortinho antes de voltar para fora.
— Sobre como eu fui má com você. — Ela sussurrou, temendo falar aquilo um pouco mais alto e soar pior do que já era. — Que você ainda tá muito, muito bravo comigo e dormir assim não ia dar pra mim, papai.
— Hum… — Louis cantarolou em entendimento, deslizando a mão para para baixo e começou a fazer um carinho bem sobre sua buceta, ainda através do tecido fino do short. — Não me entenda errado, Harriet, papai ainda tá muito chateado…
— Eu sei. — Ela assentiu rapidamente, abrindo um pouquinho mais as pernas para seu papai ter um pouco mais de liberdade em fazer um carinho gostoso ali.
— Mas, eu assumo que muitas das coisas que eu disse, eu não tinha realmente a intenção de dizer. — Louis falou baixinho, daquela vez colocando a mão para dentro de sua calcinha e com a ponta dos dedos começou a dedilhar entre os lábios de sua bucetinha, se segurando para não soar feito o maior dos canalhas com o fato de que ela já estava tão meladinha.
— É- é mesmo? — Harriet perguntou um pouco fora de órbita, piscando os longos cílios pretos com a sensação daqueles dedos se movendo em movimentos circulares sobre seu grelinho esfoladinho e proeminente entre os grandes lábios de sua buceta. — Como o quê?
— Sim, é mesmo. — Louis assentiu, não parando de esfregar ali delicadamente. — Como… eu sempre vou te amar, meu bem. Já falamos sobre talvez chegar um dia em que algum garoto estúpido apareça na sua vida fazendo propostas, falando que vai ser o melhor pra você… Mas isso não é verdade. Ninguém vai te amar do jeito que o papai ama, princesa. Você pode quebrar o meu coração, ser malvada comigo e falar todas aquelas coisas idiotas que tem me dito ultimamente, mas você sempre vai ser minha e eu sempre vou ser seu. Entende isso?
Os olhinhos verdes de Harriet se marejaram e ela assentiu, por conta própria, puxando o shortinho e calcinha para baixo a fim de mais liberdade para o que seu papai fazia.
— V-Você ainda tá bravo? — Harriet perguntou com um beicinho, ficando cada vez mais molhada nos dedos dele.
— Sim, filha, muito bravo. — Louis assentiu, se afastando um pouco para dar uma olhada no que os próprios dedos faziam, antes de se voltar para pertinho do rosto dela. — Mas você conhece o papai. Sabe que ele sempre vai cuidar de você direitinho, mesmo que você não mereça isso.
— Eu sei. — Harriet sussurrou com um pequeno sorriso, abrindo os lábios para um gemidinho com aquela sensação na buceta ficando cada vez mais gostosinha. — Era assim que você fazia com a mamãe?
— Não, meu bem, não chega nem perto. — Louis sorriu um tanto sádico, deixando um beijinho na testa dela, ao mesmo tempo que os dedos começavam a se mover de modo mais urgente. — Não chega nem perto de tudo que eu faço por você. De você eu cuido como se fosse a minha vida. Por que acha que ela quis ir? Ela via como eu nunca seria capaz de amá-la do jeito que eu te amo e não aguentou isso.
Harriet voltou a gemer e a cabeça pendeu um pouquinho para trás, os dedos agarrando forte o pulso de seu papai. As reações bonitas e desesperadinhas de seu corpo deixavam cada vez mais claro o quanto ela estava perto de finalmente gozar.
— Ela tinha ciúme de você. Do que você era capaz de fazer comigo, de me fazer começar discussões e sempre favorecer seu lado, mesmo quando não merecia, porque de novo… você é tudo para mim, boneca.
— Papai! Papai, papai… — Harriet começou a gemer sem parar, em claro aviso de que estava cada vez mais perto. Louis rapidamente alcançou sua
chupeta largada sobre a cama e colocou em sua boquinha, esfregando os dedos depressa e ainda na mesma posição, fazendo-a finalmente gozar com espasmos bonitos correndo por todo o seu corpinho.
Com Harriet gozando, os dedos de Louis continuaram a se mover sobre seu grelinho a fim de prolongar seu orgasmo. Até mesmo teve um momento que a garota não aguentou mais a estimulação e segurou seu pulso com força, o puxando para tirar a mão dali e abraçou seu braço contra o peito como se fosse um de seus ursinhos.
Depois do orgasmo gostoso, as pernas bonitas ficaram um pouco moles e seu corpo inteiro relaxou, as palavras de seu papai ainda ecoando em sua cabeça como a melhor melodia que poderia escutar.
— Hora de dormir. — Louis a fez soltar seu braço e substituiu por um dos ursinhos jogados em cima da cama, antes de começar a arrumar o short e a calcinha devidamente em seu corpo, e em seguida o cobertor sobre seu corpinho. — Boa noite. — Louis beijou o topo de sua cabeça e sorriu vendo ela estremecer mais um pouquinho, murmurando “boa noite, papai”.
🌟
— A Lacey então me disse que não queria mais participar do meu grupo porque a Michele estava nele, e ficou fazendo uma palestra sobre a Michele nunca cumprir com as suas partes do trabalho e coisas do tipo, e que eu só chamava a Michele porque éramos muito amigas. — Harriet tagarelava no celular, sentada na banheira em meio a toda aquela espuma. Louis estava no mesmo banheiro, frente ao espelho fazendo a barba. — Então eu fiquei tipo “é claro que chamo a Michele porque ela é minha amiga, mas ela também tem ideias incríveis para as apresentações. Eu não tenho culpa se você é burra e se propõe a fazer sua parte e a dela”. — Harriet se interrompeu no que dizia quando sentiu o olhar de Louis sobre si logo após aquela fala. — Claro que eu não usei essas palavras e fui mais gentil… é, ele está aqui. — Harriet tinha um sorriso amarelo, ainda olhando para o pai.
— Diga pra Amber que você precisa desligar. — Louis mandou molhando a navalha na água da pia e Harriet fez beicinho, mas não contestou.
— Preciso ir, Amber. Nos falamos depois do jantar… tudo bem, tchau. — Harriet então desligou e jogou o celular sobre a pilha de roupas no cesto que tinha logo ao lado, se afundando um pouco mais na água em um ponto que só tinha o rosto e as orelhas para fora. — Não vai brigar comigo, vai?
— Não. — Louis respondeu prestando atenção ao que fazia. — Só não acho que seja hora de ficar no celular.
— Porque você me quer só pra você. — Harriet brincou soprando aquelas bolhas perto de sua boca, sabendo que tinha uma grande parcela de verdade naquela brincadeira.
— Sim. — Louis afirmou com um sorriso e começou a lavar o creme de barbear do rosto quando terminou.
— Agora você vai cuidar de mim, não é? — Harriet perguntou, levantando uma das pernas para fora da água com espumas e sais de banho, para indicar sobre o que está falando. — Isso me faz pensar que já faz muito tempo que você não cuida de mim desse jeito. — Ela falou em um tom acusador, vendo Louis se aproximar com uma navalha nova e um outro tipo de creme.
— Também não fale como se minha princesa estivesse merecendo algum tipo de tratamento especial nos últimos dias. — Louis apontou com os olhos semicerrados em acusação, puxando o banco de madeira para sentar bem perto da banheira. — Eu sempre te digo: só quem se comporta bem merece minha atenção. — Louis colocou uma toalha sobre o colo e deu batidinhas, indicando que Harriet deveria colocar uma das pernas ali, o que a garota não demorou a fazer.
— Humf. — Ela cantarolou contrariada, cruzando os braços sob a água, sentindo as mãos fortes de seu papai espalharem o creme por toda a sua perna. — Eu não deixaria de cuidar de você por ter me magoado. Você faz parecer muito fácil, me negligenciar. — Louis riu para a escolha de palavras dela e Harriet até esqueceu por um momento a conversa que estavam tendo para observar admirada o seu papai sorrir daquele jeito por sua causa.
— Não é fácil, Harriet, mas às vezes é necessário. — Louis começou a falar naquele mesmo tom calmo e controlado, deslizando suavemente a navalha por sua longa perna para se livrar daqueles pelinhos. — O que temos é como uma via de mão dupla. Eu quero cuidar de você, mas também quero ser cuidado em troca. E também não é como se você não conseguisse me magoar com aquelas ceninhas que gosta de fazer de vez em quando.
— Mas isso é meio que culpa sua, papai. — Harriet deu de ombros, os dedos brincando com a beirada da banheira, juntando ali um pouco de espuma. Após sua fala, ela notou que seu papai parou por um momento o que fazia para olhar bem na sua direção e saber onde queria chegar. — Às vezes parece que você prefere ficar preso no trabalho do que passando tempo comigo. Então eu tenho que arrumar um jeitinho de ter sua atenção. — Harriet explicou dengosa com um dar de ombros, piscando algumas vezes os longos cílios.
— Você é muito espertinha. — Louis limpou o creme na toalha gasta que tinha sobre o colo quando terminou aquela perna, fazendo um gesto indicando que Harriet deveria mudar a posição para colocar a outra sobre suas coxas. — Em falar nisso, espero que esteja se concentrando nos exames do final do ano. Já basta ter repetido um ano, não acha?
— Não quero conversar sobre isso. — Harriet genuinamente parecia magoada. — Quando fala desse assunto, você faz eu me sentir burra.
— Harriet. — Louis a repreendeu, parando por um momento de passar o creme em sua outra perna. — Eu não faço filhos burros. Você é como uma dessas pessoas inteligentes que acham que algumas coisas não merecem seu esforço e depois acabam se prejudicando. E eu preciso que você se esforce, porque tudo que estou construindo agora, um dia vai ser tudo seu para preservar.
— Mentira. — Harriet sorriu pequeno com aquela fala, observando seu papai fazer movimentos ágeis com a navalha ao longo de sua perna. — O Johnny é seu primogênito. Tudo será dele para administrar.
— E eu te pergunto: onde está Johnny? — Louis perguntou com um sorrisinho sarcástico e Harriet respondeu baixinho “com a mamãe”. — É, acho que já faz dois anos que ele foi com sua mãe para a França, ficar sob a asa do poderoso namorado Pete dela, porque os dois viram nisso uma oportunidade de ouro. Eles nos deixaram em um monte de merda, meu amor…
— Deixaram?
— Oh sim, deixaram. — Louis respondeu com ênfase, e Harriet tinha um bico um tanto confuso. — Eu estava passando por alguns problemas financeiros na empresa e sua mãe estava jurando que eu iria à falência. Nesse meio tempo ela conheceu o Pete, que estava querendo comprar minhas ações na época, jogou as coisas na mala para ir embora com ele e o final você já sabe… Agora ele quem entra em contato pedindo suporte às escondidas, Johnny está como empregado de outros recebendo uma miséria para uma mente tão brilhante e sua mãe se fodeu pra caralho apostando no cavalo errado. — Louis contava com um sorrisinho discreto nos lábios, os olhos verdinhos de Harriet bem atentos naquela expressão dele, concentrado em lavar sua perna.
— Eu não sabia que as coisas estavam assim. — Ela disse em um tom baixinho e o modo que sua voz soou fez com que Louis parasse o que fazia para olhar na sua direção.
— Não ouse se sentir triste por eles, meu bem. — Louis falou deslizando as mãos por sua perna lisa em um carinho. — Eu ainda lembro quando sua mãe falou que você deveria arrumar suas coisas, pois vocês iriam embora e você perguntou “e o papai?” e ela disse que não estávamos mais juntos e que você iria com ela. Mas você disse…
— Eu não vou. Eu vou ficar com o papai. — Harriet completou, dizendo exatamente o que tinha dito naquela noite e Louis sorriu orgulhoso, como se fosse a primeira vez que a filha disse algo do tipo. — Depois disso ela me disse coisas horríveis. — Murmurou pensativa, como se o momento estivesse se passando naquele exato instante em sua cabeça.
— Eu já disse, você a deixava maluca. — Louis deu de ombros. — Ela poderia ter sido uma mãe melhor e ter insistido que a própria filha ficasse do seu lado querendo ou não, mas não fez isso, fez? — Harriet balançou a cabeça em negação, digerindo cada palavra do pai. — Hoje que ela de vez em quando manda mensagens confusas que mexem com a sua cabeça, tentando uma aproximação, porque sabe que tudo o que eu tenho conseguido até hoje, vai pra você. Você não é tola, amor, você sabe disso. No fundo sabe.
— Eu sei. — Harriet sussurrou, assistindo Louis ficar de pé deixando as coisas de lado para se livrar da cueca e entrar na banheira com muita espuma e bolhas junto de si, sentando recostado na outra ponta lhe arrancando imediatamente a reação de chegar mais pertinho para sentar em seu colo, onde logo foi recebida prontamente.
— Daquela vez, você escolheu ficar e me deu força pra me dedicar muito e te dar todas essas coisas boas e bonitas, porque tudo foi por você. — Louis sussurrava rente ao ouvido dela, os dedos dedilhando a curva na base de suas costas, sentindo a maciez do bumbum dela se movendo quase sutilmente sobre seu pau. — E é por isso que você deve ficar comigo. Ficar comigo e ser minha.
— Eu já sou sua. — Harriet respondeu baixinho e se afastou o suficiente para olhá-lo nos olhos, segurando ambos lados de seu rosto com as mãos molhadas com um pouco de espuma. — E eu sempre vou ficar. — Os dois estavam tão próximos, que seus lábios se encostavam conforme Harriet falava.
— Eu sei. — Louis tinha um sorriso um tanto sádico. — Minha boa garota.
Harriet se moveu um tanto empolgada sobre o colo dele, juntando seus lábios de um jeito desesperado e afoito. Louis foi bonzinho e permitiu que ela continuasse do modo que desejasse até que quisesse parar por conta própria.
— Agora sente-se direito, pois o papai tem que terminar de dar banho em você. — Harriet até queria protestar, pois fazia muito tempo que ela não sentava no colo do seu papai e eles ficavam se beijando daquele jeitinho.
Porém, a garota estava em uma missão de ser boazinha, por isso não demorou para obedecer sua ordem e voltar a sentar entre suas pernas ficando de costas para ele.
Louis logo juntou espuma nas mãos e começou a deslizar pelas costas de Harriet, esfregando ali cuidadosamente e criando ainda mais espuma, apreciando como a pele leitosa era simplesmente tão macia sob seu toque. O tempo todo a garota ficou calada e paradinha, sentindo os toques um tanto firmes por suas costas e braços, só ficando um pouco mais ouriçada e inquieta quando as mãos foram para a sua clavícula e desceram um pouquinho até seus peitinhos.
— Tão bonita. — O papai sussurrou rente a sua orelha, a trazendo um pouquinho mais para perto pra relaxar encostada em seu peitoral. — Papai ama quando você é boazinha. — Louis continuou e aquele ponto as mãos já deslizavam e apertavam seus peitinhos pequenos, os biquinhos marrons lindamente arrebitados.
— Uhum... — Harriet tinha os olhos fechados com a sensação das mãos dele apertando seu corpo, virando o rosto na direção dele e logo tendo os lábios tomados em um beijo desajeitado.
Harriet posicionou as mãos sobre as dele para que continuasse brincando com seus peitos, mas Louis de qualquer forma deslizou uma delas por sua barriguinha até a região entre suas pernas entreabertas, os dedos grossos começando a dedilhar a região com afinco, sentindo ali alguns pelinhos.
— Hum, acho que o papai esqueceu uma parte. — Louis murmurou deslizando o polegar sobre o seu monte de vênus com alguns pelinhos para que ela entendesse do que estava falando, fazendo-a rir com os olhos ainda fechados e as covinhas surgindo nas bochechas.
— E justo a mais interessante. — Harriet brincou acertando tapinhas de leve em sua bochecha, Louis a olhando com os olhos semicerrados. — Papai bobo.
🌟🌟🌟
— Eu tenho a impressão de que você não gosta quando as pessoas fazem esse tipo de observação, mas é um pouco impossível quando eu estou vendo bem na minha frente. — Donna, a mulher baixa na faixa dos cinquenta anos, de cabelos loiros curtinhos comentava dando uma boa olhada em Harriet logo ao lado do pai. — Harriet, você está muito parecida com a Amélie quando fazia aqueles jobs aos dezessete, dezoito anos. Esses olhos tão verdes, o cabelo e esse sorriso… Você também teria se dado muito bem nesse meio.
Ela dava uma sequência de elogios e as bochechas da garota ficavam cada vez mais coradas, se encolhendo para ficar mais juntinho do pai que tinha um braço protetor em seus ombros magros – nunca em sua cintura quando tão expostos.
Louis tinha decidido que Harriet já tinha aprendido parte de sua lição e estava boazinha o suficiente, por isso permitiu que ela o acompanhasse em um jantar beneficente promovido pela empresa. Fora que todos os seus sócios e algumas funcionárias de anos falavam que há muito tempo não viam a garota adorável e que queriam vê-la naquela noite sem falta, logo dependia de Louis aquele encontro.
Não havia muito o que dizer, Harriet estava mais do que linda naquele vestido rosa bebê de cetim pouco abaixo de seus joelhos, as alças finas dando destaque para sua clavícula ressaltada, o colar dourado delicado em seu pescoço alvo. No tecido delicado ficava marcado em seu busto os mamilos arrebitados dos peitinhos pequenos, também tinham pulseiras douradas em seus pulsos.
Naquela noite, os cabelos longos e castanhos cor chocolate de Harriet, que tinham poucos cachos nas pontas e em algumas mechas, estava metade preso e ainda assim caiam feito cascatas por suas omoplatas. Ela era uma visão e tanto, chegava a ser preocupante o tanto que Louis se gabava e ao mesmo tempo se preocupava com isso.
— Você tem razão, Donna. — Louis começou a falar, chamando a atenção das duas. — Eu não gosto quando falam isso. — Falou em um tom humorado fazendo a mulher rir, Harriet pressionando os lábios para conter um sorrisinho porque sabia que tinha uma parcela de verdade.
— Oh, querido, isso são fatos! Infelizmente não tem muito o que você possa fazer sobre isso. — Ela ainda ria um pouquinho e se voltou para Harriet. — Querida, lembra das gêmeas Rachel e Molly? Elas estão aqui hoje junto a outros amigos e você pode ir lá ficar com elas. Deixe os velhos conversarem sobre assuntos chatos de velhos.
— Ah… tá bom. — Harriet disse olhando na direção do pai, que sorriu pequeno indicando que ela deveria ir em frente.
Harriet distanciou alguns passos e olhou para trás, vendo Louis sibilar um “comporte-se” e a garota já entendeu bem o que o pai quis dizer somente com aquilo: não beba e não faça nenhuma cena que me envergonhe.
Os dois só ficariam ali por pelo menos duas ou três horas. Não tinha como causar naquele meio tempo… ou tinha?
🌟🌟🌟
Tinha.
Tudo estava correndo perfeitamente bem. Harriet estava conversando e rindo com o grupo de meninas e alguns rapazes que tinham acabado de se aproximar tentando um assunto. Pelo menos três deles deixaram bem claras as suas intenções, se aproximando muito de Harriet e tentando ter sua atenção a todo custo, mas a garota se limitava a responder todos com educação e fingir que nada demais estava acontecendo.
Mas bastou uma das garotas do grupo, Tasha, com seus cabelos ruivos e um vestido de tubinho cor bronze, começar a falar sobre Louis para o clima das coisas mudarem um pouco.
— A Amélie era, tipo, uma das minhas modelos favoritas quando eu era mais nova. Droga, eu via as fotos dela te levando pra passear no shopping e ficava ardendo de inveja! — Tasha falava um pouco embolado, pois tinha secretamente jogado um pouco de uísque dentro do copo que era para conter apenas suco. — Aqui entre nós, mas todos falam sobre como ela foi tão burra em ter deixado seu pai. Fala sério, olha aquele homem. — Falou olhando na direção em que Louis estava com uma taça em uma das mãos, a outra no bolso frontal da calça social, conversando com um grupo de pessoas e a atenção de todos voltada para ele como sempre costumava acontecer.
Era um pouco difícil de manter os olhos longe de Louis Tomlinson quando esse estava na sala.
— Tasha… — Uma das garotas que Harriet não lembrava o nome repreendeu a amiga, que riu encolhendo os ombros.
— Mas, gente? Isso são fatos. Não é porque a Harriet é filha dele que vai ser burra e cega. O pai dela é gostoso e acabou, e ninguém entende também porque ele nunca mais se envolveu com outra pessoa.
— Eu acho que você tá um pouco atrasada, Tasha. — Um dos garotos falou passando o braço pelos ombros dela, que revirou olhos para aquele toque desnecessário. — Pois o senhor Tomlinson parece que manda bem sim, mas no sigilo. — Indicou com o queixo novamente onde ele estava e todos olharam naquela direção, inclusive Harriet.
Louis não estava mais perto daquele grupo com quem conversava e sim no bar, parecendo esperar por uma bebida. Uma mulher loira tinha se aproximado, cumprimentou com abraço e um beijo no rosto, continuando por perto porque Louis ainda mantinha uma mão na cintura dela com os olhos bem atentos em seu rosto.
Aquela cena com certeza não tinha agradado Harriet, mas ainda não tinha sido o suficiente para fazer seu peito arder daquele jeito característico que premeditava desastre. O que tinha feito Harriet pirar foi assistir Louis a puxando um pouco para perto novamente naquele toque cuidadoso em sua cintura, para falar algo rente em seu ouvido que a fez rir levando a mão ao rosto, logo depois a levando para apoiar em seu ombro e deixando-a por ali de modo tão casual e comum para os dois.
E aquela proximidade não foi interrompida de modo algum. Seus rostos continuaram próximos e ele não parava de tocar a porra do quadril dela e Harriet quis gritar, espernear e fazer literalmente um escândalo na frente de todas aquelas pessoas idiotas que nas quais ela não conhecia e muito menos se importava.
Seu papai detestava quando havia garotos idiotas a rondando. Ele ficava maluco até mesmo quando homens de seu trabalho ficavam a rondando como se fosse a coisinha mais brilhante e curiosa da sala, desejando em seu íntimo a chance de ficarem minimamente a sós com ela para tentar ter sua atenção. Se fosse Harriet, no lugar daquela mulher, com qualquer outro homem desinteressante daquele elegante salão, Louis já teria a pegado e feito um barulho por causa disso.
Harriet se sentia em seu devido direito de estar chateada, furiosa e enciumada pela situação.
— Idiota… — Harriet murmurou consigo mesma, ainda assistindo a cena. Então ela bateu o pé e avançou na direção dos três garotos que estavam dando em cima dela antes, olhou no rosto de cada um, mas não conseguiu se recordar qual exatamente que procurava. — Qual de vocês manés que trouxe maconha? — Perguntou impaciente e revirou os olhos ao que os três levantaram a mão juntos. — Os três vão servir. Vamos
Harriet seguiu andando na frente com os três no seu encalço, ouvindo as gêmeas falarem em uníssono que queriam ir juntas e logo puxou uma delas pelo braço para segui-los em silêncio e sem chamar atenção de quem estava ali.
E isso aconteceu há alguns minutos. Tinha se encerrado a conversa entre Louis e Susan, sua funcionária e já um tipo de amiga, que tinha pedido há algumas semanas férias antecipadas por causa do casamento com a esposa, Tara, e Louis concedeu sem maiores problemas. Louis tinha lamentado não poder comparecer a cerimônia e perguntou se elas tinham gostado do presente que ele enviou, perguntou como estava na nova casa e coisas do gênero. Os dois encerraram com ela informando que voltaria para o escritório em uma semana e ele foi rápido em dizer para ela aproveitasse e que mandasse lembranças para Tara.
Depois disso Louis olhou na direção que sabia que a filha estava, mas não a encontrou ali de jeito nenhum. Ele franziu o cenho um pouco confuso, mas não se preocupou tanto sobre aquilo,
imaginando que ela deveria ter ido ao banheiro. Mas acontece que os minutos estavam passando e nada dela aparecer novamente e ele já estava começando a ficar um pouco cansado de procurar por ela naquele mar de rostos desconhecidos.
— Com licença. — Louis pediu em voz baixa, se afastando do grupo e andando entre as pessoas na direção de uma das portas que levava ao lado de fora.
À princípio, tudo que ele viu foi o mais completo nada, além de árvores e arbustos que cercavam a luxuosa casa que havia sido alugada para aquele evento. Ele estava prestes a entrar para dentro, quando escutou mais ao longe risadas que vinham exatamente dessas árvores e então ele se deu conta de que não somente Harriet havia “sumido” como também algumas pessoas que estavam no grupo em que ela conversava.
O que você já está aprontando de novo, Harriet? Foi a primeira coisa que Louis pensou, descendo os degraus para seguir o caminho de pedras que levava até a origem das risadas e conversas indistintas.
Louis se aproximou de um lugar em específico e viu um grupo de adolescentes sentado na grama e conversando, fumando o que parecia ser um baseado e alguns até mesmo estavam se beijando e trocando carícias nada discretas para o local. Mas foi mais vozes um pouco mais adiante que chamaram a atenção de Tomlinson e ele logo seguiu até elas.
— Eu vou ser o seu melhor, Harriet Styles. — Foi uma das coisas que Louis conseguiu ouvir e rapidamente se aproximou mais, tentando ser o mais silencioso possível mesmo que o sangue já começasse a esquentar em suas veias. — E você não vai conseguir esquecer…
— Droga, você é tão convencido que tá começando a me dar enjoo. — Ouviu a voz mais arrastada que o comum da filha e espiou entre as folhas do arbusto alto, conseguindo ver ela deitada na cama com a cabeça recostada no tronco caído de uma árvore e um garoto sentado logo ao lado dela, meio que se debruçando sobre seu corpo.
— Claro que estou convencido. Fui escolhido pela famosa Harriet Styles, que ninguém nunca conseguiu ter uma chance sequer.
— Sim, porque eu já tenho alguém. — Harriet falou com um sorriso sapeca, como se aqueles beijos que o garoto começou a distribuir por seu pescoço não surtissem efeito algum. — E se ele descobre como nós dois estamos aqui, ele provavelmente mataria você. Na verdade, acho que ele me mataria também, porque eu não tenho me comportado muito bem…
— Não tem como você calar a boca um pouco e aproveitar? — Ele perguntou em um tom irritadiço e Harriet suspirou cansada e o empurrou para conseguir se desvencilhar de seu toque e do modo que estava encurralada. — Qual foi, Harriet?
— Cala a boca. — A garota ficou de pé com um pouco de dificuldade, se apoiando em uma árvore quando se sentiu muito tonta e como se estivesse perto de voltar ao chão novamente. — Talvez eu devesse ter escolhido seu irmão tonto. Bem que papai diz que tenho dedo podre para algumas coisas.
Louis ainda em silêncio assistiu ela com certa dificuldade andar para sair daquele local escondido e afastado, ouvindo o garoto chamar sem parar para que ela voltasse e pudessem se resolver, que ele sentia muito em ter falado daquele jeito. Pelo modo que Harriet respondia e parecia um tanto fora de órbita, ficava um pouco claro que algo ela deveria ter bebido ou “usado”, e Louis nunca esteve tão decepcionado com tamanha rebeldia.
Ele não adentrou aquele mato para buscá-la ou fez um escândalo para que ela viesse logo. Só se manteve parado ali, esperando que ela saísse e viesse ao seu encontro sem nem mesmo ter ideia, porque sabia que no momento em que ela colocasse os olhos em si justo naquele lugar, se daria conta do tamanho da encrenca que se meteu.
E foi exatamente o que aconteceu quando ela surgiu com os cabelos emaranhados, rosto corado e olhos verdes arregalados. A droga dos lábios bonitos dela estavam sem o batom, porém avermelhados do jeito que costumavam ficar quando Louis a beijava.
— Pai…
— Vamos pra casa. — Louis disse seco, sem acrescentar qualquer outra palavra, e assim como tinha feito dias antes quando foi buscá-la na escola após a confusão, saiu andando na frente para que o seguisse.
Isso afetou Harriet, ela não gostou da ideia de que tudo aquilo estava se repetindo. Qual era a porra do problema dela? Qual era o problema deles dois, na verdade, para sempre se voltarem para aquele tipo de situação.
— Não. — Ela falou alto e isso fez ele parar de andar e se virar para olhar na sua direção de modo fuzilador.
— Não? “Não”, o quê?
— Você tá errado dessa vez. Eu vi você lá dentro com aquela loira nojenta! E eu tenho certeza que é esse tipo de coisa que deve tá fazendo quando vai pro trabalho, ou pra essas tais reuniões e jantares beneficentes. Não é? — Harriet berrava com os olhos cheios de lágrimas e parecia ter esquecido que seu novo grupo de amigos de uma só noite estava ali entre as árvores.
— Que porra você tá falando? — Louis tinha uma expressão incrédula no rosto, imaginando que a filha tava inventando coisas só para ter o gosto de iniciar uma nova discussão acalorada entre os dois, assim como tem feito quase sempre nos últimos dias.
— Estou louca agora? Não tava lá dentro conversando bem íntimo com aquela mulher no bar? Vai dizer que sou idiota feito a mamãe?!
— Você não vai querer comprar essa discussão comigo, Harriet. — Louis falou em um tom assustadoramente calmo, lhe apontando um dedo indicador ameaçador. — Eu não vou deixar. Então é melhor você ficar quieta agora e o que tiver pra falar, vai falar comigo em casa. Não na frente dessas pessoas. — Indicou com um gesto vago os arbustos e árvores, ouvindo no mesmo momento o farfalhar de algumas folhas, como se alguém tivesse se mexido no mesmo instante.
— Tudo bem. Continue se escondendo. — Harriet falou olhando furiosa para ele, caminhando em passos largos para passar na sua frente, mas teve o cotovelo segurado com força e o corpo puxado para se chocar contra o dele. — Ei!
— Só pra lembrar que quem tava se escondendo no mato com as pernas abertas feito uma puta pra um qualquer não era eu. Então é melhor você se colocar no seu lugar e lembrar com quem está falando, porque você sabe como é duro com o papai fora do sério dentro de casa.
— Humf. — Harriet deu de ombros. — Relaxa que a surra de antes ainda arde. — Respondeu sarcástica e se soltou do aperto para voltar a andar, engolindo em seco quando ouviu ele dizer atrás de si “e a que vai levar quando chegar em casa vou fazer questão de que arda ainda mais”.
•••
No momento em que os dois chegaram em casa, Harriet nem teve tempo de dar uma escapadinha para o quarto, pois Louis a agarrou de jeito um tanto agressivo pelos cabelos e a guiou até o sofá da sala, ignorando seus protestos.
Quando eles tinham entrado no carro para voltar para casa e tinha ficado todo aquele silêncio, a mente e o coração de Harriet estavam começando a se acalmar e ela pensou que talvez não devesse ter ido tão longe, pois seu papai estava mais zangado do que nunca esteve.
Um medo que ela nunca sentiu de estar com ele, decidiu começar a correr por suas veias justo naquele momento, pois ele não seria misericordioso e não tinha razão para ser diante de tamanha desobediência. Então um instinto berrou dentro de Harriet que a fez arranhar o braço dele com tamanha força, que ele só a soltou por um momento antes de voltar a agarrá-la mais forte grunhindo um palavrão.
Harriet foi empurrada e caiu curvada sobre o braço acolchoado do sofá, tendo o vestido levantado e a calcinha minúscula arrancada com força, chegando ao ponto de rasgar e ficar aos trapos no chão.
— Para com is- Ai! — Harriet foi interrompida com um tapa agressivo.
— Cala a boca! — Louis gritou acertando novamente sua bunda com tamanha força, que ela balançou um pouquinho com o impacto e o local imediatamente ficou vermelho.
Fora que tinha aquele tom que Louis gritou aquela ordem que fez algo no inferior de Harriet tremer e se revirar de um jeito que não fazia há muito tempo. Com ambas as mãos ele empurrou suas pernas para lados opostos indicando que as queria bem abertas e a boquinha de Harriet se abriu em um gemido silencioso, sentindo os dedos dele abrirem com agressividade os lábios de sua buceta, e ele estava tão perto que era possível sentir a respiração quente dele bater contra sua intimidade.
— O que- o que tá fazendo? — Ela perguntou confusa e com a voz já embargada pelo choro iminente, gemendo dolorida quando ele sem aviso algum deslizou dois dedos para dentro de si. — Papai! — Harriet o repreendeu, os dedos apertando o estofado do sofá.
— Me assegurando que ninguém mexeu no que é meu. — Louis respondeu em um grunhido, curvando com força os dois dedos dentro dela e em seguida os separando em movimentos de tesoura, antes de puxar para fora novamente e observar bem para ter certeza de que não havia nada de errado.
— Não fizemos nada! — Harriet se remexeu para se afastar do toque dele, mas ele imediatamente voltou a deslizar a ponta de dois dedos de ambas as mãos, puxando os lábios da xotinha para lados opostos a fim de ver melhor e a garota estremeceu. — Eu já disse que não aconteceu nada! Para com isso! — Ela choramingava balançando as pernas inquieta e só conseguiu as fechar quando Louis finalmente se afastou, se instalando um pequeno silêncio no cômodo que tinha de fundo apenas suas respirações um pouco descompassadas.
— Hoje você me emputeceu pra caralho, Harriet. Não tem ideia do quanto eu estou louco pra… porra… — Harriet percebeu que ele realmente estava furioso em tal nível, que nem mesmo conseguia organizar as palavras e dizer de modo coerente.
O corpo de Harriet petrificou quando escutou o familiar barulho da fivela do cinto sendo retirado da calça. Logo veio na cabeça de Harriet que ela deveria correr imediatamente e se esconder. Correr o mais rápido que conseguisse, mas ela sabia que no momento em que fizesse aquilo, Louis se tornaria mais irritadiço e as coisas poderiam ficar ainda piores.
Mas ela também não queria ficar ali parada, levando uma surra que ainda não achava merecer. Ela fazia absolutamente tudo que estava no seu alcance para ser uma menina boa e perfeita, do jeito que seu papai queria e precisava que ela fosse, só que ficava um pouco difícil de acontecer dessa maneira quando o mais velho constantemente fazia coisas que deixavam a sua cabeça confusa.
Não era segredo nenhum: muitas pessoas queriam ter a chance de ficar com seu pai e Harriet era perfeitamente capaz de entender isso. Além dele ser um homem atraente e bem sucedido, não haviam coisas negativas a se dizer sobre ele, que sempre se mostrou alguém respeitoso que contribui para com a sociedade fazendo grandes doações ou campanhas no próprio trabalho. Ele era um homem de nome reconhecido e muitas mulheres, até mesmo homens, tentavam cair matando em cima para ter pelo menos uma casquinha.
E Harriet, como a garotinha ciumenta que era – porque não tinha como negar, ela conseguia às vezes soar mais complicada do que o próprio pai – não se sentia capaz de lidar bem com tudo aquilo e coisas como o que aconteceu naquela noite, tendiam a acontecer de uma forma ou de outra.
Mas nunca foi tão gritante assim. Harriet nunca extrapolou os limites daquela maneira, indo às escondidas para um lugar reservado com rapazes e muito menos confrontando Louis pelo ciúmes sabendo que tinha pessoas escutando e poderiam descobrir sobre o que acontecia às escondidas.
Em resumo: Louis, que não tinha necessariamente feito algo de errado do modo que a filha acreditava, estava puto porque toda aquela birra sem sentido tinha voltado. E Harriet, acreditando nos próprios motivos dela, sentia que uma grande injustiça estava lhe acontecendo e seu pai estava sendo ridículo.
Então ela decidiu que não iria de modo algum ficar parada e simplesmente aceitar aquela surra iminente. Ela em um movimento ágil engatinhou rapidamente no sofá e pulou o braço estofado, correndo descalço e depressa na direção das escadas que levavam ao segundo andar.
Louis ainda tentou segurá-la, mas quando não a alcançou, permaneceu parado onde estava para assistir a silhueta dela sumir de vista e ouvir atentamente seus passos rápidos correndo escada acima.
Louis aproveitou aquele momento para respirar fundo por um instante e depois seguir na direção em que ela tinha ido, à sua procura para resolver aquela situação de uma vez por todas. Assim que pisou no primeiro degrau para subir as escadas, escutou o barulho de uma porta batendo com força mais ao final do corredor do andar de cima, então soube que ela tinha ido se esconder no próprio quarto.
Louis, em um calma que não existia de fato, se aproximou da porta fechada do quarto dela e parou logo na frente dando algumas batidas. Parou por um momento para ver se conseguia ouvir algo vindo lá de dentro, mas não escutou absolutamente nada.
— Harriet-
— Vai embora! — Ouviu ela gritar e sua voz soou abafada por estar no cômodo trancado.
— Abra a porta, Harriet. — Louis mandou dando algumas batidas, e a garota aparentemente decidiu ignorar. — Eu não estou brincando. Abra agora mesmo, preciso falar com você. — Naquele ponto ele não estava conseguindo esconder que ainda se encontrava puto, logo Harriet não seria tola de abrir com o risco de se deparar com sua ira mais intensa que antes.
— “Falar comigo”? Você não quer falar comigo, quer bater em mim! — Harriet devolveu acertando a porta com algum objeto, pois Louis até recuou um passo com o barulho. — Você não precisa se preocupar com mais nada. Dessa vez eu vejo que eu preciso ir mesmo embora, e você não vai ter que ficar esquentando sua cabeça tendo alguém como eu ao seu lado. Aí sim vai poder se divertir com aquela loira nojenta que conversou na festa, vai poder fazer o que quiser com ela, sem precisar esquentar a cabeça pensando que ainda estou por aqui.
— De que porra você tá falando?
— Não se faça de desentendido! Não se faça de bobo comigo! — Louis percebeu que daquela vez ela estava mais próximo da porta, porque sua voz soava mais alta e clara. — Não só eu, mas todo mundo percebeu o jeito que vocês estavam olhando um pro outro e como você segurou ela… você é nojento! Nojento!
Juntando aquelas informações que Harriet estava dando, fora com o que estava se lembrando dos eventos de quase uma hora atrás, se deu conta de que a filha estava falando de Susan, sua funcionária do escritório.
— Esta falando da Susan? Ela trabalha para mim, Harriet, deixe de ser tão estúpida. — Louis acertou com o punho fechado na porta, ficando indignado que tinham chegado naquele ponto de novo por causa de algo tão idiota.
— Bom, isso explica porque agora você passa mais tempo no trabalho do que em casa. Deve estar muito ocupado fodendo com a vadia ridícula. — A garota parecia ter acertado golpe similar na porta, porque fez um som alto igual e Louis sentia o sangue esquentando mais nas veias, porque simplesmente odiava quando Harriet começava a falar daquele jeito e ainda usando aquele tipo de palavras.
E não satisfeita, Harriet continuou a falar sem parar um monte de suposições absurdas do que Louis deveria estar fazendo quando não estava com ela em casa, parecendo fazer certa questão de usar o máximo de palavras sujas que nas quais tinha conhecimento.
Em certo ponto, se limitando a escutar o escândalo que a menina estava fazendo – Harriet claramente se aproveitando do seu silêncio questionador para dizer tudo que queria – Louis se movimentou pelo corredor até um tipo de cômoda pequena que continha chaves reservas de todas as portas da casa, inclusive da porta de Harriet, que tinha trocado não havia muito tempo e ele fez questão de ter uma chave pra si.
Louis pagaria para ver a surpresa no rosto da filha quando colocou a chave reserva na fechadura e girou para destrancar a porta, a abrindo e tendo tempo de ver ela pulando na cama e se encolhendo no meio do montante de pelúcias e travesseiros.
— Agora vamos conversar, Harriet. — Louis disse entrando no quarto e fechando a porta logo atrás de si, não se esquecendo de trancá-la e tirar a chave para guardar no bolso da calça.
•••
— Papai… — A pobre Harriet se encolhia e chorava, o corpo tremendo dos pés a cabeça com a sensação terrível de ardência da bunda sendo atingida mais vezes do que era capaz de contar.
Ela não se lembrava de algum dia já ter apanhado tanto e estar doendo tanto quanto doía naquele momento. Talvez a pior parte fosse que Louis não falava absolutamente nada, além de abusar da força com as cintadas em seu bumbum.
Já havia minutos que eles estavam naquela situação e Harriet de todas as maneiras possíveis implorou muito para seu papai pegar um pouco mais leve ou parar de uma vez por todas com aquilo, porque já tinha sido o suficiente para ela entender como se comportou mal. Mas não estava adiantando, seu pai estava furioso de modo que nunca esteve antes e parecia irreversível sobre aquela lição.
Absolutamente nada era dito pelo mais velho e ele só deixava escapar grunhidos irritados, a respiração um pouco pesada pelo esforço que estava fazendo conforme acertava suas nádegas já com tantos vergões que quase se aproximavam de um tom arroxeado.
Harriet estava deitada de bruços sobre as coxas dele, o bumbum bem empinado sobre seu colo dando um livre acesso para fazer o que desejasse. Papai amarrou seus pulsos juntos com uma corda, os braços bem esticados em direção a cabeceira da cama, o que não a permitia fazer muita coisa além de apertar o lençol ou alguns dos travesseiros quando a dor ficava um pouco mais difícil de lidar.
E em determinado momento ela percebeu quando Louis deixou o cinto de lado e a fez abrir mais as pernas, os dedos começando a se esfregar em sua bucetinha lisa com afinco.
Antes que Harriet pudesse dizer qualquer coisa, foi pega de surpresa quando tapas começaram a ser desferidos bem sobre os grandes lábios da sua buceta. O corpo dela ficou completamente paralisado, os dedos dos pés se curvaram com força e ela se agarrou ainda mais ao travesseiro, soluçando com os olhos se enchendo de lágrimas.
Os tapas eram fortes com aquela mão forte e firme e os sons estalados preenchiam o quarto junto aos seus choramingos de dor. Louis só fazia uma pausa quando, com ambos os polegares, puxava sua bucetinha para os lados e a abria para cuspir diretamente ali, e só então continuar a atingindo uma vez atrás da outra.
De repente um outro som soou pelo cômodo e se tratava do celular de Louis tocando.
— Fica bem quieta. Tá entendendo? — Louis disse em um tom cortante, a palma da mão atingindo sua bunda e permanecendo ali apertando a pele machucada.
— Sim. — Harriet respondeu baixinho, abaixando a cabeça encostando a testa no colchão da cama, aproveitando o momento para tentar ficar mais calminha.
A pessoa que Louis atendeu começou a falar sobre algo relacionado ao trabalho e que aparentemente não tinha como esperar outro momento para ser debatido. Louis estava em silêncio ouvindo o que essa pessoa tinha a dizer, se distraindo com os dedos dedilhando e brincando com a bucetinha molhada e tão avermelhada por todos aqueles tapas.
Teve um momento que Louis apenas deixou a mão sobre sua bucetinha, a cobrindo perfeitamente e sem fazer qualquer movimento, apenas a deixando pousada por ali. Mas isso parecia ter sido o suficiente para Harriet, que em um pequeno incomodo por já estar a tanto tempo na posição, balançou um pouco os quadris e a xotinha roçou gostoso naquela palma levemente molhada.
Foi quase a mesma sensação de quando Harriet montava somente a coxa do seu papai ou até mesmo um de seus travesseiros que tinham o tamanho e forma ideal para aquela brincadeirinha gostosa.
E honestamente? Um único movimento como aquele, foi o suficiente para fazer Harriet gemer baixinho e dengosa, porque só tinha sido muito bom algo sem querer estimular seu clitoris sensível, inchadinho e negligenciado.
Mesmo com um pouco de medo de qual poderia ser a reação do papai com sua brincadeirinha libidinosa, afinal ela não merecia nem um pouquinho afligir prazer a si mesma diante das circunstâncias em que estava, Harriet voltou a se empurrar contra a palma daquela mão e esfregar a bucetinha com afinco e deliciosamente. E honestamente, os sons cada vez mais molhados que essa fazia conforme se esfregava feito uma putinha louca por prazer, estava começando a pirar até mesmo Louis, que nem se sentia mais capaz de prestar atenção ao que seu funcionário dizia, pois estava ocupado olhando para aquela linda cena.
— Harriet. — Louis conseguiu repreender em um grunhido curto, mas isso só fez a garota olhar em sua direção sobre o ombro com os olhos marejados, rostinho corado e destruído.
— Papai. — Harriet sibilou de modo falho, porque a partir daquele ponto, o próprio Louis esfregava um dedo em particular entre os grandes lábios de sua bucetinha dolorida. — Fode, papai. — Harriet choramingou e voltou a enfiar o rosto no colchão para conter os gemidinhos manhosos, choramingando quando tapas estalados voltaram a ser deixados sobre sua xotinha.
Louis começou a falar algo na ligação que Harriet não estava se importando minimamente de entender do que se tratava, pois ele agia como se não estivesse tratando de algo importante naquele mesmo momento que atingia sem parar tapas e mais tapas sobre sua buceta avermelhada.
— Amanhã pela manhã discutimos um pouco mais sobre isso, antes de enviar pela tarde os planejamentos. — Louis disse, pronto para encerrar a ligação, aproveitando para tirar Harriet de seu colo e fazê-la deitar completamente no meio da cama. Ele ficou de pé, dando uma analisada no corpo totalmente exposto e o rosto dela totalmente corado e um pouquinho inchado do tanto que chorou. — No momento estou muito ocupado com outros assuntos e não posso discutir mais… — Nesse momento Louis tinha apoiado o celular no ombro contra o rosto, enquanto desabotoava a calça para abaixá-la um pouco, os olhos verdinhos de Harriet atentos em cada movimento dele.
A ligação foi encerrada e Louis se aproximou mais da cama, segurando as panturrilhas da garota para fazê-la virar de bruços com facilidade. Harriet se apoiou nos antebraços, mas se manteve quietinha, a cabeça abaixada encarando a coberta macia sob si, sabendo que Louis observava cada uma das manchas que tinha causado por sua bunda e coxas.
Ela estremeceu e se arrepiou por inteiro com o contato da ponta dos dedos dele deslizando por seus tornozelos, subindo por sua panturrilhas até chegar às suas nádegas doloridas e marcadas pelas cintadas e palmadas. Seus olhos se fecharam e ela mordeu o lábio em precipitação com as pernas sendo abertas e Louis subindo no colchão para se encaixar entre elas
— Você sabe como eu amo comer essa buceta, Harriet. — Louis murmurava em um tom tão baixo, que Harriet mal se sentia capaz de ouvir, tendo o coração batendo tão forte em seus ouvidos em precipitação. — E você torna as coisas difíceis para mim, pois…
— Garotas que não se comportam, só merecem isso se for por trás. — Harriet sussurrou aquele ensinamento que ela já conhecia muito bem, e no mesmo instante sentiu um líquido gelado escorrer ao longo da sua bunda, tendo as nádegas puxadas pelas mãos rudes de seu papai para os lados para que esse líquido melasse seu cuzinho e a buceta por toda parte.
— Isso mesmo… e isso tende a acontecer tanto, que eu até desconfio que você prefere quando o papai faz assim. — Harriet escutava perfeitamente sons molhados de punheta, enquanto isso Louis propositalmente esfregando a cabecinha do pau em sua entradinha apertada ameaçando entrar, mas nunca seguindo em frente. — Que você gosta quando o papai fica bravo e faz isso com força.
— N-Não. — Na verdade, ela gostava um pouquinho, porque em todas essas vezes em seguida seu papai cuidava muito bem dela, sabendo de seu estado frágil e vulnerável, fazendo-a se sentir tão amada e querida.
Harriet sempre ficava muito dolorida quando era fodida por trás. Era fofo quando seu papai fazia certa questão de garantir que ela fosse recompensada por ter sido boazinha em levar tudo que Louis tinha para si.
Ali Harriet soube o exato momento que seu papai iria parar de provocar e seguir em frente, tendo uma das nádegas sendo agarrada com mais força para o lado, a glande quente e gorda se pressionando com mais força em seu buraco. Os dedos magros de Harriet agarraram o lençol da cama com força e seus olhos se estreitaram com a sensação de ardência ao ser invadida, não contendo um gemido delicioso quando as mãos de Louis se posicionaram sobre as suas e seus dedos se entrelaçaram.
— P-Porra. — A garota não conteve o palavrão choramingado, olhando sobre o ombro na direção de seu papai só para ter os lábios tomados em um beijo afoito.
— Shh… — Louis sussurrou rente aos seus lábios e empurrou os quadris em uma estocada forte contra sua bunda, ambos gemendo em meio ao som estalado das peles se chocando e da cabeceira atingindo a parede. — Você sabe que merece. — Louis falou baixinho e com certa dificuldade rente a orelha dela, que balançou a cabeça em afirmação várias vezes, fios longos do cabelo ficando bagunçados em seu rosto.
— Eu sei. — Ela sussurrou trêmula, encostando a testa em suas mãos ainda entrelaçadas e mordendo o próprio lábio com força para conter os gemidos doloridos um pouco altos.
Louis àquele ponto já tinha começado a se mover com tamanha força para dentro e para fora de seu cuzinho, gemendo todas as vezes que havia aquela resistência quando ia deslizar para dentro por inteiro e mesmo quando puxava os quadris para fora. Sua prova de que a lição estava sendo bem recebida, era que em momento algum a filha fez mais algum tipo de birra, ou implorou para ser livrada do castigo. Ela só continuava ali, paradinha recebendo tudo e choramingando dolorida quando as estocadas conseguiam ser ainda mais fortes.
— Eu amo você. — Louis rosnou rente a orelha dela, uma mão em sua garganta para que mantivesse a cabeça erguida.
— Eu te amo. — Harriet disse com um pouquinho de dificuldade, fazendo um esforcinho para olhar em seu rosto novamente. — Me desculpa. E-eu não… eu não sei porque estou sempre sendo má com você. — Após essa fala os olhos dela se encheram de lágrimas e ela enfiou o rosto no colchão, no mesmo instante Louis parando com os movimentos, o pau enfiado até o fundo em seu cuzinho.
— Ei… — Louis acariciou a nuca dela com a ponta dos dedos, distribuindo beijinhos por suas costas e ombros, mas ela continuou com o rosto escondido. — Amor, olhe pra mim. — Louis finalmente deslizou para fora com cuidado, vendo o corpinho dela tremer um pouco, então a fez se virar para ficar com as costas no colchão e virada na sua direção, o rosto totalmente vermelho e chegando a chorar de soluçar.
— Minhas amigas, outras mulheres… todo mundo mataria pra ter um pouquinho de você, e eu fico agindo assim. — Ela fungou, esfregando o nariz com as costas da mão. — Não sei porque eu fico agindo como se não fosse o suficiente. Como se- como se faltasse algo.
É porque falta, Louis não evitou o pensamento e sorriu pequeno para ela, acariciando sua bochecha molhada pelas lágrimas.
Era de uma mãe que Harriet precisava.
— Vamos tentar resolver isso. — Louis disse baixinho, ajudando ela a desamarrar os pulsos, reparando em seu bico confuso.
— Mas você já fez de tudo. — Harriet murmurou em um tipo de derrota, ficando satisfeita quando Louis deitou com a cabeça sobre os travesseiros e a trouxe junto para deitar pertinho de si.
— Você vive dizendo que quer sua mãe, não é? — Louis sentiu o exato momento que o corpo dela ficou tenso contra o seu e ela apoiou uma das mãos sobre seu peitoral, olhando direto em seu rosto.
— Onde quer chegar? — Ela então sentou e passou uma das pernas sobre seu quadril, sentando bem sobre suas coxas. — Você vai me mandar embora?
— Sim… — Louis suspirou fechando os olhos e esfregando as mãos no rosto, sentindo o olhar preocupado de Harriet ainda queimando em si. — Você fica constantemente falando sobre querer ir para a casa de sua mãe e estou começando a achar que é o melhor a ser feito… Talvez você precise ser cuidada por uma mãe, comigo não está funcionando.
Harriet ficou em silêncio, olhando para o pai como se ele tivesse acabado de falar um dos maiores absurdos que ele já falou na vida. Onde estava aquele homem que se recusava a deixá-la ir embora, ainda mais para a casa da mãe em outro país com a chance de não se verem mais em muito tempo?
— Você não me quer mais? Eu me comporto mal e você não me quer mais. — Harriet não o deixou responder e já concluiu por conta própria, os olhos voltando a se encher de lágrimas.
— Você sabe que não é isso. — Louis sentou e as mãos tocaram em suas bochechas para ter sua atenção. — Por mim, você ficaria pelo resto da vida ao meu lado, virando tudo de cabeça para baixo ou não, e sabe disso. Mas, se está tão infeliz e acha tanto que deve ir embora, eu não vou mais te prender aqui comigo. Se ao lado dela sente que vai ser mais feliz, garanto que não precisa se preocupar e eu daqui vou continuar fazendo por você tudo que quiser e precisar. Entende o que digo?
Harriet engoliu em seco e balançou a cabeça em afirmação. Antes que pudesse dizer mais qualquer coisa, o celular de Louis voltou a tocar e ele a tirou com cuidado de cima de si, ordenando que fosse tomar banho porque ele precisava resolver coisas urgentes do trabalho.
E a deixou para trás, como se não tivesse acabado de dizer que ela agora estava livre para ir, se assim quisesse
•••
Já fazia alguns dias desde a última conversa de peso que havia acontecido entre Harriet e Louis.
Harriet já tinha voltado para o colégio e sua rotina comum e tinha feito de sua missão pessoal focar tanto nos testes, que não pensaria sobre as coisas atualmente estarem estranhas entre ela e o pai. Ela tinha tentado enganar a si mesma chegando animada em casa e indo direto até seu escritório para falar sobre a prova que tinha tido, ou a nota que havia tirado e dentre outros assuntos que podiam não ser tão interessantes, mas que Louis sempre arranjava um tempinho para escutá-los. Porém, Louis era sempre um ouvinte mais que silencioso e às vezes a interrompia para dizer que precisava resolver alguns assuntos importantes, mas que eles podiam continuar “aquilo” depois.
Harriet sempre se sentia tão idiota por não aprender sua lição de uma vez por todas e ficar quieta. Estava na cara que Louis não queria conversar com ela e muito menos fingir que não havia um clima pesado entre os dois.
Naquele momento a garota estava deitada no meio da cama usando um shortinho rosa minúsculo para dormir e uma regatinha branca alguns números maiores que o que costumava usar. Ela tinha a chupeta na boca, fones grandes nos ouvidos e assistia no tablet sobre uma rotina de skin care de uma modelo predileta. Tão distraída ela estava, que nem se deu conta das batidinhas na porta, só reparando quando essa foi aberta lentamente por seu pai, que ainda usava os óculos de leitura do trabalho.
Ela no mesmo instante pausou o vídeo e tirou os fones do ouvido, permanecendo deitada indicando que ele poderia se aproximar.
— Vim conferi como você está. — Ele comentou sentando na beirada da cama e Harriet sorriu um pouquinho, mesmo sabendo que aquilo não era verdade. — Fez o trabalho de literatura que comentou mais cedo?
— Comecei. — Harriet respondeu baixinho, sentando para engatinhar na cama e alcançar a mochila do colégio jogada no chão, tirando dali uma pasta rosa e a entregou para o pai.
Harriet voltou a deitar do mesmo jeito que estava antes, brincando distraída com os dois cordões do shortinho, enquanto o pai lia atenciosamente em silêncio o seu trabalho, que estava mais para um tipo de rascunho. Ela espiou ele um pouco pelo canto do olho e não se impediu de sorrir satisfeita quando ele alcançou um marca-texto amarelo que estava jogado sobre sua mesinha de cabeceira e começou a grifar partes que ela deveria revisar e corrigir.
— Tá fazendo esse sozinha? — Ele perguntou de repente e Harriet piscou os olhos algumas vezes, despertando dos pensamentos.
— Não. Esse eu e a Meredith estamos fazendo juntas. — Harriet notou o momento que o pai arqueou uma sobrancelha e balançou a cabeça em afirmação, confirmando seus pensamentos. — Sim, a Meredith que empurrei. A coordenadora quer ter certeza de que estamos de bem, ou algo assim.
— E você vai se comportar? — Louis perguntou de um jeito que fez algo no estômago de Harriet se revirar no melhor dos sentidos.
— Sim, papai. — Ela respondeu baixinho e percebeu o modo que Louis pigarreou e se mexeu desconfortável onde estava sentado após sua resposta. Viu ele fechar a pasta e colocar sobre sua mesinha de cabeceira com o marca-texto tampado, se movendo para chegar um pouco mais perto de si.
— Vim aqui também pra te falar uma coisa. — Harriet piscou curiosa e logo balançou a cabeça em afirmação, incentivando ele a ir em frente. — Esses dias estive em contato com sua mãe. Falei sobre sua vontade de visitar ela, e quem sabe até morar, dependendo do que aconteça.
Harriet ficou em silêncio e engoliu em seco. Ela não imaginou que seu pai realmente fosse atrás daquilo, depois de tantas vezes ter dito que ela nunca, jamais iria para longe dele.
Depois da informação ela rapidamente sentou e ficou um pouco mais alerta, mostrando que estava prestando bem atenção em suas palavras. Ela viu Louis suspirar e tirar os óculos antes de continuar.
— Ela disse que ela, seu irmão e Pete ficariam felizes de receber você por um tempo. E caso desejasse ficar, assim seria. — Louis dizia em um tom baixo e calmo, não fazendo questão alguma de disfarçar seu desânimo em passar tal informação. — Só impôs algumas condições e dentre outras coisas, mas que sou capaz de providenciar.
Aquela última parte sem dúvidas chamou a atenção da garota e a deixou sem dúvidas curiosa.
— Condições?
— É. Ela disse que eu deveria arcar totalmente com seus estudos e dentre outras despesas como médicas ou até roupas… Auxiliar no aluguel de uma casa mais confortável onde você possa morar com eles e outras coisas do tipo.
Harriet não sabia bem porque, mas aquilo tinha a deixado um pouco desconfortável. Sua própria mãe não podia a oferecer roupas que queria ou até mesmo pagar por suas consultas ao médico ou remédios como qualquer outra mãe? Ela teve a impressão de que a mãe estava na verdade se aproveitando de seu pai, que jamais lhe negaria aquelas coisas básicas.
— E tem outra coisa. — Louis chamou sua atenção novamente. — Ela disse que eu não poderia te visitar lá, ou viajar até lá para que você pudesse me encontrar. Ela quer “evitar problemas”.
— Mas- Mas isso é ridículo. — Harriet disse em um tom indignado e Louis balançou a cabeça em afirmação.
— Eu concordo, mas é o que ela quer.
— E você estaria disposto a fazer isso? — Harriet tinha um tom irritado na voz e ela até chegou a cruzar os braços daquele jeitinho marrento já conhecido por Louis, que não evitou um sorriso. — Simplesmente não ir me ver porque Amélie quis assim.
— Harriet, precisa entender que isso aqui não é sobre o que eu ou sua mãe queremos, mas sobre uma coisa que você quer. Se for de sua vontade viver com sua mãe sabendo dessas condições, tudo bem, eu irei aceitar.
— Por quê? — Harriet tinha um beiço e tava se segurando tolamente para não começar a chorar feito uma idiota.
— Porque quero que você seja boa e esteja feliz. E se pra ser uma boa menina e estar feliz precise morar com sua mãe em outro país sem podermos nos ver, eu vou ter que engolir meu orgulho e aceitar isso. — Louis acariciou seu rosto com o polegar e Harriet se inclinou mais em direção ao seu toque, fechando os olhos em precipitação quando ele se inclinou mais na sua direção, mas tudo que fez foi beijar carinhosamente sua testa. — Você ainda tem tempo para pensar sobre isso. Agora tá na hora de você dormir e eu tenho que terminar umas coisas…
— Não vai. — Harriet pediu com um beicinho, os olhos ainda brilhantes por estarem cheios de lágrimas. — Me coloca pra dormir.
— Não, boneca. Papai tem que trabalhar. — Louis se desvencilhou do toque dela e pegou seu tablet junto aos fones que estavam jogados ali, os colocando na gaveta da mesinha. Ele logo se voltou para a cama fazendo-a deitar confortável sobre os travesseiros fofos e a cobriu devidamente com o cobertor, ligando o abajur que tinha logo ao lado. — Durma bem.
Louis mais uma vez se inclinou para beijar sua testa, Harriet, porém, segurou docemente suas bochechas e ao invés disso juntou seus lábios em um selinho delicado. Ela tinha os olhos fechados e suspirou alegremente deslizando mais os lábios contra os dele, que permaneceram parados e ele logo segurou suas mãos para poder se afastar como se aquilo simplesmente não tivesse acontecido.
— Boa noite, Harriet. — Ele disse indo até a porta e desligando a luz no interruptor, em seguida saindo e deixando Harriet sozinha com o coração acelerado e uma vontade quase incontrolável de berrar para que ele ficasse junto dela.
A garota ficou deitada em meio ao silêncio no quarto parcialmente escuro pensando em todas as coisas que seu pai havia a dito. Agora que ele estava a dando mais liberdade para tomar esse tipo de decisão complicada e importante, mais do que nunca ela desejou ardentemente voltar pra quando ela era a garotinha boba do papai que precisava de sua total ajuda para decisões. Quer dizer, até um dia desses era exatamente isso que ainda acontecia e então do nada Louis a estava dando aquela liberdade para escolher ir morar com Amélie e Harriet no fundo sentia que ele estava fazendo aquilo de propósito, para deixá-la em um tipo de encruzilhada – ou era apenas impressão e coisas de sua cabeça.
Pelas informações que Louis tinha a passado, ela sentia que sem dúvidas sua mãe não era nada confiável e talvez estivesse a usando para que Louis indiretamente a desse um tipo de conforto que tanto almejava ter novamente. Fora que tinha um pequeno/grande detalhe: Amélie queria impedir que ela e Louis tivessem grande contato.
Harriet não era de todo boba e reconhecia que a relação entre ela e o pai tendia a ser um pouco caótica na maior parte das vezes. Eles discutiam e berravam um com o outro, ficavam por um tempo se evitando, mas rapidamente tudo aquilo passava e estavam juntinhos novamente.
Ela amava Louis com todo o seu coração e era tão apegada a ele de forma que nunca seria com qualquer outra pessoa do mundo. Ele quem cuidava tão bem dela e a tratava como uma princesa e sabia a maneira certa de fazer isso porque a conhecia melhor do que ninguém.
Harriet não acreditava que um dia sua mãe fosse capaz de amá-la do modo que Louis fazia tão facilmente. E ela acreditava muito menos que seria capaz de lidar com a distância e a saudade de seu papai, sendo dolorido imaginar que não poderiam ficar se encontrando com frequência.
Diante daquilo, ela já tinha feito sua decisão.
•••
O relógio de seu tablet marcava 00:15 quando Harriet estava totalmente decidida, reuniu coragem o suficiente e levantou cuidadosamente da cama e na ponta dos pés saiu do quarto, andando pelo corredor até a porta fechada do quarto de Louis.
Ali ela ouviu sons abafados que indicavam que a televisão estava ligada. Ela deu algumas batidinhas na porta, porém não teve resposta, então a abriu e encontrou seu papai adormecido na cama usando apenas a cueca branca, os óculos de leitura no rosto e ao lado o notebook ligado mostrando que havia caído no sono lendo algo.
Harriet fechou a porta evitando fazer qualquer barulho e se aproximou mais da cama, abaixando a tela do notebook com cuidado e subindo ali devagar, chegando mais pertinho do seu papai para se certificar de que ele dormia mesmo.
A garota reparou que nos últimos dias ele esteve trabalhando muito e preocupado com algumas coisas – que agora imaginava se tratar de sua decisão sobre morar ou não com a mãe – e sempre que Louis se encontrava em momentos assim, tendia a cair no sono facilmente e de tão cansado não conseguia despertar com facilidade.
Harriet não resistiu e chegou um pouquinho mais perto dele, segurando sua bochecha que já estava com a barba por fazer, e juntou seus lábios em um beijinho molhado e estalado. Ela logo em seguida se afastou e olhou bem para seu rosto, esperando que a qualquer momento ele fosse acordar, mas isso não aconteceu e ela acabou deixando uma risadinha gostosa escapar pela situação.
Foi quando que, ainda dormindo, seu papai deixou um pequeno gemido escapar e inconscientemente levou a mão até o pau bem marcado no cueca branca e que já curiosamente se encontrava levemente duro. Harriet então se aproximou um pouquinho mais da ereção dele e afastou cuidadosamente a mão dele dali, antes de começar a fazer certo esforço para conseguir abaixar sua cueca e expor a cabecinha vermelha e melada de seu pênis.
Ali, Harriet se inclinou e começou a deixar beijinhos delicados em todas as partes da cabecinha rubra, enquanto os dedos ainda trabalhavam em abaixar bem mais a sua cueca até que essa já estivesse em suas pernas, logo toda a sua virilha estava exposta.
Já fazia dias que ela e seu papai não brincavam, a última vez sendo quando tomaram aquele banho juntos e nem se podia dizer que muitas coisas interessantes aconteceram além de umas carícias. Naquele momento talvez ela não estivesse sendo uma garota comportada e boazinha, mas queria que seu papai interpretasse aquilo da melhor maneira possível.
Ele mesmo já tinha a dito várias vezes que brincar daquele jeito com ela conseguia deixá-lo mais aliviado e feliz. Tudo o que Harriet queria era deixar seu papai satisfeito e mostrar que tinha o escolhido, que queria ficar com ele e ponto, encerrar aquela história.
Harriet então segurou com cuidado a ereção grossa e pesada no punho que mal conseguia se fechar envolta do comprimento e o levou até a boca quente e aveludada, começando a mamar na cabecinha com língua se movendo contra a fenda preguiçosamente. Ela ouviu o gemido rouco e falho que Louis deixou escapar, se movendo um pouco inquieto em seu sono.
Harriet cuspiu na cabecinha e viu a saliva deslizar por toda parte, começando a mover então o punho para cima e para baixo com cuidado, lembrando-se perfeitamente de tudo que seu papai já havia a ensinado.
Antes de continuar naquela brincadeira, Harriet se posicionou de joelhos e tirou a regata sobre a cabeça e em seguida o shortinho junto a calcinha de algodão, estando completamente nua ao que se voltava para a punheta lenta.
Tomando cuidado com os dentes e querendo se dedicar em ser perfeita ao fazer aquilo, Harriet enfiou o máximo que conseguia da ereção dentro da boca, gemendo dengosa quando sentiu o canto dos lábios arderem um pouco e o pau pulsar gostoso contra sua língua. Ela sentiu o exato momento que seu papai se moveu um pouco inquieto e rapidamente se afastou, tomando cuidado para que ele não despertasse justo naquele momento.
Ela esperou um pouquinho e ficou olhando bem para ele, só se voltando para sua pequena travessura quando ele tinha parado de se mexer e respirava lentamente em um sono tranquilo. Harriet voltou a se apoiar nos joelhos, mas dessa vez as pernas estavam espaçadas. Ela cuspiu na ponta dos dedos magros em uma bagunça de saliva e os levou até a própria buceta, começando a melar ali em toda parte, a boquinha entreaberta deixando escapar pequenos ofegos conforme se tocava observando seu papai ainda dormir tranquilamente, o pau ereto é completamente babado.
Sentindo que já estava molhada o suficiente e aquele pau tanto quanto, Harriet moveu com cuidado as coxas de Louis e então passou uma das pernas sobre seu quadril, pairando sobre seu colo. Ela levou uma das mãos atrás das costas e tateou em busca do pau dele, mordendo o lábio em concentração quando o segurou pela cabecinha e guiou até sua xoxota apertada, apertando os olhos se esforçando para encaixá-la direitinho ali.
— Hum… — Harriet gemeu dolorida mordendo o próprio lábio com força, a bucetinha se contraindo com força envolta da cabecinha gorda quando essa entrou por inteiro.
Ela estava precisando ter muito cuidado para não apoiar o peso do corpo sobre Louis e então acordá-lo, mas também estava sendo tão difícil encaixar todo aquele pau dentro de si completamente sozinha, quando sempre tinha Louis para auxiliá-la de um jeito tão gostoso e capaz de fazê-la se derreter.
Levando as mãos para a própria bunda, apertando e a puxando com força para os lados, Harriet começou a deslizar cada vez mais para baixo aos pouquinhos e então subia só para se acalmar um pouquinho e continuar descendo logo em seguida. No momento que sentiu as nádegas tocarem a pélvis de Louis, os olhos dela se reviraram e a cabeça pendeu para trás com a sensação de pressão constante em seu baixo ventre por estar tão bem preenchida.
— Meu Deus. — Ela sussurrou agoniada, esfregando os dedos no próprio baixo ventre com a sensação incrível de ter Louis tão fundo.
Harriet então começou a subir e descer por toda aquela ereção, mesmo sentindo a bucetinha tão dolorida sendo a forçada a se alargar envolta dele. Ela ainda precisava de manter calma e em movimentos tranquilos, pois não queria que seu papai acordasse tão de repente.
Mas acontece que aquela buceta tão apertada e molhada estava fazendo coisas com Louis. Aquele calor apertado envelopando sua ereção sensível o fazia se mover inquieto durante o sono, gemidos inconscientes escapavam de seus lábios e aos poucos ele despertava do mundo dos sonhos.
Chegou em um ponto que Harriet não conseguiu resistir mais e um gemido um pouco mais alto escapou de seus lábios em meio a suas pequenas reboladas, de modo desesperado se lançando para frente tirando rápido os óculos de seu papai deixando-os de lado, os lábios se encontrando com os de Louis e começou a beijá-lo meio desajeitada e dengosa.
Foi só então que Louis começou a despertar, a movimentação de Harriet sobre seu corpo sendo mais constante, sentindo sensações curiosas lá em baixos.
— Harriet? — Louis ainda piscava os olhos tentando os abrir, a voz saindo tão rouca que sua fala mal conseguia ser compreensível.
— Papai, eu quero ficar com você. — Harriet disse ofegante, ainda deixando beijinhos sobre seus lábios e o queixo, sentindo as mãos dele deslizando suavemente por suas costas nuas.
— Tá bom, deita com o papai… — Louis disse ainda fora de órbita, só se dando conta de que havia algo de muito curioso quando as mãos deslizaram mais até a bunda nua de Harriet e só então se deu conta daquele calor e aperto em seu pau. — Porra, amor… o que está fazendo? — Ele gemeu fechando os olhos com força.
Então Harriet sentou corretamente sobre Louis com as costas retas e ele pôde ver os peitinhos pequenos com os mamilos marrons arrebitados, o olhar descendo um pouco mais para baixo para se dar conta de como ela estava afundada em seu pau.
A cabeça de Louis rolou para trás pela vista daquele corpinho e a sensação prazerosa intensa que o consumiu, as mãos imediatamente agarrando os quadris dela para que continuasse se movendo.
— Eu não quero ir. Eu quero ficar com você, papai. — Harriet voltou a repetir, rebolando para frente e para trás naquele pau, fazendo pequenas pausas entre as palavras para deixar beijinhos adoráveis em seu rosto sonolento e confuso, os lindos peitinhos balançando. — Eu não quero ficar com minha mãe. Ela não vai cuidar tão bem de mim como você.
— É mesmo, bebê? — Um sorriso cretino cresceu nos lábios dele, que arrumou um travesseiro sobre a cabeça para observar melhor Harriet montar feito uma boa garota em seu pau, os movimentos tentando Louis a colocar aqueles peitos na boca. — Vai ficar pra sempre comigo?
— Sim! E eu vou ser tão boazinha. — Harriet garantiu com os grandes olhos verdes de corça brilhantes pelas lágrimas. — Eu juro que vou me comportar direitinho pra você querer ficar comigo.
— Oh, Harriet, você é uma menina tão boa pra mim. — Louis grunhiu excitado com ela montando incansavelmente em seu colo, apoiando as mãos em seu peitoral para ter estabilidade e se mover mais rápido. — M-Merda, eu vou gozar. — Louis alertou ao mesmo tempo que apoiava os pés na cama, segurava a cintura dela e começava a estocar mais forte para cima, sendo uma loucura de excitante o som das peles se chocando e da cama rangendo.
— Sim, papai! — Harriet tinha um sorriso enorme no rosto e os olhos fechados, sentindo o momento que o pau de Louis pulsou forte dentro de si. — Goza… goza em mim.
— P-Porra, não… — Louis despertou um pouco daquela onda enorme de prazer e agarrou a cintura de Harriet para puxá-la e fazê-la levantar do seu pau, mas a garota no mesmo instante apertou mais forte as pernas nas laterais do seu corpo e passou a rebolar mais gostoso ali. — Harriet, amor… — Louis agoniado tentou chamar sua atenção, acertou tapinhas em sua coxa e, novamente, tentou a tirar de cima de si.
— Dentro de mim. — Ela implorou dengosa, lambendo provocativa a linha de seu maxilar marcado. — Me enche com seu leitinho, papai. — Provocou lambendo o lóbulo de sua orelha e isso foi o suficiente para quebrar Louis, que não pensou muito quando mordeu com força seu ombro magro e arrancou um gritinho da garota trêmula sobre seu corpo, que tinha a buceta sendo devidamente preenchida por todo seu gozo.
Ambos os corpos estavam quentes e suados, o de Harriet um pouco mole sobre o de Louis, o rostinho corado escondido na curva do pescoço do mais velho. Em determinado momento ela foi colocada pra deitar de costas na cama e teve as pernas abertas por seu papai, que se encaixou ali com o rosto entre elas para comer sua buceta com o rosto se esfregando ali, como se fosse sua coisa favorita em todo o mundo.
Ali Louis chupou ao ponto de ficar em evidência os sons gostosos de sucção e enfiou os dedos tentando puxar para fora todos os resquícios de sua porra branquinha, limpando tudinho, cada mínima parte esfregando bem a língua.
— Papai, para… — Só chegou um momento em que Harriet não aguentou mais ser tão estimulada na buceta sensível e empurrou a cabeça dele, fechando as pernas contra a outra com força para impedi-lo de continuar.
Louis riu um pouquinho dela, mas ainda assim não se afastou exatamente. Apoiou um dos antebraços ao lado de sua cabeça e continuou sobre seu corpinho, encaixando com cuidado a cabecinha do pau ainda semi ereto e extremamente sensível dentro de sua bucetinha fodida, os olhos presos nos dela que tinha a boquinha aberta em um gemido silencioso.
Com seu papai novamente dentro dela, a cabeça de Harriet pendeu para trás e as unhas curtas se fincaram nos quadris de Louis para que ele mantivesse parado enfiado até fundo daquele jeito. Ela estava claramente tensa sob seu corpo e só começou a relaxar mais quando Louis começou a distribuir beijos por seu pescoço, aos pouquinhos descendo cada vez mais até colocar seu peitinho na boca, o mamando preguiçoso e usando a língua quente para brincar com o biquinho e deixá-la mais relaxada embaixo de si.
Louis, mesmo que tão sensível com o orgasmo recente, balançou os quadris preguiçosamente para frente e para trás em teste, se alternando em chupar e mordiscar ambos os seus peitinhos para em seguida se voltar para sua boquinha entreaberta pelos ofegos.
Os minutos estavam se passando com os dois naquela bolha. Quando chegou no ponto de Harriet começar a mover os próprios quadris inquieta, levando os dedos para estimular o próprio grelinho implorando por atenção, foi justo no momento em que Louis também se recuperou do orgasmo e começou a ser mais urgente nas estocadas contra sua buceta.
E Harriet logo ficou sem ar porque Louis estava fazendo aquilo do jeitinho que ela precisava que ele fizesse. Por mais problemático que isso fosse, Louis quem conhecia seu corpo melhor do que ela mesma e sabia como ele precisava fazer para tirá-la do eixo e a intensidade que deveria ter quando fazia aquilo.
Louis ia fundo batendo a pélvis contra sua virilha, mas deslizava para fora devagar só para voltar fundo com força. Harriet em todas essas vezes, se possível, abria ainda mais as pernas e ficava lá, paradinha recebendo tudo ao que os segundos se passavam e ela ficava cada vez mais imersa no prazer, os gemidos chorosos escapando de sua boquinha contra a orelha dele.
Aqueles movimentos controlados e ritmados só duraram até que em uma estocada em particular ele atingiu um pontinho dentro dela, capaz de fazer suas lindas pernas estremecerem e ela lhe agarrar apertado de um jeito agoniado. A partir dali, Louis fez de sua missão continuar acertando o mesmo ponto diversas vezes na mesma posição, as estocadas rápidas e fortes fazendo o corpinho dela balançar e a cabeça atingir a cabeceira acolchoada diversas vezes.
Ela tentava abrir a boca em palavras compreensíveis, mas tudo que saía eram choramingos excitados, que eram engolidos quando Louis devorava seus lábios em um beijo bagunçado com muita saliva e língua da parte de ambos.
De tanto estimular uma vez após a outra seu ponto G em tantas estocadas fortes, só houve um momento em que ela deixou um gritinho escapar e seu corpo estremeceu por inteiro, a buceta pulsando conforme esguichava envolta do pau grosso que a preenchia.
— Boa garota, Harriet… boa garota.
— Louis grunhiu com dificuldade, ainda socando gostoso na buceta que não parava de fazer uma bagunça nele, melando toda sua pélvis com aquele líquido incolor.
Louis só parou quando o pau escorregou sem querer para fora da xotinha encharcada, mas se aproveitou para segurar na base e bater com a ereção diversas vezes em seu grelinho avermelhado e esfoladinho, rindo sacana quando ela choramingava dolorida em todas essas vezes.
— Agora papai quer que você goze, hum? — Louis sussurrou no momento que enfiou dois dedos dentro dela, começando a curvar ambos com força de acordo com os movimentos de entrar e sair que fazia. — Você disse que agora vai ser boazinha. Então eu sei que vai obedecer, não vai?
— Sim. — Harriet respondeu imediatamente, focando nos movimentos que os dedos dele faziam. — Vou ser boazinha. — Ela disse com dificuldade, inconscientemente abrindo mais as pernas e Louis sorriu.
— E se você não for mais boazinha, Harriet? E se voltar a se comportar como nos últimos dias? Papai não vai saber o que fazer com você…
— Eu não vou! — Ela chorou desesperada, sentindo o orgasmo se construir com a sensação da buceta esquentando, papai dedando ela tão gostoso. — Eu juro… você pode deixar de me amar e me mandar embora, desistir de mim, se isso acontecer.
— Shh, tudo bem, tudo bem. — Louis voltou a falar em um tom sussurrado rente a boquinha aberta dela. — Isso é perfeito, meu bem. Estou orgulhoso de você.
Então o corpo inteiro de Harriet paralisou por alguns segundos em que até segurava a respiração, e só relaxou quando se liberou em um orgasmo intenso que fez a buceta se liberar em mais alguns jatos nos dedos de Louis, os lábios abertos em um gemido silencioso, se agarrando em seu papai para mantê-lo por perto.
Harriet voltou a agarrar o pulso dele e fechar às pernas, impedindo-o de continuar, pois àquela altura já tinha começado a chorar de sensível e de tamanha sensação incrível que a preenchia.
Louis então deitou de costas no colchão, puxando-a mais para pertinho de si, em seguida cobrindo os dois com um cobertor. Harriet não demorou a virar de costas para ele, se aconchegando mais contra seu corpo para uma conchinha em que puxou seu braço para agarrar seu corpinho e mantê-la aquecida.
— Eu amo você, boneca… e você sempre vai ser minha.
Harriet, que tinha os olhos fechados, sorriu timidamente com a frase sendo sussurrada em seu ouvido, nem mesmo imaginando o quão articulado seu papai teve que ser para nos últimos dias trabalhar nela até que achasse inviável a ideia de ir morar com a mãe e pensar definitivamente que deveria ficar para sempre com ele.
Talvez… apenas talvez, ele tivesse realmente entrado em contato com a mãe de Harriet sobre a possibilidade da garota morar lá. Mas as chances das coisas que Amélie supostamente impôs para Louis serem reais conseguiam ser no mínimo duvidosas e absolutamente ninguém precisava saber disso.
Ele não estava pronto para ter Harriet longe de si. O lugar da garota, era ficar bem ao seu lado e ele sabia que nem mesmo ela estaria pronta pra ir, se realmente fosse o caso.
Pois era exatamente assim que devia ser e ponto final.
E na manhã seguinte, os dois sentados no sofá ainda usando pijamas, Harriet estava sentada preguiçosamente com as pernas sobre a de seu papai com o telefone fixo na orelha conversando com a mãe – naquela manhã, Louis foi bonzinho e a deixou faltar a aula para ficar junto dele, afinal essa estava cansada da brincadeira que tiveram noite passada.
Mesmo que Louis tivesse os olhos presos na tela da televisão, assistindo o filme que Harriet tinha escolhido, ainda se mantinha bem atento na conversa que se desenrolava logo ao seu lado.
— Sim, mãe, tenho certeza. — Harriet garantiu pela terceira vez, balançando os pés indicando que Louis deveria voltar a massagear do modo que costumava fazer. — Vou só pra visitar, mas nas férias antes da faculdade… estou bem morando aqui com papai.
Louis não se conteve e sorriu consigo mesmo, olhando na direção de Harriet para descobrir que essa também já tinha um sorrisinho meigo nos lábios.
Porque era exatamente assim que devia ser entre os dois.
A familia continua crescendo e para a infelicidade de Tomlinson toda a mudança hormonal o fez ficar levemente esquecido
Harry,27
Louis, 33
Tw: h!mulhercis, breeding kink
Demorou mas chegou, eu imaginei as outras cenas antes do smut estilo modern family por isso são curtinhas
Talvez essa seja a ultima oneshot por um tempo então deixem seus feedbacks e boa leitura
Sol:)
Harry voltava praticamente pulando de uma consulta de rotina, ela empurrava o carrinho de theo, esse que dormia impertubavel, e tentava chegar o mais rapido possivel em seu carro
Ela dirigia pelas ruas cobertas de neve de londres depois de parar em algumas lojas para terminar de preparar o presente de aniversario de louis
“Theo você acha que o papai vai gostar de uma caixa azul? Ou verde é melhor? Afinal ele sempre fala que gosta dos meus olhos”
“Papa anibesario” o garotinho balbuciava enquanto balançava as perninhas no carrinho
“Sim nenem, aniversario do papai” harry decide por fim pegar uma caixa bege e finalizando a compra
✨
“PAPA!” Theo corre para o colo de louis assim que os dois entram na casa
Louis usava um avental e estava coberto de farinha de trigo, alicia sentada no balcão e igual um fantasma de tanto trigo
“Louis william tomlinson-styles! Que droga vocês fizeram na minha cozinha” harry coloca as sacolas na mesa antes de ir averiguar a situação no comodo
“Cookies!” Os dois falam em conjunto com sorrisos orgulhosos no rosto
Harry sorri tentando manter a postura
“Vamos lili vou te dar banho” harry tira a garota de cima do balcão “você vai tomar banho e dar banho em theo já que acabou de sujar ele inteiro de farinha” ela fala ainda autoritaria e louis olha para a criança em seu colo que tinha o cabelo e as bochechas tambem sujas
“Sim senhora capitã” louis sai correndo com theo que ria em seu colo
Harry ri indo com alicia até o banheiro do quarto das crianças
“Desculpa o papai, mamãe. Ele queria fazer cookies para a senhora não ficar tão brava”
“Ficar brava? Porque eu ficaria brava” harry olha a garota confusa
“Por causa da super surpresa” alicia fala baixo como se falasse um segredo
✨
“Louis para de fazer cosquinha em theo ele acabou de comer!” Harry tentava fazer todo mundo ficar quieto na sala, oque era dificil já que o pai era mais criança do que os propios filhos
“Mamãe é chata não é theo?”
“Posso ter um minuto de silencio?”
“Sim mamãe, fale”
“Eu tenho uma surpresa” louis senta direito no sofá prestando atenção em cada movimento de harry “abre isso” ela entrega a caixinha e louis segura o objeto como se fosse explodir em sua mão a qualquer segundo
“Harry… se isso for uma brincadeira” ele tira o sapatinho minusculo de dentro da caixa
“Dois meses”
“Harry Tomlinson! Meu deus se isso for uma brincadeira juro que nunca mais caio nesse papinho de saudades e que ninguem te fo-“ Harry se apressa em tapar a boca de Louis
“Enfim, a familia vai crescer!” Harry continua ignorando a fala de Louis
“MAMÃE VAI TER NENEM!” Alicia grita correndo até harry
Louis continuava estatico no lugar e theo olhava tudo em confusão
“Nenem?” A voz infantil sooa na sala
“Sim amorzinho, daqui a um tempo você vai ter outro irmão ou irmã”
“Uma criança?” Harry podia jurar que viu lagrimas nos olhos de louis “é serio mesmo?”
“Sim, lou” e finalmente louis levanta do sofá puxando harry para um beijo
“Eca” a voz de alicia sooa de fundo e os dois não podem deixar de rir
“Meu deus” louis se agacha encarando a barriga que tinha uma pequena protuberancia, quase imperceptivel “oi nenem, saiba que o papai é mais legal viu. Eu deixo vocês comerem doces antes do jantar”
“Louis!”
“Falando em surpresas…” louis se afasta seguido de alicia
“Louis william não me venha com esse papo” harry senta no sofa observando os dois irem ate o quintal
Ela só não esperava que alicia iria voltar com um filhote de golden nos braços
Um filhote de golden.
“AUAU!!” Theo correu animado até o cachorro praticamente atacando o animal
“LOUIS WILLIAM TOMLINSON-STYLES! Porque tem um cachorro no colo da minha filha?”
“Esse é o luke, mamãe” louis se “escondia” atras da garota e apenas concordava em silencio
“Luke? Louis você ao menos pensou em perguntar oque eu achava?”
“Mas você falou que ia pensar… e cachorros são otimos com nenens… e ele é só um filhotinho”
“É mamãe ele não pode ficar sem casa”
“Agh oque eu não faço por vocês”
✨
“Amor eu achei os cookies de red velvet com pistache que você pediu!” Louis entra na casa puxando luke pela coleira e tentando equilibrar 3 caixas de doces
Harry estava deitando no sofá da sala com theo deitado com a cabeça em sua barriga e alicia pintando suas unhas com algum esmalte infantil
“Você demorou” Louis percebe como os olhos verdes tinham uma aparencia inchada e o nariz de harry estava vermelho
“Amor eu tive que ir de carro no meio de uma quase tempestade de neve, estava engarrafamento” ele entrega a caixa com 4 cookies para harry e as outra duas caixas com alguns doces diversos para cada criança
“Papai deixou a mamãe triste” alicia diz com um bico antes de começar a devorar o muffin de oreo “ela achou que você foi se encontrar com a mulher loira do escritolio”
“Mulher loira?” O Tomlinson segura a risada observando harry com cara de brava enquanto comia o cookie
“Nunca se sabe quando o seu marido vai te engravidar e te deixar toda feia e gorda e depois ir se encontrar com alguma mulherzinha por ai”
“Hazza, você sabe que isso nunca vai acontecer né?” Ele senta no apoio de pés em frente a Harry “e você não ta toda feia e gorda, amor. Essa é a casa do nosso bebezinho”
“Não é bebezinho! é menina eu ja falei”
“Simsim menina” Louis resmunga contrariado mas não querendo começar outra discursão boba “vou levar Theo para o quarto” ele levanta pegando o garoto que dormia enquanto segurava um pedaço de donut “Alicia já são 7:40, amanhã você tem escola”
✨
“Sabe que dia é hoje, amor?” Louis caminha até harry que passava algum creme tranquilamente na barriga redondinha
“Algo entre 1 e 10 de janeiro” Harry responde observando o mais velho pegar o pote de creme de suas mãos
“8 de janeiro” ele massageia a barriga cheinha enquanto fala calmamente “sabe oque acontece hoje?”
“Não Louis, aniversario da queda do muro de berlim?”
“Nosso aniversario de pedido de namoro”
“Parabens pelo dia que eu quase morri atropelada” ela tira o pote da mão de louis e arruma a blusa do pijama “já vou dormir, prometi ajudar Alicia com o penteado maluco amanhã” a cacheada deita se afundando nos lençóis fofinhos, não prestando atenção na feição frustada de louis
“Foi um otimo pedido, não acha?” Louis continua deitando na costa de Harry e acariciando a barriga por cima do pijama de seda
“Sim Louis, foi um otimo dia”
“Quem diria que 7 anos estariamos juntos com dois filhos maravilhosos, um cachorro adoravel e um pacotinho na barriga, né?” Louis se afundava no perfume do cachos de harry ouvindo apenas um suspiro
“Tecnicamente só eu tenho um pacotinho na barriga” Harry se aconchega em Louis “boa noite, amor” e em menos de 5 minutos Harry dormia tranquilamente deixando um Louis frustado em sua costa
✨
“Sim Luke a mamãe não ama o papai mais” Louis sentava no sofá com o cachorro deitado em sua coxa, esse que aproveitava do carinho em seu pelo “acredita que ela não da mais amor pro papai” o filhote lambe a mão de louis como se estivesse consolando ele “você é o unico que me entende, lulu”
“É né dois cachorros se entendem” Harry aparece no corredor ainda de pijamas e com Theo andando atrás de si “Luke e louis ate combina” Harry ri da própria piada
“Bom dia para a senhora tambem, senhora Tomlinson-styles” Louis levanta caminhando até a cozinha onde ja tinha preparado as paquecas, o café de Harry e o achocolatado de Theo e Alicia
“Panquecas de colação!!!” Theo bate as mãozinhas animados
“Sim nenem panquecas de coração para o theo e pra lili” Louis enfatiza o final da frase
“E porque eu não ganho panquecas de coração? Ta me chamando de gorda louis william?!” Harry cruza os braços em cima da barriga cheinha
“Não é isso, só quem ama o papai ganha panquecas de coraçao” Harry bufa baixinho começando a comer suas panquecas normais, achando o cumulo quando viu que Luke tambem comia petiscos de coração
✨
“Harry? Ta acordada?” Louis brincava com os cachos de harry enquanto terminavam de assistir mais um capitulo de modern family
“To” ela se aconchega contra o peito de Louis aproveitando o carinho nos cachos
“Já parou para pensar que os meus meninões são fortes” Harry o olha confusa
“Teus meninões são fortes?”
“Sim, só foi preciso uma vez e olha só” ele faz como se estivesse mostrando um premio
“Louis por favor” Harry se afasta tentando manter a face seria
“Qual foi? Olha ai o resultado de 6 meses bem lindinho ai”
“Sabia que com 6 meses o bebe ja consegue ouvir?? Não fica dizendo essas atrocidades perto da minha criança”
“A criança tambem é minha, ela saiu de mim lembra”
“Louis william tomlinson-styles!” Harry afunda o rosto no traveseiro tentando terminar aquela conversa ali
✨
“Amor? Harry?” Louis deita na cama se aconchegando na costa de harry
“Vai trocar de roupa Tomlinson! Eu já falei que não gosto de deitem na cama com roupa da rua” harry empurra o braço de Louis que rodeava sua cintura
“Ai quanto estresse” Louis levanta bufando baixinho antes de tirar a calça e a camisa social, jogando ambas peças na poltrona no canto do quarto “como foi seu dia?” Ele volta para a cama, afundando o rosto nos cachos com cheiro de chocolate
“Theo perguntou como que Elijah foi parar na minha barriga” Louis ri baixinho fazendo harry revirar os olhos “não aguento mais Lou… parece que a minha barriga fica 10 kilos mais pesada cada dia que passa”
“Isso significa que o nosso garotinho tá crescendo bem e saudável” ele beija a barriga cheinha, percebendo que harry usava apenas sua camisa como pijama. Oque não ajudou com a sua sanidade mental
“Nada mais cabe em mim” harry levanta ficando em pé no espelho na frente da cama. O Tomlinson observa a cacheada, praguejando baixinho ao que sentiu uma fisgada em seu membro
“Eu acho que vou ter que começar a sair assim…” para a surpresa de Louis, harry retira a camisa larguinha do corpo deixando a lingerie preta a mostra
“Acha é?” Ele se aproxima devagar, os olhos grudados nos seios cheios mal sendo cobertos pelo sutiã rendado
“Acho… se bem que já nem cobre meus peitos Lou, olha como eles estão cheios” harry busca as mãos fortes e a colocando em seus peitos, Louis aperta sentindo a carne macia preencher sua mão
“Acho que você vai ter que ficar sem eles também” ele puxa as alcinhas finalmente liberando os peitos doloridos “assim eles me parecem muito melhores” harry geme baixinho ao que Louis aperta os biquinhos durinhos
“Chupa eles, Lou” harry tenta puxar a cabeça de Louis contra si mas ele se afasta
“Que apressada” ele senta harry na cama antes de passar a lingua devagar por uma das aureolas amarronzadas “não acho que eu deveria fazer oque você quer” louis belisca os biquinhos sensiveis antes de se afastar caminhando até o banheiro
“Lou…“ harry o segue, o preto tomando o verde de seus olhos no exato momento que ve seu marido embaixo do chuveiro, a agua escorrendo pelo torso bronzeado e o pau duro em seu estomago “louis… deixa eu te ajudar” ela entra no box se ajoelhando na frente do mais velho, ele ri baixinho com quão desesperada ela parecia
“Tenho me dado muito bem sozinho, harry” o dedão de louis contorna os labios inchadinhos antes de invadir a boquinha vermelho “não preciso de você” ele esfrega o dedo babado no rosto corado
“Desculpa, amor” ela se aproxima afoita, esfregando o rosto na coxa de louis, a centrimetros do pau que brilhava a pré gozo
“Que desculpas vazias, hazza” ele masturba o membro devagar observando harry choramingar embaixo de si
Harry deixa alguns chupões e mordidas pela pelves do outro, os olhos azuis gelidos focados em cada movimento seu
“Deixa eu te chupar” ela fala devagar substituindo a mão de louis pela sua
Louis guia a cabeça de harry, deixando-a chupar apenas a cabecinha
A cacheada geme em deleite sentindo o gosto da pré porra invadir seu paladar
Louis se afasta prensando a mulher contra a parede, começando a estocar contra os labios vermelhos
“Porra, Harry” os fios castanhos serviam como o unico apoio “você sabe que me tem na porra da ponta dos seus dedos, né amor?” Harry lagrimejava mal conseguindo respirar entre as estocadas “veio se rastejando porque não consegue ficar um tempo sem pica” louis força a cabeça de Harry contra a sua pelves, gemendo baixinho cada vez que Harry se engasgava tentando se afastar “você veio se rastejando porque sabe que eu vou ceder” ele solta harry que ja esta a praticamente sem ar, a cacheada se afasta tossindo e com a respiração desregulada
“Eu sempre fui boazinha pra você, amor” ela levanta e começa a beijar o torso molhando de Tomlinson, o olhar verde intenso o encarava como um animal encarava sua presa
“Foi boazinha, amor?” ele puxa os cachos, a forçando contra o vidro do box “na primeira oportunidade você saiu dando pra qualquer mocho que passasse na rua, Harry” a mão forte estapeia a bunda lisinha
“Lou… você sabe que não foi bem assim”
“Ah não? Sabia que eu não me admiraria se esse bebê fosse de algum macho qualquer que você se encontrou” os apertos firmes de Louis faziam harry vacilar, sua mente processando cada vez menos ao que lentamente os dedos com a tatuagem “28” começavam a brincar com seu clitoris
“Você sabe que eu sou sua, Lou” harry apoia a cabeça no ombro de seu marido
“Pena que só lembra disso quando quer pica” ele penetra o indicador e o anelar na grutinha molhada fazendo harry gemer manhosa em seu aperto “mas agora vou me certificar de que você não vai mais esquecer” ele retira os dedos e deixa um tapinha no grelinho inchado
Harry rebola devagar contra o pau de louis, encaixando perfeitamente entre as bandas gordinhas de sua bunda
“Eu poderia foder seu cuzinho, amor” o moreno finge estocadas contra as reboladas de harry, ouvindo ela gemer revirando os olhos “mas a gente tem que treinar sua bucetinha, como que outro bebe vai passar por ela? Ela é tão apertadinha” ele encaixa o pau entre as coxas grossas de harry, estocando ali. O melzinho de harry se misturando com a agua que escorria constantemente em seu corpo
“Me fode, amor. Bem gostosinho” nessa altura harry ja havia se tornado uma bagunça, a bagunça mais erotica que Louis pode apreciar
A bochecha corada apoiada no vidro, os lábios vermelhos formando um biquinho adorável e os cílios longos descansavam em sua bochecha
“Só quando aprender que realmente é minha, harry” harry o olha por cima do ombro, um olhar quase inocente mas no fundo Louis sabia que sua mulher não passava de uma puta “não posso foder a coisa dos outros, certo amor?”
“Mas você… sabe que eu sou sua, Lou” os olhos lagrimejavam e ela mal conseguia terminar a frase de um jeito coerente
“Não tenho tanta certeza”
“Mas eu sou” o tom da garota começava a ficar visivelmente mais desesperado “eu sou sua, todinha sua” ela tenta se virar mas Louis volta a forçar seu rosto contra o espelho “eu sou sua papai! Minha buceta é só sua” ele aumenta as estocadas sentindo harry apertar as coxas e gemer desesperadinha
“É minha?” Um tapa é desferido na bunda gordinha
“Sim! Só do Lou” ele puxa Harry contra o seu peito pelo pescoço leitoso, observando a carinha chorosa da cacheada “só o Lou pode me foder, só você pode botar quantos bebês você quiser na minha barriga” ela esfrega o rosto na barba rala do outro, o cheiro dele invadindo todos seus sentidos “e eu nunca vou nem reclamar” isso foi o estopim para a perda de qualquer resto de autocontrole que Louis inda tinha.
Ele desligou o chuveiro e puxou harry para seu colo, caminhando até a cama larga e pouco se importando se estavam molhando o chão ou os lençóis
Louis se encaixou entre as coxas de harry e não demorou muito para estocar contra a bucetinha molhada
Harry gemia e arranhava as costas largas em busca de apoio
“Lou… isso… me da mais nenens” Harry sentia a sensação no seu baixo ventre que ela tanto sentiu falta começar a se formar
As pupilas já tinham tomado conta dos olhos azuis e louis sequer raciocinava, era como se harry fosse a sua droga
“Porra, porra, porra” ele goza sentindo as coxas de harry tremerem ao redor de sua cintura e as costas arquearem em um orgasmo
“É bom que não se esqueça de quem você é” louis deita puxando harry para o seu peito
A cacheada tinha os olhos fechados ainda aproveitando a sensação pos-orgasmo e o carinho calmo em sua barriga
louis mafioso francês, louis39, ltops, hbottom, hinter, harry19.
algumas palavras estão em francês e o significado está logo abaixo da fala entre parênteses, tw: uso de armas e facas, menção a sangue, sequestro, uso de entorpecentes, morte.
essa one é totalmente dedicada a @ltops, que desde o começo me incentivou a escrever, mandou a foto que me inspirou a escrevê-la e no desenrolar da one me ajudou muito dando todo o apoio possível. Não consegueria escrever essa one sem você, te amo! obrigada por entrar na onda das minhas loucuras
☆
O cigarro rotineiro estava entre seus dedos, o cheiro de nicotina se espalhava pelo cômodo grande, seus olhos azuis admiravam os pingos grossos de chuva que rolavam pela janela de vidro que vinha desde o teto até o chão, Marselha sendo admirada por suas orbes azuis.
Sua cabeça latejava um pouco pelo estresse acumulado de dias, seu corpo todo estava dando sinais óbvios do cansaço, no entanto Louis continuava a fechar os olhos pra isso. Suas mãos apertaram o osso de seu nariz e seus olhos se fecharam no mesmo instante em que sua cabeça tombou para trás no encosto da cadeira.
Sua cabeça latejou mais uma vez, quando seu celular começou a tocar incessantemente sobre a mesa de seu escritório, seus olhos rolaram pra dentro de suas pálpebras, ele achou até mesmo que ficariam presos, antes de avistarem o nome de Pierre brilhando na tela.
─ Tomlinson? ─ ele disparou de maneira rápida assim que Louis o atendeu. Ele apenas resmungou ─ Tá acompanhando a rota da mercadoria?
Louis piscou os olhos de forma preguiçosa.
─ Não, Pierre. ─ no mesmo instante Louis começou a ligar seu computador, acessando o programa qual tinha rastreio de todos seus carros.
Notou que o programa não acompanhava mais o trajeto do caminhão que estava transportando seus entorpecentes, atualizou o sistema vendo se de tal maneira conseguia o compartilhamento de rastreio, o que não aconteceu.
─ Pierre, por que o compartilhamento de rastreio não está disponível? ─ Louis questionou de maneira dura.
Pôde escutar o moreno respirando fundo antes de erroneamente começar a falar de maneira baixa. ─ Foi exatamente por isso que te liguei chefe, Antoine me ligou dizendo que estava acompanhando todo o caminho, quando chegou perto de um túnel, sumiu de mapa.
Louis respirou fundo, suas mãos deixaram o celular ainda na chamada em cima da mesa, em seguida as duas esfregaram a pele de seu rosto puxando seu cabelo pra trás.
─ Vocês já tentaram conversar com Lucien? ─ ele levantou da cadeira começando a andar pelo escritório. Pierre o respondeu de maneira rápida com um resmungo positivo apenas. ─ Porra e o que ele disse?
─ Ele não atende as ligações chefe, o celular chama, chama, chama e ele não atende ─ Louis olhava a cidade pela janela como se seu estresse pudesse ir embora junto com os pingos de chuva que batiam no vidro.
─ Caralho. Pierre faça o que você conseguir pra ter o rastreio de volta, vou ver o que consigo fazer por aqui.
Louis desligou a chamada e jogou o celular na mesa. Se sentou sobre a cadeira e acessou novamente o programa de rastreio, continuava da mesma maneira, o pequeno símbolo que rastreava todos os carros registrados brilhava no canto da tela, ele apertou e esperou a procura, nada aconteceu novamente.
Louis bufou e deixou um murro sobre a mesa, sua cabeça latejava incessantemente e todos seus músculos agora estavam rígidos. Ele se levantou de maneira rápida indo até o canto do escritório, no copo pequeno ele despejou uma pequena dose de whisky e o virou em sua boca.
A bebida quente desceu queimando toda sua garganta e relaxando seu corpo. Louis pegou o celular e abriu o aplicativo de mensagens, procurou pelo contato de Théo, enviou duas mensagens e fechou novamente o celular.
“Théo, que caralho está acontecendo com o caminhão?"
“Eu não posso perder a porra dessa carga"
Louis era o chefão da maior máfia da França, derrière les yeux bleus a cidade toda era sua. Marselha pertencia a Louis, ele era um homem de influência, seu nome era conhecido por quase toda a Europa, uma boa parte do Reino Unido também fazia parte dos negócios de Louis, assim como algumas cidades da Suíça e Itália.
Mas seu ponto alvo mesmo era Londres, onde tinha uma rincha com Des, o homem era chefe de uma máfia Londrina. A máfia de Des, era pequena e não vendia das melhores mercadorias o que o fazia ser escasso.
Diferente de Louis que tinha influência na cidade, era respeitado por todos os moradores dali e sempre tinha das melhores mercadorias. Por esse motivo Des tinha uma grande raiva de Louis, o homem de meia idade estava sempre fazendo de tudo pra derrubar os serviços dele, assim como sempre tentava manipular as cargas de Tomlinson.
No entanto o homem nunca havia conseguido, toda vez que tentava Louis ficava sabendo, e era o de olhos azuis mesmo que resolvia. O que quase sempre acontecia, quem ficava responsável por quase todas as atividades do grupo era Pierre e Théo.
Louis ficava com a parte de acerto de contas, Pierre lhe enviava os nomes dos devedores, ou daqueles que compravam grandes quantidades pra repassar pra máfias inimigas, porém Louis gostava do que vinha depois. Gostava de torturar as pessoas que achavam que eram mais inteligentes que ele, gostava de ver o medo nos olhos deles quando eram colocadas no galpão.
Louis gostava de que as pessoas soubessem com quem estavam se metendo.
O nome de Antoine brilhou na tela do celular de Louis e ele rapidamente atendeu, estava impaciente.
─ Antoine, conseguiu encontrar a carga? ─ ele disparou depressa assim que atendeu.
─ Louis, já fiz de tudo, já liguei pro Lucien, já rastreei a placa do caminhão, já vi todas as câmeras das rodovias e nada. ─ ele bufou como se não encontrasse mais nada pra fazer.
Louis passou a mão sobre seus cabelos e logo em seguida pegou seu maço de cigarro no bolso, acendendo um.
─ Cara, eu não posso perder a porra dessa carga, eu tenho que encontrar quem foi o filha da puta que desviou minha carga. ─ ele soltou a nicotina de seus pulmões. ─ E quando eu encontrar eu mesmo mato ele. Antoine não para de tentar, eu vou resolver isso.
O homem do outro lado só concordou e desligou.
Louis procurou em seus contatos o número de Lucien, ele quem transportava a carga, tinha que atender Louis. Tomlinson sabia que na maioria das vezes em que uma carga era desviada do seu real destino, a quadrilha inimiga só atendia a ligação do chefão, e bem Louis era esse chefão agora.
Ele clicou sobre o contato de seu capi e escutou a chamada se iniciar. Tocou uma, duas, três e até quatro vezes antes que ela fosse recusada. Louis franziu as sobrancelhas antes de tornar a ligar. Tocou uma, duas, três, quatro e na quinta chamada ele atendeu.
─ Alô? ─ Louis perguntou.
Um chiado alto podia ser escutado no fundo, várias vozes podiam ser ouvidas também.
─ Lucien? ─ ele tentou mais uma vez.
─ Calem a porra da boca seus vagabundos. ─ Louis reconheceu a voz áspera e velha. ─ Até que enfim Louis, achei que não fosse ligar.
Louis deixou uma gargalhada sarcástica entrar pelo microfone do seu celular.
─ Você tá fudido você sabe, não é? ─ ele sugou mais uma vez a nicotina de seu cigarro.
─ Estou morrendo de medo Louis, realmente, estou até tremendo ─ a voz rude o dava nojo e repulsa, Louis queria cuspir na cara dele.
Louis se levantou de sua cadeira e olhou pelo vidro de sua janela, o sorriso maléfico começava a surgir no canto de sua boca.
─ Des, eu espero do fundo do meu coração que você tenha aproveitado sua vida até o dia de hoje, porque dele você não passa. ─ Louis sentia seu sangue borbulhar. ─ E você não passa porque eu mesmo vou matar você, seu filho da puta.
A risada de deboche soou do outro lado, foi a última coisa que Louis escutou antes de desligar.
Era óbvio que Styles estava por trás disso tudo, ele estava passando uns dias na cidade vizinha, provavelmente já havia pensado em tudo para que pudesse desviar a carga de Louis.
Ainda no escritório com o telefone na mão, abriu o grupo de mensagens que tinha com Pierre, Théo e Antoine e começou a digitar:
“Foi o filho da puta do Styles que pegou minha carga, comecem a rastrear o celular dele e dos capangas, quero todos os envolvidos nessa cachorrada no galpão, cuidem disso pra mim”
“Estarei ocupado até perto da meia noite, depois encontro com vocês no galpão. Não matem o filho da puta, eu quero fazer isso.”
Louis deixou seu celular sobre a mesa e pegou o reserva que só recebia chamadas, o colocou em seu bolso e antes de sair do escritório bebeu mais uma dose de whisky.
O magnata saiu em direção ao seu quarto, pelo caminho já começou a retirar seu terno azul escuro junto de sua gravata. Chegou em seu quarto e jogou tudo sobre a cama.
Em seu closet vestiu sua calça social preta com seu cinto da mesma cor, os sapatos brilhantes, sua camisa de botões também preta, e por cima somente um terninho. Abriu a gaveta que tinha seus revólveres e puxou o mais novo dentre todos os outros, era brilhante e reluzia contra a luz amarelada do cômodo, Louis prendeu em sua cintura e mais uma vez na mesma gaveta retirou sua faca, assim como seu revólver ela também reluzia, sua lâmina era em um preto fosco com alguns detalhes enfeitando-a, alguns desses decoravam o cabo dela. Ele a prendeu no protetor e colocou na sua cintura, no lado oposto ao da arma.
Saiu do closet e seguiu até sua mesa de cabeceira, de lá pegou suas luvas de couro, estavam novas e limpas -pelo menos até agora- pegou também a touca preta que fazia algum tempo que não usava. Louis desceu depressa de seu quarto pegou a chave de sua Bugatti Centodieci e saiu em direção a ela na garagem, assim que entrou a primeira coisa que fez foi desativar o rastreio no aparelho que tinha em seu bolso.
Se Des queria conhecer Louis de verdade, agora ele conheceria. E se ele queria jogar, Louis ganharia.
Tomlinson sabia exatamente o que faria enquanto dirigia pela rodovia vazia e comprida, suas mãos apertavam o volante conforme ele se aproximava de seu real destino, seu coração bombardeava sangue mais rápido por todo seu corpo o deixando nervoso, o porquê disso e de toda essa reação ele não sabia, estava acostumado a fazer isso e hoje não seria diferente.
O automóvel entrou na pequena estrada de terra que ficava do lado direito da rodovia, as arvores cercavam o carro de Louis e o sol que já se punha ao fim do horizonte iluminava seus cabelos castanhos. A poeira subia conforme Louis acelerava pelo caminho.
Foram somente mais três minutos até que ele avistasse a casa grande que ficava escondida no fim da estrada, o sol reluzia nas janelas grandes da mesma forma que iluminava as gigantes arvores que cercavam o casarão. Louis sabia exatamente o porque da casa ser tão escondida e cercada de arvores gigantes, Des gostava de se esconder pelas merdas que fazia.
Louis desligou o carro em uma distância boa da casa, vestiu a touca preta que cobria seus cabelos, sua boca, e deixava somente seus olhos azuis de fora, suas luvas também foram postas em seus dedos, antes de descer do carro certificou de pegar o saco de renderização e um pano que estava ali. visualizou o horário em seu celular. 18:25, ele suspirou e saiu deixando o carro sem trancar.
Se aproximou do portão preto da casa e viu um dos capangas de Des vestindo terno e com uma postura invejável, ali Louis teve a resposta que queria, a casa não estava vazia. Louis se abaixou e mirou a ponta do revólver na cabeça do homem, não esperou nem mais um minuto antes de destravar e puxar o gatilho, acertando o tiro diretamente na testa dele.
O corpo caiu no chão e Louis foi rápido em se aproximar para verificar os batimentos do homem, que já não existiam mais. Louis pulou o corpo entrando assim na casa de Des, o jardim vasto e verde na frente da casa estava vazio e Louis suspeitou que somente a pessoa pela qual ele procurava estava ali, afinal ninguém se preocupou com o barulho do tiro.
Tomlinson começou a andar devagar pelo jardim, a porta da frente estava fechada, mas não trancada, Louis só precisou a forçar para baixo que conseguiu entrar. Seus olhos analisaram a sala que também estava vazia, a cozinha estava da mesma maneira, Louis subiu as escadas da casa em silêncio, não queria assustar sua vítima.
O quarto estava com a porta aberta, mas assim como os cômodos debaixo também estava vazio, no entanto Louis entrou no cômodo, as paredes em uma cor de creme, a cama de casal estava com o cortinado em um véu fino, o colchão estava repleto de almofadas rosinhas, assim como um ursinho.
Louis foi até a janela do quarto, o vidro fechado dava vista para parte traseira da casa, a piscina de cor azul clarinha já era coberta pela sombra, as espreguiçadeiras estavam postas nos pisos em volta da piscina e foi ali que Louis a viu. Um livro estava nas mãos dela, Tomlinson não podia ver muito da garota, mas o que podia enxergar já o deixava ansioso.
Sabendo exatamente para onde ir, ele desceu as escadas da casa depressa e seguiu pela cozinha, a porta dos fundos estava aberta e Louis soube que era por ali que ela havia saído. Ele diminuiu a força que colocava em seus pés e a velocidade de seus passos, segurou a arma em sua mão, estava travada, nunca faria mal algum para aquela coisinha de cachos.
Se aproximou de forma lenta da cadeira e pôde ver as mãos segurando o livro, as unhas estavam pintadas de preto, Louis lentamente parou atrás da menina e se abaixou devagar, pode sentir o cheirinho gostoso que vinha da pele dela assim como dos cachos que estavam cheirando a baunilha. Ela estava tão entretida no livro que nem mesmo notou a presença atrás dela.
Lentamente Louis levou o cano do revolver até a cabeça dela, sentiu quando ela abaixou o livro e tentou se virar, mas Louis foi mais rápido em colocar uma de suas mãos na boca dela, sua luva preta cobria toda a boquinha rosa e agora ele podia ver de canto os olhos verdes arregalados, os cílios batiam na maçã do rosto dela. Ele escutou a respiração começar a ficar falha e desregulada e o corpo querer começar a reagir.
─ Shh...Não se mexe, não vou te machucar ─ Louis garantiu. ─ Não faz nenhuma gracinha e fica bem quietinha, tá me entendendo?
A menina assustada apenas balançou a cabeça de maneira rápida indicando que ficaria quieta.
─ Levanta daí ─ ele continuou com a arma na cabeça dela enquanto ainda mantinha a boca da garota fechada.
Ela o obedeceu e fez o que ele pediu, parando em frente a ele, de costas. Em seu corpo tudo o que tinha era um vestido minúsculo de cor creme com cerejas espalhadas por ele todo, os cachos estavam meio presos e meio soltos pelos ombros a tornando ainda mais angelical.
Louis tirou a mão da boca dela pra puxar o pano que estava em seu bolso.
— P-porque tá fazendo isso c-comigo? P-pega o q-que quiser e m-me deixa — a voz era chorosa e fazia Louis querer desistir.
— Eu quero você boneca. — Louis respondeu simples — E se eu não me esqueça mandei você ficar quietinha.
A menina abaixou a cabeça colocando a mão em frente ao corpo. Ela sabia que seu pai fazia coisas erradas por isso nunca se envolvia em absolutamente nada das coisas sujas com medo de acontecer exatamente isso que estava acontecendo agora, neste exato momento.
E ela também sabia que seu pai não se importaria se fosse preciso da ajuda dele pra tê-la de volta.
Louis passou o pano pela boca dela, prendendo-o na nuca, não tão forte mas forte o suficiente para impedir que ela falasse qualquer coisa. Com suas mãos calejadas Louis virou a menina de frente pra si, os olhos verdes dela brilhavam em lágrimas, algumas já escorriam pelas bochechas branquinhas, Louis levou suas mãos até elas limpando o rosto delicado com suas luvas.
— Não chora boneca, eu não vou te machucar — ele garantiu mais uma vez a ela.
Ela ainda tinha os olhos chorosos quando Louis tirou o saco de seu bolso, ele levantou até em frente aos olhos dela, esses que se espantaram na hora.
— Vou colocar em você e você vai ficar quieta, pode ser? — Harry assustada só chacoalhou a cabeça.
Louis vestiu o pano na cabeça dela e a abertura embaixo não impedia que ela respirasse. Dessa maneira Louis começou a guiá-la para dentro da casa, ele passeou com o corpo a guiando como uma marionete. Ela andava em passos lentos pela sala de sua casa e em seguida era guiada a porta de entrada.
Louis andava logo atrás dela, ele mantinha sua mão nas duas da garota, que estavam nas costas da mesma, ele estava sempre verificando aos redores, afinal não sabia o que poderia vir dali. Assim que chegou no carro, a colocou no banco traseiro.
— Tente qualquer coisa, faça uma graça, que eu acabo com você. — sua voz era grossa e intimidante.
Ele fechou a porta com uma força calculada pra que fizesse o corpo dela pular no banco. Assim que ele entrou no carro pegou o celular de seu bolso e começou a digitar o número de Des, sabia que seus homens ainda não tinham o capturado.
— Alô? Quem é? — a voz deixava Louis enojado.
— Chore pro seu pai ter dó de você, chore, quem sabe assim ele não vem te libertar — Louis falou a garota e levou o celular até a boca de Harry.
Murmúrios saíam da boca dela, o pano impedia que qualquer palavra saísse dali. Louis sentia pena de Harry, não queria machucá-la de verdade e não estava, era apenas chantagem ao próprio pai.
— Harry? — ele perguntou desconfiado — Quem é que está fazendo essa brincadeirinha ein?
Louis sorriu maléfico.
— Quer sua filhinha de volta, Styles? — Louis sorria por debaixo da máscara — Devolva a porra da minha carga.
Tomlinson escutou o exato momento em que a gargalhada cortou o silêncio do carro.
— Acha mesmo que eu me importo com essa daí? Pode levá-la, não vai me fazer falta alguma — as palavras eram bruscas e deixavam o carro com um clima desconfortável. — Leve-a para onde quiser, não me importo.
— Espèce de fils de pute inutile.
(Seu filho da puta inútil)
Louis deligou o telefone com raiva, seu sangue borbulhava em suas veias tanto por sua carga tanto pela maneira como Des havia falado de Harry. Essa que estava no banco de trás soltando pequenos soluços.
— Pare de chorar. — ele mandou.
Tomlinson não podia ser coração mole, pelo menos não agora, apesar de seu coração doer por saber que Des tratava Harry, uma garota tão doce e angelical dessa forma.
Louis conhecia Harry desde que a menina tinha completado seus 15 anos, se lembra da festança que o pai tinha dado a ela, o falso tratamento enquanto estava no meio de todos, a chamando de filha, dizendo no meio de todo mundo o quanto a amava e o quanto a de olhos verdes era importante. Desde então Louis nunca mais havia visto a menina pessoalmente, mas estava sempre entrando nas redes socias dela vendo cada publicação que fazia.
Seja dos cachos, da piscina, do sol que batia na janela dela, dos biquínis novos que comprava e até mesmo dos livros que decoravam a prateleira dela. Apesar de não ter um pai presente e do jeito que merecia, tinha tudo o que queria.
Louis viu seu celular vibrar no banco e mesmo com a tela bloqueada pôde ler a mensagem de Théo. “Pegamos o filho da puta e os capangas de merda, a carga já está com a gente”
Louis sorriu, mas ainda tinha mais uma coisa que precisava fazer antes de acabar com a vida dele.
☆
Tomlinson estacionou o carro na garagem de sua casa e ativou o sistema de rastreio. A viagem havia sido feita em completo silêncio, Louis até achava que a garota havia dormido, no entanto quando abriu a porta traseira e encostou no braço dela viu que ela estava mais acordada do que nunca.
Louis agora já estava sem máscara, sabia que provavelmente Harry também já soubesse que era ele quem estava ali. Suas mãos puxaram o saco da cabeça da menina, liberando o rosto pálido.
Que não estava tão pálido assim, já que as bochechas estavam vermelhas de tanto chorar e os olhos inchados. Tomlinson levou as mãos até as bochechas limpando as lágrimas, ele deixou um beijo sobre a bochecha gelada e salgada dela antes de a guiar pra dentro de sua própria casa.
Os olhos verdes estavam atentos, olhavam em volta e brilhavam a cada pequena coisa que via. Louis a colocou no sofá e passou a mão nos cachos os afagando. Seu rosto estava suave e não passava medo algum a Harry, ela também já o conhecia o suficiente.
Louis se sentou sobre a mesa retangular que ficava no centro de sua sala e pegou o seu celular que havia deixado ali mesmo. Ele certificou de Harry olhasse exatamente pra ele e tirou uma foto. Fez questão de compartilhá-la com Des, pra que soubesse que sua filhinha de agora em diante, seria dele.
Tomlinson jogou o celular no sofá e foi até seu barzinho, despejou uma dose de whisky, se sentou de maneira despojada na poltrona e bebericou o líquido, ele desceu rasgando sua garganta, tanto que fez Louis fechar os olhos e jogar a cabeça pra trás.
Nesse exato momento, Harry se levantou do sofá e começou a correr, Louis imediatamente abriu os olhos e viu a menina indo em direção a cozinha, o mais velho deixou o copo na estante e correu atrás da menina.
Ela tentava impacientemente abrir a porta dos fundos, porém viu quando Louis chegou na cozinha e não teve outra escolha a não ser puxar uma das facas que estavam sobre a bancada da cozinha. Ela segurava a faca com as duas mãos apontando diretamente pra Louis que estava a poucos metros dela.
Esse que arqueou as sobrancelhas e sorriu sádico.
— Huh, quer dizer então que vai me machucar? — Louis lentamente levou a mão até o revólver em sua cintura — Tsc tsc, vai ser uma tentativa falha petit, eu gosto da dor sabia? Principalmente se ela for causada por garotinhas burras e ingênuas como você.
(pequena)
Harry tinha os olhos atentos em Louis, mas não o bastante pra perceber quando ele chegou perto o suficiente e tirou a faca da mão dela. Ele foi rápido em jogar a faca na pia e puxar a menina contra si.
Sua mão puxou o revólver e levou até a cabeça dela, não iria atirar, mas puxou o gatilho apenas pra sentir a respiração desregulada dela.
— Você é mesmo desobediente, hm? Disse pra você ficar quietinha e não tentar nada. Bonequinha burra.
Ele a levou de volta pra sala e a sentou no mesmo lugar, porém tirou o pano da boca dela somente pra amarrar os pulsos dela. Ainda com a arma em mãos pegou seu celular e dessa vez começou a gravar.
— Des, você é realmente um péssimo pai, não ensinou nem mesmo o básico da obediência à sua filha. Uma garotinha tão burra e desobediente. — Ele gravava o rosto da garota com a revólver apontado na cabeça dela.
No entanto os olhos de Harry não transmitiam medo, tinham um brilho aceso, um brilho quente, um brilho ardente.
“Será que sou eu quem vou ter que ensiná-la a ser uma boa garota Des? Por que eu acho que nem você vai ter tempo de ensiná-la né? Porquê agora você não fala nada boneca? É só quando está comigo que é desobediente?”
A menina nada dizia. Tomlinson encerrou o vídeo e enviou mais uma vez a Des, sabendo que seus homens mostrariam a ele. Louis segurou seu celular nas mãos e pegou seu copo de whisky novamente, bebericou a tempo de ver que a mensagem havia sido respondida.
Era uma mensagem de voz.
“Ela sempre foi uma menina burra. Uma garotinha estúpida que nunca obedecia ao próprio pai, uma completa mimada. Não sei como ainda está com ela, esta garota não vale nada, fico até mesmo surpreso que tenha pego ela e não meus pertences caros.”
Tudo o que Louis sentia era nojo escutando a voz rude de Des na mensagem, Harry no entanto tinha uma pequena lágrima no canto da bochecha.
Louis chegou perto da garota e como já havia feito duas vezes, secou mais uma vez a gota salgada. Se sentou em frente a ela na mesa de centro, os lábios estavam tão vermelhos por terem ficado presos por tanto tempo.
O mais velho bebericava da bebida alcoólica enquanto observava o modo inquieto de Harry.
— Porque eu? — ela perguntou baixo.
Louis limpou o canto de seus lábios e rodou a boca do copo. Ele arqueou as sobrancelhas antes de respirar fundo e responder a pergunta.
— Porque diferente do seu pai, sei que você não é uma garota burra. Você pensa em exatamente tudo o que vai fazer, sabe das consequências de seus atos.
Ela ergueu os olhos, mais uma vez aquele brilho se apossava das íris esverdeadas e porra, aquilo só aumentava a vontade de Louis de afundar sua língua na boca dela.
— E o que te faz pensar isso sobre mim? — ela perguntou erguendo uma das sobrancelhas.
Louis sorriu ladino.
— Porque eu sei que você não correu pra cozinha na intenção de fugir, mas sim na intenção de me irritar pra te tratar com brutalidade. — ele bebericou enquanto via a garota vacilar. — Porque você gosta de chamar atenção, gosta de ser uma boneca pidona, gosta de implorar com esses olhos verdes.
Ela lambeu os lábios e manteve seus olhos em Louis, ela mexia os dedos e chacoalhava a perna deixando claro sua impaciência. Louis virou a bebida em sua boca e se levantou ficando em frente a ela no sofá.
Suas mãos escorregaram até os cachos dela, afagaram sua cabeça em um carinho lento, ele jura que quase a ouviu ronronar e roçar o rosto em sua perna como uma gatinha manhosa. No instante seguinte ele puxou os cachos dela pra trás com força, a assustando.
— Tá vendo? É só te dar o que você quer que você se torna uma boneca manipulável. — ele levou a outra mão até a bochecha dela, passeando com a luva de couro ali na pele lisa.
Ela tinha os olhos atentos nos azuis de Louis, eles não demonstravam os reais sentimentos dela, porque Louis via ela apertando os dedos da mão de forma impaciente.
— Sabe, vou ter que concordar com seu pai pelo menos em uma coisa — ele disse de maneira lenta ainda fazendo carinho no rosto dela — Exatamente na parte onde ele diz que você é uma garotinha completamente mimada. Por que é o que você é não é Harry? Uma boneca mimada, que adora ter tudo o que quer, na hora que quer, não é? Hm?
Os olhos dela brilhavam, brilhavam como uma das estrelas que pintavam o céu naquela noite. Assim como havia puxado os cachos de maneira rápida também os soltou da mesma forma.
Ele lentamente voltou até sua poltrona e se sentou, uma perna pra cada lado, completamente com as pernas abertas, as mãos com as luvas dançavam por sua coxa. Louis tirou um maço de cigarro de seu bolso enquanto ainda era assistido por olhos verdes flamejantes, levou até seus lábios e acendeu, a chama alaranjada iluminando seus olhos azuis.
O celular de Louis vibrou em cima da mesa, era uma chamada de Des, Tomlinson ficava espantando em como o homem ainda tinha coragem de o ligar. De qualquer maneira o magnata atendeu.
— Chefe, ele insiste em pedir pra ligar — era Pierre.
— Deixe esse nojento falar logo, tenho mais o que fazer. — Louis disse impaciente.
Escutou de forma abafada Pierre pedir para que ele falasse logo.
— Você é mesmo um idiota né Louis? — Tomlinson sabia o que vinha pela frente, será que a até o último minuto de sua vida ele continuaria a insultar a própria filha? — Tinha milhões guardado no meu cofre, tinham carros que valiam bem mais do que essa garotinha aí e você resolveu a pegá-la? Você podia ter pego qualquer revólver que quisesse no quarto ao lado dela, qualquer coisa Louis, mas você quis essa menininha estúpida.
Louis tinha um sorriso em seu rosto, somente escutava as coisas nojentas que Des falava sobre a filha enquanto essa estava de cabeça baixa no sofá.
— Você é mesmo um nojento, né Des? Eu sei que está falando tudo isso porque na verdade está com ciúmes da sua filhinha, porque agora ela é minha, agora eu vou cuidar dela e mimar ela do jeito que você poderia ter feito, mas foi um pai tão nojento e inútil que nem isso você consegue.
Enquanto Louis falava dessa maneira de Harry ele via os olhos dela brilhando, brilhando e borbulhando em lágrimas. Louis a chamou, suas mãos batiam lentamente em sua coxa, em um convite mudo e silencioso pra que viesse até ali.
— Vem aqui boneca, ajoelha aqui no meio das minhas pernas. — ele disse baixo, em um pedido que foi rapidamente obedecido. — Sinto muito Des que você tenha sido tão inútil como pai e como o chefe de uma máfia também.
Sem mais nem menos Louis desligou a chamada, deixando a sala em silêncio. Ele sugou a nicotina pra dentro de seus pulmões e sorriu pra Harry. Essa que estava ajoelhada no meio de suas pernas com uma cara pidona, os olhos piedosos faziam Louis querer se afundar nela.
— Seu pai é tão mal com você não é, minha boneca? — ela balançou a cabeça esfregando sua bochecha na coxa dele enquanto sentia ele afagar sua pele. — Ele é tão doente, mas sabe de uma coisa?
Ele viu os olhos de Harry voltarem pra si e brilharem. Ela levantou as sobrancelhas em uma resposta muda.
— Je peux être ton papa, posso ser o papai que você quer. — ele puxou o cigarro em sua boca mais uma vez soltando a fumaça no rosto dela.
(Eu posso ser seu papai)
— P-pode Lou? — ela perguntou com uma inocência forçada, uma que ele sabia que não existia naquele corpo.
Louis acariciou a bochecha dela.
— Posso, bonequinha. Você só precisa implorar. — ele falou simples passando o dedão sobre o lábio dela — Implora pra mim, implora pra que eu seja seu papai e te use como você merece, implora pra mim com essa boquinha rosa.
Nesse momento a luva de Louis estava jogada sobre a mesa de centro da sala. Harry mais uma vez borbulhou os olhos em lágrimas e fez um bico pidão, as sobrancelhas repuxadas.
— P-por favor, Louis. Eu quero tanto que você seja meu papai, que você me trate como sua bonequinha e me deixe ser totalmente sua. E-eu prometo ser uma boa garota, prometo ser uma boneca boa pro meu papai usar. Por favor.
Louis sorriu ladino, com uma mão segurou a faca que tinha em sua cintura e forçou a lâmina no pescoço dela enquanto a outra mão se apossava dos cachos. Os olhos da garota transmitiam o brilho da luxúria.
— Você é tão manipulável amor. — ele raspou os lábios no dela — Vraiment une petite poupée gâtée et stupide.
(Verdadeiramente uma bonequinha mimada e estúpida.)
Louis a levantou do chão pelos cabelos, segurava forte os fios cacheados, a trouxe para seu colo, sentando a bunda dela em sua coxa. Sua mão ainda mantinha a faca no pescoço dela, a outra agora afagava a cintura.
─ Não tem medo boneca? ─ ela franziu as sobrancelhas como se perguntasse o porquê ─ Medo de morrer exatamente aqui no meu colo, é só eu forçar um pouquinho mais essa faca que você vai ter uma morte linda aqui na minha frente.
Ela sorriu ladino e lentamente se aproximou do ouvido dele.
─ Não tenho medo papai. Não tenho por que sei que você não faria, você está sedento por mim da mesma forma que eu estou sedenta por você.
Louis desceu a faca brilhante pelo pescoço dela, a pontinha deixava uma linha vermelha no corpo belo, ele passeou por entre os seios e em seguida subiu até a alça fina, ele observou os olhos de Harry, estavam ansiosos e Louis poderia gravá-los só para que pudesse guardar essa imagem pra sempre.
O magnata enfiou a faca por debaixo da fitinha e lentamente puxou a arma branca pra cima cortando a fita delicada do vestido dela, o tecido que cobria seus seios caiu pra frente mostrando a pontinha do montinho de carne, da mesma maneira que havia feito Louis passeou com a faca no corpo dela e seguiu até a outra fitinha estourando-a também.
Com as duas estouradas ele conseguia ter a imagem perfeita dos peitinhos, os biquinhos amarronzados e durinhos, a aréola só um pouco mais escura que os biquinhos contrastavam com a cor clara e lisa de sua pele. Ela sorriu quando viu Louis ficar encantado ao ponto de permanecer olhando por vários segundos.
─ Si tu as si soif, ma petite poupée, montre-moi. ─ a voz ficava ainda mais grossa quando pronunciava o francês com um sotaque puxado.
(Se está tão sedenta assim minha bonequinha, me mostra)
Harry imediatamente levou suas mãos até a nuca de Louis, seus dedos enroscaram nos cabelos castanhos dali e puxaram pra trás, a cabeça de Louis tombou e Styles conseguiu o momento perfeito pra colocar uma perna de cada lado da cintura de Louis e em seguida grudar os lábios no do chefão.
Tinha sabor de whisky com nicotina, era uma mistura deliciosa, diferente de todas as outras que Styles já havia provado em sua vida, mas já se tornara sua favorita pois estava no topo de sua lista de sabores prediletos. Ela afundou sua língua na boca do magnata demonstrando ali toda a vontade que tinha dele.
Louis, no entanto, segurava possessivamente a bunda de Harry em seu colo, completamente entregue ao beijo gostoso, Harry era a personificação de perdição e perfeição, os lábios eram tão macios, a língua tão estupidamente molhada e gostosa de sentir contra a sua, Tomlinson poderia passar o resto de sua vida se afundando na boca de Harry.
O magnata puxou o lábio inferior da menina o chupando de maneira lenta pra dentro de sua boca, a provocando da mesma forma que ela fazia rebolando os quadris lentamente sobre o caralho duro dele. Os dentes branquinhos de Louis seguravam o lábio de Harry dentro de sua boca enquanto sentia as investidas gostosas que ela dava em seu colo.
─ Putinha gostosa do papai ─ ele estalou um tapa na bunda dela, que foi muito bem recebido por um gemido alto e manhoso.
Louis investiu o quadril pra cima empurrando seu caralho na bunda de Harry, ela como uma cadela necessitada gemia exageradamente alto enquanto empurrava sua bunda contra as estocadas dele.
A menina em seu colo mais uma vez puxou os cabelos de sua nuca e tombou a cabeça dele, o pescoço com diversos pelinhos ralos da barba cheiravam a um perfume forte e másculo, ela esfregou a língua ali, dançando sobre a pele cheirosa. Louis, fechava os olhos e gemia manhoso sentindo a língua quente de Harry lhe lamber.
Ela mordeu fraquinho causando um arrepio na pele do magnata e em seguida sugou pra dentro de sua boca, deixando a marquinha roxa que ela adorava deixar. Ela suspirou alto quando Louis apertou a pele da cintura tão forte que provavelmente ficaria a marca de seus dedos.
Ela controlava o prazer do magnata somente chupando o pescoço dele, ela o tinha na palma da mão. Pelo menos era o que ela pensava. No segundo seguinte Louis a virou na poltrona, o corpo de Tomlinson pressionando o seu, as pernas esbeltas enroladas na cintura dele enquanto o pau se esfregava na calcinha rosinha dela.
Ele desceu sua boca até o pescoço de Harry, deixou mordidas fortes ali, diversas marcas ficavam evidentes na pele clara e delicada dela, mas seu alvo mesmo era o peitinho gostoso que estava descoberto. Ele formou um bico em sua boca deixando somente um pequeno buraquinho pra que o filete de saliva saísse por ali e caísse diretamente no biquinho dela.
Seus dígitos foram rápidos em esfregar a saliva com uma força arranjada causando arrepios e no fundinho uma dor que deixava Harry ainda mais sedenta. Sem mais esperar mamou o montinho de carne, sugava com tanta maestria que suas bochechas formavam vincos.
A menina abaixo de si se contorcia, os olhos estavam fechados com força enquanto a boca estava aberta em um O bonito, os dedos estavam como sempre nos emaranhados de cabelos empurrando a cabeça dele contra o próprio peito.
— P-papai você me mama tão bem — ela gemeu alto na sala.
Louis mordiscou o biquinho e o puxou arrepiando-a. Seus lábios foram rápidos quando passaram pro outro seio, a língua rodopiava no biquinho, o molhando e deixando-o babado de saliva. Enquanto chupava, sua mão lentamente subiu até a boca de Harry, o dedo médio e o anelar entrou rapidamente na boquinha molhada.
Ela imediatamente começou uma sucção gostosa, exatamente como ele fazia em seu peitinho, ela sugava com tanta vontade e dedicação que Louis gemia abafado no seio. Os dois eram uma bagunça de saliva sem nem terem começado ainda. Ele desgrudou a boca do peitinho dela e a olhou, os olhos verdes eram piedosos e a boca rosa estava cheia com seus dedos.
— Tá bom poupée, agora puxa sua calcinha de lado pro papai, puxa — Harry gemeu pela maneira suja que o magnata a tratava.
(boneca)
Ela levou os dedos rapidamente a sua calcinha a puxando de lado, Louis agora estava ajoelhado no chão, deslumbrando da imagem absurda que era ter Harry com as pernas abertas diante de si, Louis jurou que poderia morrer ali mesmo.
A bocetinha da menina era uma perdição, os lábios eram gordinhos, mas não o suficiente para esconderem o grelinho, que era tão delicado, os pelos ralos que ela tinha na região contrastavam com a pele rósea. Louis levou os dedos que a minutos estavam na boca de Harry e os esfregou no grelinho.
Ela tremeu na poltrona, Louis a julgou tão sensível, ele nem havia a tocado direito e ela tinha sentido tanto. Ele desceu os dígitos os molhando com o próprio melzinho, eles brilhavam contra a luz da sala, os dedos subiram e mais uma vez massagearam o clitóris dela, dessa vez ela gemeu.
O magnata começou a masturbar a bocetinha dela, ora forte ora mais fraco, mas na mesma intensidade, era tão gostoso ver a garota se contorcendo na poltrona enquanto apertava os peitinhos em procura de alívio de seu prazer. Louis estava deslumbrado com a imagem de Harry tão entregue pra si, tanto que ele não esperou nem mais um segundo pra afundar sua boca na boceta molhada dela.
Sua língua foi rápida em se esfregar no grelinho, fazendo o trabalho que seus dedos faziam antes, esses, no entanto desceram até a entradinha brincando com o mel que escorria de forma abundante. Ele chupou o clitóris pra dentro de sua boca e esfregou a língua por ele todo, era tão gostoso ter ela em sua língua, provar do seu melzinho e saborear de uma buceta tão gostosa como a dela.
— Buceta gostosa que a putinha do papai tem — ele estapeou o grelinho dela, fazendo-a tremelicar — Ma chatte préférée.
(Minha buceta predileta)
Os olhos dela brilharam como estrelas. — Se é sua predileta papai, por que ainda está falando e não está com a boca nela?
Louis arqueou as sobrancelhas e sorriu sacana com a audácia da menina.
— Vadia minha.
No segundo seguinte ele tinha a buceta dela em sua boca. A língua explorava todos os cantos, subia, descia, rodava e até mesmo esfregava sobre a entradinha apertada. Ele deixou sua atenção toda no grelinho enquanto levava seu dedo indicador até a entrada, esfregou o dígito ali e sentiu ela se contrair, ele sorriu enquanto a chupava.
Continuou a esfregar seu dedo ali até que de tão necessitada a própria entrada da boceta de Harry o engoliu. Ela se contorceu na poltrona, as costas se arquearam e ela apertou a cabeça dele contra sua buceta, sentia de forma tão gostosa ele lhe chupar que sentia-se nas nuvens.
Tomlinson começou a movimentar os dedos em um vai e vem rápido, os barulhos molhados se espalhavam na sala e deixavam os dois ali presentes fora de órbita. Louis sabia como chupar uma buceta com maestria. Ele mamava o grelinho dela e curvava seus dedos dentro da bucetinha de uma forma absurdamente pornográfica.
Harry gritava tanto na sala que Louis tinha vontade de mostrar pra todos o quanto sua boneca era gostosa e barulhenta. Ele subiu seus lábios pela barriga dela, abocanhando o seio novamente. Ele a faria gozar mamando em seu peitinho.
Puxou o biquinho por entre seus dentes e no mesmo instante empurrou seus dois dígitos no buraquinho molhado dela. As costas se curvaram fazendo com que o peitinho entrasse ainda mais na boca dele, Louis se sentia no céu, seus dedos eram abrigados de forma acolhedora na buceta dela e sua boca era recheada pelo peitinho. Tudo o que ele sempre sonhou estava acontecendo exatamente ali, na sua sala.
Os olhos de Harry estavam fechados fortemente formando ruguinhas nos cantos, a boca vermelha por estar a tempo sendo mordida e as sobrancelhas sempre franzidas. Louis babou no peito dela e puxou seus dedos da buceta, quando ele enfiou o seio em sua boca novamente meteu os dedos fortemente, o corpo da garota solavancou na poltrona e ela deixou um grito alto sair de seus lábios.
─ Tão absurdamente molhada e barulhenta boneca ─ Louis soprou o biquinho a arrepiando.
─ C-continua por favor papai, e-eu vou gozar.
Louis sorriu e no mesmo instante começou a chacoalhar os dedos dentro de Harry, o barulho molhado se intensificou e conseguiu ser mais alto do que os gemidos manhosos que ela soltava conforme apertava sua bucetinha nos dedos dele. Tomlinson sentiu quando ela gozou sobre seus dedos, o corpo inteiro tremeu e um grito fino saiu da boca dela, mas o que mais o deixou encantado foram os olhos vermelhos do choro, ela chorava enquanto gozava, chorava tendo seu orgasmo nos dedos do magnata.
─ Porra. tu es magnifique ─ Louis estava honestamente encantado
(você é magnifica)
Seu pau explodia dentro da calça, uma mancha escura já era possível de ser vista conforme ele se levantou do chão, suas mãos foram rápidas em tirar o cinto e desabotoar a braguilha da calça social. Ele puxou seu caralho de dentro da calça, pingava e brilhava contra a luz, Harry sentia sua boca salivando na poltrona.
O magnata se aproximou dela e ela logo levou as mãos até o cacete dele, obviamente foi repreendida por Louis que bateu forte em seu rosto.
─ Vagabunda. É tão necessitada assim que precisa sempre tocar um pau quando vê? Você esqueceu que eu sou seu papai e eu decido o que devo fazer com você? Hm? ─ ele passeava com o polegar sobre o lábio dela.
Ela olhava de forma piedosa a Louis, os olhos brilhavam com as lágrimas recentes. ─ Desculpa papai.
─ É claro que eu desculpo petit poupée. Agora abre essa boquinha e coloca essa língua pra fora pro papai te engasgar com o caralho, abre?
(bonequinha)
A menina rapidamente colocou a língua pra fora e abriu a boca, como uma garota obediente obedecia a seu papai. Louis segurou seu caralho pela base e com a cabecinha escorrendo pré-porra ele esfregou na língua dela, antes de enfiá-lo na boca deixou duas batidinhas na bochecha a sujando do líquido transparente, Harry adorava ser tratada de tal maneira que até fechava os olhos recebendo tudo de bom grado.
Louis não esperou mais nem um segundo e enfiou seu cacete na boca dela, a cabecinha alcançou a garganta fazendo-a engasgar-se e soltar uma quantia absurda de baba sobre seu cacete. Ele punhetou seu pau com a saliva que Harry cuspiu e chacoalhou a cabeça em negação.
— É uma vadia tão necessitada, mas não aguenta meu caralho? Tsc Tsc que boneca burra.
Ele continuou a punhetar o pau e viu Harry choramingar, os lábios tremiam e os olhos lacrimejavam absurdamente, ela chorava, mas dessa vez era de desespero por ter sido ruim pra Louis.
— P-papai desculpa, prometo ser boa pro senhor, tenta de novo, fode minha boquinha. — a voz era tão baixa e manhosa.
Louis afagou os cachos e segurou no pescoço dela, ele se abaixou e raspou os lábios antes de sussurrar: — ma sale chienne.
(minha cadela suja)
Ele se levantou e manteve a mão no pescoço dela, ele guiou seu pau até a boca rosada e estocou devagar, a língua era tão absurdamente quente e a boca abrigava seu pau tão bem que Louis poderia passar o restante de sua vida enterrado na boca de Harry.
O magnata movia o quadril de maneira lenta, as estocadas certeiras deixavam Harry sedenta por mais, ela queria mais, queria o pau surrando na sua garganta, queria os olhos borbulhando em lágrimas, queria a boca ardendo por suportar o tamanho de Louis. Mas no fundo ela sabia que o homem só fazia isso por conta do primeiro engasgo.
Harry forçou sua cabeça contra o cacete, a mão de Louis em seu pescoço impossibilitava um pouco seus movimentos, porém Tomlinson percebeu que ela precisava de mais. Ele tirou seu pau da boca dela e cuspiu sobre a língua pra no segundo seguinte empurrar seu caralho na cavidade molhada.
A glande gorda bateu na garganta e dessa vez ela não engasgou, mas Louis viu os olhos se enchendo de lágrimas, ela rodopiou a língua no caralho dele e sentiu a pré -porra saindo em sua língua. Louis tinha a cabeça tombada pra trás, mas nem por isso perdia a coordenação nas estocadas.
Essas que todas as vezes acertavam o fundo da garganta de Harry, causando um barulho na sala e uma protuberância em sua mão que adornava o pescoço. Com sua mão livre Louis começou a dedilhar novamente a buceta de Harry, estava tão molhada e sensível.
— Boquinha de puta, hm? Do jeito que o papai gosta — ele esfregava o grelinho causando gemidos em Harry e vibrações no seu próprio pau.
Seu cacete já estava todo babado, as veias pulsavam a cada vez que entravam fortemente na boca de Harry, estava tão vermelho por estar segurando o orgasmo a tanto tempo, esse que viria logo, pois Louis sentia a cada vez que empurrava seu pau na boca de Harry sua pré-porra sair em abundância.
Seus dedos voltaram pra dentro da buceta dela e ela apertou a entradinha, era tão extremamente apertada que Louis queria foder aquele buraquinho pra que ficasse na grossura exata de seu pau. O magnata sentiu os dedos de seus pés começarem a formigar e seu sangue se esquentar, a boca de Harry era uma perdição e ele estava disposto a se perder pra sempre.
Em uma estocada retirou seu pau inteiro da boca dela e viu, os lábios rosas totalmente sujos de baba, era tão linda a forma que ela ficava acabada só com o pau de seu papai. Louis não conseguiu se segurar, pegou seu celular e no segundo seguinte afundou seu pau na boca dela, o caralho chegava ao fundo da garganta dela enquanto o flash do celular brilhava em seu rosto.
O magnata estava insano, segurava o pescoço com tanta força que impedia até mesmo a respiração da menina, as bochechas já ficavam vermelhas e os olhos cheios d’agua. Louis sentiu quando a menina gemeu alto em seu pau apenas pra causar a fricção gostosa, a porra atingiu a garganta de Harry preenchendo sua boca em seguida.
Tudo o que ela mantinha na cavidade era a glande vermelha, ela sugava com vontade puxando todo o líquido que seu papai tinha pra lhe dar. Louis sentia arrepios subindo por todo seu corpo e seu sangue borbulhava em tesão, ele queria devorar Harry, como uma fera ataca sua presa indefesa.
— Isso mon petit, engole todo o leitinho do papai — ele batia com a palma de sua mão na bochecha dela.
(minha pequena)
Louis terminou o vídeo e jogou o celular no sofá. Harry na poltrona tinha os olhos chorosos querendo mais de seu papai, ela nunca estava satisfeita precisava sempre de mais. O magnata segurou a menina pelas coxas e a levou até o sofá, os joelhos se apoiaram no estofado enquanto o peito se encostava nas almofadas.
Ela estava toda empinada pra ele, ela pertencia a ele. Tomlinson abriu os botões de sua camisa e a deixou no corpo, sua calça ainda estava em seu corpo e ele não pretendia a tirá-la. A bunda de Harry estava toda empinadinha pra si, tinha uma visão e tanto da bucetinha vermelha e do cuzinho que piscava querendo atenção.
Louis se aproximou e deixou que um filete de saliva caísse sobre a entradinha dela, a baba escorreu até a buceta e Louis foi rápido em esfregar o dedo desde o clitóris inchado até o cuzinho. Seu dedo circulava a entrada de Styles enquanto a cabeça de seu cacete se esfregava na bagunça molhada que era a buceta dela.
Ele não demorou pra penetrá-la, estava tão necessitado quanto ela. O corpo de Harry solavancou no sofá com o tamanho de Louis em sua bucetinha, era tão grande e alargava tão bem sua buceta. O magnata sentia o aperto de Harry em seu pau, suas paredes internas eram quentes e tão molhadas que seu pau poderia deslizar ali sem problema algum se não fosse pela grossura.
O dígito de Louis ainda massageava o cuzinho enquanto metia seu caralho na buceta dela, era recebido tão bem, era uma buceta tão quente e acolhedora. Assim que todo seu cacete entrou em Harry ele parou, deixou todo seu pau enterrado na menina enquanto apenas seu dedo forçava a entrada apertadinha dela.
Ele ficou ali, esperando que ela se acostumasse com o caralho gostoso na sua buceta apertada. — Caralho poupée, que bucetinha apertada. — ela soltou um chiado manhoso quando sentiu a pontinha do dedo indicador entrar em seu cuzinho.
(boneca)
Harry já não aguentava mais ter o pau do magnata atolado em si sem nenhum movimento, sua buceta esquentava e pedia pra que ele metesse forte em si.
— P-papai...
Era manhosa a voz que saía da garganta dela e Louis sabia o que ela queria, mas queria ver ela se fodendo no seu pau. Ele segurou na cintura dela e apertou os dedos em um pedido mudo pra que fizesse o que queria. Imediatamente ela puxou o quadril e voltou pra trás, chocando as peles suadas.
O gemido dos dois eram altos e sincronizados. Ela começou a rebolar os quadris, mexia com tanta dedicação que fazia Louis ter vontade de apertar a cabeça dela no sofá e foder aquela buceta até que enchesse ela de porra assim como fizera com a boca dela.
Ela ondulava o quadril de maneira lenta, fazendo o pau dele sair e entrar completamente em sua buceta, era uma sensação deliciosa sentir aquele caralho entrando na entradinha de sua buceta e chegando até formar uma protuberância no pé de sua barriga. Ela fazia tão devagar para provocar Louis, provocar seu papai até que ele ficasse com raiva e a fodesse com força.
Foram mais duas reboladas lentas antes que ela sentisse a mão dele entrando nos fios de seus cabelos, os dedos agarraram com tanta força fazendo o couro cabeludo arder, ela sentiu a perna esquerda dele ser apoiada no sofá, a mão calejada segurou na nádega dela, abrindo e apertando com as unhas deixando ali sua marca.
— Não passa de uma vadia provocadora — ele meteu seu pau e balançou o corpo dela no sofá, ela gemeu sôfrego — Me provoca como uma cadela e quando ganha....O que quer, fica gemendo que nem uma putinha.
Ele colocava força em suas estocadas, pra que Harry sentisse o quanto Louis a queria, pra que Harry sentisse o tamanho tesão de Louis por si, e ela sentia, sentia porque seu sangue pulsava, sua jugular ficava evidente em seu pescoço, suas lágrimas escorriam de seus olhos e seus lábios deixavam os gemidos gostosos saírem.
Suas estocadas eram rápidas, rápidas e certeiras, os dois estavam sensíveis e em uma órbita diferente, os corpos imploravam um pelo outro. Harry levou sua mão até a cintura de Louis o arranhando no mesmo instante em que o rapaz levou seus dígitos até a buceta dela o grelinho estava tão absurdamente molhado, fazia um barulho tão gostoso na sala junto dos corpos se batendo.
A perna de Harry tremia por debaixo de Louis e ele sabia que estava alcançando o orgasmo dela mais uma vez. Ele não diminuiu a velocidade de suas estocadas, pelo contrário, começou a empurrar ainda mais forte seu quadril contra o da menina, seu pau expelia pré-porra dentro dela, e ela molhava ainda mais o pau dele com seu mel.
Louis puxou mais a cabeça de Harry e beijou a boca da menina, os lábios se chocavam com ansiedade, era uma bagunça, mal conseguiam sentir a língua um do outro, os movimentos brutos dos corpos faziam Harry revirar os olhos e deixar lágrimas grossas escorrer por suas bochechas. Louis mordeu o lábio de Styles e puxou por entre seus dentes.
─ Papai! Lou! Porra ─ ela gritou e deixou sua cabeça cair pra frente no sofá, a buceta se apertava no pau de Louis e nem por isso ele deixou de meter nela.
Ela vinha mais uma vez pra Louis, o pau de Louis surrava tão bem seu pontinho que a fazia ver estrelas. Ele sentia seu orgasmo bem ao fundo, da mesma maneira que sentia quando Harry o tinha em sua boca. Seus dedos seguraram seu pau pela base e ele saiu da buceta dela em um plop molhado.
Esfregou a glande no grelinho sentindo a menina tremer. ─ Deixa o papai gozar no seu cuzinho boneca? ─ ele sussurrou próximo ao ouvido de Harry a arrepiando.
A cacheada não tinha forças nem mesmo pra responder, somente chacoalhou a cabeça e empinou ainda mais sua bunda na direção de Louis. Esse último que segurou seu pau e esfregou na entrada, sua pré-porra junto dos resquícios da porra de Harry lubrificaram o cuzinho. Ele forçou sua glande ali e gemeu dolorido pelo aperto que sentiu. Era tão fodidamente quente e apertado que deixava Louis dolorido. Harry estava mole no sofá, os olhos fechados sentindo Louis lhe usar como queria, como bem entendesse, ela era apenas sua bonequinha de foda, sua bonequinha para ser usada quando bem entendesse.
Ele lentamente enfiou todo seu cacete no cuzinho de Harry, o aperto fazia o sangue se concentrar ainda mais em seu membro, sua respiração era desregulada, seu orgasmo estava bem próximo e ele não havia feito movimento nenhum. Louis gemeu ainda mais dolorido quando Harry remexeu sua bunda e apertou o cacete dele, ela gemia manhosa no sofá.
─ Porra de cuzinho gostoso! ─ ele voltou seu quadril e empurrou com força, seu pau entrando de uma vez na entrada dela. ─ Você é minha, somente minha, amor.
Era tão gostoso sentir as paredes de Harry se apertando contra seu próprio pau, era quente e fazia Louis controlar minimamente seus movimentos, queria demorar a gozar somente pra continuar sentindo o aperto que ela deixava em seu pau. O magnata, no entanto, sentiu o arrepio cortar sua coluna e seus pés levemente formigarem.
Harry no sofá lentamente levou sua mão até seu grelinho e começou a se masturbar novamente, era tão bom ter Louis dentro de si, ela gostaria de sentir isso pra sempre. A cacheada apertou sua entrada e sentiu Louis soltar um gemido gritado e empurrar seu pau até a base no cuzinho dela, ela podia sentir a porra quente de Louis se derramando dentro de si e a deixando cheia.
Louis continuava a meter na entrada dela somente pra prolongar seu orgasmo e sentir toda sua porra sujando Harry, essa que tremelicava no sofá. Tomlinson sabendo o que estava acontecendo tirou seu pau ainda duro da entrada dela e enfiou seu dedo impedindo que qualquer resquício de sua porra ousasse sair dali, sem nem avisar meteu seu caralho na bucetinha dela.
Harry gemeu alto e manhosa e tremeu, Louis somente sorriu quando viu o líquido esguichar de dentro da buceta dela e sujar o estofado de seu sofá. A menina esguichava de uma forma tão bonita que deixava Louis vidrado na imagem dela se estimulando e gemendo feito uma puta barata.
Aos poucos ela foi parando seus movimentos e suas pernas foram parando de tremelicar, o corpo dela foi ficando mole e os joelhos cansados cederam deixando-a caida no sofá. Tomlinson retirou seu dedo da entrada dela e lenatmente ordenou: ─ Quero você cheia de mim, não ouse desperdiçar minha porra.
O magnata pegou um saquinho com uma quantidade pequena de cocaína e deitou a menina no sofá, ela tinha os olhos sonolentos e cansados, se sentou no chão ao lado de Harry no sofá atraindo a atenção dela pra si, os olhos verdes como um campo lhe olhavam com certa curiosidade, eles permaneceram dessa maneira até que Louis colou seus lábios nos dela.
─ Você é minha de agora em diante boneca, somente minha ─ ele sussurrou enquanto abria o saquinho com a droga, lentamente ele despejou uma quantidade sobre os peitos de Harry e cheirou, sentiu todo seu corpo relaxar com o efeito imediato do entorpecente, os resquícios que grudaram na pele suada, ele lambeu ─ Minha mais nova droga, a droga mais viciante que já provei em toda minha vida. Só tem um problema, o seu efeito não se compara com nenhuma das que eu costumo usar.
Harry sorriu fraco, seu corpo estava adormecido no sofá e ela já se entregava ao mundo dos sonhos, Louis possivelmente se juntaria a ela, mas ainda tinha o que resolver.
☆
Louis desligou o carro assim que chegou no galpão escuro. O carro que seus capi usavam estava estacionado logo na entrada, ele sentiu seu estômago borbulhar. Desceu do carro e passou a mão devagar sobre o revólver que tinha em sua cintura, sua luva era brilhante enquanto caminhava até as portas grandes do galpão.
Assim que abriu as portas viu todos os olhos se virando pra si, mas o que mais lhe chamou atenção foi o do homem que estava no meio do salão. Os olhos castanhos lhe olhavam com medo, ele tinha as mãos presas atrás das costas e os pés presos na cadeira, Louis já sorria sádico.
Ele se aproximou do homem e se apoiou nos ombros deste, seus olhos azuis cortavam bruscamente os olhos castanhos opacos dele, Louis pigarreou e deixou uma gargalhada escapar de sua boca deixando todos os homens ali presentes espantados.
─ Agora parece estar com medo, seu verme nojento. ─ ele bateu com o cano do revólver no rosto de Des, um filete de sangue já apareceu na bochecha suada dele ─ Na hora de desviar a porra da minha carga, você parecia bem mais confiante, até mesmo debochou da minha cara, não é?
O galpão ficou em silêncio e Louis não obteve sua resposta, o deixando irritado, ele desferiu um soco no rosto de Des, dessa vez a quantia de sangue que saiu foi maior e sujou a mão de Louis.
─ Parece que um gato comeu a porra da sua língua seu filho da puta. Tô esperando você debochar de mim e falar mal da sua filha do jeito que falava no telefone mais cedo. Como era mesmo que você dizia? “Uma garotinha estúpida que nunca obedecia ao próprio pai, uma completa mimada.” Era assim não? Mas eu não entendo, ela foi tão boa pra mim mais cedo, acho que o problema era você mesmo.
Des tinha a cabeça baixa, nem mesmo olhava pra Louis, tinha vergonha.
─ Olha pra cima, filho da puta, quero que me assista matando cada um de seus capangas nojentos pra depois matar você.
Louis nem mesmo ligou se tinha os olhos de Des sobre si, somente chegou perto do homem loiro que estava á direita de Des e foi rápido, colocou o revólver na testa dele e sem mais cerimônias disparou, matando-o, repetiu o mesmo processo com os outros três ali presentes, deixando somente Des.
Ele se aproximou mais uma vez e se abaixou na altura dos olhos dele.
─ Sabe, acho que você só fez uma coisa boa nisso tudo. ─ Louis esfregou o cano de arma no queixo dele ─ Trouxe Harry pra mim, agora ela é minha Des, vou fazer o papel que você não fez de protegê-la, de dar amor a ela, de cuidar dela como uma garota deve ser cuidada.
Ele bufou e passou as mãos sobre os olhos.
─ Mas quero que você morra tranquilo sabendo que a partir de agora eu serei o papai dela, vou dar carinho, amor e tudo o que a minha boneca pedir.
Louis se levantou e parou atrás de Des, segurou o revólver em sua nuca, antes que atirasse se abaixou e sussurrou no ouvido dele: ─ Queime no inferno, filho da puta.
O magnata atirou e o matou, a cabeça tombou pra frente e o sangue começou a espirrar no chão do galpão. Théo se aproximou de Louis tocando em seu ombro.
─ A carga já tá no caminho de volta.
Louis confirmou com a cabeça e o agradeceu baixo.
─ Se virem com esses corpos, se livrem disso e limpem toda essa porra, preciso cuidar de uma coisa mais importante.
Louis saiu do galpão voltando em direção a sua casa, afinal sua boneca lhe esperava.
Onde Harry tem um penhasco enorme pelo sócio de seu pai e faria de tudo para tê-lo como seu.
Avisos: ltops/hbottom, hinter, larry stylinson, diferença de idade (Harry bem mais novo), porn with plot.
–Com licença, senhor Tomlinson– a voz doce e pragmática de Jolene, secretária pessoal de Louis, soou após leves batidas na porta –O senhor Harry Styles está aqui para vê-lo, posso deixá-lo entrar?
Louis franziu o cenho, um tanto confuso quando levantou o rosto do monte de papéis —bagunçados ou não— que se encontrava em sua mesa. Ele aparentava estar um pouco abatido e levemente cansado; ser um dos donos de uma companhia aérea famosa e requisitada tinha suas desvantagens, afinal.
–Ele informou o que queria?– perguntou o homem, voltando a se concentrar em seus papéis como se nada demais ocorresse a sua volta. Como se apenas a menção do nome de Harry não lhe tirasse a concentração.
–E alguma vez ele já informou?– a secretaria rebate, com um sorriso irônico gentil.
Louis tenta reprimir um sorriso. Jolene estava certa, Harry nunca tinha um motivo específico para vir —mesmo que ele fingisse que sim.
–Mande-o entrar– pediu Louis, fazendo um sinal com a mão como se chamasse o garoto.
A porta volta a se fechar e quando se abre novamente, é com menos delicadeza do que quando a secretária o fez. Uma bagunça de cachos, vestindo as melhores e mais caras roupas espalhafatosas que apenas uma marca cara como a Gucci poderia oferecer, entra esvoaçante, esquecendo-se de fechar a porta —coisa que Jolene torna a fazer.
–Não sei por quê tenho que ser avisado da minha entrada, Lou Lou– resmunga Harry, caminhando em sua direção, mas sentando-se na cadeira oposta a mesa, ficando frente a frente com o maior –Não é como se eu fosse um estranho.
–Isso é para por limites em você, coisinha mimada, – Louis revela, falando em tom sério apesar do sorriso amável e carinhoso que tem no rosto –Já que seu próprio pai não faz.
–Papai entende que sou um garoto que precisa que minhas necessidades sejam atendidas quando eu quero e preciso!– retruca, de nariz empinado.
–Tenho quase certeza que essa é a descrição exata da palavra "mimado"– Louis abafa uma risada e volta sua atenção aos papéis.
Ele precisa disfarçar; não pode deixar tão óbvio que somente a presença desse ser lindo de olhos claros pode abalar toda uma estrutura dentro de si que ele passou anos construindo. Quer dizer, não é que ele é o típico magnata clichê que se fechou para o amor, levantando um muro em volta do coração esperando que a pessoa certa fosse derrubá-lo para arrebatar-se dele. Ele não era, ele teve uma namorada, afinal.
Louis a amou, realmente, e infelizmente não fora um amor tão correspondido como ele achou que seria. A garota em si abandonou-o quando o viu na miséria depois de investir tudo em um projeto que, na época, falhara. Não que ele fosse rico, mas a tal mulher havia colocado mais expectativas no investimento —financeiro— do projeto no que no relacionamento deles. Foi frustrante, mas Louis superou.
O que não significa, ao todo, que ele estava aberto para uma nova experiência amorosa. Muito menos com o filho de seu sócio, o homem cujo qual fez essa companhia aérea crescer tanto quanto ele e que, de quebra, ainda havia se tornado um amigo para todas as horas.
Então, é, mostrar-se vulnerável e encantado pelos cachos rebeldes e as covinhas indiscretas não era uma boa coisa.
Mesmo que ele soubesse que essa coisinha mimada e magnífica o amava. Amava como um homem ama uma mulher, mesmo que ele ainda não tivesse atingindo a completa maturidade para se intitular como tal.
–O que você veio fazer aqui, Hazz?– perguntou ele, fingindo ler um parágrafo o qual acompanhava vagamente com a ponta da caneta.
–Papai foi viajar essa manhã, ficou sabendo?– questionou, vendo-o acentir com a cabeça e esperando que prosseguisse –De novo! Ele sempre faz isso e ultimamente sinto que tem sido mais frequente... Eu sei que faz parte do trabalho dele e que é isso que sustenta os meus luxos, mas precisa ser tanto assim? A mansão fica tão vazia e os empregados mal falam comigo e eu...
–Harry, foco! Sem divagar– Louis o cortou, sabendo que vez ou outra o cacheado ficava tão frustrado a ponto de se perder na própria fala.
–Sim, certo– respondeu, fechando os olhos para organizar melhor os pensamentos –Lou Lou, eu não quero ficar sozinho hoje.
O magnata tensionou o corpo.
–Chame um de seus amigos– disse ele, dando de ombros, querendo mostrar que não se importava –Chame Niall.
–Não quero– falou, cruzando os braços e fazendo um bico amarrado.
Louis suspirou e evitou revirar os olhos, mirando para cima para ver o rostinho que tanto queria admirar por horas. Caramba, Harry podia ser bonito a qualquer momento do dia, usando qualquer coisa e, ao mesmo tempo, não usando absolutamente nada —esse último ele não tinha certeza, mas podia jurar de pés juntos que sim.
–E por que não?– questionou, arqueando uma sobrancelha, entretanto, já imaginava qual seria a resposta.
–Porque eu quero você– admitiu por fim, desfazendo-se do bico e dos braços cruzados. O pedido foi claro, mas carregava tantas intenções; o olhar de cachorro abandonado, mas que também poderia facilmente ser confundido com uma puta barata implorando por alguns centavos, demonstravam essa dualidade –Quero a sua companhia, Lou Lou.
Louis engoliu em seco.
–Não sei se é uma boa ideia– diz, por fim, voltando a baixar a cabeça e pegar a caneta para fingir que fazia algo que não pensar na proposta indecente –Eu vou estar muito ocupado essa noite.
A questão é: eles já passaram várias noites sozinhos. Como Harry já disse, o pai vivia viajando e o cacheado sempre corria e recorria a sua presença para lhe fazer companhia. E Louis sempre cedia.
Cedia quando Harry pedia para passar a noite. Cedia quando Harry pedia para assistirem um filme abraçados. Cedia quando Harry pedia para receber uma massagem. Cedia quando Harry pedia para sentir seu cheiro direto do pescoço depois que saísse do banho apenas com a toalha. Cedia quando Harry pedia para que dormissem juntos. E nunca —nunca— fora capaz de recusar quando Harry pedia para ser a conchinha de dentro.
Ele era fraco por Harry e nem mesmo entendia porquê. Vira o menino crescer e ajudou em sua criação; o que poderia ter de tão encantador e desejoso em um garoto que ele viu sair das fraudas?
–Nós dois sabemos que você está mentindo, Lou Lou– Harry diz, com um sorriso quase sarcástico no rosto que não merecia carregá-lo. Ele se levanta e anda até a porta, mas quando a mão toca a maçaneta ele completa: –Assim como nós dois sabemos que você vai. Traga pizza, sim? Eu quero vegetariana.
Então ele deixa o escritório, sem dizer mais nada, e, como sempre, com a porta aberta para que sua secretária Jolene fosse fechar.
E Louis tenta não gritar quando bate na mesa e resmunga, com o punho cerrado sobre alguns papéis impressos:
–Maldita coisinha mimada!
(...)
Louis não precisou tocar a campainha da casa afortunada, ele sabia a senha do código da porta de tanta confiança que a família tinha nele. Apenas equilibrou a caixa de pizza em uma das mãos e digitou os números com a outra.
–Querida, cheguei!– anunciou ele assim que abriu a porta, com um sorriso divertido.
Harry surgiu apenas com a cabeça pela porta da cozinha, olhando para ele com olhos animados.
–Não fala assim, você sabe que me ilude– disse ele, altino para ser ouvido enquanto voltava para a cozinha.
Louis revirou os olhos, retirando os sapatos perto da porta de entrada. Ele não queria estar tão acostumado com as investidas de Harry quanto estava. E também não queria que elas fossem tão óbvias quanto —de uns tempos para cá— vinham sendo.
Respirando fundo, preparando-se para uma noite regada de flertes platônicos, ele seguiu para a cozinha também. Deixou a pizza sobre a mesa da copa e afastou a porta oscilante para passagem, sentindo o vento dela nas costas quando paralisou ao adentrar a cozinha.
Harry estava lá. Atarefado mexendo um brigadeiro de panela e nu.
Ok, talvez não completamente nu. Mas aquela camisola de cetim branquinha e tão curta mal poderia ser considerada uma roupa. Era ridículo chamar aquele micro pedaço de pano de pijama.
E seria com isso que Louis teria de lidar a noite toda.
Ele pigarreou, desviando os olhos das pernas lisas e desnudas, que pareciam tão convidativas ao toque, e se aproximou para tentar concentrar a atenção no doce que borbulhava na panela.
–Lou Lou– disse o jovem, desligando o fogão e deixando a colher de pau sobre a mesa de mármore cinza –Você trouxe minha pizza?
*E o que você não me pede sorrindo que eu não faço chorando?*, pensou Louis, mas apenas assentiu com a cabeça, ao invés. Não se pode dar confiança a esse garoto, se ele se acha especial ele irá agarrar a única oportunidade pelo resto da noite.
–Você não vai me dar um abraço, coisinha mimada?– perguntou Louis, abrindo os braços.
Harry até tentou esconder o sorriso que cresceu em seu rosto, mas a felicidade foi tanta que os dentinhos fofos de coelho sobressaíram para fora. Ele não esperou para pular nos braços do homem de sua vida e agarrar-se ao pescoço dele como um coala agarra uma árvore.
O rosto delicado se enfiou entre a curvatura próximo ao maxilar para insirar o cheiro que ele exalava. Não cheirava a banho ou loção, mas sim uma coisa mais máscula e almiscarada. Era uma mistura de cigarro e suor, como um homem que passou o dia inteiro no escritório fechado baforando sua calmaria diária. Harry quase podia imaginar a cena, dele com as pernas abertas, com um cigarro entre os dedos e escrevendo um relatório com uma das canetas caras que fora presente seu.
Ele queria poder sentir esse cheiro almiscarado proveniente de outro lugar...
–Por Deus, Harry, eu nem tomei banho– disse Tomlinson, dando leves tapinhas nas costas do mais novo como forma de repreensão –Para de se esfregar como um gatinho.
Harry corou, afrouxando o aperto dos braços e deixando que caíssem ao lado do corpo. Estando apenas próximo de Louis agora, podendo olhar em seus olhos.
–Você não está fedendo.
–Não me sinto cheiroso– retrucou, afastando-se do corpo delicado para soltar os primeiros botões das casinhas –Vou tomar um banho. Você pode escolher o filme, já que eu sempre cedo ao que você quer assistir, mas me espere para comer a pizza!
–Sim, senhor – Harry disse, colocando quatro dedos sob a cabeça fingindo bater continência.
Louis apenas riu e negou com a cabeça, saindo da cozinha rumo ao andar de cima.
Enquanto o mais velho tomava banho, Harry decidiu deixar tudo arrumado e preparado na sala de TV.
Colocou um cobertor felpudinho sobre o sofá e ligou o ar condicionado —para que Louis não usasse a desculpa de estar quente demais para não se enfiar embaixo da coberta com ele. Deixou dois copos grandes com coca-cola quase transbordando em cima da mesa de centro e trouxe a caixa de pizza, ainda fechada, para ficar no chão ao lado deles. Os controles foram deixados no braço do sofá e o filme perfeito já rondava sua mente.
Hoje não teria desculpas para Louis ficar longe dele ou recusar seu aconchego.
Quando estava colocando a panela com brigadeiro em cima do pano de toalha sob a mesa de centro, Louis desceu os degraus terminando de secar o cabelo com a toalha.
O cabelo bagunçado o deixava ainda mais charmoso que o normal. Era como se o deus Louis Tomlinson desmontasse da pose de empresário rico e tornasse-se um cidadão comum, mas extremamente lindo e fatal. Não havia beleza no mundo que superasse a desse homem.
E Harry faria de tudo para tê-lo apenas e somente para ele.
Após retornar da lavanderia —onde estendeu a toalha molhada que praticamente já era sua de tanto que frequentava a casa dos Styles—, jogou-se no sofá cobrindo o corpo com o cobertor.
O cacheado se esgueirou logo atrás, como um caçador que caça sua presa e a encurrá-la para não haver previsão de fuga. Louis nem percebeu, apenas quando sentiu o corpo quente e macio do mais novo encostado intimamente nele foi que notou a emboscada que se meteu.
Harry mordia o lábio inferior, enganchando o braço esquerdo de Louis entre os seus —abraçando os músculos que rodeavam aquele membro—, pressionando o antebraço entre os seios. As pernas também se enroscaram entre as dele, o contato de pele com pele por causa da bermuda leve do pijama que Tomlinson usava.
Louis engoliu em seco, estava fodido.
–Eu escolhi um filme de terror, vou ficar pertinho pra' não sentir medo, tá bom?– perguntou o de olhos verdes, piscando com uma inocência tão fingida que nem ele próprio conseguia se enganar.
Mas Louis também não conseguia enganar-se. Ele não queria outra posição para deitar com Harry. Quer dizer, até queria, mas não envolvia inocência e nem um filme tolo.
Alcançando o controle, Harry ajustou a televisão e deu play no filme. Não era algo pesado e tão assustador, mas o cacheado fazia questão de fingir que sim apenas para expremer-se cada vez mais no homem.
*Puta por aconchego*, foi o que Louis pensou, sorrindo discretamente com os dedos de Harry se entrelaçando aos seus de forma não tão sutil.
Conforme o filme rodava, mais ansioso Harry ficava. Ele tinha planejado uma pequena coisinha para essa noite e estava um tanto angustiado por Louis sequer ter colocado uma mão em sua coxa ou feito carinho em seus cabelos, como normalmente fazia. Parecia que o mais velho sabia o que estava pensando e estava se mantendo distante de propósito.
Cansado de assistir a algo que ele sequer prestava atenção, o cacheado montou em cima de Louis, espalhando o cobertor para longe, com uma perna em cada lado do quadril. E antes que Louis pudesse ter uma reação, os lábios macios e gordinhos se juntaram aos seus.
As mãos de Harry seguravam suas bochechas, impedindo-o que se afastasse e a boca continuava imóvel sobre a sua —o corpo pequeno estava tenso, apesar de achar estranhamente familiar o lugar em que estava sentado.
Louis não tinha fechado os olhos, em completo estado de choque, mas pode prestar atenção no momento exato em que os olhos esverdeados se fecharam e aproveitaram o sabor de seus lábios. As sobrancelhas se franzindo em completo deleite, como o de alguém que bebe água depois de muito tempo em seca.
Ele tinha noção do crush de Harry por ele. Não era um tolo, ele podia notar os olhares nada discretos e os toques excessivos para com ele, mas nada que Harry tivesse feito até então o deixou tão consciente de sua atração por ele quanto agora.
Deus, Harry o amava.
O garoto que ajudou a criar o queria como um corpo pode desejar outro.
Após a ficha cair —o que pareceu uma eternidade, mas na verdade durou apenas cinco segundos—, Louis afastou Harry com um empurrão em um dos ombros e com a outra mão segurou a cintura para que o mais novo não caisse para trás. Não gostaria de ter sido tão bruto quanto foi, mas o choque realmente o pegou.
–Harry!– foi tudo o que ele conseguiu dizer, olhando estupefato para um garoto bagunçado e corado a sua frente.
–O que foi?– questionou, mordendo o lábio inferior parecendo ter se envergonhado da atitude –Foi ruim? Esse foi o meu primeiro beijo...
A última frase foi sussurrada e Louis preferiu não ter ouvido.
–Santo Deus– falou, em um tom de quem está frustrado, passando a mão pelo rosto em desespero –Puta que pariu eu sou ateu, que merda eu estou falando?! Devo estar ficando louco, rezando até para deuses que nem existem para me tirar dessa situação.
–Foi tão ruim assim?– Harry perguntou, arregalando os olhos; uma mescla entre de medo de decepcionar e agonia de saber a resposta –Eu posso melhorar, Lou Lou, eu juro que posso. Se você me beij...
–Deus, Harry, não, não é sobre isso que eu estou falando. Definitivamente não é!– esbravejou o mais velho, olhando para o teto de gesso branco da casa para ver se algo iluminava sua noite e o salvasse disso.
–Então o que é? E-Eu não entendo...– murmurou o menor, saindo do colo do outro agora totalmente envergonhado.
Harry rastejou até o canto do sofá e abraçou as próprias pernas, os dedos da mãos brincando com os dos pés sem querer olhar para cima. Sem querer olhar para Louis.
Ficou um silêncio entre os dois, não totalmente pois na televisão ainda passava o filme, mas parecia tão distante deles e de sua realidade atual que quase não se ouvia barulho nenhum.
–Eu achei que você me amasse...– Harry disse, tão baixo quanto achava ser possível.
Ele estava magoado. Louis pode perceber apenas pelo tom de voz —não que a carinha chorosa e de cachorro perdido não denunciasse isso, mas Louis não estava o olhando.
Não era assim que queria terminar sua noite. Ele não queria ter magoado Harry. Porra, ele definitivamente não queria magoar Harry; o garoto era quase como uma parte de si, ele também perdeu noites de sono já faltou no trabalho para ter que cuidar de Harry, assim como um pai faria por um filho.
E o pior não era nem o fato de ele não querer magoar Harry porque o via como um filho —porque ele definitivamente não o via— e sim era magoá-lo compartilhando do mesmo sentimento, mas tendo que mentir não só para si, mas para o garoto, pois era completamente errado que isso fosse recíproco.
–Querido,– começou Louis, arrastando-se um pouco para perto dele, que se encolheu ao abraçar as pernas com mais força sobre o peito –Não é que eu não ame você. Eu amo. Você sabe que sim.
–Mas...
–Mas não posso te amar como você quer que eu ame.
–Não pode ou não quer?– retrucou Harry, finalmente levantando a cabeça e encarando os olhos azuis como uma faca afiada. Se um olhar pudesse cortar, Louis estaria em picadinhos agora.
O mais velho não queria ter de responder essa pergunta. Ele não pode, por motivos óbvios, mas querer... Ah, ele queria era *não* amá-lo assim.
–Harry, você sabe quantos anos eu tenho?
A pergunta foi feita do nada e fez Harry se esquecer de seu próprio questionamento. Ele franziu o cenho tentando entender o que isso tinha a ver.
–Tenho trinta e sete anos, Harry. Seu pai só é um pouco mais velho– disse, tentando uma nova aproximação e dessa vez obtendo êxito, visto que o outro não se afastou –Você ainda é menor de idade, terminou a escola ano passado e...
–É só isso?– cortou Harry e foi a vez de Louis ficar confuso –É só isso que impede nós dois de ficarmos juntos?
O magnata piscou atônito, não acreditando que aquela era realmente a pergunta. Claro que esse não era o único, mas com certeza era o maior dos problemas. Ainda tinha a questão de ser melhor amigo de seu pai e de que eles tinham cerca de vinte anos de diferença; Harry não deveria querer nada com um velho como ele. Ele mal sabia porque ganhava tanto afeto dele; Harry devia se dedicar a alguém de sua idade.
O que Harry via nele?
–Bom, tecnicamente sim. Eu...
–Semana que vem,– Harry o cortou novamente inclinando-se para frente e ficando sobre as mãos e joelhos –Como você bem sabe, será meu aniversário de dezoito– insinuou, começando a engatinhar para perto do mais velho outra vez –*Se* essa é realmente a única coisa que nos impede, quero que no meu aniversário você me faça seu. Sem desculpas, sem fingimento, sem enganações; se houver qualquer uma dessas coisas, Louis, juro que nunca mais vou atrás de você. Paro de tentar, paro de investir e vou atrás de alguém da minha idade.
Apenas o pensamento de Harry beijando quem quer que fosse que não ele o enchia de raiva e ele teve que se conter para não deixar transparecer. A mandíbula travada em tensão.
–Se você me ama apenas como quer mostrar ao meu pai que ama, então eu vou deixar você em paz, Louis– cada vez que Harry o chamava pelo seu nome completo era uma facada em seu peito –Mas se você disser agora que vai esperar por mim, eu vou esperar por você também, Louis. Esperei dezessete anos, uma semana a mais não vai me matar. Mas preciso que seja honesto, comigo e, principalmente, com você.
O tempo que usou para terminar de falar foi o mesmo que usou para chegar com o rosto bem pertinho do mais velho. Pareceu até uma cena de efeito, deixando Louis enfeitiçado por cada palavra e movimento.
Harry fechou os olhos quando o magnata chegou mais perto e roçou o nariz no seu, de um lado para o outro, lentamente, como um beijinho de esquimó.
–Espere por mim– ele disse, num sussurro rouco que fez com que o ar quente de seu hálito fizesse cócegas nos lábios de Harry –Espere por mim e eu serei seu homem.
–Então eu quero um presente– o cacheado disse, ainda afetado e um pouco sem fôlego pela proximidade. Queria se esfregar mais, como um gatinho –No meu aniversário... Você sabe o que eu quero. Você vai me dar.
O fato de aquilo ter soado como uma afirmação e não como uma pergunta fez Louis soltar uma risada anasalada. Deixou um beijo casto e inocente sob a bochecha rosada antes de responder, voltando a sentar com as costas no apoio do sofá:
–Eu darei, minha coisinha mimada.
Harry abriu um sorriso. As coisas não saíram como planejara essa noite, mas estava tudo bem, porque Louis o chamou de *seu*. E ele mal podia esperar por semana que vem, onde, finalmente, seria dele.
(...)
Dezoito anos.
Harry iria fazer dezoito anos.
E de todas as coisas pela qual uma pessoa pode comemorar ao completar a maioridade, Harry estava animado pela única que não envolvia o tradionalismo.
Ter uma carteira de motorista —e, consequentemente, um carro—, poder beber legalmente, entrar em baladas sem precisar de identidade falsa e ainda ter uma festa de arromba patrocinada pelo pai rico. Nada disso se comparava ao ter Louis para ele, com ele e, mais importante de tudo, dentro dele.
Harry almejava aquele homem. Ele sempre teve uma admiração muito grande por Louis, desde pequeno.
Ele não sabe dizer quando esse sentimento evoluiu para amor, mas ele pode descrever cada detalhe de quando se tocou pela primeira vez pensando nele. Não sabe dizer quando foi a primeira vez que falou "eu te amo" para Louis de outro modo, mas se lembra exatamente do dia em que sonhou acordado em uma aula de matemática com ele ajoelhado aos pés de Louis e dando-o prazer com a boca, em seu escritório na empresa. Não sabe dizer quando foi que ficou tão carente e necessitado de Louis, como se precisasse de seus toques ou morreria, mas nunca esquecera o exato dia em que sentiu o volume de Louis pressionando sua bunda enquanto dormia em um sono profundo achando que Harry fazia o mesmo.
Louis sempre esteve presente em sua vida. Em todos os momentos, bons ou ruins; ele estava lá. Diferente de seu pai, que vivia viajando, Louis nunca precisou sair do país para resolver os negócios e, de quebra, ainda ficava de "baba" para ele. Entre aspas, pois sabia que nunca seria sacrifício nenhum para o mais velho. Harry tinha ciência de que Louis o amava, mas ele queria saber até que ponto.
Por isso, sua roupa de hoje era de tirar o fôlego. Nada vulgar, mas sexy na medida certa e ainda atraia atenção.
Um vestido vermelho de cetim, com um decote modesto na frente e uma abertura grande nas costas, levemente coberta por amarrações. Não era um tomara que caia, mas a alça era tão fina que poderia ser com qualquer coisa minimamente cortante que entrasse em contato com ela. Ia até o meio de suas coxas, ou um pouco antes disso, mas que ainda o deixava glamuroso, bem quisto de um filho de magnata importante.
Nos pés nada menos que um scarpin Louboutin preto; os sapatos mais desconfortáveis do mundo, mas que o faziam parecer um rei em meio a todos os plebeus. Nada deixava um pé mais bonito e delicado que um bom salto que parecia furar cada centímetro de pele em cada passo.
Mas isso seria um problema para o Harry do futuro.
O cabelo estava solto, pois não era muito comprido, apenas foi alinhado os cachos. A maquiagem foi feita somente para corrigir imperfeições —como espinhas e o tom da pele— e o gloss mais brilhante que ele tinha na penteadeira. A joia eram suas lindas e icônicas pérolas.
Pérolas de verdade, que enfeitavam aquele pescoço leitoso como as estrelas enfeitam o céu a noite.
Portanto, ao borrifar três gotas de seu Dior favorito, ele estava magnífico. Magnificamente pronto. Pronto para os convidados. Pronto para a festa. E, claro, pronto para Louis.
Os convidados já chegavam no andar de baixo da casa e todos já estavam com uma taça de champanhe na mão. Seus amigos já eram todos de maior —ele era o mais novo da ninhada, apesar de isso nunca o ter impedido de beber antes—, então até mesmo eles se viam esguirando-se até a mesa de bebidas como se ainda tivessem dezesseis anos roubando uma taça ou duas.
Não foram chamadas muitas pessoas, apenas os amigos mais próximos de Harry, seu pai e, óbvio, Louis. Estavam apenas os dois de adultos, mas eles prometeram reservar-se somente a sala de estar, onde não atrapalhariam a festa.
Assim que Harry desceu as escadas os amigos já vieram lhe abraçar e desejar-lhe feliz aniversário e felicidades. Ele amava os amigos, realmente amava, mas não era o abraço deles que ele queria agora.
Continuou seguindo pela casa enquanto os outros voltavam a beber e dançar alguma música latina que tocava nas caixas de som —ele não conhecia essa melodia, mas deixou o controle das músicas nas mãos de Niall e confiava em sua capacidade de escolher coisas boas.
Encontrou o pai e Louis conversando em um canto discreto e foi até eles. Ao perceberem a presença do cacheado, se levantaram e o mais velho dentre os três abraçou Harry com força, tirando-o do chão e o rodopiando no ar. Causou algumas gargalhadas e Harry não pode deixar de ficar constrangido, mas ainda assim feliz.
–Papai!– disse, em falso tom de repreensão, quando foi deixado no chão.
–O que foi? Não posso mais abraçar meu garotinho?– perguntou, sorrindo orgulhoso para um Harru corado –Feliz aniversário, Hazzy! Papai comprou o melhor dos presentes de aniversário, amanhã você vai ver!
*Não garanto que será o melhor...*, pensou Harry, sorrindo sapeca com a lembrança da promessa de Louis.
–Obrigado, papai, não precisava se incomodar. Você é o melhor!– ele disse, depositando um beijo carinhoso na bochecha do homem –Mas eu não sou mais um garotinho, agora já tenho dezoito anos completos!
Harry disse isso olhando especificamente para Louis, que apenas sorriu ladino e tomou um gole de sua champanhe.
–Eu sei, Hazzy, mas para mim será sempre um garotinho– rebateu, dando dois tapinhas no ombro desnudo do filho –Vou pegar outra bebida, quer algo, Louis?
O citado apenas negou com a cabeça, aguardando que ele saisse. Assim que Styles ficou fora de vista, os braços de Harry se agarraram em volta de seu pescoço e o corpo bonito colou ao seu. E Louis não demorou para rodear sua cintura.
Fora um abraço desesperado, como o de dois amantes que não se veem a muito tempo e que poderiam ser flagrados a qualquer momento.
–Está lindo, Hazz– sussurrou o magnata, cheirando os cachos com devoção –O mais lindo de todos e eu não digo só dessa festa.
Harry corou, mas apertou ainda mais o corpo de Louis contra o seu.
–Feliz aniversário, minha coisinha mimada– ele disse, pousando um beijo singelo, mas demorado, logo abaixo do lóbulo da orelha –Vou deixar meu apartamento aberto essa noite, não traga nada além de você mesmo.
Dito isso, afastou o menor, vendo o quão afetado com tão pouco ele estava. Engoliu saliva ao pensar que não demoraria muito para o ver destruído embaixo de si.
–Vá curtir sua festa, mais tarde nós curtimos a nossa– ele disse, selando a testa de Harry com um beijo e voltando a se sentar no sofá.
Harry voltou para o círculo de amigos ainda meio catatônico.
Ele aproveitou a festa tanto quanto qualquer um dos seus amigos. Dançava, bebia e comia ciente todo o tempo dos olhares predadores de Louis sobre ele. E ele adorava. Fazia questão de rebolar e dançar, até mesmo brindar, para ele.
A noite só não foi inteiramente perfeita, pois não pode dançar a única valsa da noite com seu amor. Não foi ruim dançar com seu pai, claro, mas tudo o que ele mais queria era entregar-se de braços abertos para Louis e gritar a todos que estivessem ali para ouvir que era ele. Sempre foi e sempre seria ele.
(...)
Louis fez exatamente como disse.
Quando Harry chegou no apartamento, ele apenas forçou a maçaneta e a porta se abriu para ele antes que pudesse apertar a campainha.
As luzes do lugar estavam apagadas e a luz do luar entrava pelo janelão do chão ao teto em sua sala de estar. Além disso, havia uma vaga iluminação vinda do corredor principal, crepitante e fraca; a barriga de Harry borbulhou em expectativa.
Já passava das duas da manhã quando Harry saiu de fininho da própria casa e veio para a de Louis. Não havia trocado de roupa, apenas colocado um casaco para o vento gelado da madrugada. Casaco esse que tirara e deixara pendurado no cabideiro perto da entrada.
Como já conhecia o lugar de cor e salteado, andou pelo corredor principal até encontrar com a porta do quarto de Louis, por onde saia as luzes amareladas. Estava semiaberta, então não fez questão de avisar; apenas afastou-a para que pudesse adentrar o lugar.
Lindo.
O quarto estava lindo.
A decoração, o aroma, a meia luz, o som...
Louis pensou em cada detalhe. Parecia que havia acabado de entrar em uma das cenas mais clichês do filme romântico mais brega possível.
As lâmpadas do quarto estavam apagadas e a única coisa que iluminava e dava vida ao lugar eram as chamas das velas, distribuídas milimetricamente calculadas ao longo do chão e à mesa de cabeceira. O aroma de baunilha com chocolate, tão doce e nada enjoativo, provavelmente provinham das velas, o que só deixava o clima ainda mais quente e sensual.
Em cima da cama havia pétalas de rosas vermelhas espalhadas. Sem um padrão específico, apenas decorando a cama e trazendo um ar romântico para toda a cena que ele sabia que iria acontecer ali. No centro do colchão, um balde com gelo e um vinho tinto o aguardava ao lado de duas taças finas.
Mas a atração da noite não estava.
–Louis?– chamou Harry, descendo dos saltos e deixando-os em um canto.
Ele tentava conter o sorriso, mas era simplesmente impossível. Louis prepara tudo aquilo para ele. Ele ia perder a virgindade com o homem que mais amava, com o homem que mais desejava. Com o homem que queria.
Pegou uma das pétalas da cama e levou ao nariz, cheirando como se ainda pudesse sentir o perfume da flor.
Logo, braços rodearam sua cintura por trás e um corpo imprenssou-se ao seu. Um rosto com a barba levemente por fazer escondeu-se na curvatura de seu pescoço e fez uma cócega tão leve que o fez fechar os olhos.
–Louis– chamou, em um sussurro, apenas para ter a certeza de que era ele. Passou as mãos pelos braços que a rodeavam.
–Hazz– chamou de volta, como se quisesse confirmar que aquilo estava acontecendo, que ele estava ali –Meu garoto lindo.
Um arfar saiu da boca de Harry e ele se virou para Louis, querendo olhar em seus olhos.
–Eu tenho um presente pra você– sussurrou Louis, afastando uma mecha do rosto gracioso e prendendo-a atrás da orelha.
–Você sabe que não precisa me dar nada. Tudo o que eu quero é você– respondeu, passando os braços em torno do pescoço de Louis para prendê-lo, para ter certeza de que ele não escaparia para pegar o que quer que fosse.
–Não vou pegá-lo agora, ainda teremos tempo para isso– disse, rindo pelo modo possessivo como era abraçado. Fez carinho em seu rosto, assistindo o modo entregue como Harry se inclinava para a mão dele –Quero beijar você agora.
A declaração fez com que Harry abrisse os olhos, olhando diretamente para os azuis. A ansiedade crescendo em seu estômago como uma bola de neve cresce ao descer uma colina.
–Eu posso?
Foi tão baixo que Louis jurou ter dito apenas em pensamento, mas a forma hipnotizante com que Harry acenou com a cabeça o fez se inclinar para perto. Os narizes se encostaram primeiro, depois as testas e, por último e finalmente, os lábios.
Tão lento e romântico quanto podia ser.
Louis subiu a mão da cintura delgada para a nuca de Harry, fazendo com que este deitasse sobre ela e deixa-se ser dominado. Com esse ato de liberdade, o que era apenas um selar de lábios lindo e singelo, se tornou um beijo fervoroso e apaixonante.
O magnata pediu passagem com a língua, lambendo os beiços inabertos de Harry. O menor não tinha ideia de como fazer isso, mas separou os lábios para receber. Louis sabia —ou pelo menos tinha uma noção— de que aquele era o primeiro beijo de Harry e tentou guiá-lo da melhor maneira que pôde.
Harry era inexperiente, fato, mas ele tinha tanta vontade desse homem que não podia apenas deixar que ele fizesse tudo. Ele queria se envolver, queria que Louis soubesse que ele estava tão disposto a fazer isso quanto estava disposto a demonstrar que o amava loucamente.
Colocou sua língua para trabalhar e acompanhou os movimentos do mais velho. Quando ambos pegaram ritmo, o beijo ficou mais quente, desesperado, esfomeado. Louis sentiu como se pudesse engolir Harry.
O cacheado pulou no colo do mais velho, sem aviso, apenas esperando ser segurado. Louis agarrou suas pernas e, ainda sem quebrar o beijo, passou a mão pelas coxas suaves e quentes. Um carinho lento, mas nem de longe sutil.
–Vamos para a cama– sugeriu Harry, quebrando o beijo assim que ficou com falta de ar. Roçando o nariz no de Louis como um filhote que precisa de carinho o tempo todo.
–Eu tinha um esquema para essa noite, iríamos abrir o vinho e...
–Foda-se o vinho, te quero agora– interrompeu Harry, voltando a beijá-lo, sabendo que não precisaria mandar duas vezes: Louis a levaria para a cama e ainda colocaria o maldito vinho no chão.
Ele desceu Harry do colo e sentou-se na cama, observando o jeito tímido que as pernas roçavam uma na outra.
–Tira esse vestido pra mim, sim? Mas tira bem devagar, Hazz, só pra mim– pediu, medindo o garoto de cima a baixo com o lábio inferior entre os dentes.
Envergonhado, Harry levou a mão as costas, soltando o laço que apertava o vestido no corpo. Deslizou devagar as alças finas pelos braços, fazendo uma carícia lenta em si mesmo no processo —era quase como se conseguisse sentir que fossem os dedos de Louis no processo. Fechou os olhos quando o busto ficou exposto, pois apesar de amar se sentir desejada pelo homem que o assistia, a vergonha de ter seu corpo a mostra desse modo para alguém pela primeira vez ainda era vergonhosa. Empurrou o resto do vestido que se prendeu ao quadril, deixando-o amontoado a seus pés. Estava finalmente nu, exceto pela calcinha de renda rosa que usava.
Não ouviasse outros barulhos no quarto que não a respiração desregulada de ambos e a música ambiente que tocava baixo –e distante.
Harry não viu quando Louis colocou a mão sobre ele —olhos ainda permaneciam fechados, recusando-se a acreditar que aquilo era real—, mas sentiu. O palmo quente deslizando por entre o meio de seus seios pequenos e descendo pela barriga, onde um dedo circulou seu umbigo.
–Lindo, Harry– falou Louis, em um suspiro baixo –Você é estupidamente lindo.
Louis afastou-se um pouco e houve um farfalhar de lençóis que fez Harry abrir os olhos curioso. Louis estava apenas de cueca também —tão nu quanto ele— e sentado na cama, com as costas apoiadas sobre a cabeceira estofada. As pernas abertas convidativas e um volume discreto sobre a roupa íntima preta.
Certo, Louis não estava duro. Aquilo decepcionou um pouco Harry, pois apenas a espera e a ansiedade o deixavam molhado.
–Venha aqui– ordenou, carinhoso, dando tapinhas nas próprias coxas.
Harry piscou algumas vezes antes de acatar a ordem. Subiu em cima da cama e rastejou até estar entre as pernas do mais velho. Louis o ajeitou de costas para si, onde deitou sobre o peitoral quente dele.
A pele de Harry ardeu. Eles nunca estiveram tão próximos assim antes. Pelo menos, não desse modo.
As mãos de Louis afastaram suas pernas, deixando-as abertas de modo que os pés delicados ficassem para fora do acolhimento, do outro lado das canelas de Louis.
Logo, aquelas mesmas mãos subiram por cada centímetro de derme exposta, causando arrepios por onde passava. Subiu pelos braços, depois pelo ombro e, por fim para o pescoço, de onde desceu para os seios, cada mão para um. O dedo indicador ameaçava circular o mamilo, provocando aquela área e, até mesmo, o próprio Harry.
O silêncio deixava tudo tão misterioso e sensual, era como se o segredo dos próximos passos de Louis estivessem escondidos entre aquele áurea que eles mesmos construíram. De paixão e calor.
Harry inclinou o corpo para frente, pedindo silenciosamente por mais. Louis sorriu debochado, mas ainda assim lhe deu mais.
A ameaça de antes agora era real; os indicadores rodeavam os mamilos de forma leve, uma carícia delicada. Podia assistir a forma tentadora como eles se eriçavam pelo mínimo toque, quase como se pedissem por mais assim como seu dono.
Harry soltou um gemido baixo quando as duas mãos pesaram sobre seus seios, agarrando-o inteiro e o apertando, tentando medí-lo, pesá-lo. Não eram grandes, pelo contrário, mas enchiam a mão de Louis exatamente como se tivessem sido criado para ele. Essa constatação só aumentou ainda mais o desejo dele e o fez apertar ainda mais aquele montinho de carne.
O cacheado chiou, contorcendo-se sobre seu colo.
–Nunca pensei que um dia isso fosse acontecer– Louis sussurrou em seu ouvido –Mas agora acho que, se formos até o fim, nunca saberei viver sem. Por isso eu preciso perguntar, Hazz: você quer mesmo continuar?
As palavras pareciam confusas para Harry, o peso delas e até a pergunta. Ele estava nublado de desejo, de amor e de ansiedade. Como Louis podia perguntar se ele queria sendo que ele não sabia querer *outra coisa*?
–Por favor, sim, Lou Lou, eu quero– respondeu, quase desesperadamente.
–Vou te dar a melhor noite da sua vida– respondeu Louis, retirando as mãos dos peitinhos para que voltassem a explorar o restante do corpo.
Ele foi descendo cada vez mais, sem receios e sem delongas, agora, para onde mais queria tocar.
Os dedos de Louis dedilhavam a parte interna da coxa de Harry, subindo a mão e descendo, causando mil e um arrepios por todo o corpo do jovem.
A ponta dos dígitos alcançou a fina camada da renda, peça essa que Harry insistia em chamar de calcinha. E ele realmente as usava para provocar, pois nem de longe aquele tecido entalado entre seus pequenos lábios poderia ser considerado confortável.
Louis dedilha com calma, como se explorasse um novo território e desbravasse o mais curvilíneo monte de Vênus. A respiração quente batia contra o pescoço leitoso do corpo que estava sentado à sua frente, entre suas pernas, tão tenso e ansioso quanto um garoto virgem prestes a perder a virgindade poderia ser.
Seria engraçado se não fosse trágico. Louis, um magnata de quase quarenta anos envolvendo-se com um jovem que mal completou seus dezoito. Quer dizer, Harry era de maior —Louis se certificou disso—, mas acontece que seu aniversário fora no dia anterior e, agora, o cacheado veio reivindicar o presente que o mais velho tanto insistia em adiar.
Uma foda tão bem feita que Harry esqueceria seu nome, sobrenome e toda a merda suja que era estar perdido e completamente apaixonado pelo sócio de seu pai.
–Um corpo tão macio...– sussurrou Louis, os lábios finos roçando contra a derme embaixo da orelha, a barba por fazer pinicando a área –Como você pode querer que minhas mãos calejadas toquem em uma pele tão pura quanto a sua, Hazzy?
As vezes, Louis se questionava o que Harry via nele. O garoto era jovem, livre, com uma vida inteira pela frente, com curvas delicadas e uma aparência de boneca —os olhos verdes causam inveja em qualquer um—, tudo o que ele já foi um dia, mas que agora não passava de um homem maduro com uma ou outra secretária correndo ao seus pés. Harry era demais para ele; demais para qualquer um.
–Ele só é puro porque você nunca pôde tocá-lo– Harry diz, também em um tom de voz baixa. O fôlego quase lhe faltava, tamanha a expectativa que sentia sobre a mão entre suas pernas –Mas agora você pode e eu sou todo seu, Lou Lou. De mais ninguém.
Com esse incentivo, Louis conseguiu ser mais preciso em seus movimentos. Ele fez questão de afastar a calcinha para o lado e brincar com a bucetinha quente e que já escorria por causa de alguns beijinhos que trocaram a minutos atrás. Harry era tão virgem que se molhava com tão pouco.
–Você sempre soube que queria ser meu, não é?– perguntou Louis, um dedo espertinho subindo e descendo entre os grandes lábios, tirando um suspiro do menor –Conheço você a tempos e nunca o vi com ninguém.
–Eu sempre só tive olhos pra você, Lou Lou– respondeu, fechando os olhos, a cabeça tombando para trás, deixando que ela descansasse sobre o ombro do magnata –Eu sempre soube que ninguém me amaria como você um dia vai.
Louis quase quis rir. Um bufar saiu de seu nariz ao prender a risada, porque... Meu Deus, Harry precisava saber:
–Eu já amo.
A mão saiu de entre as pernas do garoto e subiu para o pescoço, puxando o maxilar para o lado, fazendo o cacheado olhar para a imensidão que era aqueles olhos azuis. Harry o admirava tanto que o carinho que transmitia ao olhar para ele era quase palpável.
Harry não respondeu nada, apenas se inclinou para o rosto muitos anos mais maduro que o seu e o beijou. O beijou com uma saudade infinita; saudade de uma coisa que ele nunca teve antes, mas que hoje, agora, e a partir de então ele poderia ter sempre que quisesse.
Pois ele sabia. Louis era de Harry tanto quanto Harry sempre fora de Louis.
O magnata inverteu as posições, deixando Harry deitado sobre a cama e seu corpo sob o dele. Desceu os beijos, que antes eram dedicados somente aos lábios, para o pescoço que ainda carregava a porra da joia que combinava perfeitamente com ele. E não parou até alcançar o seio, tomando-o na boca com uma fome escruciante.
Não mordeu, apenas chupou-o para dentro e mamou nele como um bom homem faz com sua esposa. Pode sentir o momento em que as costas de Harry arquearam e o peito entrou mais na cavidade —era quase como se estivesse com ele inteiro na boca.
Desceu ainda mais os beijos, fazendo uma trilha babada por onde passava. A todo momento o corpo de Harry se contorcia sobre a cama, com uma ansiedade incontrolável. Ele não sabia o que queria que Louis fizesse, mas queria que ele fizesse alguma coisa.
E Louis se divertia vendo os membros agitados de Harry tentando se agarrar a algo. Ele sabia muito bem onde as mãos daquele pequeno garoto queriam ir, entretanto gostaria de ver se elas iriam por conta própria.
Quando chegou no cós da calcinha, deu um beijo sobre a testinha coberta e enroscou os dedos nas laterais da peça, olhando para um Harru ofegante.
–Vou tirar isso, tudo bem?– ele disse, em um tom baixo e sensual.
Harry não disse nada, apenas ergueu o quadril para que ajudasse ele a se livrar da peça. Então pronto, ela estava completamente nua para ele. E olha que Louis tinha uma visão bem privilegiada.
Com isso em mente, as bochechas de Harry coraram e ele sentiu-se na obrigação de tampar a própria intimidade com as mãos, cobrindo toda diversão.
–É que eu tô com vergonha– explicou-se, virando o rostinho de lado, com alguns de seus cachos fazendo costas em sua bochecha.
–Vergonha de mim?– Louis perguntou, beijando a parte interna da coxa e acariciando a parte inferior de ambas.
–Não... É... Um pouco– confessou –É que eu sonhei com isso a minha vida toda, mas nos meus pensamentos eu nunca me imaginei... Realmente nu. E você tá tão perto da minha... Você sabe, é meio impossível não ficar constrangido.
Entendendo a situação, Louis sorriu carinhoso. Pousou outro beijo no inferior da coxa e disse:
–Então fecha os olhos e finge que ainda está imaginando. Eu vou fazer o melhor pra atingir as suas expectativas, coisinha mimada.
Mas antes mesmo que Harry pudesse obedecê-lo, Louis mergulhou com o rosto em sua perna e tomou seus grandes lábios em um beijo fogoso.
Um suspiro alto deixou a boca de Harry e ela apertou os olhos com força. Não para poder imaginar, como Louis pedira, mas para aproveitar. Era uma sensação nova, estranha e completamente diferente.
Em seus devaneios, Harry nunca esperou que uma língua pudesse ser tão macia. Ele imaginava que fosse áspero —até se questionava com as pessoas com buceta poderiam gostar de receber oral—, mas nada o prepararia para o conforto de uma língua molhada. Porra, era uma delícia.
Os movimentos de Louis não pareciam estabelecer um ritmo ou uma sincronia, mas isso não importava. Pelo menos, não se ele continuasse a mexer a língua igual mexia agora.
A língua estava dura e, apesar de tudo, mole ao mesmo tempo. Ela subia e descia, explorava e estimulava toda a região sem forcar-se em uma em específico. Era quente e escorregadio, fazia Harry sentir vontade de deslizar e rebolar sobre até chegasse em um orgasmo.
Louis achava adorável o jeito como Harry se contorcia na cama, deixando escapar seus gemidos manhosos e altinos pelo quarto. Quase o levava a crer que aquela não era a sua primeira vez e ele sabia exatamente como excitar um homem.
Os dedos do magnata seguiram o caminho de sua boca, mas fizeram uma função diferente: dedicados a abrir e separar os grandes lábios para que a língua pudesse percorrer um percurso ainda mais denso e maior. Dessa forma, ele podia até mesmo ver o clitóris inchadinho e proeminte. Deus, aquela visão fez com que Louis quisesse esfregar o pau ali até que Harry sujasse seu pau de gozo e ele aquela buceta de porra.
–Ah, v-você t-tá me t-torturando– reclamou Harry, quando percebeu que a língua estava maltratando seu pontinho ao invés da massagem que recebia anteriormente –Isso é-é mal.
–Mal?– questionou Louis, com uma expressão debochada –E o que seria bom?
–Volta a fazer aquilo com a língua... Aquilo de lamber de cima a baixo e...– Harry corou antes de terminar porque ele nunca havia falado uma coisa tão suja e baixa –E chupar a entradinha.
Louis arqueou as sobrancelhas, em completa surpresa. Ele não imaginava que Harry seria tão explícito quanto àquilo que queria.
Mas ao invés de obedecer imediatamente, ele abriu um sorriso perverso.
–Onde? Aqui?– perguntou, cínico, levando os dedos para a entrada apertada. A ponta do indicador afundou levemente, penetrando e lutando contra a resistência das paredes virgens –Você quer minha língua aqui?
Ao terminar de enfiar o dedo completamente, Harry abriu a boca em um grito mudo, arqueando as costas até que ela se desgrudasse por completo da cama. A respiração tão desregulada que os peitinhos balançavam com a intensidade das lufadas de ar.
–Tem certeza de que quer minha boca? Você parece estar levando tão bem meu dedo...– provocou Louis, tirando apenas para enfiar o digito novamente –Ou talvez eu devesse fazer com os dois, já que minha coisinha mimada não parece se contentar com pouco.
Dito isso, Louis volta com a boca no pontinho dele e brinca com os dedos em sua entrada. Outro dedo se junta ao interior do garoto e outro gemido se espalha pelo quarto.
Louis não faz cerimônias ou joguinhos, agora tudo o que ele mais precisa é ver um orgasmo fluindo desse garoto. Sua boca trabalha incessante e incansavelmente na buceta, salivando e deixando que o líquido escorra; é até melhor, nada supera uma bucetinha bem molhada e lubrificada. Os dedos também não paravam, os dois massageavam seu interior e chegavam o mais fundo que podiam, sentindo as paredes internas os esmagarem, quase como se não quisessem que saíssem. Como se Harry quisesse comê-los para manter-se cheio.
–Isso, Lou Lou, não para!– esperneou Harry, denunciando o quão próximo estava. As mãos inquietas finalmente tomaram um rumo e se prenderam as madeixas do mais velho –Por favor, eu preciso tanto...
E, claro, que Louis não ia parar. Ele foi além, até, inserindo mais um dedo e succionando o clitóris como se estivesse sugando o suco mais doce de um canudinho.
Não demorou muito para que Harry tivesse um último espasmo sobre o colchão, apertando os dedos no cabelo de Louis, gritando alto enquanto se desfazia em um orgasmo seco. Seco entre aspas, pois sua buceta pingava de tão molhada.
Conforme a respiração ia regularizando, Louis ia distribuindo beijos singelos e amáveis por todo seu corpo até chegar a altura de seu rosto. Os dedos ainda permaneciam dentro dela, entrando e saindo tão lentamente que quase pareciam sem utilidade.
–Você foi muito bem– elogiou Louis, beijando a testa dele –Tão bom, gozou tão gostoso pra mim.
Harry sorriu satisfeito, pelo orgasmo e pelas palavras. Estava molinho e um pouco cansado, mas longe de querer que a noite acabasse ali.
–Eu te amo tanto, Louis– ele disse, se agarrando ao pescoço dele como um coala, puxando-o para que seus rostos estivessem a milímetros de distância –Tanto, tanto, tanto que você não tem ideia.
–Diz pra mim– pediu, os dedos se curvaram dentro de Harry, que arqueou as costas um pouco surpreso. Ele estava sensível, mas não ia pedir para Louis parar; ele aceitaria qualquer coisa que esse homem lhe desse –Desde quando você parou de me ver como o amigo do seu pai?
–Desde... Ah,...– soltou um gemido –Acho que desde que eu descobri o que era sexo e que isso poderia ser feito entre homens também. Desde sempre, Lou Lou.
Ele tirou os dedos de dentro dela apenas para dar um tapa ardido e estalado sob a buceta vermelhinha —que ficou ainda mais vermelha depois da leve agressão—, voltando a enfiar os três dedos dentro novamente. Foi tudo tão rápido que Harry soltou um gritinho.
–Que feio, Hazz– começou ele, provocando enquanto sorria. Era claro que ele ficou satisfeito de ouvir que fora seu primeiro em tudo para Harry e que o cacheado nunca pensou em outra pessoa de tal forma –Eu tenho idade para ser seu pai. Te excita saber que quando você nasceu eu já tinha até mesmo passado pela puberdade?
–Eu não escolho por quem vou me apaixonar, Lou Lou– disse Harry, sofrendo para olhar para os olhos de Louis sem revirar os olhos a cada investida certeira que os dedos faziam dentro de si –Mas mesmo se eu pudesse, escolheria você. Escolheria você sempre, Louis.
Tomou os lábios do mais velho em um beijo apaixonado, carregado de emoção e adrenalina. Paixão e desejo. Amor e tesão.
Harry nunca se sentiu tão completo.
–Você ainda precisa cumprir a sua promessa– disse o cacheado, segurando o pulso do mais velho e puxando a mão para fora da área de entre suas pernas –Acho que já estou pronto o suficiente. Esperei muito por isso, eu mereço.
Louis soltou uma risada debochada e anasalada.
–Você merece tudo, não é, coisinha mimada?– questionou, cínico, voltando a ficar por cima de Harry.
Ele tirou a cueca e deixou que Harry olhasse e examinasse seu pau. Provavelmente era o primeiro que vira na vida —e Louis esperava que fosse o último também.
O mais novo não teve coragem de tocar, mas assistiu o jeito como Louis masturbava-se em sua frente, melando todo o membro com o líquido transparente que saia da cabeça. Anotava mentalmente para quando fosse sua vez de tocar uma para ele.
–Tem certeza de que quer continuar?– perguntou Louis, fazendo um carinho na parte interna da coxa leitosa.
Harry acenou positivamente com a cabeça, mordendo os lábios para conter a felicidade. Ou a impaciência. Ou a ansiedade. Ele não sabia, eram muitos sentimentos que se misturavam, mas no final todos levavam a um pensamento só: ter o pau de Louis dentro dele. Estar tão conectado com ele como dois corpos podem ser.
Com a confirmação, Louis esticou a mão sobre a mesinha da cabeceira e pegou uma embalagem de camisinha. Harry também o assistiu colocar, para aprender a fazer em uma próxima vez.
Tudo pronto, só faltava o mais importante.
Louis alinhou o membro até a entrada pequena e forçou a cabeça para dentro. Harry estava tão molhado e relaxado que não houve resistência, pelo contrário, deslizou como uma luva.
Entretanto, Harry ainda era virgem e o mais grosso que tinha entrado até então havia sido os dedos de Louis. Apesar de alargado o suficiente, ainda doía. Doía como se estivesse sendo rasgado e a reação mais natural que teve foi contrair s bucetinha, tentando fechar-se, o que só fez sufocar ainda mais o pau de Louis.
Ambos gemeram altino quando o magnata forçou mais do membro. Harry fechou os olhos e sentiu o outro se inclinar por cima dele, pousando um selinho em seus lábios.
–Vai ficar tudo bem– acalmou Louis
–Eu sei– sussurrou de volta –Só vai devagar, por favor, Lou Lou.
–Até que você me fale para ir rápido– prometeu, deixando outro beijo, dessa vez um pouco mais demorado.
Louis continuou entrando, pouco a pouco, invadindo Harry com uma lentidão invejável. As paredes quentes esmagavam-o. Eram tão quentes e lisas que ele sentia-se muito tentado a ser violento e feroz, voraz. Mas era um homem de palavra e antes de prometer coisas a Harry, prometeu ao pai dele, seu sócio, que nunca deixaria que ninguém o machucasse e isso incluía ele também.
Quando finalmente a pélvis de Louis encontrou com as nádegas cheinhas de Harry, ambos sentiram como se pudessem respirar novamente. O alívio de que, dali em diante, só haveria progresso.
–Você já pode se mexer– informou Harry, apertando os lençóis da cama com força quando sentiu Louis se afastar dele para voltar novamente, sem força mas com precisão –Ah, senhor, isso...
Louis apossousse das coxas de Harry apertando a carne entre os dedos para descontar todo o tesão que sentia.
As estocadas começaram lentas e exploratórias, como se ambos estivessem testando os próprios limites. Harry gemia a cada vez que o pau de Louis chegava até seu ínfimo, se sentindo cheio, quase transbordando.
Louis tentou, ele jura que tentou, mas o ritmo estava sendo uma tortura para ele. Ele quis fazer um experimento, um único, e se desse errado ele voltaria a lentidão de antes, mas agora ele precisava arriscar.
Um estocada mais bruta e rápida veio. O corpo de Harry solavancou e os peitinhos balançaram. Um grito saiu de seus lábios mas nem de longe foi um grito de dor ou desespero, apenas um susto passageiro.
Harry olhou para os olhos de Louis e lá estava a confirmação que o magnata precisava: continue assim e eu vou me desmanchar. Ele não pararia por nada.
Então as estocadas se seguiram iguais. Não tão fortes quanto a primeira, mas igualmente rápidas. O prazer era tanto que quase soava como angústia. A angústia de segurar tanto tempo um tesão que o corroia por anos.
Harry era uma bagunça de gemidos e no quarto ecoava com os suspiros altos de Louis. Os cachos espalhados pelo travesseiro, os lábios vermelhos de tanto serem mordidos e beijados e os olhos verdes brilhando entregavam a Louis uma pintura renascentista de um anjo acabado. Se Lúcifer pudesse ter uma aparência ele teria a de Harry, destruído assim como um anjo caído deveria ser.
Apenas aquela imagem pecaminosa já seria o suficiente para que Louis viesse. E ele não estava longe.
Uma das mãos soltou a perna de Harry e moveu-se para o peito, agarrando com tanta vontade que o palmo se encheu inteiro. Apertou com uma força moderada, a mesma que usava para apertar a coxa anteriormente.
Harry colocou a mão por cima, enfiando a unha nas costas da mão, fazendo que ambos soltassem um chiado.
–Porra– sussurrou Louis, inconsequentemente apertando mais ainda o seio como se tentasse fugir do arranhão –Tá forte?
–Não para– foi o que Harru respondeu.
Ele queria falar que estava forte, mas temia que Louis parasse. Apesar de estar sim forte, ele não queria que parasse. Ele estava perto. Podia sentir.
Isso não foi uma resposta, soou como uma ordem, mas Louis não se importava.
Como se o diálogo não tivesse existido, Louis aumentou a brutalidade das estocadas, enfiando seu pau em Harry como animal que busca o próprio prazer.
Os olhos estavam se revirando de prazer e o corpo dava leves estremecidas. Louis adorou saber o quanto seu garoto podia ser sensível e mal podia esperar a próxima vez onde poderia torturá-lo até que tudo o que restasse fossem palavras ininteligíveis e resmungos de "para, para, para".
Uma confusão começou a se iniciar no pé do estômago de Louis e ali ele soube que estava perto. Foi diminuindo a brutalidade mas nunca a rapidez.
Foi de repente, quando sentiu a bucetinha contraindo-se ao seu redor, que veio. Soltando um gemido mais alto do que se orgulhava, derramando-se dentro da camisinha. O corpo não sofreu espasmos como o do menor, mas os braços perderam a força e soltaram a perna e o seio que segurava.
Desmontou-se em cima de Harry, ainda contraindo o quadril para dentro, em estocadas tão fracas que serviam apenas para prolongar o próprio prazer. A respiração quente e desregulada batia contra o pescoço suado do mais novo.
–Caralho– ele disse, abafado pelo cachos.
–Lou Lou– manhou, rebolando em busca de mais –Por favor.
Louis recuperou o fôlego que lhe faltava e saiu de dentro de Harry, tirando e amarrando a camisinha, jogando-a em algum lugar do quarto. Os dedos hábeis voltaram a dedilhar a xotinha, colocando-se para dentro do buraquinho que adorou abusar e desvirginar.
–Você tem sido tão bom pra mim– sussurrou Louis, a barba por fazer arranhando a parte interna da coxa macia –Eu nunca imaginei que fosse ajudar a criar um ser humano que seria perfeito pra mim.
–Louis!– gemeu Harry, alto quando os dedos se curvaram dentro –Você quem é bom pra mim. Eu te amo.
–Eu adoro quando você fala isso. Minha coisinha mimada, só minha.
–Sim... Só seu.
Louis continuou movimentando os dedos até que Harry gozasse. E ele veio igual antes; gemendo e convulsionando sobre a cama. O orgasmo tão forte. Não por seu p seu segundo da noite ou por ser o seu segundo da vida, mas sim por ter sido causado por Louis. Seu primeiro e único amor.
Quando ambos caíram na cama completamente ofegantes s suados, se abraçaram independente do calor que sentiam depois de tanta... Atividade física.
–Eu estou com muita preguiça de pegar seu presente agora, mas é um anel– informou Louis, enquanto fazia um carinho superficial sobre os mamilos enrijeçidos –Namora comigo.
Harry levantou em surpresa, sentando-se na cama e olhando para ele com os olhos arregalados.
Louis riu um pouco.
–Estou falando sério. Namora comigo.
–Louis...
–É sério, Hazz. Você pode achar que eu entrei nessa por causa do que você me falou naquela noite, mas a verdade é que eu te amo– confessou Louis e Harry arqueou as sobrancelhas –Não de um jeito esquisito, até porque até a algumas horas atrás você ainda era de menor... Mas eu te amo de todos os jeitos que uma pessoa pode amar outra. Eu sei que seu pai pode te dar tudo, vocês tem dinheiro, mas eu também posso te dar, Hazz. Posso te fazer feliz como você nunca será.
Os olhos verdes lacrimejaram. Tudo o que Harry sempre quis ouvir; o amor que sempre quis receber e o carinho que, apesar de sempre ter, viria da forma que sempre sonhou. Ele *já* se sentia a pessoa mais feliz do mundo.
–E-Eu só aceito se o anel f-for da Pandora– ele disse, limpando com a mão o ranho que escapou de seu nariz. Talvez ele não estivesse o mais atraente dos homens agora, mas o importante era que Louis o amava.
O magnata abriu um sorriso carinhoso.
–Como se eu não conhecesse a coisinha mimada que eu tenho– disse, puxando Harry pela cintura para voltar a deitar em seu peito –Então isso é um sim?
one de natal ainda ta valendo porque só se desmonta as árvores dia 06 de janeiro💋💋💋
🎄
"Mas Lou e se eles não gostarem de mim?" a voz beirava a incerteza e Louis a conhecia muito bem pra saber que agora a ponta de seu dedo indicador estava sendo mordida.
— Harry, minha menina, é impossível isso acontecer, é impossível alguém não gostar de você — ele terminava de separar a calça social — Por favor se troque logo e vem pra cá, é só meu pai e minha mãe, estou te esperando, beijos meu doce.
Era natal e aniversário de Louis, a época mais gostosa do ano havia chego, onde toda a família Tomlinson se reunia e fazia a maior festa. Sempre foi assim, desde que Louis havia completado 4 anos.
Mas agora com seus 24, as coisas estavam diferentes. Ele ainda morava com seus pais não porque era obrigado, mas sim porquê gostava de estar junto deles, do conforto que era sua casa.
Era somente ele, seu padrastro Mark, -que era como um pai- e sua mãe Johhana. As irmãs se mudaram quando completaram 20 anos, estavam atrás de seus sonhos, mas estavam sempre vindo visitá-los.
Hoje porém não ia ser apenas os três. Louis havia finalmente encontrado alguém. Harry. A menina de cachinhos cor de chocolate e olhos verdes como esmeraldas.
Louis havia ficado perdidamente encantado desde o primeiro dia que chegou na agência de fotografia para seu primeiro ensaio após ser contratado.
A menina era angelical, ele se lembra bem dela entrando na sala com os cachos caindo por seus ombros e rosto, um sorriso doce e meigo em seus lábios e aquela roupa lilás a deixava ainda mais linda.
Os dois trocaram olhares durante todo o ensaio, Harry estava encantada também com o fotógrafo de olhos azuis ele era charmoso por si só, era gostoso ver a forma como ele mordia os lábios e puxava a franja pra trás antes de apertar o botão pra tirar a foto.
O pedido de namoro não demorou pra sair, duas semanas depois eles já estavam com alianças e mais felizes do que nunca. Isso tudo já fazia 7 meses e os pais de Louis ainda não a conheciam, o garoto queria traze-lá no natal pra que ela pudesse também comemorar o aniversário com ele.
Louis terminou de passar o perfume e checou uma última vsz sua roupa no espelho, sua camisa de gola alta preta contrastava com a calça cinza.
Desceu as escadas em pulinhos rápidos e viu a mesa toda decorada, velas acesas em pedestais, pratos decorados, taças finas, vinhos postos sobre a toalha de renda bonita.
Sua mãe como sempre vestia suas roupas mais bonitas, seu pai estava com seu terno preto. As luzes eram amareladas e deixavam o ambiente aconchegante junto dos piscas piscas da árvore de natal.
— Acho que Harry já deve estar chegando — Louis puxou assunto.
Viu o rosto de sua mãe se iluminar.
— Estou ansiosa pra conhecê-la Lou, ela parece ser tão doce.
Antes que Louis pudesse responder a campainha tocou e seu coração se acelerou. Ele saiu rapidamente em direção a porta e a abriu.
Ele desejou que seus olhos fossem câmeras polaroids, daquelas em que capturam as cores vivas e deixam as fotos ainda mais bonitas. Harry estava impecável.
Seus cachos foram a primeira coisa que chamaram a atenção de Louis, eles eram tão soltos e brilhosos, os lábios tinham a cor vermelha, como a decoração que a mãe de Louis havia posto na mesa, a ponta de seu nariz brilhava assim como seus olhos.
Seu tronco era coberto pelo suéter creme, suas unhas em vermelho, mais forte que o tom de sua boca, sua saia xadrez preta e vermelha era tão curtinha, não cobria nem metade de suas coxas branquinhas. Em seus pés suas botinhas pretas.
— Minha menina! — Louis segurou na cintura dela e grudou seus lábios, ela tinha gosto de menta e seus lábios estavam muito gelados.
As mãos dela se enroscaram nos cabelos de Louis, ele quase gemeu.
— Não me provoca agora boneca, por favor — ele pediu a trazendo pra dentro da casa.
Seus pais estavam na sala esperando Harry, Louis pediu que ela deixasse a bolsa pendurada no hall e segurou novamente na cintura dela, dessa vez a prendendo em frente ao seu corpo.
Ele a levava até a sala dessa maneira, colado em seu bumbum. Seus lábios foram rápidos até a orelha dela sussurrando baixo assim que eles entraram na sala.
— Não poderia levar você pra conhecer minha mãe em uma saia tão curta assim — os dedos apertaram a pele do quadril dela — Mas acho que gosto disso.
Ele sabe que Harry estava vermelha de vergonha pois sentiu a respiração desregulada dela. Louis saiu de trás dela com um sorriso ladino, seu braço se apoiou sobre o quadril fininho.
— Pai e mãe, essa é Harry — ele colocou um cachinho atrás da orelha dela e deixou que a bochecha vermelha ficasse a vista. Era óbvio que estava envergonhada. — Meu anjo, essa é minha mãe e meu pai.
Harry sorriu meigo, seus olhos se fecharam e seus dentinhos de coelho apareceram.
— Oi Sra. Tomlinson — sua voz era tão baixa e tão extremamente quebrada, que Louis quis sorrir.
— Pode me chamar de Johhana querida, é um prazer conhecê-la, bem que o Louis disse que você é um anjo.
Ela corou ainda mais forte pelo elogio.
— O-oi Sr. Tomlinson. — ela gaguejou timidamente.
Mark sorriu e esticou sua mão a menina, saudando de forma doce.
— Sinta-se em casa menina e não precisa de formalidade, sou apenas o Mark. — ela concordou com a cabeça sorrindo pequeno.
Harry se sentia em casa, acho que os pais de Louis haviam gostado dela.
⠀⠀⠀⠀ ⠀ ៸៸៸ ⠀⠀⠀⠀ ⠀
— E você gosta do seu trabalho Harry? — a voz de Johhana se espalhava na mesa enquanto todos comiam a comida saborosa.
Harry limpou o canto de seus lábios e sorriu pequeno.
— Eu amo, desde criança tenho o sonho de ser modelo e quando pude finalmente realizá-lo foi o dia mais feliz da minha vida. E afinal se não fosse por isso não teria conhecido Louis. — ela olhou com os olhos brilhantes pra Louis, deixando um selinho na boca dele.
Tomlinson sorriu encantado, os dois estavam presos na bolha da paixão.
O de olhos azuis desceu a mão sobre as coxas de Harry deixando um aperto gostoso. Sua mão permaneceu ali, era um carinho leve.
Todos engataram em uma conversa incansável sobre natal, sonhos, futuro e logicamente sobre o aniversário de Louis.
— Oh querido, eu te trouxe um presente, posso te entregar mais tarde, está na minha bolsa — Harry disse baixo a Louis.
Tomlinson novamente sorriu e acarinhou mais as coxas da namorada, ele subiu um pouco mais a mão entrando com os dedos por debaixo do tecido fino da saia.
— Não precisava minha menina, você por si só é meu presente. — os dois estavam sozinhos na mesa de jantar, os pais de Louis estavam pegando as sobremesas.
As digitais de Louis procuravam pelo tecido fino da calcinha da namorada por debaixo da saia. A pele era tão suave e lisa que Louis podia grudar seus dedos nela pra nunca mais tirar.
Os pais de Louis demoravam na cozinha e ele agradecia pois o carinho que fazia na namorada estava tão bom. Seus dedos alçaram a virilha de Harry e ele não encontrou o tecido fino e costumeiro da calcinha dela.
Seus olhos se viraram pra ela como se esperasse uma resposta, ela tinha as bochechas vermelhas e os olhos brilhavam, ela encarava o quadro a sua frente.
— Louis querido, você vai querer o mousse de morango? — Tomlinson virou seus olhos pra sua mãe na porta da cozinha segurando a travessa com o doce.
— Pode ser mãe, acho que a Harry também, não?.
Ele se virou pra namorada no mesmo momento em que esfregou a ponta de seu dedo médio no clitóris dela, estava tão molhada que Louis poderia se afundar nela agora mesmo.
A menina contra sua própria vontade virou pra Johhana, seus olhos estavam tão tão brilhantes, sua bochecha doía. Ela apenas chacoalhou a cabeça pra afirmar que queria sim da sobremesa.
Louis assistia tudo com um sorriso sacana, seu dedo não parava a massagem curta e gostosa que fazia e ele sentia ela tentar fechar as coxas.
— Para de tentar fechar a porra dessa perna — ele sussurrava tudo tão pornograficamente que Harry tinha vontade de se levantar e sentar sobre ele.
Ela deitou a cabeça sobre o ombro de Louis e escondeu o rosto com as mãos. Ela queria poder gemer tão alto, queria poder segurar os cabelos de Louis como sempre fazia, mas os pais dele estavam no cômodo ao lado.
Ela sentia a ponta dos dedos de Louis raspando em seu grelinho fazendo espamos se espalhar por todo seu corpo. Louis pegou no queixo da menina e levantou minimamente.
— Levanta o rosto meu anjo, meu pai e minha mãe não podem ter a impressão de que você é uma putinha, podem? — ele sussurrou tudo tão pecaminosamente que Harry quis chorar.
No momento em que Harry levantou a cabeça com as bochechas vermelhas Johhana entrou pela porta carregando as travessas de doces sendo seguida por Mark.
As sobrancelhas da mãe de Louis se franziram quando observou atentamente a nora, ela tinha as bochechas tão vermelhas e os olhos tão brilhosos.
Louis por outro lado parecia tão calmo, seu rosto era tranquilo o que também tranquilizou Johhana que não questionou o comportamento da garota.
O Tomlinson mais novo continuava a acariciar o grelinho de Harry, ela escorria lubrificação por debaixo de mesa e era tão tão molhada que Louis queria poder lambe-la.
— Aqui Harry, espero que goste querida. — Mark entregou o prato onde continha do doce que ela havia pedido.
Ela agradeceu baixinho, quase nem expondo sua voz com medo de que gemesse sem querer.
Louis desceu seus dedos, agora eles acariciavam a entrada da bucetinha da menina, ele podia ver pelas reações do corpo dela o quão nervosa estava.
Com sua mão livre comia do doce que sua mãe havia lhe dado, saboreava tão lentamente que parecia que não estava fazendo nada de tão pecaminoso por debaixo da mesa.
Quando Harry levou a colher até a boca Louis inesperadamente enfiou seu dedo na bucetinha apertada. Era tão ridiculamente apertada que parecia que Louis nem mesmo havia usado tantas vezes.
— H-hmf — a de cachos deixou escapar sem querer e arregalou os olhos quando a mãe de Louis lhe encarou.
— Tudo bem meu anjo? — foi Louis quem perguntou enquanto ainda metia seu dedo nela.
A menina o queimou com os olhos antes de sussurar — S-sim, o doce está o-ótimo afinal Johhana.
— Obrigada querida. — ela respondeu desconfiada do comportamento da garota.
Por outro lado Harry queria tirar todas suas roupas e deitar sobre a mesa, deixar que Louis usasse de seu corpinho, deixar que ele a fizesse gozar tantas vezes que a bucetinha dela pudesse até mesmo arder.
No entanto tudo o que podia fazer era rebolar disfarçadamente sobre o dedo médio do namorado. Esse que percebeu que Harry queria mais e a ajudou enfiando mais um dedo.
Ela tremeu sobre a cadeira, quietamente, seus dentes apertavam tanto seus lábios que ela achou que sangrariam. Ela comia o doce agora com rapidez pra que pudesse subir ao quarto de Louis.
— P-papai, por favor preciso s-subir com você — ela sussurrou tão perto da orelha de Louis que ele arrepiou — come s-seu doce rápido.
Louis no mesmo instante, comeu somente mais duas colheradas do doce de sua mãe e empurrou o pratinho sobre a mesa.
— Mãe, pai, vou subir com Harry ela não está muito bem — ele disse aos pais e surrou ainda mais o pontinho dela — Acho que é o nervosismo por conhecer vocês, depois descemos tudo bem?
Os pais de Louis concordaram rapidamente e desejaram melhoras a Harry. A garota agora sentia o melzinho escorrer por sua bocetinha toda conforme se levantava da cadeira da cozinha, já se sentindo tão vazia sem os dedos de Louis dentro de si.
Tomlinson se agarrou atrás da menina novamente colando seu caralho duro na bunda dela. Eles subiam tão rápido os degraus que parecia mesmo que a menina passava mal.
Assim que Louis fechou a porta do quarto ele preensou a menina na porta, seus dedos apertaram o pescoço dela tão forte que impossibilitava até mesmo a respiração.
No entanto no rosto de Harry um sorriso sacana dançava sobre seus lábios e seus olhos tinham um brilho tão prazeroso.
— Você é mesmo uma putinha não é, meu anjo? Não passa de uma vadia exibicionista que adora ter meus dedos dentro de você a toda hora — sua outra mão agora se apossava da boca de Harry.
Ele soltou o pescoço dela e segurou nos cachos, a trazendo até a cama de casal. Louis a usava como uma boneca, tanto que a jogou sobre a cama como se fosse uma pena.
Ele a virou com a bunda redonda pra cima, o tecido fino da saia subia sobre a pele avantajada deixando-a quase toda a mostra. O de olhos azuis subiu sobre as pernas dela ficando com o caralho apertado sobre as coxas dela.
Ele passeava com as mãos na pele lisa e macia, onde bem entendia, ele conhecia todo o corpo dela, era como se tivesse um mapa em sua cabeça dizendo exatamente onde colocar as mãos.
Harry gemia baixinho na cama arrebitando sua bunda com a intenção de que Louis apertasse ainda mais. Ele a conhecia pra saber a putinha que tinha. Seus dedos foram pro meio das coxas sentindo-as molhada.
— Você é meu presentinho sabia Harry? — ele abaixou seu rosto e beijou as costas da menina, repleta de pintinhas — O meu melhor presente de aniversário, só eu posso te ter assim, totalmente submissa e desesperada debaixo de mim, implorando pelo meu pau te comendo, não é?
A menina só sabia gemer, de sua garganta somente gritos saíam, suas mãos agarravam os lençóis da cama de Louis como se pudesse descontar ali a vontade que tinha.
Sem esperar mais Louis levou seus dedos novamente a entrada da bucetinha da menina, eles entraram em uma facilidade tão grande que Louis quis afundar seu pau ali.
Ela gemia tão alto e tão desesperada que Louis tinha seus olhos brilhando, mas a parte consciente da sua cabeça dizia que seus pais podiam escutar os gritos dela.
Por isso Louis levou suas mãos até os cabelos da nuca dela, apertaram tão forte que ele levantou a cabeça dela do travesseiro.
Ainda com seus dedos trabalhando dentro dela ele lentamente se abaixou até que sua boca estivesse na altura da orelha dela sussurrando baixo: — Minha menina eu sei que você é exibicionista e gosta que todos saibam que eu sou seu dono, mas cala a porra dessa sua boquinha linda porque eu acho que você não quer que meus pais venham interromper nossa brincadeira, quer?
A menina tinha os olhos chorosos enquanto seus dentes prendiam os lábios gordinhos por entre eles.
— Eu te fiz uma pergunta meu anjo, acho melhor me responder. — como se tivesse esperando a resposta ele parou com os movimentos dos dedos.
— N-não Lou, não quero que eles nos interrompam, prometo g-gemer mais b-baixo.
Louis a beijou no nariz e voltou a empurrar seus dedos, exatamente no pontinho onde ela tremia as pernas. Como havia prometido ela tampou a propria boca afim de não deixar nenhum som sair.
Louis com a mão livre soltou a braguilha de sua calça deixando finalmente seu pau livre, estava tão vermelho e molhado. A menina não demorou a levar a mão até o cacete dele o apertando por entre os dedos.
As luzes de natal que estavam penduradas na janela do quarto de Louis faziam Harry ficar ainda mais linda, seus olhos eram tão verdes e seu corpo todo brilhava pelo suor.
A menina se contorcia na cama conforme Louis abusava de seu pontinho, era um trabalho e tanto pra ela manter os gemidos só pra si. As unhas pintadas de vermelho foram até a nuca de Louis o puxando contra si.
Ela encostou a boca na orelha dele e começou a gemer baixinho com pequenos pedidos de "por favor" ela nem sabia pelo o que pedia, mas Louis entendia exatamente o que ela queria.
No mesmo instante começou a chacoalhar os dedos dentro da menina, era a maneira certeira de fazê-la tremer.
Os dedos de Harry que estavam em volta de seu pau o apertaram no mesmo instante em que ela deixou o orgasmo tomar conta de seu corpo. As pernas tremiam e a cabeça caiu sobre os lençóis brancos de Louis.
— Isso meu anjo, fica toda molinha pra mim — ele sussurrava perto da orelha dela — Fica bem molinha pra eu poder comer sua bucetinha com meu pau agora.
Os dedos de Louis sairam em um plop molhado da buceta de Harry, ela sentiu os olhos marejarem quando pode sentir a sensação vazia que se instalou em sua bucetinha. E Louis viu.
— Calma minha menina, eu sei que você gosta de estar sempre cheia, seja com meu pau ou com os meus dedos, eu já vou te dar o que você quer. — ele novamente a tratou como uma boneca.
Segurou na cintura da menina e a virou na cama, deixando-a com a barriga pra cima. A bucetinha dela estava vermelinha e toda molhada pela baba que ela expelia.
Os olhos dela já estavam sujos de preto pelo rímel que ela havia passado, assim como todo o corpo estava suado.
Louis não aguentou não lamber toda a bocetinha dela, não quando ela parecia tão gostosa. Ele esfregou a língua no clitóris sensível o que fez a cacheada tremer, seus lábios sugaram também o grelinho pra dentro de sua boca.
Ele deixava a bucetinha dela ainda mais molhada, era uma bagunça gostosa de saliva. Seu dedo médio novamente se voltou pra entradinha dela quando Louis começou a esfregar seu cacete no lençol.
Era uma fricção tão absurdamente gostosa que o fazia chupar com mais afinco a boceta da namorada. Ela mantinha dois dedos na boca afim de não deixar nenhum som sair dali.
Louis tinha vontade de sorrir e fotografá-la por ser tão extremamente submissa dessa maneira. Ele havia pedido pra que ela não gemesse e ela como uma cadelinha submissa o obedecia.
— Você é minha cadelinha submissa sabia? — ele levantou seus olhos pro rosto dela, essa que nem fazia questão de abrir os olhos — Estou falando com você, acho bom abrir esses olhos e me escutar direito.
Ela sorriu fraco e abriu os olhos na direção de Louis, eram tão brilhosos e submissos, eram tão bonitos. Louis sentia o formigamento no pé de sua barriga por isso aumentou a velocidade de seus dedos, se ele viria, Harry iria vir primeiro.
A lubrificação da menina ficou mais abundante e os gemidos abafados se tornaram mais desesperados, Louis soube que ela estava vindo de novo por isso voltou sua boca a bocetinha dela lhe ajudando.
Ela tremeu e gozou novamente sobre o lençol, Louis no entanto empurrou seu pau mais duas vezes na cama e antes que pudesse se derramar foi rápido em se levantar e colocar a cabecinha vermelha de seu pau na bocetinha dela.
A porra branca escorreu sobre a buceta vermelha, a deixando ainda mais molhada e babada. Era tão bonito que Louis ficava encantado.
O pau de Louis estava duro, como se não tivesse expelido toda a porra. Por esse motivo Tomlinson tampou a boca da menina com a palma de sua mão e sem mais nem menos meteu seu pau na bucetinha dela.
— P-papai! — ela gemeu abafado contra a mão de Louis fazendo este sorrir sacana.
— Isso amor, seu papai.
Ele se abaixou e começou a chupar o peitinho bonito dela, era tão gostoso ter ele em sua língua. Mais gostoso ainda era poder o chupar até deixar a marquinha roxa que ele frequentemente deixava.
A menina tremia sobre a cama, o pau de Louis era tão gostoso surrando seu pontinho G a cada vez que entrava nas paredes apertadas dela.
Louis nunca se cansaria da sensação molhada e quente que a namorada tinha, era tão gostosa que ele viveria com o pau dentro dela, era tão gostoso.
Seus movimentos eram brutos e fortes, faziam barulho pelo quarto, junto dos gemidos abafados de Harry, ele sabia que provavelmente seus pais escutariam mas não se importava com isso, pelo menos não agora que tinha seu cacete comendo Harry.
— Você é minha boneca sabia? Só minha Harry — ele olhava tão intensamente nos olhos verdes da menina que eles lacrimejavam. — Fala pra mim meu anjo, de quem você é?
Harry estava lenta, seu raciocínio estava lento, todo seu corpo estava.
— S-sou sua boneca papai Louis, somente sua p-pra você usar e a-abusar quando quiser.
Louis aumentou as estocadas no mesmo instante em que levou sua mão até o grelinho duro da menina. Ela iria gozar mais uma vez junto com Louis.
— Boa garota meu amor! — o elogio soava como música pros ouvidos dela.
Ela adorava que a elogiassem, principalmente com aqueles em que ela parecia um mero objeto.
Louis começou a deixar estocadas certeiras na bucetinha dela, estimulava o grelinho com mais rapidez fazendo-a prender a entrada da boceta e causar arrepio nos dois.
Ele sabia que ela viria logo. Continuou a meter nela e estimulando o grelinho ele voltou a chupar os peitinhos já vermelhos.
Em um instante Harry prendeu a respiração e tremeu a perna, logo em seguida Louis pode sentir o líquido sair em abundância da bucetinha de Harry expulsando até mesmo seu pau de lá de dentro. Estava esguichando como rotineiramente fazia.
— L-lou! — ela sibilou com os olhos lacrimejando.
Louis olhava a cena completamente orgulhoso, seus olhos brilhavam e sua mão não deixava de trabalhar em seu pau o estimulando.
Ele logo veio, dessa vez se desmanchando sobre o peitinho de Harry a deixando toda suja.
Demorou alguns minutos pra que os dois voltassem a consciência e pudessem respirar de forma regulada.
— Feliz aniversário Lou, amo você — Harry sussurrou baixinho ao namorado.
— Também amo você, minha menina!.
⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ ⠀ ៸៸៸ ⠀⠀⠀⠀ ⠀
Harry acordou com a leve queimação que sentia no pé da barriga, a rotineira sensação de orgasmo de espalhava por seu corpo e ela nem mesmo havia aberto os olhos ainda.
Podia sentir a respiração de Louis atrás de si, assim como também podia sentir sua bucetinha sendo usada, estava tão quentinha e molhada.
Ela levou sua mão até sua boceta esfregando o dedo médio e o anelar em seu grelinho, estimulando seu corpinho ainda mais pra que seu orgasmo fosse mais intenso.
Sentiu Louis morder seu ombro e logo em seguida a porra quentinha escorrer dentro de si, ela podia sentir o pau dele pulsando absurdamente dentro de sua bocetinha enquanto recebia toda a porra quietinha.
Assim que ele terminou de jorrar toda a porra, retirou seu pau devagar enfiando seu dedo indicador novamente na bucetinha dela.
— Papai quer que você guarde esse presente de natal aí, pode ser? Você disse ontem que era minha bonequinha e que eu podia te usar quando quisesse e eu usei, agora quero que guarde meu presentinho, pode ser?
— T-tudo bem papai, vou ficar cheinha de você.
Ela lambeu a ponta de seus próprios dedos. Louis tirou o dedo de dentro dela a fazendo prender a entrada da boceta pra que nada que estivesse ali saísse.
Louis a virou e a beijou na ponta do nariz, na testa e deixou um último na boca.
— Você me deu um presente de aniversário ontem e hoje eu tô te dando o seu de Natal. — ele sussurrou com os lábios raspando com os da menina — Inclusive Feliz Natal, minha menina.
— Feliz Natal Lou e obrigada pelo presente, você é um ótimo papai.
Ela fechou os olhos quando Louis a puxou pra deitar em seu abraço quente e caloroso, afinal ainda eram sete e meia da manhã.
"Harry era a queridinha de todos os policiais do presídio onde Hugo estava, porém quando ela decidiu levar o que o namorado havia pedido, não era nenhum dos seus amigos que a revistariam"
louistop
hbottom / hinter
uso de arma durante o ato sexual
um pouquinho de humilhação
post dedicado p minha favorita @ltops
ೀ
O relógio em seu pulso marcava 09:55, o sol quente da manhã batia incansavelmente sobre seu óculos de sol e reluzia seus cachos brilhantes e hidratados.
A garota abanava seu pescoço com a mão como se pudesse aliviar um pouco do calor que tinha em seu corpo, seus olhos se fecharam e uma sensação de nostalgia a preencheu.
Se lembrou da primeira visita em que fez a Hugo.
Era janeiro e o rapaz estava preso há mais ou menos 2 meses, finalmente havia sido liberado a ter visitas, e, obviamente escolheu Harry para que fosse o visitar.
Styles havia ficado com um pé atrás, ela nunca havia visitado o presídio e a ideia a assustava um pouco, afinal quando começou a namorar Hugo sabia que o rapaz era chefe do morro e das maiores bocas do lugar mas nunca imaginou que o namorado um dia estaria atrás das grades.
O que também havia acontecido por um deslize, a mercadoria que o homem havia encomendado havia sido contrabandeada por Igor, o chefe de outra favela, e bem, a polícia encontrou toda a mercadoria que para a infelicidade de Hugo, estava em seu nome.
Harry jamais imaginou que estaria em uma situação daquela quando entrou pela primeira vez no presídio, era tudo tão sujo e nojento lá dentro que se sentia arrependida de ter criado um relacionamento com Hugo.
O homem lhe dava tudo o que ela precisava, a garota era uma completa madame, mas sabia também das noitadas em que o rapaz passava nas boates tendo todas as garotas que quisesse e voltava na manhã seguinte como se nada tivesse acontecido.
Harry só não terminava pois tinha tudo o que queria. Como se mantesse o relacionamento por pura necessidade de mordomia.
As visitas eram sempre as mesmas, ela era revistada e logo após ficava duas horas junto de Hugo na cela privada, tendo conversas e quase sempre fumando de algum baseado que ele tinha comprado ali dentro mesmo.
Os dois quase nunca tinham relações afinal Harry nunca levava camisinha e gostava de o provocar pelas noites em que ficava sozinha em casa.
— Harry, anda logo o portão vai fechar — era a voz de Joyce, sua colega.
Os portões cinza estavam abertos e todas as mulheres que estavam ali junto de Harry já se encaminhavam para sala onde seriam revistadas.
A cacheada arrumou o óculos de sol e se levantou ajeitando sua calça e sua camiseta. Sentia o sangue pulsando mais rápido por saber que talvez hoje não entraria direto como sempre fazia.
Se alinhou atrás das outras mulheres esperando sua vez. A revista acontecia de forma separada e individual, a parte debaixo de sua roupa tinha de ser tirada para que a policial ou o policial pudesse ver se não tinha nada em sua parte íntima.
As mulheres saíam das salinhas e já iam até a celas atrás de seus namorados ou maridos no caso de algumas.
A próxima a ser revistada era Harry e sua ansiedade crescia a cada segundo que se passava. Nunca havia feito o que estava fazendo hoje e sabia que a chance de conseguir se safar dessa era extremamente minúscula.
A não ser que fosse algum dos guardas que sempre a revistava e deixava ela passar com algumas coisas que não eram permitidas. Harry sabia manipular os homens daquele presídio.
A porta branca se abriu e a mulher que antes estava lá dentro se dirigiu até a porta que dava acesso as celas. Harry levantou os óculos escuros e respirando fundo se dirigiu até a sala.
De imediato sentiu seu coração dar um palpite quando viu que seria revistada por Tomlinson, e logo em seguida seu coração pulou novamente por ver o sorriso ladino que pousou no rosto do rapaz.
— Styles, você de novo.
Com o tempo em que Hugo estava na cadeia as visitas privadas passaram a ser semanais, Styles estava sempre encarregada de o visitar, sua sogra dizia que só o veria quando ele saísse de lá.
Ela não iria negar gostava de passar o tempo com Hugo, ele se interessava pela semana dela e sempre fazia de tudo por ela, a dava carinho enquanto estava na cela, entregava beijos e dizia o quanto a amava, apesar do sentimento não ser recíproco.
Harry sabia que o tratamento era porque Hugo não tinha nenhuma de suas putas para o satisfazer.
— Felizmente policial Tomlinson, não finja que não gosta. — o tom de malícia em sua voz ultrapassava a brincadeira.
Tomlinson levantou as sobrancelhas deixando explícito sua resposta. O rapaz segurou no coldre de sua calça e esperou que a mulher colocasse a bolsa na cadeira.
— Tá esperando o que pra descer a calça boneca? Preciso te revistar. — o rapaz disse em um tom impaciente.
Era possível ver no semblante de Harry a preocupação, seus olhos transbordavam medo e seus movimentos eram totalmente calculados. Ela sabia que não tinha como esconder e que provavelmente Tomlinson a reportaria.
Seus dedos trêmulos começaram a retirar a calça revelando a calcinha fio dental de cor de rosa, era impossível pra Louis não manter os olhos presos ali.
A calça estava em seus pés quando Louis se aproximou de seu corpo. O cheiro forte do perfume do policial preencheu suas narinas, arrepiando seus pelos fazendo-a segurar a respiração por pura tensão.
Sentia seu corpo responder de forma estranha a presença de Tomlinson. O policial levou as mãos até o pescoço da morena, descendo lentamente provando da pele branca, leitosa e cheirosa que ela tinha.
Os olhos de Harry estavam fechados, porque a mulher jura que se continuasse com eles abertos focados na imagem do policial, gemidos sairiam de sua boca.
As mãos lentas e provocativas de Louis desceram até os seios de Harry, ele os apalpou por cima do tecido, sentindo o sutiã por debaixo.
— O que está fazendo policial Tomlinson? — Harry perguntou portando uma feição cínica em seu rosto.
— Silêncio Harry, estou te revistando.
O policial levou suas mãos até a bainha da blusa a levantando por um instante revelando o sutiã da mesma cor da calcinha, sua boca salivou para que estivesse mamando os peitos de Harry.
Suas mãos novamente apertaram os seios, como se estivesse a procura de qualquer coisa que fosse suspeita. Seus olhos observavam o rosto de Harry que vez ou outra se retorcia.
— Vejo que não tem nada em seus peitos Harryzinha.
A mulher abriu os olhos, a pupila completamente dilatada escondia o verde. Ela nada respondeu, sabia que o homem não diria o mesmo sobre a parte debaixo de seu corpo.
Suas mãos apalparam a cintura da mulher, escorregavam tão lentamente sobre as curvas delineadas que ela tinha que era sedutor para quem visse o que acontecia ali.
Louis levou suas mãos até a parte da frente das coxas de Harry descendo lentamente, seus joelhos bateram contra o chão sujo da sala no mesmo instante em que suas mãos encostaram nos pés de Styles.
Seu rosto bem em frente a bocetinha da mulher, o rosto dela transbordava medo, as coxas vez ou outra se apertavam demonstrando tamanho nervosismo.
— Preciso revistar aqui também Styles. — avisou.
Levou seus dedos até a calcinha a puxando de lado, as coxas estavam juntas impossibilitando o trabalho de Louis.
— Abra as pernas pra mim, por favor. — levantou seu olhar a mulher de orbes verdes.
Com receio Styles abriu minimamente suas coxas, não mudando absolutamente nada no serviço de Louis. O que lhe irritou, estava tentando ser paciente e educado com a mulher e ela faz o contrário do pedido?
— Porra, abre a merda das coxas caralho — ele vociferou irritado, a veia de seu pescoço ficando evidente — Pedi por favor mas pelo jeito a boneca prefere ser tratada com brutalidade não?
Harry novamente nada respondeu, apenas abriu as coxas para que Louis pudesse a revistar da maneira certa. Os dígitos do rapaz puxaram a calcinha de lado deixando a bocetinha livre.
Estava vermelha e molhada, muito molhada.
Louis obviamente salivou, mas era muito estranho que ela estivesse tão molhada desta maneira se não tivesse tido algum contato a pouco tempo.
Seus dedos foram até os lábios gordinhos os abrindo, o melzinho sujando seus dedos de imediato fazendo suas sobrancelhas franzirem.
Harry jura que não queria, ela estava tentando não pensar que tinha o policial Tomlinson ajoelhado em sua frente com o dedo em sua bucetinha, -mesmo que fosse apenas para ser revistada- mas foi impossível não gemer com o contato do dígito com sua bocetinha sensível.
A mulher se sentiu envergonhada e tapou sua boca no mesmo instante com medo de que Louis escutasse, o que não ocorreu, mesmo que ele tivesse escutado, não demonstrou reação alguma.
Os dígitos compridos procuravam por algo dentro de sua bucetinha e Harry sabia que Louis não pararia até que encontrasse.
Ela se praguejou por ter escutado Hugo. Ela se praguejou por ter sido suja quando colocou dentro de si. Ela se praguejou quando sentiu Louis tocar na camisinha. Ela se praguejou quando Louis a olhou e no mesmo instante puxou a pequena cápsula de dentro de si.
O barulho molhado no local foi inevitável, junto do gemido de Harry.
Louis já contente segurava a camisinha olhando exatamente pros olhos verdes da mulher. O policial fez questão de arrumar a calcinha no lugar antes de se levantar e segurar o preservativo em frente ao rosto de Harry.
— Infringindo as regras do presídio Harryzinha? Logo você que é a favorita de todos os guardas desse presídio? — Louis levantou a sobrancelha como se uma luz tivesse clareado sua ideia no escuro — Ou você é a favorita por deixar que eles usem sua bocetinha pra que você leve essas nojeiras pro seu macho?
Harry tinha o olhar baixo, nada ousava sair de sua boca. Louis levantou o queixo da mulher ligando seus olhares.
— Me responda Harry. Qual das duas opções? — Louis chacoalhava a cabeça em descrença do que estava vendo.
Seus dedos puxaram a cápsula de dentro da camisinha, era de uma tamanho razoável. Ele a abriu revelando dois baseados de maconha, enrolados, tão bonitinhos e completamente tentadores.
— Maconha, hm? É isso que vem fazer toda semana atrás daquele marginalzinho? — sua voz era carregada de sarcasmo. — Parece que de repente o gato comeu sua língua, me responde Harryzinha.
Harry sentiu seu sangue subir até seu pescoço, suas bochechas ganhando uma cor avermelhada.
— Sim porra! É isso que eu venho fazer aqui toda semana, satisfeito Tomlinson? E sim, os seus amigos me deixam passar com isso ai.
Era notório que Harry estava nervosa. O que fez Louis sorrir e se aproximar novamente dela, suas mãos apertaram as bochechas, fincando suas unhas na pele da mulher.
— Você acha que você tá falando com quem caralho? Se coloque no seu lugar. — a boca colada no ouvido de Harry — Sobe a merda dessa calça, fica bem quieta e me segue, se ousar fazer uma gracinha acabo com você.
Ele soltou o rosto de Harry fazendo pouco caso. Guardou a cápsula dentro de um dos bolsos de sua roupa e esperou que a mulher arrumasse sua roupa.
Assim que ela estava vestida, ele abriu a porta, algumas mulheres ainda permaneciam na fila para que pudessem ser revistadas.
— Marcos! — gritou pelo outro policial ali no corredor, segurando Harry pelo antebraço. — Toma conta dessa sala, preciso resolver uma coisa.
Não esperou que o homem respondesse ou fizesse alguma pergunta, apenas saiu em disparada pelo corredor levando junto de si, a mulher. Seus dedos seguravam no antebraço dela enquanto ele a puxava pelo corredor silêncioso.
Ficava no fundo do presídio a sala, era privada obviamente, Louis não era tão tosco. A chave que ficava pendurada em seu cinto destrancaram a porta e ele empurrou a cacheada pra dentro dela. Ele a trancou em seguida.
Uma mesa, uma cadeira e uma janela grande que dava vista pro fundo do presídio, era tudo o que tinha na sala em um branco sujo e gelado.
Louis puxou a cadeira e esticou suas pernas sobre a mesa, se sentando despojadamente. Harry estava encolhida no canto da sala, totalmente envergonhada.
— Me parece com vergonha agora Harryzinha — ele zombava da mulher — Aposto que não ficou com vergonha quando enfiou essa porra dentro da sua boceta. — seus dedos seguravam a cápsula com os baseados dentro.
A mulher continuou encolhida no canto, seus olhos baixos nem ousavam olhar a figura de Louis. Esse que puxou um dos baseados de dentro do pequeno recipiente e logo depois puxou um isqueiro de dentro de seu bolso.
Ele acendeu o baseado, soltando a fumaça enquanto fazia um bico extremamente desenhado. Seus olhos estavam fechados e sua cabeça tombada pra trás quando ele puxou novamente a fumaça pra seus pulmões.
— Ele quem pediu pra você fazer, não foi? — sua voz soou na sala novamente.
A mulher pela primeira vez levantou a cabeça, seus olhos verdes olhavam diretamente pra Louis, suas sobrancelhas franzidas vendo o policial fumar o baseado.
— Foi, você vai fazer o que Tomlinson? — sua voz tinha uma pitada de sarcasmo.
O policial levantou as sobrancelhas, surpreso com a resposta atrevida da mulher, ainda supreso se levantou da cadeira e chegou perto do corpo de Harry. Seu peito perto dos seios bonitinhos de Harry.
Como fazia antes puxou a mulher pelo antebraço a trazendo até a cadeira, colocou o corpo bonito sentado ali. Com suas pernas abriu as pernas dela, se enfiando ali no meio.
A cabeça cacheada estava baixa, porém não demorou pra que Louis a segurasse pelo queixo levantando-a em direção ao seu próprio rosto.
Os olhos brilhavam, como se daquela maneira qual ela se encontrava lhe trouxesse satisfação, como se ela estivesse esperando a muito tempo para estar desta maneira.
— Você é muito marrenta Harryzinha. Parece que é desse jeito pra provocar, ou você faz isso mermo porque sabe que eu gosto das marrentas? — seu sorriso era sacana.
Ele levou o beck até a boca de novo, o sugou, portanto suas mãos dessa vez foram até a boca de Harry colocando o baseado ali fazendo-a sugar.
Ela puxou, formando vincos em suas bochechas enquanto matinha os olhos nos azuis de Louis. A virilha dele fisgou.
— Você fica tão linda com o beck na boca, deve ficar ainda mais linda mamando meu caralho.
Harry revirou os olhos e soltou a fumaça na direção de Louis. Estava mais do que na cara que ela estava o provocando, não precisava de muito pra ver a tensão que os rondava.
— Não posso fazer isso Tomlinson, meu namorado tá lá dentro me esperando — como quem não queria nada a mulher mentiu.
Louis se aproximou mais, colando ainda mais seus corpos, suas mãos seguravam o queixo de Harry mas uma força maior foi colocada ali, formando um bico nos lábios rosas.
— E você acha que eu me importo com aquele marginalzinho de merda? — ele desceu o olhar pro bico que Harry tinha em seus lábios — Não se preocupe, você vai ver ele, depois que eu acabar com você todinha, eu deixo você entrar.
Harry sentiu uma lágrima rolar pelo canto de seus olhos, como se estivesse sentida por não ver Hugo, quando na verdade ela nem mesmo se importava.
Louis levou o dedo indicador até a gota a limpando, em seguida acrescentou um beijo sobre a bochecha branquinha arrepiando a pele dela. Depositou outro sobre o maxilar e logo seus lábios estavam rente aos da mulher.
— Vou te dar 3 segundos pra falar que não quer nada, se você não se mexer, eu acabo com você — o hálito gelado batia no rosto de Harry fazendo-a delirar.
Louis não teve tempo nem mesmo de contar quando sentiu as mãos de Harry em seus cabelos o puxando contra si, colando seus lábios.
Louis tomou as rédeas da situação quando segurou os cabelos de Harry puxando com uma força gostosa que a fez gemer em seus lábios. Sua língua explorava a boquinha quente da mulher.
Seus dentes provocativamente mordiam os lábios dela o puxando pra dentro de sua boca chupando e deixando a mulher mole na cadeira.
Sua mão ligeiramente procurou pelo pescoço dela segurando com as pontas dos dedos, puxou novamente os lábios dela por entre seus dentes.
— Papo reto Harryzinha, boquinha deliciosa da porra, imagina meu pau ai dentro — ele deixou um tapa sobre o rosto dela no mesmo instante em que ela gemeu.
— Eu q-quero policial Tomlinson, quero seu pau bem fundo dentro da minha boca — ela colocou a língua pra fora.
Louis levantou as sobrancelhas e cuspiu sobre a língua fazendo-a engolir sua saliva. Ele puxou a mulher da cadeira a levantando, em seguida empurrou as costas até que ela estivesse totalmente empinada pra si.
Seu corpo se jogou na cadeira atrás dela, seus olhos devoravam aquele corpo esculpido por anjos, seu pau pulsava dentro da calça apertada do uniforme.
— Antes de ganhar meu pau, minha boneca merece uma surra de cassetete, não acha? — o rosto pecaminoso se virou e concordou como se estivesse esperando por aquilo a muito tempo — Imagina só sua bunda toda vermelha de tanto apanhar.
— Porra — suas coxas se apertaram novamente.
Louis segurou o cassetete em suas mãos e sem avisar a mulher bateu sobre a carne da bunda dela. O gemido foi alto e o corpo se encolheu sobre a mesa.
— Nem avisou, Tomlinson — ela tinha a voz chorosa.
— Os de surpresa que são os melhores Harryzinha. — ele afagava a bunda dela, como se estivesse apaziguando a dor da surra.
Ela quase ronronava com as mãos de Louis acariciando sua bunda, mas com uma rápida mudança Louis ja desferia o cassetete em sua bunda novamente.
Dessa vez a força foi maior e Harry impulsionou ainda mais seu corpo na mesa, ele não esperou que o arrepio da dor passasse antes de desferir mais e mais cassetadas sobre a bunda dela.
A sala era preenchida pelos gemidos e pelo som da pele se chocando contra o material duro de couro. Louis sentia seu pau expelindo pré porra dentro da calça a cada vez que ela gemia.
Os dois lados da bunda estavam em uma cor de vermelho tão forte, que Louis poderia compará-lo com a cor do esmalte de Harry.
Era tudo tão vermelho que pontinhos de sangue começavam a ficar evidentes na pele. Quando ela já não gemia apenas fungava Louis soube que estava na hora de parar.
Ele levou novamente a mão sobre a carne, a pele tão quente e tão machucada fazia seus olhos brilharem e seu pau pulsar dentro da calça. Era uma sensação de pura satisfação ver que ele havia causado aqueles vermelhidões na pele de Harry.
— Harryzinha está tão linda.
Ela fungou em resposta.
Louis levou seus lábios até a bunda, deixando beijos molhados e pequenas lambidas sobre a pele sensível, arriscou até mesmo deixar uma mordida podendo apenas escutar o gemido ecoar pela sala.
Deixou um último beijo na bunda dela antes de lamber o tecido da calcinha e finalmente voltar a posição ereta como estava.
— Agora sim você está digna a receber meu pau — Ele desabotoava o cinto e soltava a braguilha da calça.
Estava prestes a puxar a calça pelas pernas quando Harry levou a mão até a sua, olhando com os olhos chorosos e vermelhos.
— Não t-tira, quero que m-me coma de uniforme — foi tudo o que ela pediu antes de ser retribuída com um tapa em seu rosto.
— Tudo o que a minha boneca quiser.
Harry fixou seus olhos no cacete de Louis. Tão duro e tão vermelho, as veias pulsando marcando o cacete dele. Brilhava contra a luz da sala pela pré porra que escorria pela cabecinha.
Sua boca imediatamente salivou para engolir ele todo. O que ela fez.
Sua língua abriu seu caminho antes de enfiar o comprimento todo dentro de sua boca. Os pelinhos da virilha dele faziam cócegas no nariz dela. Seus gemidos eram como música.
Sua barriga se contraia toda vez que Harry encostava a garganta na cabecinha do pau dele, cuspindo sobre toda a extensão o deixando totalmente molhado.
A saliva escorria até pra suas virilhas molhando suas bolas. Ela tinha a boca tão quente e fazia tão bem.
— Boquinha deliciosa ein — ele elogiou segurando os cachos em um rabo desajeitado. — Uma boca de puta muito boa, engole tudo sem nem engasgar.
Ela dirigiu seu olhar a Louis garantindo que ele estivesse sentindo tanto tesão quanto ela que o chupava, com tamanha maestria.
Sua boca descia e subia no cacete fazendo barulhos molhados ecoarem na sala junto dos gemidos grossos de Louis, o pré sêmen preenchia a boca dela toda vez que sua garganta era atingida.
As mãos de Louis forçavam vez ou outra a cabeça dela pra baixo empurrando o quadril pra cima fodendo tão deliciosamente a boquinha dela.
Ela levantou a cabeça e limpou o canto da boca antes de segurar o caralho e dirigir seu olhar a Louis, uma cara pidona.
— Come meus peitinhos policial Tomlinson? — sua voz era tão manhosa e seus olhos tão inocentes que Louis não se conteve antes de disparar um tapa forte sobre o rosto dela.
— Você é uma vagabunda de mão cheia. E pode deixar que eu vou comer seus peitinhos Harryzinha.
Louis pediu que ela juntasse os seios antes de cuspir sobre seu pau e enfiar somente a cabecinha por entre os peitos gordinhos.
Tão apertado e quente.
Ela mantinha a língua pra fora na intenção de que a cabecinha batesse ali em todas as estocadas que Louis deixasse em seus peitos.
O que aconteceu, quando em um momento de euforia ele empurrou o quadril pra cima alcançando a boca da garota ao mesmo tempo que suas bolas acertavam os seios dela.
Era molhado, molhado e gostoso. Os peitinhos eram tão receptivos que Louis passaria o resto de sua vida metendo neles.
Suas estocadas eram lentas mas fortes, tudo tão bem calculado pra que Harry sentisse tanto prazer quanto ele.
Seu polegar entrava na boca da menina simulando um boquete enquanto empurrava seu pau nos seios gordinhos em busca de seu próprio prazer. Que ele sabia que estava muito próximo.
— Vai me deixar encher teus peitos de porra minha boneca? — ele perguntou atraindo a atenção de Harry pros seus olhos.
Ela tinha o rosto contorcido em prazer, seus seios eram fodidos tão bem pelo caralho de Louis que tudo que saía de sua boca eram gemidos.
Ela chacoalhou a cabeça em concordância no mesmo instante em que apertou os peitos causando uma fricção maior no pau de Louis.
O movimento fez com que ele gemesse e empurrasse mais forte batendo a cabeça vermelha na língua de Harry. Seus olhos reviravam e sua virilha fisgava.
— Por favor Tomlinson, minha bucetinha tá piscando.
Foi tudo que ele precisou pra despejar toda sua porra sobre os seios gordos de Harry. O gozo pintava a pele e deixava Harry satisfeita ao ver a sujeira que Louis havia feito em si.
Louis jogou a cabeça pra trás e não viu quando Harry se levantou do chão tirando o restante de sua roupa jogando em um canto da sala.
Ela se deitou sobre a mesa expondo sua bucetinha a Louis, toda babada e vermelha. Seus dedos massagearam o grelinho e provocaram a entrada molhada de sua boceta.
— Tá piscando tanto policial, por favor, ajuda sua boneca — ela pedia de forma tão suja.
Louis nada respondeu enquanto se levantou com o pau já ereto novamente, se pôs no meio das pernas dela esfregando o caralho duro no grelinho.
Era uma sensação tão gostosa que fazia Harry revirar os olhos e tremer as pernas. Mas o que a fazia delirar mesmo era ver Louis com a farda somente com o pau de fora abusando de sua bocetinha.
Ele provocou a entradinha dela enfiando somente a cabecinha puxando antes que ela pudesse gemer. O que causou certa irritação nela pois ela remexia o quadril em busca de contato.
Novamente ele fingiu penetrar o pau mais tirou antes que a fizesse gemer, ela ficava impaciente, sua bucetinha estava tão necessitada de Louis e ele a provocava dessa maneira.
Ela se remexia descontrolada sobre a mesa em busca de um mínimo contato mas Louis não a cedia. Com uma mão ele segurava a coxa dela enquanto a outra segurava a base de seu pau.
— Para de se mexer caralho — ele chiou com uma irritação notável — Quando for pra eu te comer eu vou comer, não adianta ficar rebolando essa buceta porra.
Ele disparou tapas sobre a carne sensível da bucetinha de Harry fazendo-a lacrimejar e soltar um baixo pedido de desculpas.
Quando seu corpo se acalmou sobre a mesa Louis a provocou mais duas vezes antes de esfregar novamente o pau sobre o grelinho e finalmente meter na buceta dela.
Entrou em uma estocada só, era tão molhada que sem mesmo Louis a chupa-la seu pau deslizava com facilidade.
Era quente, apertadinha e molhada, porra, tão absurdamente molhada.
Seu pau pulsava dentro da boceta dela, era tão bom sentir as paredes internas da mulher lhe apertando de uma forma tão gostosa.
— Como você pode ser tão apertadinha Harryzinha, todos os guardas desse presídio já devem ter comido sua bucetinha, não é? — ele deslizava o dedão sobre o lábio dela.
A mulher mesmo delirando pelo pau que a comia confirmou com a cabeça, os olhos lacrimejando ainda mais por ter o cacete fundo dentro de si.
Suas pernas se enrolaram no quadril de Louis ajudando que suas estocadas fossem ainda mais fundo dentro de si. Louis cuspiu sobre os seios de Harry e em seguida apertou por entre seus dedos.
A mulher tremelicava, eram tantos estímulos que a faziam delirar. Matando a sede de uma pessoa que estava no deserto Louis colocou os seios em sua boca.
Seus dentes provocavam os biquinhos durinhos, mordendo e chupando com tanta dedicação que Harry só sabia gemer.
— T-tão bom Tomlinson — ela gemia apertando os cabelinhos da nuca de Louis forçando-o contra seus seios.
A outra mão dele apertava tão forte os seios deixando-o vermelho com a marca de seus dedos no montinho de pele. Sua boca ficava responsável por marcar com pequnos hematomas roxos.
Em um plop ele soltou o peito de Harry subindo novamente seu corpo, cuspiu sobre a bucetinha dela e com o dedão esfregou o clitóris durinho.
O corpo tremelicou sobre a mesa e Harry arqueou as costas com os estímulos que recebia de Louis. Suas mãos seguravam seus próprios seios.
Ela dirigiu seu olhar a Louis, ele olhava tão intensamente suas estocadas entrando na bocetinha de Harry, parecia tão interessado nos movimentos ali.
— L-louis, isso é tão errado p-policial — ela sussurrou com as mãos apertando os seios — O H-hugo deve estar me esperando.
Louis sentiu seu sangue borbulhar. Uma de suas mãos voou até o pescoço de Harry, seus dedos apertaram tão forte impedindo até mesmo a respiração dela.
Seus olhos transmitiam raiva quando Harry os admirou.
— Fala, fala de novo pra ver se eu não acabo com você, sua filha da puta.
Harry pode ver a luz no fim do túnel, como se sua vida tivesse chego ao fim quando novamente deixou sua voz sair.
— V-você é errado policial Tomlinson, f-fodendo a mulher d-dos outros.
Louis puxou a pistola de seu cinto e forçou a ponta sobre o grelinho de Harry. O cano gelado forçando o clitóris da mulher a fazia querer gemer, mesmo tendo seus olhos arregalados.
— Repete agora Harryzinha, repete que seu namorado tá lá dentro e eu sou errado por estar comendo a mulher dele. — ele esfregava o metal contra a buceta dela fazendo ela delirar sobre a mesa.
Ela nada respondia, somente sabia puxar seus cabelos cacheados aliviando tamanho tesão.
— Seu macho tá lá dentro mas eu sei Harryzinha, que o dono dessa buceta aqui sou eu — ele apertou ainda mais forte o cano da pistola na buceta dela aumentando a força das estocadas. — Você é a bonequinha do policial Tomlinson não é? Hm?
Ela gritou, de seus olhos saíram lágrimas e seu corpo todo tremelicou sobre a mesa.
Louis deixou diversos tapas sobre os seios dela, marcando território ali, como se ela realmente fosse sua. Ele ainda mantinha a pistola sobre a buceta dela enquanto metia fundo.
Ela estava muito próximo do orgasmo, deixava que palavras sem sentido algum saísse de sua boca, suas mãos não sabiam ao certo onde deviam apertar e ela somente gritava.
— Uma buceta de puta dessa, tão boa e só minha, não é Harryzinha? — viu ela chacoalhar a cabeça mesmo em uma completa confusão.
Foram mais duas estocadas fundas para que ela atingisse o orgasmo. As pernas se prenderam ao redor da perna de Louis ao mesmo tempo em que a cabeça tombou pra trás, as costas se arquearam, as mãos apertaram seus peitinhos e sua boca liberou dos mais altos gemidos.
Louis olhava a imagem totalmente fascinado. Era linda, Harry gozando deveria entrar na lista de coisas mais lindas que ele já havia visto.
Ela respirava fundo e tremelicava ainda sobre a mesa, afinal Louis ainda metia nela, tão fundo e tão bom. Seu orgasmo era prolongado.
Sua bocetinha se apertava no caralho de Tomlinson o ajudando a chegar em seu segundo orgasmo da manhã.
Louis estava realmente perto, seu pau pulsava e o formigamento comum já subia pelo seus pés. Louis levou o cano da arma até os peitinhos de Harry esfregando o melzinho sobre eles.
– V-vai me deixar g-gozar dentro de você Harryzinha? Vai ser meu d-depósito de porra? — ele questionou aumentando suas metidas.
A mulher aérea concordou com a cabeça e apertou sua bocetinha ao redor do pau de Louis causando ainda mais fricção nela.
Louis sentiu quando seu pau encostou novamente no ponto G de Harry e ela naturalmente prendeu sua buceta ao redor do pau dele. Foi tudo o que ele precisou pra que despejasse toda sua porra dentro dela.
Seus jatos quentes a preenchiam, os olhos dela borbulhavam de lágrimas e o corpinho permanecia quieto enquanto recebia a porra de Louis dentro de si.
Tomlinson gemeu e estocou contra a buceta dela até que sentisse que nada mais sairia de seu pau. Esse que foi retirado em um plop de dentro da bocetinha dela.
A porra iria começar a escorrer mas ele foi mais rápido em recolher com o dedo e empurrar novamente dentro da buceta dela.
— Fecha a porra dessa buceta que eu quero você cheia de mim Harryzinha. — ele ditou com o dedo ainda dentro dela.
Ela confirmou com a cabeça e fez o que Louis havia pedido.
Louis arrumou seu pau dentro da calça enquanto admirava o corpo de Harry ainda mole sobre a mesa, era tão lindo como o vermelho de sua bunda ainda estivesse tão vivo.
— Vamos minha boneca, agora você pode entrar pra ver seu macho, só não vai poder levar a ele o que havia trazido, já que eu acabei com elas — ele dizia enquanto colocava as roupas sobre a mesa ajudando ela a se levantar.
Harry não sabia ao certo o que fazia, sua mente não estava raciocinando tão rápido quanto gostaria. Ela abotoou o sutiã, vestiu a camiseta, a calcinha e logo em seguida a calça.
Ela estava prestes a sair da sala sem nem ao menos falar com Louis quando ele a puxou pela cintura deixando o corpo belo em sua frente.
— Não vai nem dizer obrigado Harryzinha? Te faço gozar e ainda deixo você levar uma surpresa pro Hugo e não recebo nenhum agradecimento? Você é uma ingrata mesmo — ele disse ligeiramente chateado.
— Supresa pro Hugo? — ela franziu as sobrancelhas, confusa.
— É uma puta de uma surpresa ter a mulher cheia de porra, não acha?
Ela fechou ainda mais as sobrancelhas e abaixou o óculos de sol, se virou pra puxar a bolsa e se dirigiu até a porta virando pro homem.
— Você é um canalha policial Tomlinson, e, vai me pagar em breve.
E assim ela finalmente saiu o deixando sozinho e completamente realizado na sala branca.
¸¸.•*Aquele que a rotina de trabalho muda quando Louis encontra uma camisola rosinha no sofá do seu cliente e inevitavelmente acaba com os seus dedos dentro da sua boquinha bonita!
.
Harrybottom/ LouisTops
-HarryInter! Harry com bocetinha
-Não há a utilização de preservativos!
-Utilização de kinks durante a oneshot
-Bellybulge;
-Dirtytalk, palavras usadas como: bucetinha, buraquinho, seios, caralho, pau, grelinho e entre outros!
Caso não se sinta completamente satisfeito com os avisos acima, não se force a ler.
❈-❈-❈
Trabalhar como jornalista havia sido algo realmente grande para Louis, ainda que não fosse nomeado como repórter, a área mais conhecida pelo nome jornalismo, atuava em algo que realmente havia desejado há bastante tempo. Tomlinson costumava produzir conteúdos, tanto para agencias de comunicação assim como para clientes diretos, que por sua vez, costumava entrar em contato com ele via e-mail e onde debatiam sobre o tema que Louis precisaria construir seu trabalho em cima.
Se sentia realmente feliz enquanto trabalha com isso, sente-se quase como um profissional autônomo. Louis não trabalha para qualquer emissora ou algo do tipo diretamente, desde que começou a exercer a área, sempre priorizou trabalhar para clientes diretos, dessa forma conseguia tornar sua rotina mais flexível com seus outros afazeres, apesar da grande demanda.
O moreno sempre teve uma boa vida financeira, seus pais desde tão pequenininho sempre se empenharam bastante para que nunca passassem qualquer dificuldade, ainda que as más línguas digam que o dinheiro da família Tomlinson era sujo. Bom, você poderia tirar suas próprias conclusões; desde que ambos Senhor e Senhora Tomlinson sempre puderam se dar o luxo de caviar, trufas brancas e queijo de alce postas sobre a mesa do café da manhã com uma bela xicara de chá, de onde vinha o dinheiro não era problema. Louis cresceu com tal mentalidade de que não precisaria se preocupar o suficiente com a sua renda mensal pelo seu emprego, e influenciado ainda por papai e mamãe para não trabalhar durante toda ela, já que teriam dinheiro o suficiente para sustentar ao menos suas quatro próximas gerações.
Louis sabe muito bem disso.
No entanto, o filho único Tomlinson nunca se sentiu completamente feliz com a ideia de passar sua juventude, ao menos o fim dela, e toda sua vida adulta desocupado e talvez viajando tanto ao redor do mundo. Não gostava da perspectiva de se sentir inútil. Ainda um tanto aéreo a economia de todo o resto de Londres e visto que o ramo que seguia poderia ser substituído por inteligência artificial brevemente, se sentia completamente feliz fazendo aquilo que gostava.
Afinal, ocupava a maior parte do seu tempo escrevendo e produzindo coisas, além do outro resto de horas que passava se exercitando e passeando com seus cachorros. Obviamente, a ideia de passar todas as horas completas do dia com alguém usufruindo todo aquele dinheiro parecia algo um tanto tentador para o homem de vinte e cinco anos, mas ainda, não tão tentadora quanto gostaria, visto que junto a ele não existe quaisquer par romântico.
Não costumava produzir artigos voltados para marketing, mesmo eliminando boa parte de suas demandas ao recusar isso, ele filtra bastante sobre o que gostaria de trabalhar, apenas o trás pequenos casos criminais para escrever e produzir em forma jornalística, publicando nos pequenos blogs e até em sua maioria, recebendo propostas de grandes emissoras para os escrever e ser publicado em grandes páginas. Algo notoriamente instigante. Ele realmente gosta do que faz, apesar de colocar a culpa das noites mal dormidas nos casos terrivelmente detalhados e catastróficos que recebia, e não em falta de companhia.
Não que o moreno tatuado estivesse dispensando os bichinhos peludos! Por deus, não. No entanto sua caixa de e-mails continuava cheia e o trabalho era algo que ocupava realmente muito tempo.
→Olá, boa noite, Senhor Tomlinson. Li alguns artigos que você escreve à respeito de alguns casos, e gostaria de dizer que estou incrivelmente interessado :)
Tomlinson não deixou de pensar em como o rostinho escrito no fim da mensagem e o 'kitty' escrito no final do e-mail do garoto não passaram despercebidos e soou tão fofo em sua cabeça. Apesar do tempo o ensinar que não deveria o julgar por algo tão bobo, era inevitável pensar como estaria recebendo aquela proposta dessa vez. Deveria ser direto e profissional, no entanto, não mencionou aquilo.
louist.journalcontact @ mail.co.uk
→ Boa noite, Senhor Edward. Gostaria que me fizesse um breve resumo da sua proposta, se não o for incomodo, podemos analisar juntos e então chegar a um acordo.
→Oh, certo. Pode me chamar de Harry, por sinal. Acredito que não trabalhe diretamente com marketing, mesmo que pessoalmente eu não ache que isso se enquadra. Sou um escritor de contos de terror amador, e nessa nova trilogia eu apresentaria casos criminais que soariam como casos comuns, gostaria que me escrevesse algo a respeito desse, para que eu pudesse publicar como um real artigo jornalístico e fazer as pessoas se interessarem pelos contos. Sei que não trabalha exatamente com isso, mas tenho admirado há bastante tempo a maneira como trabalha com as palavras em seus artigos para o jornalismo e gostaria que produzisse um para mim.
Anexo.doc!
louist.journalcontact @ mail.co.uk
→Eu acho a proposta tentadora, Harry! E tem sorte que eu esteja interessado em me arriscar na escrita jornalística para outros meios também. Aprecio que goste da minha maneira de noticiar as coisas. Irei dar uma olhada no documento.
→Muito obrigada pela oportunidade :D, eu estou disposto a tomar uma xícara de chá em Londres se realmente se interessar pela proposta, tenho um bom investimento e estou realmente focado nisso!! ;)
Louis riu em como o garoto poderia facilmente exigir que eles se encontrassem pessoalmente. Louis sempre preferiu ser mais recluso e realizar suas reuniões de forma virtual. Não nega que estava um tanto animado em se aventurar em outro tipo de escrita e desenvolver algum tipo de parceria com aquele escritor novo no ramo. Seria algo diferente de qualquer forma. O moreno gostou muito da ideia e a maneira em como o garoto estava sendo compreensivo deu um animo encorajador para ele.
Queria que aquilo realmente funcionasse. Alongou a coluna enquanto ainda estava sentado na cadeira, bagunçando o cabelo castanho com as mãos secas e suspirando ao pensar em como aquilo poderia funcionar. Fala sério, o quão irracional o garoto estaria sendo se fosse em alguma cafeteria e talvez planejasse seu assassinato. Isso daria um bom livro... Tomlinson precisa fazer uma pequena anotação sobre como precisa se preocupar mais com o fato de se distrair tão rápido! Piscou os olhinhos azuis distraídos e voltando a responder Styles depois de algum minutos.
louist.journalcontact @ mail.co.uk
→Nunca realizei reuniões pessoalmente, mas aproveitando que está em Londres também, deve ser uma boa oportunidade. Ao menos que esteja planejando meu assassinato, então me avise previamente para despedir dos meus cachorrinhos hahahaha. Quando fica melhor para você!
→Hahaha, talvez seja mais fácil acontecer o contrário. Podemos nos encontrar no Café Monmouth, Seven Dials? É mais movimentado. Podemos ir na sexta durante à tarde, se não for incomodo. Pode me dizer o que vai vestir? Não quero me dar o luxo de te confundir com algum senhor barbudo de lá.
Louis olhou rapidamente no calendário, lendo que ainda estavam na quarta e concordando baixinho com um murmuro fofo, como se seu cliente pudesse o escutar. Tomlinson sorriu mais uma vez para a tela, com o quão incrivelmente amigável o garoto conseguia ser.
louist.journalcontact @ mail.co.uk
→ Eu tenho uma reputação a zelar, senhor Styles! Soa perfeito para mim, estarei usando uma regata preta, tenho algumas tatuagens no braço, me encontre lá com a sua propostas, e se não for incomodo, a ideia do seu conto!
Harry não deixou de sorrir do outro lado da tela também. Esperava pessoalmente que o colunista fosse talvez ser um pouquinho arrogante com a sua ideia nova, dado que alguns haviam desistido da sua proposta antes mesmo de pensar em Tomlinson. Apertou os olhos verdes, pensando em como seria a sua aparência, já que Louis nunca se deu o trabalho de aparecer nas mídias por mais de seu nome. Regata preta. Tatuagens no braço. Colunista Louis Tomlinson. Cafeteria Monmouth, Seven Dials.
Dali dois dias!!
¸¸.•*
A garota se certificou em fazer uma pequena nota mental sobre as coisinhas que precisava levar em relação a sua proposta para Louis. Levou um pequeno exemplar de sua última obra e continho de terror mais recente, ainda que não estivesse sido notificado como best-seller, era uma ótima história de suspense.
Decidiu que para se encontrar com o jornalista, ele gostaria de se vestir mais formalmente, não queria causar uma péssima impressão! Precisaria se vestir de maneira séria, dispensando as presilhas de lírios para sair e apenas deixando com que os cachos ficassem bem arrumadinhos em um coque, com roupas que cobriam todo o seu corpo e o deixaria aquecido para a tarde gelada na Inglaterra, com uma blusa de trico bege que escondia perfeitamente seu segredinho de possuir seios gordinhos em baixo! Não gostaria de sentir ter a possibilidade de receber olhares tortos de Louis Tomlinson.
O vento friozinho deixava suas bochechas mais coradas que o normal e ele esperava profundamente que pudesse se manter aquecidinho com uma xicara de cappucino no Café. O ambiente estava também um tantinho cheio, mais que o previsto, portanto, Harry se certificou de chegar algum tempo antes para que pudesse pegar uma mesa vazia para os dois e já deixar seus lábios gordinhos com o gostinho amargo da bebida, separando os documentos e em como gostaria que Louis fizesse sua noticia detalhadamente. Sentia os olhos piscarem em agitação junto com o seu peito, animado para aquela oportunidade de promover seus contos e como seria um grande passo na sua carreira de escritor.
Os barulhos de conversa demasiadamente alto irritavam um pouquinho o cacheado, enquanto ele franzia o lábio juntamente com as sobrancelhas, nervoso que talvez não conseguisse encontrar o colunista em meio a tantas pessoas agitadas durante a tarde. Sentiu um leve toque no seu ombro, quando um homem de olhos azuis e os dentinhos bonitinhos o olhava com um sorrisinho charmoso nos lábios. Observou ele torcendo a cabeça para o lado quando começou a falar e sentiu os olhos verdes automaticamente ficando mais brilhantes para o tanto que seus poros escorriam beleza.
—Boa tarde, você é Harry Styles, não é? —o cacheadinho desceu os olhos para a regata preta que grudava um pouquinho em seu peito, as tatuagens nos dois braços delineados e a voz rouquinha. Os cachinhos balançaram no coque, enquanto olhava quietinho para o colunista, ainda um pouquinho surpreso já que definitivamente não era a aparência que esperava ele tendo. Porra, ele parece tão novo e bonito... —Não tenho mais certeza se é Harry. Seria engraçado para uma primeira reunião presencial eu errar a pessoa que deveria conversar.
—Não, não. Eu sou Harry sim. Boa tarde, Tomlinson — sorriu exibindo os dentinhos de coelhos por baixo dos lábios e corando um pouquinho mais as bochechas quando o homem se sentou na sua frente, ficando por alguns minutos em silencio antes de pedir uma xicara de chá e voltar a olhar para Harry o encarando com os olhos verdes bonitos, logo após ligar seu notebook. Tomlinson consegue citar cada característica do homem bonito na sua frente, e a maneira como ele estava mordendo o lábio inferior vermelho pela bebida quente enquanto era um pouquinho desajeitado com as folhas.
Se talvez não fossem as circunstancias, Louis poderia tão facilmente sair com o garoto cacheado com outras finalidades, faz tempo que não beija. Tomlinson respirou fundo, soltando uma risadinha contida para si mesmo e seus pensamentos que estavam viajando para outro lugar antes mesmo que pudessem trocar cinco minutos de diálogo constante.
—Eu achei que precisaria te procurar, Louis! Como me achou?
—Harry, não é tão dificil não te encontrar quando tem um adesivo grande escrito 'Styles' junto de um coelhinho branco na capa do seu notebook. —Harry arregalou os olhos bonitos, se esquecendo brevemente daquilo e brincando com a ponta dos dedos envergonhada.
—Ei! Eu poderia ser qualquer Styles. Devem existir muitos Styles por toda Londres.
—Foi arriscado, eu sei! Mas era você no fim das contas —piscou um dos olhos na direção dele, soando gentil e charmoso. Harry pensava se em algum momento iria derreter pelo jeitinho que ele era tão gostoso com cada mínima ação que tinha, ou se ele agia assim com todos os seus clientes e não estava tão acostumado com alguém tão bonito o olhando assim intensamente.
—Mhm, certo. — Harry tossiu baixinho, desviando do sorriso ladino que Louis dava para ele da forma mais sútil possível, buscando o exemplar pequeno da sua última obra de terror e separando as ideias em tópicos organizadinhos em um bloco de notas do notebook. —Estava pensando em algo que pudesse te beneficiar no fim das contas também, de um jeitinho profissional. Tenho algumas ideias para o meu conto e se quiser eu posso explicar o enredo dele detalhadinho. —O cacheado sorriu animado sentindo quando o moreno na sua frente desviou o olhar por poucos segundos, agradecendo a garçonete pela xícara de chá, e voltando a ficar completamente concentrado nas palavras escorregando pelos lábios vermelhos e beijáveis.
—Eu estava procurando trabalhar com algo diferente dessa vez, sua proposta chegou em um ótimo momento!
—Isso é incrível! — exibiu as covinhas fundas nas bochechas, quando tomou um grande fole do cappuccino e voltou a falar de maneira agitadinha sobre todas as suas ideias e de como aquilo poderia ser desenvolvido. —A sua notícia não seria exatamente noticiando algo por que vai ser totalmente ficcional, mas, mhm, a personagem basicamente procuraria cometer assassinatos e delitos em busca de se tornar alguma figura dos filmes de terror clássico. Ela tem uma grande fascinação por filmes de terror, faria isso até ser realmente considerada relevante no mundo dos crimes mas não apenas tratada como uma serial killer!!
Louis sorriu mais ainda para como ele conseguia se animar na maneira que falava sobre seu próximo livro publicado.
— Onde posso entrar, Harry?
—Oh, certo. Mhm, você faria as matérias escritas, como em colunas de revistas relatando os assassinatos que a personagem cometeu mas como se não existisse qualquer suspeito ainda. Eu me encanto pela forma que você consegue prender a atenção das pessoas que leem suas notícias, gostaria de saber se aceita essa proposta! –Harry sentia os lábios repuxando e o olhar de Louis passando por cada centímetro do seu rosto enquanto falava, realmente entretido com aquilo tudo.
—Está pedindo para que eu espalhe fake News, Harry Styles? — o moreno de regata riu divertido com a expressão preocupada que tomou o rosto do cacheado por alguns segundos, antes de notar que era alguma brincadeirinha do colunista para se enturmar.
—Não, Loooouis! —riu junto. — Gostaria que desenvolvesse as notícias, podem ser apenas pequenos bloquinhos detalhando as causas das mortes do suposto caso criminal ainda, e então colocar ao lado do seu nome na matéria, dizendo que poderiam ler sobre aquilo no meu livro. Me perdoe se a proposta for arriscada demais, Tomlinson. Eu estive procurando por algum colunista mas é tão difícil achar alguém que realmente aceite algo desse tipo. Seria uma ótima oportunidade de divulgar o meu trabalho com tanta credibilidade igual a sua.
—Você é bom nisso. Em escrever —piscou o olho charmoso mais uma vez. —Eu fico feliz mesmo que goste tanto assim da maneira que eu escrevo, realmente, Harry. Eu gosto da sua ideia, é bem sonhadora para ser sincero mas é particularmente muito boa. Meu trabalho nunca foi minha fonte única de renda então sempre filtrei tanto nos trabalhos que pego, mas acho que quero arriscar com o que você tem em mente.
Sentiu o coração agitar ao que os olhos bonitos do Harry aumentaram em expectativa, entraram em um consenso que Louis antes veria a maneira como deveria escrever e todo o resto mais detalhadamente para então discutirem sobre valores. Harry se sentia completamente realizado e poderia ficar ainda mais alegre com o jeitinho que Tomlinson o olhava com algo beirando o desejo e o brilho no azul dos olhos pequenos e as ruguinhas não escondiam isso.
Mas, oh, isso não é assunto que se debata entre uma reunião de negócios para a carreira de um cliente, nunca mesmo! Harry ainda sentia a perguntinha matutando na sua cabeça se o seu futuro parceiro de projeto seria tão quente conversando com todas as pessoas ou se estava em um momento especial para ele, enquanto flertavam silenciosamente.
Louis agradecia aos céus e aos reinos que não tivesse perdido o jeito de flertar com alguém depois de um longo tempo sem fazer aquilo.
Depois de mais alguns minutos, com os lábios quentinho das bebidas que soltavam fumacinha e as xícaras sem uma gota do docinho, Harry presumiu que já estava no momento de se despedirem e discutir mais sobre isso, em alguma outra oportunidade.
Ele teria a certeza que haveria outra oportunidade. Que fosse pessoalmente também, em algum lugar mais calmo para escreverem sobre aquilo e que pudessem falar menos agitados um com o outro.
—Mhm, acha que podemos marcar algum outro dia para nos encontrarmos e falarmos sobre o projeto, então?
—Sim. —Harry riu com a forma que o homem não relutou ao menos um pouquinho em respondê-lo sobre aquilo. Oh, certo, talvez o desespero pela nova oportunidade deixasse o moreno gostosinho eufórico assim, ou ele estava realmente retribuindo seus olhares.
Styles tentava a todo momento ser o mais discreto possível, mas ele não era o melhor de todos nisso...
—Posso continuar te mandando os e-mails para marcarmos outro dia e falar mais sobre isso, acho que me deu inspiração para escrever mais hoje!
—Me passe seu número, é mais fácil de achar seu contato do que em meio a inúmeros outros e-mails de propostas, Harry. Podemos ir em algum lugar mais calmo e privado da próxima vez. —falou a última parte com um leve tom de malícia que com toda certeza não passou despercebido pelo cacheado, que a certo ponto estava hipnotizado por esse enquanto passava seu número e deixava um beijo no maxilar de Louis coberto pela barba coberta e ralinha.
--Obrigada.
Porra, até o cheiro da sua pele era incrivelmente mais deliciosa de perto.
***
O convite de trabalho disfarçado foi definitivamente mais explícito do que Louis achou que seria. Não dizendo que ele não estava contente com aquilo, ele estava, realmente contente com o convite. Styles havia o chamado para seu próprio apartamento daquela vez, com alguma desculpa que havia desenvolvido ideias novas e seria legal conversarem mais sobre aquilo para iniciar.
Louis estava satisfeito de início com o caminho que aquela nova proposta estava tomando! Iniciou de antemão a introdução das matérias por meio do computador, batendo nas teclas rapidamente enquanto as palavrinhas apareciam na sua cabeça, e ele se agitava com a ansiedade. Escreveu talvez alguns parágrafos de introdução para cada uma das matérias que Harry o detalhou da última vez, sem detalhes pois seria melhor desenvolver eles na presença de Styles.
Ele teria a presença de Styles dali alguns minutos de qualquer forma!
A porta do seu apartamento estava entre-aberta desde que Tomlinson chegou na recepção e o cacheado pediu para que liberasse a entrada do colunista. O ambiente era calminho e agradável, ainda que Louis conseguisse sentir seu coração palpitando forte e os dedos ásperos apertando a pequena bolsa do seu notebook.
Pensou diversas vezes em fazer a barba antes de sair de casa, mesmo que ela estivesse bem ralinha ainda e gostasse da forma como ficava bonito nela. Não fez com medo de Styles achar ele inconveniente e achar que está se encontrando com o cacheado com outras intenções não mais que trabalho! Louis não queria soar rude mesmo que tivesse passado tantos pensamentos envolvendo o outro garoto.
Harry deixou que a água fervesse para preparar duas xícaras de chá. O tempo estava ameno, mas seria reconfortante tomar o líquido docinho com um pouquinho de leite. Verificou se não tinha qualquer peça de roupa no sofá, onde os dois ficariam para desenvolver o artigo.
Harry morava em seu apartamento sozinho, então tinha tanta liberdade para deixar suas roupas e pijaminhas largados pelo sofá quanto qualquer outra coisa. A última coisa que fez antes que Louis batesse lentamente na porta, foi afofar as almofadas e dar uma última verificada.
Pensou mais uma vez sobre como seria terrível perder sua oportunidade única pela sua condição.
Tomlinson apareceu com suas roupas caras, de alfaiataria provavelmente. Harry se encolheu com a sensação de ter uma casa tão pequenininha e estar usando roupas simples, tão distante da realidade do colunista famoso. Suas bochechas coravam ele sorria pequenininho quando sentia os olhos azuis passando por todo seu corpo delineado nas roupas folgadinhas. O cacheadinho quebrou o silêncio.
–Oi, Louis –sorriu bonitinho. –Mhm, pode já ir se sentando no sofá, fiz chá, vou trazer um pouquinho para nós.
Tomlinson olhou mais uma vez para a sua cintura fininha e bonita pela marcação da blusa, soltando um arzinho pelo nariz e sentindo o coração palpitar com os pensamentos sobre ter o corpo branquinho no seu colo ou qualquer outro cenário no meio daquela sala espaçosa.
–Suas ideias já estão nas folhas em cima da mesa de centro?– o moreno perguntou com a bolsa onde protegia o notebook em baixo do braço marcado pelas veias salientes. Quando se sentou confortavelmente no sofá e iniciava os arquivos para conversarem direitinho sobre aquilo.
O tempo passou mais rapidinho do que os dois esperavam inconscientemente. As duas xícaras de chá já estavam vazias exatamente 40 minutos depois, com Louis pessoalmente entusiasmado com a ideia diferente do escritor, sorrindo com uma risadinha presa quando o cacheado se animava um tanto e fazia muitos gestos explicando sua história. Harry sentia as bochechas corando cada segundo mais com as encarnadas do mais Velho em sua direção. Esperava estar escondendo muito bem.
–Oh, certo. Acho que seria importante pontuar em como a personagem estava completamente alheia a situação. Antes da situação começar. Podemos colocar a personagem fazendo qualquer coisinha, como fervendo a água, vou fazer mais uma cápsula de chá e então podemos desenvolver isso.
–Eu gosto da ideia da inocência que vai ser retratada, parece clichê mas vai surpreender ao decorrer da notícia. –Louis concordou com as bochechas vermelhas das risadas anteriores e as ruguinhas nos olhos pela mente do enrolado. –Acho que vamos terminar suas notícias comigo fissurado pelo seu livro. Essa divulgação vai ser incrível.
Harry enrolou a ponta da blusa nos dedinhos finos, honrado do pelo elogio do colunista. Sua cabeça foi para outra coisinha quando finalmente voltou a reparar o mais velho minunciosamente. Estava distraídinho com seu projeto mas agora, o olhando pela ponta do carpete, o jeitinho que ele estava sentado, com a postura relaxada, notando que ele esteve o olhando com as mãos em cima da coxa e o sorrisinho de canto pelo tempo todo. Porra, ele parecia tão gostoso assim. A calça social marcava perfeitamente o volume das suas coxas e as tatuagens diversas nos dedos fazia ele pensar como se pareceriam enfiadinhos na sua boca.
–Certo, estou indo fazer mais chá. Mais uma xícara?
–Sim, por favor.
Tomlinson conseguiu finalmente soltar a respiração pesada que esteve prendendo por tanto tempo. Desviando o olhar rapidamente quando o garoto apareceu na sua frente andando em direção à cozinha, e apertando os olhos azuis. Olhou o horário no relógio de pulso quando abriu os olhos novamente.
–Açúcar? –Harry gritou da cozinha.
–Não, obrigado, Haz. Sem, por favor. –Levantou para esticar as pernas e desprender um pouco a calça marcada no seu pau. Olharia na direção de Harry o menos possível, pelos próximos minutos, apenas olhando para a tela do computador! Faria esse esforcinho. –Não acredito que toma chá com açúcar!
Riu baixinho com a provocação para o branquinho, enquanto ajeitava as almofadas no intuito de distrair a mente. Torceu os olhos quando viu o pedaço de um pano rosa em baixo de uma delas, curioso, puxando a pontinha do tecido de seda e gemendo desacreditado pela peça delicadinha e feminina no tom rosa bebê que tinha na mão. Porra, Harry disse que morava sozinho. Aquilo devia com certeza ser de alguma garota que havia levado para seu sofá, talvez.
–Que ofensa, Lou! Eu nunca colocaria açúcar no meu chá. –levava os dois pratinhos com as xícaras vermelhas em cima em passos delicados, com medo de que derrubasse. Até os colocar em cima da mesa de centro.
–Harry, tem que ter mais cuidado onde deixa as roupas das garotas que trás aqui. –aprontou despretensiosamente para o tecido rosado com as rendas branquinhas e tão bonito na ponta do sofá, totalmente descoberto. Acompanhando as bochechas de Styles ficarem em um tom quase vinho e os seus olhos encherem de lágrimas.
–Senhor, que vergonha –tampou os olhos com as palmas das mãos delicadas, sentindo a timidez sair dos poros do seu corpo. Fazia um biquinho de chateação que prontamente foi descoberto quando Louis tirou suas duas mãos do rosto, para o ver direitinho.
–Está chorando? Harry, é só uma camisola. A guarde para devolver para a garota.
–Não, Louis, é minha!
O cacheado tem certeza que o silêncio que prosseguiu na sala demorou muito menos do que parecia do seu ponto de vista, mais envergonhado que antes pela situação e pronto para que Louis o fizesse uma cara de nojo assim que estivesse indo embora do projeto.
–Porra, é tua? –os olhos azuis brilhavam, quando as veias salientes pareceram ainda mais sobressaltavas nos seus braços e suas mãos, os punhos serrados. –Senta aqui do meu lado.
–Não preciso repetir, Tomlinson. Vou guardar e podemos tomar o chá para finalizar a notícia, certo?
–Não. –respondeu o escritor firmemente, admirando seu ainda biquinho e preocupado suficiente com o choro baixinho do outro para que pensamentos perversos surgissem. Olhou o jeitinho que as pernas grossas se espalharam no sofá por baixo do shortinho de tecido fino do garoto, engolindo a saliva quando pensava sobre o quão bonito e delicioso ele ficaria por baixo da camisola, com os biquinhos dos peitos tão aparentes e babadinhos depois que deixasse Louis o machucar e chupar por cima da seda.
Harry sentou pertinho do colunista famoso ainda um pouquinho recluso, obedecendo tudinho que ele pedia sem pensar duas vezes.
–Coloca a perna na minha coxa, Harry. Olha para mim.
Harry sentiu as bochechas quase caírem do seu rosto de tão envergonhado que se tornava a cada segundo, com as camisola em cima da outra perna do colunista, que por sua vez, tinha o colo completamente ocupado com a coxa grossa de Styles em seu shortinho largo e fininho!
–Por que está chorando? –Louis perguntou delicadozinho para o mais novo. Passava a pontinha dos dedos por toda sua coxa arrepiada, tão perto da barra do tecido moletom branco, como se estivesse apenas brincando com ele a este ponto.
–Está brincando? Isso é tão idiota! Estamos aqui a trabalho, não pode pegar uma peça minha íntima e fingir que está tudo bem! –fez um biquinho com os lábios ainda restando o aroma quente do chá. –Ainda é um pijama! Feminino! O quão ridículo isso soa, Louis?
–Não entendo ainda o que importa se é uma peça feminina.
–Esse é o problema, Louis! Eu sou um garoto, deveria usar coisas de garoto.
Louis lambeu os lábios antes que tomasse fôlego para falar novamente. As pontinhas dos dedos cada vez mais perto do quadril branquinho, empurrando a barra do short suavemente e fazendo um carinho que deixava os mamilos marronzinhos do outro arrepiados na camiseta, ainda que os montinhos dos seios estivessem quase escondidinhos do garoto.
–Ainda ficaria gostosinha de pijama. – sorriu de ladinho, mostrando os dentes branquinhos quando dava o sorriso mais cafajeste que pudesse ter lançado para o escritor.
Tomlinson parecia estar regulando tanto a respiração aquele ponto. Com a mão livre do toque na pele do cacheado, ajeitou o caralho que começava a endurecer por baixo da calça social, com um pequeno apertozinho em uma tentativa boba de conter o tesão que sentia. Harry sentiu o olhar baixo ser automaticamente atraído para o colo de Louis, observando com os olhinhos brilhantes e ainda molhadinho a a grossura rígida em volta da palma da mão tatuada, arrepiando novamente toda a sua pele e arrancando mais uma risadinha zombeteira de Louis pelo quão ela parecia sensível.
–Não precisa dizer isso. Por favor. Você não sabe como eu sou.
–Não entendo onde está querendo chegar, querido.
–Louis eu sou um garoto, mas nasci com as partezinhas de uma mulher, o quão ridículo isso soa?
–Você...
–Pode se sentir livre de parar nosso projeto por aqui se quiser, por favor, não quero olhares feinhos na minha direção. Não era para ter descoberto isso.
–Está dizendo que tem...? –Louis perguntou mais uma vez, ainda fissurado o suficiente e esperando que Harry dissesse em voz alta para sanar sua dúvida sobre o que estava realmente pensando.
–Quer me fazer sentir pior? Poxa, eu tenho seios e uma florzinha. é tão humilhante.
Harry dizia tudo aquilo com um pesar tão grande no inicio de uma chateação que não notava os olhos azuis de Tomlinson brilhando em sua direção e como se tornava a cada segundo que passava mais marcado na calça social grossa.
–Por que eu te acharia ridículo? Não.
–Fala sério, não precisa mentir... –apertou a pontinha dos dedos, pronto para se levantar e esconder-se no quarto até que o colunista já estivesse fora de casa, para chorar pelo restante da semana.
–Acha que eu estou mentindo, Hazz? –apertou a coxa do garoto enquanto falava, com firmeza entre os dedos e olhando mais uma vez para seu colo, ao que indicava para o outro olhar também e reparar em como seu pau parecia tão marcado no tecido. –Eu 'tô duro pra caralho para você, não 'tá vendo?
Harry saiu da sua bolha de chateação, ainda um pouquinho surpreso pela reação inesperada do mais velho quando concordou com a cabeça devagarinho, ainda hipnotizado o suficiente para não conseguir dizer mais nadinha e apertar sua própria palma da mão em cima da de Louis, como uma breve indicação para que ele fosse mais firme com o carinho em sua perna nua. O choro baixinho foi contido pelo restante do tempo, quando Styles adquiriu os olhos verdes brilhantes ainda olhando para o colo do moreno e a boquinha entre-aberta.
–Realmente por mim? –apertou a sua mão em cima da palma aberta de Tomlinson em sua coxa, pedindo para que ele o apertasse mais em ao menos perceber este ato. Recebeu um aceno confiante de Louis em resposta, observando com tanta atenção o busto da cacheada e notando por fim o volume marcadinho dos seus seios, se perguntando como não havia os visto, mesmo que ainda tão escondidinhos.
–Porra. Não acha melhor parar por aqui?
Styles mordeu a boca molhadinha mais uma vez, com os olhos amendoados olhando como uma cadelinha pedindo por qualquer coisa para o mais velho e negando sutilmente com um movimento delicadinho.
Quando por fim grudou seus lábios nos de Louis, soltando um suspiro tão baixinho de fino que mais se pareceu com um gemido, beijando ele devagarinho e com a língua quentinha entrando dentro da boca do colunista famoso.
–O-oh, mhmm – acenou a cabeça em concordância com os olhos fechadinhos quando Louis puxou sua mão para cima do cacete completamente duro, apertando a palma quente em seu próprio comprimento e fazendo com que Harry segurasse nele tão firme a ponto de sentir a glande pulsando nos seus dedinhos. Louis riu baixinho com o quão Harry estava todo entregue tão facilmente e com os diversos cenários na sua cabeça sobre como poderia colocar o corpinho magro de quarto de apoio na mesa de centro e comer sua florzinha até estar transbordando de porra.
Voltou a grudar suas bocas, o beijo se parecendo um pouquinho mais desesperado dessa vez do que jamais esteve, completamente entregue ao moreno tatuado e o punhetando com delicadeza ao que sentia sua outra mão fazendo carinho na barba rala do queixo ossudo. Soltou mais um ofego alto, quando sentiu as pontas dos dedos frios de Tomlinson chegando pertinho do lábio da sua buceta gordinha já por baixo do short, sentindo as pernas longas se contorcerem com o quão impaciente estava parecendo para ele.
–Porra. –Louis suspirou fundo com a mão delicadinha ainda acariciando a pele macia do cacheadinho, olhando para Styles com os olhos semi cerrados e um sorrisinho de canto. Puxou o lábio gordinho inferior na ponta dos dentes, afastando o rosto quando ele fez movimento de voltar ao beijo lentinho. –Você é todo desesperadinho, não é? Parece que nunca ninguém comeu sua bucetinha direito.
Harry apertou a boquinha com os olhos arregalados, como se estivesse sido descoberta com tanta facilidade assim, acompanhando quando o caralho grosso de Louis pulsou mais forte na sua mão, soltando a pré-porra com tanta força pela calça.
Louis grunhiu quando entendeu o olhar envergonhado do escritor, sentindo o coração acelerar e tão ansioso para que conseguisse comer ele pelo resto do dia todo.
–Ninguém te comeu, amor. Vai ser todo apertadinho para mim, não vai? Vai ficar deitadinho com as mãos para trás e rebolar no meu caralho igual uma putinha desesperada. –Tomlinson riu na boquinha dele quando voltou a grudar os lábios com desespero, tocando ainda com delicadeza a sua pele nua da xotinha por baixo do shortinho fino. A sua outra mão segurando firme o quadril de Harry no sofá, para que sentisse ter total controle do corpo, enquanto o polegar macio chegava cada momento mais perto do centro molhadinho e o quentinho do seu grelinho.
Com a sua boca gemendo baixinho contra sua língua, se tornava todinho maleável.
–Mhmm, s-sim –Harry apertava com mais força os olhos verdinhos fechados, empurrando o quadril contra a mão de Louis e implorando para que ele fizesse qualquer outra coisa além de só acariciar os lábios da sua florzinha, pedindo de forma quietinha que ele enfiasse as pontinhas dos dedos em seus lábios pequenos e o tocasse tão cuidadosamente assim no grelinho.
Harry sentia que a cada momento que passava se tornava mais desesperadinho por qualquer outro contato mais firme com Louis. Não se importava realmente com o que ele quisesse fazer consigo, desde que tivesse alguma coisinha para se lembrar pelas próximas noites enquanto se tocasse e enfiasse os dedos longos bem fundo no seu buraquinho por baixo do pijama.
Como se seus pensamentos tivessem sido sussurros para Louis, o outro abriu os olhos enquanto sentia os gemidinhos na sua boca e suas línguas se enrolando, para chupar o músculo molhado do mais novinho e separar os lábios com um fio de saliva novamente.
–O pijama, mhm? –sentiu o corpinho saltar na sua mão quando o indicador encontrou a poça de lubrificação que ele soltava em baixo do shortinho, espalhando o liquido ralinho por todo grelinho gordo dela. – Coloca o pijaminha para mim!
Deixou de tocar o cacheado por completo, esticando os braços e colocando apoiado no encosto do sofá, ainda com o quadril jogado para cima e as pernas completamente abertas na postura relaxada, esperando que Harry se levantasse para colocar a peça bonitinha. Harry se esquecia por algum tempo como estava apreensiva que Louis descobrisse isso, agora, com os olhares de Tomlinson, se sentia tão desejada a ponto de não pensar em qualquer outra coisa que não fosse fazer coisinhas obscenas com o colunista.
–Sim, sim –Styles respondeu apressadinho, pegando o tecido rosinha e macio em cima da perna de Louis ainda, deixando de o tocar por completo e afastando as coisinhas de cima da mesa de centro para o canto, se sentia sufocado com elas tão pertinho. Fez como se estivesse se retirando para se vestir como o outro havia pedido, quando sentiu ser impedido.
–Não, não, pode se vestir aqui na minha frente? Tira a roupinha e coloca a camisola pra' mim. –Apertou o pau grosso por cima da calça ainda vestida, desabotoando os primeiros botões e descendo o zíper para que deixasse apenas a boxer aparecendo com a roupa ainda vestida, seu cinto grosso de couro parando em qualquer canto do sofá que realmente não se importou. As veias protuberantes ainda mais marcadas do que antes, deixando Harry doidinho para que pudesse fazer alguma coisa.
Levou um sustinho quando sentiu a saliva caindo do cantinho da sua boca e concordou com um múrmuro animado para se vestir para Louis. Ainda com os olhos verdes grudados na mão tatuada acariciando o próprio pau. Tirava a blusa larguinha, sentindo a pele arrepiar ainda mais com os mamilos expostos no ar geladinho da sala, completamente vermelhos dos beliscões que causou em si mesmo em um momento de excitação de manhãzinha. Os seios pequenos aparentava ser completamente gostosinhos em um tamanho médio, balançando em seu busto quando retirou a peça com pressa, sem qualquer sutiã por baixo.
Louis ainda pensa sobre como deixou passar despercebido.
Prendeu os dedos na barra do short, lambendo os lábios enquanto via Louis tirando a cabecinha do pau para fora da boxer, ainda o mantendo preso, para grunhir com o maxilar ossudo apertado e massagear a glande gorda.
Foi mais rápido do que estava pensando em ser naquele momento, excitada para vestir o pijama e se sentar do ladinho de Louis novamente. Ansioso para a próxima parte.
Suas coxas grandes se contorceram quando tirou o short, apertando a buceta no meio delas, ainda um pouquinho envergonhada, se apressando para se vestir rapidinho e não notando quando o tecido rosa se tornava transparente quando não vestia qualquer outra coisa por baixo. Chegou pertinho de Louis novamente, jogando as roupas no chão e se sentando com as pernas apertadinhas do seu lado.
–Você consegue ficar toda molhadinha, sabia? Olha isso. – pousou sua palma da mão na coxa de Harry quando ele se sentou do seu lado mais uma vez, apesar de ter feito isso por cima do tecido rosa agora. A mão deslizando tão perto da sua virilha e embalando a bucetinha com o tecido roçando em toda ela sensível, enquanto não deixava de olhar para ela, e a fazer soltar um suspiro leve quando a seda se tornava ensopada com um simples toque na sua florzinha.
Abriu a boca gemendo escandaloso pela forma que Louis o chamou ali. Harry gostava dos pronomes femininos. Louis sorriu satisfeito.
–Gosta que eu chame assim? Gosta que eu chame você como uma garota? Vai gostar quando eu disser que vou comer toda a sua bucetinha? Que você fica tão linda nesse pijaminha que não penso em outra coisinha que não seja estar te fodendo todinha até estar ardida?
Harry concordou mais desesperada do que antes, balançando os cachinhos.
Styles jogou um pouquinho mais do quadril para cima, pedindo não todo silencioso para que Louis o chupasse mais firmemente e não fosse tão delicado assim com o seu corpo. Gostava dos toquezinhos delicados dele por cima do pijama, mas já se tornava uma garotinha impaciente com ele tão gentil assim.
–Mais, por favor por favor –formou um biquinho apelativo para ele. Sentiu quando perdeu completamente os toques pela primeira vez, os olhos completamente atentos sobre os seus próximos movimentos, satisfeito em ver Louis chupando seu próprios dedos para colocar em baixo da roupa e os deslizar de cima para baixo em toda sua umidade, ficando vergonhosamente mais molhadinha e escandalosa.
–Vem no meu colo. Senta aqui. –soltou um estalo depois de algum tempinho de provocação, dando tapinhas em seu colo, por cima da boxer descoberta da calça. E sorrindo contente quando o mais novo obedeceu com tanta rapidez ao que ele pediu, como se fosse completamente submisso e vulnerável. Completamente como um bonequinho de Tomlinson.
Suas coxas enrolaram em volta do quadril sentado de Louis, com as duas mãos do mais velho apertadas em sua cintura fina e o os olhos na mesma altura que os seus, completamente posicionado com a bocetinha gordinha em cima do comprimento grosso e pulsante de Tomlinson por cima da boxer fina.
–Vai me deixar enfiar os dedos dentro da sua bucetinha? –Harry concordou sem pensar duas vezes, com a camisola vergonhosamente molhada e as duas mãos apoiadas no peitoral firme de Louis, pulsando o buraquinho desesperada por qualquer toquezinho. Os dentinhos de coelhos aparentes quando sorria contente como um fodido carente. Tomlinson mostrou os dedos para o cacheado, induzindo que ele os colocasse na boca e chupasse também, o membro pulsando por mais tempo quando apertava suas pernas delineadas e via o enrolado se deliciando em sentir o gostinho da sua própria xoxotinha misturada com o da saliva de Louis.
Com os dois dedos da mão completamente ensopados, Louis desceu com eles pelo corpo branquinho e se retorcendo em cima do seu colo desesperado por algum toquezinho em direção abaixo do seu pijaminha mais uma vez, com a mão seca apertando sua barriga branquinha e os dois dedos longos indo em direção ao buraquinho desesperado mais uma vez, ansiosa que Tomlinson enfiasse ao menos a pontinha dos dedos em sua grutinha e o dedasse gostosinho.
–Abre os olhinhos para mim, Hazz. Me olha enquanto eu te dedo. –Harry concordou com um murmuro para o colunista, rebolando devagarinho no seu caralho marcado, antes que tivesse o quadril levantado e as pontinhas dos dedos de Tomlinson acariciando sua entradinha como uma breve provocação.
–Não precisa ser delicadinho, L-Lou. –Suspirou fundo com o primeiro dedo entrando tão facilmente na sua xoxotinha gulosa. Sorriu sapeca quando sentiu pingar lubrificação na palma da mão do moreno que a dedava com apenas um dedo ainda, em meio aos suspiros e gemidos fininhos.. –Eu aguento muito mais, mhm. Faz rapidinho.
–Porra. Você é desesperada pra' cacete. – enfiou o indicador com força, enquanto olhava firmemente nos olhos de Harry que se fecharam por um breve segundo. –Abre o olho. Presta atenção. Quero que fique com a palma da mão em cima da sua barriga, bem pertinho do seu grelinho. Quero que você sinta quando eu te comer tão forte que vai acertar sua mão.
–Por favor, faz logo. –empurrou a o quadril na direção do único dedo que ainda estava enfiado dentro de si, e completamente paradinho, na intenção de se foder um pouquinho mais forte até que Louis começasse o tratar realmente com brutalidade. –P-porra. –arregalou os olhos verdes quando sentiu o dedo de Louis entrar juntamente com o segundo em uma das suas reboladas e sentir ambos acertando tão bem no seu pontinho de prazer em um momento de desespero da mais novinha quando Louis os curvou. –Eu. O-oh. –respirou fundo quando voltou a sentar rapidinho nos dedos de Tomlinson, esperando a sensação gostosinha de novo. –O-oque foi isso, Lou?
–Nunca tinha apertado seu pontinho, amor? –Harry negou com a cabeça, envergonhado com a resposta que deu a Louis, mas soltando um gemido longo e fininho logo depois que o moreno voltou a o dedar com força em direção ao seu pontinho, incansavelmente. –Nunca tinha rebolado um pau de borracha pra sentir o seu pontinho ardendo e querendo mais? Ninguém nunca quis te comer toda sensívelzinha assim? –continuou fazendo mais perguntas sem pausa, na intenção de ver a forma como Harry se embaralhava completamente nas respostas e nunca era possível formar algo coerente com o buraquinho implorando por mais o fodendo e empurrando tão fundo. –Você é a porra de uma virgenzinha mesmo.
Com a palma da mão posicionada pertinho do pé da barriga, Harry conseguia sentir um pequeno volume aparecendo e batendo na sua pele, revirando os olhos e ronronando como um gatinho.
–Consegue sentir esse volume no pé da sua barriga, Harry? Não faz ideia de como vai ser forte quando comer toda a sua bucetinha finalmente.
O moreno continuava enfiando os dois dedos dentro, a dedando com força e tão deliciosamente que Harry achava ser capaz de derreter com mais algumas apertadas no seu pontinho de prazer.
Louis, com a mão livre do corpo magrinho, deixou para tirar o membro de baixo da cueca, enquanto observava com a boca salivando o jeitinho que os peitinhos gostosinhos pulavam roçando no pijama. Olhou fundo nos olhos verdes que lacrimejavam um pouquinho dramáticos, quando aproximou os lábios fininhos da sua aréola marronzinha e puxou o biquinho do peito em uma das dedadas fundas.
Com a mão ainda comendo o buraquinho apertado com os dedos, levava Harry um pouquinho para cima o posicionando em cima do seu cacete logo depois. Styles fez um biquinho gemendo baixinho quando os dedos de Louis saíram de dentro de si para sentir o comprimento grosso se esfregando entre as bochechas da sua bunda branquinha e deixando os lábios da sua bocetinha tão abertos que abrigavam o membro grosso de Louis. Recebendo pequenos espasmos com o jeitinho que seu clitóris esfregava no membro duro em alguma das suas reboladas. . As veias saltadas da grossura pulsavam pertinho do seu cuzinho, sendo o suficiente para deixar o cacheado tremendo com a pequena estimulação.
Tomlinson não precisou pedir qualquer coisinha para que o Harry estivesse o obedecendo completamente mudo. Como se estivesse cavalgando com alguma coisinha dentro dele, esfregava deliciosamente para frente e para trás, arregalando os olhos verdes toda vez que Louis movimentava o polegar em pequenos círculos em volta do seu clitóris, se sentindo a beira do prazer a todo segundo.
–Vai ser apertadinha para mim quando te foder?
O cacheado sentiu os lábios abrindo em um último gemido mudo quando esporrou completamente sensível, manchando o tecido rosinha e respingando e espirrando por todo cacete grosso de Louis, sorrindo com o gemido alto que Louis soltou pela surpresinha. Balançou a cabeça em concordância algum tempinho depois, como um delay. Completamente sensível e sentindo a sensação gostosinha dominar seu corpo. Louis, acompanhando seu sorriso quando as reboladas se tornavam mais desesperadas e molhadas novamente, depois de pouquinhos segundos se recompondo, quando seu buraquinho ainda continuava guloso e fez questão de sugar o pau de Louis em uma das suas esfregadas desesperadas em seu colo.
–P-porra, Lou. Oh–torceu as sobrancelhas grossas. –Mhm, sim. Por, por favor.
Louis apertou as sobrancelhas, imitando o ato do escritor, grunhindo satisfeito quando teve um contato mais profundo. Sorriu contente com a expressão de dor que Harry apresentava, ainda que estivesse rebolando em cima das suas bolas devagarinho e desesperado por mais, fazendo com que a dorzinha se tornasse completamente alheia. A bucetinha completamente molhada e apertando minunciosamente sua glande gorda era extasiante.
–Me diz o que quer.
–Me come. –olhou para ele com os olhos brilhantes das novas lágrimas que apareceram.
–O que? Comer o que, Styles?
–Come a minha bucetinha, por favor. –suspirou sôfrego. –Até estar estourando ela, por f-favor.
Tomlinson o olhou de cima a baixo, sentindo o cacete pulsar dentro do buraquinho apertado do garoto, que fazia questão de comprimir a cada segundo, suspirando brutalmente.
–Levanta. Coloca a bochecha de apoio na mesa de centro, vou te comer de quarto. Não vai aguentar mais nem um pouquinho, não é? Vai estar espirrando no meu colo todinha se continuar aqui por mais tempo. –Harry o olhava ainda em cima do seu colo, com uma expressão espantada como se estivesse se perguntando o quão bruto Louis seria a partir dali, pensando onde ficarão suas mãozinhas se seu apoio será a bochecha molhadinha.
Styles se levantou para apoiar a bochecha na mesa gelada do centro, levantando a barra da camisolinha ensopada, e empinando o quadril na direção do homem que estava sentado o olhando com ar de superioridade. A florzinha parecendo tão bonita e apetitosa naquele ângulo, exibindo os lábios gordos e como estava pingando para Louis.
Tomlinson não pensou por mais de um segundo antes que estivesse pegando o cinto de couro caro jogado em baixo das almofadas e amarrando os pulsos branquinhos juntos atrás das costas largas de Harry, como um maldito puto.
–A próxima vez. –deu uma pausa no que estava falando, punhetando o membro grosso na própria palma da mão, sentindo o quanto a saliva de Harry ainda escorria por seu caralho pelos dedos ensopados que tinha se tocado antes, apertando a linha da glande em volta dos seus dedos grossinhos e gemendo alto com o contato e a visão dos buraquinhos completamente aparentes de Harry em sua direção. –Que eu estiver te comendo. –Pincelou a bordinha da sua buceta pulsante. –Que eu estiver comendo a sua bocetinha com fome. –enfiava a cabeça gorda do pênis até que estivesse o metendo com força, a sala sendo preenchida com o barulho alto das bolas batendo no quadril do cacheado em uma rápida estocada. –Vou fazer questão de gozar na mesa e fazer você se esfregar, mhm?
Começou a foder o buraquinho guloso, com a mão apoiada em sua lombar e o quadril completamente jogado em sua direção com desespero, delineando cuidadoso as estrias na base de sua coluna que o deixavam tão bonito e delicado. Sorria satisfeito o suficiente em escutar o jeitinho que Harry se engasgava entre suas estocadas acertando diretamente em seu pontinho de prazer, e não conseguia proferir qualquer coisinha coerente com a boca espirrando saliva e sua língua se movendo perto do vidro da mesinha o deixando como uma putinha babada.
Os pulsos se tornavam vermelhos pelo apertão, mas não o suficiente para mostrar que Harry estava tentando ser desobediente e se retirar o aperto gostosinho, pois este estava recebendo completamente o pau de Louis o fodendo com força como se estivesse com sede. As bolas gordas batiam no quadril de Harry enquanto suas mãos repletas de veias marcadas pela excitação marcavam o quadril branco do cacheado, como se ele estivesse se tornando incansável.
–Me aperta pra caralho. Porra, eu amo te comer. –Louis fechou os olhos em prazer, apertando os lábios fininhos e acertando diretamente na próstata de Styles. Gemeu tão alto que dúvida não ter acordado os vizinhos do escritor quando o buraquinho guloso apertou em volta do seu membro, esporrando mais uma vez em sua camisolinha quando gozou e tirando o pau da bucetinha antes que esporrasse dentro dele. Esporrando em todo pijaminha bonito como Harry tem feito, esfregando a porra grossa com a ponta do polegar e o membro ainda completamente ereto mesmo depois do orgasmo.
Harry ainda estava com a coluna arqueada, depois de gozar pela segunda vez em um gemido silencioso, com pouquinhos resquícios da porra escorrendo da xoxotinha avermelhada das estocadas gostosas de Louis. Sentia a humilhação escorrer do seu corpo e pingar como suor com a risadinha de Louis atrás de si, que por sua vez, o olhava completamente embebido no enrolado e ria da forma que ele continuava se empinando para trás pedindo para ser comido mais uma vez. Como se nunca fosse suficiente.
—Porra. Em uma próxima reuniãozinha dessa, prometo te trazer uma camisola transparente e cara pra caralho, só para ver o quão bonita fica em você, Harry.
¸¸.•*
oioi! Espero que tenham gostado, me digam se sim! Amo vocês, mwa! Até a próxima não tão longe ;)) estava com saudades! Muitas mesmo!
Descrição: Harry tem uma devoção que pode ser considerada fora do comum pelo padre Tomlinson e sabe que nem mesmo Deus será capaz de salvá-lo do tentador pecado de cair em tentação pelo divino homem de olhos muito azuis.
Aviso: a baby Isi de 2020 estava passando por muitas coisas quando escreveu essa one, uma fase meio punk, então vai ter blasfêmia e sexo gay à torto e a direita nessa obra. Caso se sinta desconfortável com o tema, não curte nenhum pouco a ideia, recomendo que passe longe. A Isi nova mulher de 2023 reescreveu essa obra pra ficar mais agradável e vocês não tenham uma AVC com tantos errinhos e dentre outras coisas que ficaram escritas meio “nhe”.
Nessa o Louis é um padre de caráter meio duvidoso e o Harry é um esquisito que só quer muito dar para ele, tendo umas ideias bem esquisitinhas sobre religião, devoção e beirando talvez uma obsessão. Ou seja, só coisa boa e comum nessa altura do campeonato.
Enfim, a Isi aqui te deseja uma boa leitura!
📿.
ATO I.
Era domingo e todos os domingos a Igreja sempre estava lotada. Todos cumprindo com seus papéis de adorar a Deus, ouvir a sua palavra e seus ensinamentos. Ouvir como Deus os ama, mesmo sendo meros pecadores e falhos, Ele os aceita, desde que você seja fiel a Ele.
Harry queria ser fiel a Deus. Queria passar por aquelas enormes portas de madeira daquela Igreja com sua consciência centrada em como ele queria servir a Deus. Queria entrar ali e dizer para “aquele todo poderoso” que se arrependia tanto pelos seus pecados e implorar pelo seu perdão, pois era tudo que ele queria além de sua graça.
Mas não era isso que Harry queria. Nem de perto. De maneira alguma...
No fundo ele desejava que algum dia Deus o perdoasse por todos os seus pensamentos e desejos impuros. Ele desejava que Deus pudesse o perdoar por todos os domingos estar naquele ambiente sagrado apenas para desejar alguém. E céus! Como Harry o desejava.
Ele sabia que não era nada certo ter seus olhos em um Padre, assim como também sabia que era mais que errado se tocar enquanto o ouvia falar com tanta adoração a palavra do senhor naquele altar. Tudo aquilo era muito errado, e o pior era que Harry reconhecia tudo isso.
Talvez se ele fosse ignorante quanto à própria promiscuidade as coisas fossem um pouco mais fáceis e ele não ficasse com muitos pensamentos remoendo em sua cabeça. Ele queria ser totalmente alheio ao quanto tudo aquilo era errado, mas ele não conseguia, e ao mesmo tempo se sentia incapaz de se ver livre daqueles desejos e pensamentos impuros.
Então ter o seu perdão de Deus estava fora de cogitação, pois ele não se arrependia nem por um segundo de todas as coisas que sentia por aquele homem. Nem por um segundo ele se arrependia de o desejar tanto e ter curiosidade em saber qual era seu gosto, de como seria o ter todo dentro de si preenchendo cada parte, fazendo-o gritar em mais pura devoção pelo gosto do pecaminoso.
Louis era como o fruto proibido aos olhos de Harry. Mas, diferente de toda a história que já conhecemos, não havia uma serpente tentando o convencer de cometer o pecado e finalmente cair nos braços da tentação. Tudo ali era sobre Harry e seu desejo imensurável.
Tudo o que ele queria era que no fundo Louis o desejasse também. Que ele também pensasse nas mesmas coisas que ele quando o olhava daquele jeito. Quando de repente tudo parecia ser sobre ambos finalmente cederem a suas vontades e então saciar a cede que tinham. Mas Harry não tinha certeza de nada, além da que ele tinha sobre si mesmo.
Harry não tinha uma boa fama na Igreja. As pessoas cochichavam sobre ele não se vestir apropriadamente para frequentar a casa de Deus, sobre ele não estar no padrão imposto pelas pessoas e que Deus não apoiava tal atitude.
Quando muitos foram falar sobre o assunto “desagradável” com o Padre Tomlinson – sim, muitos ousaram em se posicionar sobre as vestimentas do garoto em uma tentativa de prejudicar ainda mais as coisas para seu lado – Harry ficou com medo do que viria pela frente quando padre Tomlinson o chamou para conversar.
Obviamente, a primeira coisa que se passou por sua cabeça, era que o padre o pediria para não retornar mais à igreja, caso continuasse usando aquele tipo de roupa considerada feminina demais. Mas isso não foi o que aconteceu. Louis apenas falou que sabia que as pessoas as vezes podiam ser muito maldosas, mas que não era para Harry se permitir ficar triste com os comentários das pessoas.
“Acha que Deus desaprova as roupas que uso? Acha que irei para o inferno por causa disso?” Harry perguntou baixo, olhando para as próprias mãos que estavam juntas em seu colo em certa manhã.
“Harry, no mundo existe guerra, violência, fome, injustiça, pobreza e muitas outras coisas horríveis que causam um mal terrível às pessoas. Não acho que você esteja causando mal a alguém por usar saias e passar um batom.” sorriu doce com os olhos azuis lhe observando com atenção e Harry acabou sorrindo, deixando uma lágrima escapar. “Deus o ama pelo que você é, Harry. Não deixe que a amargura de algumas pessoas deixe seu coração amargurado”.
Não é preciso nem dizer como Harry se sentiu tão bem e aliviado ao ouvir o Padre Tomlinson dizer isso. Nem é preciso dizer também que ele passou a admirar o homem mais ainda e parecia ser ainda mais impossível ainda lidar com a vontade de receber algo dele.
Harry sabia que era errado, sabia que era um pecado terrível, mas o que ele podia fazer sobre isso? Ele apenas não conseguia resistir a nada em relação ao dono dos mais profundos olhos azuis. Um azul tão angelical que era capaz de fazê-lo de sentir tão em paz e abençoado.
O perdão de Deus? Não seria necessário, desde que Harry fosse capaz de saciar a sua sede. A sede que ele tinha de orar em Tomlinson, de gemer apenas o seu nome e gritar o nome de Deus somente se estivesse sendo cheio por ele e toda a sua graça. Nada além disso.
Nesse ponto ele não se importava mais sobre tanta coisa. Ele só seguiria em frente depois de saber se ele e Louis compartilhavam do mesmo desejo. Se ele estaria disposto a pecar dentro de Harry.
📿.
Como de costume quando o padre parou de falar a palavra, Harry se esforçava para não pensar tanto no plug que tinha enfiado na bunda e tentava se recompor para não parecer tão suspeito.
Durante a missa ele se mexeu algumas vezes e precisou levar as mãos até a boca para não deixar um gemido escapar por causa do plug que encontrava vez ou outra se pressionava bem sobre a sua próstata. Ele jurava que em algumas dessas vezes o padre Tomlinson estava o olhando, mas não achou isso tão provável e considerou que fosse apenas coisa de sua cabeça.
Só que algo aconteceu.
Harry já havia ido outras vezes para a Igreja usando alguns brinquedos, só que em nenhuma dessas vezes Harry havia gozado. Não por não conseguir, mas como uma forma de castigo para si mesmo por estar fazendo aquilo. Podem até mesmo achar um pouco estranho, mas se Harry não havia alguém para o punir de alguma forma sobre o que ele fazia, por que não punir a si mesmo da maneira que deseja? E o que acontece quando saímos da nossa própria "punição"? Alguém de fato vem e nos pune, ou acontece nada além de um nada?
Harry não sabia a resposta para nada disso. Ele estava muito perdido em si mesmo se forçando a segurar os próprios gemidos, enquanto ainda gozava no tecido da calcinha que usava com sua próstata ainda sem judiada pelo maldito plug. Ele nem ao menos notou que a missa estava acabando, pois estava muito focado em sua bolha de prazer e satisfação por final ter gozado depois de uma hora inteira sendo torturado.
Quando tentou se mexer para tentar mover o plug de lugar, ele apenas pressionou mais a sua próstata. Harry abriu a boca em um gemido sem som com seus olhos fechados. Perdido.
Quando finalmente conseguiu de certa forma mover o plug ele suspirou aliviado, sentindo que estava suando por toda a tensão que estava sentindo. Ao abrir os olhos, algumas pessoas já estavam ficando de pé para irem embora e a mulher que estava sentada ao seu lado parecia ter visto tudo que aconteceu, pois olhava na sua direção de modo horrorizado.
Tão bêbado de satisfação pelo orgasmo recente, Harry apenas sorriu grogue para ela que ficou de pé e saiu dali tão rápida quanto um raio.
Ele não estava nada pronto para ficar de pé e sair para voltar o caminho inteiro à pé para sua casa um pouco mais para o sentido de saída da pequena cidade. O tecido da sua calcinha estava completamente encharcado, o plug ainda estava enterrado em sua bunda e ele se sentia fraco depois de ter gozado tanto e ter sido tão prolongado por causa do plug que não saiu de si em momento algum. Quando ele tentou ficar em pé, o plug entrou mais dentro de si e ele se permitiu gemer baixinho contraindo suas paredes no objeto.
Sabendo que não iria conseguir sair dali naquele momento, voltou a se sentar com cuidado e quando foi conferir se alguém estava olhando para ele, encontrou um par de olhos azuis o observando com atenção.
O coração de Harry nunca esteve tão acelerado.
Harry quem cortou o contato visual ofegante, olhando para as próprias mãos que estavam apertando o tecido de sua saia vermelho vinho, os olhos verdes um tanto arregalados em desespero.
Ele havia notado alguma coisa?
Harry estava em pânico.
Mesmo que suas pernas estivessem um pouco tremulas, a calcinha completamente encharcada com sua porra e a droga do plug ainda estivesse enfiado em sua bunda, ele se forçou a ficar de pé e tentar andar normalmente até sair da Igreja.
E antes de sair por uma das portas das laterais da Igreja, ousou olhar para o padre Tomlinson mais uma vez, mas o homem não o olhava mais.
†
Não era dia de missa, mas Harry foi à Igreja.
Ele sabia que o Padre Tomlinson não ia estar na Igreja naquele dia, pois em um dos eventos de caridade da igreja ele comentou sobre precisar fazer uma pequena viagem para a cidade vizinha por causa de uma reunião importante.
Harry queria se confessar. Fazia muito tempo que ele não o fazia e de repente achou que precisava fazer isso. Achou também que naquele momento seria mais fácil que não fosse para o Padre Tomlinson que iria confessar seus pecados. Ele até queria experimentar isso, mas não achava que fosse o certo depois de ter sido flagrado e ainda assim ele esperava que tivesse sido algo que sua mente que criou. Esperando que não. Não, Louis não o viu gozar no final de uma missa em uma Igreja. Não.
Ele não sabia porque estava indo se confessar quando para isso ele deveria estar arrependido. Apesar de ter sido algo arriscado e, por Deus, algo muito errado, ele não estava arrependido. Talvez ele apenas quisesse alguém para o ouvir e ouvir que poderia ser perdoado por isso, apesar de às vezes ele parecer indiferente ao perdão de Deus, ao paraíso e a vida eterna.
Quando entrou no confessionário, sentou na cadeira macia e intimidante do lugar minúsculo. Começou:
— Bom dia, Padre. – falou em voz baixa. – Preciso me confessar.
— Bom dia, Harry. – ouviu aquela voz. A voz dele.
Quase em um ato infantil Harry pensou em sair correndo e fingir que nada tinha acontecido, mas se tratava de Louis. Louis quem estava ali dentro prestes a ouvir sua confissão. Ele podia privar a parte que ele gozou no final da missa? O Padre ao menos sabia o que tinha acontecido?
Improvável.
— Você faltou a missa passada. – o silêncio foi cortado pelo Padre.
Harry respirou falho mordendo o lábio inferior pelo nervosismo.
Então o Padre tinha notado a sua ausência?
— Não me senti confortável para vir, Padre. – acabou respondendo.
— Por quê?
Silêncio.
— O que aconteceu no final da última missa que você veio, Harry?
Ele sabe.
Ele não estaria perguntando se não soubesse. Harry estava completamente ferrado e estava certo que ali seria o fim das suas idas a Igreja. Ele não queria que as coisas acabassem assim.
Pensou que talvez aquele fosse seu castigo por ter ido contra a sua punição particular.
— Lembre-se que não pode mentir. É pecado. — O padre falou em um tom baixo e um tanto rouco.
E eu ter gozado durante a missa também não é?
— E-Eu... – engoliu em seco. – Acho que fiz algo ruim.
— E o que você fez, Harry?
— Eu- e-eu tive um… — Harry tinha os olhos verdes marejados, se sentindo incapaz de completar a frase, pois tinha certeza de que aquele era o seu fim.
— Harry. — O garoto ouviu a voz do padre chamando sua atenção com firmeza e piscou os olhos algumas vezes, o que fez as lágrimas acumuladas em seus olhos rolarem por suas bochechas. — Deus quer que você seja bom e me conte absolutamente tudo. Deus sabe que você é um bom garoto e quer ser melhor, pois vê seu potencial em fazer coisas muito boas… Eu quero que você me conte agora.
— Eu sei que Deus está decepcionado comigo. — Harry disse baixo com a voz embargada.
— Eu não ficarei. — E se padre Tomlinson, que era o único com quem Harry verdadeiramente se importava estava falando algo daquele peso, então Harry sabia que tudo ficaria bem.
— Padre Tomlinson… — Harry iniciou baixinho, engolindo em seco temendo que o medo voltasse a consumi-lo até a borda. — Eu tive um orgasmo no final da missa daquele dia. — Harry ouviu o que parecia ter sido um tipo de suspiro logo ao lado e outro barulho um tanto familiar, mas que ainda não foi capaz de distinguir.
— Como isso aconteceu? — O padre perguntou em um fio de voz.
Então Harry percebeu que estava ficando duro com apenas isso. A razão central para suas ereções e orgasmos estava o perguntando como ele havia chegado ao orgasmo em sua missa. Diante de uma situação como aquela, Harry não demorou a pensar que deveria aproveitar e abrir todo o jogo de uma vez por todas, pois depois do que admitiu, sabia que era um caminho sem volta.
— Em todas as missas eu venho com um plug anal. — Falou em um tom baixo, passando as costas das mãos nas bochechas molhadas pelas lágrimas.
— Por que- por que faz isso?
— Não está óbvio? — Harry riu sem humor, fungando um pouco olhando para os próprios pés. — Por sua causa. — Sussurrou com os lábios marcados por um tom avermelhado rente à fina parede com pequenos buracos, sendo capaz de ver a silhueta do padre dali.
Silêncio.
Harry esperou por algo grande, mas nada aconteceu. O padre ainda estava na cabine ao lado, mas agora se encontrava no mais completo silêncio. Ele apenas esperava que o Padre não esperasse que ele dissesse mais nada, pois já estava sendo uma tarefa difícil respirar.
Como uma grande descoberta, Harry percebeu que ele não tinha medo na verdade de ter ou não o perdão de Deus sobre todas as coisas que ele já fez e que ainda estava fazendo, pois ele já sabia bem que se você quer ser perdoado, precisa estar verdadeiramente arrependido. E como se percebe, Harry não se arrepende de absolutamente nada, pois foram essas atitudes pecaminosas que o fez se sentir mais vivo que nunca. Naquele momento, sentado naquele confessionário com um silêncio ensurdecedor, Harry percebeu que ele temia nunca poder cometer o pecado que Louis era aos seus olhos. Ele tinha medo de não poder pecar pelo que tanto estava desejando já havia muito tempo.
Sentia que essa rejeição e afastamento seria capaz de quebrá-lo de modo nunca feito ou visto antes.
Por essas razões Harry não ia para a Igreja por causa de Deus, amar a Deus e adorar a Deus. A única pessoa que Harry queria adorar era Louis. Queria ler ele como uma bíblia. Queria o tocar como tocam ao terço. Queria orar de joelhos à ele quando estivesse com ele. E se existisse um Paraíso prometido por Louis, ele deixaria que o homem o trouxesse para si.
Exagerado ou não, era assim que Harry se sentia.
Ser cristão é seguir Jesus e seus ensinamentos. Diferente disso, Harry queria que Louis o ensinasse tudo o que ele ainda não sabia sobre si, mas de modo que Louis aprendesse também.
Se Jesus amava tanto aos seus seguidores, poderia Louis um dia amar Harry desse modo também? Harry rezava que sim.
— Por minha causa... – O padre ponderou em voz alta, em meio a um suspiro. – Não sei se fico feliz ou assustado com sua revelação.
— Por que ficaria feliz?
— Porque sei que me deseja, tanto quanto eu o desejo de modo que nunca fiz antes por nada ou ninguém.
Harry entreabriu um pouco os lábios sem saber o que dizer. Ele só conseguiu sorrir, ainda mordendo o lábio inferior nervosamente tentando ignorar a ereção crescente no meio das pernas e ficando apertada na calcinha justa de renda.
— P-Por que ficaria assustado? – Sua voz falhou tolamente, mas ele não estava ligando para isso.
— Porque sei que é errado para alguém como eu desejar algo assim. – Louis suspirou. – Eu nunca desejei tanto algo em toda a minha vida. – finalizou e Harry sentiu um jato de pré-gozo escapar do seu pau duro e necessitado.
— E o que irá fazer sobre isso? – colocou a mão sobre o volume de sua saia e apertou de leve a ereção já um tanto dolorida. Um gemido baixo escapou de seus lábios e Louis ofegou na cabine ao lado.
— Cair em tentação.
†
ATO II.
Após uma confissão daquele peso, tamanho silêncio estava o matando.
Ele com certeza deveria ter uma iniciativa de dizer algo. Mas o que poderia ser dito coerentemente diante daquelas palavras que foram certeiras em deixá-lo fora de órbita?
Harry tinha acordado aquela manhã com a ideia de que precisava se confessar para ver se aliviava pelo menos um pouco todo daquele peso que estava carregando tanto na cabeça quanto em seu coração nos últimos dias. No final, acabou por receber a confissão do padre que tanto amava e admirava com todo o seu ser. Admirava da sua maneira única, claro.
Ele mal conseguia respirar e sentia que a qualquer momento iria desmaiar. Em momento algum ele estava sendo exagerado. Um homem que ele tanto desejou em segredo, sonhou tantas vezes e fez tantas loucuras apenas por pensar no homem, estava logo ao seu lado confessando com todas as letras que o queria tanto quanto.
Louis o desejava e Harry não podia se sentir mais realizado em sua vida. Louis não apenas o desejava, como também parecia querer cair de cabeça nisso junto a ele. O grande finalmente de Harry chegou e ele vai poder provar do pecado que achou nunca poder provar.
— Então você...
— Por que não vem aqui? – Louis o interrompeu.
O coração de Harry tropeçou dentro do peito e o garoto genuinamente achou que ele havia falhado em algumas batidas importantes.
Ele tentou falar algo, mas estava muito chocado para conseguir dizer alguma coisa, ou até mesmo conseguir se mexer. Ficou parado sentindo o coração bater forte dentro do peito e as mãos suando com ansiedade, engolindo em seco tentando colocar na cabeça que era exatamente aquilo com o que sonhou por tantas noites. Um medo bobo não poderia impedi-lo de ir em frente quando estava tão perto de ter o céu.
— Você não precisa ter medo, Harry. — O garoto ouviu a voz tranquila e melodiosa de Louis ao lado e fechou os olhos respirando fundo. — Honestamente, sabe o que eu penso? Acho que fomos feitos para esse momento. Você sabe que a essa hora eu nem deveria estar na cidade, pois tinha outras coisas para resolver fora. Mas algo me fez ficar e agora estamos aqui, e tudo o que você precisa fazer é ser bom e querer isso tanto quanto eu.
— Eu quero. — Harry respondeu imediatamente, ficando de pé em um pulo, chegando a se sentir um tanto tonto pela rapidez que o fez.
— Ótimo. Eu preciso ver você. — Essa fala fez as borboletas no estômago de Harry darem cambalhotas contentes e ele rapidamente se aproximou da porta.
Harry saiu devagar e olhou em todos os pontos da igreja silenciosa para ter certeza de que não seria visto entrando onde certamente não deveria entrar. Mais uma vez respirou profundamente antes de abrir a porta devagar e encontrou o padre Tomlinson ali dentro, sem sua batina que costumava usar em todas as missas. Um tanto nervoso com aquela visão, Harry entrou e fechou a porta atrás de si, se recostando contra ela para observar melhor como ele estava tão atraente usando aquela camisa social branca de botões, a calça social preta torneando bem suas pernas e marcando aquele volume considerável em sua virilha.
Ele se sentiu tão pequeno tendo Louis olhando com tanta atenção para todo o seu corpo. Era possível perceber naqueles olhos azuis, a forma que ele o observava, que havia tanta necessidade nele quanto a que havia em si.
Toda aquela situação fez Harry se encolher um pouco envergonhado, as bochechas coradas em uma timidez que há muito tempo não sentia de tal maneira. Era aquele o efeito de Tomlinson sobre si e ele era inegável.
— Eu nunca imaginei que um dia eu veria alguém como você tímido dessa forma. — Louis disse em um tom baixo, mas sendo alto o suficiente para que Harry escutasse.
— Você faz eu me sentir assim. — Harry disse com um pequeno sorriso, engolindo em seco quando viu ele ficar de pé.
No momento em que Louis levantou e se aproximou mais de Harry, o garoto imediatamente se sentiu incapaz de manter o contato visual por muito tempo, logo abaixando a cabeça sentindo a respiração quente dele o atingir mostrando o quão próximos eles estavam um do outro. Seus olhos se fecharam sentindo o calor dos dedos dele tocarem sua bochecha e ele acariciar ali gentilmente, a ponta do nariz encostando em sua testa.
— Tão bonito. — Louis sussurrou deslizando os dígitos pela linha de seu maxilar até o queixo, fazendo ali um pequeno impulso para que o garoto erguesse a cabeça e olhasse em seus olhos novamente. — Gosto quando olha assim para mim. É como se eu pudesse ter acesso à tudo…
— Você tem. — Harry falou em um fio de voz. — Pode fazer tudo que desejar, senhor. — Ele sabia que tinha soado um tanto desesperado, mas não passava da mais pura verdade.
Diante de sua fala, o padre Tomlinson tinha um pequeno sorriso sutil nos lábios finos, os dedos continuando a passear em diferentes pontos da sua pele leitosa em seu pescoço. Harry olhou para baixo, seus olhos encontrando os dedos grossos do padre tocando o pequeno crucifixo prata e delicado de seu colar.
No momento em que ele soltou o pequeno crucifixo, logo em seguida emaranhou os dedos nos cabelos de sua nuca e assim o puxou um pouco mais para perto. No momento em que isso aconteceu, Harry sentiu as pernas amolecerem um pouco pela sensação.
— Não pode dizer isso. — Louis murmurou, seus rostos a pouco centímetros de distância um do outro, Harry não se contendo em avançar um pouco e tentar juntar seus lábios.
— E por que não? — Um beicinho se projetou em sua boquinha rosa quando Louis continuou segurando seus cabelos com firmeza para impedi-lo de ir em frente.
— Acho que você não tem ideia do quanto tem mexido comigo desde o começo, Styles. — Louis sutilmente levou a mão livre até a saia de Harry, deslizando a mão para de baixo dela e tocando superficialmente na renda da calcinha bem sobre seu pau muito duro e sensível, continuando a falar tranquilamente enquanto a mente de Harry entrava em parafuso. — Eu percebia a maneira que você olhava para mim e comecei a me questionar se era realmente o que eu estava pensando. Eu lembro da primeira vez que você pisou nessa igreja e veio até mim querendo fazer uma confissão e me contou sobre todas aquelas coisas que fez com todos aqueles homens nojentos da cidade grande. — Louis falava calmamente, dois dedos puxando a calcinha de Harry para baixo a fim de libertá-lo daquele aperto, sorrindo quando o ouviu gemer aliviado. — Em todos esses anos, nenhuma outra confissão conseguiu mexer tanto comigo, Harry. E sabe por quê?
— N-Não. — Harry engoliu em seco, abrindo os lábios em um gemido sem som quando Louis usou a ponta do dedo para provocar a cabecinha da sua glande sensível e começou a esfregar a fenda melada em provocação.
— Porque eu sabia que você ainda tinha certo orgulho das coisas que fez. — Louis aproximou os lábios da orelha dele. — Você falava sobre tudo aquilo com tantos detalhes, sobre como você amava quando eles te usavam como se fosse uma coisinha e ainda teve coragem de me dizer que sentia um pouco de falta de tudo isso. Naquele dia, eu já soube que você seria minha perdição, e agora eu vejo como eu estava totalmente certo. — Louis sem aviso colocou os dois dedos dentro da boca dele, Harry engasgando um pouco por ter sido pego de surpresa, mas ainda assim gemeu satisfeito começando a chupar os dedos com tamanho prazer que há muito tempo não sentia.
E aquela merda era tão quente, pois naquela mesma mão padre Tomlinson ton
Louis o olhou com tamanha admiração, que ela brilhava em seus olhos azuis, os olhos verdes atentos nas expressões de seu rosto para ter certeza de que estava fazendo aquilo do jeito certo. Que Louis estava satisfeito e o aprovando de verdade, o garoto gemendo satisfeito quando Louis começou a usar o pré gozo expelido para punhetar seu pau de um jeito gostosinho.
— Estou aqui e agora te falando a verdade: eu fiquei muito duro por sua causa naquele dia. — Louis sussurrou movendo a mão em seu pau em um ritmo preguiçoso, Harry piscando os olhos algumas vezes com a nova informação, a língua brincando com os dedos que mantinham sua boca cheia. — Por horas eu rezei e pedi por algum tipo de sinal do que eu deveria fazer. Você mexeu tanto comigo e eu sabia que aquilo era só o começo de tudo. E agora, com isso que está acontecendo, eu não paro de pensar que talvez seja exatamente isso que eu precise fazer porque você precisa de sim.
Harry rapidamente balançou a cabeça e afirmação e teve a boca liberta por um momento, lambendo os próprios lábios para se recuperar e tentar dizer algo coerente: — Oh sim! Eu preciso tanto de você, senhor.
Droga, Harry ainda estava se referindo a ele como “senhor” como um tipo de divindade e aquilo estava conseguindo afetá-lo de maneiras inimagináveis, o pau duro de modo que nunca esteve antes nas calças.
— Eu estava tentando o máximo que eu podia manter o meu autocontrole, e você acaba com tudo falando que eu posso fazer o que eu quiser.
— Eu quero você. — Aquele beicinho se voltou para seus lábios, piscando os grandes olhos verdes algumas vezes, batendo os longos cílios pretos. — Não o seu autocontrole.
O mais velho não se conteve e sorriu com o seu comentário, o fazendo pender a cabeça para trás e aproximou os lábios de seu pescoço, inspirando para se embebedar em seu cheiro doce e tão agradável, não conseguindo acreditar que tudo nele conseguia ser tão bom. Harry ofegou quando Louis não se conteve mais e finalmente sugou a pele de seu pescoço, chupando com um som molhado e usando a língua para esfregar contra a pele quente e ainda tinha aquele atrito gostoso da barba por fazer.
— Por favor… — Harry gemeu em um ofego, sorrindo safado com ele tendo menos controle e começando chupar diferentes pontos daquela região, não resistindo em começar a empurrar os quadris para frente, se esfregando contra os de Louis.
— Você não está usando um brinquedo agora, está? — Ele parou por um momento com o que estava fazendo para voltar a olhar em seus olhos, Harry imediatamente balançando a cabeça em negação.
— Não, mas o que você quiser fazer comigo, eu consigo. — Harry disse imediatamente, o puxando apertado para perto si temendo que ele acabasse se afastando.
Harry segurou o pulso de Louis e voltou a chupar aqueles dois dedos, movendo a cabeça para frente e para trás como se chupasse um pau, olhando diretamente naqueles olhos muito azuis que o observavam com tamanha fome. Se não estivesse fazendo algo tão sujo e libidinoso, Harry até mesmo poderia ter sido confundido com um anjo com aqueles cabelos chocolate com alguns cachos, olhos muito verdinhos e boca tão rosada envelopando seus dedos.
Daquela vez Harry se dedicou em deixar os dedos bem molhados com saliva, se afastando um pouquinho para ver que tinha feito um bom trabalho ali.
— Assim você consegue, não consegue? Colocar eles bem molhados dentro de mim? — Harry perguntou baixinho. — Porque eu preciso tanto, tanto disso. — Disse desesperadinho, voltando a colocar os dedos na boca e acumular saliva neles.
E com Harry chupando seus dedos com tanta determinação, impulsionando os quadris contra os seus em um pedido silencioso para ser tocado, Louis não teve dúvidas de que o garoto era o pecado mais prazeroso que estaria cometendo em toda a sua vida. Não teve dúvidas de que ele seria do tipo em que uma única vez não é suficiente. Que você sempre está atrás dele para mais, pois, apesar de todo o corpo angelical, ele era o próprio diabo o atraindo para a tentação do pecado.
E a maior das tentações era pecar em Harry. Harry era seu melhor pecado.
Louis incentivou Harry a virar de costas e apoiar ambas as mãos e a bochecha na porta de madeira, não demorando para levantar a saia de seus quadris e ver com perfeição aquela bunda bem empinada na direção de seu pau. Mostrando o quanto estava verdadeiramente desesperado por aquilo, o garoto começou a balançar a bunda redondinha de um lado para o outro, deixando um gemido manhoso escapar quando Louis pressionou os dedos molhados em seu buraco apertado.
Harry deixou mais um som prazeroso escapar quando Louis investiu os quadris contra sua bunda, o volume da ereção se encaixando bem entre as bandas. Descobrindo que a sensação era muito boa, Louis também gemeu baixinho e continuou estocando os quadris daquele mesmo jeitinho para estimular o pau dolorido nas calças.
— Satisfeito com o que causou? — Louis continuava com aquelas estocadas, Harry ofegando excitado com o tecido da calça roçando em seu cuzinho e nas bolas cheias.
Harry sabia que ele estava se referindo ao ter feito ele ficar duro tão depressa, então apenas continuou sorrindo, ainda esfregando sua bunda contra o pau dele.
— Sim, senhor. — Harry balançou a cabeça vezes demais, não conseguindo raciocinar muito bem com toda aquela sensação que estava o consumindo até o topo.
De repente ele sentiu padre Tomlinson se afastar dele por completo. Antes que pudesse questionar ou choramingar sobre aquilo, sentiu os dedos dele puxarem com força seu bumbum para os lados, expondo ainda mais seu buraco apertado e esse sendo massageado pelos dígitos molhados a fim de ser ainda mais estimulado. Harry rapidamente levou uma das mãos para tapar a própria boca e conter a si mesmo com a sensação dele enfiando a ponta dos dedos para tirar logo em seguida.
Louis olhava hipnotizado para a entrada rosada e pulsante do garoto se abrindo aos poucos na ponta de seus dedos e voltando a se fechar quando ele os tirava. Ele via o garoto rebolar contra seus dedos, querendo os ter inteiros dentro de si e resmungar chateado quando Louis os tirava. Suas mãos apertaram a carne macia de sua bunda, puxou as nádegas para os lados para ter uma visão melhor da sua entrada rosada. Não resistiu em lamber do períneo até o cuzinho apertado e sorriu ao ver a maneira adorável que Harry estremeceu e gemeu manhoso.
Disposto a ver Harry estremecer mais uma vez daquela maneira apenas com sua língua, não demorou a voltar com o trabalho de lamber todo o seu cuzinho, chupando a pele e encostando a ponta dos dentes em provocação. Em certo momento enrijeceu a língua enfiando somente a pontinha, ouvindo Harry gemer mais alto com isso e empurrando a bunda mais forte em direção ao seu rosto.
Harry sabia que ele podia ser muito escandaloso e se sentia um pouco em pânico com a possibilidade de alguém estar ali perto e poderia facilmente ouvi-lo gemer feito uma puta. E ele ainda estava gemendo em ter a língua de alguém como padre Tomlinson entrando e saindo de dentro de si. Tinha algo melhor que isso?
Mas ele não estava disposto a causar problemas.
Com aquela possibilidade um tanto assustadora de serem descobertos por sua causa, Harry passou a se esforçar ainda mais para evitar os gemidos, mordendo os lábios com força. Mas acabou gemendo alto e surpreso ao sentir um tapa forte em uma de suas nádegas e esses continuaram em ambas as, pintando-as de vermelho a cada golpe.
— Olha o que está me fazendo fazer com você, Harry. — Louis grunhiu, deixando algumas mordidas na carne de sua bunda, usando a outra mão para voltar a punhetar seu pau esquecido que àquela altura já se encontrava gotejante. — Já está impaciente com isso, huh?
— Sim. — Harry respondeu ofegante, olhando para Louis sobre seu ombro.
— É uma pena não poder sentir meu pau dentro de você. Pelo menos não hoje. — Louis ainda deslizava seus dedos entre as nádegas do mais novo.
— E p-por que não hoje? – Harry perguntou contendo uma birrinha. Enquanto isso, Louis voltou a ficar de pé com os dois dedos bem posicionados sobre seu cuzinho, disposto a colocá-los para dentro a qualquer momento.
— Aqui é um pouco arriscado, não acha? — Louis chegou mais juntinho dele, os lábios rente a sua orelha. — Deus desaprovaria algo assim…
— E-Eu só ligo pra você, senhor! — E em seguida veio um gemido alto e delicioso.
Harry se interrompeu ao que Louis penetrava devagar seus dois dedos dentro dele. Se deliciou com ardência familiar da sua entrada se alargando nos dedos grossos de Louis. Ele mal teve tempo para racionar e gemeu alto quando Louis começou a curvar os dedos dentro dele, girando o punho à procura daquele pontinho especial que sabia ser bom para deixá-lo fora de órbita.
Harry mexia seu quadril desesperado, gemendo feito uma puta. Rebolava nos dedos de Louis, em um pedido silencioso para que ele começasse com os movimentos de vai e vem, rápidos e fortes.
— Você está tão lindo assim. – Louis aproximou sua boca em sua orelha, ainda com os dedos enterrados dentro do garoto. – Se pudesse ver como é delicioso você rebolando em meus dedos desejando tanto que fosse o meu pau dentro de você. Meu pau ia foder tanto esse seu cuzinho apertado, Harry. – Louis sussurrou na orelha de Harry que gemeu com as palavras, se movendo mais rápido contra seus dois dedos. – Você queria isso, não queria?
— Sim! Sim, senhor- – mais uma vez se interrompeu com o próprio gemido quando Louis começou a curvar e movimentar os dedos com tamanha força, que causava barulhos estalados e fazia o bumbum de Harry balançar tentadoramente.
Louis começou a fazer movimentos de tesoura com os dedos e Harry precisou morder as costas da mão para não fazer barulho. Ele estava se dedicando em abrir o garoto o máximo que podia e assistir com prazer como estava conseguindo o deixar tão afetado e mole em seus braços.
O mais velho fez Harry voltar a se virar na sua direção, sorrindo com a visão perfeita de seu rosto extremamente corado e levemente suado, a boquinha brilhante pela saliva e ainda mais rosa pelas mordidinhas. Harry ainda estava encostado na porta e precisou se manter paradinho por uns bons segundos, ou tinha certeza de que seria capaz de cair sentindo as pernas tão moles por toda aquela excitação. Harry assistiu Louis se abaixar para pegar sua calcinha jogada e esquecida no chão para colocar no bolso na calça, voltando a se aproximar de si punhetando seu pau.
Harry choramingou ao ter seu pau dolorido sendo tocado tão lentamente, inconscientemente apertando o pulso dele em uma tentativa de ditar o ritmo, mas os movimentos da mão de Louis estavam cada vez mais rápidos e constantes ao longo de seu membro sensível e rosado, suas longas pernas estremecendo mostrando seu desespero por um orgasmo.
— É perfeito assistir você assim por minha causa, tão desesperado pra gozar. — A mão de Louis ficava cada vez mais melada com o pré gozo que Harry estava deixando escapar aos montes, e ele logo a levou de volta para a boca do seu garoto desesperado, para que ele limpasse a própria bagunça. — Eu quero muito foder você com meu pau. E eu não deveria, esse é o ultimo lugar pra fazermos algo assim. Eu sou a ultima pessoa que você deveria desejar dessa maneira.
— N-Não fala isso. — Harry disse um pouco embolado, fazendo os dedos dele saírem de sua boca. O garoto não resistiu e avançou para frente, ambos os braços abraçando seu pescoço para juntar seus lábios de modo desesperado.
Por um momento, Harry pensou que Louis ia afastá-lo diante do modo que segurou seus quadris e o empurrou um pouco. Mas bastou Harry deslizar a língua contra seus lábios em um gemidinho delicioso, os dedos magros agarrando o tecido da sua camisa branca puxando-o para mantê-lo por perto, para que Louis cedesse de uma vez por todas e retribuísse deslizando a língua molhada contra sua na mesma intensidade.
As mãos fortes de Louis deslizaram da sua cintura até sua bunda e o puxou para seus braços, Harry imediatamente entrelaçando as pernas em seus quadris, enquanto Louis recuava até voltar a sentar no banco acolchoado vermelho com o garoto excitado em seu colo.
Harry continuou o beijando rebolando em seu colo desesperadinho, aproveitando o momento para levar ambas as mãos até a braguilha de sua calça para abrir o zíper e libertar o pau que se encontrava tão duro quanto o seu.
E no momento que Harry o puxou para fora do aperto de sua cueca branca, gemeu contra a boca de Louis com a sensação do membro extremamente duro e quente na palma de sua mão. Ele até precisou parar de beijar Louis por um momento, passando a assistir os movimentos da própria mão de começar a punhetar ele inteiro, a boca salivando só de ver aquele pau com a glande bem rubra e melada, algumas veias ressaltadas em toda parte.
De modo um tanto erótico e sujo, Harry segurou com firmeza a ereção de Louis e se afastou um pouquinho para cuspir bem sobre a glande, passando a punhetar o pau causando barulhos molhados e com certa agilidade que fazia o padre ofegar e gemer rouco em um tom baixo.
— Nós dois precisamos disso, padre Tomlinson. — Harry dizia baixinho em meio aos beijinhos estalados que deixava nos lábios entreabertos dele. — Lembra do que disse antes? Que achava que fomos feitos para esse momento. No final das contas deve ser exatamente isso, meu senhor. Deus quer que faça isso por mim. Deus sabe que precisamos fazer isso um com o outro, que vai ser nossa salvação, então por favor-
Harry foi interrompido quando Louis segurou seu pescoço com uma das mãos de um modo firme e juntou seus lábios em um beijo ainda mais fervoroso e desesperado. Seus lábios se moviam contra o outro de um jeito gostoso, causando barulhos estalados em uma bagunça de saliva, ambos gemendo com suas línguas buscando ter poder em ditar um ritmo.
Louis interrompeu o beijo para fazê-lo tirar sobre a cabeça a camisa que estava usando, a boca indo ineditamente até seus mamilos amarronzados começando a se alternar em chupar os dois e provocar raspando a ponta dos dentes nos biquinhos sensíveis.
Harry já era naturalmente tão sensível nos mamilos e Louis parecia saber o jeitinho certo de fazer aquilo e tirá-lo do sério. E em momento algum Harry parou o que fazia antes, continuou a punhetar o pau grosso dele em uma tentativa de retribuir tudo aquilo que estava sentindo e parecia estar conseguindo, diante dos pequenos gemidos prazerosos que o mais velho deixava escapar vez ou outra.
Tudo aquilo estava muito gostoso, mas Harry não estava mais suportando se sentir tão vazio depois de ter tido o prazer de ter os dedos grossos de Louis enfiados até o fundo dentro de si. Se Harry adorou a sensação de ter apenas os seus dedos, mal conseguia imaginar como suportaria a sensação daquele pau tão grande enfiado dentro de si.
Harry ainda tinha padre Tomlinson chupando e brincando com seus mamilos, como se tivesse acabado de descobrir uma nova coisa que poderia passar o resto da vida fazendo. Aquela sensação em seu baixo ventre estava cada vez mais crescente e ele tinha a sensação do seu pau pesado de tão duro, e uma sensação de formigamento por toda a parte.
Harry precisava gozar, já tinha virado questão de necessidade àquela altura.
Na situação em que se encontrava, Harry por conta própria se apoiou na ponta dos pés no chão para se erguer um pouco, lambendo a ponta dos próprios dedos para levar a mão para de trás do corpo e começar a dedilhar o próprio cuzinho, ainda tendo os mamilos sugados e mordiscados daquele jeito gostoso.
— Coloca dentro de mim. — Harry pediu em um sussurro, a mão segurando o pau de Louis guiando a cabecinha gorda até seu cuzinho apertado. — Eu to precisando tanto de você dentro de mim, padre, por favor.
— Você vai precisar ficar bem quieto. — Louis murmurou em um tom sério e Harry rapidamente assentiu, enquanto esfregava a glande bem sobre seu cuzinho em preparação ao que vinha pela frente. — Nenhum barulho, Harry. Você está me entendendo bem, sim? — Daquela vez ele apertou ambas suas bochechas com uma só mão para ter sua total atenção, um beicinho se formando nos lábios de Harry assentindo com a cabeça.
— Sim, meu senhor. — Harry respondeu um pouco embolado, ainda tinha as bochechas sendo apertadas com força. O garoto sorriu safado ao que forçava a glande para dentro de si, percebendo como isso junto a sua fala tinha afetado o homem de olhos azuis.
Os lábios de Harry se abriram em um suspiro afetado com a sensação da glande o invadindo com dificuldade de pouquinho em pouquinho. Louis, assim como ele, estava um pouco ofegante tentando lidar com a sensação um tanto inebriante, as mãos dele agarravam seus quadris com força para descontar um pouco do prazer que estava sentindo.
Harry apertou os lábios com força, aproveitando que Louis estava o segurando pela cintura para levar ambas as mãos para de trás do corpo e puxar as bandas da bunda para os lados e ficar mais abertinho, a fim de Louis entrar com um pouco mais de facilidade.
— Deus… — Harry sussurrou excitado quando Louis tinha entrado pelo menos até a metade, as íris se revirando nas órbitas com o coração batendo acelerado no peito, aquela sensação de ardência do cuzinho forçando a se alargar para recebê-lo estava conseguindo acabar com ele.
Os olhos de Harry piscaram algumas vezes quando sentiu algo se pressionar em seus lábios, vendo se tratar de Louis pressionando o tecido da sua calcinha ali. Ele nem precisou falar nada para Harry abrir a boca obedientemente e a ter preenchida com o tecido, que talvez fosse ajudá-lo na tarefa de ser o mais silencioso possível.
Quando Harry chegou mais cedo na igreja, não tinha absolutamente ninguém ali. Mas àquela altura, o pau já tão fundo no seu cuzinho em uma situação tão comprometedora e ainda com um homem daquele, tinha certeza de que já tinha escutado alguns passos por perto e conversas em um tom baixo pelo local sagrado. E talvez isso explicasse mais a preocupação de Louis em ocupar sua boca com aquela calcinha e evitar seus gemidinhos.
Harry tinha Louis totalmente dentro de si, o mantendo tão cheio que ele mal conseguia respirar, as bandas da bunda apoiadas em suas coxas. Ele parou de se mover por um momento para tentar se acostumar com aquele tamanho o preenchendo, mas Louis não parecia estar tão paciente como ele.
Era necessário entender. Louis não era como qualquer homem que pode ter suas necessidades saciadas facilmente e no momento que bem deseja, pois ele precisa ser um homem puro, um homem que Deus deu um dom de estar na ocupação que tem. Mas agora ele estava em um momento como aquele, tendo uma figura pecaminosa como Styles se afundando em seu pau e gemendo feito a maior das putinhas.
Há quanto tempo Louis não se encontrava em um momento como aquele com outro alguém? Ele precisava se embebedar com cada vez mais disso e Harry ficar parado daquela maneira era como uma tortura muito injusta a àquela altura do campeonato.
Então com certa agressividade, relembrando como ele era e como ele costumava fazer quando ainda não tinha entrado naquela nova vida, agilmente levou a mão para posicionar com firmeza sobre a boca de Harry para garantir que realmente não faria barulho algum e a outra apertou fortemente sua bunda, começando a meter forte balançando os quadris para cima.
Os olhos de Harry se arregalaram e seu gemidinho desesperado foi abafado pela grande palma sobre sua boca, seu corpinho sendo impulsionado para cima a cada estocada forte que Louis dava contra seu cuzinho apertado. As pernas de Harry tremeram de modo nunca feito antes, as costas se arqueando prazerosamente, a mão tateando cegamente na parede de madeira em busca de algo para segurar como se fosse a própria sanidade.
— Isso… continue assim. — Louis orientou em um gemido baixo, os olhos de Harry se enchendo de lágrimas com a sensação, mas ainda assim continuando com o que lhe havia sido ordenado. — Você é tão apertado, você é como o céu, droga… — A cabeça de Louis pendeu para trás apoiando na parede, a mão continuando a impulsionar os quadris de Harry para cima e para baixo, literalmente usando o seu buraco como uma coisinha e a outra o silenciando do modo que podia.
Harry tinha os olhos verdes atentos nas feições de padre Tomlinson, os olhos dele fechados e o cenho franzido em prazer, os lábios finos entreabertos naqueles ofegos e pequenos gemidos roucos que insistiam em escapar. Harry observando aquele pescoço e aquela veia levemente ressaltada, o pomo de Adão se movendo quando engolia em seco, a barba por fazer em um tom ruivo queimado. Todos esses pequenos detalhes estavam mexendo muito com Harry e apenas contribuindo ainda mais para aquele estado desesperado que já se encontrava.
Uma das mãos de Harry se apoiou no joelho de Louis, a outra começando a tocar o próprio pau ao mesmo tempo que rebolava naquele pau enfiado até o fundo, a cabecinha do pau gotejando e melando a camisa social branca que Louis ainda usava.
Quando Louis viu que Harry tinha começado a se tocar, não demorou muito para afastar sua mão e começar a fazer aquilo por ele, em um sinal silencioso de que Harry deveria se preocupar somente em sentar e rebolar no seu pau daquele jeitinho.
— Você tá fazendo tanta bagunça. — Louis sussurrou, olhando admirado para aquela linha de pré gozo ligada da cabecinha daquele pau até a poça molhada feita em sua camisa branca social. — Você queria muito que isso acontecesse, sim? Esperou muito por isso.
— Uhum. — Harry cantarolou por trás da calcinha, mordendo o tecido com força quando se moveu de um jeitinho específico que atingiu sua próstata em cheio, seu corpo estremecendo em tesão.
— Mesmo estando assim, você ainda consegue ser tão barulhento. — Louis murmurou baixinho, puxando ele para perto, usando os polegares para brincar com seus mamilos sensíveis já com algumas manchas de quando foram chupados antes. — Você deveria tentar disfarçar um pouco como é tão sujo. Estou começando a pensar que você gosta da possibilidade que alguém pode nos encontrar assim, Harry. Você não seria tão sujo nesse nível, seria?
O garoto balançou a cabeça em negação lentamente, os olhos levemente arregalados com o pensamento que cruzou sua cabeça. Não tinha como negar que, caso eles realmente fossem vistos fazendo algo como aquilo, eles realmente poderiam entrar em grandes problemas. Mas excitava tanto Harry aquela ideia do errado, dos dois sendo descobertos naquela pequena diversão pecaminosa e eles ainda fazendo aquilo em um lugar como aquele.
Era muito errado, mas ele se sentia tão bem pensando nisso.
Droga, não tinha como negar diante daquele olhar em seu rosto, Harry adorava toda aquela merda e Louis já tinha se mostrado ser muito bom em lê-lo como se fosse um livro aberto.
— Ah sim, é isso que você quer. — Louis o fez parar de se mover por um momento, voltando a agarrar suas bochechas naquela agressividade impulsiva que fez Harry se encolher um tantinho. — Isso é tão nojento… e você sabe disso, não sabe? Essa é a pior parte. — Louis começou a acertar tapinhas pesados em sua bochecha, isso fazendo Harry se apertar com mais força em seu pau com os olhos voltando a lacrimejar.
Louis estava prestes a ordenar que Harry voltasse a se movimentar daquele mesmo jeito dedicado de antes, no mesmo momento em que Harry também estava prestes a começar a fazê-lo por conta própria, quando escutaram o som da porta do confessionário ao lado ser aberta por alguém que iria se confessar.
— Padre? — Ouviram uma voz feminina e ambos paralisaram prendendo suas respirações por alguns instantes, os olhos presos um no outro em dúvida do que deveriam fazer. — Bom dia.
— B-Bom dia. — Louis respondeu incerto e Harry estava conseguindo assistir com clareza a mente dele entrando em parafuso.
— Padre Tomlinson? Pensei que tivesse viajado à uma reunião mais cedo. — A mulher com uma voz familiar comentou um tanto surpresa e os olhos de Louis se fecharam com força, as mãos agarrando as nádegas de Harry em um modo que indicava que ele deveria se manter parado por ora.
— A reunião foi adiada, Judith. — Louis respondeu com a voz rouca, pigarreando um pouco para que pudesse continuar. — No que posso ajudá-la?
No rosto de Harry tinha uma careta inegável, porque ele sabia bem quem era essa tal Judith. Era uma mulher na casa dos quarenta anos que gostava de se sentir muito superior às outras pessoas e ele sabia bem que ela tinha sido uma das primeiras a ir atrás do padre para falar sua reprovação sobre ter alguém como Harry frequentando a igreja constantemente. Fora que tinha sido ela a dar a ideia sobre reunir um grupo de pessoas para ir até o padre pedir que conversasse com Styles para que mudasse seu comportamento, ou então parasse de frequentar a casa de Deus.
Ela tinha começado a falar sobre querer fazer uma confissão e que estava feliz sobre o padre estar na cidade, começando com certas bajulações ridículas sobre ele ter sido o melhor padre em anos a pisar naquela paróquia.
Céus, como Harry a detestava.
Harry foi obediente e se manteve parado por alguns minutos sobre o colo de Louis, o pau duro e pulsante dele enfiado até o fundo de seu buraco apertado. O tempo todo os dois ficaram em silêncio olhando um para o outro e Harry meio que estava se sentindo satisfeito em ver como Louis estava tão afetado, continuando a segurar seus quadris com força pois temia que voltasse a se mover e aquela mulher desconfiasse de que havia algo muito errado ali dentro.
Porém, passando minutos ouvindo aquela mulher insuportável falar sobre as coisas mais tolas, Harry em determinado momento tirou por conta própria aquela calcinha que tinha enfiada na boca, sorrindo para o padre de olhos azuis levemente arregalados, balançando a cabeça dizendo silenciosamente que não deveria fazer nada estúpido.
— Tudo bem. — Harry sibilou para que Louis lesse seus lábios, segurou então as bochechas dele e juntar seus lábios em um beijo lento.
No começo o garoto percebeu como Louis estava hesitante e ele mal respirava, mas ainda assim persistiu em continuar beijando ele preguiçosamente, os lábios deslizando um contra o outro tão deliciosamente devagar. Harry parou por um momento para trilhar os beijos por sua bochecha, maxilar até a lateral de seu pescoço, pouco abaixo da orelha.
Harry fazia certa questão de que os beijos fossem lentos e molhados, em determinado momento usando a língua para provocá-lo, lambendo lentamente uma faixa de seu pescoço até o lóbulo de sua orelha.
Aquilo deixava Louis ofegante, se sentindo fora de órbita e nem mesmo conseguindo prestar atenção a sequer uma palavra do que a mulher dizia no outro lado. Estava tão viciado naquilo que Harry estava o oferecendo, que nem percebeu quando começou a empurrar e puxar os quadris dele, para que se esfregasse em seu colo estimulando seu pau pelo menos o mínimo.
— É tão gostoso. — Harry sussurrou bem baixinho perto da orelha de Louis, enquanto ele falava algo para a mulher e simplesmente não se deu ao trabalho de tentar entender o que era. — Seu pau é tão bom… — Harry lambeu os lábios dele lentamente e Louis apertou os cabelos de sua nuca, aprofundando aquele beijo lento, mas ainda tão intenso onde se devoravam.
— Padre? — A mulher chamou em um tom confuso. — Tudo bem? Você me ouviu?
— Uhum. — Louis cantarolou, ainda devorando os lábios de Harry com os seus, aproveitando aquele momento para conter os gemidos com Harry rebolando gostoso em seu pau.
— Goza dentro de mim. — Harry voltou a sussurrar bem baixinho no meio das pausas de seus selinhos estalados. — Tudo dentro de mim. — Harry continuou de modo que Louis lesse seus lábios, vendo o momento que o mais velho assentiu balançando a cabeça em afirmação, o incentivando a pular muito em seu pau com os sons abafados da bunda batendo em suas coxas.
— Sim! E-Eu escutei. — Louis falou se sentindo um pouco tonto, admirando aquele esforço que Harry estava fazendo para se manter consistente e ainda quieto.
Aquele sorriso no rosto de Harry cresceu ainda mais com Louis se concentrando em falar palavras coerentes em cima do que tinha conseguido escutar sobre a mulher falou, enquanto Harry se acabava naquele pau como se fosse sua coisa preferida em todo o mundo.
— Padre, você está bem mesmo? — A mulher perguntou preocupada.
— Sim, Judith. — Louis respondeu, olhando diretamente nos olhos muito verdes. — Se você está aqui, significa que se arrepende verdadeiramente do que fez. E isso- isso é muito bom. — Harry e Louis sorriram um para o outro, porque em parte Louis falava aquilo sobre a figura atrativa sentando e rebolando em seu colo feito uma coisinha desesperada.
Louis de um jeito um pouco urgente orientou quais orações Judith deveria fazer e a aconselhou de modo um pouco raso, afinal ele não estava nas melhores condições para aquele tipo de coisa justo naquele momento. Judith agradeceu ao padre e voltou a repetir como ele tinha sido a melhor coisa que aconteceu às pessoas que frequentam aquela paróquia, enquanto tudo que o padre pensava era no quanto ele precisava preencher aquele cuzinho com sua porra e torná-lo inteiramente seu.
Eles ouviram a mulher ficar de pé, se despedir e sair do confessionário de carvalho escuro, em seguida seus passos se distanciando de onde estavam. E aquilo foi o suficiente para Louis começar a meter tão forte e gemer um pouco mais alto com a sensação daquele cuzinho o apertando, Harry gemendo junto a ele com aquela sensação tão gostosa o consumindo.
— Eu não vou aguentar mais tempo. — Louis gemeu agoniado, os dentes mordendo diferentes pontos do pescoço de Harry para deixar sua marca. — Eu vou gozar, Harry.
— Dentro de mim. — Harry pediu/ordenou, quicando sem parar e gemendo com a cabeça pendida para trás naquela sensação gostosa, ouvindo o som do banco de madeira rangendo junto ao som de seus gemidos mesclados. — Faz isso agora! Por favor, meu senhor, eu preciso disso. Preciso me sentir útil, preciso saber que eu fiz você se sentir bem. Coloque tudo dentro de mim.
— Puta merda! — Louis grunhiu agarrando os cabelos de Harry e juntando seus lábios, enquanto gozava tão forte pelo tempo que passou sem ter qualquer tipo de estímulo semelhante àquele.
Harry sentia o pau de Louis pulsando forte e gozando gostoso dentro de si, o deixando tão cheio que ele mal conseguia respirar com a sensação tão boa que o consumia, e Louis ainda devorava seus lábios como se fosse a última coisa que conseguiria fazer em vida. E foi só no meio daquilo que Harry conseguiu punhetar desesperado o próprio pau dolorido pelo tempo que pendia ereto com as bolas cheias, gozando pouco depois em longas tiras que melaram a região o abdômen de Tomlinson.
Após o orgasmo intenso, os dois ficaram por um bom tempo em silêncio navegando naquela bolha de prazer que ainda não havia se estourado. O pau de Louis continuava dentro de si e Harry não pretendia tirá-lo tão cedo, sabendo que seria desconfortável aquela sensação de vazio que viria logo depois.
Ainda assim, Harry sorria satisfeito com os lábios de Louis continuando a passear pelo seu pescoço e se voltando para sua boca, disputando por poder com sua língua e ainda o provocando quando parava de beija-lo de repente para observar seu desespero para que se voltassem àquilo.
— Você é a minha perdição, Harry Styles. — Louis dizia em um sussurro, as mãos acariciando sua bunda marcada pelos apertos fortes, a língua explorando a sua pele macia. — E eu nunca me deliciei tanto pelo errado antes.
— Se é bom, não é tão errado assim. É? — Harry perguntou em um tom adoravelmente meigo, os dedos acariciando os cabelos curtos de sua nuca.
— Não, anjo, é pior. — Louis disse sério, afastando Harry para fazê-lo olhar em seus olhos. — E pela primeira vez em muito tempo eu não dou a mínima…
Onde Harry é um stalker obcecado por Louis e passa de todos limites para conseguir o que quer.
Harry estava vestido com um moletom, uma calça cintura baixa e um vans, tudo na cor preta. Em suas mãos, uma quantidade exagerada de anéis e escapando do capuz levantado, os cachos compridos e brilhosos. Sentado numa mesa de bar sozinho, tomando um bom vinho tinto enquanto observava pela tela do celular o tesla que controlava parando lentamente na frente do bar.
Abriu calmo o aplicativo Uber, chamando uma corrida para sua casa e sorrindo ao perceber seu pequeno plano se concretizando a frente de seus olhos, a corrida sendo aceita com menos de trinta segundos. Levantou displicente, saindo e vendo parado a porta o carro caríssimo que o daria a sua tão esperada carona. Abriu a porta do passageiro, se abaixando para olhar o homem tão nítido em seus sonhos.
- Boa noite, se importa se eu for na frente? – sorriu simpático, apertando mais forte a maçaneta.
- Boa noite, fique a vontade. – o motorista sorriu. – Eu só não sei se é uma boa ideia, meu carro simplesmente me trouxe até aqui e a corrida foi aceita sozinha, acho que a tecnologia não gosta muito de mim. – ele riu humorado, nervoso por algo sair errado e sua nota diminuir no aplicativo.
- Sem problemas. – Harry entrou no carro e fechou a porta, colocando o cinto de segurança e se ajeitando no banco. – Eu moro aqui perto de qualquer forma, só não me sinto confortável em passar pelas ruas escuras sozinho a essa hora da noite. – ele sorriu pequeno, virando a cabeça para olhar diretamente para o rosto do motorista.
- Está certo, tem tido muitos assaltos por aqui ultimamente. – concordou, vendo o garoto abaixar o capuz e quebrando o contato visual.
Talvez esse seja o homem mais bonito que vira na vida, sentindo-se constrangido com seus pensamentos sexuais que vieram como flashes em sua mente em questão de segundos.
- Harry, não é? – limpou a garganta. – Vamos ver. – ele adicionou o endereço no painel, vendo o carro rapidamente arrancar. – Acho que você deu sorte. – se referiu ao carro funcionando perfeitamente, diferente de minutos atrás.
- Sim. – Harry sorriu. – Vi no seu perfil que trabalha com programação e vídeos, do que se trata? – puxou assunto, agindo normalmente. Não porque estava de fato tranquilo, mas sim porque havia ensaiado cada uma de suas perguntas e respostas por semanas até que considerasse a conversa perfeita.
- É bem simples na verdade, sou pago pra filmar alguns vídeos pra uma empresa privada e os edito, direciono… sabe como é, um clássico emprego de alguém formado em cinema que ainda não conseguiu chance de fazer parte de um filme de Hollywood. – Louis riu fraco. – e você? Trabalha com algo interessante? – ele desviou o olhar para Harry, encantado com a maneira que os cabelos longos contrastavam tão bem com a mandíbula marcada e o olhar intenso, verde e brilhante. Se sentiu sem ar.
- Sou formado em TI, também trabalho para uma empresa privada. Nada demais. – deu de ombros. – Você é daqui mesmo? – umedeceu os lábios, engolindo o sorriso convencido que escorreria por seus lábios ao que reparou como o outro se mexia inquieto no banco o olhando.
- Sim, nascido e criado, me mudei a apenas alguns meses para Londres. Você também? – Perguntou, desviando o olhar para diminuir o ar condicionado, o carro quente demais para sua mente perturbada.
- Sim, tenho a vaga lembrança do seu rosto, acho que estudamos na mesma escola no ensino médio. Acho que tenho uma foto ridícula sua com os cabelos cheios de ovos no meu anuário. – Harry riu de seu constrangimento.
- Merda, é, provavelmente sou eu. – Louis riu. – Eu provavelmente não me lembro de você porque fiz minha mãe jogar o meu fora, odiava a minha foto daquele dia, mesmo que eu tenha certeza que está guardado e ela finge ter realmente se livrado dele.
- Eu não julgo, faria exatamente a mesma coisa. – ele riu, respirando fundo e fechando os olhos, sentindo o cheiro do perfume misturado com a fumaça de cigarro que emanava de Louis, sentindo a adrenalina no pé da barriga.
- Está tudo bem? – Louis verificou, percebendo a inquietude do outro.
- Sim, só um pouco cansado. Estou fazendo um trabalho grande e decisivo, se der certo vai mudar minha vida inteira de cabeça pra baixo do jeito que eu sonho desde moleque. Vou descobrir se deu certo ou não só quando chegar em casa. – ele abriu os olhos, os fixando nos azuis intensos que queimavam em si.
- Por isso estava no bar? – Louis sorriu empático.
- É, meio que isso. – correspondeu o sorriso, percebendo que estavam a duas quadras de sua casa. Lambeu os lábios nervoso, deixando que os olhos do outro se perdessem ali. – Talvez um beijo me fizesse relaxar um pouco antes de uma notícia tão grande. – sussurrou. – Não acha?
- Acho que sim. – Louis assentiu, vendo Harry soltar o cinto de segurança e se aproximar.
- Você pode me ajudar com isso, por favor? – Harry deslizou a mão pela coxa coberta, usando as pontinhas dos dedos para provocar sua virilha.
- Louis sorriu ladino, deslizando a mão pelo pescoço de Harry e entrelaçando os dedos nos cabelos de sua nuca, segurando firme antes de se aproximar lentamente, esfregando os lábios nos dele suavemente, lambendo-os antes de o beijar calorosamente, deslizando suas línguas uma na outra e gemendo rouco com os barulhos manhosos que saiam da boca do garoto desconhecido que arranhava sua ereção por cima da calça com as unhas pintadas de preto.
🎀
- Que porra?! – Louis acordou lentamente, percebendo rápido que estava com os pulsos amarrados atrás das costas, sentado numa cadeira no meio de um quarto cheio de telas de computadores, tentando se lembrar do que havia acontecido para que chegasse ali.
- Oi Lou, você acordou. – o garoto que havia beijado no carro retornou a sua mente, entendendo que ele o havia levado até ali. O homem apareceu a sua frente, vestido com um pijama de ursinhos fofos, um shortinho minúsculo com uma blusinha de alcinha fina que mostrava a barriga branquinha. Ele sorriu colocando os cachinhos atrás da orelha, se aproximando de si, o fazendo se debater na cadeira assustado. – Shh, não precisa ter medo. – Harry sorriu se aproximando, ficando entre as pernas dele e fazendo carinho em seus cabelos, o rosto do homem pertinho dos peitinhos marcados na blusinha fina. – Está tudo bem, eu só preciso conversar um pouco com você.
- Que merda que tá acontecendo? Porque caralhos você me trouxe aqui? Porra, eu ia transar com você, não precisava me sequestrar não caralho! – bufou.
- Na verdade eu precisava sim, loulou. Eu não quero que você seja meu por uma noite, você vai ser meu pro resto de nossas vidas. – ele sorriu com covinhas, se sentou em uma das coxas de Louis, apoiando um braço em seu ombro e o outro continuando a fazer carinho em seus cabelos, barba e no contorno de seu rosto.
- Você pode por favor me explicar que porra tá acontecendo? Você é maluco? – Louis tentou se afastar, recebendo um bico chateado de Harry que por algum motivo o fez ficar parado no lugar.
- Eu sou tão, tão apaixonado por você. Desde que eu te vi pela primeira vez eu sabia que você deveria ser meu e só meu, amor. Mas você nunca olhou pra mim. – Harry foi desfazendo o sorriso lentamente, se levantando indo até o computador principal, ligando inúmeros vídeos que apareciam simultaneamente em todas as telas. – Aqui. – Harry apontou pra um monitor. – Vê como você era lindo até com a barba rala de adolescente? – sorriu amoroso. – Está vendo aqui atrás? Sou eu. Apaixonado, vivendo e respirando por você. E o que você está fazendo nesse vídeo, Louis? – ele se virou, olhando diretamente nos olhos do homem amarrado.
- Saindo com uma garota da escola. – suspirou.
- Exatamente. Sabe como foi difícil te ver assim? Ver as outras tendo o que sempre me pertenceu? – Harry negou com a cabeça. – Foi horrível.
Louis observou o garoto cruzando os braços lentamente, como alguém que se encolhe em tristeza. Com os dedos limpou uma lágrima insistente, respirando fundo e apontando para outro monitor. Ali, ele acompanhava seu ex namorado ao seu baile de formatura, onde Harry também aparecia quietinho e quase que inexistente, o observando de longe, como se fosse sua sombra. Seu olhar foi pulando de monitor pra monitor, imagens suas ao longo de toda sua vida, em supermercados, farmácias, baladas, nas ruas. Em todos os lugares que já pisou, inclusive transando com outras pessoas em seu quarto ou dentro do seu carro.
- Como você conseguiu tudo isso? – perguntou engolindo em seco, sentindo suas palmas suando frio.
- Faço tudo que posso para te manter sempre seguro, loulou. Eu sei tudo sobre você, sei dos seus piores segredos, até os que nunca contou à ninguém. – Harry pausou os vídeos dos monitores. – Não quero que pense que sou perigoso, porque não sou. Sou apenas completamente apaixonado por você, por cada mísera célula do que você é. Eu sei que você rouba dinheiro da empresa do seu pai. Sei que seu tesla não foi comprado de forma legal, sei das suas pesquisas doentias pela deep web. Sei que já planejou esvaziar os cofres da empresa rival a qual você trabalha. Sei o que você faz pra viver e sei que você ama cada segundo do que faz. – Harry trocou os vídeos, em cada monitor um vídeo pornográfico que Louis já estrelou. Por cima de homens e mulheres, cada vídeo com um kink diferente que o outro possuía.
- Porra. – Louis quis morrer. – O que você quer de mim? – sabendo que era impossível negar qualquer uma das acusações, apenas decidiu se entregar naquele maldito jogo que Harry preparou.
- O seu amor. – Harry sorriu. – É tudo que eu sempre quis. Eu te observo a tantos anos, Lou. Eu sei tudo que você gosta, tudo que quer, tudo que almeja. Eu posso te dar tudo que quer, eu sou tudo que você sempre sonhou. – ele andou até Louis, se ajoelhando aos seus pés entre as pernas abertas.
- Não posso te amar, Harry. – Louis disse ríspido. – Eu nem te conheço.
- Não, Louis, você vai me amar. Você não precisa me conhecer, eu sou tudo que você sempre sonhou, porque eu moldei minha personalidade, minhas opiniões e minha aparência por você, só por você. Veja. – Harry puxou a blusinha minúscula de seu corpo, a tirando delicadamente. – Coloquei os piercings porque sei que você é fissurado neles. – ele circulou os próprios mamilos, brincando com as argolinhas prateadas neles. – Veja minhas tatuagens, todas elas complementam as suas, como deveria ser. Meu corpo inteiro é um templo pro senhor. Sei que posso engolir seu pau e levar ele até a garganta, segurando até que o ar se acabe em meus pulmões. Eu treinei pra te agradar, mas não se preocupe, nunca fiz nada com ninguém, me guardei só pra você. – ele sorriu como criança, levando as mãos até as coxas grossas de Louis. – Eu sou muito bom em tolerar a dor porque sei que você ama destruir as pessoas com quem transa. Consigo me abrir sem preparação e aguentar estocadas fortes e brutas, você nem imagina como isso é delicioso pra mim. – ele deitou a cabeça na coxa dele, observando a sua expressão excitada e o pau duro nas calças. – Eu nunca vou negar nada pra você, estou disposto a te deixar fazer o que quiser, me tratar da maneira que quiser, ser seu brinquedinho pra você se desestressar, seu buraquinho pra foder, sua putinha burra que nunca vai te questionar. Fui feito e moldado apenas pra você, pra te servir e obedecer. Não é isso que você quer, papai? Ter um bichinho que esteja disposto a sangrar por você? – Harry sorriu imenso, o pau de Louis fazendo um volume delicioso nas calças. – Posso te provar que sou digno de você, papai? – os olhos de Harry brilhavam para Louis.
- Você é insano, garoto. Completamente fodido da cabeça. – Louis engoliu em seco o observando montar em seu pé, abraçando sua perna e se esfregando em seu tênis como uma cadelinha. – Você me sequestrou e quer que eu seja capaz de te amar? Não era mais fácil me chamar pra entrar, me deixar te foder e pedir a porra do meu número de telefone? – Louis levantou o sapato, pressionando-o nos testículos cheios de Harry e tirando um gemido delicioso do garoto, manhoso e devoto. Seu pau pulsou.
- Talvez fosse mais fácil, sim. – Harry ofegou. – Mas eu não estaria sendo honesto com você. Eu nunca começaria algo feito em cima de uma mentira, eu sei como você odeia mentiras. – ele beijou o joelho de Louis por cima da calça, os olhinhos brilhando em pura aprovação, pedindo por permissão. – Você já foi traído, papai. Quero que saiba que eu jamais conseguiria olhar pra outra pessoa que não seja você. Eu respiro por você. Estou vivo por você.
Louis respirou fundo, olhando para todas as telas, se vendo foder aquelas dezenas de pessoas. Nada daquilo é real, eles imploravam e choravam por si por mero trabalho. O seu lado consciente brigava com seu corpo que fervia em necessidade de colocar Harry de quatro e fode-lo até que seu rabo ficasse inchado e dolorido e, suas lágrimas fossem intensas e ele implorasse, de verdade, gritando seu nome, para que parasse de machucá-lo.
- Abre a minha calça e chupa meu pau. – Disse por fim, vendo o sorriso infantil de Harry. – Faça direito, Harry. Se for bom o suficiente, vou foder seu rabo do jeito que você tanto implora. Se for uma merda, eu prometo que você só vai me ter nessa merda de sala, me vendo foder putas muito melhores que você. – mandou, vendo as mãos espertas abrindo seu zíper. – Me prove que é um bichinho perfeito pra mim. – Harry assentiu freneticamente, puxando sua calça e a cueca pra baixo. Ele subiu o quadril, deixando que ele tirasse suas roupas delicadamente, as dobrando e colocando delicadamente ao seu lado no chão. Tirou os tênis e as meias, se levantando e parando em frente a Louis. – Que demora, porra. – Louis bufou.
- Calma, papai. – Harry pediu, passando os dedos pelo elástico do shorts que vestia e o abaixando, deixando que Louis visse seu pau completamente duro e molhado.
- Você pinga como uma cadela. – Louis sentiu seu pau pulsar e respirou fundo inquieto, o pré gozo escorrendo em abundância por todo seu comprimento.
- Do jeito que você gosta, meu papai. – Harry sorriu orgulhoso de si, indo para trás de Louis e soltando suas mãos. – Papai não gosta de ficar preso. – Sussurrou em seu ouvido, deslizando suas mãos por todo seu peitoral, puxando a camiseta que ele usava e tirando de seu corpo.
- Louis foi ágil em segurar seu pulso com força, o puxando pra frente e o fazendo cair de joelhos a sua frente, o ouvindo grunhir de dor pela queda repentina.
- Acende um cigarro pra mim. – Mandou, assistindo Harry assentir e obedecer, pegando o maço no seu bolso da calça e o isqueiro, acendendo e entregando para si. – Bom garoto. – Ele tragou o cigarro. – Desliga essas merdas. – desviou o olhar pros monitores. – Os únicos gritos que eu quero ouvir são os seus. – Harry assentiu preparando-se para levantar e Louis apenas segurou em seus cabelos o fazendo cair novamente. – De quatro.
- Harry se pôs em mãos e joelhos, engatinhando até o cpu principal e o desligando, sabendo que Louis olhava sua bunda e seu cuzinho que se contraia em vontade de ser fodido. Voltou engatinhando, se ajoelhando novamente entre as pernas de Louis.
- Eu posso te chupar agora, papai? – pediu, vendo Louis assentir com o maxilar travado. – Obrigado. – sorriu, apoiando as mãos nas coxas agora nuas, esticando a língua pra fora e deixando sua saliva escorrer pela cabecinha inchada. Abriu a boca e sugou pra dentro, deixando o pré gozo tomar conta de todo seu paladar, gemendo e revirando os olhos com o gosto. Ele desceu a cabeça lentamente, as bochechas formando vincos até que os lábios estivessem deliciosamente esticados na base do pau e o nariz encostado em na pelve. Ergueu os olhos para Louis, observando-o gemer baixo e o olhando de cima, imponente e impaciente, do jeito que sempre quis ver. Subiu a cabeça e mamou a cabecinha com delicadeza, fazendo-o pingar pré gozo em sua língua e rosnar com o prazer, jogando a cabeça pra trás e apoiando a mão em sua cabeça, a empurrando pra baixo.
- Os dedos de Louis se enroscaram firmes machucando o couro cabeludo de Harry, o forçando a ficar com o pau abrindo sua garganta e os olhos arregalados brilhando em sua direção, precisando da aprovação dele. Louis parou de forçá-lo e ele o retirou da boca, masturbando seu comprimento e lambendo suas bolas, sugando uma de cada vez. Subiu a língua por todo ele, voltando a colocar inteiro na boca e passando a massagear suas bolas úmidas, fodendo sua própria garganta.
- Caralho. – Louis xingou, puxando a cabeça de Harry pra cima e o beijando rápido, esfregando suas línguas juntas e o ouvindo gemer manhoso apertando suas coxas. Se levantou, empurrando o pau pra boca macia e quente e passando a estocar contra, fodendo a garganta de Harry com força, uma mão firme em sua nuca e outra apertando dolorosamente sua garganta, sentindo seu pau sair e entrar com velocidade. – Que boca gostosa bichinho, porra. – gemeu, olhando Harry chorando e babando com as sobrancelhas juntas enquanto era usado. – Engole tudo, amor. – Ele pressionou o pau fundo, esporrando por toda a garganta pequena, estocando como se usasse seu rabo. O soltou, o vendo cair sentado no chão e respirar fundo, abrindo a boca e mostrando que havia obedecido como prometeu.
- Me leva pro seu quarto. – mandou.
- Sim, papai. – Harry disse rouco, fazendo Louis sorrir sádico. Esticou a mão para Louis que a segurou, seguindo Harry até as escadas. Eles subiram em silêncio, a casa toda em paredes de vidro, só então Louis sendo capaz de perceber que se tratava de uma cobertura no centro, da sala era possível ver doncaster inteira. Seguindo Harry, foram até a segunda porta do corredor. Entraram e Louis parou a porta, observando o quarto inteiro repleto de quadros com fotos suas. Na mesa cabeceira, uma foto dele e de Harry recortadas e coladas juntos, como um casal.
- Você é tão doente. – Louis o puxou por trás, pressionando a bunda redonda e branquinha no seu pau que começava a endurecer. – Insano. – Subiu as mãos por todo tronco do garoto, apertando seus peitinhos e circulando os mamilos, puxando os piercings de leve e ouvindo o gemido delicioso que Harry lhe entregou, tombando a cabeça em seu ombro.
- Doente por você. – afirmou, esfregando a bunda no seu pau, o sentindo inchar em sua bunda lentamente.
- Porque eu? – Sussurrou em seu ouvido, o girando e segurando firme em sua cintura pequena, o erguendo e jogando de costas no colchão.
- Nunca soube responder. – admitiu, engolindo em seco.
Louis se colocou entre as pernas dele, se apoiando nos cotovelos e lambendo um dos mamilos, apertando os peitinhos com as duas mãos e os deixando juntinhos, passando a sugar, mordiscar e lamber cada pedacinho de pele, os gemidos e a forma que Harry subia o quadril tentando esfregar o pau no seu o enlouquecendo pouco a pouco e rápido demais.
- Gosta dos meus peitinhos, papai? O senhor gosta? – disse manhoso e desesperado, segurando em sua cabeça e forçando-o contra seus peitos, querendo cada vez mais de sua boca o provocando naquela área sensível.
- Eles são lindos e gostosos, bichinho, igual você inteiro. – Louis respondeu, pressionando o seu corpo ao dele e o beijando, segurando em seu pescoço e apertando, olhando o rostinho molhado de lágrimas, os lábios inchados de tanto serem fodidos, as bochechas avermelhando pouco a pouco enquanto a sangue acumulava nelas. Olhou nos olhos verdes, apreciando o modo que Harry o olhava como se nada no mundo importasse mais do que si, a paixão e o amor queimavam ali de um modo doentio, beirando a insanidade, entretanto, de alguma forma, sem nenhum resquício de maldade. – Você tem lubrificante? – viu Harry assentir pequeno, desviando o olhar pra mesa de cabeceira.
- Louis soltou seu pescoço, ouvindo-o puxar o ar com desespero enquanto abria a gaveta e pegava o tubo, voltando pro meio de suas pernas. Louis o puxou pra beirada da cama, o colocando de bruços, as pernas abertas com apenas os dedos dos pés tocando o chão e a bunda deliciosa arrebitada. Se ajoelhou entre elas, deixando o tubo na cama e apertando a bunda com as duas mãos, espalmando um tapa pesado.
- Papai. – Harry gemeu, empinando a bunda.
Louis sorriu, lambendo acima da vermelhidão de seus dedos, o batendo novamente. Harry segurou os lençóis entre os dedos, sustentando a ardência dos próximos tapas pesados e das mordidas que deixaram marcas fundas, sentido o homem de seus sonhos mais bonitos espancando a sua bunda até que a pele inchasse ao ponto de seus poros expandirem. Puxando a bunda vermelha e com pontinhos de sangue para os lados, Louis cuspiu em cima do cuzinho pequeno, se imaginado entrando ali e obrigando Harry se alargar pouco a pouco dolorosamente. Gemeu rouco com o pensamento, observando sua saliva escorrer até os testículos pesados do garoto que não havia gozado uma vez sequer até agora, inchados.
- Por favor. – Harry gemeu, tirando Louis do transe em observar a intimidade do outro.
Expondo sua língua, o lambeu, sendo incapaz de gemer e apertar a bunda gostosa com força entre os dedos, esfregando sua língua e o sentindo pulsar nela.
- Gostoso. – grunhiu, obcecado pela maneira que as coxas grossas tremiam abaixo de si e os gemidos se tornavam cada vez mais longos e altos.
Harry realmente o conhecia bem.
- Me fode, Lou. Por favor. – Harry choramingou empinando a bunda, rebolando contra a língua quente que se forçava pra dentro de si.
Louis sorriu do seu desespero, abrindo o lubrificante e jogando-o diretamente no cuzinho avermelhado pela fricção de sua barba, o observando arrepiar. Espalhou com seus dedos, massageando suavemente antes de empurrar dois dedos de uma vez só pra dentro do garoto que gemeu gritado, ofegando e se esfregando contra o colchão. Usou a outra mão pra puxar o pau de Harry pra trás, o segurando e esfregando o dedão na fenda molhada enquanto estocava rude contra ele, o fazendo gemer cada vez mais, gemendo seu nome em súplica.
- Goza pra mim, Harry. Me deixe ver. – Mandou, abrindo os dedos dentro dele e empurrando o mais fundo que alcançava.
- Estou quase, papai. – avisou, sendo incapaz de segurar o orgasmo quando sentiu a língua quente de Louis passando por sua glande, gozando forte e esporrando na língua que se esfregava ali, deixando-o gozar cada gota nela. Louis se levantou e tirou os dedos dele, o girando na cama e o deixando de frente para si. Apertou suas bochechas o obrigando a abrir a boca, cuspindo seu próprio gozo ali.
- Engole. – Louis lambeu os lábios, vendo-o obedecer. Seu corpo brilhava em suor, os olhos marejados, as pernas trêmulas e a forma que ofegava. Harry era muito mais do que a sanidade de Louis poderia aguentar. Despejou lubrificante em seu pau, beijando Harry e o empurrando pro centro da cama. – Abre as pernas pro papai, Harry. Seja uma boa puta pra mim. – Sussurrou nos lábios do outro, que afastou as pernas o máximo que podia, deixando seus joelhos quase tocando seus ombros.
- É o suficiente? – perguntou abraçando o pescoço de Louis, sentindo-o esfregar a cabecinha em si, empurrando lento e firme, constante. – Caralho. – Harry gemeu, as sobrancelhas juntas e os lábios entreabertos. A dor era intensa, Louis era muito maior dentro de si do que parecia ao olhar, fincou as unhas em suas costas tentando compartilhar aquela dor com o outro, como se pudesse amenizar.
- Não desvie o olhar. – Louis brigou. – mantenha seus olhos nos meus. – mandou, empurrando finalmente por inteiro, sentindo-o esmagar seu pau. – Porra, você é apertado pra caralho. – xingou.
- Você é meu primeiro, papai. – Harry o lembrou, como se Louis pudesse ter esquecido em algum momento. O que ele sabia que era impossível, o outro era obcecado por isso.
- Você é completamente doente. – Louis pausou, tirando até a borda e voltando forte, apertando a cintura dele com possessividade. – Mas tão dedicado, não é? – Louis sorriu ao ver os olhos do outro brilhando em sua direção. – Tão, tão bom pro seu papai, querido. – ele observou o sorriso grande do outro se formar, como se o que disse fosse o suficiente para iluminar tudo a sua volta.
Mesmo consciente da situação complicada em que se encontrava, seria hipócrita se dissesse que estava desconfortável com tudo aquilo. Não era como se ele fosse um santo inocente, Louis sempre desejou ter alguém que pudesse manipular e obrigar a fazer tudo que quisesse, a hora que quisesse e do modo que decidisse. Ele sonhava em ter alguém que o venerasse tanto a ponto de abdicar de qualquer coisa para tê-lo. Por isso, mesmo assustado com a intensidade de Harry, não podia negar que seu pau pulsava dentro do outro e sua mente viajava pelos mais variados kinks que tinha desejando que Harry realizasse cada um deles consigo.
- Papai, mais forte. – Harry choramingou. – Por favor.
Louis segurou os tornozelos de Harry os colocando em seu ombros, apoiando as mãos no colchão antes de passar a estocar contra Harry com rispidez, o usando forte e rápido, perseguindo o orgasmo que se formava em seu baixo ventre.
- Geme meu nome, Harry. – ofegou, sentindo Harry segurar em seu quadril o incentivando a ir mais fundo.
- Lou, fode sua puta. – Harry segurou em suas bochechas, o puxando para um beijo lento. – Goza dentro de mim, me deixa cheio. – pediu manhoso, sentindo suas pernas tremerem. – Eu posso gozar, papai? Você deixa? Eu sou bom o suficiente? – ele delirava, os olhos revirando por baixo das pálpebras.
- Goza, mas se você apagar eu vou continuar te fodendo até eu gozar. Entendeu? – ele viu Harry assentir. – Você é mais que o suficiente, querido. É uma pena que tenha me feito saber o quão louco você é. Se eu não soubesse, não tenho dúvidas que cogitaria te fazer ser meu. – foi sincero, mas omitiu a parte em que lhe impulsionava a fazer o outro cara vez mais dependente de si.
- Eu já sou seu, papai. Só seu. – rebateu. – E você vai me amar. Eu sei que vai. – seus olhos se encheram de lágrimas e Louis agarrou sua garganta, o fodendo tão forte que tinha que puxa-lo pra baixo.
- Maluco do caralho. – Louis bufou, lambendo e sugando a carne do pescoço branquinho, sentindo Harry se contrair cada vez mais forte em seu pau, o fodendo e o ouvido gritar seu nome, gozando forte entre seus corpos. O corpo abaixo de si amoleceu, perdendo as forças nos músculos e fechando os olhos relaxado, apertando tanto seu pau dentro de si que chegava a ser dolorido o foder, se deixando gozar forte cada gota dentro do outro, gemendo alto em seu ouvido. Ofegante, apertou o outro contra si, beijando seu pescoço, clavícula e tirando as pernas moles de seu ombro, deitando acima dele e brincando com a boca nos mamilos duros, girando, cuspindo e sugando.
- Lou. – Harry chamou, vendo-o suspender o corpo acima do seu, o beijando calorosamente, o fazendo gemer entre seus lábios e o apertando contra si. Ficaram assim por minutos, Louis nunca dando chance para Harry parar o beijo e nem sequer dizer uma palavra.
Ele encostou sua testa na do outro, respirando fundo antes de sair de dentro dele e se levantar, indo diretamente até a porta.
- Onde você vai? – Harry perguntou alarmado, se sentando na cama.
- Embora. – respondeu sem se virar, ainda de costas pro outro.
- Louis. – sussurrou, apoiando os calcanhares na cama e abraçando as próprias pernas. Respirou fundo, analisando as costas definidas e a respiração desregulada de Louis, passando os dedos por seus fios de cabelo do topo da cabeça e puxando, querendo que a dor física fosse maior que a emocional. – Sua chave está pendurada perto da porta. Diga ao porteiro qual é seu carro e que entrou comigo. Harry Styles, apartamento 28. – engoliu em seco. – Tchau, Lou. – Harry engoliu o choro, engatinhando pra baixo dos lençóis, de costas para a porta.
Louis suspirou, olhando uma última vez para Harry e o vendo encolhido, sozinho.
🎀
Uma semana se passou desde o dia que Harry se declarou para Louis. Continuou o observando, percebendo que o outro deixou de fazer as corridas por aplicativo pouco a pouco e permaneceu na casa de sua mãe todos os dias desde então. Não havia como vê-lo ali, já que por respeito, não havia colocado câmeras dentro da casa de Jay. Ele também tinha limites, afinal, não seria nada bom deixar uma má impressão para sua futura sogra.
Com o passar dos dias, Harry sentia cada vez mais saudade, não conseguia tocar em seu próprio corpo e chorava baixinho cada vez que se olhava no espelho e via que as marcas roxas em seu corpo se tornavam amarelas.
Louis, por outro lado, tinha certeza que começara a enlouquecer. Ele não conseguia não pensar em Harry, todo santo dia, a todo momento. Estava frustrado, chateado e com raiva, sentia ódio de Harry. Porque aquele garoto havia feito o que fez? Porque havia o escolhido? Porque caralhos não mentiu e deixou que ele pudesse se apaixonar sem culpa? Porque ele tinha que ter o corpo mais lindo que já viu, o rosto mais iluminado que Paris e o rabo mais apertado que já fodeu? Porque tinha que olhar para si com tanto amor e tanta devoção, porque fez parecer que toda sua doença metal era simplesmente amor, na sua mais pura forma? Porque sua obsessão foi tão boa de sentir?
🎀
- Porra. – Harry assustou com as batidas fortes na porta. Estava trabalhando e tentando se distrair, coçou os olhos e olhou no relógio. Quatro horas da manhã? Quem em sã consciência bate na porta de alguém a essa hora? Se levantou olhando a cadeira em que Louis esteve preso na outra semana, suspirando, subindo as escadas e indo até a porta. A abriu sem ao menos olhar no olho mágico, sabendo que se chegou até ali, é porque é autorizado na portaria.
Louis estava parado, a mão apoiada no batente e a outra suspensa no ar, provavelmente prestes a dar outra batida forte o suficiente para colocar sua porta abaixo. Dessa vez, quem estava com um moletom e um capuz cobrindo parcialmente seu rosto era ele. Por baixo de toda a escuridão, iluminado somente pelas luzes da cidade que entravam por sua janela, os olhos azuis brilhantes e recheados de ódio. Harry sabia, o conhecia perfeitamente. Ele estava transtornado.
Da mesma forma que o outro, permaneceu parado, olhando incrédulo. Tinha medo de respirar e acordar, percebendo que novamente, não se passava de um sonho. Louis avançou sobre si o puxando pela cintura tão forte que machucou sua pele, o beijando com tanta vontade que seus dentes bateram um no outro. Ouviu a porta batendo forte e Louis o empurrando pra trás, caindo no sofá.
Louis puxou o moletom pra fora do corpo, deixando que Harry visse seu abdômen deliciosamente definido a luz da lua. Ele segurou Harry pelos cabelos, o fazendo se levantar e deitar de bruços no braço do sofá, a bunda arrebitada e o rosto afundado no estofado. Foi ágil em abaixar o shorts fino de dormir que usava, rosnando ao perceber que suas marcas não estavam mais ali. Abriu seu cinto e puxou pra fora dos passadores, o dobrando e batendo com força na bunda de Harry, que gritou.
- O que está fazendo? – choramingou, os olhos ardendo com as lágrimas de dor.
Louis segurou seus cabelos e puxou pra trás, se inclinando o suficiente para dizer em seu ouvido. – Evitando que você se esqueça. – Ele o soltou, dando outra cintada e ouvindo Harry chorar alto.
- Porra, Louis! – Gemeu empurrando o corpo pra trás e abrindo as pernas o máximo que pôde, seu shorts preso nas coxas o impedindo.
- Cala a boca. – Louis mandou, batendo três vezes seguidas no mesmo lugar, o vendo sagrar. – Você disse que sangraria por mim. – ditou, girando o cinto na mão e deixando a ponta que espancava ser a fivela de aço. – Então você vai. – ditou, batendo mais e mais, fazendo Harry gritar, chorar e bater os pés no chão e as mãos em punhos no sofá.
Louis ofegou, apertando o pau na calça e abaixando a mão que batia, deixando o cinto escapar entre seus dedos até o chão. A bunda de Harry escorria em vermelho, completamente cortada. Completamente deliciosa. Abaixou a calça até às coxas, puxando o pau dolorosamente duro pra fora. Cuspindo em seus dedos e no rabo que se tornara seu maior desejo, posicionou o pau inchado no cuzinho minúsculo, empurrando de uma vez.
- Louis! – Harry apertou suas mãos até que as unhas fizessem meias luas sangrentas em suas palmas. – Calma. – Suplicou.
- Calma?! – Louis gritou, abaixando seu corpo e colando nas costas de Harry, segurando em seus cabelos e puxando pra trás. – Você acabou comigo, Harry! Você me deixou maluco, porra! – gritou, apertando a cintura fina entre os dedos e estocando, ouvindo aquele gemido de Harry. Aquele que fazia seu cérebro rodopiar em prazer e as veias pulsarem dentro de si. – Não consigo tirar você da cabeça. – segredou, firmando os pés no chão e passando a estocar rápido e forte contra Harry.
Enrolando a mão nos cabelos longos, subiu a mão por dentro da camisetinha pequena e apertada, apalpando, puxando e apertando os peitinhos entre os dedos, pressionando sua pelve na bunda dolorida a cada estocada, se afogando em Harry como um homem viciado, adicto.
Era uma recaída e Harry era a sua droga. A pior delas.
Harry apoiava seu corpo com as palmas suadas no couro, gemendo e rolando os olhos em prazer, sorrindo. Sorria grande, iluminado, satisfeito. Sorria porque foi inesquecível. Sorria porque sabia que seria insubstituível. Sorria porque cada mísero detalhe em si que havia mudado para agradar Louis havia sido efetivo.
O amor da sua vida montava sua bunda como se precisasse daquilo pra não passar uma faca no próprio pescoço, apertava seus peitos como se sentisse falta deles de forma dolorosa. Louis podia o odiar com todas as forças e querer que ele morresse. Mas ainda assim, Louis sentia algo por si. Algo que move tanto um ser humano quanto o amor.
- Eu nunca mais vou voltar aqui. – Louis ditou, ouvindo Harry gargalhar, o fazendo sentir tanta raiva que segurou o pescoço dele com as duas mãos, apertando e o puxando contra suas estocadas agora ainda mais brutas.
- Você sempre vai voltar, amor. – Harry disse, engasgado. – Sabe que nunca mais vai ser capaz de olhar pra alguém sem se lembrar de mim. Sem sentir saudades de tudo que eu sou e posso te proporcionar. Você sempre vai me procurar em outra pessoa, mas Louis. – Harry pausou, tentando respirar e gemer quando Louis o fodeu mais rápido. – Você nunca vai me achar em qualquer outro. – ele gritou, gozando forte no estofado, sentindo-o gozar dentro de si, gemendo tão alto quanto.
- Porque você fez isso comigo? – Louis encostou a testa nas costas suadas de Harry, tentando regular a respiração assim como ele.
- Porque eu te amo. – respondeu, puxando a mão esquerda de Louis de dentro de sua blusa, a segurando e beijando devagar cada um de seus dedos. – Eu seria capaz de colocar fogo nessa cidade inteira se você me pedisse. – confessou no silêncio.
Louis beijou suas costas lentamente, respirando fundo e aproveitando o cheiro de sua pele. Se afastou, saindo de dentro de Harry e subindo as calças, colocando o cinto com calma e o moletom, parando por segundos para olhar a bunda ensanguentada e o cuzinho pulsando e expelindo sua porra, que escorria pelas bolas.
Arrumou seus cabelos pra trás e esfregou o próprio rosto, suspirando antes de se virar e tocar a maçaneta.
- Lembra da Kyle? – Harry disse, chamando a atenção de Louis, que se virou imediatamente. – Não foi um acidente, Louis. Ela não teria morrido se eu não tivesse cortado os freios e não, não foi o ex namorado dela. – ele viu o rosto de Louis se tornando vermelho e os olhos cada vez mais escuros, cheios de raiva. – O Charles? Fui eu quem mandei mensagem pra você, fui eu quem fiz você seguir cada passo até aquela casa e ver seu ex beijando outro cara. Pelo menos na traição eu não tive culpa. – deu de ombros se levantando e subindo seu shorts, Louis observando a forma que ele encharcou de sangue assim que colocado no lugar. – O Jorge? Eu paguei pra ele terminar com você. Aparentemente ele não te amava tanto assim, não é? – Harry se sentou no sofá, choramingando com a dor – Tudo que aconteceu na sua vida foi porque eu deixei acontecer. Então, você pode vir aqui, me foder e fingir que não está obcecado por mim assim como eu por você. Você pode me fazer sangrar, pode me bater até que não conseguir me colocar de pé. Mas no final do dia, Louis, sou eu quem controlo a sua vida. Eu decido o que você é, tem e gosta. Eu decido quem você ama. – Harry suspirou, colocando os cachinhos atrás das orelhas. – Pode ir embora, pode tentar sumir. Eu nunca vou deixar de estar atrás de você. – Harry se levantou, subindo as escadas e ouvindo Louis batendo a porta, gritando em seu corredor.
🎀
- Harry, você precisa parar com isso. Já fazem anos, cara, ele já deixou claro que sempre vai te comer e sair fora. – a voz de Niall soava do outro lado da linha enquanto Harry terminava seu banho de banheira, relaxando depois de um dia completamente longo e estressante.
- Você sabe que eu não vou parar, Niall. Sei que ele ainda vai ceder. – Retrucou tirando a máscara de hidratação de seus cabelos.
- Porque, Harry? Porque você não para?
- Porque eu o amo. E você sabe. – Harry pausou. – Um pouco de amor é melhor que nenhum. – suspirou, tirando o excesso de água dos cabelos e saindo da banheira, puxando a toalha pendurada.
O silêncio na ligação permaneceu por longos minutos.
- Até depois, Niall. Te amo. – Harry sorriu minimamente, desligando o telefone.
Com calma secou seu corpo, colocando uma toalha enrolada na cabeça e olhando seu corpo no espelho grande do banheiro. A bunda ainda machucada, pedaços arroxeados, outros verdes e outros com feridas mau curadas. Sua cintura quase não tinha marcas, ao contrário do seu pescoço. As marcas dos dez dedos de Louis tão escuras que beiravam ao preto.
Ele realmente tinha conseguido o que queria, não importava quando, ele via seus dedos marcando seu pescoço até nos mínimos reflexos.
Respirou fundo, lembrando-se do dia. Duas semanas se passaram, duas longas, tristes e entediantes semanas. A essa altura, Louis já deveria ter saído de Doncaster, entretanto, não o fez. Permanecia em sua casa.
Passou seus cremes em seu corpo e fez sua skincare, indo até o quarto e pegando sua roupa separada em cima da cama. Tinha um evento do trabalho pra ir e mesmo que não quisesse, não tinha como faltar. A sua sorte é que pelo menos tinha liberdade pra usar qualquer tipo de roupa, o que já lhe deixava mais tranquilo, já que seu pescoço faria com que seus colegas achassem que ele sofreu violência doméstica, no mínimo.
No fundo, gostaria que fosse e se sentia horrível com esse pensamento. Mas se tivesse sido agredido, teria certeza que seu coração não estaria partido como está agora.
Colocou a blusa de tecido transparente, tinha mangas bufantes e a gola era alta, duas tiras grandes possibilitaram que fizesse um grande laço e escondesse as marcas tão aparentes. Subiu a calça pelas pernas grossas, fechando-a na altura da cintura e sentando na cama para colocar as botas. Olhou em seu closet, analisando qual bolsa usaria. Já que a sua blusa era branca, a calça e a bota pretas, optou por uma bolsa preta também. Suspirou irritado, não querendo admitir que sua intensa vontade de permanecer em casa era por medo de Louis aparecer e não encontrá-lo.
Foi ao banheiro novamente, escovando seus cabelos e passando seu creme, amassando os cachos de qualquer jeito. Passou um pouco de rímel, pouco corretivo para cobrir suas olheiras fundas e um gloss de melancia. Se olhou no espelho, colocando seus anéis com paciência e se lembrando da primeira vez que esteve com Louis.
Apagou a luz do banheiro e colocou o celular, a carteira e as chaves do carro na bolsa, a colocando no ombro antes de se virar e pular assustado.
Louis estava parado na porta do seu quarto, encostado com um dos ombros no batente e com os braços cruzados. Vestia uma calça preta e uma camisa de social branca com os primeiros botões abertos, as mangas dobradas até os cotovelos, o que fazia os seus braços parecerem três vezes maiores do que eram, os cabelos bagunçados e as olheiras tão fundas quanto as suas.
- Está ficando cada vez mais atrevido. – Harry quebrou o silêncio, engolindo o sorriso e a vontade que tinha de pular nos braços do outro.
- Onde você vai? – Louis perguntou ríspido, apertando a mão em punho ao lado da coxa.
- Evento do trabalho. – respondeu tranquilo, tentando analisar as expressões do outro.
- Que trabalho? – Louis voltou a cruzar os braços e levantou o queixo, o que fez Harry quase cair de joelhos.
- O oficial. Trabalho hackeando sistemas e apagando dividas, contratos, processos. – Disse engolindo em seco sob o olhar do outro.
- Alguém se interessa por você lá? – Louis fechou o semblante, sua respiração pesada, não desviando o olhar dos olhos de Harry nem por um segundo.
- Sim. – respondeu, depois de ponderar por alguns segundos. – Dois colegas, eles sempre me chamam pra sair. – foi honesto. – porque?
- Corte os dois. – mandou.
- Eu nunca tomei nem um café com nenhum deles, Louis. – revirou os olhos. – e outra, você vem aqui, me fode, tira tudo que quer de mim e vai embora. Porque se importa se eu for transar com um deles? – provocou, andando até Louis e tentando passar pela porta. Seu pulso foi segurado e ele foi puxado pela cintura, sentindo o pau de Louis duro em sua coxa.
- Se você for, eu vou junto com você. – ditou, deslizando a mão até a bunda redonda e a apertando entre os dedos.
- Por isso já veio vestido assim, Louis? – Harry riu, tentando esconder o quão afetado estava. – Eu vi que você invadiu meu celular. Só não me importei com isso, não tenho nada a te esconder. – Harry deu de ombros. – Se quiser ir comigo, pode ir. Mas garanto que você vai odiar cada segundo.
- Eu tenho certeza que posso fazer você odiar muito mais. – Louis avançou em Harry, beijando seus lábios que tanto sentiu falta, sentindo o gosto do beijo junto com o gloss que usava. Parecia a porra do paraíso. – Você tá lindo pra caralho. – Elogiou sem fôlego. – Não quero te deixar sair desse maldito quarto. – Segredou, puxando a cintura fina contra si.
- Você está tão lindo quanto eu, querido. – Harry puxou seu lábio inferior entre os dentes. – Mas eu vou e se você quiser, pode brincar de ser minha sombra pelo resto da noite. – se afastou escovando os cabelos de Louis com os dedos, segurando delicadamente em seu queixo e selando seus lábios. – Não tenho nada a esconder de você, Louis, me surpreende que não confie nisso. – Ele se desvencilhou do outro, passando por ele e indo até a porta, deixando Louis bufando atrás de si.
🎀
- Boa noite, Sr. Cameron. – Harry sorriu simpático, apertando a mão do cinquentão vestido num terno perfeitamente alinhado.
- Boa noite, querido, está mais lindo que nunca. – O homem respondeu, analisando todo o corpo de Harry. Louis quis morrer, apertando a cintura dele mais forte. – Quem é? Seu amigo? – ele estendeu a mão para Louis, que prontamente a apertou com força.
- Sou o namorado dele. Louis Tomlinson. – Respondeu com um sorriso forçado, fazendo Harry quase soltar um gemido manhoso.
- Que incrível! Achei que Harry nunca nos apresentaria ninguém. Sabe como é, os mais bonitos sempre escondem muito bem seus casos.
Quando Louis abriu a boca para rebater, Harry o interrompeu. – Imagina, senhor. Nunca estive com ninguém de fato, senão não teria problemas em dividir com vocês. – sorriu terno. – Vou cumprimentar o restante da equipe, vejo o senhor mais tarde. – ele observou o homem assentir e se afastar.
- Por favor, tente não me deixar desempregado até o final da noite. – Harry brigou, tentando ignorar o modo que ele se apresentou ao seu chefe.
- Se todo mundo que você cumprimentar der em cima de você, eu não só te deixo desempregado como te tranco dentro do seu quarto por uma semana inteira. – Louis o girou, ainda segurando firme em sua cintura.
- Se você estiver lá comigo, não me parece um castigo tão horrível assim. – Brincou, beijando seus lábios com carinho. – Por favor, Louis. Acho que eu não preciso provar mais nada pra você.
- Certo. – Louis respirou fundo.
- Você fica lindo com ciúmes, sabia? – Harry procurou o olhar do outro, o vendo revirar os olhos irritado. – Prometo te compensar por sua paciência a noite inteira. Ok? – sorriu, vendo Louis assentir.
A noite se seguiu tranquila, Louis e Niall passaram a maior parte dela bebendo e conversando, se deram muito bem, afinal. Mas mesmo assim, Louis não conseguia deixar de manter os olhos fixos em Harry, aonde quer que ele estivesse. Quando um dos caras deu em cima de Harry sutilmente, conseguiu se controlar, mas somente porque ouviu Harry mencionar que veio com o namorado. Mas agora, esse outro cara… Louis queria arrancar os olhos dele. Ele olhava pra Harry como se ele fosse a porcaria de uma peça de carne no açougue, tentava tocá-lo a todo instante, o chamava de apelidos carinhosos e o elogiava constantemente.
Louis não era burro, sabia que Harry era obcecado por si e que nada mudaria isso. Entretanto, teve que admitir pra si mesmo que não estava tentando nem um pouco fazer por merecer Harry. Ele apenas assumiu que ele sempre estaria lá por ele, ignorando seus sentimentos e suas vontades. Bufou consigo mesmo e pediu licença a Niall, que só riu da forma que Louis estava ridiculamente incomodado com a interação do homem com Harry.
Ele chegou até seu homem no meio da multidão, abraçando-o por trás e beijando seu ombro.
- Oi. – Harry disse, sorrindo convencido. – Lou, esse é Robert, meu colega. Robert, esse é Louis, meu namorado. – Os apresentou, segurando a mão de Louis que pousava em sua barriga.
- Prazer, Robert. – Louis estendeu a mão, sendo cumprimentado a contra-gosto.
- É um prazer, Louis. Que sorte a sua ter Harry como namorado, eu mal posso imaginar como deve ser maravilhoso. – ele sorriu cínico.
- Você nem imagina. – Louis travou o maxilar. – Pode ter certeza que eu nunca vou deixar ele ir embora.
Robert acenou com a cabeça, se afastando dos dois e sumindo no meio do salão.
- Vamos pra casa. – Louis pediu, afastando os cabelos de Harry e beijando atrás de sua orelha. – Por favor. – sussurrou, fazendo o estômago de Harry dar um nó e seu coração cair em queda livre.
- Está pedindo por algo, Louis? – provocou, sentindo-o assentir.
- Por favor. Estou com saudades. – Admitiu, esfregando discretamente o pau duro na bunda de Harry.
- Venha se despedir do senhor Charles comigo. Depois, prometo que vamos. – Harry barganhou, sentindo Louis assentir completamente contrariado.
🎀
- Vem. – Harry puxava Louis pelas escadas, entrando no quarto e o empurrando sentado na cama. – deita. – pediu, vendo Louis tirar os sapatos com os próprios pés e se deitar.
Harry desfez o laço em seu pescoço, tirando a camiseta do corpo e vendo os olhos de Louis brilharem ao reparar.
- Tem todos os meus dedos marcados em seu pescoço. – Observou, vendo Harry assentir devagar, abrindo a calça e a deixando cair no chão.
- Você fez um estrago da última vez. – Harry brincou, abaixando a cueca preta que usava, ficando nu, tirando as botas desajeitadamente. Andou até Louis, abrindo os botões de sua camisa e deslizando por seus braços, abrindo a calça e puxando pra fora junto com a cueca. Todas suas roupas espalhadas pelo chão do quarto. Harry pegou o lubrificante e subiu em cima de Louis, sentando com uma perna pra cada lado de seu quadril, a bunda bem encaixada no pau dolorosamente duro.
- Harry – Louis ia dizer, mas foi interrompido.
- Shh. – Harry se baixou, beijando seu pescoço. – Você fez tanto por mim hoje, papai. Quero retribuir. – continuou beijando o pescoço dele, descendo a língua devagar por todo peitoral, se encaixando no meio de suas pernas e lambendo sua virilha.
- Harry. – Louis avisou, segurando a vontade de o segurar pelos cabelos e força-lo em seu pau.
- Não seja tão apressado. – rebateu, expondo sua língua e lambendo os testículos, sugando um de cada vez, subindo devagar e o colocando na boca, sugando a cabecinha devagar. Olhava nos olhos de Louis, hipnotizado no modo que sua boca estava entreaberta e as sobrancelhas juntas, gemendo baixo e rouco, as mãos fechadas em punhos para se controlar.
- Harry, por favor. – Louis levou as mãos até os cabelos longos, os arrumando desajeitadamente em um rabo de cavalo, gemendo alto ao que o outro atendeu seu pedido e desceu totalmente a boca por ele, o mantendo na garganta e esfregando a língua pelas veias grossas. – Porra. – Ele jogou a cabeça pra trás, mantendo a mão firme em seus cabelos enquanto Harry subia e descia lentamente, sempre o levando até o fundo. – Se você não parar eu vou gozar. – avisou ofegante, conseguindo ver o sorriso convencido que ele lhe deu com a boca cheia.
Ao contrário do que imaginou, Harry sugou mais forte, indo ainda em um ritmo lento e torturante, passando a massagear suas bolas úmidas de saliva. Louis delirava, arqueando as costas enquanto pressionava a cabeça de Harry pra baixo, gozando forte no fundo da garganta pequena.
Fechou os olhos por alguns segundos, sentindo Harry sentando novamente sobre seu pau, voltando a beijar seu pescoço e marcá-lo, rebolando e gemendo baixinho. Louis segurou em suas coxas grossas as apertando forte, deslizando as mãos pra bunda macia e circulando o cuzinho com os dedos.
- Papai. – Harry choramingou, pegando o lubrificante esquecido na cama e jogando de forma exagerada no pau semi ereto de Louis. Se encaixou novamente em seu colo, rebolando lento, pra frente e para trás, sentindo-o endurecer como pedra novamente. Louis se sentou na cama o trazendo junto a si, segurando firme nos cabelos de sua nuca e em sua cintura, abocanhando seu mamilo e mordiscando, sugando e lambendo, sentindo o metal do piercing esquentando na ponta de sua língua.
- Chega disso, Harry. – Louis brigou impaciente, espalmando um tapa forte em sua bunda, quase enlouquecendo com o gemido dolorido que o outro soltou. – Senta. – mandou, voltando a brincar com seus peitos, sentindo Harry segurar em seu pau e finalmente se encaixar, descendo lentamente enquanto cortava a pele de suas costas com as unhas. Se afastou o suficiente para apreciar aquele momento, o homem com a boca aberta em o, gemendo alto, as sombrancelha juntas e os olhos fissurados em si. – Continua assim pro papai. – Louis sussurrou, segurando em sua cintura e o ajudando a sustentar seu peso para descer lentamente. – Você é tão bom pra mim. – disse em tom de aprovação, beijando entre seus seios. – Me leva até o fundo, Harry. Me deixe orgulhoso. – ele sorriu vendo-o assentir freneticamente, descendo o restante que faltava e gemendo alto, abraçando seu tronco com firmeza. – Bom garoto. – Louis disse com dificuldade, sentindo Harry o esmagar dentro de si. O puxou pela mandíbula delicadamente, o beijando lento, segurando em seu pau e esfregando o dedão na cabecinha úmida, o sentindo abafar seus gemidos em seus lábios. – Geme pra mim, amor. Geme. – Pediu, parecendo ser o incentivo que ele precisava para começar a rebolar devagar, gemendo alto e manhoso, ainda sem deixar de olhar em seus olhos.
Harry se ajeitou nos joelhos, passando a subir e descer, sentindo o pau de Louis esmagando sua próstata.
- Por Deus, você é grande demais. – Protestou ofegante, jogando a cabeça pra trás e aumentando a velocidade.
- O único que você vai sentir pro resto da sua vida. – ele apertou a cintura fina, ajudando-o a sentar mais rápido e firme. – Entendeu? – gemeu rouco, o fazendo deitar sobre si, apoiando os pés no colchão e estocando pra cima, fazendo Harry gemer gritado. – Você me entendeu?! – gritou, puxando seus cabelos pra trás e o obrigando a olhar em seus olhos.
- Entendi. – respondeu rápido, se jogando contra as estocadas brutas que recebia.
- Inferno, Harry. – Louis estocou com mais desespero, segurando em sua mandíbula com força. – Eu fiquei maluco te vendo falar com aqueles homens hoje. – admitiu, ofegando e gemendo junto ao outro. – Não quero sentir isso nunca mais. – Ele o beijou, esfregando seus lábios um no outro. – Você pertence só a mim. Eu sou a porra do seu dono. – Louis rosnou, apertando sua bunda entre os dedos e o empurrando cada vez mais pra baixo, indo mais fundo. – Me fala. Me diz que é. – pediu.
- Eu sou só seu, Louis. Você sabe disso. Cada mísero pedacinho do que eu sou. – Harry o puxou pela nuca, o beijando e gemendo entre seus lábios, se empurrando mais rápido no pau que o fodia tão bem, revirando os olhos em prazer por ouvi-lo reivindica-lo para si.
- Só meu. – Louis gozou, sentindo Harry esporrando entre seus corpos também. Ele os girou na cama, deixando Harry deitado de ladinho e se colocando atrás dele, erguendo uma de suas pernas e penetrando de novo, o fodendo doloroso de tão sensível, mas ainda duro como pedra, gemendo no pé de seu ouvido.
- Seja meu, Louis. Por favor, fique comigo. – Harry pediu, sentindo-o empurrar seu ombro pra baixo até que conseguisse brincar com seu mamilo de novo, moldando seu corpo como bem queria, para seu próprio prazer.
- Você acha que eu tenho escapatória, Harry? – respondeu, segurando em sua mandíbula, o mantendo olhando para si. – Você é tão, tão bonito. No segundo que você entrou no meu carro eu quis foder você até que implorasse pra eu parar. – confessou, ouvindo-o gemer mais alto. – Eu quis enfiar meu pau na sua boca e o obrigar a engolir toda minha porra. Quis te chupar até que você esporrasse na minha garganta. Quis te subjugar, te humilhar, te bater, te manipular. Te quis completamente pra mim. – Louis sentiu as pernas de Harry tremendo cada vez mais, beijando sua boca e punhetando seu pau rapidamente, o fazendo gozar em sua mão, o corpo amolecendo completamente. – Fique comigo, bichinho. – sussurrou em seu ouvido, continuando a foder o corpo molenga, o garoto piscando lentamente. – Porra, você vai me deixar maluco. – Ele rosnou, estocando mais e mais, se divertindo com o modo que Harry tentava empurra-lo pra longe inconscientemente. – Não adianta, amor. Eu vou te usar até gozar. – riu, o ouvindo sussurrar “chega.” Bem baixinho. – Foi você quem me quis, bebê. Agora você vai aguentar. Vai me provar que realmente faria de tudo por mim. – Ele sentiu Harry apalpando sua bunda, tentando puxa-lo para mais perto. – Isso, querido. Que bichinho bom, amor. Que menino bom pra mim. – Ele mordeu o lábio inferior de Harry com força, o fazendo despertar quase que completamente com a dor.
- Porra Louis. – ofegou sem conseguir mover um músculo sequer. – Me usa. Usa seu buraco. – Choramingou, sorrindo com os beijos que Louis começou a distribuir por seu pescoço.
- Goza mais uma vez pra mim, bebê. – pediu, segurando em seu pau e voltando a punhetar na mesma velocidade que estocava.
- Eu não aguento! – protestou, tentando afastar Louis.
- Aguenta sim, amor. Faça por mim, pela única coisa que lhe importa nessa vida. Faça pelo seu dono. – Louis beijou sua bochecha, o vendo assentir chorando, fazendo com que Louis ficasse cada vez mais insano, comendo a bunda com mais força, mais rápido, até que foi impossível não enche-lo de porra novamente. Terminou de gozar fundo, saindo de dentro dele e o deitando deitado de costas pra cama, colocando o pau duro dentro da boca e o ouvindo chorar copiosamente, batendo os pés no colchão até que gozasse ralo dentro da boca de Louis.
- Que bom garoto, amor. – Louis o abraçou, beijando sua testa, seu nariz e selando seus lábios. – Tão bom pra mim, Harry. Me deixou tão orgulhoso. – ele fazia carinho no rosto dele, que o abraçou forte. Louis permaneceu ali o beijando carinhosamente, até que parasse de chorar e começasse a retribuir seus beijos e carícias.
- Eu fui bom? – sussurrou contido, baixinho, desenhando figuras imaginárias nas costas de Louis com o indicador.
- Claro que sim, meu amor. Você foi incrível, do começo ao fim. – respondeu carinhoso, beijando a ponta de seu nariz. – Eu já volto, tá? – avisou, vendo Harry assentir devagar, desconfiado. Ele se levantou e foi até o banheiro, abrindo a torneira da banheira e enchendo, voltando pro quarto e pegando Harry no colo, as pernas enroladas em sua cintura. Entrou na banheira com ele, dando banho e lavando todo seu corpo devagar, lavando seu cabelo e o escovando para tirar os nós que havia feito. Escovou os dentes de Harry e para si, pegou a que tinha na gaveta separa única e exclusivamente para si. O secou e o deitou na cama, se lavando rápido e deixando a banheira esvaziar.
Quando voltou pro quarto, aquele momento o atingiu como um flashback. Harry havia se escondido embaixo dos lençóis, encolhido, de costas para a porta. Lembrou-se da primeira vez que o deixou, respirando fundo ao perceber que Harry havia se preparado para vê-lo partir mais uma vez. Foi até a janela e puxou a cortina, se deitando atrás de Harry e o abraçando por trás.
- Você não vai embora? – Harry praticamente miou de tão baixo que suas palavras foram ditas.
- Não. – respondeu tranquilo, segurando a mão de Harry e a colocando entre seus peitos, a apertando firme. – Eu também sou seu, Harry. Tanto quanto você me pertence. – Sussurrou de volta, ajeitando os cabelos dele para cima e beijando sua nuca, acariciando seu couro cabeludo.
- Sabe que se escolher ficar vai ter que parar de trabalhar com pornografia, não sabe? - Harry disse, fazendo Louis gargalhar.
- Pode deixar, amor. Não vou foder mais ninguém além de você.
Avisos: knife play, cnc leve, personagens completamente de caráter questionável.
Mamãe estava com saudades. 🤍
📞
- Alô?
- Olá, qual seu nome?
- Foi você quem me ligou. - Harry exita. - Porque você está falando com a voz do pânico?
- Voz do pânico? Gosta da franquia?
- Gosto, mas quero saber quem é.
- Hm… Qual deles é o seu favorito?
- Eu vou desligar.
- Você não é idiota, já viu a saga toda, não foi? Sabe o que acontece quando você desliga.
- Cara, quem caralhos você é? É o Jackson? Eu juro por Deus.
- O cara do seu trabalho que passou a mão em você semana passada? - a voz robótica riu. - Não. Ele já está dentro da própria geladeira. Em pedaços.
- Louis? - Harry arrepiou da cabeça aos pés, olhando em volta, se arrependendo no mesmo instante de viver numa casa afastada rodeada pela floresta. Mas mais que isso, de suas paredes serem feitas de vidro.
- Eu disse que você não era idiota, querido. É melhor correr, porque você sabe o que vai acontecer quando eu desligar.
Harry ofegou, olhando cada mínima sombra nas janelas, desligando a televisão.
- Por que?
- Porque o que, querido?
- Porque resolveu fazer isso agora? - se levantou do sofá, olhando fixamente para a porta de entrada.
- Você sempre quis isso, não é? Sempre quis que eu fosse o vilão que transforma sua vida num filme de terror. Estou errado?
- Terminamos faz duas semanas.
- Não foi isso que te perguntei, você queria que eu fosse o seu assassino, não queria?
- Sim, Louis, mas no sentido figurado, porra! - Harry colocou a mão no peito, sentindo seu coração acelerado e a palma suando frio contra o peito nu.
- Ah é? Perdoe minha confusão, acho que me precipitei em tudo que fiz por você.
- O que você fez, Louis?
- Essa conversa já está tão extensa, você não acha?
- Eu vou ligar pra polícia.
- Tsc, tsc, tsc… Então terei que ser mais rápido que você.
Harry ouviu o som da chamada encerrada, olhando pro telefone com a tela piscando. Seu coração batia forte nos ouvidos e as pernas tremiam bambas, lambendo os lábios e pensando se realmente discaria o número da polícia. O dedão foi lento. Nove. Um. Um.
Seu coração quase saiu pela boca com as batidas que ouviu no vidro, olhando diretamente para trás e encontrando.
A máscara que nunca o assustara manchada de sangue, a cabeça inclinada levemente para a direita. Como um louco, jurava que a imagem desfigurada com o queixo pontudo se alimentava de seu pavor. A roupa idêntica a dos filmes e na mão tatuada tão conhecida, uma faca brilhante e ensanguentada.
Engasgou, sentindo a boca seca.
Seu olhar foi para o telefone mais uma vez, percebendo então que sua mão também tremia. Poderia ligar para a polícia, era claro. Até Louis realmente entrar, pelo menos a ligação estaria feita e, se morresse, saberiam quem o matou.
Mordeu o lábio e olhou para a janela de novo, Louis desenhando um coração no vidro com o sangue da faca.
Ele sempre quis isso, o relacionamento todo.
Agora ele podia ter.
Podia ter dele, do homem que sempre o fez se afogar em orgasmos sublimes e um amor tão intenso que se tornara doentio.
Louis levou o telefone até a orelha e Harry assustou com o toque alto de seu telefone.
- É melhor correr, cachorrinho.
- Merda. - Harry o viu desaparecer atrás do concreto e reaparecer na próxima janela, indicando que dava a volta para chegar na porta de entrada. - Me acha tão idiota a ponto de não ter mudado a senha?
- Me acha tão idiota ao ponto de não ter descoberto a nova? - Louis riu. - Qual a primeira coisa que você quer que eu corte, amor? Todos direto na barriga, como em seus filmes favoritos? Ou prefere sofrer mais, huh?
Harry engoliu em seco, esperando. Ouviu o som do primeiro botão do alarme. O segundo. O terceiro. O quarto. A porta abriu. Xingou, derrubando o telefone no chão e correndo escada acima assim que viu a porta se abrindo lentamente, jurando que viu a máscara sorrindo para si.
Correu o mais rápido que pôde, subindo diretamente para seu quarto e tendo a falsa esperança que Louis não saberia a senha da porta deste. Se trancou e ativou o alarme, se escondendo embaixo da cama, de bruços.
Sentiu então seu pau duro dolorido contra o piso de madeira, o segurando entre os dedos e apertando.
- Merda de cabeça doente. - xingou a si mesmo, ouvindo os passos firmes e lentos de Louis na escada, contando cada um dos vinte e dois degraus com uma ânsia na garganta e um orgasmo pronto no pé da barriga.
Toc. Toc. Toc.
Louis bateu, rindo robótico. Harry engasgou, fazendo seu máximo para não fazer barulho.
O primeiro número do painel sendo apertado lhe causou um pavor congelante, como se estivesse prestes a morrer.
E talvez estivesse.
Cobriu a boca com a palma da mão, sentindo as bochechas molhadas de lágrimas e o pau latejando contra os dedos.
O segundo botão.
O terceiro.
O quarto.
E finalmente, a porta destrancada.
- Foi tão fácil, cachorrinho. - Louis disse e Harry prendeu a respiração, olhando firme para o coturno e as vestes pela fresta debaixo da cama.
Louis deu um passo pra dentro, indo até o guarda roupas e abrindo a porta com força, fazendo Harry pular de susto.
- De baixo da cama, querido? Esperava mais de você.
Harry se apavorou, arrastando seu corpo em direção a porta e sendo puxado com força pelos calcanhares, gritando alto. Louis o girou no chão, deitado de costas. No instante em que tentou se levantar sentiu a lâmina em seu pescoço, tão afiada que pinicou a pele num corte quase inexistente. Olhou atônito para a máscara acima de si, se aproximando até que encostasse em seu pescoço e ouvisse Louis puxando a respiração funda, sentindo seu cheiro com aquele toque doentio de saudade que só ele tinha.
- Você… me cortou. - Harry sussurrou.
- Que cheiro gostoso. Meu perfume favorito, o cheiro da sua pele, seu pavor. E sua completa excitação. - Louis inclinou o rosto até a máscara ficar de frente com Harry, poucos centímetros um do outro. - Você é tão doente, querido.
- Lou. - choramingou, olhando tão de perto que agora era possível ver os olhos azuis brilhantes por baixo do rosto destorcido, pálido e ensanguentado.
- Vê como é dependente de mim? Como é infeliz sem me ter, querido? - ele deslizou a faca pela pele suada, deixando a ponta afiada bem na ponta do queixo de Harry.
Harry tentou fechar as pernas involuntariamente, o pau doía tanto que mal percebeu que Louis estava mantendo suas pernas abertas com seu próprio corpo ao centro.
- Tentando fechar suas pernas pra mim, Harry? - Louis esbravejou, pinicando a pele dele com a faca, fazendo um corte ainda superficial, entretanto, completamente ardido. - Abra.
- Você não vai me matar, vai? - suas pernas se abriram, enrolando na cintura dele.
Louis olhou pra baixo, analisando as pernas longas enroladas em si, querendo rosnar de tesão em tê-las novamente abertas e necessitadas de si. Harry tentou apoia-las no chão novamente, sendo impedido pela mão possessiva que apertou-as forte o suficiente para que um grito prazeroso rasgasse sua garganta seca.
- Homem meu sempre fica com as pernas arreganhadas pra mim, Harry. Você sabe disso.
- Me desculpa. - pediu, se apavorando ao sentir a ponta da faca descendo pelo seu pescoço, peito, barriga, até chegar na cueca molhada de pré gozo.
- Você vai ser um cachorrinho muito bom pra mim, a noite inteira. Vai me obedecer sem questionar, engolir meu pau inteiro até chorar e gozar quantas vezes eu mandar. E então, quando terminar com você, decido de vou ou não te matar. Está tudo em suas mãos. Seu destino todo.
- Sim, Lou. - Harry apertou as mãos em punhos e engoliu em seco, completamente paralisado.
- Se lembra quando eu prometi que teria você de volta pra mim, querido? - ele soltou a sua coxa, segurando com firmeza o elástico da cueca usou a faca para cortar o tecido úmido, enrolando o pedaço de pano em sua mão.
- Sim. - engoliu um gemido alto, sentindo a pele arder pelo puxão bruto de sua cueca sendo arrancada.
- Alguma vez eu descumpri qualquer promessa que te fiz? - Louis analisava o rosto de Harry, apreciando as lágrimas que escorriam livres pelas bochechas rosadas devido ao acúmulo de sangue quente nelas. Harry negou com a cabeça. - Você vai querer ser meu até o final dessa noite.
Harry se manteve em silêncio, ouvindo seu coração batendo nas orelhas e a respiração pesada que saia do aparelho que distorcia a voz de Louis. Semanas atrás ele havia pedido ao namorado que se vestisse de ghostface e o atacasse, que o pegasse com força e o fizesse implorar por ele. Louis, em contrapartida, negou o pedido dizendo que não entendia porque ele precisava estar caracterizado pra poder satisfazer Harry.
Brigaram, Louis magoado achando que não era suficiente e Harry sabendo que não poderia viver pra sempre com alguém que não entendesse seus impulsos sexuais. Seus fetiches escondidos.
Agora Harry sentia o pé da barriga formigar enquanto Louis o tomava novamente para si, como um viciado precisando de cocaína, o cheirando e rosnando adicto.
- De joelhos. - Louis mandou. Harry continuou parado, tentando processar a informação que foi dada fora do seu subconsciente. Não houve tempo, ele apenas foi puxado pelos cabelos da nuca e jogado de joelhos, seu rosto sendo esfregado contra o pau completamente duro de Louis, por cima das vestes. - Quando eu mando, você obedece. Não entendeu as regras?
- Me desculpe, eu estava pensando. - ele esfregou o nariz pelo comprimento, inalando o cheiro de sabonete e pré gozo que fez seu pau pingar. Sentiu repentinamente um tapa forte no rosto, tendo que se apoiar com a palma da mão para não cair de abrupto.
- Você não pensa, Harry. Você me obedece. Você diz: sim, senhor. - Louis apertou seu pescoço com força, levantando seu corpo e jogando de costas na cama. Ele tossiu, engasgado.
- Sim, senhor. - ele ofegou, sentindo o pau molhando sua barriga.
- Uh, veja só. - Louis segurou seu pau e punhetou, assistindo o pré gozo sair da glande vermelha e inchada. - Molhando como uma cadela.
- Porra. - arqueou as costas e gemeu aliviado, abrindo os olhos ao sentir o cabo duro da faca batendo gelado contra seu lábio inferior.
Ele arregalou os olhos, assistindo o sangue escorreu da palma da mão de Louis até seu pulso, entendendo que a lâmina cortava sua pele.
- Está se machucando. - Disse com as sobrancelhas juntas, preocupado. Louis apenas inclinou sua cabeça, a face pálida e sem expressão mexia tanto com sua cabeça que parecia sorrir. Não sabia se estava vendo coisas ou projetando o sorriso que sabia que Louis tinha em seus lábios reais. Ouviu o grunhido impaciente dele e abriu a boca rapidamente, abocanhando o cabo com sabor metálico, não querendo descobrir se era do material ou do sangue que o cobria. Seus lábios deslizavam por todo cabo conforme Louis estocava-o em uma boca, atingindo sua garganta, girando-o e gemendo robótico. A outra mão permanecia punhetando seu pau devagar, chegando a ser torturado pela destreza e vagarosidade. Seu estômago ainda gelado em pavor de fundia com o tesão no baixo ventre, até se tornar uma coisa só, prazer e medo sendo indistinguíveis.
Louis deslizou a faca pelos lábios de Harry, a tirando úmida da cavidade quente. A colocou entre as pernas abertas dele, esfregando o cabo no buraco que pulsava, tirando um soluço assustado de Harry, que lhe pareceu como uma conquista. Com o pulso firme e fechado em punho, empurrou a faca para dentro de seu garoto até que seu sangue manchasse a bunda pecaminosa e os lábios se abrissem naquele gemido obsceno que tanto sentia falta.
Harry se inclinou e por isso, o agarrou pelo pescoço e empurrou contra a cama, o impedindo de fugir do que ele iria proporcionar, quer ele desejando aquilo ou não. Seu punho inclinou na primeira estocada e Harry gritou fraco com o pouco oxigênio que tinha. Inevitavelmente Louis esfregou o pau duro e dolorido contra a coxa que contraia os músculos em prazer, rosnando com a vontade de enfiar seu pau tão fundo em Harry que o fizesse sangrar.
- Louis. - soluçou, segurando o punho que estocava sem piedade. - Você. - seu olhos se focaram na máscara, tentando encontrar uma forma de conseguir olhar em seus olhos como mais cedo.
- Implore. - Com o cabo inteiro dentro de si e a mão fechada até que não restasse oxigênio, observava Harry tremendo e segurando seu pulso com as duas mãos, tentando afasta-lo inutilmente, o lábio arroxeando vagarosamente enquanto as unhas do garoto fincavam em sua pele para poder respirar, como se causar-lhe dor pudesse liberta-lo. Pobre garoto.
Suspirou, inclinando seu queixo e fixando seus olhos aos de Harry. Sorriu e rosnou, concentrando na gota solitária que escorria do olho esquerdo tão vermelho quanto as bochechas, a veia prestes a estourar na testa. Uma estocada com seu punho fora o suficiente, Harry se desmanchou em um orgasmo que fez seus olhos revirarem. Nesse exato momento, Louis libertou seu pescoço, ouvindo-o puxar o ar como quem acabara de se afogar e voltar à vida. A faca foi retirada com cuidado e transferida da palma esquerda a outra, Louis se inclinou o suficiente para se apoiar no mesmo cotovelo e deslizar a mão que pingava sangue da ferida recém feita pelo corpo de Harry.
Coxa, quadril, cintura e mamilo, todos manchados com seu próprio sangue fresco, gemendo rouco e faminto, adicto.
- Por favor. - Harry suspirou, fazendo Louis rir surpreso. Ele estava implorando, afinal.
Louis rosnou, puxando Harry pra baixo e se ajoelhando na cama. Puxou as vestes de seu corpo, ficando com o tronco nu e abrindo a calça jeans, abaixando o suficiente apenas para retirar seu pau dolorido do aperto e esfregá-lo entre as bandas molhadas de sangue. Harry o puxou pelo pescoço, familiarizado com a brutalidade que se seguiria, ansioso e necessitado.
Se surpreendeu com o tapa nada piedoso que sentiu na bochecha, ficando alguns segundos inteiros olhando para Louis com incredulidade. Gemeu. Rosnou. Se debateu e tentou chutá-lo. De novo, inutilmente.
Louis o girou na cama e o deitou de bruços, abrindo suas pernas com os próprios joelhos e puxando os cabelos de sua nuca pra trás, a faca suja do seu sangue em cima de sua jugular. Com as mãos trêmulas, apertou os lençóis com força sentindo o pau grosso deslizando pra dentro de si, tão apertado. Ao lado de sua cabeça, a máscara planava sem expressão, como algo morto, sem sentimentos, incapaz de sentir piedade de si, um garoto tão frágil e burro.
Que sorte ele tinha.
Esfregou seu pau no lençol, mais duro do que antes, a saliva produzindo cada vez mais rápido, como quem baba faminto. Engolia tão desconfortável como se engolisse uma bola de tênis e gemia tão alto como quem morre esfaqueado, como quem sabe seu destino.
- Agora eu entendo você. - Louis sussurrou baixo, porém, alto o suficiente para que as palavras rodassem em sua cabeça e o deixasse tonto. Na verdade, não sabia se seu cérebro girava pela voz, pelo que a sentença significava ou pela estocada bruta que lhe fora concedida.
Sabia, entretanto, que cada músculo de seu corpo contraia e seu rabo nunca esteve tão aberto e entregue, pronto para abdicar de qualquer coisa para ser fodido assim pelo resto de sua vida insignificante. Ali, não escrevia livros de horror, sequer tinha uma carreira brilhante em ascensão. Ele não era nada, apenas um homem vazio e doente que imploraria para que o ex o usasse de modo tão sujo que se tornasse ao fim, miserável. Fechou seus olhos com força e empinou a bunda, deixando que Louis o fodesse cada vez mais fundo e forte, que a faca pinicasse sua pele em cortes superficiais, que o gemido rouco dele sobressaísse os seus. Deixou que Louis tomasse tudo que quisesse. Se concentrou na sensação, no pau que fodida ardido, fundo, forte. Na mão que deixara seu cabelo para girar seu mamilo e apertá-lo com força. No cheiro do perfume que o fez dormir abraçado no travesseiro até que sumisse completamente.
Abriu os olhos com uma claridade repentina, Louis segurava o telefone aberto na câmera frontal e o filmava enquanto gemia, seu pescoço com pequenos filetes de sangue, a faca manchada que pinicava e pinicava, a cada nova estocada. A máscara ao lado de sua cabeça, a figura montada acima de si o tomando. Gemeu incontrolável, puxando a máscara de Louis, revelando seu rosto para a câmera. Os cabelos maiores do que no último encontro, bagunçados e suados, escorrendo na testa. Os olhos azuis brilhantes e sádicos, apaixonados pela forma doentia que pareciam. A barba rala que sempre foram como a faca em seu pescoço, que pinicava e pinicava. A boca aberta, um sorriso grande e satisfeito, doente e obcecado.
- Eu quero você. - Harry impôs. O celular foi largado na cama e em questão de segundos os dedos possessivos estavam apertando suas bochechas. Louis o beijou, esfregando a língua na sua, fazendo seu cérebro girar e os gemidos abafados se mesclarem até serem pertencentes um do outro.
Harry ofegou, gozando mais uma vez enquanto Louis mordia seus lábios e chupava, descendo pro pescoço ensanguentado e lambendo cada mísera gota.
- Totalmente meu, Harry. Você é totalmente meu. - rosnou, o girando na cama, abrindo espaço entre as pernas longas e trêmulas, entrando nele novamente e o fodendo.
Harry gemeu alto e cravou as unhas em seus braços, chorando pela sobrecarga de prazer e sensações forçadas.
- Pode chorar, querido. Chore por mim. - Louis riu, beijando-o novamente, sentindo as unhas cortarem suas costas suadas até que ardesse como fogo.
- Louis, porra! - xingou, sentindo-o rir em seus lábios.
- Lembre-se, Harry. Ninguém toca em você. De quem você é, Harry? Huh? - perguntou olhando em seus olhos, assistindo-o deslizar pra cima e pra baixo na cama com a força que era fodido.
- Seu! Eu sou seu! - gritou, sentindo o baixo ventre ferver novamente.
- Você quer ficar comigo, Harry? Pra sempre? - o olhar de Louis o fez tremer, um arrepio na espinha que revelava que sua resposta determinava o seu fim. Simples assim.
- Pra sempre, Lou. Pra sempre. - soluçou, sentindo Louis sair do meio de suas pernas, sentando em cima de seu peito, o pau brilhando em pré porra, grosso e grande como a porra de um monumento a centímetros de sua boca.
- Espero que seja como eu, querido. - ele enrolou os dedos em seus cabelos, puxando sua cabeça de encontro com a sua pelve. Harry abriu a boca e colocou pra dentro. - Não quebre suas promessas. - Louis sorriu ladino, um brilho novo no olhar.
O primeiro puxão fez o cacete encostar em sua garganta e Harry engasgou, nem mesmo podendo avisar já que seus braços estavam presos juntos ao seu corpo entre as pernas de Louis, esse, que apenas riu, se divertindo. Com a mão possessiva fazendo seu couro cabeludo arder, Louis começou a estocar contra a sua boca, usando a mão livre para segurar a máscara em frente ao seu rosto, fazendo Harry gozar vergonhosamente em seu estômago. Louis, por outro lado, manteve o pau inteiro dentro da garganta de Harry e gozou, a porra espessa deslizando por sua garganta, o fazendo gemer como uma cadela.
Soltando os cabelos, Harry deslizou os lábios por todo o comprimento com calma, jogando sua cabeça contra os lençóis e respirando fundo, olhando Louis com a máscara numa mão e a faca na outra, olhando para si como a porra de um maluco.
- Eu… - Harry limpou a garganta, fazendo Louis sorrir ladino. - Eu realmente quero ficar com você. - observou Louis se jogar na cama ao seu lado, puxando seu corpo mole e dolorido para se deitar sob o seu.
- Eu sei. - Louis sorriu, beijando seus lábios com carinho. - Senti saudades. - ele suspirou, se inclinando e cheirando seu pescoço, sentindo o seu cheiro novamente.
- Você não matou ninguém, não é? Foi tipo, só pela encenação. - engoliu em seco.
Nesse momento, o olhar de Louis em si revelou milhões de segredos. No fundo, sabia que independente da resposta que tivesse, permaneceria. Sua parte sádica e doente precisava de outra pessoa que a saciasse, sabia disso. Sabia que se Louis tivesse enlouquecido seria sua culpa. E sabia igualmente que, se Louis estivesse louco por si, seria capaz de pingar como uma garota virgem.
- Moramos em Woodsboro, Harry. Nessa cidade quando se coloca uma máscara de ghostface, você se torna o ghostface. E você vai ter que conviver comigo sabendo que você me tornou ele. – Louis esfregou o lábio em seu pescoço, alcançando o celular jogado na cama e encerrando vídeo.
Harry o olhou e soube que aquele vídeo era a prova de tudo que viveria dali pra frente. Como se contra seu instinto mais intrínseco de sempre fugir da sua realidade e seus medos, Louis quisesse puni-lo o fazendo se lembrar do que havia feito. Sentiu beijos em seu pescoço sendo distribuídos e sua barba, que pinicava e pinicava.