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St Peter, Switzerland, 13 October 2023
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O PODER DA VASSOURA As Avós Sábias nos ensinaram que varrer é uma prática #milenar de #empoderamento #feminino. Quando uma #Mulher varre, #limpa e ordena a #energia do #espaço, ao mesmo tempo ela endireita o coração. Endireitar o #coração significa colocá-lo em sintonia, em harmonia com a #vibração do amor. Se você sentir raiva, varra sua raiva. Se você sentir ciúme, varra-o. Se você se sentir triste, varra sua tristeza. Se você se sentir ansioso, elimine sua ansiedade. Se você se sentir desvalorizado, elimine sua baixa autoestima. A #vassoura se torna uma #ferramenta de poder, quando a Mulher que a dirige, conscientemente a usa para endireitar o coração. Isso é ser uma bruxa? Bem, eu sou! (em Bairro Iguaçu Ipatinga) https://www.instagram.com/p/CZ7BnLUrK9u/?utm_medium=tumblr
Rainy Day
Watercolor painting, part of a series exhibited in my first solo art show “Natural Magick”, in 2019. In this series, I had the chance to reflect on women’s relationship to Magick and Nature, and to depict it in a modern and happy way.
~ Winsor & Newton watercolors and Caran D’Ache color pencils on Canson Watercolor paper, finishing touches added in Photoshop.
O amor ressecara Essa rua nunca fora tua A língua dissecada E exposta a vitrine Eis a guerra por um corpo A oração pela proteção do santo O sexo e o paladar no impasse O sal da vida diluído em façanha A orquestra lhe arquiteta Por entre panos e carnes abjetas Reúna a comitiva em frases empáticas Doe beijos sem álibi a quem lhe escarnece A cada Poliana que capta-se pelos dedos Dez Cérberos lhe cravam os dentes no pescoço Trinta e duas mordidas parceladas À sorte de uma possível câimbra, fé-racional à vós! Por dentro da carne, enxertos Que compõe outra carcaça mais jovem O coração autônomo era um cômodo Escondido na pensão a espera de um hóspede O elegante desprezo Lhe aconselha a tirar a vassoura da porta Levar elefantes brancos para darem uma volta E por fim, calçar seus próprios pés, sílaba por sílaba O retorno do verso Uma ode sem contornos O que se espera era ruína O que se assiste são reflexos da gastrite Que meus lábios enfim o sirvam E que todo o resto desmanche Ao som de um tango bravo E então o espírito passará primaveras longes de minhas frias orelhas
Pacto Sanctum, Pierrot Ruivo
Estou presa dentro de mim mesma
Não adianta pedir socorro
Meu corpo minha cadeia
Minha boca selada
Minhas mãos algemadas
Minha mente castrada
Apenas um desejo: voar para a liberdade.
Tem pra barrer e tem pra avuar.