se quiser, fique um pouco mais... se puder, durma aqui hoje... mas, se me permite opinar, bem que você poderia viver aqui comigo pra sempre.
— palavreado
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se quiser, fique um pouco mais... se puder, durma aqui hoje... mas, se me permite opinar, bem que você poderia viver aqui comigo pra sempre.
— palavreado
seletivo
dispenso tudo que não me faz ser eu.
-es.
sex., 7:55 PM
Tenho uma liberdade que não sei usar e uma solidão que uso em demasia.
Somos raros para pouco rasos de pessoas que passam em nossa vidas.
-amores-reciprocos
Cenário/Cemitério
Eu beijei o silêncio da tua máscara O romance dizimado em escadas de cimento Rosas queimadas nos dedos de promessas descompassadas Dentro de outro alguém, eu sou um cenário-cemitério Teus sonhos, minha guerra Mil moinhos para distinguir Quem será você entre eles? Os heróis que bebem goles de ódio? Mas quando eu sou, Baco me antevê Dizes cerejeiras e fonemas leves Logo eu, um satélite atrelado a terra Minha valsa por campos minados Quem contempla também comemora A carruagem puxada pelos sonhos Os Cavalos de Tróia trotando argumentos Breve e desleixo, erótico e segmentado aos teus olhos Apolo, eu a amei com minha verdade Mesmo que ninguém tenha acreditado Sua dança me convoca à orbita-lo Entretanto, meu temor é maior Em um motel circuncisado Meus ossos são mictórios Me ouça enquanto me arrasto entre lençóis Me incendeio em tua pele, desacato meu temperamento Os clandestinos bebem de meu veneno Mais velho que o mundo sábio Todo o louvor deixai azedar Eu hei de me banhar com vinagre Carícias e cativeiro O eu ingênuo, aceitara Eis uma prisão aos meus atos Embelezado para ser palco...
Eu, nadava muito pra quem nadava no nada.
Vagava muito, pra quem era um vagalume.
Me movia tanto, para quem era uma estátua.
e exalava muito pra quem não usava perfume.
Me escondia muito, hoje, conto tudo no nada.
Ouvia o meu EU baixo, e hoje, aumento o volume.
Vou morrer cedo, acho. Não vou me fazer de tábua.
Mentia pra mim mesmo, pra quem hoje, se assume.
Me amarrava tanto, pra quem hoje, desata os nós.
Eu era muito índio, pra quem hoje, é Brasileiro.
Me calava tanto, pra quem hoje, fala por nós.
E julgava muito os outros e hoje me olho no espelho.
Machucava muito e hoje sou O CURATIVO.
Pensei que eu não brilhava, até que eu olhei pro céu.
Estava me decompondo mas hoje estou VIVO.
O mundo era cinza até que me deram tintas e um pincel.
E antes eu não tinha raça… era humano.
Hoje, prefiro ser vira-lata.
Andando certo com errado, sim!
Mas porque aceito que eu não consigo ser perfeito.
Hoje eu sou grato. Pra quem ganhava a mão e queria a pata.
Antes eu queria ter sorte e hoje sou meu próprio amuleto.
#JapaVive.
03.03.2021
Seria bobo eu admitir que te esperei voltar? Sempre em pé na mesma esquina esperando ouvir: “Esquece tudo que falamos na hora da raiva, eu a amo, nunca desistiria de nós”.
zoidiks
Maturidade é ser paciente