Boa noite, me chamo Evandro Novaes, aceito pix de pra construção de uma casa própria e pra reforma da casa de meus pais, (meu pai é pedreiro, já não preciso pagar grande parte da obra)
😐Pix: 28adcace-b325-4e8d-8491-f34cfafb04aa

seen from Australia
seen from United States

seen from United States

seen from Germany

seen from Indonesia

seen from Yemen
seen from United Kingdom
seen from Türkiye
seen from United States
seen from China
seen from United States

seen from T1
seen from Türkiye
seen from United States
seen from Japan

seen from United States

seen from Sweden

seen from United States
seen from Türkiye

seen from United States
Boa noite, me chamo Evandro Novaes, aceito pix de pra construção de uma casa própria e pra reforma da casa de meus pais, (meu pai é pedreiro, já não preciso pagar grande parte da obra)
😐Pix: 28adcace-b325-4e8d-8491-f34cfafb04aa
Alessio é meu herdeiro, Kiara. Sangue ou não. Remo e eu não nos importamos com isso. Nós acolhemos Fabiano e ele se tornou nossa família.
( Twisted Bonds )
O ingresso ao espetáculo tragicômico Transgressor entreveiro entre cal, concreto e papel machê Criando como uma oferenda ofensiva A todo o público que me quis, bem ou mau, estou estático Meu amor estranha afeto Meu romantismo atarefa-se de pedir sufixos Ultra como um lorde inglês Sério e devoto, interpretando personas O pugilista sorri para o punho adversário Para salvar seu fino nariz, perfil televisivo E o embate entrara em trégua provisória A entrevista com a televisão fora adiantada O entrave era uma acidentável arquitetura Que empunhava ampulhetas Lhe cobrado os anos de inércia O corpo era à sorte do dadaísmo Eu me vesti de quatro reinos Seis filhos pródigos ao mesmo tempo Doze anos de contemplação E verti em uma hora de paciência Andei sobre quatro patas quando preciso Amei por estômagos quando quis Inventei quatro personas para a semana O profissional, o atlético, o vaidoso e o mentiroso Os pedaços do corpo que restara Fora a adaga instinto de nada Sempre violenta e pronta ao ataque Faminta por sangue, sem consciência Pobre herói sempre preso à garganta Pobre filho, sempre o herdeiro Pobre o pobre sempre na vala Sem nome, ferido e sem vida
Rato na Roda, Pierrot Ruivo
Prólogo - Elementais - O Herdeiro dos Tronos
Voz de menina: Pai, achamos ele!
Voz de Homem: Está vivo?
Voz de menina: Vou ver. Está sim.
Voz de Homem: Ele está bastante ferido, vamos levá-lo para casa e tratá-lo.
Herdeiro do Espaço (Heir of Space).
Herdeiro: Protegido pelo aspecto; Manipula-o Espaço: Aspecto da criação, dos sapos, da física e do universo. Herdeiros são maravilhosos. Sério, além de sua classe ser uma das mais fortes, ele ainda consegue ser um cara gente boa! Meus parabéns. O Herdeiro do Espaço (Nome em inglês porque é mais legal) seria uma pessoa criativa e com uma grande habilidade artística, fazendo desenhos e esculturas majestosas, que Leonardo da Vinci sentiria inveja (Ok, exagerei). Antes de ascender, o Heir of Space poderia já ser protegido pelo aspecto de um jeito um tanto quanto curioso: Fazendo com que objetos percam o peso ao atingi-lo. Por exemplo, se uma pedra foi lançada nele, ao atingi-lo, ele pode ter a impressão que ela não foi tão forte o quanto deveria ser. E ao ascender, essa habilidade ficaria ainda mais estrondosa, pois independente do objeto lançado, ele poderia controlar sua física, fazendo com que ele fique leve que nem uma pena. Outro poder que é comum nos herdeiros é o revestimento no próprio aspect, No caso do Heir of Space, ele poderia se revestir no espaço, se tornando onipresente e onipotente. O Heir of Space é um ótimo aliado para se ter ao seu lado, principalmente caso precise espionar alguém. Sua missão não é um problema para o mesmo, já que não é tão difícil um heir ascender. Igual a todo Space Player, sua tarefa é cuidar do sapo, usando os elementos de sua Land para fazer com que o sapo cresça forte e saudável, mas pelo Herdeiro ser um tanto quanto infantil, ele pode não levar essa tarefa a sério, então ele precisa de uma orientação externa. Um Moirail ou até um Sylph pode resolver isso. Para armas, os Heirs costumam pegar algo que já esteja em seu Sylladex, mas Space Players costumam escolher armas complicadas e poderosas (Talvez até inesperadas?). Com isso em mente, talvez sua arma possa ser uma pistola NERF com balas de verdade dentro, uma marreta com elásticos, Lasers de brinquedo e pistolas d’água. As lands do herdeiro estão sempre com algum problema em seu aspecto, e o mesmo precisará resolver. Um exemplo disso é a Land of Wind and Shade (Land do John, LOWAS), que tinha sua atmosfera infectada com poluição, e John precisou tocar sua música, para que os ventos soprem a poluição para longe (haha se fosse assim na vida real, muitos problemas já teriam acabado). E a Land de Space Players tem o padrão de sempre haver “Frogs” em seu nome, graças a criação do sapo que irá resultar na criação do novo universo. Assim, que tal Land of Machines and Frogs? Os Consorts dessa land estão sempre construindo máquinas aquáticas, para que eles mesmo possam pegar os sapos que habitam a Land, mas eles estão sempre muito no fundo e as máquinas dos Consorts sempre explodem graças a algum cálculo que estão fazendo errado. Cabe ao Heir of Space ajudar os Consorts a construir a máquina perfeita, que poderá descer até a parte mais profunda de sua Land, que é onde habitam os Sapos e seu Denizen.
CAPÍTULO 1
Depois de algumas horas de devaneio e várias páginas do fichário preenchidas com línguas O diferentes, o sinal do intervalo finalmente soa. Saio da sala o mais rápido possível e vou para os fundos da escola, onde tem um jardim com alguns bancos e árvores perto do muro. Subo em uma delas, pulo o paredão, caio em uma rua não muito movimentada e já deixo uma caixinha de madeira para poder voltar para a escola. Atravesso a rua e vou para uma pequena padaria na esquina. Entro e cumprimento a balconista que, de tanto eu vir aqui, já ia preparando meu pedido. Sento em uma mesa e logo a atendente me traz um café mocha e uma torta de limão. Eu como meu lanche enquanto verifico minhas mensagens, e-mails e o extrato bancário do meu cartão. Termino de comer faltando cinco minutos para bater o sinal do fim do intervalo. Deixo o pagamento na mesa junto com uma gorjeta e saio da padaria direto para a escola. Subo na caixinha, seguro no topo do muro e iço meu corpo para cima. Quando vou me apoiar na árvore, ouço vozes e olho para baixo. Encostados na árvore havia um casal; um casal gay. Eles se beijaram e se foram, cada um para um lado. Volto para minha sala e sento no meu lugar sem falar com ninguém. O professor de Geografia entra na sala e começa a escrever no quadro. Abro meu fichário e começo a copiar, traduzindo automaticamente para o alemão. A aula desse professor parece demorar um século para acabar e, quando finalmente acaba, outro professor já entra na sala, dessa vez de História. Ele liga o datashow e nos passa slides para copiarmos, dos quais eu copiei em latim. Estamos estudando Grécia, uma das matérias que eu mais gosto, e a aula passa bem mais rápido. A última aula era de Matemática, com um professor chato que dava muito sono. Peguei meu fone sem fio, o coloquei nos ouvidos, o escondi com meu cabelo por cima, e fiquei escutando música até o final da aula. O sinal bate e eu espero uns vinte minutos para sair da sala. Saio da escola e desço duas ruas, onde uma limusine me espera. Entro no carro e Daniel, o motorista, me cumprimenta já ligando o carro. - Boa tarde, senhorita Nix! - Boa tarde, Daniel. - Pronta para o baile hoje? – Ele pergunta. - Preciso mesmo ir? – Questiono rindo. - Você sabe que seu pai vai te torturar se você não for. - Affs. – Dou uma risada sem graça. – Vou fechar a janela pra trocar de roupa. - Sim, senhorita. Fecho a janelinha escura que divide a parte do motorista e a parte de traz. Tiro meu uniforme e visto o vestido. É um vestido preto comprido, sem armação, com uma fenda na perna direita até a coxa e, na parte de cima, as alças são cruzadas formando um “X” no meu busto. Coloco um coldre de facas na minha coxa acima da abertura do vestido, e prendo uma faca pequena com o cabo virado para baixo, logo acima da abertura, um lugar fácil de alcançar. Prendo meu cabelo em um coque simples e coloco uma sandália preta de salto. Quando termino de me arrumar, desbloqueio meu celular e abro em um site de notícias. A primeira matéria do site era: “Nove corpos foram encontrados pendurados pelos pés em uma grande árvore no centro da cidade. As vítimas foram decapitadas e havia em seus peitos o que parecia uma lua e sete estrelas desenhadas com o sangue das vítimas. A polícia acredita que seja obra da família Neraida, da qual comanda o ‘submundo’ da cidade. Os corpos ainda não foram identificados e a polícia local já está investigando e buscando por qualquer pista a respeito das vítimas e do agressor.” Sorrio comigo mesma e encho um copo de água no frigobar da limusine. Enquanto chegamos em casa, coloco uma música para tocar e fico mexendo no meu celular. Chegando em frente à casa, o grande portão se abre e nós entramos na entrada frontal, onde há um jardim redondo no centro que, dando a volta, retorna para o portão. Fomos para a porta de entrada da mansão e, quando paramos o carro, uma das nossas empregadas abriu a porta do carro para mim. -Boa tarde, senhorita! – Diz ela. -Boa tarde, Alice! – Respondi. Eu tentava memorizar o nome de todos que trabalhavam ali, ou pelo menos dos que eu conversava mais. Entro na casa e me encaminho para a sala de jantar, onde meus pais me esperavam. -Pai, mãe. – Cumprimento-os com uma pequena reverência e me sento ao lado esquerdo do meu pai, que estava na ponta da mesa. Minha mãe sentava-se na outra ponta, como a segunda no comando. -Nix, querida, já deu uma olhada na lista de pretendentes em potencial? – Perguntou meu pai. - Já. Preciso de uma reunião com cada um deles para ter certeza. Você conhece minhas condições. Três funcionárias entram na sala, servem-nos pratos e retiram a cloche, exibindo o nosso almoço. Engulo a comida o mais rápido possível e subo para o meu quarto; não gosto muito de ficar com os meus pais. Abro a porta e entro na “sala de entrada” do quarto. É um grande cômodo com cinco portas: uma de entrada, uma para o closet, uma para o quarto de dormir, uma para o banheiro e outra para a sala de treino. A sala de entrada tem uma TV em uma das paredes e um sofá de dois lugares em frente. Na parede oposta à TV, tem uma escrivaninha com alguns livros em cima e do lado há um piano eletrônico com pedais embutidos. Entro na porta do closet e troco de roupa, colocando um short e uma blusa mais descontraídos, ambos pretos. Faço uma trança em meus longos cabelos platinados e, enfim, saio do closet. Peguei um livro da minha escrivaninha e me joguei no sofá. Enquanto eu lia o livro, ouvi alguém batendo na porta. - Pode entrar! – Grito e Evangeline, minha dama de companhia e, principalmente, minha companheira, entra com minhas coisas da escola. - Boa tarde, Nix. - Ela diz, colocando minha mochila e meu fichário na escrivaninha. - Que roupa deseja usar no baile hoje? - Não faço a mínima ideia. - Rio e me levanto, colocando o livro de volta na escrivaninha e ando em direção ao closet. Entro no mesmo e me dirijo à seção de roupas de festa. - Quem vai participar hoje? - Representantes das filiais de outros países. - Ela responde olhando meus vestidos. - Vai querer impressionar? - Com toda certeza. - Respondo pegando um vestido comprido de mangas. - Estava pensando em deixar as tatuagens bem à mostra, o que acha? - Pergunto com um sorriso travesso e os olhos dela brilham. - Que tal esse? - ela pergunta pegando um vestido roxo tomara que caia com um decote gigante nas costas, quase na minha bunda. A saia do vestido é comprida e sem armação, e com pequenos desenhos em preto. - Perfeito. Leve para passar por favor. - Falo voltando para a sala de entrada e me jogo na cadeira da escrivaninha pegando meu fichário. - Estou indo. O que vai querer para o lanche? - Ela pergunta já na porta. - Hm… Misto e suco de morango está bom. - Viro minha cadeira, olhando para ela. - Sim, senhorita. Até mais tarde. - Espera! - Falo antes que ela feche a porta e me levanto indo até a mesma. - Para quê toda essa formalidade? - Costume? Hierarquia? - Ela diz, de cabeça baixa. - Acho que essa fase já passou. - Digo passando minha mão pela sua bochecha. - Somos mais do que essa hierarquia. - Falo, a puxando para um beijo. Nos separo e entro no meu quarto, fechando a porta. Sorrio comigo mesma e me sento novamente na escrivaninha para fazer as tarefas. Terminadas as mesmas, me dirijo à sala de treino. A sala tem um saco de pancadas em um dos cantos, um alvo para flechas e facas, outro para armas de fogo, e um tatame em todo o chão. Me alongo e começo os exercícios no saco de pancadas. Quando dá umas 4 horas, Evangeline chega com o lanche. - Nix? Eu trouxe o lanche. - Ela avisa e eu paro os exercícios, indo para a sala. Evangeline coloca a bandeira na mesinha de centro e me espera sentar no sofá, para logo depois me entregar o misto e se sentar pegando o seu próprio lanche. - Alguma coisa para me contar hoje? - Ah, sim. Hoje quando eu tava voltando para o colégio na hora do intervalo, eu vi um casal gay se viajando em baixo da árvore que eu uso para fugir. - Você vai acabar se metendo em encrenca se continuar fazendo isso. - Ah… dá nada. Qualquer coisa é só mudar de escola mesmo. - Falo dando de ombros. Quer vir treinar comigo mais tarde? - Pode ser. Que horas? Lembre-se que o baile começa às nove. - Apareça por aqui lá pelas seis então. - Oks. - Terminamos de comer enquanto conversávamos e quando ela estava saindo lhe dou um rápido selinho. Me jogo no sofá ligando a TV e colocando um filme, que fico assistindo até às seis, quando Evangeline pontualmente chega. - Pronta para perder? - Pergunto rindo e entrando no meu closet, indo para a parte dos fundos onde ficam as minhas armas. Pego duas espadas e vou para a sala de treino. Jogo uma espada para ela e fico em posição enquanto ela se ajeita. - Defesa! - Falo e ataco pela direita. Ela desvia dando um pulo para trás. Começo a rodeá-la e ela me observa com bastante atenção. Ataco novamente e ela bloqueia logo se soltando e atacando minha cabeça com o cabo da espada. Seguro seu pulso com minha mão livre e giro o braço dela o prendendo nas costas. - Muito previsível. - Cochicho em sua orelha e a solto, voltando para uma posição defensiva. Ela chega perto de mim e me ataca pela esquerda. Eu bloqueio e uso a força dela para derrubá-la. Ela se levanta sem pegar a espada e com as mãos na cabeça. - Parece que você perdeu de novo. - Digo sorrindo. Ela se aproxima de mim e pega minha mão, a levando até a sua boca. Evangeline deposita ali um beijo e vai beijando meu braço até o meu rosto. Quando nosso lábios estavam quase se tocando, ela passa uma de suas pernas por trás das minhas e me derruba no chão, pegando minha espada e a apontando para o meu pescoço. - Acho que ganhei. - Ela diz, rindo. Afasto a espada do meu pescoço, seguro sua mão e a puxo para baixo. Quando Evangeline cai no chão, nos giro para eu ficar em cima dela, e coloco meu braço em seu pescoço. - Ainda não. - Digo sorrindo. - Oks, oks, oks. Desisto. E ela descansa sua cabeça no chão. Tiro meu braço do seu pescoço e levo minha mão à sua boca, passando meu dedão em seu lábio inferior e, então, a dou um beijo. Nossos lábios se encontram calmamente e ela passa uma de suas mãos para o meu pescoço e começa a brincar com o meu cabelo. Nos separamos e eu sorrio para Evangeline, mas ela vira o rosto. - Por que você faz isso? - Ela pergunta, sentando-se em seguida. - Porque eu te amo. - Respondo, roubando-lhe um beijo rápido. Me levanto e a ajudo a levantar. - Não posso? - Só é errado, pela tradição da sua família e tals. - Ela diz, brincando com suas unhas. - Posso ser obrigada a me casar e gerar um herdeiro para a família, mas nada me proíbe de ter amantes. - Sorrio e a abraço. - Para uma família normal isso não seria certo. - Ela diz rindo. - Ainda bem que a minha não é nem um pouco normal. - Rio também e Evangeline apoia sua testa em meu ombro. Ela é um pouco menor do que eu, então lhe dou um beijo na cabeça. Passado um tempo que ficamos assim nos separamos e voltamos a treinar. Quando deu umas 8 horas, paramos os exercícios e eu fui tomar um banho enquanto Evangeline foi buscar o vestido. Lavo meu cabelo e saio do banheiro seguindo para o closet. Coloco uma calcinha preta e um robe preto enquanto espero o meu vestido. Sento na penteadeira e começo a me maquiar. Passo base, um pó para cobrir todas as manchas, lápis preto na linha d'água de cima e de baixo; passo um pouco de sombra preta e um fino delineador. Quando vou passar o batom, fico em dúvida no vermelho ou no nude e seguro-os um em cada mão, pensando. - Acho que o nude fica melhor. - Diz Evangeline entrando no closet com o vestido. Ela o pendura em um cabide que fica ao lado da penteadeira e começa a pentear meus cabelos. - Como quer o seu cabelo? - Um coque frouxo com franja e algumas mechas soltas, sem esconder muito as costas. - Oks. - Responde, pegando grampos e um spray fixador. Ela logo faz o penteado, com habilidade e rapidez. - Prontinho. - Obrigada, Evangeline. Ficou lindo. - Me levanto e dou-lhe um selinho. - Vamos pôr o vestido. Ela tira o vestido do cabide enquanto eu tiro o robe. Passamos o vestido pela minha cabeça, posicionamos o lib em meus seios, Evangeline fecha o pequeno zíper na parte de trás e arruma minha saia. - Você está linda. - Ela diz, me olhando. - Obrigada. - Sorrio e brinco com a saia. - Você vai ficar na cozinha hoje? - Não. Vou estar trabalhando como garçonete. - Bom, então vamos nos ver na festa. E então o telefone começa a tocar. Evangeline vai atendê-lo enquanto eu passo o batom e coloco uma corrente simples de ouro no meu pescoço. - Nix, sua mãe está mandando você descer. - Ela me avisa do outro cômodo. - Estou indo! - Respondo e saio do closet. Evangeline me espera na porta. - Nos vemos mais tarde. - Boa sorte. - Ela me dá um beijo na bochecha e eu saio para o salão. Entro no bem iluminado cômodo e me dirijo à minha mãe. Eu a cumprimento com uma pequena reverência de cabeça e ela retribui. - Gostei do seu vestido, Nix. Quer surpreender algum pretendente? - Eu acho graça e mexo na saia. - Não, quero assustar alguns deles. - Falo rindo e ela ri comigo. - Lembre-se de seguir o protocolo, por favor. - Eu concordo com a cabeça. - Por falar em protocolo, você está com alguma arma? - Ihh, esqueci! - Ela me belisca forte e não solta. - Vai pegar uma agora! Você está doida? Ela me solta e vou para o meu quarto. Nele, sigo para o closet. Vou para os fundos e pego dois coldres de facas; coloco-os nas canelas, prendo duas facas e torno a sair do quarto. Chegando no salão, encontro Evangeline com seu traje de ofício para festas: um uniforme preto clássico com mangas até os cotovelos, saia rodada com quase duas palmas acima do joelho, meia ⅞ vermelha e seu cabelo estava preso em um coque apertado. - Você fica muito sexy com essa roupa. - Digo dando-lhe um selinho. - Pena que não sou só eu que acha isso. - Mas só você pode tirá-la. Isso não é bom? - Ela diz sorrindo. Eu a pressiono contra a parede do corredor e coloco uma de minhas pernas entre as suas. - Passe no meu quarto depois do baile acabar. - Digo ao pé de sua orelha dando-a uma leve mordida e subindo meu joelho até encostar em sua intimidade. - Uhum. - Ela concorda de olhos fechados e eu lhe dou um último beijo antes de sair. Paro na grande porta de entrada do salão e respiro fundo. Abro-a e entro. Já tinham chegado uns sete convidados, e eu me aproximo para cumprimentar dois que estavam conversando com minha mãe. - Senhores. - Digo quando chego perto dos mesmos. O homem mais velho pega minha mão direita e a beija. - Senhorita Nix. - Ele diz enquanto se curvava. O menino mais novo ao seu lado pega minha mão e a beija. - Esse é Usami Shi, filho de Akihiro Shi e representante do submundo japonês. - E o mais bem posicionado na sua lista de pretendentes. - Completa minha mãe.
***** Gostou? Então vote e compartilhe, por favor! Até a próxima!
Heir of Void: Ninguém é De Ferro
Você quis dizer: Equius Zahhak? Ah, sim. O troll que todo mundo ignora porque, no fim do dia, essa é a piada – mas que eu diria que foi só mal aproveitado do mesmo jeito que a Nepeta. Essa vai ser uma classe interessante porque apesar de ter um exemplo canônico… tanto vimos um excelente exemplo como um exemplo muito ruim. No fim do dia, temos uma boa noção das habilidades e ideias por trás de…
View On WordPress
Herdeiro: O Epicentro Criativo Acidental
Você sabe muito de um herdeiro sabendo qual o seu aspecto, isso talvez se de ao fato do Herdeiro SER seu aspecto de um jeito que quase nenhuma outra classe consegue se comparar. A verdade é que o herdeiro é profundamente influenciado por seu aspecto.
Vamos ver alguns bons exemplos disso.