Soy un cúmulo de situaciones desafortunadas.

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Soy un cúmulo de situaciones desafortunadas.
Hay algo en ti No entiendo todavía qué es
No sé si es la atracción que aquel 2019 sentí hacia tí O si es la música que con pasión sueles componer
Tal vez es tu euforia al tocar en el escenario O tus melodías que me inspiraste a escuchar a diario
No lo sé, puede ser la sensación que dejaste al tomar mi mano O aquel primer beso que me diste después de escucharme consentirlo
Hay algo en ti Pero no entiendo si es tu esencia
O tu sola presencia lo que hace brotar flores de mi interior
Quizás es tu sonrisa lo que acelera mi corazón O la brisa que nos abrazó esa noche de noviembre
En que tus labios lograron cautivarme…
…Había algo en ti Jamás entendí bien qué fue
Pero estoy segura que había algo en ti que me hizo ingenuamente creer
que podía volver a sentir la chispa del enamoramiento otra vez.
— Cuasar🌌Estelar
¿Por qué cuando mas tengo para decir, mas para hablar, es que todo se vuelve más complicado? El famoso nudo en la garganta. Ni siquiera pude expresarme bien. Odio que se me haga ese maldito nudo.
ByMali-
A veces hacemos más tormenta dentro de nosotros mismos de la que realmente existe o que incluso ni siquiera existe y nos enfocamos tanto en ver el arrocito negro que olvidamos por completo que el 99% restante está bien.
Si me lo permites...
Estate tranquilo (a), porque lo que es tuyo ni porqué miles le hablen se irá. Te lo digo yo que he pasado por una vida de mierda
Francisco Ortiz.
quando a tecnologia ultrapassa as fraquezas humanas - uma sugestão de como lidar com os efeitos das redes sociais em sua vida - The Social Dilemma - pt. 4
gifs not mine.
frisando que esse texto não possui o intuito de criticar a existência das redes sociais por si só, mas sim o uso que fazemos delas, bem como trazer uma luz para esclarecer a forma de funcionar delas, e os seus impactos na nossa saúde mental. você pode estar nela e ainda assim sair menos afetado disso. porém, tudo depende da sua capacidade de ter senso crítico e da forma que você lidar com ela.
-> formas de lidar com isso
as pessoas não saem mais para conhecer as outras tendo paciência. tudo é vivido instantaneamente, e logo depois você nem conhece mais a pessoa com quem viveu mil maravilhas e compartilhou a intimidade, isso porque não foi respeitado o tempo de construir uma relação. a intimidade máxima foi compartilhada quando a básica nem existia. as relações também se tornaram produtos a serem consumidos com velocidade. hoje, um jovem não tem um primeiro contato sexual com alguém que ele conhece, convive e confia. a sua primeira relação sexual, a segunda, terceira, e por aí vai, são pautadas exclusivamente em viver o máximo do prazer com rapidez. a dor (os problemas e dificuldades) não são mais escolhas. as pessoas não se conhecem e não conhecem umas às outras. isso porque tudo que elas mostram vêm de uma seletividade de momentos e características que parecem atraentes. ninguém quer mostras as suas imperfeições e defeitos, tristezas e fragilidades verdadeiras, e cada vez mais vamos criando os tais laços, porém, sem nenhuma profundidade.
e disso, surge a indagação: tá, mas o que eu, USUÁRIO da rede social, posso fazer diante dessa situação?
o primeiro passo é entender que todos nós - incluindo os próprios criadores dessas redes sociais - são manipulados psicologicamente no sentido de que gostamos MUITO das redes sociais porque elas são a droga mais acessível do que as próprias drogas propriamente ditas, que viciam muito mais rápido e dão com muita facilidade o que as pessoas viciadas em outros tipos de droga também buscam: DOPAMINA.
nosso cérebro busca por dopamina naturalmente, esse é um hormônio importante para a vida humana. o problema está em nos basearmos em dopamina para sermos felizes. uma vez que esse hormônio tem como função principal nos dar sensações rápidas e deliciosas de prazer - como fumar um cigarro -, a gente não vai se contentar com só uma dose. a nossa mente é manipulada exatamente aqui: quando cedemos às redes sociais nessa busca incessante por prazer. o prazer que buscamos hoje não está na droga, no sexo acessível demais (pornografia), mas sim no nosso próprio celular, e parece muito moral e conveniente porque se tornou comum a todos nós. porém, tem nos aprisionado mais do que as outras drogas que são socialmente criticadas.
o segundo passo é notar o quanto você, pessoalmente, tem se rendido a esta tentação. e o quanto você tem se rendido diz muito sobre: a sua personalidade, as suas necessidades atuais, e também o quão manipulável e frágil psicologicamente você está.
o terceiro e último passo que proponho é o de refletir em torno do quanto a sua identidade e o valor dela têm sido pautados em números e nas drogas que a rede social nos oferece diariamente. você consegue ficar sem celular por muito tempo? tem sido viciado nisso? cada passo seu é vivido mais na rede social do que na vida? quanto tempo da sua vida você tem perdido ali? os números e atrativos da rede social (likes, views e afins) afetam em quanto o quanto você se acha bom/boa?
novamente, repetindo o que eu falei em outra parte do texto:
então, a proposta que eu tenho para as pessoas não é somente a de tentar mudar o seu uso com a rede social, o tempo que elas passam lá dentro, literalmente dentro. a minha sugestão é a de que essas pessoas busquem se conhecer. uma vez que você se conhecer, você não sentirá mais aquela intensa necessidade de buscar aprovação dos outros com relação à sua identidade, desde o seu cabelo, até seu comportamento, suas conquistas e as pessoas com quem você se relaciona. você se sentirá mais satisfeito consigo, e não viverá numa busca insaciável por prazer, sentido e aprovação externas. porque quanto menos você trabalha com a sua mente, mais defasada e atropelada ela será por uma tecnologia que só avança e tende a avançar cada vez mais.
será que a mente humana, naturalmente frágil e que não é estimulada a ser evoluída e atingir seus potenciais (como conhecer a si mesmo) vai acompanhar e conseguir ser capaz de processar tudo que as redes sociais ainda trarão de novidade para as pessoas?
a contribuição que desejo deixar com essa série de textos é: você tem trabalhado para que a sua mente tenha controle sobre você mesmo, seus desejos, satisfações, impulsos e etc, ou vai esperar que a rede social faça isso por você? o quanto que você se conhece hoje?