Livro: Blueberry (Não-ficção)
[Projeto iniciado: 22/10/2017]
Gênero: Drama, Thriller e Mistério.
Essa não é uma história romântica - estava previsto nas ruínas da morte. E a numeração do pseudônimo aqui, se resume na magia da vitalidade sete - existencial e fictícia. A emanância de Deus relaciona a áurea que paira minha convicção e cria monstros nas cinzas reflexivas da alma, então surge a demonização da cultura e o domínio submetido do mal no próprio bem - espantoso, renegado, desejado e mortífero. Vértebras de emoção aqui jaz na infinidade do ódio de sementes púrpuras do caos. Platônico seria a progressão de meios existenciais do meu ser, dos quais muitas vezes permanecem sem significado. Sempre pensava estar sendo protetor e superior aos que muitas vezes eram líderes artificiais em minha vital essência (anterior a inocência). Fui entre janelas e portas, mas não pude aceitar a magnitude do feito, perdi, sofri, cresci e fiz justamente o que não queria fazer: igualar a filosofia a este ser inferior...
Sinceramente não sei se é inferioridade de emoção - a liderança foi desenvolvida, então, você acertou novamente... Eu seria um guerreiro... Deus?! Meio que naquele dia o senhor me abandonou... Meio que estava sem fé, não é? Progredindo nas perdas... aprendi uma lição: o senhor foi meu inimigo; não sei se é julgamento de minha própria evolução em minha alma sob meu "eu anterior" - o mesmo que acreditava no lado bom do mundo... O mesmo que acreditava num amor inocente e sem sofrimento...
"Ampla existência, não?" (Não: Ampla inocência) - Você foi linda, azul, violeta, existente, produtiva, reflexiva e mortal...
Aqui comigo, questiono-me: "Por que tudo isso teve que acontece? Por que cada dia é diferente do outro; ou melhor dizendo, realidades alternativas, ilusão mortal, tédio definitivo... Vivemos num caos infinitivo da morfologia - na ilógica vivência homo sapiens.
"O que estive fazendo para salvá-la?" (Nada! Tu és inútil. Entretanto, se tornou forte o bastante para criar planos de assassinato perfeito. Se pudesse criar um caderno da morte, seria o melhor Deus da morte que já existiu. Porém, subentende-se sua vingança, mas vingança não faz sentido se não for por um objetivo nobre. Felizmente existiram pessoas boas em seu convívio, mas aqueles do passado ainda te atormentam? A culpa desse seu mal nada mais é do que a lei tríplice aplicada em sua convicção áurea. Entenda...)
"Eu realmente fui fraco, não, não, eu era somente inocente..." (Não, não, foi somente convicção angelical, você sempre foi um anjo caído, mas não escolheu de fato cair... Você sabia que iria perdê-la e mesmo assim ajudou no seu fracasso... Se você amava ela, por que deixou ela a mercê do destino?) - Droga, cada vez mais me sinto em confusão, cada vez mais me sinto interessado pelo caos, pelo destino, pela magia, mas fui fraco (ou talvez não) para realizar pactos de convivência. Seria interessante se algum anjo viesse à minha pessoa. E toda vez que pergunto, milhares de fendas dimensionais surgem com paradoxos; vulgo ser inocente, precisou escolher um lado da moeda e se igualou aquele que era seu inimigo...
- Digamos... ("Sofra!", disse o mundo.)
- Não, o destino é muito convincente... (Da mesma forma que ao escrever isso pendurou a minha essência em lágrimas, lembro-me de tudo que aconteceu, e eu não pude impedir, ou podia, ou deveria, ou simplesmente... era para ser assim, não era?) - Hoje, digamos que superei, até voltar aquela sensação novamente, na desgraça que convivi e vi, verifiquei e desisti. O local, o cheiro, na paz de Buda inexistente... O nirvana em suas vestimentas, a virtude em seu nobre coração. Eu sei que no fundo você somente quis ser uma guerreira, por isso se entregou de corpo e alma ao primeiro sábio que lhe foi dado... Minha virtude fez com que eu ganhasse força inicialmente, mas com o tempo fui colocando atributos somente em inteligência; tornei-me um mago problemático e realmente temido, logo após derrotar Lúcifer...
- Por quê? Dúvidas seguem novamente: Eu devo seguir em frente por mais quantos anos? Três? Não, eu devo continuar com essa culpa de dor pela eternidade... Eu realmente acredito precisar de ajuda, então por favor, me ajude... Seria ironia criar a desordem somente para causar problemas futuros. Não seria engraçado... É que realmente não é, quem dera as lágrimas que saíram pudessem curar a vida, não, não, pode-se dizer que é mais complexo do que o descritivo aqui presente.
Estou aparentemente bem em minha alma, mas minha depressão é severa - depois de lutar contra um único demônio real ela se torna extremamente cética - tão severa que nem mesmo a crise existencial pode refletir sua essência (ou talvez isso tudo tenha sido culpa deste pacto)... As criações envolvendo o caos (e citações magníficas do ser) são virtudes de guerra, as criações envolvendo flores e palavras bonitas... É tudo lindo, mas falta-me algo... Algo que me impede de construir algo glorioso... Sinto-me um desertor que não reconheceu o suicídio como a forma honrosa de morrer, pois desisti de ideais e religiosidade por acreditar que a paz pode ser alcançada de outra maneira, e se você permitir... irei escrever um livro sobre sua vida... Sobre a nossa vida... Um livro real, sem ficção, algo mais profundo, filosófico e existencial, na mais profunda amargura das palavras sob a responsabilidade da verdade... Tudo que habita a mentalidade do fundador caótico do tempo.
"Eu não confio nas pessoas. Eu não confio em psicólogos ou psiquiatras. Não confio em remédios. Não confio em professores. Não confio em ninguém, apenas em você... Então, por favor..." (Por favor, dê um jeito de curar o que sinto, mas, mas, o tempo de reflexão tem me feito feliz ao mesmo período... As mudanças de temporadas também me fazem em lágrimas, tanto que lembro-me de músicas depressivas, existências vividas e felizes com simples ações, como citações no banco da praça ou os momentos próximos a rua, você apoiada em meu corpo... Brincadeiras sexuais? Sim, você sempre teve vergonha, mas insistia em ser feliz... O seu sorriso me cativava, mas quando você se foi, simplesmente nunca mais confiei em ninguém, até que você voltou em espírito, até que o destino me uniu novamente em um Yin Yang...
Digo: Faça algo por mim! Me ajude a encontrar uma solução para o que está aqui dentro... E se não for pedir muito, faça-me feliz! Faça-me esquecer a dor que senti durante esses últimos anos! Seja livre ao meu lado e viva intensamente comigo! É muito pedir isso? (Será que seu Yin pode escutar esse sentimento desconhecido que somente é completado por virtudes?)
• Dessa vez, posso ter a certeza que estou falando a verdade...
• Depois de longos e longos anos de mentira...
• Faça-me acreditar que o amor é real novamente...
Posso não ter voltado para abraçá-la quando mais você precisou, mas quando você chorou ao meu lado, naquele dia chuvoso, naquele dia que não consigo lembrar por causa das nuvens... Minha mente realmente refletiu a amargura da vida... E tive a certeza que era amor...
Então, queria gritar... Eu queria estar de volta ao seu lado, nem que fosse para impedir sua primeira vez naquele cenário...
Infelizmente não pude ser forte... Infelizmente acabei por morrer primeiro que você... Após... Toda aquela dor começar a existir aqui no peito...
Espero que possa me perdoar pelo que irei fazer... E que possa me perdoar por tudo que aconteceu nos últimos anos... Eu só espero que você...