o que eu mais gosto no Tumblr é a coragem com que expomos nossa tristeza...
obrigado por tirar a máscara, eu te vejo!

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o que eu mais gosto no Tumblr é a coragem com que expomos nossa tristeza...
obrigado por tirar a máscara, eu te vejo!
Poema para Drummond.
Caruaru - PE / 2026
Livra-me
A Tal Sugestão Sui Generis
Tais detalhes que habitam a dança Lâminas de gesso, contração de mistérios Como se escrevesse com os dentes Em recipientes oriundos de um barro deteriorado
O que transforma a observação em gran angular? A maneira com que o voyeurismo vira cinismo? A vontade com que o voyeurismo vira cinema? A intensificação voyeurista à novas vigílias?
Todo cotidiano é domesticado Alcançando sonhos, alcançando o impacto Desvirtua-se a prepotência inconstante Quebrando rosas ainda no caule
Rosários são milênios materializados O pensamento é simultaneamente andrógeno E impulsiona um Tânatos por segundo Todas as coisas fúteis estão sob suas permutas
Quartos vazios reivindicados por moscas E quem mais quiser invadir-me o corpo Casa que Borges nenhum enfrenta Há um surrealismo em toda essa provação
Outra vez, um vaso quebrado rouba minha atenção Ao ver a terra, os olhos iluminam-se e a narina a encontra Como se fosse preciso reconhecer seu perfume decrépito Para ter a certeza que ainda há vida nesse aquário sintético
Desfeitas são métodos às saídas E tudo que gira é uma boca circuncisada Capaz apenas de comover-se em receitas Temendo a própria voz, um réquiem minguado
Recaídas cenográficas saltadas da garganta Um termo nostálgico carrega a calma ao ambiente Fluí um velório de memórias enclausuradas A cada gesto com pompa orientado ao interlocutor...
exterior. dia. Trocando minha pura indiscrição pela tua história bem datada. Meus arroubos pela tua conjuntura. mar, azul, cavernas, campos e trovões. Me encosto contra a mureta do bondinho e choro. Pego um táxi que atravessa vários túneis da cidade. Canto o motorista. Driblo a minha fé. Os jornais não convocam para a guerra. Torça, filho, torça, mesmo longe, na distância de quem ama e se sabe um traidor. Tome bitter no velho pub da esquina, mas pensando em mim entre um flash e outro de felicidade. Te amo estranha, esquiva, com outras cenas mixadas ao sabor do teu amor.
Eu, nadava muito pra quem nadava no nada.
Vagava muito, pra quem era um vagalume.
Me movia tanto, para quem era uma estátua.
e exalava muito pra quem não usava perfume.
Me escondia muito, hoje, conto tudo no nada.
Ouvia o meu EU baixo, e hoje, aumento o volume.
Vou morrer cedo, acho. Não vou me fazer de tábua.
Mentia pra mim mesmo, pra quem hoje, se assume.
Me amarrava tanto, pra quem hoje, desata os nós.
Eu era muito índio, pra quem hoje, é Brasileiro.
Me calava tanto, pra quem hoje, fala por nós.
E julgava muito os outros e hoje me olho no espelho.
Machucava muito e hoje sou O CURATIVO.
Pensei que eu não brilhava, até que eu olhei pro céu.
Estava me decompondo mas hoje estou VIVO.
O mundo era cinza até que me deram tintas e um pincel.
E antes eu não tinha raça… era humano.
Hoje, prefiro ser vira-lata.
Andando certo com errado, sim!
Mas porque aceito que eu não consigo ser perfeito.
Hoje eu sou grato. Pra quem ganhava a mão e queria a pata.
Antes eu queria ter sorte e hoje sou meu próprio amuleto.
#JapaVive.
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