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I just can’t reblog this enough. If I filled up my tumblr with just this it wouldn’t be enough. Most of all I wish I could tell my immediate family about this because they perpetuate me growing out of creativity -.-
Party hard.
duet
Grande dueto.
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Arkham beast
Arkham city moon
White head
Quando pego algo do Lovecraft hoje em dia para ler, já sei que vou gostar devido ao meu histórico de leituras de obras dele, histórico esse que não é grande. Enfim, não tinha nem ideia de que esse livro falava de viagens no tempo quando o comprei para ler, e me surpreendeu, como sempre, como um tema "batido" como esse (apesar de na época do Lovecraft não ter sido assim um tema tão frequente) consegue ser tão rico e vasto. Sou da época, ou geração, que quando se fala em viagens no tempo, a primeira coisa que se vem na mente é o filme "De Volta para o Futuro". Não desmerecendo o filme, é claro, pois se trata de um grande clássico do qual gosto muito; mas, a história de Lovecraft vai além, mergulha fundo em mundos grotescos e hediondos para nós, humanos, sem muitas perspetivas do conhecimento de vidas extraterrestres. A transferência de mentes entre corpos de diferentes raças, através do tempo, foi algo com o qual não lembro nunca de ter imaginado, mas agora, após a ciência dessa "possibilidade", não soa tão insólito no âmbito literário, mas especificamente na fantasia e ficção ciêntifica. É como um clique repentino dizendo "Como não pensei nisso antes?" A maneira de escrever, de manter o suspense, o terror, até a última palavra da última frase de seus contos e romances é sempre genial e dispensa comentários. Agora, o prisma de visão que se abre após a leitura de uma obra dessas, é ilimitado. Paro pra pensar em quantas coisas desconhecidas que existem no universo, tanto em outras galáxias quanto na nossa e em nosso próprio planeta. O que nós sabemos até hoje talvez seja uma ínfima e ridícula parcela do conhecimento universal praticamente infinito. Quantas raças e criaturas que viveram aqui, cujos fósseis até hoje não foram encontrados? Quantos registros históricos poderão existir nas profundezas dos mares ou das areias dos desertos? Quantos desastres naturais que já ocorreram aqui e que destruíram ou omitiram informações sobre nossas origens ou sobre origens e existências de criaturas diferentes, talvez de mentes pensantes e racionais? Temos muito ainda o que descobrir e investigar e provavelmente morreremos antes de termos ciência de toda a magnitude de toda a história universal. Não há limites. Creio também que nossa sociedade não estaria totalmente preparada para lidar com isso.
Well, that all depends on how you look at it …
Ambiguous image illusions seem to simultaneously point out limitations in our visual system (dependence on shapes, edges and previous experiences in interpreting what’s in our visual field) as well as its flexibility (because in the end, most of us can see both shapes).
Think about that while you explore the young lady/old lady, rabbit/duck and whale/kangaroo illusions above.
I wonder how these work for people who experience “face blindness”, the inability to recognize and identify faces. Radiolab explored that condition previously.
Bom, tudo depende de como você olha...
Imagens ilusórias ambíguas parecem mostrar simultaneamente as limitações de nosso sistema visual (dependente de formas, "pontas", e experiências anteriores na interpretação sobre o que existe em nosso campo visual) tanto quanto sua flexibilidade (por que no fim, a maioria de nós consegue ver ambas as formas).
Penso sobre isso enquanto explora a jovem dama/senhora, o coelho/pato e a baleia/canguru, acima.
Essas imagens ambíguas são de fato intrigantes.
Quem é que cria essas imagens? De onde surgiu a primeira de todas? A resposta dessa questão deve trazer informações interessantes para nós.
Traduzido livremente do texto abaixo (com notas pessoais minhas):
Esse livro realmente é único. Acho que esse livro deveria ser de leitura obrigatória para todos. É como o "Mundo de Sofia", o tipo de livro que após a sua leitura, muda-se completamente a maneira de se enxergar o mundo exterior; e por que não o interior também?
Mostra como vivemos durante tanto tempo com um sistema educacional falido, além de apontado para o nada. Treinado e criados pra sermos o eterno funcionário, eterno dependente. Impressionante realmente ver as coisas para esse ângulo.
Depois nos perguntamos sobre o porquê de termos tão parcos recursos tão mal investidos em nosso sistema educacional. Se depender do povo como um grupo majoritário, seremos pra sempre inertes e domesticados passivamente.
Depende de cada um, ao ter conhecimento sobre o conteúdo desse livro, e de outros de qualidade similar, passar para seus filhos esses ensinamentos, essa maneira mais real de se ver o mundo.
Quem sabe, daqui há algumas décadas ou séculos, essa sementes plantadas agora não possam purificar nossa sociedade tornando-a um lugar mais justo para se viver.