𝐆𝐢𝐥𝐥𝐢𝐚𝐧 𝐅𝐥𝐲𝐧𝐧 (24 febbraio 1971, Kansas City, Missouri) è una scrittrice, giornalista e sceneggiatrice statunitense, nota per i suoi romanzi thriller che esplorano tematiche oscure e complesse.
Oltre alla scrittura di romanzi, Gillian Flynn ha lavorato come sceneggiatrice e critico televisivo. Il suo stile è caratterizzato da una narrazione intensa e da una profonda analisi psicologica dei personaggi, spesso ritratti in situazioni moralmente ambigue. Le sue opere tendono a esplorare le complessità delle relazioni umane e le dinamiche familiari.
Opere principali
Sulla pelle (2006): romanzo di esordio che ha ricevuto riconoscimenti significativi tra cui due Dagger Award e una nomination per l'Edgar Award; la storia segue una reporter che torna nella sua città natale per coprire un omicidio, affrontando il suo oscuro passato.
Nei luoghi oscuri (2009): il romanzo racconta la storia di Libby Day, l'unica sopravvissuta a un massacro familiare; costretta a rivisitare i traumi del suo passato, Libby si imbatte in segreti inquietanti.
L'amore bugiardo (2012): thriller psicologico che esplora la scomparsa di Amy Dunne e le indagini che coinvolgono il marito Nick; il romanzo ha avuto grosso impatto culturale ed è stato trasformato in un film diretto da David Fincher.
[Battiato:] «Dividerei i miei periodi grossolanamente in tre fasi: gli anni '70, quando c'era un individuo sul palco pieno di cose elettroniche tanto da sembrare un laboratorio ed un pubblico dall'altra completamente estraneo. Ho avuto la fortuna di aver avuto dei seguaci che restavano sempre delusi. Era quasi inevitabile. Quindi i miei concerti erano sempre affollati, perché è come se mi stessero dando sempre l'ultima possibilità, anche se alla fine restavano comunque delusi. Io non avevo il minimo rimorso e rispondevo ai famosi dibattiti dell'epoca che poiché mettevo in gioco la mia vita, non era giusto chiedermi di accontentare il pubblico. Perché non era il mio scopo. Nutrivo in pratica un disprezzo per gente che pagava un biglietto e che invece aveva bisogno anche di qualche forma di assistenza, di consolazione. Poi, negli anni '80, ci fu un successo inaspettato e di contro da parte mia un vero disprezzo per questa forma, perché non accettavo questo genere di esagerazione: era qualcosa di squilibrato. Fino ad arrivare a periodi in cui mi sono riconciliato con l'elemento musicale che veniva a costituire un centro e se volevi entrarci dovevi spostare il tuo fisico e la tua sensibilità ed andargli vicino. In quel momento ci fu l'unione tra quello che facevo - anche se non sembravano dischi commerciali, visto che si trattava di concerti acustici con pianoforte ed orchestra d'archi - e l'affetto che il pubblico cominciò a manifestarmi. Se prima ero immune e consideravo tutto strumentale, a quel punto la volontà e la forza di questo pubblico cominciò ad entrarmi dentro; sentivo che c'era brutalmente uno zoccolo duro. E che ancora oggi rimane la base.»
Catania, 30 Dicembre 1998
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Brano tratto dall’intervista di Jonathan Giustini Franco Battiato e Manlio Sgalambro: svolte/entropie pubblicata nel numero monografico dedicato a Franco Battiato di Nuove Effemeridi - rassegna trimestrale di cultura, Edizioni Guida, Palermo, n° 47, 1999/III, Anno XII; p. 10.
Por vezes, no meio do caminho da vida, perdemos o rumo certo que vínhamos trilhando. Foi o que aconteceu com Dante... e o que também aconteceu comigo, de certa forma — por sorte, antes dos 35. Dante também não soube explicar muito bem como, mas, com o tremendo sono que o assolava naquele dia, acabou adentrando uma tal selva obscura.
Às vezes é só o que se precisa pra que a gente se perca: um pequeno cochilo.
É claro que não sofro a penca de pendengas que o florentino sofreu quando teve que se exilar da cidade que tanto amava, mas não é menor a sensação de que a trilha desapareceu de meus pés.
Ao começar minha leitura da Divina Comédia (uma das obras seminais para a monografia que estou escrevendo), primeiro senti um cansaço: só a parte que antecede o poema já me havia rendido cerca de dez páginas de enumerações de nomes e afins (não à toa, a enciclopédia de Richard Lansing conta com 1035 páginas). Depois, curiosamente, o frescor do texto foi me dando um ânimo que só os clássicos conseguem proporcionar. Não nego que o texto tenha seu grau de dificuldade. Sempre que me vem a dúvida e as notas de rodapé não são suficientes, consulto a outra edição de que disponho, cotejo, pesquiso... por vezes não encontro mesmo a solução. Não esmoreço porque sei que muito até hoje ainda é um embate até mesmo para os mais experientes dantólogos.
A Comédia jamais será plenamente compreendida, em todos os seus mínimos detalhes. E são justamente esses momentos que tanto nos fascinam: cada vírgula que permanece insondável para a compreensão humana torna-se um ponto geográfico no livro. É como um ponto pouco conhecido na Terra, uma mata desconhecida pela qual passamos. É como ir a um museu e nos depararmos com um artefato, um objeto misterioso e de brilho próprio.
Qual a sensação de ler e não entender o significado de algo para nós que sempre imaginamos que a resposta para todas as dúvidas eram as palavras? Ninguém no mundo, ao longo de toda a história, conseguiu asseverar o significado das palavras de Pluto, o demônio que alegoriza o dinheiro, e que aguarda nas portas do quarto círculo:
“Pape Satàn, pape Satàn aleppe!”
É terror o que sentimos quando vemos na página o grito do gigante Nimrode, e não só a nossa impotência é ridícula, como também a do tradutor que (mon semblable, – mon frère!) deu o seu máximo e, não havendo resolução, optou por manter o verso como fora escrito na estranha língua que constava no texto original:
“Raphèl maì amècche zabì almi”
E assim, o desespero de Dante torna-se o nosso. Resta especular, e por séculos é o que temos feito.
Afora isso, devo dizer que, quanto mais leio a Comédia, mais pareço reencontrar os rumos de volta para a trilha da qual me afastei, que me levará para a civilização, para muito longe da barbárie dos danados do Inferno.
Mas o termo que mais me afagou o coração ao descobrir que provém da comédia foi Il miglior fabbro, “o melhor artesão”. É assim que T. S. Eliot se refere a Ezra Pound e é assim que este se referia àquele. Mas antes mesmo que Pound utilizasse o termo, foi Dante quem o cunhara em seu sacro poema, ao referir-se ao poeta Arnaut Daniel. A esse Dante chamou de miglior fabbro del parlar materno (o melhor artífice do falar materno).
São exemplos como esse que me tiram um pouco da inércia. É uma pena Arnaut Daniel estar no Inferno de Dante por conta da sodomia que praticava. Uma pena também que sua obra não tenha sobrevivido com a mesma força que a de Dante, ainda que o poeta teça a ele elogios que não teceu às qualidades de escrita de nenhum outro que figura na obra.
Mas são exemplos de vidas como as de Arnaut Daniel, Dante, Ezra Pound e T. S. Eliot que nos motivam a querer ser, talvez não Il miglior entre os fabbros, mas pelo menos lembrar que há trabalho a ser feito e muito ainda a ser tentado. Sonhar é bom, e tentar é um bom caminho para os vivos.
1 - Sou verdadeiramente grato pela minha monografia, porque ao escrever esse trabalho monográfico estou crescendo intelectualmente e poderei ajudar outras pessoas.
2 - Sou verdadeiramente grato pela vida do cantor Zeca Pagodinho, porque suas músicas me lembram situações da vida de uma forma bem carioca. Gratidão.
3 - Sou verdadeiramente grato por cada órgão do meu corpo, porque cada um desempenha a sua função em harmonia, seguindo o fluxo da natureza. Gratidão.
4 - Sou verdadeiramente grato por cada feijoada que já comi, porque sempre que comia feijoada estava na companhia do meu povo, com muita alegria. Gratidão.
5 - Sou verdadeiramente grato por cada meditação guiada que faço com a Raissa Zoccal, criadora do Yoga Mudra, porque estou tendo cada vez mais intimide com o meu interior. Gratidão.
Hoy aprendí sobre el significado de un discurso, como el peso de cada palabra llevan una gran diferencia, la mezcla de argumentos, junto a las experiencias vividas, unidas como una opinión muy propia, el desahogo de mi libertad de expresión, con la presencia de la verdad, llegar a tocar hondo a los corazones hasta el punto de hacer llorar a algunos de los presentes.