MORADORES ENTRAM EM PÂNICO APÓS CENTRO DE REFERÊNCIA DE COVID SER INSTALADO EM MEIO AS RESIDÊNCIAS EM CAMPO MAIOR E CRISE ADMINISTRATIVA NO HRCM!
A prefeitura municipal de Campo Maior, através da secretaria municipal de saúde, instalou na cidade um centro de referência de covid-19 e síndromes gripais. A iniciativa, faz parte do plano de controle, combate e prevenção do novo Coronavírus, para atender os pacientes que apresentem sintomas da doença.
A iniciativa, é extremamente louvável do ponto de vista técnico, entretanto, a localização do centro, tem causado polêmicas e pode não ter sido um acerto da gestão municipal. As instalações estão funcionando entre 02 escolas (Mariema Paz e Professor Altivo – PETI) e cercado de inúmeras residências que moram pessoas que compõem a faixa de risco, como idosos, hipertensos e diabéticos. Umas das moradoras, é a presidente do Sindserm-CM, professora Bernardete Silva, que por ser da faixa de risco, chegou a procurar o prefeito Ribinha, elogiando a iniciativa, mas pedindo a mudança do local. A mesma foi a porta-voz de uma série de moradores que estão apavorados com a situação.
O que preocupa os moradores da Rua Pergentino Lobão, Senador José Eusébio e e todas as adjacências do centro e do bairro conhecido por Zabelão, é o risco de aglomeração de pessoas possivelmente infectadas, podendo causar riscos aos que se dirigirem ao centro de referência, bem como, aos moradores das proximidades, já que o local não dispõe de grande área aberta e é literalmente colado às residências.
Um requerimento foi feito pela câmara municipal de vereadores, pedindo explicações acerca do motivo da instalação nesse local. A secretaria de saúde respondeu que a unidade está capacitada para tal atendimento. Entretanto, a secretaria parece não ter entendido a preocupação dos moradores, que é de fato a aglomeração de pessoas possivelmente infectadas em suas calçadas, próximo a escolas e numa rua de extrema circulação de pessoas e veículos.
Muitos se questionam por que esse centro não foi instalado na UPA construída em frente à secretaria municipal de saúde ou em um local mais amplo, aberto e com espaço para que não haja aglomerações, como a UBS do bairro Fripisa ou o próprio SAMDU, que fica em uma rua comercial. Com o comércio fechado por conta de um decreto municipal, o local parecia ser mais propício para esse tipo de atendimento. Insalubridade e Mudança de Classe
Um dos pontos levantados em meio a toda essa pandemia, é que a Secretaria Municipal de Saúde, ainda não teria implementado a mudança de classe de alguns servidores da saúde, o que foi garantido no plano de cargos e salários aprovado no ano passado. Além disso, vários profissionais cobram da secretária de saúde, Andreia Bona a implantação da insalubridade em seus vencimentos. Um requerimento foi enviado ao prefeito José de Ribamar Carvalho com o pedido de cumprimento da lei, que foi sancionada por ele mesmo, após uma grande luta do sindicato dos servidores públicos municipais de Campo Maior, dos vereadores e da própria classe.
Perdidos de demissões no HRCM
Além de tudo isso! No mesmo dia o portal IG noticia obteve informação que vários Coordenadores pediram demissão hoje no hospital regional uma possível crise administrativa na convivência segundo os relatos apurados que foi enviados pelos coordenadores no grupo de Whatsapp do qual IG teve acesso!
(veja a foto no final da postagem).
O pessoal da enfermagem cogitasse em parar, pois existe relatos de quer não há mais paz nem trabalho em harmonia, mas sim muito terror e pressões pela direção por acreditar em se apoiada pelo um vereador que é muito próximo dá virce governadora do Estado.
Procuramos a direção do hospital, até o fechamento da Matéria não houve retorno, o espaço esta aberto para ambos se pronunciarem a sociedade que precisa dá saúde nesse momento do épicentro da Pandemia no Município.