" Alguna anos passaram. E eu mudara bastante, especialmente de vida. No entanto, nunca esqueço de um rosto. Estava distraída ao atravessar. A caminho do supermercado.
E de repente, na distração, você passa com seu carro azul por cima de mim, um som de rap alto, mas por sorte freeou rapidamente, tive pequenos arranhões, nada tão grave.
Você de imediato, me socorreu.
- Não sei onde estava com a cabeça. Você está bem? Deixa eu cuidar de você. Qual seu nome?
- Não, eu que estava distraída. Deveria ter esperado um pouco mais antes de atravessar. Me chamo Clara e você?
- Sou Eduarda. Eu sou enfermeira. Estamos logo mais chegando , por sorte, você só está com pequenos arranhões.
- Prazer, Eduarda. Mas..pra onde estamos indo?
- Para o meu hospital. Sou enfermeira e médica. Fiz enfermagem muito cedo, e depois quis ingressar na medicina..
- Uau, você é enfermeira, medica e ainda dona de hospital? Poxa, que fantástico..Mas certamente não deve ter muitas pacientes distraídas..
- Não..você é a primeira..e você o que faz?
- Bom saber..eu sou Jornalista, trabalho em um jornal na cidade, uma colunista..
- A primeira matéria que vai sair: " Médica Enfermeira atropela a colunista Clara.
- Ahh, não foi nada, acho até que consigo me virar bem..
- Nada disso mocinha. É meu dever cuidar de você. E acabamos de chegar.
- Boa noite, doutora Eduarda!
- Boa, Lucia! Olhe, preciso que você traga minha maleta de auto cuidados com urgência!
- E você, dona clara, pode tirar a roupa e colocar aquela vestimenta verde.
- É tão necessário assim?
- Sim..você teve arranhões em partes variadas do corpo. Não se preocupe, se incomodar voce me diz.
- Obrigada, Lúcia. Por favor, peço que ninguém interrompa, tudo bem?
- Pode, Lucia. Feche a porta.
- Muito bem, Clara. Você sente alguma dor aqui?
- Esse remédio aqui vai ajudar
" Ela falava tão perto da minha boca. Eduarda me dava um tesao tremendo naquele jaleco. Os olhos dela saltavam na minha boca. Eu percebi. Resolvi arriscar e beijá-la. Ela retribuiu. De repente, suas mãos estavam por entre meus cabelos, e sua língua fazia contorno no meu clitóris tão intensamente que quase gemo alto. Ela percebeu meus gestos e colocou seu dedo na minha boca. Virou-me de costas e mordeu minhas costas, descendo suas mãos grandes e largas até minha bunda. Podia sentir seus dentes cravando nelas e adorava. Naquela noite, gozei tres vezes nas mãos de Eduarda.