A minha mente a mil por hora colide com sua animação, que vem parada desde do dia em que eu te conheci. E isso me causa cansaço, é garoto, ou eu ando acabada ou você me acaba.
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A minha mente a mil por hora colide com sua animação, que vem parada desde do dia em que eu te conheci. E isso me causa cansaço, é garoto, ou eu ando acabada ou você me acaba.
Me beija rápido, me faz carinhos, me taca na parede, me abraça forte e me trata com a sua maior intensidade. Eu preciso de coisas intensas, preciso de pessoas intensas. Nasci perto desse monte de gente fria e não aguento mais continuar vivendo a meio a elas. Sou mais que isso, sou intenso pra caralho, então preciso que você seja intenso comigo!
Jean
Pensa no que é infinito, no que existe; Pensa no mais bonito e no que ainda resiste. Começou na gravidez, o inicio do ato da vida. Foi ela quem te amou pela primeira vez, e te mostrou o quão é querida. Nos pequenos passos tortos e errados, ganhava abraços tão apaixonados... Assim você via, o que é alegria. Porque sempre que você caia, sabia que alguém te seguraria. O Amor vem e vai dentro e fora da família, não é necessário ser da mãe ou do pai. Para ser esse Amor, não precisa vim de onde tudo começou. Algumas vezes ele só aparece, sem nenhuma prece. Vem do vô e vó, da tia ou da prima, não precisa ser parente, mas sabes que eles são um presente. Ele mistura tudo o que você viu, todas as coisas em uma só. Tudo o que você é, foi ele quem construiu, até voltar ao pó. O Amor Incondicional está nas primeiras palavras. Te mostra o sensacional das coisas sensatas. Te mostra o correto, te ensina o que é certo. As vezes dá uma reclamação, mas é de coração. Essa relação é de Deus um decreto, porque ele sabia a emoção de não ser discreto. Amor é amor para qualquer pessoa, só lembra de ter calor e de dar coisa boa. É isso que ele faz, se ‘cê soubesse as coisas que traz, não duvidaria jamais que ele é um cais. Amor incondicional, é uma perspectiva que até o final se mantém ativa. Seja na alegria ou na dor, na poesia ou na cor. Aos olhos de um escritor esse tipo de Amor é valorizado porque o mantém eternamente apaixonado.
#Repost @brasilcontrasap • • • • • • São Paulo, Brazil O que está acontecendo na quarentena com as meninas (meninos também, mas especialmente meninas) que foram tiradas de suas mães e entregues a pais pedófilos pelo Estado devido à Lei da Alienação Parental? O estupro incessante dessas jovens pelos próprios pais rouba delas o senso de autopreservação, não as permite construir noção de limites sobre seus corpos, vontades e necessidades: o incesto, como bem apontou a escritora lésbica radical Andrea Dworkin, é um campo de treinamento para a prostiuição. As meninas têm sido programadas para a auto-objetificação pelos próprios pais, com participação do Estado. Só nesse reels, vi inúmeras meninas menores de idade afirmando que queriam um "suggar daddy", ou seja, queriam um "doce papai" para bancá-las. Percebe? Essas meninas estão pedindo socorro publicamente, pois não é possível a uma criança ou adolescente querer trocar seu corpo por dinheiro. Nenhuma criança ou adolescente ESCOLHE a prostiuição, não importa quanto foi ensinada a glamourizá-la, a escolha é uma falácia. Só o desespero da desumanização pode levar uma menina a achar que quer esse tipo de coisa. Para mim, é óbvio que a Lei da Alienação Parental está criando o produto perfeito da indústria 4.0: a menina traumatizada, hiperssexualizada, pronta para ser aliciada. Gail Dines, ao entrevistar um pedófilo, o ouviu dizer que ele não precisava mais fazer esforço para atrais jovens, pois a cultura já fazia isso pra ele. O aliciamento foi automatizado e a inteligência artificial está a todo vapor trabalhando para fornecer jovens meninas a políticos, médicos, juízes, militares do alto escalão, não só do Brasil, mas do mundo. "Turismo gay não pode, mas se quiserem, os gringos podem vir transar com as nossas mulheres", disse o presidente. Minha verborragia tem foco. Eu não vou parar. #ProjetoHisteria #aboliçãodaprostituição #revogalapjá https://www.instagram.com/p/CK1yF1pH8QI9MJ2gie9TnL1rjZBxikgNY6pskg0/?igshid=q78632wljjj7
No dia 29 de maio de 2018, o perfil @fimdocasamentoinfantil em parceria com o @brasilcontrasap e o @mulherartistaresista, os três de autoria primeira coletiva-produtora de conteúdo artístico com foco em direitos reprodutivos do Brasil - nós, a SóMinas #Herstorytelling -, lançará o e-book Casamento Infantil 7 x 1 Brasil, escrito e editado pela escritora e Natacha Orestes e capa ilustrada pela artista Iasmin Cañete Hausf, aka @maribrujana.
O e-book será o segundo lançado pela uterus literis - edições independentes. O primeiro e-book lançado foi o Sobrevivente por Justiça Vol. I - Pátrio poder, falocentrismo e violência sexual. Ambos os livros fazem parte das estratégias de comunicação da SóMinas #Herstorytelling em defesa das meninas e mulheres brasileiras neste contexto de crise político-econômica.
Não perca!
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Quer baixar gratuitamente o e-book Sobrevivente por Justiça Vol. I - Pátrio poder, falocentrismo e violência sexual? Envie um e-mail para [email protected] com o assunto “Pedido de e-book” e nós responderemos com o arquivo em anexo.
Tamo no jogo, parceiras! Bora pra cima!
aka #ProjetoHisteria
A SóMinas #Herstorytelling, em parceria com o movimento #MulherArtistaResista e por meio do #ProjetoHisteria, quer analisar dados sobre machismo nos estúdios de gravação pelo Brasil.
Responda à pesquisa e ajude a SóMinas #Herstorytelling a recolher os dados para a análise. Caso queira, você poderá assinar a newsletter #Herstorytelling e, assim, optar por receber as análises realizadas pela SóMinas diretamente no seu e-mail.
Atenção: o público-alvo desta pesquisa é o sexo feminino. Para compreender a regra única, a aba "Por que SóMinas" tem um textão sobre divisão sexual do trabalho prontinho para ser lido.
Clique aqui e acesse o formulário da pesquisa.
Não se esqueça de divulgar entre outras profissionais de áudio.
Vamos juntas!
Indicação da Iasmin Hausf aka Maribrujana, herstoryteller da SóMinas #Herstorytelling. Quer recomendar um som? Envie o link para o e-mail [email protected].
Regra: só aceitamos narrativas do sexo feminino.
Em caso de dúvidas em relação à regra única, consulte a aba “Por que SóMinas?”.
Mente engatilhada para o PLAY, para o DELETE e para o CLACK BOOM!
A mixtape #JackClackBoom é resultado da decisão da DJ #ProjetoHisteria mixar suas habilidades profissionais e artísticas para levar uma mensagem de resistência às meninas e mulheres sobreviventes de violência doméstica e/ou sexual. Autora do movimento #MulherArtistaResista e fundadora da SóMinas #Herstorytelling, a primeira produtora de conteúdo artístico com foco em direitos reprodutivos do Brasil, a Natacha Orestes aka #ProjetoHisteria foi processada durante dois anos por narrar uma violência sexual nas redes sociais depois de participar da campanha #NãoMereçoSerEstuprada, em 2015.
PLAY #JackClackBoom e escute a resistência feminina produzida por mulheres de diversos pontos do Brasil. Para ouvir, clique aqui.
Na época do processo, a artista era produtora de conteúdo digital e ainda aspirante a DJ. A punição institucional por ter quebrado o silêncio fez Natacha compreender a urgência de aprender a arte da mixagem por conta própria para, com isso, ampliar o alcance de suas narrativas de resistência. Assim, Natacha aprendeu de forma autodidata o ofício de DJ e, em 2016, se lançou como #ProjetoHisteria: uma DJ que, além de ser mãe e lésbica, é uma visionária. Sabendo da marginalização que as lésbicas sofrem no mercado de conteúdo, impossibilitadas de serem autorais, a artista criou uma profissão que não existia: ela se tornou uma DJ que mixa habilidades, aplicativos, artes e narrativas para combater a cultura do estupro.
PLAY #JackClackBoom e escute a resistência feminina produzida por mulheres de diversos pontos do Brasil. Para ouvir, clique aqui.
Para transformar a dor de ter sido processada por narrar um estupro em potência narrativa, a DJ #ProjetoHisteria fez de si mesma um experimento social e passou a analisar a recepção de suas narrativas nos lugares que ocupava, online e offline. Para a surpresa da DJ, o #ProjetoHisteria não foi compreendido em sua totalidade e importância, nem mesmo nos meios feministas, rendendo poucos apoios e muitas perseguições. Ao apoiar a luta das mães brasileiras que são institucionalmente punidas – como Natacha foi - por denunciar pais que estupraram os próprios filhos, o #ProjetoHisteria foi perseguido durante mais de um ano por pais estupradores organizados. O apoio profissional de Natacha às mães e suas crianças rendeu à artista, mãe de um menino de 4 anos, uma denúncia anônima no disque 100, acusando-a de ter estuprado o próprio filho. O ataque ao exercício de sua maternidade, à sua lesbianidade – pedófilos sempre acusam homossexuais e lésbicas como estratégia para que a sociedade eleja o inimigo errado - e à sua própria vulnerabilidade como sobrevivente de estupro de vulnerável tinha como objetivo enlouquecê-la e fazê-la desistir. Mas eles não sabiam com quem estavam lidando. A vontade de Natacha gritar sua revolta com relação aos estupradores e o seu amor pelas sobreviventes de violência doméstica e sexual foi ainda mais fortalecida devido às punições por continuar na luta.
PLAY #JackClackBoom e escute a resistência feminina produzida por mulheres de diversos pontos do Brasil. Para ouvir, clique aqui.
A DJ #ProjetoHisteria não se limita a nenhum estilo, abolindo o gênero de sua caminhada musical. Sua única regra é tocar somente músicas compostas, cantadas ou produzidas pelo sexo feminino. Para gravar a mixtape #JackClackBoom, porém, a artista escolheu o RAP, um gênero de resistência que nos ensina a importância do compromisso com a mensagem passada nas músicas para muito além de lucrar. Mais do que um mercado, música é arte, é ferramenta de expressão, de luta e principalmente de educação, e o RAP, fruto da resistência do povo preto, reivindica isso, apontando os caminhos. Professora de literatura por formação, a DJ #ProjetoHisteria questiona a ausência das narrativas femininas na história do pensamento e se propõe a convidar meninas e mulheres para valorizarem o trabalho das mulheres que, hoje, preenchem as lacunas provocadas pela censura à nossa voz com ritmo e poesia. Pare de ouvir música produzida por estupradores e ouça voz da resistência: a das mulheres no RAP.
Como diz a MC Dory de Oliveira: DELETE NOS MACHISTAS!
PLAY #JackClackBoom e escute a resistência feminina produzida por mulheres de diversos pontos do Brasil. Para ouvir, clique aqui.
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Contato para parcerias, bora jogar juntas:
Tracklist:
Sobreviventes por justiça (DJ #ProjetoHisteria @ rádio CBN INTRO)
Guerrilheiras - Conto do Vigário
Bia D'Oxum - Culpa Minha
Kamila CDD - A faca
Rimas e Melodias - Manifesto Pule Garota ft. Djamila Ribeiro
Omnira - Justiça de Xangô
Lady Laay - DissRespeito a Mulher
Áurea Semiséria - Deus é Mãe
Brisa Flow - Dias e noites de amor e guerra
Paige, Izabel Sabino, Clara Lima, Mima, Mac - Rimas Gerais
Nega Gizza - Filme de Terror
Dina Di - Mente engatilhada
Dory de Oliveira - Delete nos machistas
Gabi Nyarai - Cadê o ministro?
Jô Maloupas & Lady Laay - Não se perca
Alra, Wicca, Ninah Reis, Laís, Killabi, Meire D'Origem - Bruxaria
Bivolt - Olha pra mim
Cris SNJ - Estilo Negona
Tássia Reis - Xiu
Bella Larbaq, Mary Janes, P.Drita, Budah - Timeless
Camila Rocha (PB), Lili Bélica (RN), Arielly (AL), Lady Laay (PE) - NM Cypher
Lady Laay - (En)Caro Produtor
Lady Laay - Bela Recatada e do Lar
Guerrilheiras - Famigerados
Rap Plus Size - Ninguém merece
A MENSAGEM VIVE!