O problema dos engraçadinhos que…
uma hora você está se acabando de ri
e na outra…
se acabando em gemer

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O problema dos engraçadinhos que…
uma hora você está se acabando de ri
e na outra…
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Flores
Pero ¿de dónde sacas esas flores que, con sigilo, me dejas en la ventana cada mañana?
¿Qué luna te dicta esos versos que al alba deshilas en poesía, como quien ama sin hacer ruido?
¿Qué no supimos antes, para habernos regalado flores sin esperar a la primavera… o incluso teniéndola dentro?
Tú escribes mi nombre y yo, un día más, guardo el tuyo donde solo laten las cosas que no se pierden.
Un beso y una flor
"Cometierra", de Dolores Reyes
ASMODAY Ayer Avage Aloren Asmoday Aken Hail Asmoday. Agios Asmoday
O Ceifador do Jardim da Morte e o Sigilo Falx Bellicum
O Ceifador do Jardim da Morte é denominado como o primeiro Lavrador dos Mortos, aquele que, brandindo a foice primordial, abre os sulcos do cemitério eterno e cultiva no solo das ossadas a semente da Luz Negra. É um aspecto da divindade necrosófica que governa a colheita espiritual, transfigurando a imagem da Morte em agente de fertilidade fúnebre, onde os cadáveres são como sementes lançadas ao abismo para brotar em novas formas de poder. Sua importância ritualística é central: representa a mão que corta o fio da vida e recolhe para si as almas, conduzindo-as ao Jardim da Morte — um lugar intermediário entre o mundo dos vivos e o reino das trevas, onde o ciclo de dissolução e renascimento oculto acontece. Invocar o Ceifador é convocar não apenas a presença da morte inevitável, mas também a força que transforma a putrefação em alquimia espiritual.
A foice é seu símbolo maior, instrumento que tanto destrói quanto abre caminhos. O Jardim da Morte não é apenas metáfora, mas o campo funerário do iniciado, o cemitério oculto onde cada ossada é uma semente de sabedoria. Assim, o Ceifador é visto como o jardineiro dos cadáveres, cuidador do crescimento espiritual que floresce apenas na escuridão da sepultura. Ele é, portanto, a própria força de Qayin manifestada em sua tarefa ancestral: o Lavrador condenado, cujo labor eterno é nutrir a terra com os frutos da morte. Na corrente falxiferiana, o Ceifador é reconhecido como um guia e como o portador da lei inexorável da dissolução. Sua presença nos ritos traz ordem ao caos dos espectros e disciplina aos espíritos convocados, pois ele é a personificação do trabalho eterno sobre os mortos. Ele mantém vivo o pacto primordial entre Qayin e as potências do Abismo, servindo como eixo entre a necromancia ativa e a fertilidade cadavérica do solo sagrado. O Ceifador é invocado por meio da foice ritual e do círculo funerário traçado com ossos moídos e cinzas mortuárias. Seu nome é chamado em conjuração, junto ao sopro da Luz Negra e o fogo invertido das velas do cemitério. O oficiante deve posicionar oferendas de pão negro, vinho escurecido e sangue, depositando-as aos pés da foice erguida, para que o espírito do Ceifador se manifeste. Como primeiro Lavrador dos Mortos, ele não apenas corta a vida, mas semeia na morte. Sua atuação é dupla: colher almas e plantar nelas a centelha da claridade abissal, guiando o iniciado pelo processo de morrer para renascer em sabedoria. É sob sua guarda que o necromante trabalha o solo fúnebre do cemitério, transformando ossos em oráculos, pó em poder, e sepulturas em templos. O jardim, ou campo de colheita, que tornou-se amaldiçoado após Qayin matar Seu irmão nascido da argila, que a partir daí não mais cedeu os "bons frutos" da natureza para Ele. Através do ato de assassinato, Qayin separou a si mesmo da ordem natural do mundo e, portanto, tornou-se o Mestre Coroado de Espinhos da terra manchada de sangue e ceifeiro dos frutos proibidos do Jardim do Lado Noturno da Morte. É dentro deste contexto que Qayin tornou-se o governante de todos os aspectos perniciosos e poderes demoníacos que são despertados dentro do Reino Verde. Por causa de Seu sacrifício, aqueles aspectos poderiam ser lançados adiante como as sementes do Sitra Ahra, de seu lugar de origem dentro dos campos negros de Nahemoth, nos jardins de Malkuth.
Esta visão a respeito do aspecto verde de Qayin difere de otras certas tradições que o têm identificado como "Homem Verde" sem levar em conta a maldição do demiurgo que o colocou eternamente além do escopo de uma mera deidade vegetativa universal e natural. Qayin não deve ser confundido com um "deus agrícola" ou "espírito natural" de semeadura e colheita, pois Ele claramente foi exilado para caminhar fora dos limites da natureza ordenada. É por essa razão que Qayin Messor, dentro do culto da morte, é identificado como o Mestre de todas as plantas venenosas e espinhosas. Ele é o Deus do Lado Noturno que governa os trabalhos do proibido Ars Veneficium através do qual o poder é canalizado da esfera da morte por meio de certas sementes, raízes, ramos, galhos, resinas, ervas, cascas, folhas e espinhos. Esta manifestação específica do Senhor da Morte é visualizada na forma de um esqueleto despido, coroado com uma coroa de espinhos, Seu corpo de ossos drapeado com vinhas agarradas como hera venenosa, folhas, espinhos e musgo verde. Em contraste à algumas outras formas do Portador da Morte, Qayin Messor carrega uma foice (falx messoria) em Sua mão esquerda, ao invés da segadeira mais comum. Como já mencionamos, o cravo vermelho representa o primeiro sacrifício de sangue de Qayin, mas ele também simboliza todos os outros sacrifícios que intentam conduzir à vitória do Espírito/Fogo sobre a argila/carne limítrofe. O cravo vermelho (tanto frescos quanto secos) é, portanto, incluído entre os símbolos mais importantes de Qayin Messor, o Ceifador, junto com a coroa de espinhos (feita de ramos espinhosos de espinheiro-negro ou de rosa) e o crânio verde. Ele carrega uma foice que foi abençoada e marcada com símbolos relevantes, e cuja lâmina foi ungida com "sangue verde" de sete plantas venenosas conectadas ao Mestre Qayin. Dentro de nossa tradição, a árvore que personifica a essência de Qayin e pode atuar como um portal para os aspectos sombrios das outras plantas é o espinheiro-negro (prunus spinosa), conhecida pelos Romanos como: "Bellicum, a árvore de conflitos e derramamento de sangue". Esta árvore espinhosa, que pode crescer tão alto quanto a dois metros de altura, tem longos espinhos que frequentemente são usados dentro de trabalhos tradicionais de feitiçaria e magia-popular para amldiçoar e trazer morte aos seus inimigos. Estas longas, pontas afiadas de espinheiro-negro podem ser de até 15 cm de comprimento e, de acordo com a tradição, acredita-se ter surgido quando o sangue da primeiro vítima de assassinato foi derramado sobre o chão. Por causa disso, eles representam os mesmos poderes como a foice sangrenta de Qayin Mortifer, mas eles também são fortes ligações aos poderes da segadeira envenenada de Qayin Messor. O demônio do espinheiro-negro também é considerado um fiel "famulus" (espírito servidor) de Qayin Messor que possui o poder para criar um ponte para o Jardim do Lado Noturno da Morte. Por causa do antigo pacto de sangue entre Qayin e o espírito do espinheiro-negro, é sempre necessário para os seguidores da Ceifeiro Canhoto sacrificar pelo menos três gotas de seu próprio sangue, em adição a outras certas oferendas, cada vez que eles colhem raízes, cascas, folhas, galhos, flores, bagas e espinhos desta árvore Saturnina. O pagamento de sangue é geralmente pego do dedo médio da mão esquerda, e é pingado diretamente sobre a(s) parte(s) do espinheiro-negro da qual foi colhida.
O Sigilo de Falx Bellicum é a marca ritualística do Ceifador do Jardim da Morte, gravado como um selo de guerra e de ceifa, representando a foice não apenas como instrumento de colheita, mas como arma espiritual. Nele se condensam as correntes de dissolução e o poder combativo da Morte, tornando-se um emblema de autoridade no trato com os espíritos e na abertura dos campos fúnebres. Este sigilo é um chamado à ação da foice, que corta, rasga e separa, abrindo o caminho pelo qual o oficiante pode atravessar o véu dos vivos. Sua forma, composta de traços que remetem ao arco da lâmina e à linha descendente da colheita, é uma representação visual da queda, da inevitabilidade e do trabalho do primeiro Lavrador. Ao portar ou desenhar o sigilo, o necromante carrega consigo a marca da Morte ativa e fértil. O Sigilo de Falx Bellicum é inscrito em altares, caveiras, ossos ou lâminas, e serve para ativar a presença do Ceifador. Funciona como chave e como selo: chave para abrir o Jardim da Morte e selo para conter e direcionar as forças espirituais evocadas. Nos ritos necrosóficos, ele age como uma âncora energética, fixando a força do Ceifador no espaço ritual e garantindo que o trabalho da ceifa espiritual se manifeste. Além de seu papel evocatório, o sigilo também atua como um sinal de proteção. Ao marcá-lo sobre objetos ou sobre o próprio corpo, o oficiante sela sua ligação com a foice e afasta correntes hostis, mantendo-se sob o amparo do poder do Lavrador dos Mortos. Ele é, portanto, tanto uma arma quanto um escudo dentro da senda falxiferiana. O Sigilo de Falx Bellicum é o símbolo da inevitabilidade da Morte e do labor eterno de Qayin como o primeiro Ceifador. Ele reforça o pacto entre o adepto e o reino dos mortos, lembrando que cada rito é uma semeadura e cada oferenda, uma colheita. Sua relevância está em conectar o praticante ao ritmo cósmico da dissolução, permitindo que cada trabalho de necromancia floresça em força e em disciplina sob a regência do Ceifador. Ao portar este sigilo, o necromante afirma-se como servo da foice e parte do ofício eterno de cultivar no cemitério os frutos da Luz Negra. Ele é a marca da guerra contra a estagnação da vida profana e o emblema da vitória da Morte sobre o transitório.
Este Sigilo, que é ligado tanto à essência do demônio do espinheiro-negro quanto à foice envenenada do Primeiro Ceifador, tem o poder de abrir as estradas proibidas e destrancar os portais do Reino Verde. Ele é, portanto, considerado uma das chaves para os Jardim da Morte que, pelo nosso Senhor, é cada vez mais regado com o sangue da raça dos nascidos de argila de Adão. O sigilo Falx Bellicum pode ser ativado e usado de muitas formas diferentes. Em conexão aos trabalhos mais exigentes, é habitual cercá-lo com um círculo de espinhos feito com ramos de espinheiro-negro que são entrelaçados e, se necessário for, amarrados com fios vermelhos ou cordas. O círculo de espinhos é posicionado sobre o chão e a parte interna do sigilo é marcada dentro dele com a ajuda de um pó fino feito de casca, folhas, flores e bagas secas do espinheiro-negro, misturados com uma parte igual de terra moída de cemitério que, dependendo da natureza do trabalho a ser feito, pode ser trazido de um túmulo ou algum outro ponto de poder dentro do cemitério. Um caminho alternativo para usar o Sigilo Falx Bellicum é pintá-lo e seu círculo de espinhos sobre um pedaço de papel purificado e consagrado, ou alguma outra superfície adequada, com tintas mágicas preta e verde. A tinta preta deve conter cerca de um colher de chá de fuligem de uma vela preta que tenha sido acendida em frente a uma árvore de espinheiro-negro como uma oferenda a este demônio (uma colher é mantida sobre a chama da vela até a fuligem suficiente ter sido recolhida, que depois é raspada e guardada; este preocesso é repetido até fuligem suficiente ter sido adquirido), em adição às cinzas dos sete espinhos queimados da mesma árvore, uma colher de chá do solo que tenha estado em contato físico com as raízes da árvore, as cinzas de sete espinhos queimados de rosas, e uma colher de chá de mirra em pó.
Batman: Arkham Asylum (2009). Rocksteady Studios.
¿Alguna vez te has preguntado por los símbolos mágicos?
Algunos no estarían de acuerdo, pero cada símbolo mágico (o no) es un sigilo (hasta los logos de una marca). Es una forma estructurada que tiene una intención detrás.
Por medio de los sigilos plasmamos una idea, una intención, y/o una energía que queremos proyectar al universo. Hay mil maneras de crearlos, y en diferentes grimorios explican formas distintas para crearlos.
¿te gustaría aprender una manera de crear un sigilo?
Si te gustaría seguir aprendiendo recuerden seguir el camino del ermitaño, me pueden encontrar en distintas redes sociales, acá les dejare mi Link Tree:
Manifiesta tu mejor vida, siga el camino del ermitaño 🌟
Organização e sigilos 📋✨⏳
Olá galerinha, estou aqui tentando não surtar com a arruma de coisa que gostaria de fazer ao mesmo tempo kkkk então tive a ideia de fazer um planejamento semanal pra me ajudar a ficar mais de boa, caso funcione vou fazer um arquivo bonitinho :3 (que talvez não saia tão rápido né, mas é o que temos pra hoje kkkkk) caso queiram, irei disponibilizar para vocês baixarem e imprimirem quando tiver feito.
Enquanto tava escrevendo no domingo, as coisas que eu tinha pra essa semana, decidi fazer um sigilo, e então pensei "por que não compartilhar com vocês como eu faço?" XD aproveito a deixa e organizo bonitinho para colocar no grimório cheirozin ✨
Então bora lá, lembrando que é como eu faço, pra quem não sabe o que é um sigilo, sugiro dar uma pesquisada antes, não sou a melhor pessoa para explicar certinho como ele funciona(não tive tempo para fazer uma pesquisa mais profunda e trazer aqui essa questão). Pois é importante que, antes de fazer pela primeira vez, compreender como funciona, vocês podem conferir outros conteúdos para ver como as outras pessoas fazem também.
Sigilização
Primeiro é importante decidir o que você quer com o sigilo de uma forma bem clara (como por exemplo as frases “eu sou sou protegido” ou “eu sou uma pessoa protegida” para um sigilo de proteção) e então escrever isso numa folha, isso vai ser algo que irá ser trabalhado pela parte do inconsciente.
Depois disso vem o passo a passo:
1 - Cortar letras repetidas e preposições
2 - Tente formar uma nova palavra ou frase de uma forma que fique sonora e que te agrade.
3 - transformar em um símbolo ou composição. Podendo se utilizar de alguma das opções abaixo:
- tabelinha numérica/numerologia
- roda da bruxa
- quadrados mágicos (ver as correspondências de cada quadrado)
- runas nórdicas (ver os significados de cada runa, e tomar cuidado com o aparecimento de outras runas ao juntá-las, por isso é bom dar uma estudada nelas antes)
- formas das próprias letras
- ícones para representação
- relacionar com notas musicais
4 - energizar por meio de um ritual, foco, transe ou meditação.
Observação: algumas pessoas falam que precisa se fazer esquecer o significado inicial do sigilo, o nome novo que foi criado e até mesmo o símbolo, para que ele aja de uma maneira mais eficiente no nosso inconsciente. Eu não faço isso, pois gosto de usar o nome e o símbolos como um tipo de palavra de poder, mas fica aí a nota.
Vou relatar o jeito que faço, costumo pegar a palavra/frase que criei e ver na tabela numerológica quais os números que correspondem a cada letra, busco um quadrado mágico que esteja alinhado ao sentido inicial do sigilo (como por exemplo usar o quadrado de vênus para um sigilo de amor próprio) e então faço traços ligando os números como na imagem que vem a seguir.
*Usei a frase “amor próprio”, mas não fiz o segundo passo, que seria de embaralhar as letras formando uma nova, pois é só um exemplo de como fazer*
A energização eu faço no dia correspondente também, utilizando como base o exemplo acima, o dia da semana mais bacana nesse caso é sexta-feira que é o dia de vênus. Tu pode ficar repetindo a palavra/frase como um mantra no dia, é um jeito simples e fácil de fazer.
Relembrando que esse é o jeito que eu faço, dei outras opções de como fazer no passo 3, como as runas nórdicas, a roda das bruxas e tals.
Espero que tenham gostado desse conteúdo :3 foi feito com muito carinho e cuidado ✨ pedi até ajuda para ver se tava compreensível, meus agradecimentos aos participantes ❤️
E é isso ai, bom dia pra galerinha do dia ☀️ e boa noite pra galera da noite 🌙✨