Hayat, bizim onu nasıl yarattığımızdır. Seyahat, gezgindir. Gördüğümüz şey, gördüğümüz şey değil, olduğumuz şeydir.
( Fernando Pessoa )
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[ Antalya, Kemer, Çıralı, 22.09.2025 ]

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Hayat, bizim onu nasıl yarattığımızdır. Seyahat, gezgindir. Gördüğümüz şey, gördüğümüz şey değil, olduğumuz şeydir.
( Fernando Pessoa )
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[ Antalya, Kemer, Çıralı, 22.09.2025 ]
Nous attribuons généralement à nos idées sur l’inconnu la couleur de nos conceptions sur le connu : si nous appelons la mort un sommeil, c’est qu’elle ressemble, du dehors, à un sommeil ; si nous appelons la mort une vie nouvelle, c’est qu’elle paraît être une chose différente de la vie. C’est grâce à ces petits malentendus avec le réel que nous construisons nos croyances, nos espoirs – et nous vivons de croûtes de pain baptisés gâteaux, comme font les enfants pauvres qui jouent à être heureux. Fernando Pessoa, Le Livre de l’intranquillité, Christian Bourgois éditeur, 1999
🪆 The Smallest Silence they painted my cheeks with obedient roses and sealed my smile with varnish so it would not tremble I was born hollow— that is to say prepared inside me another girl slept curled like a comma waiting for her sentence winter pressed its bone against the window breathing ferns upon the glass the men drank silence the women stitched it into linen I learned early how to divide myself twist open offer a smaller obedience a smaller heart a smaller room with no door each of us fitting precisely into the wound of the other my mother lived in my ribs her mother in hers a procession of thinning voices stacked like dark teacups after a funeral and here I stand in a corridor of ghosts and toys— Pessoa whispers riddles in ink, his words curling like smoke around my neck Lenin’s marble eyes blink, cold and patient, watching me unfold into nothing Cheburashka tilts its head its mouth whispering conspiracies and a little bird flutters on the edge of my shoulder its tiny claws digging into my varnished skin singing of a world I will never touch sometimes at night when the house forgets its posture I loosen wood sighs against wood and I hear them— the innermost child no larger than a plum stone knocking she has no paint no eyelashes only a pulse thin as a winter star she asks what happens when there is no smaller body left to carry the cold I cannot answer I only close and close again until I am one smooth silence standing, waiting for someone’s careful hands to split me open and count the sadness one by one.
Tocando em Frente a Escolta de Vagalumes
Caminho sem pressa, porque já aprendi que a pressa é só um medo disfarçado de destino.
Houve um tempo em que eu queria chegar — hoje, eu só quero entender enquanto sigo.
Cada passo meu carrega um pedaço do que fui: o menino que acreditava, o homem que se perdeu, e o silêncio que ficou entre os dois.
Aprendi que a vida não grita suas respostas, ela sussurra — no cansaço, na dor, e principalmente naquilo que a gente não consegue explicar.
Eu sigo.
Não porque sei pra onde vou, mas porque parar já não é mais uma opção.
E mesmo quando tudo parece escuro, há pequenas luzes — discretas, quase invisíveis — me acompanhando no caminho.
Como vagalumes.
Eles não iluminam a estrada inteira, mas iluminam o suficiente pra eu não me perder de mim.
E quando tudo isso acabar, quando o caminho finalmente silenciar, eu não quero monumentos, nem lembranças grandiosas.
Quero apenas voltar.
Voltar ao início. Ao chão que me viu nascer. À terra que conhece meu nome antes mesmo de eu aprender a dizê-lo.
Porque no fim, viver foi isso:
seguir aprendendo sem entender tudo, caminhar mesmo cansado, e confiar que, mesmo na escuridão,
sempre estive sozinho.
Let's pay attention only to where we are. There's enough beauty in being here and not somewhere else.
— Fernando Pessoa, A Little Larger Than the Entire Universe: Selected Poems (Penguin Classics, April 4, 2006)
Fernando Pessoa /
DALGIN VE ÖTESİZ
Dalgın ve ötesiz berisiz
Ve de tanımaksızın
Yüzüyorum ölü denizinde
Kendi varlığımın.
Suyu hissettiğimden
Hissediyorum sıkıntıyı...
Görüyorum seni, ey çalkantı,
Hayat-huzursuzluk...
Bana has yelkenler ki...
Çark etmiş dümeni...
İnsan sureti gibi soğuk
Yıldızlı bir gökyüzü.
Gökyüzüyüm ben, rüzgârım...
Gemiyim ve denizim...
Hissediyorum ki ben değilim...
Yadsımak isterim onu.
Fernando Pessoa | Fragmanlar
(Acima: Porções do Livro do Zohar encontradas na Biblioteca Pessoal de Fernando Pessoa que evidenciam o seu envolvimento na sabedoria da Kabbalah, as porções referidas são Safra de Tzniuta; Idra Rába e Idra Zuta via Biblioteca Privada Fernando Pessoa - The kabbalah unveiled)
Isaac Newton, o renomado cientista e matemático inglês, famoso por suas leis do movimento e da gravidade, também se interessou pela Kabbalah (Cabala). Ele estudou textos cabalísticos e procurou conexões entre a ciência e a espiritualidade. Johann Reuchlin, um humanista e estudioso alemão do Renascimento, foi um dos primeiros a introduzir a Kabbalah na Europa Ocidental. Seu trabalho “De Arte Cabbalistica” contribuiu para popularizar a sabedoria cabalística. Johann Wolfgang von Goethe, o poeta, escritor e filósofo alemão, também explorou a Kabbalah em sua busca por conhecimento espiritual. Sua obra “Fausto” contém elementos cabalísticos. Além disso, o poeta português Fernando Pessoa, conhecido por sua multiplicidade de heterônimos, também se envolveu com a Kabbalah que vem a se tornar mais evidente nos seus escritos de natureza aparentemente poética. Giordano Bruno, o filósofo renascentista italiano, estudou a Kabbalah e a alquimia. Suas ideias sobre a infinitude do universo e a unidade de todas as coisas refletem influências cabalísticas.
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