Sou Roberto, cromoterapeuta, e aqui compartilho um espaço dedicado ao equilíbrio emocional, ao bem-estar e à harmonização através das cores.
Trabalho com uma abordagem suave, acolhedora e não invasiva, ideal para quem:
• sente ansiedade silenciosa
• carrega responsabilidades demais
• está emocionalmente drenado
• busca leveza e clareza interior
• deseja cuidar da energia sem rituais pesados
A cromoterapia atua reorganizando o campo emocional, acalmando a mente e restaurando a harmonia interior.
Meu objetivo é oferecer um ambiente seguro, tranquilo e respeitoso — onde você possa simplesmente respirar, equilibrar e recomeçar.
Jacek Żebrowski i Patrick Leftwich uruchomili złote wspomnienia z czasów korzystania z psychologa na NFZ
Pamiętam jak się do niego zapisałam, po tym jak Edek skomentował mi wiersz, po angielsku chyba pisany, że "średniak-opisowiec", czy coś. Dla mojego umysłu to była "prawdziwa" tragedia
Po przyjściu do psychologa na NFZ i posłuchaniu tego pierdololo jednak bardzo szybko zrozumiałam, że już lepiej sama se pomogę, pracując nad własnymi emocjami i umiejętnością przyjmowania krytyki.
Krytyka działa na mnie dopingująco, staram się być lepsza w tym co robię, więc chyba są postępy. Oczywiście zdarza się epizod dawnej mnie, ale już o wiele lepiej.
Więc to ważna społecznie funkcja takiego psychologa - nauka samodzielności
cada dia mais temos visto terapeutas alternativos e holísticos surgindo, o que é interessante, importante.
isso pode representar um movimento bonito de essas pessoas buscarem, se for realmente o caso - trataremos mais sobre, um trabalho, uma profissão, que envolva entrar em contato com as complexidades dos outros.
afinal, o ideal é sempre trabalharmos com o que aquece o nosso coração - isso é reflexo de felicidade Real. e quem trabalha com amor, reflete muito mais, impacta muito mais, que quem trabalha apenas por valor $ - o que, infelizmente, pode gerar um olhar voltado para si e para a própria sobrevivência.
apesar disso, sabemos e compreendemos que em grande maioria, muito mais pessoas se veem em poucas oportunidades de emprego, acabando por se manter em algo apenas pelo financeiro. e isso é altamente compreensível.
mas quando estamos falando daqueles que puderam escolher com bem mais facilidade e liberdade o que trabalhar, que puderam escolher os cursos, que seguem tendo oportunidades de se profissionalizar, viemos lembrar e perguntar:
Você faz o que faz por quem?
a máxima é olharmos sempre ao nosso público alvo.
todo público alvo de uma profissão, qualquer que seja,
precisa ser o seu foco, o seu olhar, o que te fez escolher essa profissão.
se a profissão foi e é apenas sobre VOCÊ, vale a pena revisitar a sua escolha.
tanto investimento para impactar ninguém da forma mais presente possível?
tanto investimento para um resultado pequeno?
você é capaz de mais.
e deveria ter consciência e responsabilidade sobre isso.
e por que eu estou sendo tão ousada de adentrar na sua escolha profissional para te fazer refletir?
ainda estamos muito voltados a um padrão de autoritarismo que se reflete em diferentes áreas da vida:
nas escolas, professores autoritários e rígidos ainda são fortemente presentes, aqueles que mais querem "doutrinar" que educar de fato, que mais punem que escutam, que não dão espaço para comunicação não violenta (CNV, um método, por sinal, e indico para todo ser humano, independente da profissão),
médicos de diversas áreas, desde o corpo até a mente, que ainda querem mais reforçar um status e uma posição de dominação intelectual que realmente escutar o paciente para encaixa-lo adequadamente em um diagnóstico,
advogados que ainda são tão voltados ao próprio ego em uma causa, em um processo judicial e menos em como o resultado - e o curso - do processo impacta os seus clientes e os outros envolvidos.
as pessoas ainda não sabem usar os poderes que têm - inclusive o poder intelectual - de forma empática e altruísta.
e não estou sendo ilusória ou sonhadora.
estou sendo clara ao te lembrar que quem quer, impacta.
e quem está perdido nas confusões do próprio ego, muito provavelmente não impacta - pois não direciona energia para esse objetivo.
e quem não impacta tanto, mais gera confusão no processo do outro que contribuição.
Não é sobre dependência entre cliente e profissional - bem longe disso!
Existe uma linha bem grande, nem tênue é, é grande, que separa esses dois pontos: equilíbrio e dependência.
é possível ser harmônico, empático, justo, altruísta, pensar nos outros também, e ainda assim ter sucesso, ter reconhecimento e alcançar de fato felicidade.
e no caso dos terapeutas holísticos, o que eu, terapeuta holística, sinto falta?
sinto falta de ver colegas que entendam o que é ser um terapeuta, em primeiro lugar: Escuta ativa.
quantas vezes fui ser atendida por colegas e eu, inclusive por já ser da área, perceber um padrão crescente de desarmonia entre servir e atender?
eu acho extremamente importante lembrar a todos que estão caminhando para os trabalhos com energia, espiritualidade, mundo interno dos outros, que não é sobre "ser um caminho fácil pra ganhar dinheiro", por amor, se o interesse é puramente financeiro, não mexa com o interno de outro alguém.
não há conteúdos mais sensíveis que aqueles que temos no nosso subconsciente e inconsciente.
mexer com isso demanda conhecimento sim, mas também e especialmente respeito, empatia. se não há esse ingrediente, não há conexão. se não há conexão, não há troca, se não há troca, como ocorre o Processo Terapêutico em si?
parece mais uma relação crua de prestação de serviços...
já temos um nível de consciência pra sermos e manifestarmos muito mais que uma coisa fria assim, concordam?
estamos em um período de transição planetária.
amor neutro precisando emergir mais que antes, muito mais.
empatia, é um dos pilares do amor.
conexão, presença, entrega, também.
Não é sobre dominar técnicas.
precisa ser sobre impactar vidas. não num sentido de "salvar os outros", mas em um sentido de: como posso impactar essas pessoas dentro do que eu tenho para dar?
e se sente que não tem o que dar, então é o caso de SE TRABALHAR antes de atender alguém. apesar de que todos temos no que contribuir. mas se há dificuldade com empatia, com escuta ativa, com acolhimento, talvez o caminho terapêutico com os outros não seja o ideal pra agora, mas sim o de você buscar um cuidado terapêutico pra você.
Ser terapeuta entregue é sobre
encontrar-se com mundos internos.
respeitar os limites seus,
e o do outro
isso sim é equilíbrio!
nem um, nem outro. sem extremo de ego, separação, distanciamento, frieza, correção, e nem de salvação, sacrifício.
E não mais refletir ou querer repetir aqueles padrões de autoritarismo,
controle
correção
Coerção
que se tornam ainda mais delicados quando envolvem uma busca por justificar esses comportamentos com base em algo invisível, mas que profundamente o cliente sente, acredita (Espiritualidade, Fé, etc).
"a espiritualidade diz X para você"
sendo que na real, é o ego do terapeuta falando.
ou a mente enviesada ou julgadora dele que na realidade não se conectou com Espiritualidade durante a técnica, só ficou avaliando mentalmente e não pelo coração (pois é no coração que está a intuição e a sabedoria, não na mente, que é uma ferramenta interpretativa para a consciência).
cuidado!
tenha cautela, busque entender seus próprios instintos quando falamos de Espiritualidade. seu ego tá pronto pra servir ou ele quer ainda dominar alguém por meio de algum tipo de "sensação de superioridade"?
tenha mais respeito.
em especial pelo processo do outro.
Tenho visto muuitos colegas extremamente focados em
padronizações, pouca escuta ativa
conclusões generalistas, escutam muito pouco
dão relatórios sem escutar nuances emocionais de cada processo e transmitindo muitas vezes conclusões de coisas que sequer caberiam no contexto da pessoa se eles escutassem realmente
uma pressa para realizar atendimentos
atendimento de massa, atendimento em quantidade e não em qualidade
gerando uma mercantilização de terapias ( e da energia! ) sem um contato profundo e empático com os conteúdos tratados, como se literalmente fosse apenas "um operador de mesa radiônica" ou um mero "aplicador de técnicas".
se assim o é, se apresentem assim daqui em diante.
pois terapia é PROCESSO.
é conversa.
é diálogo.
é troca.
é humano.
terapia
não é numérica.
não é crua, engessada, fechada, padronizada.
é individual, personalizada, em que sentido? no sentido de cliente pra cliente.
isso é Comunicação não violenta.
e é empatia.
e também é um ensaio de Amor neutro, amor universal - que em muitos níveis estamos longe de alcançar. pelo ego.
então, se você quer ser mais canal da Luz, tente entender como ela age:
a Espiritualidade age na pressa?
ela interromperia a fala do cliente?
ela traria relatórios com conclusões precipitadas, ou nem traria conclusões, e no máximo plantaria sementes, às vezes até simbólicas, e não tão conclusivas ou enviesadas... para os clientes SE CONHECEREM por si próprios?
(muitos terapeutas querem enfiar, trazer, projetar conclusões nos clientes, conclusões enviesadas, mascaradas de expansão de consciência mas que muitas vezes também são outros rótulos, rótulos dos 'egos espiritualizados' que se colocam em posição de superioridade às demais pessoas, exemplos: "os números seguem mostrando que tal coisa não está fluindo, (não busca causas, se é que a técnica usada poderia oferecer clareza sobre as causas, tudo depende de qual se trata, não conversa com o cliente), talvez seja a hora de sair da vitimização e agir". poxa? que simplismo e banalização.
já vi algo assim também:
"de novo seus chakras estão desequilibrados, nossa!
tem que manter tudo em equilíbrio para a energia estar alta."
em vez de trazer algo do tipo: o que vem ocorrendo em sua vida?
meus amores leitores e terapeutas, e clientes também: a coisa mais NORMAL do mundo são os nossos centros energéticos se desequilibrarem. nada mais normal que isso. não caia na enganação de perfeição. toda mudança ocorre a partir da consciência.
em vez de olhar para "qual a causa desse desequilíbrio? o que meu cliente vem passando? to atendendo ele/a e nem sei?"
muitos trazem protocolos sem sentido de perfeição sendo que um desequilíbrio de chakras é um mero sintoma. não a causa.
e qualquer terapeuta que realmente entenda o propósito de Ser Terapeuta compreende que: a causa deve ser o olhar. só querer 'curar' sintomas é olhar para os efeitos e não é cura real.
amado, amada, eu sou humana e eu flutuo. amém. sou normal. aceito e acolho as minhas ondulações emocionais.
não sou um boneco espiritualizado (um extremo que pode estar sendo criado, infelizmente, que caminha similar ao extremo do boneco da estética ou boneco da academia, o do 'corpo perfeito')
e sou Terapeuta.
mas não vejo a vida dessa forma.
a Espiritualidade da Luz sequer grita uma coisa, um padrão que enxerga em alguém. por mais claro que seja, ela deixa a pessoa descobrir, ela respeita o livre arbítrio, ela não quer forçar "evolução" a ninguém
e, no máximo, dá pistas, chama a atenção, não quer violentar ninguém forçando etiquetas e processos emocionais fortes antes da hora certa.
então, não se veja como o detentor da verdade ou da razão do mundo interno do outro.
menos muitas vezes é Mais!
busque maneiras de contribuir com as pessoas sem que isso seja excessivo. responsabilidade emocional.
"Paty, mas se eu faço isso, não me torno muito responsável pelos outros, isso não é equivocado?"
não. é sobre equilíbrio.
ter responsabilidade emocional
pelo que diz,
se é pra dizer,
se não é,
o tom que diz,
vai de encontro com a Comunicação não violenta, um método, inclusive, que é libertador pra nós e pro nosso mundo exterior quando colocamos em prática.
o que o outro sentirá com o que você diz, é responsabilidade dele, sim.
mas o Como, o Que e a Intenção do que você disse, é sua responsabilidade.
e é disso que estamos falando.
se você fala para corrigir o outro e não para contribuir, tem vibe de punição em você.
se fala para controlar, emana vibração de autoritarismo que carrega contigo ainda.
alguns que podem ser atendidos sequer sentirão isso os impactar, pois não haverá nada no campo deles que ressoe com o seu, no sentido de autoridade, controlar, correção, coerção.
mas se houver… eis um impacto não saudável, não belo.
e desde já, se existe esse risco comportamental em você, é algo a ser cuidado. pelo bem seu e dos demais.
e aí voltamos ao ponto inicial:
por que você se tornou terapeuta holística/o?
o que você quer com isso?
às vezes, a depender da técnica, como as radiônicas, o relatório, se não bem manejado, pode sair muito técnico, operacional, pouco empático, truncado, como se fosse uma avaliação do outro, uma avaliação de performance. "em números, você é X, Y e Z".
amados.
nenhuma mesa avalia ninguém em essência.
avalia as frequências do momento. eis porque tão perigosa a interpretação e avaliação, se não dita com amor, respeito e consciência de que é uma frequência e pronto.
foi limpa. pronto.
vamos trazer o que surgiu do que tivermos realmente visto para você ter consciência, mas não para te apontar o dedo.
é esse o caminho.
Estamos aqui para nos aprofundarmos e entender as causas (as nossas verdadeiras raízes, o que demanda autoconhecimento), e não para tentar olhar só para efeitos, sintomas e querer, com pressa, apaga-los.
Esse é outro ponto:
muitos terapeutas holísticos podem criar um comportamento, reflexo de um desejo do próprio ego, de querer apressar as realizações de sessões a mais, eu já vi muito disso também, utilizando também justificativas sobre "olha como o número está baixo" - quando se fala em mesa radiônica, por exemplo.
meus amores, vamos lá:
as mesas radiônicas sempre respondem às perguntas feitas, afinal, é uso de pêndulo.
as mesas tratam o agora, e não o todo, o quem eu sou, porque o quem eu sou precisa ser olhado camada por camada, é sobre o agora que "a mesa" (na realidade, o pêndulo) vai responder.
e, ainda, se a mesa sequer foi feita com o propósito mais profundo de autoconhecimento, se é algo mais "quero limpar isso aqui e me livrar", seja intenção do cliente ou do/a terapeuta, como podemos entender os números?
nada mais sensível que a captação das energias. elas flutuam. DEFINIR ALGUÉM POR UMA MEDIÇÃO EM MESA RADIÔNICA, sendo que a frequência oscila, é um perigo.
não faça isso.
não seja nonsense, por amor.
ninguém quer ser enfiado em uma caixa.
as mesas radiônicas trabalham com frequências, ajustes, logo, refletem O MOMENTO, não necessariamente os padrões.
outro ponto que quero agregar é que muitas vezes os colegas não compreendem que a abordagem que eles querem ter não é compatível com a técnica - e isso é, ao mesmo tempo, curioso:
querem trabalhar trazendo Luz aos traços de alguém?
busque uma técnica que realmente movimente autoconhecimento de forma direta. e isso é bacana, pois toda técnica deve ser primeiro autoaplicada, o terapeuta experimentando em si, logo, ajudará o ser a se conhecer também.
querem trabalhar apenas análises, ajustes e correções? tá tudo bem, vá/siga nas radiônicas, porém com o conhecimento e consciência de que elas são um limite na energia. elas não trabalham a profundidade dimensional de um ser. trabalham correções e ajustes energéticos, lembre-se: Radiônicas, movimentam radiestesia (energia, captação do momento) mesmo que sim, possam trabalhar vidas anteriores, ainda assim, é em nível de ajuste muito mais cru, racional, fechado, limitado.
querem conhecer a multidimensionalidade de um ser, o contato com diversas facetas pra além de números? indico as Multidimensionais.
inclusive muuuuitas delas nos ensinam sobre o que é verdadeiramente ser um canal - aprender, estar a serviço, e entender que tem seres mais capazes no momento, com aprendizados conscientes e já mais integrados sobre Amor universal e que são capazes de realmente levar a cura nos níveis possíveis - porque são esses seres que nas terapias Multidimensionais movimentam ainda mais as coisas, e não as geometrias dos gráficos, ou as ferramentas da mesa radiônica, que também contam com egrégoras de Luz, mas nelas, o nosso contato a eles é menor.
logo, como querer dizer tanto de alguém se eu nem contatei aqueles que realmente estão cuidando desse alguém?
nas Multidimensionais, conforme nos abrimos na intuição, conexão (que são partes abstratas, subjetivas, pessoais, personalizadas, logo: não padronizadas, não mercantilizáveis, são algo mais humano, não mecânico) aí sim podemos entender muito mais dos traços do outro.
e sequer uma terapia em si, por mais profunda que fosse, pode ser usada para definir alguém.
A partir do momento em que se abre um campo, o campo está aberto, e você, terapeuta, é apenas um canal, você não cura nada, você apenas serve de canal para a cura ir ocorrendo aos poucos ou, se já for o caso, a depender da questão, ocorrer agora, nesse espaço-tempo, mas nunca é você quem faz.
Você é canal.
e, por sinal, se nem escuta ativa você está conseguindo oferecer, como você teria energia em seu campo para oferecer cura? curar o que você sequer quis escutar? sequer quis entender, se aprofundar?
quem faz esse trabalho é mais profundo que apenas um ser que talvez esteja buscando a afirmação do "ego espiritualizado".
tenha mais cautela.
E mais respeito.
se eu atendo alguém,
mas sequer escuto esse alguém,
só faço medições em números na mesa,
perguntas ao pêndulo - atente-se a sua intenção quando as faz;
Ativo ferramentas,
e finalizo a mesa,
como posso definir alguém?
se nem a sua história escutei?
"ah, mas se deixar o cliente fica contando a vida dele toda…"
eita!
eis um ponto delicado.
desde já uma resistência do ego à escuta.
o que quero dizer não é sobre obrigação em escutar todo mundo. devemos estabelecer também limites à nossa energia.
é mais sobre eu enxergar uma resistência em fazer o básico disso, mesmo em um ambiente voltado a isso: um ambiente terapêutico. relacionado à profissão que eu mesma escolhi. tem algo a ser redefinido internamente.
por que é irritante escutar as questões internas dos outros, pra nós humanos?
se também temos as nossas?
por que, 'terapeuta', é tão incômodo se permitir ouvir e aprender mais sobre o humano?
é bacana sim estabelecer limites quando couber, especialmente se existir dependência do cliente com o terapeuta. mas nem isso exclui uma escuta ativa. no máximo inclui um limite.
agora, excluir escuta sempre, e torcer o nariz pra ideia de escutar as pessoas? isso sim alarma - em especial por estarmos falando de um ambiente terapêutico.
Ao fazer isso,
não estamos muito distantes do que realmente é atender um humano?!
e eu vejo que qualquer terapeuta, seja de qual área for, precisa entender que se trata de um campo de alta sensibilidade, que pede amor, empatia, acolhimento,
e não tratamento mecânico, mercantilizado, numérico, performatório e que busque "corrigir" ou "apontar imperfeições" nos outros.
e com a holística, isso é ainda mais sensível porque estamos falando do Todo dos seres que pode emergir na terapia (holístico = olhar pro todo).
Outro aspecto debatido com o Gemini foi: quando uma pessoa com uma formação prévia em terapeuta se volta para o meio holístico buscando ferramentas.
Você levantou um ponto excelente e cada vez mais comum no cenário atual: o profissional que já possui uma formação prévia como terapeuta (seja psicólogo, fisioterapeuta, assistente social, enfermeiro, etc.) e que busca no universo holístico…
O texto a seguir veio como de respostas a algumas interações com a IA Gemini, do Google:
—
Quais são as características e habilidades de um terapeuta?
Com certeza! A eficácia de um terapeuta, seja ele um psicólogo clínico, um terapeuta ocupacional, um terapeuta holístico ou de qualquer outra abordagem, não reside apenas na técnica, mas em um conjunto complexo de características pessoais e…