Talvez não seja nessa vida ainda…
mas você ainda pode ser a minha vida em outra situação, em outro momento, em um dos futuros. me deixa guardada em algum canto do teu hipocampo e fica bem até lá. Tá?!
— S → F.
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Talvez não seja nessa vida ainda…
mas você ainda pode ser a minha vida em outra situação, em outro momento, em um dos futuros. me deixa guardada em algum canto do teu hipocampo e fica bem até lá. Tá?!
— S → F.
ainda
Te quero. Como sempre quis. Como sempre menti.
Mas meus olhos sempre te declararam.
Te quero. Como sempre quero. Como sempre espero. Como sempre te beijo. Como sempre te enfrento.
Rústico. Atônito. Ardente. Disruptivo. Imponente. Selvagem. E arredio.
Arredondando na palma a tua polpa.
E você sempre vai ficar aqui. Nos teus sorrisos. Nos teus desvios. Nos teus artigos e decretos. Vou te despir.
Sempre.
Nos meus pensamentos. E no secreto. Te verso.
Na quietude do que tanto quero.
Notando a calma que nunca me paira.
É ali. Onde as chamas dançavam com a fogueira que não machuca.
E te quis.
Eixo Noir
Sentir, às vezes, é difícil de descrever.
Sentir não é algo palpável, mas quando toco você, é.
Não é algo visível, mas quando olho você, é.
Sentir nem sempre é bom, mas por você, é.
Sentir é difícil de letrar, como tento fazer agora e falho nesta tentativa.
Ao invés de suicídio, você pode jogar sua vida fora fazendo as loucuras que sempre sonhou
Desrealização
Aqui estou: sujeito de minha própria existência,
em pé, diante de mim mesmo,
olhando meus olhos vazios de sentido
enquanto tento reconhecer-me no meu reflexo
Meu corpo tem vida própria e eu o observo:
agindo cuidadosamente,
seguindo seus próprios planos,
enquanto meu ser permanece reclinado em si
Minhas mãos são de outra pessoa,
meu corpo não pertence à mim mesmo.
Há outro em mim e não o reconheço
Só vejo sua marca nas margens das minhas palavras mal-ditas
Minha pele inteira derrete e se esvai
meus olhos fogem do mundo
sobra em mim uma essência vazia,
de um eu que não reconheço
Conhecer-te é entrar num labirinto.
Ninguém está pronto pra essa busca.
Mas não há caminho de volta:
Apenas a esperança de um dia encontrar a saída
B. Ardana
Ei cosmo
E eu sinceramente não sei mais o que fazer, se contraceno junto as dezenas de páginas dessas documentações horrendas escritas em inglês ou me pavimento de séries.
Me cubro a fim de me cobrir com coisas que gosto e que me faça antissocial novamente. Preciso virar quem eu era, tentar ser social é o pior erro que já cometi, as pessoas se parecem tanto comigo que me assustam.
Prepotentes, arrogantes, ingênuos às vezes, lerdos e lisérgicos em algumas horas. Ah... as pessoas são demasiadamente estranhas, não consigo entendê-las, por isso eu não me entendo.
Busco afinidade em código fonte de computador quando na verdade, queria estar afim de outrem, a pessoa na qual deito e penso toda noite, só que, ler trechos enormes de soluções técnicas parece ser mais fácil que digerir uma conversa e instigá-la com ela.
Ser social é um dom para poucos, e se isso for evolução, eu estagnei há décadas nisso, desculpe querido cosmo, não fui um bom filho.
bala
Era um segundo Ou dois E terceiras Intenções Trapaceiras Perda de ar E de tempo E de sais Onde a figura Permanecia Vívida Atrevendo Pele na pele Apetite E adrenalina Para montar No meu rosto Todo teu gosto Fartando Um animal Preso Ávido Tirante
Eixo Noir
Se não te escutam, alguma hora você vai ter que gritar