Eu Como um Fósforo em Plena Combustão
Corriqueiro incentivo: Deixe e vá esmorecer Menino do teatro casual Derrotado pelo seu corpo Na noite escura que se faz Seu cigarro é farol Guiando amantes de seus passos Informando inimigos Formalizando propostas Teu lamento, a nudez negada Em tal ato, desuniforme Amarga seu reflexo só no espelho Sua presença tão obscena Aparenta ser assombração À todas as tuas amantes Com um pesar ingênuo Cheira rosas fétidas Como um cachorro magro Suspirando a previsibilidade Influenciando a sua cólera O querer atípico o atinge Provocação de luzes acesas Risca facas profanos Com as carnes tortas do falo Leva a vida a pleno gozo Dele lhe tiram apenas vontades Inventam trocos e saudosas batalhas Preparando o dia seguinte do conflito doce Comete crimes a plena luz do dia Quem lhe condenaria agora? Já que todos os algozes e juízes Estão escondidos performando ouroboros...














