♠️_E poi il tempo per me non fu più scandito dai minuti, dalle ore,dai giorni.
Ma dall' apparire delle tue parole.
E in mezzo, c'era solo il tormento della sete e i miei demoni a farmi compagnia..🖤🌹
©️Licaonia Lupe
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♠️_E poi il tempo per me non fu più scandito dai minuti, dalle ore,dai giorni.
Ma dall' apparire delle tue parole.
E in mezzo, c'era solo il tormento della sete e i miei demoni a farmi compagnia..🖤🌹
©️Licaonia Lupe
bala
Era um segundo Ou dois E terceiras Intenções Trapaceiras Perda de ar E de tempo E de sais Onde a figura Permanecia Vívida Atrevendo Pele na pele Apetite E adrenalina Para montar No meu rosto Todo teu gosto Fartando Um animal Preso Ávido Tirante
Eixo Noir
Update on my neuro spicy eating:
My body has stopped giving me normal hunger signals. Instead it automatically goes to nausea. I think it's cause I would procrastinate eating for up to an hour after I noticed that I was hungry. I procrastinated till I had moderate/severe hunger pains. And my body was like, "well if you're not listening I'm just gonna make you miserable every time you're hungry"
Greater Malachite 💚💙
O Animal Íntimo Arredio sem Emoções
Antiguidade espontânea Tudo era mais fugaz, o tempo era outro Hoje são somente a figuração de um futuro Que nunca chega, que nunca acontece Confortável prazo Como a noite é densa A minha intenção Se evapora pelos cigarros Eu forro meu corpo com plástico Eu derreto meu espírito no plástico Eu protejo minha língua com plástico Eu falsifico minha visão no plástico O amor de vida curta E validade gentil Há de verter-se em coalhada Um fina camada de arrependimento Aos trópicos clássicos: Impertinência-impotência Pílulas urgente, pilulas de Cronos Aborda a ausência em suas fundas olheiras O tédio é inevitável, não há fuga Aceite-o com toda a honestidade Transtorna-lo em obsessividade Criará um dependência inútil de ser útil O teu próprio apetite falece Falando de enigmas e confortos Os quereres querem a permanência E a morte de toda trova burocrática A tua melhor lembrança era um segredo Escória soletrada em teus lábios velhos Os ouvidos que lhe escutam renascem E lhe buscam nos escombros de camisas amassadas...
Toda ação deve-se a uma ou outra das sete causas: acaso, natureza, compulsão, hábito, raciocínio, ira ou apetite.
Aristóteles