Regrann from @prof.ricardoviana - Nessa semana tivemos (eu, @claudio.andrelira , @navesjp , @victorcoswig @fabricioboscolo @drpaulogentil ) mais um artigo publicado sobre Treinamento intervalado de alta intensidade (#HIIT)🚴(Viana et al.2018). . Foi realizada uma análise crítica dos estudos que basearam suas intervenções no protocolo Tabata. Ao todo foram incluídos para análises, após uma longa e criteriosa triagem, 30 estudos com humanos e que citaram nos métodos pelo menos um dos estudos Tabata et al. (1996,1997). Desses estudos foram extraídos os seguintes dados: ➡Autores/ano; ➡Nº de participantes (sexo, idade, Training status, VO2max...); ➡Detalhes da variação do protocolo Tabata (equipamento (esteira, bike...), nº e duração dos esforços e pausas, controle da intensidade...); . Para facilitar a compreensão resumirei os resultados: ➡Apenas um estudo (Scribbans et al., 2014) obteve qualidade 7 em uma escala até 11. Os outros estudos tinham baixa qualidade; ➡A partir do ano de 2011 ⬆ a quantidade de estudos que embasaram seus estudos com os artigos Tabata; ➡50% dos estudos foram agudos; ➡13 estudos avaliaram apenas homens e 3 apenas mulheres; ➡O training status variou desde indivíduos sedentários à atletas de alto rendimento (VO2max: 34 a 69 mL/kg/min); ➡39% dos estudos (n=11) utilizaram bicicleta, porém apenas 5 destacaram o uso do protocolo Tabata original; ➡A forma de prescrição da intensidade foi uma “salada de fruta” (iVO2max, iVO2pico, VO2max, nº de esforções em tempo fixo, all-out, PSE, auto percepção do ritmo, Pmáx...). . Resumindo, chegamos às seguintes conclusões: ➡Menos da metade dos estudos usaram o protocolo Tabata original; ➡A maioria da literatura existente tem focado apenas na replicação do mesmo nº de esforços, duração do esforço, e/ou tempo de recuperação); ➡Existe uma grande inconsistência no uso do protocolo Tabata original, o que resultou em diferentes respostas agudas e crônicas; ➡As variações parecem ser indicadas para aumentar o VO2max (similar ao treinamento aeróbio tradicional); ➡Essas adaptações parecem ser principalmente devidas as adaptações periféricas; ➡O uso do protocolo Tabata para promover perda de peso não é sustentado (em Rio Grande do Sul)