'Bolinho de Chocolate'
'Fatia de Sorvete'
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Fotografia: Ben Rodrigues (obaudasfotos - Instagram)
Ano: 2021 / 2023
Fotografia para o projeto #6on6brasil, temática: “Doces”

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'Bolinho de Chocolate'
'Fatia de Sorvete'
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Fotografia: Ben Rodrigues (obaudasfotos - Instagram)
Ano: 2021 / 2023
Fotografia para o projeto #6on6brasil, temática: “Doces”
Eu queria ter um piano.
Eu queria ter um piano, ou quem sabe até um teclado. Queria colocar em prática as aulas sobre "como ler partituras" que tive na escola e quem sabe até aprender a tocar golden hour. Confesso até que, quando me dá na telha, eu fico um grande tempo vendo aqueles vídeos de pessoas que tocam nas estações de trem estrangeiras, me imaginando tocando todo aquele repertório que parece tão distante de mim. Eu queria mesmo ter um piano e quem sabe, finalmente trocas as teclas do computador por aquelas musicais ou talvez até comemorar que aprendi a tocar "do-re-mi-fa-sol-la-si-do". Na verdade, eu nunca fui boa com instrumentos, até aprendi a tocar um pouco de flauta, mas sempre saia um versão piorada de titanic. Também tentei aprender violão, mas as dores nos dedos me distraíam e no fim das contas, talvez eles fossem realmente curtos demais para a tarefa. Ainda assim, eu queria ter um piano bem no meio da sala da minha casa, para me acolher quando eu ficar triste ou quem sabe, para eu aprender a cantar com os dedos. Mas ainda assim, o tempo passa rápido e até hoje não tive um piano. Troquei esse desejo por barbies, celulares e livros de presente no Natal. Temo que chegará o dia em que eu vou comprar um piano para mim, com dinheiro suado de dias intensos e, como qualquer final melancólico, ele ficará esquecido por muito tempo. Irá se tornar uma mesa ou um porta trecos bem no meio da minha sala de estar. Até mesmo quando ele estiver na frente da televisão, me impedindo de ver as legendas de um filme, eu vou me contentar em ir para o lado e ignorar que tem um piano bem na minha frente. Vou me sentir velha demais para tocar um piano. Tudo isso porque em quase vinte anos, eu nunca encostei em um de verdade. Algumas coisas são assim, almejamos calorosamente e quando finalmente conseguimos, nos acomodamos com a ideia e deixamos ela de lado ou quem sabe, temos medo de tentar algo novo. Paramos no tempo.
@leitedeamendoas
Amendoas – Won-pyung Sohn
Um adolescente “diferente”, com amídala pequena não consegue sentir sentimentos. Seus problemas com a família, os desconhecidos, os alunos da escola.... Enfim, um livro fácil de ler, sem grandes pretensões.
“Livros me levaram a lugares a que nunca poderia ir de outra maneira. Compartilhavam confissões de pessoas que eu nunca conheceria e vidas que jamais presenciaria. As emoções que não conseguia sentia e as experiências pelas quais não passara podiam ser todas encontradas naqueles volumes. E eles eram, por natureza, diferentes de programas de tv ou filmes.
Os mundos dos filmes, das novelas ou dos desenhos animados já eram tão meticulosos que não havia espaços em branco para preencher. As histórias na tela existiam exatamente como tinham sido filmadas ou desenhadas. ....
Mas os livros eram diferentes. Eles tinham muitos espaços em branco. Lacunas entre as palavras e até entre as linhas... Não importava que não tivesse ideia de o que as palavras queriam dizer. Virar as páginas era metade do caminho.”
Bolo de abacaxi e mirtilo
Senti pra caramba! | Amêndoas - Won-pyung Sohn
SINOPSE: Yunjae nasceu com uma condição neurológica chamada alexitimia, ou a incapacidade de identificar e expressar sentimentos, como medo, tristeza, desejo ou raiva. Ele não tem amigos ― as duas estruturas em forma de amêndoas localizadas no fundo de seu cérebro causaram isso ―, mas a mãe e a avó lhe proporcionam uma vida segura e tranquila. O pequeno apartamento em que moram, acima do sebo da mãe, é decorado com cartazes coloridos com lembretes de quando sorrir, quando agradecer e quando demonstrar preocupação.
Então, no seu décimo sexto aniversário, véspera de Natal, tudo muda. Um ato chocante de violência destrói tudo que Yunjae conhece, deixando-o sozinho. Lutando para lidar com a perda, o garoto se isola no silêncio, até a chegada do problemático colega de escola Gon.
Conforme começa a se abrir para novas pessoas, algo se modifica lentamente dentro dele. Quando suas novas amizades passam a apresentar níveis de complexidade, Yunjae precisará aprender a lidar com um mundo que não compreende e até se colocar em risco para sair de sua zona de conforto.
O Yunjae tem uma condição neurológica que o incapacita de identificar e expressar sentimentos, como medo, tristeza, desejo ou raiva. Ainda assim, mesmo com essa ausência de entendimento sobre o que sente, a história não é apática. Através da avó e da mãe, o menino cresce conhecendo o mundo e aceitando que ser "normal" é bem mais difícil do que fazemos parecer.
Após uma tragédia, ele se vê sozinho, mas dá espaço para que entrem na sua vida, e começa com seu vizinho, até então desconhecido, que se torna um grande apoio para o novo mundo que ele está disposto a enxergar. Apesar de se abrir para isso, apenas um entra em sua vida sem pedir licença: Gon. Falar que o Gon é só um delinquente que vai abalar a vida do Yunjae por mostrar um lado humano diferente, é simplista demais, e não faz jus a história retratada aqui. A partir daí, o mundo controlado do Yunjae começa a conhecer o caos de uma forma mais imprevisível do que ele havia imaginado.
Em vários momentos, os dois são considerados "monstros", e foi difícil ver como eles abraçaram essa ideia para lidarem melhor com as tragédias e dificuldades da vida. Então, enquanto eles fugiam ou não reconheciam o sentir, eu ficava cheia por sentir demais. Depois de irem ao inferno juntos, Yunjae aprende da pior forma o que é sentir, mas abraça isso da melhor forma possível por entender que isso importa, mesmo que doa. Nessa parte do livro, eu já estava largada, sem saber como me sentiria se conseguisse ler a linha seguinte, mas foi bom seguir em frente - como todos fizeram ali.
É um livro de estreia com uma boa pitada de drama, aborda um assunto não tão conhecido, e a autora acertou muito ao contar tudo em primeira pessoa. A leitura fica bem fluida porque o Yunjae pensa de forma bem simples; pra ele, tudo é preto no branco, ou só branco, o que torna mais emocionante acompanhar ele colorindo cada parte da sua vida com quem ele permite entrar.
Depois dessa leitura, a ideia de escolher viver sem expressar sentimentos parece extremamente cruel. Que a vida seja vivida e sentida. Leitura maravilhosa! Recomendo demais.
Torta de banana
massa farinha de amendoas
DICAS pra aproveitar o resíduo das Amêndoas💚:
“Cottage”:🌱Resíduo de 1 xícara de amêndoas🌱Suco de 1/2 limão🌱1 c.café de polvilho doce ou amido🌱1/2 xíc de água🌱1/2 c.chá de azeite🌱Leve pro fogo por 2-3 minutos, apenas pro polvilho/amido darem uma “encorpada” no seu queijo. Se cozinhar demais, ele pode engrossar demais⚠️…sirva gelado ou em temperatura ambiente😋
A origem do brownie é incerta e existem várias teorias sobre sua criação. Uma das histórias mais conhecidas diz que o brownie foi inventado nos Estados Unidos no final do século XIX. Conta-se que uma dona de casa estava preparando um bolo de chocolate, mas esqueceu de colocar fermento na massa. O resultado foi um bolo denso e úmido, que ela cortou em pequenos quadrados e serviu como sobremesa. Seus convidados adoraram e pediram a receita, e assim nasceu o brownie.
Outra teoria é que o brownie foi criado por um chef de um hotel de luxo em Chicago, que teria preparado o doce para uma exposição de culinária em 1893. A receita foi tão popular que logo se espalhou por todo o país.
Independentemente de sua origem exata, o brownie se tornou uma sobremesa muito popular nos Estados Unidos e em todo o mundo, com diversas variações de ingredientes e preparo. Os brownies Staterafood geralmente são feitos com açúcar, farinha, ovos, manteiga e cacau 100%. Nós oferecemos 3 opções de ingredientes adicionais: nozes, amêndoas ou castanha do Pará. Você escolhe o ingrediente e nós mergulhamos ele na massa de chocolate cacau 100%!