Muitas das vezes não precisamos fazer nada tão depressa e inventar inúmeros cronogramas em nossa cabeça.
De vez em quando, e que isso seja preferencialmente um hábito, tudo que precisamos é conversar com o silêncio e abraçar a própria presença. Sentar em algum canto ao ar livre e sentir o vento, observar o balanço mudo das árvores, respirar profundamente o aroma de um perfume que você gosta ou sentir o toque da água em seus pés quando você abre a mangueira do seu quintal.
Deitar de costas e ficar olhando para o céu imaginando todas as histórias fantasiosas como uma criança e ouvir os pássaros quando estiver no banco da praça.
Às vezes não precisamos fazer nada, apenas apreciar. Se cuidar é uma obrigação.
Vitória M.













